A Toyota negociou 5,16 milhões de veículos no primeiro semestre, 4,7% abaixo do volume registrado mundialmente no mesmo período do ano passado. Ainda assim, considerando as vendas de todas as marcas da empresa, como Daihatsu e Hino, manteve-se à frente da Grupo Volkswagen e segue como o maior produtor global pelo quinto ano consecutivo.
A queda no balanço dos primeiros seis meses deste ano pode ser creditada, em boa medida, a paralisações justamente na produção da Daihatsu, conhecida pelos seus carros compactos, que não conseguiu driblar os efeitos do escândalo de manipulação de testes de segurança revelados no encerramento no ano passado. As vendas globais da marca despencaram 49%, para 210,9 mil unidades
Dupla responsável pela maior parte dos negócios, Toyota e Lexus caíram menos do que a média do grupo. Somadas, alcançaram 4,89 milhões de veículos, recuo de somente 0,9%, com desempenho acelerado na América do Norte e na Europa que quase compensou o ritmo mais lento dos negócios na Ásia.
Do total, veículos eletrificados responderam por quase 2,1 milhões de unidades, quase 40%. Com crescimento de 22%, os híbridos convencionais somaram 1,95 milhão de veículos, aumento de 20%.
Já os híbridos plug-in avançaram 35%, mas sobre uma base muito pequena, e chegaram a 73 mil unidades, mesmo volume registrado pelos elétricos a bateria.
Elétricos a célula de combustível seguem quase ainda como uma curiosidade. Em seis meses, foram negociadas somente 1,1 mil unidades, recuo de 52% na comparação com 2023.
Nem todo mundo pode pagar por um carro 0 km ou seminovo com preço elevado. Dessa forma, muitos brasileiros recorrem a opções como esse carro, o preferido do público até R$ 50 mil.
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Carro preferido do brasileiro até R$ 50 mil
Um levantamento do classificado digital OLX, revelou que o Volkswagen Gol foi o carro usado de até R$ 50 mil mais comercializado no primeiro semestre de 2024.
De acordo com a pesquisa, somente o VW Gol foi responsável por 13% de participação nas vendas do setor na primeira parte do ano até aqui.
Confira outros destaques do estudo que avaliou vendas, procura e anúncios dos carros com preço de até R$ 50 mil na plataforma.
Carros mais vendidos de até R$ 50 mil
Quando o assunto são vendas de modelos seminovos e usados e, portanto, mais acessíveis, os carros das marcas tradicionais dominam a preferência dos brasileiros.
Prova disso é a ótima aceitação do consumidor brasileiro em relação à: Volkswagen Gol, Fiat Palio e Fiat Uno, os três modelos mais vendidos no mercado de seminovos e usados.
No primeiro semestre de 2024, os modelos de até R$ 50 mil que apresentaram maior aumento na procura em relação ao mesmo período do ano passado, foram: Hyundai HB20, com 25% de crescimento, seguido do Honda FIT com 23% e do Renault Sandero com 17%.
Top 7 – carros mais vendidos de até R$ 50 mil
Confira o top 7 de carros com preço de até R$ 50 mil mais vendidos e suas respectivas participações no segmento de acordo com levantamento da OLX:
Entre os modelos mais anunciados na OLX, novamente destaque para o VW Gol, com 14% de representação. Na sequência aparecem, o Palio, anunciado por 9% dos usuários e em terceiro, Uno, Ka e Fiesta, com 7%.
A busca por carros econômicos está cada vez mais em alta, mas e quando o assunto são os híbridos, já imaginou ter um dos veículos híbridos que não precisam carregar?
Uma coisa é fato; eles são grandes amigos do seu bolso, e não há como negar. Mas você sabe como eles realmente funcionam? É o que a gente te conta agora.
Acompanhe o Garagem360 e veja!
Como funcionam os veículos híbridos que não precisam carregar?
De uma forma simples e breve, os veículos híbridos que não precisam carregar atuam de forma autorrecarregável, e são uma escolha inteligente para quem busca economia e sustentabilidade.
Isso acontece porque eles combinam um motor elétrico e um motor a combustão, com a vantagem adicional de não precisarem ser plugados para recarregar.
Para melhor entneder, tudo acontece durante a condução, especialmente ao frear, onde o sistema de frenagem regenerativa capta a energia que seria perdida e a utiliza para recarregar a bateria do motor elétrico. Isso permite uma maior eficiência no consumo de combustível e reduz as emissões de poluentes.
Em resumo, esses veículos híbridos que não precisam carregar são chamados de HEV (Hybrid Electric Vehicles), sigla que vem logo após o nome do respectivo modelo.
Motorização: combina um motor elétrico com um motor a gasolina para uma condução eficiente e dinâmica.
Tecnologia de recarga: equipado com sistema de frenagem regenerativa que recarrega a bateria durante a condução, sem necessidade de plugue externo.
Eficiência: se destaca pelo excelente consumo de combustível e baixas emissões, ideal para quem busca sustentabilidade.
Design interno: oferece um interior espaçoso e tecnológico, com painéis digitais e sistema multimídia avançado.
Segurança: inclui diversos recursos de segurança e assistência ao condutor, reforçando o compromisso da Hyundai com a segurança do motorista e passageiros.
Foto: divulgação
O que o Hyundai Kona Hybrid tem?
Motorização híbrida: motor a gasolina de 1.6 litros com um motor elétrico.
Tecnologia de recarga: equipado com frenagem regenerativa, que recarrega a bateria automaticamente durante a condução.
Design e conforto: oferece um design moderno e atraente, com um interior confortável e bem equipado.
Tecnologia avançada: inclui um sistema de infotainment completo e diversas assistências ao condutor.
O que o Toyota Corolla Altis tem?
Motorização: equipado com um motor híbrido que inclui um motor a gasolina de 1.8 litros combinado com um motor elétrico
Tecnologia de recarga: também inclui frenagem regenerativa, que recarrega a bateria enquanto você dirige, sem necessidade de conexão externa.
Conforto interno: oferece um interior espaçoso e luxuoso, com materiais de alta qualidade e tecnologia avançada.
Recursos de segurança: vem com várias tecnologias de assistência ao motorista para garantir uma condução segura.
Foto: divulgação
O que o Kia Niro EX tem?
Motorização: equipado com um sistema híbrido que combina um motor a gasolina de 1.6 litros com um motor elétrico, proporcionando uma potência combinada de 139 cv.
Bateria: utiliza uma bateria de íon de lítio de alta capacidade que é recarregada através do sistema de frenagem regenerativa.
Transmissão: conta com uma transmissão de dupla embreagem de seis velocidades, que oferece uma experiência de condução suave e responsiva.
Economia de combustível: oferece uma eficiência de combustível superior, com um consumo médio que pode chegar a 21 km/l.
Recursos de tecnologia: inclui um sistema avançado de assistência ao condutor, como controle de cruzeiro adaptativo, assistência de manutenção de faixa e sistema de alerta de colisão frontal.
Foto: divulgação
O que o Toyota Corolla Cross XRV tem?
Motorização: equipado com um sistema híbrido que combina um motor a gasolina de 1.8 litros com motores elétricos, oferecendo uma potência combinada e eficiência otimizada.
Bateria: utiliza uma bateria de hidreto metálico de níquel, eficiente para suportar o sistema híbrido sem necessidade de recarga externa.
Transmissão: inclui uma transmissão automática CVT que proporciona trocas suaves e contribui para a economia de combustível.
Eficiência de combustível: se destaca por sua economia, sendo capaz de alcançar uma excelente eficiência de combustível em ciclo combinado.
Tecnologias de segurança: vem equipado com várias tecnologias avançadas de assistência ao condutor, incluindo sistema de pré-colisão e alerta de mudança de faixa.
O Garagem360 traz uma análise completa para que você descubra como escolher a sua scooter da Yamaha. A seguir, você confere os principais atributos de cada modelo. Acompanhe!
Esse modelo é leve e potente. Trata-se de uma moto automática de 125cc com somente 97 kg e 9,8 cv. Logo, é ideal para quem busca agilidade e praticidade no dia a dia.
Confira, a seguir, mais informações sobre o seu motor:
Tipo: SOHC, 2 válvulas, 4 tempos, Refrigeração a ar
Já esta scooter da Yamaha, sai de fábrica com motor de 125cc com 9,5cv, 102Kg de peso em ordem de marcha e câmbio 100% automático tipo CVT.
Em outras palavras, ela troca de marchas para você, o que deixa a experiência a bordo ainda mais dinâmica e tranquila. Para obter esses benefícios, será preciso investir R$ 16.130.
NMAX CONNECTED 160 ABS
A próxima sugestão da nossa lista foi eleita a melhor scooter do Brasil pela revista Motociclismo. Entre os seus principais benefícios, destacam-se o design esportivo, bem como o assento espaçoso e confortável.
Com um tanque de 7,1 litros e 160 cc e 15,4 cv de potência, o modelo esportivo da Yamaha está disponível por R$ 22.210.
Já esta versão da montadora, destaca-se pelo seu conjunto óptico com faróis de LED. Na prática, você ganha mais amplitude de iluminação na pista. Outro detalhe é a carenagem, que protege bem as suas pernas.
Ela sai de fábrica com controle de tração, que junto aos freios ABS nas duas rodas, oferece um controle de pilotagem mais eficaz, sobretudo em pisos de baixa aderência. Esse modelo está disponível por R$ 22.408.
Por fim, temos a XMAX ABS, que é ideal para os pilotos mais exigentes. Com 22,8 cv de potência, ela é a única da categoria com controle de tração.
Outro detalhe é o amplo espaço sob o assento, que é capaz de armazenar até dois capacetes grandes. Hoje, ela está avaliada em R$ 33.500.
Entre os principais itens de série desse modelo, destacam-se:
Painel multifuncional com tela LCD
Assento amplo
Cavalete central
Guidão e para-brisa ajustáveis
Compartimento com capacidade para dois capacetes com iluminação interna de led
Dois porta-objetos na parte frontal
Tomada 12V
Chave Smart Key
Sistema Auto-Stop
Controle de tração
Faróis e lanternas de led
Chassi do tipo Underbone
Suspensão dianteira: garfo telescópico e curso de 100 mm
Suspensão traseira: Motor-balança e curso de 92 mm
Sistema de freios ABS
Freio dianteiro: Disco hidráulico com sistema antibloqueio e diâmetro de 267 mm
Freio traseiro: Disco hidráulico com sistema antibloqueio e diâmetro de 245 mm
Pneu dianteiro: 120/70 – 15M/C 56P
Pneu traseiro: 140/70 – 14M/C 62P
Rodas de 15 polegadas na dianteria e 14 polegadas na traseira
É importante dizer que os preços acima variam de acordo com cada cor do veículo e a concessionária de sua preferência.
Mesmo assim, colocamos uma base para que você tenha ideia do valor para avaliar se o modelo, de fato, está de acordo com o seu orçamento.
Qual é a melhor scooter da Yamaha?
A decisão é bastante individual, pois depende não só das necessidades de cada pessoa, mas também do seu orçamento financeiro.
Por exemplo: se você precisa de um modelo para pilotar nas cidades e que não exige um grande investimento, a NEO 125 UBS é uma boa sugestão. Já para aqueles que buscam algo mais potente e completo, vai de XMAX ABS.
O Garagem360 continua acompanhando as últimas notícias automotivas sobre motos. Por isso continue conosco para não perder nenhum detalhe.
A Nissan está promovendo uma ação diferente para apresentar os novos Sentra e Versa. A seguir, o Garagem360 conta todos os detalhes. Acompanhe!
Foto: divulgação
Como é a ação da Nissan?
A montadora japonesa escolheu os aeroportos de Congonhas (SP) e Brasília (DF) para apresentar o Novo Nissan Sentra 2025.
Nestas ações, os viajantes terão um contato direto com o sedã. De acordo com a Nissan, será possível admirar o carro em detalhes, conhecer as funcionalidades do veículo e apreciar não só a qualidade, mas também a performance do modelo.
As exposições acontecem nos seguintes dias e horários. Tome nota:
Aeroporto de Congonhas (São Paulo)
29/07 a 12/08: Exposição na nova área ‘Bolsão para Carros de Aplicativos’
08/08 a 04/09: Exposição na área de embarque
Aeroporto de Brasília
01/09 a 28/09: Exposição na área de embarque
Como é o Novo Sentra 2025?
Foto: divulgação
O modelo sai de fábrica com bastante estilo, tecnologia e segurança. Com sua roupagem elegante e imponente, o sedã conta com as linhas da carroceria, que deixam o carro mais bonito e que aprimoram a aerodinâmica.
Esse lançamento japonês dispõe de itens, como teto solar, faróis de neblina, rodas de liga leve aro 17 e um interior espaçoso com direção elétrica ajustável.
Adicionalmente, vale citar as tecnologias de segurança. Um bom exemplo é o sistema Nissan Safety Shield.
Na prática, ele facilita o seu percurso, pois contém monitoramento de colisões, alerta de ponto cego, mudança de faixa e visão 360º.
Interior do veículo
Por dentro, o motorista terá uma viagem bastante confortável. Além de um painel TFT colorido de 7 polegadas, há diversos itens como:
Múltiplos porta-objetos;
Entradas USB estrategicamente posicionadas;
Bancos com tecnologia “Gravidade Zero”, que entrega ainda mais conforto para o passageiro.
O tamanho do porta-malas é outro diferencial, pois sai de fábrica com 466 litros de capacidade.
Motorização
Com um motor eficaz e silencioso, o sedã entrega 151 cavalos de potência e 20 kgfm de torque.
Já o seu câmbio CVT XTRONIC de oitava geração, permite escolher entre variados modos de condução, como Normal, Sport, Manual e ECO. Assim, você terá um veículo que atende a diversas necessidades.
O Garagem360 continua acompanhando as principais notícias automotivas e os lançamentos do mercado. Por isso, continue conosco para não perder nenhum detalhe.
O novo BYD King chegou às concessionárias brasileiras no começo de julho contando com a divulgação de bons números de economia. O sedã híbrido plug-in apresenta consumo de até 44,2 km/l sem usar combustível. Entenda abaixo como isso é possível.
Os números são de fonte oficial: o Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE), promovido pelo Inmetro. Segundo o órgão, o BYD King GL, a versão de entrada, faz 43,3 km/l na cidade e 32,7 km/l na estrada. Já o King GS, que possui bateria maior, faz 44,2 km/l e 36,7 km/l respectivamente. Ambos os modelos receberam o selo Conpet de eficiência energética.
O BYD King está disponível em duas versões: GS e GL. A versão GS utiliza um motor 1.5 e baterias de 18,3 kWh, enquanto a GL tem um pack de 8,3 kWh.
Concessionárias, vendedores e influenciadores não tardaram a divulgar os bons 44,2 km/l do BYD King. Contudo, essa informação não é exatamente precisa. Isso porque o Inmetro divulga duas métricas, que, no caso de veículos híbridos, pode gerar uma confusão.
Segundo os testes, o mesmo King faz 16,8 km/l na cidade e 14,7 km/l na estrada quando roda apenas com gasolina. Como explicar tal diferença?
BYD King / Foto: Divulgação/BYD
A divergência acontece porque os números mais animadores acontecem quando o carro roda apenas em modo 100% elétrico.
O Inmetro precisa seguir a norma NBR 16567 para carros híbridos. Nesse teste, o consumo é medido no modo elétrico até que a bateria fique completamente descarregada.
Além do gasto energético, também é possível descobrir a autonomia. Os resultados são obtidos na métrica kWh/km, mas, para ser possível comparar com outros carros, os números são convertidos em km/l.
Além disso, é obtido o consumo energético, em MJ/km, outro parâmetro para comprar carros à combustão híbridos e elétricos.
No caso do BYD King, são 80 km de autonomia e 0,50 MJ/km de consumo energético no caso da versão top GS. Já o King GL tem 32 km e 0,54 MJ/km, respectivamente.
A título de comparação, o Corolla Altis Hybrid tem consumo de 1,21 MJ/km e faz 17,8 na cidade e 14,7 km/l na estrada.
A metodologia do Inmetro para carros híbridos plug-in mede os extremos: o consumo em modo totalmente elétrico e em modo totalmente à combustão. No entanto, esses modelos não são os mais comuns na vida real, já que o veículo seleciona as melhores de forma automática as condições para tráfego, geralmente alternando motor elétrico, combustão ou a combinação dos dois.
Ou seja, o consumo real do BYD King, que o consumidor poderia se basear para optar por esse ou outro carro não é conhecido. A medida de economia na cidade na versão GS seria algo entre 16,8 km/l e 44,2 km/l.
BYD King
O BYD King está disponível por R$ 175.800 na versão GL e R$ 187.800 na versão GS.
Ambos os modelos são equipados com um motor 1.5 aspirado de 110 cv e 13,8 kgfm, enquanto o motor elétrico entrega 180 cv e 32,2 kgfm na versão de entrada e 197 cv e 33,1 kgfm na versão topo de linha. A potência combinada é de 209 e 235 cv, respectivamente.
A versão GS adiciona uma série de equipamentos de conforto e tecnologia, incluindo banco do passageiro com ajuste elétrico, ar-condicionado automático de duas zonas e iluminação ambiente.
Itens de série em ambos os modelos incluem faróis e lanternas em LED, central multimídia de 12,8 polegadas, carregador sem fio para smartphones, painel de instrumentos digital de 8,8 polegadas, seis airbags e câmera 360°.
O novo Toyota Corolla de 13ª geração promete chegar pronto para causar um grande alvoroço entre seus concorrentes no mercado, afinal, ele proporciona mais de 2 mil km rodados sem a necessidade de abastecer.
Tudo isso acontece graças ao seu sistema híbrido plug-in, presente em uma das versões que rivaliza diretamente com modelos populares da BYD, gigante do setor.
Acompanhe o Garagem360 e veja todos os detalhes!
Como será o novo Toyota Corolla de 13ª geração?
O novo Toyota Corolla de 13ª geração promete ser um marco de inovação e eficiência para a marca, afinal, a Toyota tem se concentra cada vez mais em melhorar a aerodinâmica do veículo.
De uma forma breve, ao que se sabe, o carro chega inspirado no design do novo Prius, com caracterísitcas prontas para reduzir o consumo de combustível e aumentar a eficiência energética.
A proposta é que o modelo conte com uma frente mais baixa e entradas de ar aprimoradas como elementos chaves, mas com novas mudanças que vão muito além do design.
No caso da motorização, há muito o que esperar, mas os principais olhares estão voltados à versão híbrida plug-in. Estamos falando de:
Versões de entrada equipadas com um motor 1.5 aspirado que oferece 130 cv e 15 kgfm de torque.
Sistema híbrido que utiliza o mesmo motor 1.5 ajustado para produzir 100 cv e 13 kgfm de torque, proporcionando maior eficiência energética.
Versão turboalimentada para aqueles que buscam mais potência, o Corolla terá uma variante do motor 1.5 turbo, capaz de alcançar até 180 cv e 23 kgfm de torque.
Quais serão os rivais do novo Toyota Corolla de 13ª geração no Brasil?
Basicamente, os principais rivais do novo Toyota Corolla no mercado brasileiro serão os sedãs de marcas chinesas, visto que eles têm ganhado popularidade devido à eficiência proposta, bem como quanto ao custo-benefício.
Se formos falar de forma ainda mais específica, o BYD King é um dos principais alvos, tendo como base o investimento pesado da BYDem tecnologia híbrida plug-in, que, inclusive, apresenta modelos com autonomias similares às do Corolla.
Além do BYD King, outros modelos como o Nissan Versa também chegam como concorrentes diretos. Isso porque a Toyota tem como objetivo garantir que o novo Toyota Corolla venha ao mercado como um líder de desempenho, eficiência e inovação.
Quando o novo Toyota Corolla de 13ª chega ao Brasil?
O lançamento do novo Toyota Corolla na versão japonesa deverá acontecer no ano de 2026, o que sugere que a sya chegada ao mercado brasileiro deva acontecer em 2027.
Por fim, ao que tudo indica, a produção do novo modelo será realizada na planta de Sorocaba, São Paulo.
De olho em um mercado que deve reagir neste segundo semestre, as autopeças que atendem a indústria de chassis de ônibus e de carrocerias prometem novidades para a Lat.Bus 2024, que acontece entre os dias 6 e 8 de agosto no São Paulo Expo.
Com foco em sustentabilidade e descarbonização do transporte de passageiros, é grande a lista de produtos a serem lançados na mostra.
A Castertech, por exemplo, apresenta a linha-conceito N-Series Materials (foto acima), com cubo de roda e suportes fundidos desenvolvidos com nanotecnologia, em pesquisa conjunta com o Instituto Hercílio Randon (IHR) e Nione.
“A tecnologia permite uma redução no peso das peças para ônibus, caminhões e implementos rodoviários, sem comprometer a resistência, resultando em menor desgaste e maior durabilidade”, informa a empresa.
A Voith, por sua vez, vai expor o sistema VEDS, Voith Electrical Drive System, que garante um consumo energético 20% inferior quando comparado aos disponíveis atualmente no País.
No estande da Eaton, os destaques serão a nova linha de transmissões automatizadas Advantor, nas versões Advantor-6 (para micro-ônibus) e Advantor-8 (para ônibus médio), o câmbio de quatro velocidades para veículos com motorização elétrica e híbrida e a caixa manual ES(O) 9106.
Já a Jost Brasil aproveita a Lat.Bus 2024 para mostrar o primeiro produto do seu portfólio voltado ao transporte de pessoas. Trata-se da articulação de ônibus, com tecnologia exclusiva, sensoriamento e batentes mecânicos para controle de giro, amortecimento hidráulico de dois estágios e mesa giratória forjada.
No caso da Suspensys, a atração será a linha de suspensões pneumáticas dianteira e traseira direcionadas às aplicações urbanas de ônibus, micro-ônibus e caminhões leves.
Também será apresentada a e-Sys, “sistema de tração auxiliar elétrico que conta com um algoritmo inteligente especialmente criado para avaliar as condições de operação e uso, atuando na recuperação de energia gerada durante movimentos de descida e frenagem para momentos de necessidade de tração como subidas e ultrapassagens”, conforme comunicado da Suspensys.
O destaque no estande da Master será o LWS Master (Lining Wear Monitoring System), sensor em tempo real do desgaste da lona do freio, “que gera dados precisos para um planejamento eficiente”.
Já a Allison Transmission exibirá em seu espaço da Lat.Bus o ônibus escolar Volare com câmbio automático e a sua linha de transmissões automáticas. O primeiro veículo escolar equipado com a transmissão automática Allison foi entregue em março no estado do Ceará. Um segundo e maior lote desses ônibus começou a ser entregue em maio, no estado de Pernambuco.
O evento é organizado pela OTM Editora e conta com o apoio das principais entidades do setor, incluindo a Anfavea, a associação das montadoras.
Adecisão da ABVE, Associação Brasileira do Veículo Elétrico, de adotar o termo micro-híbrido para classificar veículos com sistema até então chamado de híbrido leve (também conhecido como MHEV ou mild-hybrid) está sendo questionada pela Stellantis.
Em entrevista online na manhã desta terça-feira, 30, o vice-presidente de Assuntos Regulatórios da companhia, João Irineu Medeiros, explicou que o termo micro-híbrido é utilizado para definir modelos com o sistema Stop&Start, ou seja, não tem a função de tracionar o motor a combustão, como ocorre nos chamados híbridos leves.
“O híbrido tem de propulsionar o motor”, explicou o VP. Assim como outras montadoras, a Stellantis trabalha com três categorias de híbrido. A primeira – MHEV – tem dois subsegmentos: o com baterias de 12V a 48V, que gera de 3 a 10 KW, e o de 48V, com 10 a 20 KW.
As outras duas são de baterias de alta tensão, que é de até 150V no Híbrido HEV, com até 50kw, e de até 300V no PHEV, recarregável e também conhecido como híbrido plug-in, possibilitando a rodagem 100% no modo elétrico.
A nomenclatura micro-híbrido adotada pela ABVE para o híbrido leve é utilizada oficialmente pelo Departamento de Energia dos Estados Unidos, mas, segundo João Irineu, não consta em nenhuma norma técnica local ou internacional.
“Para nós da Stellantis o melhor caminho é separar o micro-híbrido do híbrido. O debate leva ao conhecimento e quanto mais debatermos mais subsídios daremos ao governo para definir o escalonamento do IPI Verde. Certamente o governo vai consultar as normas internacionais para definir o que é híbrido e o que não é”, complementou o executivo.
A questão da nomenclatura tem tudo a ver com o chamado IPI Verde, que está contemplado no Mover, Programa de Mobilidade Verde e Inovação, e deve ser regulamentado ainda este ano.
Ao invés de alíquotas menores para modelos de menor cilindrada, como acontece hoje, a ideia é considerar o nível de emissão de poluentes do veículo para definir a taxação.
Durante a entrevista de hoje, João Irineu insistiu que o Brasil tem de colocar o pé na eletrificação de forma gradual, começando pelos híbrido leves com biocombustível, no caso o etanol, até chegar no 100% elétrico.
“Esse é o melhor caminho a ser seguido por aqui e é nesse sentido que a Stellantis está trabalhando. O Mover é importante no contexto da descarbonização, incluindo não só a emissão final mas todo o processo do poço à roda e também a reciclabilidade dos materiais e do carro em si, que é mais complexa no caso do modelo 100% elétrico”.
A Leapmotor International, empresa liderada pela Stellantis com a chinesa Leapmotor, coloca em andamento a estreia dos veículos elétricos da marca na Europa com o desembarque de um primeiro lote nos portos da região.
Nos porões dos navios vieram o SUV C10 e o pequeno carro urbano T3 de Xangai. A intenção da Stellantis é oferecer rapidamente mobilidade sem emissão com tecnologia de ponta e competitiva.
“O envio dos veículos Leapmotor para a Europa é um momento marcante na parceria entre a Stellantis e a Leapmotor”, resume em nota Carlos Tavares, CEO da Stellantis. “Demonstra nosso compromisso em fornecer soluções de mobilidade inovadoras, acessíveis e sustentáveis aos nossos clientes. Acredito firmemente que os veículos elétricos da Leapmotor serão amplamente aceitos pelos europeus.”
A Stellantis diz que aproveitará os ativos comerciais da companhia na Europa para também encaminhar presença da marca. Nos planos constam partir de 200 pontos até o fim de 2024 para 500 em 2026.
De acordo com a empresa, o primeiro lote é apenas o começo de uma colaboração de longo prazo. Há pelo menos um modelo planejado para ser colocado à venda nos próximos três anos. A Stellantis também já confirmou a chegada da marca no Brasil e no Chile no início do ano que vem.
O SUV C10 é o produto global da marca e direcionado para atender família. Pelo otimista ciclo WLTP, promete autonomia de 420 km. Já o T03 tem vocação puramente urbana e, pelo mesmo padrão de testes europeu, o alcance é de 265 km.