Autor: automoveis

  • Tesla DESPENCA no mercado de veículos elétricos; o que está acontecendo, Elon Musk?

    Tesla DESPENCA no mercado de veículos elétricos; o que está acontecendo, Elon Musk?

    A Tesla teve um bom desempenho no mercado automotivo em 2023. Porém, a situação está bastante complicada para a empresa de Elon Musk em 2024. Logo abaixo, o Garagem360 traz o cenário completo da companhia no segmento. Confira!

    Como está a Tesla no mercado internacional? 

    A Tesla está em queda tanto no mercado europeu quanto no mercado americano. 

    Na Europa, por exemplo, a empresa de Elon Musk registrou o seguinte cenário:

    • 2023: 185.200 unidades

    • 2024: 161.300 unidades 

    • Variação de mercado: 19,8% para 17,2%.

    Já nos Estados Unidos, o cenário foi o seguinte:

    • 2023: 324.900 unidades

    • 2024: 299.200

    • Variação de mercado: 59,8% para 51,2%.

    Os dados representam o primeiro semestre de cada ano e foram coletados pela empresa da JATO Dynamics e divulgados pelo portal Motor1. 

    Leia também:

    O que explica a queda da Tesla? 

    Reputação da marca 

    Os problemas envolvendo os carros da Tesla podem ter contribuído (e muito) para o desempenho da empresa de Elon Musk, no primeiro semestre deste ano. 

    Só aqui em nosso portal já divulgamos falhas com um sistema que colocou em risco a vida de um Pet. Também já noticiamos um recall de 2 milhões de veículos da montadora. 

    Para completar, a marca pode ser processada por propaganda enganosa de carros autônomos

    Diante desse cenário, fica cada vez mais difícil competir em um mercado tão exigente, não é mesmo? 

    Aumento da concorrência 

    Esse é um dos principais motivos que justificam a queda da empresa. Conforme o Garagem360 tem divulgado diariamente, novos lançamentos têm agitado o mercado, seja em relação a Volvo, BMW e da própria BYD

    Preferência dos consumidores 

    Ao observar os números de vendas dos veículos elétricos nos EUA, é possível perceber que o mercado tem preferido outras marcas coreanas, a Ford e a Rivian. 

    Falta de inovação

    Só no segundo semestre deste ano, pelo menos, 10 veículos elétricos serão lançados no mercado, o que mostra que as montadoras estão preocupadas em inovar nesse segmento. 

    Já a Tesla, parou no tempo e só trouxe para o mercado o Cybertruck, que não teve muito sucesso. Para se ter uma ideia, foram emplacados apenas 11.300 veículos. 

    O Garagem360 continua acompanhando as últimas notícias automotivas sobre veículos elétricos. Por isso, continue conosco para não perder nenhum detalhe. 

    Leia também: Todos mundo precisa pagar? Saiba como funciona a recarga de veículos elétricos em condomínio


    Fonte: Garagem 360

  • VWCO abre vagas para estágio

    VWCO abre vagas para estágio

    A Volkswagen Caminhões e Ônibus lançou seu programa Global Trainee 2024 em busca de recém-graduados entre dezembro de 2020 e dezembro de 2022. O processo seletivo contará com teste on-line, dinâmica em grupo e entrevista. A montadora dispõe de vagas para a fábrica em Resende, RJ, e para escritórios em São Paulo, SP.

    O programa da VWCO é afirmativo para pessoas negras. O processo seletivo contará com teste on-line, dinâmica em grupo, entrevista e os candidatos devem se inscrever até o dia 26/7 pelo link: https://diversity.selecty.com.br/vaga/29/vaga-para-programa-de-trainee-talentos-negros-2024-volkswagen-caminhoes-e-onibus-brasil.

    Os selecionados desenvolverão habilidades por meio de experiência diversa e dinâmica, conhecendo todo o cotidiano de trabalho da empresa, com possibilidade de experiências em outros países,, especialmente na Alemanha, Suécia e Estados Unidos.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Novo SUV compacto Chevrolet terá uma versão híbrida

    Novo SUV compacto Chevrolet terá uma versão híbrida

    Foto do novo SUV compacto Chevrolet, que será feito na fábrica de Gravataí
    Novo SUV compacto Chevrolet será feito na fábrica de Gravataí (RS)

    Novo SUV compacto Chevrolet terá uma versão híbrida

    O primeiro dos produtos incluído no plano de investimentos de R$ 1,2 bilhão para modernização da fábrica de Gravataí (RS) será, como esperado, um SUV compacto inédito que terá como base o Onix, ou seja, menor do que o atual Tracker. O novo modelo está previsto para 2026. O que se antevê é uma versão híbrida flex básica com alternador e motor de arranque integrados, além de uma pequena bateria auxiliar.

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  • Nissan Sentra Advance 2025: ficha técnica, preço e itens de série

    Nissan Sentra Advance 2025: ficha técnica, preço e itens de série

    O Nissan Sentra Advance 2025 é a versão de entrada do sedã, que traz tecnologia, segurança e comodidade.

    Acompanhe o Garagem360 e confira a seguir tudo sobre o Nissan Sentra Advance 2025: ficha técnica, preço, itens de série e motorização.

     

    (Foto: Divulgação/Nissan)

    Itens de série

    Confira a seguir os equipamentos de série do Sentra Advance 2025:

    • Rodas de liga leve de 17” diamantadas e pneus 215/50 R17
    • Abertura e fechamento das portas, abertura do porta-malas e acionamento do alarme através da chave
    • Comando interno de abertura do porta-malas e da tampa do tanque de combustível
    • Maçanetas externas na cor do veículo
    • Antena
    • Vidro do motorista com função one touch
    • Vidros do passageiro e traseiros elétricos
    • Desembaçador do vidro traseiro com temporizador
    • Retrovisores externos com regulagem elétrica
    • Retrovisores externos na cor do veículo
    • Retrovisores externos com LED indicador de direção
    • Faróis dianteiros em LED
    • Ajuste interno de altura dos faróis dianteiros
    • Faróis automáticos inteligentes (HBA)
    • Faróis com acendimento inteligente (sensor crepuscular)
    • Luzes de condução diurna em LED (DTRL)
    • Pisca alerta automático em caso de colisão
    • Airbags duplos frontais
    • Airbags laterais e de cortina
    • Direção elétrica com assistência variável
    • Indicador de temperatura externa
    • Modo de condução econômica (Eco drive), manual e sport
    • Sistema eletrônico de ignição (botão Push Start)
    • TAG Sem Parar instalada
    • Alarme perimétrico
    • Alerta avançado de colisão frontal (PFCW
    • Chave inteligente presencial
    • Freios ABS com controle eletrônico de frenagem (EBD)
    • Assistência de frenagem (BA)
    • Limpador de para-brisa com controle intermitente variável
    • Sensor de estacionamento traseiro e dianteiro
    • Sinal de parada de emergência
    • Sistema de monitoramento de pressão dos pneus (TPMS)
    • Sistema elétrico de travamento central das portas
    • Sistema inteligente de partida em rampa (HSA)
    • Travamento automático das portas com o veículo em movimento
    • Visão 360° inteligente e detecção de objetos em movimento (AVM + MOD)
    • Alerta de objetos no banco traseiro (Rear Seat Alert)
    • Alerta de ponto cego (BSW)
    • Alerta de tráfego cruzado traseiro (RCTA)
    • Alerta inteligente de atenção do motorista (DDA)
    • Alerta inteligente e assistente de prevenção de mudança de faixa (LDW+LDP)
    • Assistente inteligente de frenagem (FEB)
    • Controle de tração e estabilidade (VDC)
    • Controle dinâmico de chassi
    • Destravamento automático das portas em caso de acidente
    • Fixadores traseiros para cadeiras de crianças (Isofix)
    • Câmera de estacionamento traseira

     

    (Foto: Divulgação/Nissan)

    Interior do Nissan Sentra Advance 2025

    Veja a seguir os itens de série da parte interna do Sentra Advance 2025:

    • Central multimídia com rádio AM/FM, MP3 player, display colorido de 8”, Apple CarPlay, Android Auto, entrada auxiliar para MP3 player e conector USB
    • Computador de bordo de 7 polegadas
    • Painel de instrumentos com display central em TFT de 7”
    • Ar-condicionado automático digital Dual Zone
    • Acabamento sintético nos bancos na cor preta
    • Banco do motorista com regulagem elétrica
    • Assento do passageiro com regulagem manual
    • Banco traseiro rebatível e bipartido 60/40
    • Assentos com tecnologia Zero Gravity
    • Bancos dianteiros aquecidos
    • Apoios de cabeça dianteiros (2) e traseiros (3)
    • Volante multifuncional com acabamento premium e regulagem de altura e profundidade
    • Troca de marchas no volante (Paddle Shift)
    • Bluetooth com comandos no volante
    • Câmbio com acabamento premium
    • Console central dianteiro com tampa e apoio de braço integrado
    • Porta USB dianteira (tipo A + tipo C)
    • Porta USB traseira (tipo A)
    • Tomada de 12 V integrada ao console central
    • Maçanetas internas dianteiras cromadas
    • Piloto automático com comandos no volante
    • Sistema de som com 6 alto-falantes

     

    (Foto: Divulgação/Nissan)

    Para ficar por dentro de tudo o que acontece no ramo automotivo, fique ligado no Garagem360 e confira todas as informações sobre o mercado automotor.

    Além disso, acesse carros da Nissan para conhecer todos os modelos da montadora.

    Aqui no Garagem360 você também pode comparar vários veículos. Basta acessar o compare veículos do nosso site e relacionar diversos modelos.

    Confira a seguir a ficha técnica do Nissan Sentra Advance 2025:

    Alisson Wieder

    Alisson WiederRedator da Agência Grid Mídia – Garagem360 desde 2022. Experiência na área de Assessoria de Imprensa e sites esportivos.



    Fonte: Garagem 360

  • Donos de Toyota Mirai processam montadora por indisponibilidade de hidrogênio

    Donos de Toyota Mirai processam montadora por indisponibilidade de hidrogênio

    Em uma ação coletiva, pessoas que possuem um Toyota Mirai estão processando a montadora por “conduta ilegal”. O motivo seria uma propaganda enganosa da empresa ao vender o carro a hidrogênio dizendo que o abastecimento seria tão fácil quanto o de um veículo movido à gasolina.

    Vendido apenas na Califórnia, nos Estados Unidos, os proprietários do Mirai alegam que precisam percorrer longas distâncias até achar um posto de hidrogênio, que, na maioria das vezes, não tem o combustível disponível ou está inoperante por algum problema.

    A principal falha relatada é o congelamento das bombas. Após o abastecimento, o bico congela, e os motoristas precisam esperar cerca de 30 minutos até que possam desconectar a mangueira de forma segura.

    Fora isso, ainda há o problema de disponibilidade, que faz o hidrogênio ficar “dias indisponíveis”. Essa questão pode ficar ainda pior, já que a Shell anunciou recentemente que fechará 55 postos de hidrogênio na Califórnia devido a problemas de abastecimento na rede.

    O preço da substância como combustível também é salgado, tendo registrado um aumento de 200% nos últimos dois anos. Em 2022, pagava-se U$ 12 (cerca de R$ 67) por quilo de hidrogênio, mas, atualmente, o preço médio está na casa dos U$ 36 (R$ 200).

    Isso afetou diretamente os donos do Mirai, afinal, a Toyota deu como “brinde” um cartão de abastecimento com U$ 15 mil de saldo (cerca de R$ 84 mil). Segundo a montadora, ele deveria garantir o tanque cheio por pelo menos cinco anos, algo que não deve acontecer com o aumento do preço. O caso fica ainda pior, já que muitos reclamam que o “vale abastecimento” é incompatível com a maioria dos postos.

    Toyota Mirai
    Toyota Mirai de primeira geração / Foto: Divulgação Toyota

    A lista de reclamações não para por aí. Os proprietários também acusam a Toyota de mentir em relação à autonomia divulgada. No caso do Mirai Limited são 575 km declarados, enquanto no topo de linha, XLE, são 675 km. Mas, na prática, os motoristas dizem que o valor real é até 160 km menor.

    Com tantos problemas, os donos de Mirai dizem que o carro é “praticamente inutilizável para o dia a dia”. Muitos ainda afirmam que, quase sempre, precisam de um meio de transporte alternativo ou chamar um guincho.

    O Mirai é fruto de um projeto para utilização de hidrogênio que a Toyota desenvolve desde 1992 e é o primeiro carro produzido em série no mundo que utiliza este combustível. Sua primeira geração foi lançada em 2015 e a segunda em 2020. A comercialização e aluguel do modelo é restrita à Califórnia, mas o modelo sedã já chegou a ser vendido em outros locais, como no Japão.



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Dia do Motorista: 4 pontos que precisam de revisão regular para garantir uma direção segura

    Dia do Motorista: 4 pontos que precisam de revisão regular para garantir uma direção segura

    O dia 25 de julho é celebrado como o Dia do Motorista e para evitar qualquer problema com seu veículo nesta semana, confira 4 pontos de atenção na revisão regular. 

    Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

    Dicas de revisão na semana do motorista

    A penúltima semana de julho representa um período de homenagem para o motorista brasileiro, que tem no dia 25 sua data. 

    Aliado a isso estão as dicas e recomendações para evitar problemas, dos mais simples aos mais complexos com os veículos que tanto otimizam o tempo no dia a dia. 

    Dos sistemas de iluminação até o motor, muitos são os componentes essenciais para o pleno funcionamento do carro. 

    Confira a seguir, 4 pontos que necessitam de revisão regular para evitar transtornos logo na semana do Motorista, como orientado pela Nakata, empresa de acessórios automotivos. 

    Motor

    Não é preciso ser um especialista para saber que o motor é talvez o item mais importante de um carro. 

    Dessa forma, ficar de olho na condição dos fluidos como óleo do motor e líquido de arrefecimento do radiador, é essencial para garantir o bom funcionamento do veículo. 

    Também é interessante conferir sempre que possível, o fluido de direção hidráulica e de embreagem. 

    Um motor com componentes em bom estado entrega um bom desempenho do veículo, assim como garante menor consumo de combustível. 

    Foto: Freepik

    Freios

    Também é indispensável um bom funcionamento dos freios, afinal não tem risco maior do que andar com um veículo comprometido em suas funções de paragem. 

    O sistema de freios deve ser checado frequentemente em itens como: pastilhas, discos, lonas, tambores, cilindros e fluido de freio. 

    Para ficar por dentro de mais dicas e serviços do mundo automotivo, acesse o portal do Garagem360 e o Canal no Youtube!

    Suspensão

    A suspensão, responsável pela estabilidade e dirigibilidade, precisa estar em bom estado para uma segurança ainda maior nas vias. 

    Na suspensão, componentes como amortecedores, bandejas, buchas, coxins, pivôs e terminais de direção, são os principais alvos de manutenção. 

    Sistema de iluminação

    As luzes de sinalização do veículo têm papel importante, pois identificam e comunicam perigos de cara. 

    Dessa forma, é fundamental verificar faróis, lanternas, luzes de freio e sinalização antes de sair pelas ruas, principalmente à noite. 

    Não se esqueça também de garantir boas palhetas para auxiliar em situações como chuvas. 

    Vale lembrar que uma visibilidade adequada pode evitar acidentes, inclusive fatais. 

    Foto: Freepik

    Escolha uma boa oficina

    Nem sempre é possível escolher a melhor oficina, porém, uma dica valiosa é realizar as manutenções em um local de confiança.

    Assim, caso os profissionais de uma oficina não passem confiança na inspeção, migre para outro local, afinal, você não vai querer problemas mecânicos sucessivos no veículo. 

    Confira também: Oficinas mecânicas online? Encontrar peças para o seu veículo fica cada vez mais fácil

    Gervásio HenriqueJornalista com maior experiência profissional no setor automotivo. Atualmente redator do Grupo Gridmidia com foco no portal Garagem360.

    Temas como: mobilidade, serviços e setor de caminhões estão entre as preferências.



    Fonte: Garagem 360

  • Versão de 5 lugares credencia Dolphin Mini a BYD mais vendido no ano

    Versão de 5 lugares credencia Dolphin Mini a BYD mais vendido no ano

    Com 2,1 mil licenciamentos, o BYD Dolphin Mini foi o quinto modelo mais vendido em junho dentre os doze veículos listados pela Fenabrave na categoria de hatches pequenos. É resultado excepcional primeiro por ser elétrico movido a bateria e depois por ter ficado à frente de produtos consagrados, como Toyota Yaris, Honda City, Peugeot 208 e Citroën C3, por exemplo.

    Lançado em fevereiro, o Dolphin Mini ultrapassou 9 mil unidades vendidas nos primeiros quatro meses e encostou no seu irmão maior Dolphin (9,6 mil), também elétrico, e no Peugeot 208 (9,9 mil). Não será surpresa, portanto, se encerrar o período de janeiro a julho à frente deles.

    E boa razão para isso acaba de chegar nas revendas: a versão com 5 lugares. Sim, até junho, o Dolphin Mini oferecido no Brasil era homologado apenas para 4 ocupantes, motorista e mais três.

    A capacidade de carregar uma pessoa a mais tem um custo. O preço sugerido é de R$ 119,8 mil, R$ 4 mil a mais do que a opção para 4 ocupantes. Por esse valor, porém, o comprados da nova versão tem ainda o benefício da câmera de 360 graus.

    De resto, nada muda. O motor elétrico é o mesmo de 75 cv e 13,6 kgfm de torque, movido por bateria de 38,8 kWh. Segundo a fabricante, a velocidade máxima permanece em 130 km/h e a aceleração de 0 a 100 km/h em 14,9 segundos, com a autonomia limitada a 280 km no padrão do Inmetro.

    Afora a câmera de 360 graus, a lista de itens de série segue com, dentre outros itens, ar-condicionado, multimídia giratório de 10,1 polegadas, quadro de instrumentos de 7 polegadas, piloto automático, faróis de LED, acendimento automático dos faróis, banco do motorista com ajuste elétrico e seis airbags.

    Questionado sobre uma versão de 5 lugares quando do lançamento do Dolphin Mini em fevereiro, Henrique Antunes, diretor de Vendas e Marketing da BYD, afirmarva que era opção inexistente na China e que, apesar dos estudos, não chegaria tão cedo aqui.

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    “É preciso acrescentar equipamentos, como cinto de segurança e apoio de cabeça e, depois disso, fazer toda a homologação. Isso demora”, afirmou então o executivo, há apenas cinco meses.

    Com a oferta da versão de 5 lugares, o Dolphin MIni reforça suas credenciais para ser o BYD mais vendido no Brasil já em 2024 e roubar o título do Dolphin, lançado no ano passado. No mês passado, vendeu o dobro do irmão maior.

    Antunes afirmou que a ideia inicial era importar pelo menos 25 mil unidades do Mini este ano, mas que poderá ser mais, a depender da demanda, já que também não há limite de fornecimento por parte da fábrica na China.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Reiter Log aposta em semirreboque elétrico da Facchini

    Reiter Log aposta em semirreboque elétrico da Facchini

    A Reiter Log começou a operar um semirreboque elétrico da Facchini com tecnologia elétrica exclusiva para alimentar o aparelho de refrigeração da carreta por meio de eixo gerador 100% elétrico e pack bateria de lítio.

    O sistema, inédito no País, foi desenvolvido pela AddVolt, startup graduada da UPTEC, Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto, Portugal e tem como parceira também a Carrier Transicold, fornecedora do aparelho de refrigeração.

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    A solução, do tipo plug-in, permite eliminar o uso de diesel no acionamento do aparelho de refrigeração. De acordo com a Facchini, a economia de combustível chega por volta de 2,2 litros por hora, o que equivale a reduzir em 6 kg de CO2 por hora. Junta-se ainda conforto ao motorista devido ao menor ruído.

    “Este veículo frigorífico com eixo 100% elétrico agrega muito valor ao nosso objetivo de ampliar a logística verde. Estamos trabalhando para que 100% dos nossos veículos sejam movidos a energias alternativas e soluções como essa possibilitam a oferta de mais uma alternativa de transporte sustentável para os nossos clientes”, resume em nota Vinícius Reiter Pilz, CEO da Reiter Log.

    O equipamento pesa em torno de 350 kg e leva 3 horas para ser recarregado. O sistema ainda possui tecnologia de telemetria, que monitora em tempo real localização veículo e velocidade, além de entregar informação da bateria e geração de energia.


    Foto: Facchini/Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Fim do motor a combustão é cada dia mais improvável

    Fim do motor a combustão é cada dia mais improvável

    Drill baby, drill.” Assim Donald Trump, o agora favorito candidato à presidência dos Estados Unidos, usou seu discurso na convenção do Partido Republicano para inflamar seus milhões de apoiadores e mostrar seu irrestrito apoio à continuação da perfuração de poços de petróleo nos Estados Unidos e consequente queima de combustíveis fósseis, mostrando total desprezo pelas consequências disto ao planeta Terra.

    Para “fazer a América grande de novo”, como discursa Trump, parece ser imprescindível que os Estados Unidos continuem a ser os maiores produtores e consumidores de petróleo do mundo.

    Ainda que contrário a todos os avisos emitidos por vistosas catástrofes climáticas provocadas pelo aquecimento global, escalonado justamente pelo aumento de emissões provenientes da queima de combustíveis fósseis, o discurso de Trump apenas escancara o que parece ser inevitável: o mundo vai extrair e queimar até a última gota de petróleo disponível nas profundezas da Terra enquanto isso for um negócio altamente lucrativo como é, seja para fazer funcionar motores a combustão para transporte ou para gerar energia – inclusive para alimentar carros elétricos e a hipocrisia da zero-emissão.

    Apesar de todo o discurso em favor do banimento dos veículos movidos por combustão interna, o fim deles parece cada vez mais improvável. E muitas empresas já mudaram suas apostas nesse sentido, voltando a direcionar investimentos no desenvolvimento de novos motores a gasolina para veículos leves.

    Combustão ainda é bom negócio

    Se algumas empresas apostaram na eletrificação total e já anunciaram que vão parar de produzir carros a combustão na próxima década, já há quem veja nisso um bom negócio e está investindo bilhões para fornecer motores para estas fabricantes, sob o argumento de que elas vão precisar deles e não vão mais fabricá-los dentro de casa, pois esgotaram todos os seus investimentos para baterias e propulsores elétricos.

    Com a convicção de que, no mínimo, a metade dos carros vendidos no mundo seguirá sendo movida pela combustão, seja pura ou híbrida, a Toyota recentemente desenvolveu uma nova geração de motores pequenos de alta eficiência e não descarta fornecê-los a outros fabricantes.

    combustível Pixabay

    Na mesma linha a Stellantis faz investimentos de longo prazo em motores a combustão que, na Europa, poderão usar combustíveis sintéticos.

    Há cerca de um ano o Grupo Renault e a chinesa Geely consolidaram uma associação que criou a Horse, unindo em uma empresa independente, descolada de suas marcas de origem, todas as suas operações globais de desenvolvimento e produção de motores a combustão, sistemas híbridos e transmissões.

    A Horse nasceu com faturamento de € 7,4 bilhões, 19 mil empregados e dezessete fábricas no mundo todo – inclusive uma no Brasil, em área anexa à fábrica da Renault no Paraná – com capacidade para produzir 3,2 milhões de motores/ano, com objetivo de chegar a 5 milhões, podendo fornecer 85% dos tipos de propulsores a combustão utilizados atualmente.

    A ideia, claro, é continuar fornecendo motores a combustão e transmissões para os dois grupos controladores, mas segundo a companhia já existem negociações para fornecer a outras marcas. Especula-se que Nissan e Honda poderão comprar motores da Horse.

    Sócio árabe aposta na combustão “para sempre”

    A Saudi Aramco, a estatal produtora de petróleo e derivados da Arábia Saudita que fatura US$ 500 bilhões por ano – a maior parte com a venda de óleo cru –, certamente grande interessada na longa vida dos motores a combustão, recentemente investiu € 740 milhões para comprar 10% da Horse.

    Em entrevista ao Financial Times, Yasser Mufti, vice-presidente executivo da Saudi Aramco, justificou assim o negócio: “Será incrivelmente caro para o mundo eliminar completamente ou prescindir dos motores de combustão interna. Se você olhar para a acessibilidade e muitos outros fatores, acho que eles existirão por muito, muito tempo, para sempre”.

    A petrolífera saudita também vem diversificando investimentos na eletrificação, biocombustíveis e sintéticos, mas projeta oficialmente que, mesmo após 2050, mais da metade dos carros no mundo vão consumir algum tipo de combustível.

    Matias Giannini, CEO da Horse, como é de se esperar, sustentou previsão parecida na mesma reportagem do Financial Times: “Nós acreditamos que até 2035 e mesmo depois de 2040 ainda veremos um significativo número de veículos a combustão, mais da metade deles com certeza e acima de 60% da população ainda terá um carro com motor a combustão, seja ele sozinho ou combinado com eletrificação em carros híbridos fechados ou recarregáveis plug-in”.

    Fim improvável

    Apenas a União Europeia e Reino Unido ainda sustentam legislação que agenda para a próxima década o fim dos motores que queimam gasolina ou diesel, abrindo exceção para os combustíveis sintéticos, por enquanto. Mas com a redução ou fim de incentivos para compra de elétricos as vendas caem e sobem as pressões contrárias para manter a produção de veículos a combustão.

    Os dois maiores mercados de veículos do mundo, China e Estados Unidos, têm políticas de eletrificação de suas frotas, mas não têm nenhuma pretensão declarada de banir completamente a combustão do cenário de seus meios de transporte.

    Até mesmo na China, onde a venda de carros eletrificados dá longos saltos anuais e já chega a um terço do mercado, com força inercial para passar dos 40% em breve, modelos movidos unicamente a gasolina seguem sendo os mais vendidos, com nada desprezíveis dois terços dos emplacamentos, o que representa 9,1 milhões de carros só no primeiro semestre de 2024, contra 4,9 milhões de eletrificados no período, sendo que cerca de 40% deles são híbridos e, portanto, também utilizam motores a gasolina.

    Por maior que seja o crescimento da eletrificação dos veículos no mundo todo o motor a combustão continua a ser dominante e nada indica que ele irá desaparecer, mesmo que o charmoso marketing no entorno dos carros elétricos insista em colocar esta solução como única capaz de descarbonizar as emissões dos meios de transporte.

    Reversão de planos para elétricos

    Em 2021, ainda em meio às disrupções da pandemia de Covid-19, não faltaram compromissos de abandono dos motores a gasolina e diesel. Algumas das maiores fabricantes mundiais como Ford, General Motors, Volkswagen e Mercedes-Benz, além de governos da União Europeia e do Reino Unido, anunciaram sua conversão total para os elétricos no horizonte de 2035 a 2040. Muita coisa mudou de lá para cá.

    Diante do insucesso de seus modelos elétricos, Ford e GM já começaram a considerar que os híbridos talvez não sejam só uma solução de transição, mas algo para durar por décadas. Com esse novo horizonte, acompanhado de certa retração do crescimento do mercado de elétricos a bateria, estas empresas também começaram a reconsiderar seus investimentos na eletrificação total.

    Exemplos nesse sentido começam a se multiplicar. No fim do ano passado a Volkswagen cancelou investimento de US$ 2,2 bilhões que faria em uma nova fábrica de carros elétricos na Alemanha. A GM divulgou que irá atrasar em um ano a construção de uma fábrica de picapes elétricas em Detroit, nos Estados Unidos.

    Na mesma região a Ford anunciou a redução do investimento de US$ 3,5 bilhões em uma unidade de baterias a ser construída no Estado de Michigan, e este mês a empresa comunicou que vai produzir picapes a gasolina em uma planta no Canadá, revertendo o plano de construir apenas elétricos lá.

    Contradição eletrizante

    Nem mesmo Elon Musk, dono da Tesla e grande interessado no sucesso dos carros elétricos no mundo, parece resistir ao “drill baby, drill”, já que declarou apoio à candidatura de Trump.

    Por divergência ideológica o bilionário mudou o endereço de suas empresas e da fábrica da Tesla da Califórnia para o Texas, por ironia um dos maiores estados produtores de petróleo dos Estados Unidos e onde a penetração de carros elétricos é insignificante, algo como menos de 1% das vendas, contra média nacional que caminha para os 10%.

    Será que, de alguma forma, Musk resolveu ajudar a financiar a perfuração de mais poços de petróleo? Afinal, por mais contraditório que seja, os Tesla também são dependentes da energia fóssil para realimentar suas baterias.
    E assim o mundo parece que vai queimar petróleo até o fim da humanidade, pois antes, certamente, estaremos todos mortos.


    Foto: Pixabay



    Fonte: Auto Industria

  • Venda de veículos sobe no Brasil. Porém, importações sobem bem mais

    Venda de veículos sobe no Brasil. Porém, importações sobem bem mais

    Fotos de carros chineses desembarcados no porto no Brasil
    Venda de veículos chineses, desembarcados no porto no Brasil, puxaram as importações

    Venda de veículos sobe no Brasil. Porém, importações sobem bem mais

    O Brasil está perdendo a batalha da balança comercial entre exportações e importações de veículos. Nos últimos anos, desde 2015, o País sempre alcançou superávit, com destaque em 2017. Mas este ano o crescimento das importações vai superar as exportações, segundo projeções da Anfavea. Trata-se de uma combinação deletéria. Para manter o nível de empregos na indústria automobilística é necessário que exportações compensem importações. Se o balanço for superavitário, melhor ainda.

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