Autor: automoveis

  • Locadoras compram 15,7% a mais das montadoras este ano

    Locadoras compram 15,7% a mais das montadoras este ano

    Apesar de ser uma diferença relativamente pequena, as vendas diretas este ano estão crescendo abaixo das realizadas no varejo. No primeiro caso a alta foi de 12,5%, de 536,4 mil para 604 mil unidades, e no segundo de 14,1%, de 613,7 mil para 700,4 mil.

    São dados da Fenabrave referentes ao segmento de automóveis e comerciais no acumulado de janeiro a julho. No cômputo das duas categorias, a expansão ficou em 13,4%, de 1.150.126 para 1.304.263 veículos.

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    Na última coletiva da Anfavea, o presidente Márcio de Lima Leite chegou inclusive a comentar sobre o maios movimento nas concessionárias em detrimento dos negócios no atacado. O comentário, no entanto, não se aplica às locadoras.

    De acordo com levantamento da Abla, Associação Brasileira das Locadoras de Veículos, o setor comprou total de 315.781 unidades nos primeiros sete meses deste ano, expansão de 15,7% sobre as 272.805 adquiridas no mesmo período de 2023.

    O índice é superior ao da média do mercado, de 13,4%, e também maior do que o de evolução das vendas diretas em geral (12,5%). Como, contudo, não são grandes diferenças, Paulo Miguel Jr, vice-presidente do Conselho Gestor da Abla, prefere falar em estabilidade do setor este ano:

    “Estamos mantando nossa participação nas vendas totais do setor automotivo na faixa de 24%. Nossas compras estão próximas às eperadas para o período”.

    Com relação ao ano, o executivo avalia que a estabilidade vai ser mantida. Ele diz que em função do expressivo crescimento das transações ligadas ao carro por assinatura no úlimos anos, o endividamento da pessoa física nesse caso deve gerar uma acomodação a partir de agora.

    Em três anos, expansão de 76,5%

    Sobre o carro por assinatura, a Abla divulgou levantamento na sexta-feira, 16, mostrando crescimento de 76,5% em três anos da frota das locadoras destinada a quem trabalha com aplicativos de transporte, tais como Uber e 99, já é de aproximadamente 300 mil automóveis.

    O salto, em números absolutos, foi de 170 mil veículos locados nessa modalidade em meados de 2021 para mais de 300 mil agora, no início do segundo semestre de 2024.

    Segundo a entidade, a frota total das locadoras no Brasil chegou a 1.570.820 automóveis e comerciais leves ao final de 2023. Portanto, os mais de 300 mil carros locados para quem trabalha com aplicativos representam atualmente entre 18% e 20% de todos os carros das locadoras no País”, calcula o presidente da Abla, Marco Aurélio Nazaré.

    Na sua avaliação, as estatísticas mostram as ventagens do aluguel em relação ao carro próprio para quem trabalha com aplicativos de transporte de passageiros. “Despesas para o licenciamento, emplacamento, IPVA, para busca e compra de peças e até com mecânicos ficam com a locadora”, explica o executivo.


    Foto: Divulgação/Abla



    Fonte: Auto Industria

  • GWM já oferece elétrico Ora 03 para público PCD

    GWM já oferece elétrico Ora 03 para público PCD

    Apenas uma semana depois de a BYD anunciar a oferta do Dolphin Mini ao público PCD, a também chinesa GWM, concorrente direta, iniciou as vendas do elétrico de seu veículo de entrada Ora 03  para portadores de deficiência com isenção de IPI e bônus de nada menos do que R$ 19 mil para a versão GT e de R$ 15 mil para Skin.

    Com preço sugerido regular de R$ 150 mil, a Skin ano-modelo 2023/2024 passa a ser oferecida por R$ 129,6 mil em função do bônus concedido pela montadora e da isenção fiscal equivalente a R$ 5,4 mil. A GT 2023/2024 custa dentro do programa PCD R$ 158,4 mil, devido ao bônus e mais R$ 6,6 mil do abatimento do IPI.

    O consumidor que optar pela GT ano-modelo 2024/2024, com preço regular de R$ 187 mil,  pagará R$ 161, 3 mil, considerando o bônus de R$ 19 mil e a redução de R$ 6,7 mil referente ao IPI. A única versão que não está habilitada para o programa é a série especial Ora 03 GT Approve, alerta a montadora.

    Uma boa notícia para os compradores é que as duas versões manterão os conteúdos de série disponíveis para os veículos oferecidos ao público convencional, como sete airbags, condução semiautônoma, rodas de liga leve de 18 polegadas, ar-condicionado automático, faróis full led, painel digital e central multimídia.

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    → Dolphin Mini é o primeiro elétrico de entrada para o público PCD

    A GT tem ainda teto solar panorâmico, bancos com ajuste elétrico e massagem, tampa do porta-malas com abertura elétrica e Park Assist com doze sensores de estacionamento e cinco câmeras.

    Ambas são equipadas com motor elétrico que desenvolve 171 cv de potência máxima e 250 Nm de torque. Na Skin, porém, a bateria é de 48 kWh, com autonomia de 232 km no padrão Inmetro, enquanto na opção GT é de 63 kWh, que assegura 319 km.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Shell decide fechar 1.000 postos de combustível; veja motivo

    Shell decide fechar 1.000 postos de combustível; veja motivo

    A Shell, uma das principais redes de postos do Brasil e do mundo, anunciou que vai fechar 1.000 postos de combustíveis. Entenda. 

    Foto: Divulgação

    Shell vai fechar 1.000 postos no Brasil

    Após anunciar no começo do ano a decisão de fechar 1.000 postos de combustíveis ao redor do mundo, a Shell confirmou esta ação. 

    A decisão institucional tem como objetivo concluir o encerramento das atividades dos postos até o fim do ano. 

    Os 1.000 postos da rede Shell correspondem a 3% do total de unidades da empresa petrolífera. 

    A interrupção nas atividades marca a mudança de estratégia da empresa, que visa ampliar sua atuação em eletropostos em diferentes países. 

    Ao todo, a Shell conta com cerca de 46 mil postos de combustível ao redor do mundo, além de 54 mil eletropostos.  

    Recalculando a rota

    A decisão de fechar 1.000 postos ao redor do mundo, que já começou a ser colocada em prática pela Shell, faz parte da reformulação de estratégia da rede americana na chamada ‘’transição energética’’. 

    O novo plano está em sintonia com o melhor momento da história para os carros elétricos. 

    No Brasil, porém, o fechamento de postos de gasolina ainda não começou a ser executado, por conta da demanda ainda emergente de veículos elétricos no país. 

    Os primeiros países a contar com os novos eletropostos da Shell estão situados na Europa e no continente asiático, principalmente na China, um dos principais focos do setor de veículos elétricos no mundo todo. 

    Em um segundo momento, porém, a Shell deve migrar com sua nova investida para países da América Latina como o Brasil.

    Foto: Divulgação

    Metas estabelecidas

    No planejamento da Shell a curto e médio prazo, estão a implantação de cerca de 500 eletropostos até o fim do ano. 

    Outra meta estipula 70 mil novos postos eletrificados até o fim do ano que vem, além do planejamento mais duradouro de 200 mil novos espaços até o 2030. 

    Os locais e datas específicas das instalações ainda são guardadas sob sigilo pela companhia.

    Posto sem bomba de gasolina

    Alinhado com o novo perfil de investimentos da marca, a Shell anunciou um posto de combustível sem bomba de gasolina. 

    A unidade fica em Fulham, na cidade inglesa de Londres, capital da Inglaterra. 

    O posto é dedicado completamente à recarga de veículos elétricos e conta ainda com espaços para os clientes relaxarem enquanto os veículos são recarregados. 

    Equipado com 10 pontos de recarga ultra rápidos, o eletroposto da Shell permite que os veículos sejam carregados de 20% a 80% em apenas 30 minutos. 

    Foto: Divulgação

    Gervásio HenriqueJornalista com maior experiência profissional no setor automotivo. Atualmente redator do Grupo Gridmidia com foco no portal Garagem360.

    Temas como: mobilidade, serviços e setor de caminhões estão entre as preferências.



    Fonte: Garagem 360

  • Jeep Renegade Turbo 2025: versão de entrada com preço atraente

    Jeep Renegade Turbo 2025: versão de entrada com preço atraente

    O Jeep Renegade Turbo 2025 é a versão de entrada do modelo, que chegou ao mercado automotivo com preço atrativo e bem equipada.

    Acompanhe o Garagem360 e confira a seguir tudo sobre o Jeep Renegade Turbo 2025: ficha técnica, preço, itens de série e motorização.

     

    (Foto: Divulgação/Jeep)

    Versão de entrada, mas com ótimo pacote de equipamentos

    O Jeep Renegade Turbo 2025 mantém o visual icônico do modelo e traz atualizações que reforçam sua personalidade moderna.

    O design exterior apresenta linhas definidas, com uma grade frontal robusta e novos faróis em LED que adicionam um toque de sofisticação ao modelo.

    As rodas de liga leve de 17 polegadas contam com novo design e realçam a presença imponente do veículo na estrada.

    (Foto: Divulgação/Jeep)

     

    Internamente, o Jeep Renegade Turbo 2025 não decepciona, oferecendo uma cabine bem planejada, com materiais de qualidade e acabamentos que entregam um ar premium ao veículo.

    Ele vem equipado com bancos revestidos em tecido premium, painel de instrumentos com tela TFT de 3,5 polegadas, ar-condicionado, tomada 12V e entrada USB para ocupantes do banco traseiro.

    A segurança é outro destaque do Renegade Turbo 2025. A versão está equipada com uma ampla variedade de recursos de segurança ativa e passiva.

    O pacote inclui controles de estabilidade e tração, luzes de rodagem diurna em LED, seis airbags, controle anticapotamento, monitoramento da pressão dos pneus, sistema Start&Stop e piloto automático.

     

    (Foto: Divulgação/Jeep)

    Confira a seguir a ficha técnica do Jeep Renegade Turbo 2025:

    Alisson Wieder

    Alisson WiederRedator da Agência Grid Mídia – Garagem360 desde 2022. Experiência na área de Assessoria de Imprensa e sites esportivos.



    Fonte: Garagem 360

  • O que acontece ao mudar o perfil dos pneus do carro? É permitido?

    Muitas vezes negligenciados, os pneus são a conexão entre o asfalto e o veículo. Ainda gerando muitas dúvidas, a troca deles exige atenção a regras, já que uma troca inadequada pode, além de prejudicar o desempenho do automóvel, caracterizar uma infração de trânsito. Entenda abaixo se é permitido mudar o perfil dos pneus do carro e o que pode acontecer se isso for feito.

    A troca do perfil dos pneus está relacionada diretamente com elementos como desempenho, amortecimento, firmeza da condução, consumo de combustível, estabilidade do veículo, entre outros. Por isso, é fundamental entender os impactos que essa mudança pode causar no automóvel.

    O perfil do pneu — também conhecido como aspecto ratio — é a relação entre a altura da parede lateral do pneu e a largura da banda de rodagem, expressa como uma porcentagem, como explica Marcelo Farias, especialista técnico na área automotiva do Senai-PE.

    “Um perfil mais baixo resulta em menos amortecimento, o que pode tornar a condução mais firme ou dura. No entanto, melhora a resposta da direção e a estabilidade em curvas, já que há menos deformação da parede lateral”, explica Farias.

    Ainda segundo o especialista, os pneus de perfil baixo têm paredes laterais mais rígidas, o que melhora a estabilidade e a resposta em curvas, especialmente em alta velocidade. Isso também pode resultar em melhor tração e manuseio.

    “Já os pneus de perfil mais alto tendem a flexionar mais em curvas, o que pode reduzir a precisão da direção e a estabilidade, mas são mais tolerantes em terrenos irregulares”, explica.

    Nem todas as alterações de perfil são recomendadas para todos os veículos. Mudanças drásticas podem afetar o desempenho, o consumo de combustível e até mesmo a segurança.

    Exemplo de um pneu de perfil baixo
    Exemplo de um pneu de perfil baixo / Foto: Divulgação/BMW

    Picapes e SUVs, geralmente, contam com perfil de pneu mais alto (foto abaixo), pois eles dão maior conforto na rodagem.

    Exemplo de um pneu de perfil mais alto
    Exemplo de um pneu de perfil mais alto / Foto: Divulgação

    Nomenclaturas 

    Antes de detalhar as normas e dicas para substituição dos pneus, é importante compreender algumas nomenclaturas que aparecem na lateral deles. Por exemplo, ao observar um pneu marcado como 175/65 R15, cada número e letra possui um significado específico:

    • 175: refere-se à largura do pneu, ou seja, à banda de rodagem, que, neste caso, é de 17,5 cm;
    • 65: indica o perfil do pneu, que é a altura da parede lateral em relação à largura da banda de rodagem, expressa como uma porcentagem;
    • R15: é o tamanho do aro, ou seja, o diâmetro da roda em polegadas.

    Legislação

    Outro aspecto para avaliar na hora de trocar os pneus diz respeito às normas de trânsito, regidas pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e na legislação complementar do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

    De forma prática, o pneu não pode ultrapassar para a parte externa do para-lama. “Existe um teste de esterçamento. Quando gira totalmente o volante para os dois lados, o pneu não pode bater e tocar em parte nenhuma do veículo”, explica Eduardo Alves, instrutor de trânsito do Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco (Detran-PE).

    Alves sugere que os condutores consultem sites especializados que indicam se uma troca é viável dentro das normas. Por exemplo, se ele deseja aumentar a estabilidade do carro e tem pneus de largura 175, mas considera trocar por 195, esses sites permitem verificar se a substituição está em conformidade com as regras estabelecidas.

    Caso a mudança não atenda à legislação, a situação será considerada alteração de característica. Assim, o proprietário do automóvel fica sujeito a uma punição considerada grave, com aplicação de cinco pontos na habilitação de motorista e uma multa no valor de R$ 195,23.



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • XBRI Pneus planeja investir R$ 1,5 bilhão em fábrica local

    XBRI Pneus planeja investir R$ 1,5 bilhão em fábrica local

    A XBRI Pneus, empresa 100% nacional que montou operações na Ásia para abastecer o mercado brasileiro, está revendo estratégia e promete investir R$ 1,5 bilhão em uma fábrica no País, que também atenderá os Estados Unidos.

    Lembrando que a empresa foi fundada há 36 anos com produção 100% no exterior, Samer Nasser, diretor de Relações Institucionais da marca, diz que os atuais custos tributários, de produção e de logística para exportação a partir das fábricas na Ásia já se assemelham aos custos de produção no Brasil.

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    Trabalhadores se unem à Anip a favor de imposto de importação maior

    “Por isso entendemos que chegou a hora de fazermos esse investimento”, explica o empresário, informando que a companhia já fez contatos com os governos do Paraná, São Paulo, Rio Grande do Sul e Espírito Santo para discutir condições e oportunidades para a definição do local mais estratégico para a construção das instalações.

    Ele revela também haver conversas para a aquisição de área no Polo Industrial de Camaçari, na Bahia. A marca vendeu no ano passado mais de 3,5 milhões de unidades no Brasil, o equivalente a R$ 4,5 bilhões de faturamento.

    Se o projeto atual for consolidado, a XBRI Pneus será a primeira indústria genuinamente brasileira de pneus radiais de carga e passeio com produção em larga escala, visto que as demais fabricantes instaladas no País têm sede no exterior.

    Imposto de Importação

    Apesar de todo o entusiasmo que demonstra pelo projeto, Nasser diz que sua execução depende de o Governo Federal não ceder às pressões para a elevação do Imposto de Importação de pneus, atualmente em discussão na Câmara de Comércio Exterior (Camex) do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), a partir de pleito da Anip.

    “A lógica é a seguinte: para que possamos nos instalar aqui, precisamos seguir formando mercado para nossos pneus, com rede de distribuição e comercialização. Para isso é fundamental que tenhamos produtos a preços competitivos para vender”, afirma o executivo, lembrando que pneus fabricados no exterior já sofrem com medidas antidumping contra fabricantes chineses.

    A XBRI informa que seus produtos são homologados para serem usados por grandes montadoras, como Volkswagen e Stellantis, e em algumas das maiores frotas do Brasil, a exemplo de Raízen, Shell, JSL, Localiza e Unidas. Também são comercializados nas principais redes de varejo, como Magazine Luiza, Assaí, Havan e Rede Mateus.

    “Consolidando-se como a primeira indústria genuinamente nacional de pneus, a XBRI Pneus reafirma seu compromisso com o desenvolvimento econômico do Brasil e com a oferta de produtos de qualidade a preços competitivos. Nossa marca está pronta para enfrentar os desafios e continuar crescendo, beneficiando consumidores e impulsionando a economia”, conclui Nasser.


    Foto: Divulgação/XBRI



    Fonte: Auto Industria

  • Salão de Paris ganha novo brilho com retorno de marcas alemãs

    Salão de Paris ganha novo brilho com retorno de marcas alemãs

    Enquanto no Brasil a volta do Salão do Automóvel de São Paulo segue apenas como um desejo manifesto do presidente Lula e eventos como o Festival de Interlagos se candidatam a legítimos sucessores da mais tradicional mostra automobilística brasileira, na Europa o Salão de Paris promete retomar o caminho para tempos bem melhores.

    Depois de um hiato de quatro anos, em parte pela mudança de estratégia de marketing das montadoras e também por conta da pandemia em 2020 e 2021, a mostra francesa foi realizada em 2022 como uma pálida sombra do que fora nos cem anos anteriores.

    Na opinião dos marketeiros das grandes montadoras, a fórmula, além de muito custosa, estava esgotada e, por conta disso, ano a ano vinham reduzindo a presença de suas marcas em eventos do gênero.

    Pois na 90ª edição do Mondial de l’Auto, que acontecerá em outubro no consagrado Paris Expo Porte de Versailles,  uma parte relevante das marcas europeias estará de volta.

    Por que esse passo atrás? Ou seria à frente? Ou esses mesmos profissionais do marketing mudaram de opinião ou os organizadores conseguiram dar novo brilho aos salões, o que é pouco provável seja um caso ou o outro.

    Há uma terceira e mais visível razão para essa volta: não deixar que as novatas marcas chinesas, que aceleraram movimentos de expansão internacional nos últimos dois ou três anos e não escondem a avidez por novos mercados, dominem de vez as exposições mais relevantes.

    Foi o que ocorreu de forma flagrante no agora extinto Salão de Genebra, Suíça. Em fevereiro último, numa tentativa de retomar sua trajetória após cinco anos, a mostra teve apenas as marcas do Grupo Renault a representar a Europa e confrontar os produtos chineses da BYD.

    Meses antes, a edição de 2023 do Salão de Munique, o maior da Europa, sublinhou a chamada invasão oriental. Entre montadoras e fornecedores, 40% dos expositores eram oriundos da Ásia. A maior delegação, a da China,  contou com estandes da BYD, Dongfeng, Geely HiPhi, Leapmotor, Seres e Xpeng.

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    Entre 14 e 20 de outubro, em Paris, o time chinês seguirá grande. Reunirá novamente BYD, Xpeng, Seres, além da GAC e das startpus Skyworth, Forthing, Hongqi e Maxusmas. Fora eventuais e prováveis adesões de última hora.

    Desta vez, porém, terá que rivalizar com um adversário bem mais reforçado, sobretudo pelo retorno de marcas alemãs importantes.

    Fora as representantes da casa — Peugeot, Citroën, Renault e Alpine —, já estão confirmadas, apenas para ficar entre as grandes marcas, Volkswagen, Audi, BMW, Skoda, Alfa Romeo, Iveco, Ford, Dacia, Kia e até a Cadillac.

    Não se trata da melhor seleção possível, faltam ainda nomes de peso, como, por exemplo, Mercedes-Benz ou Fiat. Mas é notável que, ao menos no caso salão parisiense, a indústria europeia começa a fechar os flancos abertos nos últimos anos e que já deixaram alguns estragos pelo caminho.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Citroën toma atitude radical e abandona País; veja qual e o motivo

    Citroën toma atitude radical e abandona País; veja qual e o motivo

    O mercado automotivo foi pego de surpresa com uma atitude radical da Citroën. Isso porque, após um fracasso nas vendas, a montadora francesa resolveu abandonar um país. A seguir, o Garagem360 revela todos os detalhes. Acompanhe!

    Qual país a Citroën abandonou? 

    Foi à Austrália. Após 101 anos de atuação no mercado, a montadora optou por interromper a venda dos seus veículos por lá. 

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    Por que a Citroën deixou a Austrália? 

    O principal motivo foi a queda nas vendas. No primeiro semestre de 2024, a montadora francesa vendeu apenas 87 veículos. 

    Citroën já estava em alerta 

    O histórico da montadora francesa no país já dava sinais que essa decisão poderia vir a qualquer momento. Em 2007, por exemplo, ela vendeu 3.803 unidades. Já em 2021, a Citroën havia registrado somente 175 vendas

    Quais serão os próximos passos da Citroën?

    O encerramento das operações será conduzido de forma gradual. Contudo, a partir de novembro, a marca pretende interromper as encomendas de novos veículos franceses por lá. 

    Posteriormente, eles passarão a ter garantia de cinco anos sem limite de quilometragem. Essa determinação será aplicada em 35 centros de serviço. Depois, a fabricante saíra, de forma definitiva, do país. 

    O que influenciou na tomada de decisão da Citroën?

    Atualmente, o mercado na Austrália está em crise. Em outras palavras, não há produção de carros. Esse contexto persiste desde quando a Ford e GM desistiram do país. Agora, elas atuam só com importados. 

    Com essa decisão, a indústria australiana deve sofrer um forte impacto, uma vez que a fabricante era a mais mais experimente na Austrália. 

    Já no Brasil, a Citroën mantém a sua operação, embora ainda não esteja entre as 10 melhores do mercado, como mostra o relatório abaixo da Fenabrave. 

    Gráfico mostra performance das marcas no mercado automotivo brasileiro – Imagem: fenabrave

    A propósito, a marca já anunciou a versão especial do C3 You, que terá motor turbo e deverá ser um dos principais destaques do mercado brasileiro. 

    O Garagem360 continua acompanhando as últimas notícias automotivas. Por isso, continue conosco para não perder nenhum detalhe sobre a performance das montadoras no Brasil e em outros países. 

    Leia também: Pacote de revisões do Citroën C3 é ideal para quem deseja economizar



    Fonte: Garagem 360

  • BMW R 12 começa a desembarcar no Brasil

    BMW R 12 começa a desembarcar no Brasil

    A BMW Motorrad deu sinal verde para a rede de concessionárias aceitar reservas de compra da BMW R 12. A nova oferta chega em três versões, R 12, R 12 Cruiser e R 12 Option 719, com preços de R$ 89.900, R$ 94.900 e R$105.900, respectivamente.

    O modelo de apelo clássico traz argumentos em desempenho e conforto. A moto é equipada com motor boxer de 1,170 cilindradas de 95 cv e 110 Nm (11,2 kgfm) de torque a 6.000 rpm associado a câmbio de seis marchas. Depois, o conjunto combina assento baixo e guidão largo que, segundo a marca, permite uma condução confortável e relaxada. Tem ainda traseira curta e rodas de 19 polegadas na dianteira e de 16 na traseira.

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    →BMW Motorrad apura recorde de vendas em 2023

    Itens como painel TFT de 3,5 polegadas com recurso de conectividade, controle de tração, da pressão dos pneus e do freio motor, farol com iluminação adaptativa em curvas e sistema de partida com chave presencial são comuns a todas as versões.

    Nas opções acima da de entrada, a moto recebe assistente de partida em rampa, controle de velocidade de cruzeiro, aquecimento na manopla e alarme antifurto. A topo de linha traz acabamento exclusivo da versão com rodas raiadas pretas e detalhes fresados.


    Foto: Divulgação BMW Motorrad



    Fonte: Auto Industria

  • Volkswagen Tiguan R-Line tem primeiras imagens divulgadas; confira

    Volkswagen Tiguan R-Line tem primeiras imagens divulgadas; confira

    A Volkswagen apresentou ao mercado automotivo as primeiras imagens do novo Tiguan R-Line. Logo abaixo, o Garagem360 conta todas as novidades. Acompanhe!

    Quais são as novidades do Volkswagen Tiguan R-Line?

    Foto: divulgação

    Pelas primeiras imagens divulgadas, percebe-se que a nova geração do veículo terá um modelo esportivo R-Line. Já a motorização 2.0 turbo renderá 261 cv de potência. 

    Com câmbio de dupla embreagem, de 7 marchas, trata-se de um modelo com ótima arrancada. Isso porque, ele vai de 0 a 100 km/h em 5,9 segundos. Além disso, atinge 240 km/h, segundo dados da Volkswagen.

    Interior do veículo

    O modelo dispõe de um porta-malas com bastante espaço, tendo 652 litros. Ele contém ainda ótimos recursos tecnológicos, como uma central multimídia com Chat GPT, um cluster digital e configurável.

    Apesar da montadora alemã não ter divulgado a lista de equipamentos em seu comunicado oficial, é possível afirmar que esse é um dos modelos mais seguros do segmento. Especialmente quando falamos de segurança infantil. 

    Isso porque, ele vem equipado com ancoragem ISOFIX para cadeiras infantis. 

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    Recursos de segurança 

    Foto: divulgação

    Já de imediato, é possível citar os airbags laterais para os bancos traseiros externos. O veículo conta ainda com um sistema que comunica sobre a aproximação de pedestres. 

    Ele traz ainda um leitor de placas de trânsito, um serviço de chamada de emergência e sistema de câmera de visão traseira.

    Também dispõe de alguns alertas que avisam sobre o risco de colisão, tráfego cruzado e ponto cego. Logo, trata-se de um ótimo veículo para quem se sente inseguro para dirigir em cidades grandes ou regiões que têm um trânsito intenso. 

    O Garagem360 continua acompanhando as últimas notícias automotivas. Por isso, continue conosco para não perder nenhum detalhe. 

    Leia também: Hatch da Volkswagen faz 15 km/l e deixa concorrentes para traz: será a melhor opção?



    Fonte: Garagem 360