Autor: automoveis

  • Onix 100 Anos: conheça em detalhes a série especial do hatch

    A Chevrolet celebra seu centenário no Brasil com uma edição especial do Onix, modelo que se se tornou um dos grandes best-sellers da marca nos últimos anos e já foi o carro mais vendido do Brasil. A versão comemorativa, chamada Onix 100 Anos, é baseada na configuração de entrada 1.0 MT, mas com diferenciais estéticos e de equipamentos. A produção será limitada a mil unidades, reforçando o caráter exclusivo da série.

    O Onix 100 Anos é uma das novidades da linha 2026 do hatch e do sedã. Segundo a General Motors, uma inovação que contou com apoio de inteligência artificial, simulações em supercomputadores e validações em testes de campo. Esses recursos tecnológicos permitiram aprimorar aspectos como aerodinâmica, eficiência do sistema de climatização e calibração do motor.

    A linha atual traz mudanças em design, como a nova dianteira com faróis Full LED — que oferecem 61% mais eficiência luminosa — e grade redesenhada. O para-choque frontal passou por ajustes para melhorar o ângulo de ataque e facilitar a transposição de obstáculos. Lanternas atualizadas e rodas inéditas completam a renovação visual. Além do Onix, também há o Tracker 100 Anos.


    Chevrolet Onix 100 Anos: hatch celebra centenário da GM no Brasil
    Chevrolet Onix 100 Anos: hatch celebra centenário da GM no Brasil • Thiago Ventura/CNN

    Onix 100 Anos: características da edição especial

    O Onix 100 Anos tem preço-base de R$ 104.490, mas pode ser negociado com descontos. A dianteira recebe faróis halógenos com máscara negra e o emblema da Chevrolet em tom escurecido. Nas laterais, o destaque vai para as rodas de liga leve de 16 polegadas, substituindo as calotas de aço de 15 polegadas presentes na versão básica.

    Na traseira, a edição ganha o emblema “100 Anos” posicionado no lado direito inferior da tampa, no lugar do tradicional indicativo de motorização 1.0. O logotipo da Chevrolet também segue o padrão escurecido.


    Chevrolet Onix 100 Anos: hatch celebra centenário da GM no Brasil
    Chevrolet Onix 100 Anos: hatch celebra centenário da GM no Brasil • Thiago Ventura/CNN

    Por dentro, o modelo traz bancos revestidos em material híbrido, que combina couro sintético nas áreas de maior desgaste e tecido em outras superfícies. O painel segue o padrão da versão de entrada, em plástico com texturas diferentes, enquanto o encosto de braço recebe acabamento que simula fibra de carbono.

    O hatch especial mantém a central multimídia MyLink com tela de 8 polegadas, compatível com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, além de Wi-Fi nativo e serviços conectados via OnStar. Embora seja menor que a tela de 11 polegadas disponível em versões superiores, oferece boa funcionalidade no uso cotidiano. Veja fotos na galeria acima.


    Chevrolet Onix 100 Anos: hatch celebra centenário da GM no Brasil
    Chevrolet Onix 100 Anos: hatch celebra centenário da GM no Brasil • Thiago Ventura/CNN

    Entre os equipamentos de série estão seis airbags, chave presencial com partida por botão, faróis automáticos com sensor crepuscular, ar-condicionado, controles eletrônicos de estabilidade e tração, além de assistente de partida em rampa. Vidros elétricos nas quatro portas e coluna de direção com ajuste em dois eixos completam o pacote.

    O Onix segue disponível em carroceria hatch ou sedã, atendendo diferentes perfis de consumidores. O hatch, com entre-eixos de 2.551 mm e porta-malas de 303 litros, privilegia agilidade e dirigibilidade. Já o sedã oferece 2.600 mm de distância entre eixos e até 500 litros de porta-malas, favorecendo o uso familiar.

    A gama inclui versões 1.0 MT, Turbo MT, Turbo AT, LT, LTZ, Premier e RS. Esta última, exclusiva para o hatch, combina visual esportivo e maior nível de equipamentos. A garantia agora é de até cinco anos, reforçando a confiança da marca no produto.


    Chevrolet Onix 100 Anos: hatch celebra centenário da GM no Brasil
    Chevrolet Onix 100 Anos: hatch celebra centenário da GM no Brasil • Thiago Ventura/CNN

    Confira a tabela de preços do Chevrolet Onix 2026

    • Onix 1.0 – R$ 99.990
    • Onix 1.0 MT – R$ 107.290
    • Onix 100 Anos 1.0 MT – R$ 104.490
    • Onix AT – R$ 112.290
    • Onix LT – R$ 118.290
    • Onix LTZ – R$ 123.490
    • Onix Premier – R$ 129.190
    • Onix RS – R$ 130.190

    Chevrolet Onix 100 Anos: hatch celebra centenário da GM no Brasil
    Chevrolet Onix 100 Anos: hatch celebra centenário da GM no Brasil • Thiago Ventura/CNN

    Chevrolet Onix, Tracker e S10 vão ganhar série especial 100 anos



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Novo Honda Accord híbrido chega ao Brasil com cérebro do Google

    Novo Honda Accord híbrido chega ao Brasil com cérebro do Google

    O novo Honda Accord acaba de chegar ao mercado nacional, trazendo um grande salto de tecnologia e sofisticação para a categoria de sedãs de luxo. O modelo, que é o mais prestigiado da marca, agora vem com o sistema Google totalmente integrado, transformando a experiência a bordo. Acompanhe o Garagem360 e saiba mais!

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    Fonte: Garagem 360

  • Jeep Avenger será produzido em Porto Real e terá grande vantagem

    A Stellantis confirmou oficialmente que o Jeep Avenger será fabricado no Polo Automotivo de Porto Real, no Rio de Janeiro, a partir de 2026. O anúncio reforça o papel estratégico da unidade fluminense, que passará a produzir um modelo global da marca Jeep, expandindo sua vocação como polo multimarcas da companhia no Brasil.

    A produção nacional do Avenger 2026 havia sido confirmada em maio, mas agora a empresa oficializou a unidade fluminense. O investimento faz parte de um ciclo de R$ 3 bilhões previstos para o período de 2025 a 2030, que inclui a modernização das linhas de montagem, a chegada de novos fornecedores e a ampliação da capacidade produtiva. Isso inclui ainda 300 novos empregos diretos.

    O Jeep Avenger foi lançado inicialmente na Europa, onde é oferecido em diferentes configurações de motorização — elétrica, a combustão e híbrida. No mercado brasileiro, a Stellantis deverá apostar exclusivamente com sistema híbrido. O conjunto deverá adotar a tecnologia Bio-Hybrid, que combina o motor 1.0 turbo flex com propulsor elétrico, alcançando potência de 130 cv.

    Com a confirmação da produção em Porto Real, o carro passa a contar com uma grande vantagem no estado. O Rio de Janeiro concede um bom desconto no IPVA para carros híbridos produzidos localmente. A alíquota cai de 4% para 1,5%. Para dar um exemplo, enquanto um carro de R$ 130 mil paga em torno de R$ 5.200 de imposto, um Avenger híbrido leve no mesmo preço pagará R$ 1.950. Essa vantagem poderá ajudar nas vendas do modelo.

    Segundo Hugo Domingues, vice-presidente da Jeep para a América do Sul, a chegada do Avenger fortalece a relação da marca com o país. “Nos últimos dez anos, a Jeep conquistou mais de 1,1 milhão de clientes no Brasil. Produzir o Avenger em Porto Real mostra a confiança da Stellantis no mercado brasileiro e a continuidade da expansão do nosso portfólio”, declarou.


    Emanuele Cappellano, presidente da Stellantis América do Sul (E) e Hugo Domingues, VP da Jeep na Região: Avenger será feito no RJ
    Emanuele Cappellano, presidente da Stellantis América do Sul (E) e Hugo Domingues, VP da Jeep na Região: Avenger será feito no RJ • Emanuele Cappellano, presidente da Stellantis América do Sul (E) e Hugo Domingues, VP da Jeep na Região: Avenger será feito no RJ

    Dimensões e proposta

    O Jeep Avenger 2026 é um B-SUV compacto, abaixo do já conhecido Renegade. Mede 4,08 metros de comprimento, 1,81 m de largura, 1,53 m de altura e 2,55 m de entre-eixos. O porta-malas tem 380 litros de capacidade, número competitivo para o segmento. O vão livre do solo de 20,1 cm e os ângulos de ataque e saída de 20° e 32°, respectivamente, permitem enfrentar terrenos irregulares, embora a proposta principal seja de uso urbano.

    Na cabine, o modelo contará com painel digital de 10,2 polegadas e central multimídia compatível com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, reforçando o padrão de conectividade exigido pelo público brasileiro.

    Além da fabricação local, a expectativa é de que o modelo seja exportado para outros países da região, replicando a estratégia adotada por outras marcas do grupo, como Peugeot e Citroën, que também utilizam Porto Real como base de produção.

    Motorizações internacionais

    Na Europa, o Avenger é vendido em diferentes versões. A opção elétrica entrega 156 cv de potência e autonomia superior a 400 km no ciclo WLTP. Há ainda a variante a combustão com motor 1.2 GSE turbo de 100 cv e a versão híbrida 4xe, que combina motor térmico e elétrico para gerar 134 cv.

    Jeep Compass: SUV médio é vendido com preço de compacto



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Novo Jeep Avenger é confirmado no Brasil para ser o Jeep mais barato

    Novo Jeep Avenger é confirmado no Brasil para ser o Jeep mais barato

    O Jeep Avenger, o tão aguardado SUV compacto da marca, está oficialmente confirmado para o Brasil. A Stellantis bateu o martelo sobre sua produção nacional, definindo o modelo como a nova porta de entrada da Jeep no país. Ele chega em 2026 com motor híbrido. Vem saber mais com o Garagem360!

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    Fonte: Garagem 360

  • Trabalhadores da Toyota aprovam layoff em Sorocaba

    Trabalhadores da Toyota aprovam layoff em Sorocaba

    Em assembleia virtual realizada no domingo, 28, os trabalhadores da Toyota da fábrica de Sorocaba, SP, aprovaram acordo de layoff negociado pelo Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba e Região.

    A unidade teve de paralisar suas atividades na semana passada após vendaval ocorrido na segunda-feira, 22, que devastou a fábrica de motores de Porto Feliz, também no interior paulista.

    Sem condições de produzir motores localmente, a Toyota teve de suspender toda a sua produção de veículos e adiou o lançamento do Yaris Cross inicialmente previsto para o final de outubro. Entre as alternativas em estudo, a empresa negocia importar motores de outras fábricas do grupo para tentar retomar operações no Brasil.

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    Segundo informe do Sindicato de Sorocaba, do total de votantes na assembleia virtual, 96,3% aprovaram a proposta apresentada, que garante a suspensão temporária dos contratos de trabalho com a preservação dos empregos e dos direitos.

    De um total de 4.492 trabalhadores aptos a votar, 3.709 participaram da votação. O acordo entra em vigor no dia 21 de outubro, já na sequência das férias emergenciais de 20 dias, que terão início no próximo dia 1º. O layoff poderá ter prorrogação mensal por até 150 dias.

    “O acordo foi construído com diálogo e responsabilidade, garantindo que nenhum trabalhador fique desamparado nesse momento delicado. Nosso objetivo sempre foi proteger empregos, salários e direitos, fortalecendo a categoria para enfrentar juntos os desafios impostos pela crise”, comentou Silvio Ferreira, secretário-geral da entidade.

    Para Leandro Soares, presidente do sindicato, o layoff não é apenas uma medida de proteção imediata, mas também um instrumento para garantir que a Toyota mantenha sua presença em Sorocaba: “Essa conquista só foi possível porque a categoria esteve mobilizada e confiante na atuação firme do sindicato”.

    O sistema de votação eletrônico utilizado foi desenvolvido pela própria entidade sindical, “com tecnologia que assegura o sigilo do voto, sem que empresa ou sindicato tenham acesso à escolha individual de cada trabalhador”, informaram os sindicalistas.


    Foto: Divulgação/Toyota



    Fonte: Auto Industria

  • Novo SUV da Stellantis muda de cor para ‘conversar’ com os pedestres

    Novo SUV da Stellantis muda de cor para ‘conversar’ com os pedestres

    Um novo SUV da Stellantis está testando uma tecnologia que pode revolucionar a segurança no trânsito para sempre. O modelo usa um sistema de iluminação inteligente para se comunicar diretamente com os pedestres, quase como se estivesse conversando com eles. As luzes mudam de cor para dar ordens e alertas. Quer entender melhor essa inovação? Acompanhe o Garagem360 e descubra!

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    Como funciona o SUV da Stellantis que se comunica com luzes?

    A princípio, o projeto está sendo testado em um protótipo do Opel Grandland, uma das marcas do grupo Stellantis.

    Novo SUV Stellantis

    Foto: Divulgação / Stellantis

    Desenvolvido em parceria com a Universidade Técnica de Darmstadt, na Alemanha, o carro usa câmeras e inteligência artificial para prever a intenção dos pedestres. Ele consegue identificar se alguém está prestes a atravessar a rua e calcula os riscos em tempo real.

    Caso o sistema detecte um perigo, o veículo inicia a frenagem automaticamente e aciona uma comunicação visual única. A tecnologia é um passo importante para o futuro dos carros autônomos, que, por serem mais silenciosos, precisam de novas formas para alertar as pessoas ao redor.

    O que significa cada cor no novo sistema de iluminação?

    Para evitar confusão com as luzes de trânsito tradicionais (vermelho, amarelo e verde), os engenheiros escolheram cores inéditas para essa comunicação. A ideia é que qualquer pessoa consiga entender os sinais de forma intuitiva, sem precisar de treinamento.

    Novo SUV Stellantis

    Foto: Divulgação / Stellantis

    Dá só uma olhada em como o código de cores funciona:

    • Roxo: alerta de perigo! Essa cor acende nos faróis quando o carro detecta um risco iminente e precisa frear.
    • Verde: caminho livre! Após o risco ser eliminado, as luzes ficam verdes, indicando que o pedestre pode atravessar com segurança.
    • Azul: modo autônomo ativado. Uma leve luz azul nos faróis e lanternas informa a todos que o veículo está operando sozinho.

    Tecnologia pode chegar a carros da Fiat e Jeep

    Embora o teste seja com um Opel, o sucesso do projeto pode levar essa tecnologia a todas as marcas do grupo. Isso significa que, no futuro, carros da Fiat, Jeep, Peugeot e Citroën vendidos no Brasil poderão vir equipados com esse sistema de segurança.

    A tecnologia está sendo desenvolvida para carros com autonomia de Nível 3. Nesse estágio, o motorista pode tirar as mãos do volante e os olhos da estrada sob certas condições. Na Alemanha, por exemplo, a lei atual permite o uso desse sistema apenas em velocidades de até 60 km/h.

    Comente abaixo, você acredita que ela pode mesmo diminuir os acidentes?



    Fonte: Garagem 360

  • Atenção! O futuro do motorista de aplicativo pode mudar em breve

    Atenção! O futuro do motorista de aplicativo pode mudar em breve

    O dia a dia do motorista de aplicativo em todo o Brasil pode estar perto de uma grande mudança. Uma nova proposta de regulamentação voltou a ganhar força e promete mexer com a rotina de milhares de trabalhadores. As discussões estão avançando e novos direitos estão na mesa. Acompanhe o Garagem360 e entenda o que está em debate!

    {“@context”:”https://schema.org”,”@type”:”VideoObject”,”name”:”NOVA REGRA pode fazer UBER TE BLOQUEAR: Veja o que te FAZ PERDER NOTA e como se PROTEGER”,”description”:”Evite surpresas e saiba o que pode prejudicar sua avaliação na Uber. Agora, os motoristas têm o poder de dar nota baixa aos passageiros, o que pode resultar em um bloqueio para futuras corridas. Neste vídeo, vamos explicar quais comportamentos você deve evitar para manter uma boa avaliação e garantir que suas corridas sejam sempre aceitas. Assista agora e descubra os erros mais comuns que podem te deixar com uma má avaliação! Leia a matéria completa no site: https://fdr.com.br/2025/03/03/nota-baixa-na-uber-descubra-o-que-pode-te-deixar-com-uma-ma-avaliacao/RESUMO DO VÍDEO: 00:00 – Nova Regra da Uber: Motorista pode te dar nota baixa01:05 – Atitudes que te fazem perder nota como passageiro01:48 – Passageiro pode ser bloqueado por comportamento ruim03:02 – Entenda o sistema de avaliação por estrelas da Uber04:00 – Nota baixa no Uber: o que fazer para se proteger04:30 – Erros comuns que derrubam sua nota no aplicativo05:17 – Caso real: motorista reagiu mal a parada planejada06:17 – O que pode te render avaliação negativa no Uber07:15 – Esquecer o cinto ou comer no carro pode te prejudicar08:34 – Nota baixa dificulta corridas e pode causar bloqueio09:11 – Segurança ou abuso? Debate sobre nova política da UberEdição e Capa: Douglas Costa#BloqueioUber #NovaRegraUber #NotaBaixaUber”,”thumbnailUrl”:”https://s1.dmcdn.net/v/YS35m1eEiUhMRq74v/x120″,”uploadDate”:”2025-05-22T17:30:51-03:00″,”duration”:”PT471S”,”embedUrl”:”https://geo.dailymotion.com/player.html?video=x9jzsds”}



    Fonte: Garagem 360

  • Não recarregar carros híbridos plug-in pode ser um grande erro; entenda

    Não recarregar carros híbridos plug-in pode ser um grande erro; entenda

    Recarregar carros híbridos plug-in é uma tarefa que muitos proprietários estão deixando de lado, e esse hábito pode transformar a economia prometida em um grande prejuízo. Esse descuido, aparentemente inofensivo, gera um peso extra no veículo que impacta diretamente o seu bolso. Acompanhe o Garagem360 e saiba por quê!

    {“@context”:”https://schema.org”,”@type”:”VideoObject”,”name”:”Carregar CARRO ELÉTRICO EM CASA vale a pena? Veja o custo real e o consumo dos modelos BYD”,”description”:”Você sabia que o custo de carregar um carro elétrico na tomada de casa pode variar de R$ 25,00 a R$ 50,00 por carga? Neste vídeo, vamos explorar os preços de recarga de dois dos carros elétricos mais populares no Brasil: o BYD Dolphin e o BYD Dolphin Mini. Descubra o impacto da tarifa de eletricidade, como a autonomia de carros elétricos e a eficiência das baterias influenciam o custo da recarga e como isso se compara ao custo de abastecer um carro a combustão. Também vamos ver uma comparação entre carros elétricos e combustão, com exemplos práticos do custo de operação de veículos elétricos em cidades como São Paulo e Brasília.→ Leia a matéria completa no site do Garagem 360: https://garagem360.com.br/quanto-custa-carregar-um-carro-eletrico-na-tomada-de-casa-modelos-fazem-de-r-2500-a-r-50-por-carga/RESUMO DO VÍDEO:00:00 → Carro elétrico: Como funciona o carregamento?00:21 → Vale a pena carregar um BYD Dolphin em casa?01:07 → Comparação: BYD Dolphin em São Paulo e Brasília01:20 → Custo para carregar um Dolphin em São Paulo 01:56 → Autonomia do Dolphin: 291 km segundo o Inmetro02:04 → Especificações do motor do BYD Dolphin02:12 → Custo para carregar o BYD Dolphin Mini em Brasília03:10 → Comparando custos: Carro elétrico vs. carro a combustão03:25 → Análise de custo: Carro elétrico vs. a combustão03:49 → Custo para percorrer 290 km com carro a combustão04:13 → Vantagens econômicas do carro elétrico a longo prazoEdição: Douglas Costa#CarroElétrico #CustoDeRecarga #BYDDolphin”,”thumbnailUrl”:”https://s2.dmcdn.net/v/Xmidu1eRT2XMz8PEp/x120″,”uploadDate”:”2025-01-29T18:00:41-03:00″,”duration”:”PT371S”,”embedUrl”:”https://geo.dailymotion.com/player.html?video=x9d87p4″}



    Fonte: Garagem 360

  • Conheça sinais de que chegou a hora de trocar os pneus

    Na hora de dirigir, a segurança depende de diversos fatores, mas poucos são tão importantes quanto o estado de conservação dos pneus. 

    A borracha é responsável pelo contato direto do veículo com o asfalto. Além disso, os pneus garantem estabilidade, frenagem adequada e dirigibilidade em diferentes condições de estrada. Outro ponto é que pneus em bom estado também ajudam a economizar combustível.

    Alguns motoristas, contudo, acabam negligenciando a troca de pneus e outros ainda têm dúvidas sobre o momento adequado para realizar a troca. 

    Confira quatro dicas para entender qual é o momento de trocar o pneu

    Desgaste do TWI 

    Todos os pneus possuem um marcador de desgaste, chamado TWI, localizado entre os sulcos da banda de rodagem. Quando a borracha atinge o mesmo nível desse indicador, é sinal de que a profundidade mínima (1,6 mm) foi alcançada e que o pneu já não garante aderência suficiente, especialmente em pistas molhadas.


    Marcação TWI no pneu
    Marcação TWI no pneu • Freepik/Divulgação

    Pneus carecas

    Mesmo antes de chegar ao limite do TWI, se os sulcos estiverem rasos e o pneu aparentar estar “careca”, é hora de pensar na substituição. Além de comprometer a tração, a aquaplanagem se torna mais provável em dias de chuva.


    Pneu careca pode comprometer segurança veicular
    Pneu careca pode comprometer segurança veicular • Freepik/Divulgação

    Idade do pneu

    Em geral, após cinco anos, a borracha começa a perder elasticidade, o que compromete a aderência. Pneus com mais de dez anos devem ser substituídos, mesmo que o desgaste não seja aparente.

    Trincas, bolhas e deformações

    Danos na borracha são sinais de risco. Trincas laterais, bolhas e deformações podem resultar em estouro repentino do pneu, principalmente em velocidades mais altas. Nesse caso, a troca deve ser realizada quanto antes.


    Pneu deve ser trocado sempre que estiver com defeito
    Pneu deve ser trocado sempre que estiver com defeito • Freepik/Divulgação

    O que acontece ao mudar o perfil dos pneus do carro? É permitido?



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Motor Wankel: como funciona e por que desapareceu

    Na história da indústria automobilística, uma invenção que causou fascínio e polêmica foi a do motor rotativo Wankel. Criado pelo engenheiro alemão Felix Wankel na década de 1950, esse tipo de propulsor parecia destinado a revolucionar os carros. O funcionamento simples e compacto contrastava com os motores convencionais a pistão, abrindo espaço para promessas de maior potência, suavidade e leveza.

    Ao longo das décadas, o Wankel ganhou espaço em montadoras renomadas, principalmente Mazda, que se tornou a maior defensora. Modelos icônicos como o Mazda RX-7 e RX-8 ajudaram a criar uma legião de fãs ao redor do mundo. Mas o que parecia ser o futuro dos automóveis se tornou uma solução de nicho, marcada por problemas técnicos e ambientais que limitaram a permanência dele no mercado.

    Hoje, o motor Wankel é lembrado tanto pelo desempenho diferenciado quanto pelas dificuldades que o afastaram das ruas. Afinal, como funciona essa tecnologia, e por que ela praticamente desapareceu?

    O que é o motor Wankel e como ele funciona?

    O motor Wankel é um motor de combustão interna rotativo, que substitui os pistões tradicionais por um rotor triangular. Esse rotor gira dentro de uma câmara com formato ovalado, que realiza os quatro tempos do ciclo de combustão, admissão, compressão, explosão e escape, em um único movimento contínuo.

    Enquanto nos motores convencionais pistões sobem e descem para movimentar o virabrequim, no Wankel o rotor gira, transferindo energia diretamente ao eixo de saída. Isso elimina muitas peças móveis, simplificando a mecânica e tornando o motor mais compacto.

    Na prática, um motor rotativo pode gerar potência semelhante à de um motor a pistão bem maior, que ocupa menos espaço e pesa menos. Essa combinação de leveza e potência foi um dos motivos que encantaram engenheiros e apaixonados por esportivos.

    Vantagens que conquistaram engenheiros e entusiastas

    O Wankel apresentava vantagens inegáveis:

    • Compacidade e leveza: ocupava até um terço do espaço de um motor a pistão equivalente, permitindo projetos de carros mais leves e ágeis;
    • Alta rotação: podia alcançar regimes mais elevados sem comprometer a suavidade;
    • Menor vibração: graças à ausência de pistões indo para cima e para baixo, o funcionamento era mais contínuo e linear;
    • Design inovador: era visto como um símbolo de ousadia tecnológica, o que ajudava a diferenciar os modelos que o utilizavam.

    Essas características fizeram do motor Wankel uma escolha popular em esportivos. Ele representava liberdade criativa em um setor dominado pelo motor a pistão.

    As limitações que condenaram o Wankel

    Mas, com o tempo, as desvantagens começaram a pesar mais do que os benefícios. Entre os principais problemas estavam:

    • Consumo elevado de combustível: o desenho da câmara de combustão favorecia perdas de eficiência, resultando em gasto maior que os motores convencionais;
    • Emissões poluentes: dificuldade de queimar o combustível de forma completa, gerando mais gases tóxicos;
    • Durabilidade limitada: as famosas vedações de ponta, chamadas apex seals, sofriam desgaste prematuro, causando perda de compressão e problemas mecânicos recorrentes;
    • Baixo torque em baixas rotações: embora girasse alto, o Wankel não entregava a mesma força imediata de um motor a pistão;
    • Custos de manutenção: menos oficinas sabiam lidar com a tecnologia, o que aumentava a complexidade e o valor do reparo.

    Por que ele desapareceu do mercado?

    O declínio do Wankel se deu por pressão prática. Na crise do petróleo dos anos 1970, o consumo excessivo tornou-se insustentável. Décadas depois, as normas ambientais passaram a exigir motores mais limpos, e o rotativo não conseguia atender aos limites de emissões sem adaptações caras e complexas.

    A Mazda continua estudando formas de utilizá-lo como gerador auxiliar em veículos elétricos, aproveitando sua compacidade e suavidade para carregar baterias. Outras iniciativas independentes também buscam adaptar o conceito a novas demandas, como drones e pequenas aeronaves.

    No entanto, dificilmente o motor rotativo voltará a ser protagonista em carros de rua. Seu papel futuro deve ser mais coadjuvante: não como motor principal de esportivos, mas como solução específica em projetos que valorizem seu tamanho reduzido e funcionamento contínuo.

    Honda apresenta motor que pode revolucionar futuros modelos de motos

     



    Fonte: CNN Brasil Auto