Autor: automoveis

  • Alta nas importações este ano frustra projeção do Sindipeças

    Alta nas importações este ano frustra projeção do Sindipeças

    Oaumento generalizado das importações, em especial as provenientes da China e do Japão, deixa claro que a meta do Sindipeças de reduzir as compras no exterior este ano dificilmente será atingida.

    Ante projeção de queda de 6,8% divulgada em julho, até agosto verifica-se alta de 15,2%, com as importações saltando de US$ 13,7 bilhões para US$ 15,8 bilhões no comparativo dos primeiros oito meses de 2024 e 2025.

    Dos 20 países listados pela entidade como os que mais vendem para o Brasil, todos registram expansão até agosto. A China, na liderança, mandou para cá US$ 2,9 bilhões em autopeças, 19,6% a mais do que em idêntico período do ano passado (US$ 2,43 bilhões).

    Sua participação está em 18,4%, bem acima da registrada pelos Estados Unidos, o segundo colocado, que embarcaram para o mercado brasileiro US$ 1,42 bilhão, expansão de 12,8% sobre o ano passado e participação de 10,6%.

    Na sequência vêm Japão, com fatia de 9% e aumento de 26,1% nas vendas para o Brasil este ano (US$ 1,42 bilhão versus Us$ 1,13 bilhão), Alemanha (US$ 1,4 bilhão versus US$ 1,27 bilhão) e México (US$ 1,17 bilhão versus US$ 991 milhões).

    No caso da China, é fácil explicar a alta em 2025, visto que novas marcas do país asiático estão desembarcando por aqui, com necessidade de fazer estoque de peças, além das que vão produzir localmente, caso da GWM, que já está operando em Iracemápolis, SP, e da BYD, que até agora não inaugurou fábrica oficialmente.

    A GWM está trazendo peça por peça para anastecer suas linhas no Brasil, com programa de nacionalização gradativa, e a BYD informa operação via SKD, ou seja, apenas montagem no primeiro ano.

    Em seu relatório da balança comercial, o Sindipeças destaca a liderança da China no ranking dos maiores importadores, “como aumento de 5,8% nas compras em agosto frente ao mesmo mês de 2024 e expressiva elevação de 19,6% dois oito meses”.

    Com exportações de US$ 5,4 bilhões e importações de US$ 15,8 bilhões, o déficit comercial no ano cegou a US$ 10,4 bilhões, alta de 19,3% frente ao mesmo período de 2024.

    Importações de autopeças de janeiro a agosto 

    País                    US$ 2025                   US$ 2024        Var(%)      Part. (%)       
    1 CHINA             2,9 bilhões                 2,43 bilhões          19,6            18,4
    2 EUA                  1,67  bilhão                1,48 bilhão            12,8            10,6
    3 JAPÃO             1,42 bilhão                 1,13 bilhão             26,1              9,0
    4 ALEMANHA   1,40 bilhão                1.,27 bilhão            10,6            8,9
    5 MÉXICO           1,17 bilhão                 991 milhões          18,1             7,4


    Foto: Divulgação/GAC



    Fonte: Auto Industria

  • Semana Nacional do Trânsito valoriza ênfase à segurança

    Semana Nacional do Trânsito valoriza ênfase à segurança

    Embora comemorado ao longo da semana entre 18 e 25 de setembro, o Dia Nacional do Trânsito é fixado em 25 de setembro. Esta data refere-se ao dia de promulgação do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) em 1997. Sempre relembrada pela Secretaria Nacional de Trânsito, por meio de uma campanha de conscientização, este ano inclui quatro peças gráficas, um filme de 30 s e tudo de livre reprodução.

    O texto é direto e claro. “Impacto no trânsito também é física: uma colisão a 60 km/h equivale a cair de cerca de 15 metros de altura — o mesmo que despencar de um prédio de 5 andares. A energia liberada nesse choque é enorme e pode ser fatal. Respeite os limites de velocidade. Desacelere. Seu bem maior é a vida.”

    freio

    Dentro deste tema encontrei duas novas soluções de segurança veicular em destaque no exterior. Uma delas na Coreia do Sul, desenvolvida pela Samsung, chamada R-AEB (Frenagem Autônoma de Emergência em Marcha-a-ré, por tradução livre). Ao analisar acidentes reais, com um total de 174.332 veículos, constatou-se que houve 44,7% menos colisões com pedestres em marcha à ré do que em veículos não equipados com o sistema.

    Outro recurso estudado pela Universidade de Graz, na Áustria, revelou por meio de reconstituição de acidentes em cruzamentos de estradas que uma luz de freio adicional em cor verde na frente do veículo teria evitado até 17% das colisões. Esta pode ser facilmente integrada ao desenho dos veículos e serve de alerta para indicar que o motorista de um carro que se aproxima de um cruzamento resolveu frear. Analisaram-se 200 acidentes reais e em até 25% dos casos a luz extra também teria reduzido a velocidade do impacto e, assim, mitigado ferimentos.

    Anfavea sugere imposto seletivo com teto de 5%

    Com o fim do IPI se aproximando em razão do início da reforma tributária em janeiro de 2027, sobram dúvidas de como automóveis serão taxados por meio do novo imposto seletivo. Só há uma certeza: a carga de impostos federal, estadual e municipal incidente sobre veículos continuará a mais alta do mundo entre países com indústria automobilística relevante.

    Desta sina o Brasil não escapa, entre outros motivos (políticos em especial e econômicos) pela facilidade de arrecadação. Afinal, trata-se de bens de alto valor agregado e praticamente sem chance de truques para escapar mesmo com o chamado candidamente de “planejamento tributário”. É tudo o que os governos adoram: arrecadar cada vez mais para gastar mais.

    Anfavea relatou receio em relação a um possível aumento do ônus tributário, que segundo o presidente da entidade, Igor Calvet, “não era a proposta inicial do governo”. Se além dos aumentos de custos naturais em razão de novas exigências de normas de segurança e ambientais com cronogramas já estabelecidos, houver uma tentação de aproveitar a reforma para aumentar impostos, a indústria vai perder certamente o ritmo de recuperação ainda bastante modesto previsto até o fim desta década. A sugestão da Anfavea é o imposto seletivo ter alíquota de até 5%.

    Outro fator de demora para decidir por parte do Governo Federal é a regulamentação do programa Mover que dará estímulos via IPI Verde e servirá de base ao futuro imposto seletivo quando o IPI deixar de existir. Em recente entrevista, o secretário do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviço, Ualace Lima, admitiu que ainda faltam seis portarias a serem liberadas até dezembro, como se fosse algo completamente natural. No entanto, isso não justifica os atrasos e sim esconder-se atrás da burocracia estatal retrógrada.

    Manifesto SAE Brasil e transição energética no País

    Com uma atuação sólida na área de engenharia automobilística desde 1991, afiliada à SAE International que nasceu como uma associação de engenheiros automobilísticos nos EUA, em 1916, a SAE Brasil aprofundou seus estudos técnicos e procurou sempre os discutir e os divulgar por mais de uma dezena de eventos anuais. Agora publicou um manifesto em que chama atenção para os marcos regulatórios da União Europeia (UE) sobre controle de gases de efeitos estufa (CO¬¬2) de veículos novos.

    Em 10 anos, apenas poderão ser vendidos automóveis, comerciais leves e até veículos pesados com zero emissão de gás carbônico na UE. Esta decisão, embora sujeita a possíveis revisões pelo forte posicionamento contrário de vários fabricantes europeus, repercute de forma direta na indústria de outros países. E neste ponto a SAE Brasil apoia o panorama brasileiro e defende uma transição energética justa, tecnicamente fundamentada e adaptada a cada região.

    Pela ótica do nosso País, a entidade aponta que a transição energética precisa ser tão global quanto possível, mas tão regional quanto necessária para se viabilizar os temas ambiental, econômico e social (ESG, em inglês). E chama atenção que o conceito do poço (origem do combustível ou fonte energética) à roda (que movimenta o veículo) precisa ser levado a sério, algo subestimado pelos europeus.

    Esta coluna igualmente defende soluções que o Brasil domina: flexfuel, etanol, biodiesel e híbridos regionais. Há necessidade de uma transição organizada, em vez de um açodamento que traz problemas de infraestrutura, investimentos elevados, demora na recarga e exige muito tempo entre outros. Sem contar o conceito berço ao túmulo ainda pouco considerado. Todavia, cedo ou tarde, terá de ser enfrentado.

    Vale ressaltar que a AEA (Associação Brasileira de Engenharia Automotiva) foi a primeira entidade a defender os princípios acima citados.

    Song Plus 2026: qualidade do interior é ponto alto

    Apesar da estratégia de atualização de certa maneira estranha — só agora a frente ficou igual ao Song Plus Premium — esta versão agrada principalmente pelo novo conjunto óptico dianteiro em LED e mudanças internas. Interior destaca-se pela qualidade dos materiais e há bom espaço também no banco traseiro (assoalho plano).

    Suas dimensões: comprimento, 4.775 mm; entre-eixos, 2.765 mm; largura, 1.890 mm; altura, 1.670 mm; massa, 1.798 kg; porta-malas, 552 L (até o teto e sem estepe). Ângulo de entrada de 19 graus, de saída, 21 graus e altura mínima do solo de 180 mm, como outros SUVs dessa categoria, impossibilita aventuras fora de estrada exigentes.

    No interior destacam-se o quadro de instrumentos de 12,3 pol. que replica os dados de navegação e a grande tela multimídia giratória de 15,6 pol. cuja utilidade é praticamente nenhuma: não permite seguir uma rota no Waze ou Google Maps na posição vertical. Interessantes são os dois carregadores por indução no console, além de quatro entradas USB. Para facilitar as manobras há câmeras 360°, porém sem o alerta de ponto cego ainda bastante útil.

    Como híbrido plugável o Song Plus precisou diminuir a potência do motor de 1,5 L para se enquadrar na regulamentação brasileira (PBEV), mas compensou com pequeno aumento de potência no motor elétrico. Agora entrega 98 cv/13,8 kgf·m (só gasolina) e o elétrico 197 cv/30,6 kgf·m. Potência combinada, 236 cv e torque combinado, 40,1 kgf·m (dado de fábrica). Câmbio é automático CVT e a tração apenas nas rodas dianteiras.

    Com massa em ordem de marcha relativamente elevada, aceleração de 0 a 100 km/h informada é em 7,9 s, porém só cravei 8,3 s. Consumo urbano muito bom de 18,8 km/l e o rodoviário, 15,4 km/l. Alcance urbano, 1.071 km; rodoviário, 877 km.

    O melhor desempenho é conseguido graças ao motor elétrico, mas a bateria de apenas 18,3 kW·h rapidamente consome sua carga e exige gastar gasolina. Contudo, o sistema nunca deixa descarregar totalmente a bateria. As suspensões deveriam ser mais firmes para as condições usuais de ruas e estradas brasileiras.

    Preço: R$ 249.990.


     



    Fonte: Auto Industria

  • Momento marcante para a Omoda & Jaecoo no Brasil

    Momento marcante para a Omoda & Jaecoo no Brasil

    Foto do Omoda E5
    Omoda E5

    Os meses de agosto e setembro representam um momento marcante para a Omoda & Jaecoo no Brasil em 2025!

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  • BMW R 1300 RT será produzida em Manaus

    BMW R 1300 RT será produzida em Manaus

    A BWM iniciará nas próximas semanas a produção da motocicleta R 1300 RT em sua fábrica de Manaus, AM. Sua apresentação ao público brasileiro será no BMW Motorrad Fest em Campos do Jordão, que acontece no próximo final de semana, 27 e 28, no interior paulista.

    Referência em sofisticação e desempenho para viagens de longa distância, a R 1300 RT é equipada com motor boxer de 1.300 cm3 de cilindrada, entregando 145 cv a 7.750 rpm e 149 Nm de torque aos 6.500 rpm.

    A transmissão por eixo cardã e a embreagem hidráulica completam o conjunto que prioriza o uso em estrada. Disponível nas cores Triple Black e Blueridge Option 719, o modelo  está em pré-venda até 31 de outubro e os clientes que adquirirem a motocicleta nesse período levam um capacete exclusivo BMW.

    Segundo a BMW, o novo modelo chega com avanços significativos em conforto, conectividade e desempenho, “reafirmando seu lugar como ícone da categoria Touring”.

    Além de incorporar o novo sistema Dynamic Chassis Adaption (DCA), que ajusta automaticamente a suspensão dianteira e traseira conforme o terreno, a carga e o estilo de pilotagem, o modelo tem painel de 10,25 polegadas, que oferece navegação integrada e conectividade total com smartphone.

    A R 1300 RT será o 12º modelo a ser produzido na planta de Manaus, que já abriga as linhas da G 310 R, G 310 GS, C 400 X, F 800 GS, F 900 R, W F 900 GS, F 900 GS Adventure, S 1000 RR, R 1300 GS, R 1300 GS Adventure e R 12.


    Foto: Divulgação/BMW



    Fonte: Auto Industria

  • Robô da Tesla ‘nocauteia’ funcionário que agora pede indenização de R$ 270 milhões

    Robô da Tesla ‘nocauteia’ funcionário que agora pede indenização de R$ 270 milhões

    Seria essa a revolta das máquinas? A Tesla, montadora de carros elétricos de Elon Musk, está no centro de uma polêmica impressionante.

    {“@context”:”https://schema.org”,”@type”:”VideoObject”,”name”:”BYD SONG PLUS CHEGOU AO BRASIL! VEJA OS DETALHES DESSE CARRO HÍBRIDO CHEIO DE TECNOLOGIA”,”description”:”➜ BYD Song Plus DM-i entrega muito e pode supreender no preçohttps://garagem360.com.br/testamos-byd-song-plus-dm-i-pode-ser-a-escolha-certa-para-iniciar-no-mundo-dos-eletrificados/O SUV híbrido da BYD traz a bateria Blade, de longa duração, cujo conceito remete à tecnologia de autonomia estendida, contribuindo para a mobilidade sustentável. De acordo com o Inmetro, o SUV é capaz de rodar 38,4 km/l e na cidade e 28,1 km/ e na estrada.🤙🏼 CURTIU? DEIXE SEU LIKE PARA SABERMOS.🔴 INSCREVA-SE AGORA MESMO NO CANAL, PARA MAIS INFORMAÇÕES.00:00 Carro híbrido BYD Song Plus00:27 Carro híbrido da BYD no Brasil00:48 Preço do BYD Song Plus01:10 Design do BYD Song Plus 202402:25 Porta-malas BYD Song Plus03:25 Capacidade volumétrica do BYD Song Plus04:05 Espaço interno do carro Song Plus da BYD05:05 Conforto e Tecnologias do BYD Song Plus05:20 Acabamento e segurança do novo BYD Song Plus05:41 Central multimídia do BYD Song Plus 202405:50 Tablet no carro BYD Song Plus06:15 Volante do BYD Song Plus06:30 Câmera 360 do BYD Song Plus06:50 Ar-condicionado do BYD Song Plus08:00 Painel de controles do BYD Song Plus10:10 Teto solar panorâmico do BYD Song Plus10:30 Motor do BYD Song Plus 202411:05 Potência do motor BYD Song Plus 13:10 Consumo de combustível do BYD Song Plus#byd #byd2024 #bydsongplus #bydsong #bydbrasil #bydesign #carroelétrico #carros2024″,”thumbnailUrl”:”https://s1.dmcdn.net/v/YI00w1eCnxSb42cJE/x120″,”uploadDate”:”2025-04-24T07:29:33-03:00″,”duration”:”PT858S”,”embedUrl”:”https://geo.dailymotion.com/player.html?video=x9ifby2″}

    Um funcionário está processando a empresa em US$ 51 milhões (cerca de R$ 270 milhões) após ter sido gravemente ferido por um robô na linha de produção. O caso, que parece saído de um filme de ficção científica, aconteceu em 2023, mas só veio a público agora.

    Vem saber mais sobre essa revolta dos robôs aqui no Garagem360!

    Entenda o processo milionário contra a Tesla

    A princípio, o incidente ocorreu na fábrica da Tesla em Fremont, na Califórnia, no dia 22 de julho de 2023. Segundo uma reportagem do jornal britânico The Independent, o funcionário Peter Hinterdobler, de 50 anos, foi “nocauteado” enquanto ajudava a desmontar um robô da linha de montagem do Model 3.

    Tesla

    Foto: Divulgação / Tesla

    De acordo com o processo, o braço do robô atingiu o trabalhador com uma força de 8 mil libras, o jogando no chão e fazendo com que ele perdesse a consciência.

    A defesa alega que a montadora falhou gravemente na segurança, acusando a empresa de não garantir que a máquina estivesse desligada e travada antes do serviço começar.



    Fonte: Garagem 360

  • Com Porto Feliz destruída, Toyota tem cenário preocupante nos próximos meses

    Com Porto Feliz destruída, Toyota tem cenário preocupante nos próximos meses

    Os prejuízos causados pelo vendaval na fábrica de Porto Feliz, SP, na segunda-feira, 22, podem ser bem maiores para a Toyota do que os enormes estragos das edificações e maquinários e que praticamente aniquilaram o complexo localizado a pouco mais de 100 km da capital paulista.

    A montadora ainda não divulgou qualquer balanço sobre as perdas estruturais e, naturalmente, não se manifestou sobre quando poderá retomar a produção em sua única planta de motores no País, responsável pelo fornecimento para os veículos montados na fábrica do vizinho município de Sorocaba.

    Mas a julgar pelas muitas imagens colhidas no momento da tempestade e as coletadas nas horas seguintes, inclusive por drones,  muito pouco restou intacto do complexo inaugurado em 2016 para produzir, inicialmente, 108 mil motores por ano e que consumiu investimento inicial de R$ 580 milhões. Difícil, assim, acreditar em recuperação da estrutura ainda este ano e a volta ao trabalho de seus perto de 700 colaboradores.

    Sem os motores de Porto Feliz, os cerca de 3,5 mil trabalhadores da planta de Sorocaba, inaugurada quatro anos antes, também devem paralisar suas atividades rapidamente, já que é de lá que saem os motores que equipam Corolla e Corolla Cross, o futuro Yaris Cross, cujo lançamento previsto para outubro já está adiado, além de unidades para o compacto Etios montado somente para exportação.

    A interrupção temporária da produção de veículos da Toyota no Brasil, portanto, é iminente. A catástrofe de Porto Feliz, assim, agravará as dificuldades que a montadora vinha enfrentando nos últimos meses para manter participação e vendas.

    Contra o crescimento médio de 3,2% dos licenciamentos de automóveis e comerciais leves no mercado interno em 2025, a Toyota vendeu quase 7% a menos. Foram 130,5 mil emplacamentos de janeiro a agosto de 2024 ante 121,9 mil este ano.

    O índice de recuo só não foi ainda maior graças ao Corolla Cross, modelo líder de vendas da marca. O utilitário esportivo, de fato, vinha sendo o único produto de volume da Toyota com aumento expressivo de licenciamentos —  o importado RAV4 cresceu proporcionalmente mais, mas sobre base muito menor, tanto que tem só 2,1 mil unidades em oito meses.

    Enquanto isso, o SUV médio alcançou 44,7 mil unidades negociadas, salto de 44%. De 10º posto no ranking dos utilitários esportivos, ocupa atualmente a 3ª colocação, muito próximo do vice-líder Hyundai Creta, que teve apenas 1 mil unidades entregues a mais em oito meses.

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    → Vendaval em Porto Feliz atrasa lançamento do Yaris Cross

    Em agosto, o Corolla Cross vendeu exatas 7.737 unidades, recorde mensal que o colocou pela primeira vez na ponta do segmento, à frente do Volkswagen T-Cross, ainda líder no acumulado do ano.

    Dos outros três veículos ofertados aqui, a picape Hilux e sua variação SUV SW4, ambos produzidos na Argentina, seguem com ligeiros crescimentos na comparação com o ano passado, e o Corolla, esse sim, vinha perdendo  desempenho comercial de modo acentuado.

    Líder histórico de vendas da Toyota no País por mais de duas décadas até 2020, quando foi ultrapassado pela Hilux, o sedã colhe números decrescente especialmente nos últimos dois anos.

    Se em 2023 vendeu 42,9 mil unidades, encerrou o ano passado com 37,7 mil licenciamentos e, com 24,5 mil nos oito últimoses meses, já sinalizava que nem esse resultado conseguiria repetir em 2025.

    Com o novo cenário deflagrado pelo vendaval de segunda-feira, tudo ficará ainda mais difícil, não só para o Corolla, mas para toda a Toyota em 2025, quicá em 2026.


    Foto: Reprodução



    Fonte: Auto Industria

  • Imposto Seletivo: Anfavea defende teto de 5% para carros.

    Imposto Seletivo: Anfavea defende teto de 5% para carros.

    De olho na votação de uma nova etapa da regulamentação da reforma tributária nesta quarta-feira, 24, pelo Senado Federal, a Anfavea divulgou comunicado defendendo a definição de um teto de 5% para o Imposto Seletivo que será cobrado sobre automóveis e demais veículos leves.

    O objetivo é evitar a elevação da carga tributária sobre o setor, garantindo maior previsibilidade para as montadoras que investem pesado no Brasil.

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    Câmara aprova Imposto Seletivo sobre automóveis

    Alckmin recebe convite para o Salão do Automóvel

    O pleito da Anfavea leva em conta que o texto a ser apreciado pelos senadores já contempla a fixação de um limite máximo para outros segmentos da economia, como o de bens minerais e, em estudo, o de bebidas açucaradas,.

    “Não estamos pedindo tratamento especial, mas que seja estendido ao setor a mesma lógica já aplicada a outros também sujeitos ao Imposto Seletivo. O governo prometeu um imposto regulatório e corremos o risco de ter uma nova base de tributação em patamares elevadíssimos, o que pode encarecer os automóveis, penalizando os consumidores”, afirmou Igor Calvet, presidente da entidade.

    Dentro do teto de 5% proposto pela Anfavea, avalia o executivo, o estímulo a tecnologias menos poluentes seguirá intacto, com faixas de alíquotas menores dentro desse limite, de acordo com o nível de emissão de cada veículo.

    Conforme já colocado antes pela associação das montadoras,  o setor não considera o automóvel um bem prejudicial, como outros enquadrados no referido imposto, caso dos cigarros e bebidas alcoólicas.

    A Anfavea lembra que, na ausência de uma trava, no caso o teto de 5%, o imposto extra começará em 10% e poderá chegar a 35%, “o que inibirá a compra de veículos novos, mais seguros e menos poluentes”.

    O resultado, portanto, pode ser o oposto da ideia original do tributo, pois estimulará o mercado de carros usados, atrasando a necessária renovação da frota, explica Calvet:

    “O Senado tem a chance de corrigir essa distorção ao definir um teto de 5% para o Imposto Seletivo dos automóveis. O teto mantém a atual arrecadação do governo e dará segurança para que os fabricantes mantenham os R$ 190 bilhões de investimentos prometidos para os próximos anos”.


     



    Fonte: Auto Industria

  • Por R$ 516 mil, BMW abre pré-venda do X3 30 xDrive M Sport

    Por R$ 516 mil, BMW abre pré-venda do X3 30 xDrive M Sport

    A BMW anuncia a abertura da pré-venda do novo X3 30 xDrive M Sport, que tem condução semi-autônoma e custa R$ 515.950. Os 100 primeiros clientes que adquirirem o modelo e o financiarem pela BMW Serviços Financeiros receberão, como benefício exclusivo, um ano de garantia estendida da marca.

    Em sua nova versão, o X3 30 tem motor quatro cilindros 2.0 TwinPower Turbo de 258 cv, sistema mild hybrid de 48V e tração integral xDrive, além de tecnologia mild hybrid e um pacote completo de sistemas ADAS. O SUV acelera de 0 a 100 km/h em 6,3 segundos.

    O BMW Curved Display traz uma tela de 12,3’’ no painel de instrumentos e outra de 14,9’’ no sistema multimídia, com realidade aumentada e sistema operacional.

    Segundo a montadora, o modelo – que posiciona-se ao lado do BMW X3 M50 xDrive, lançado no início do ano – é o único do segmento com programa gratuito de revisão pelo período de três anos ou 40.000 km (o que ocorrer primeiro).

    Entre as novas tecnologias semi-autônomas, a montadora destaca o Driving Assistant Professional, que oferece uma condução inteligente em situações de trânsito lento ou em longos deslocamentos, informando o motorista, por meio de alertas visuais e sonoros, de condições de tráfego cruzado, riscos de colisão traseira, mudanças involuntárias de faixa de rolamento e controle e prevenção de aproximação frontal.

    O modelo também conta com o Parking Assistant Plus, que permite estacionar o veículo automaticamente, “realizando manobras com a máxima precisão e segurança, com a ajuda de câmeras e sensores externos, e da função Surround View, que exibe imagens do entorno do veículo, em tempo real, na tela do sistema de navegação”, informa a BMW.


    Foto: Divulgação/BMW



    Fonte: Auto Industria

  • Antes de virar mexicana, Nissan Frontier 2026 evolui com foco na versão de entrada Attack

    Antes de virar mexicana, Nissan Frontier 2026 evolui com foco na versão de entrada Attack

    Foto da picape Nissan Frontier 2026 Attack
    Picape Nissan Frontier 2026 Attack

    A Nissan Frontier 2026 chegou focando as novidades na versão Attack, a de entrada, que elevou seu nível de segurança, melhorando a sua relação custo-benefício. São evoluções importantes, que acontecem antes da picape ter a sua produção transferida da Argentina para o México.

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  • China discute segurança de maçanetas elétricas retráteis

    China discute segurança de maçanetas elétricas retráteis

    Surgidas há mais de uma década sobretudo em modelos da Tesla, maçanetas de portas retráteis elétricas tornaram-se símbolo de sofisticação em veículos de várias marcas. São bastante comuns, por exemplo, em modelos chineses que chegam ao Brasil.

    Mas, para além da estética, praticidade e até da função aerodinâmica, essas maçanetas precisam, antes de tudo, ser avaliadas pela segurança que trazem aos usuários. E é aí com isso que autoridades chinesas estão preocupadas.

    O Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação da China acaba de abrir consulta pública com técnicos e  fabricantes de veículos para adequações regulatórias que evitem ou minimizem eventuais problemas de segurança e confiabilidade das maçanetas que dependem inteiramente de motores elétricos e controle por software.

    Em caso de pane, falta de energia e até congelamento do sistema no inverno, os passageiros podem ficar presos no interior do veículo, ponderam as autoridades chinesas, que relatam vários incidentes desse tipo.

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    O governo chinês propõe, dentre outros requisitos, que todas as portas devem dispor de maçanetas com algum tipo de liberação mecânica.

    Em caso de acidentes envolvendo eventos térmicos da bateria, a abertura pode ser realizada sem uso de ferramentas e, para isso, os fabricantes devem projetar espaços adequados para operação manual, independentemente da posição da maçaneta.

    Os técnicos propõem ainda a obrigatoriedade de maçanetas internas com possibilidade de liberação mecânica. No caso de veículos que já disponham de maçanetas internas elétricas, também a instalação de sistemas mecânicos de reserva.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria