Autor: automoveis

  • Lula revela projeto da BYD de produzir 600 mil veículos/ano

    Lula revela projeto da BYD de produzir 600 mil veículos/ano

    De  Camaçari, BA

    Com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e dos principais dirigentes da empresa, incluindo o presidente mundial Wang Chuanfu, finalmente foi inaugurada nesta quinta-feira, 9, a fábrica da BYD em Camaçari, BA.

    Em seu discurso ao final da cerimônia, Lula, que acabara de se reunir com a alta direção da montadora, revelou que a BYD  desenvolve  projeto para produzir 600 mil veículos por ano na Bahia, mas quando o complexo estiver em pleno funcionamento. O volume inicial é de 150 mil e, em uma segunda etapa, a meta é chegar a 300 mil.

    “Acabei de saber que não são 300 mil. São 600 mil carros por ano. Querem vender na América do Sul,  América Latina, em outros países. Queremos que daqui do Brasil  comecem a vender carro para o mundo todo. Mostrar o que é que a Bahia tem! Queremos uma relação civilizada com o mundo todo”, destacou o presidente.

    As datas para atingir as metas de 300 mil e 600 mil veículos não foram reveladas durante o evento. De qualquer modo, a BYD diz que quer estar entre as três maiores marcas do Brasil até 2028 e  assumir a liderança em 2030.

    “Vamos ter um híbrido flex por ser um produto que garante um custo mais baixo para os consumidores brasileiros. Vamos construir ainda novo centro de P&D, trazer mais produtos alinhados ao mercado local e ajudar o Brasil a ser protagonista em energia limpa na região”, garantiu Chuanfu, que aproveitou a solenidade para exibir versão especial e limitada do Song Pro já com motor híbrido flex e que será apresentada na COP30, em Belém, PA, no mês que vem.

    Segundo o diretor de comunicação da BYD, Pablo Toledo, a empresa já tem mais de uma centena de forneceodores homologados. O quadro de funcionários, assegurou ainda, já superou 1,5 mil pessoas, número que  pode crescer para 3 mil já no primeiro ano de operações.

    Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da montadora, informou anteriormente que a empresa trabalha com o objetivo de contar com 160 fornecedores locais. Já estão homologadas a Continental Pneus, Bosch, Basf e Usiminas, dentre outras.

    Conforme já havia revelado, em julho, a presidente das Américas e VP Global da BYD, Stella Li, as operações nos primeiros 12 meses envolvem montagem a partir de unidades SKD.

    Os primeiros modelos lá produzidos são o elétrico compacto Dolphin Mini, que já está sendo faturado para a rede da marca, o SUV médio Song Pro e o sedã  King, ambos híbridos, que começam a chegar nas concessionárias no mês que vem.

    LEIA MAIS

    Em setembro, 365 contratações na BYD de Camaçari

    BYD mostra fábrica em Camaçari, ainda sem começar produção efetiva

    “Será a maior fábrica de veículos elétricos da América do Sul”, voltou a comentar Stella Li. O investimento da marca chinesa no Brasil é da ordem de R$ 5 bilhões, que envolve instalações de operações de estampagem, soldagem e pintura em Camaçari.

    O objetivo é gerar 20 mil empregos diretos e indiretos quando todas as instalações da segunda fase do projeto estiverem concluídas e a capacidade produtiva ampliada para 300 mil veículos anuais.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Toyota ganhou a aposta? Por que a marca freou os carros elétricos (e acertou)

    Toyota ganhou a aposta? Por que a marca freou os carros elétricos (e acertou)

    Vocêjá deve ter percebido que a relação da Toyota com os carros elétricos é diferente da maioria das montadoras, e essa estratégia agora chama a atenção. Enquanto muitas marcas prometeram um futuro 100% elétrico, a gigante japonesa foi mais cautelosa. Acompanhe o Garagem360 e entenda melhor!

    A estratégia da Toyota para além dos carros elétricos

    Há alguns anos, a indústria automotiva entrou em uma corrida para ver quem abandonaria primeiro os motores a combustão.

    Toyota Prius foi o 1º híbrido da marca no Brasil. Foto: Divulgação / Toyota



    Fonte: Garagem 360

  • Adeus, gasolina: Yamaha apresenta sua moto a hidrogênio que emite apenas água

    Adeus, gasolina: Yamaha apresenta sua moto a hidrogênio que emite apenas água

    A Yamaha está prestes a mostrar o futuro das motos a hidrogênio e outras tecnologias revolucionárias no Japão. A marca vai revelar seis modelos inéditos que prometem mudar a forma como nos movemos. Seria esse o nosso ‘adeus’ a gasolina? Acompanhe o Garagem360 e descubra!

    A primeira das motos a hidrogênio da Yamaha

    O grande destaque da Yamahano Japan Mobility Show 2025 será o H2 Buddy Porter Concept. Desenvolvido em parceria com a Toyota, o protótipo é uma scooter que usa um tanque de hidrogênio compacto para gerar eletricidade, emitindo apenas vapor d’água.

    Motos a hidrogênio Yamaha
    Novas motos a hidrogênio da Yamaha. Foto: Divulgação / Yamaha



    Fonte: Garagem 360

  • Audi Q5 2026 ganha nova versão S Line mais potente e esportiva

    Audi Q5 2026 ganha nova versão S Line mais potente e esportiva

    Novidades na área: a linha do Audi Q5 2026 acaba de ficar mais completa e interessante no mercado brasileiro com uma nova versão, a S Line. A novidade chega com visual mais agressivo e motor mais forte para quem busca esportividade. Acompanhe o Garagem360 e veja todos os detalhes!

    O que muda no Audi Q5 2026 S Line?

    A Audi posicionou a nova versão S Line como a opção intermediária perfeita. Ela fica entre a versão de entrada Advance e a topo de linha esportiva SQ5. A princípio, o objetivo é oferecer um visual arrojado e mais equipamentos, sem precisar saltar para o modelo mais caro.

    Audi Q5 2026
    Audi Q5 2026. Foto: Divulgação / Audi



    Fonte: Garagem 360

  • Mercedes-Benz incorpora o eActros na logística interna da fábrica de SBC

    Mercedes-Benz incorpora o eActros na logística interna da fábrica de SBC

    A[/drocap] Mercedes-Benz do Brasil aproveita a integração de caminhão elétrico o portfólio de veículos da marca para também contribuir com a descarbonização da fábrica de São Bernardo do Campo (SP). Dois eActros 400 da primeira geração passaram a ser responsáveis pelo transporte interno de materiais nas áreas de produção de motores e de eixos.

    Seminovos, os veículos chegaram por aqui emprestados pela Daimler Truck, que também os utilizava na logística interna da fábrica de Wörth am Rhein, na Alemanha. Para iniciar operação em São Bernardo do Campo, passaram por adequações técnicas a fim de atender às características da unidade brasileira.

    LEIA MAIS

    →Mercedes-Benz eActros 400 faz 476 km sem recarga intermediária

    →Mercedes-Benz acumula 400 ônibus elétricos eO500U vendidos

    “Essa iniciativa representa o compromisso da nossa empresa em fortalecer o conhecimento em mobilidade elétrica e o interesse contínuo em aprender e evoluir com soluções sustentáveis”, resume em nota Erica Daumichen, vice-presidente de Operações de Caminhões e Agregados da Mercedes-Benz do Brasil.

    A executiva conta que antes de iniciar a operação com os veículos na fábrica ocorreu planejamento e colaboração entre diversas áreas, além de negociação com a Alemanha até o desembarque no porto de Santos (SP).

    Os caminhões acumularão por volta de 600 viagens mensais, 30 por dia, em média. Pelos cálculos da empresa, a fábrica deixará de emitir em torno 17 toneladas de CO2/ano na atmosfera. “Outro ponto muito importante é a redução de custos da operação, tanto no que se refere ao consumo de energia na recarga das baterias em relação ao consumo de diesel, quanto em manutenção dos veículos”, observa Daumichen.


    Foto: Divulgação Mercedes-Benz



    Fonte: Auto Industria

  • Anfavea mantém previsão de crescimento de vendas em 5%

    Anfavea mantém previsão de crescimento de vendas em 5%

    Associação dos fabricantes reconhece que o mercado de veículos leves e pesados esfriou em relação aos trimestres anteriores. Emplacamentos tiveram alta de 7,2%, no primeiro trimestre e de 2,9%, no segundo. Contudo, recuaram 0,4% de julho a setembro. No acumulado dos nove primeiros meses de 2025 as vendas cresceram apenas 2,8%. O último trimestre costuma ser o melhor do ano e a Anfavea ainda vê possibilidade de o ano terminar com avanço de 5% sobre 2024.

    Este ano as altas taxas de juros, para controle da inflação fora da meta, continuam em patamar elevado, encarecendo as prestações. Entretanto, Igor Calvet, presidente da entidade, prefere ser mais otimista, embora não descarte dificuldades crescentes. “Reconheço o desafio de recuperação considerável de vendas no último trimestre, diante de uma base comparativa muito boa do final do ano passado”, avaliou.

    Os estoques estão em níveis normais (26 dias) para veículos produzidos no Brasil. Modelos importados representam 136 dias estocados. Anfavea nada comentou, mas este volume atípico é, em sua maioria, de modelos da BYD para fugir do aumento escalonado do imposto de importação sobre elétricos e híbridos. Haja capital de giro chinês…

    Já a Fenabrave foi mais contida. Indicou, agora em outubro, um avanço de 2,6% sobre o ano passado, no fechamento de 2025. Até junho ainda manteve a previsão de 5% de crescimento. Automóveis e comerciais leves devem ter desempenho um pouco melhor (mais 3% sobre 2024). Arcélio Santos Jr, presidente da entidade, avaliou que a interrupção de produção da Toyota (ler adiante) poderá ser absorvida por outras marcas, apesar de lamentar o desfortúnio ocorrido.

    Fábrica destruída: Toyota importará motores

    A filial brasileira da marca japonesa reagiu de forma rápida, apesar dos prejuízos materiais de grande monta em sua fábrica de motores de Porto Feliz (SP) destruída por vendaval com intensidade nunca vista na região. Vai importar do Japão e de outros países motores para retomar a produção parcial nas fábricas de Indaiatuba e Sorocaba, porém ainda não sabe quando poderá normalizar a comercialização (possivelmente em fevereiro).

    Os estoques do Corolla na rede de concessionárias chegaram ao fim e restará apenas a picape Hilux importada da Argentina.As versões híbridas flex do Corolla, que representam vendas bem menores, voltarão já em novembro. Todavia, só a partir janeiro de 2026 haverá motores importados suficientes para atender toda a demanda interna.

    A Toyota, entretanto, sofrerá ainda mais. Foi obrigada a adiar sine die o lançamento do Yaris Cross, um SUV compacto inédito, sua grande aposta para ganhar participação de mercado no Brasil e América do Sul. Alguns componentes do motor do novo carro são específicos (a exemplo do cabeçote) e estão sem previsão de normalização.

    Yaris Cross é um produto para o segmento de maior demanda do mercado brasileiro e enfrentará entre outros o novo Honda WR-V previsto para novembro.

    Kwid E-Tech, elétrico menos caro do País

    Por R$ 99.990, o novo Kwid E-Tech 2026, fabricado na China, oferece um produto bem mais evoluído do que na sua estreia em 2022. O crossover subcompacto da Renault mantém o estilo que lembra um SUV. Foram retiradas as barras longitudinais no teto, modismo praticamente inútil, pois aumenta massa, preço e piora o coeficiente aerodinâmico. Quantos carros você já viu carregando tralhas no teto?

    REnault Kwid E-Tech

    Trata-se de um modelo inteiramente novo e dimensões pouco maiores do que as do Mobi, porém é homologado para quatro lugares. O interior evoluiu bastante: quadro de instrumentos digital de 7 pol., tela multimídia de 10 pol., conexão sem fio Android Auto e Apple CarPlay e volante regulável (só em altura).

    Destaque maior fica por conta de 11 sistemas avançados de assistência à condução (ADAS, em inglês) que inclui até análise de cansaço do motorista. Além de câmera de ré, agrega sensores de estacionamento traseiro e dianteiro.

    Motor elétrico é o mesmo: 65 cv e 11,2 kgf·m. Acelera de 0 a 100 km/h em 14,6 s (equivalente ao Mobi com gasolina) e alcance, padrão Inmetro, de até 180 km.

    Leapmotor confirma vendas em novembro

    Para atuar no mercado internacional, Stellantis e Leapmotor formaram, em maio de 2024, uma joint venture, com 51% do capital da primeira e 49% da segunda. A empresa foi fundada na China em 2015 e já produziu mais de um milhão de unidades. No Brasil contará com 36 pontos de vendas e assistência técnica das marcas da Stellantis, a partir do próximo mês e inicialmente importará dois modelos. Ocuparão, no entanto, salões de exposição independentes.

    O C10 é um SUV elétrico de alcance estendido (como o já descontinuado BMW i3, lançado em 2013) de grande conveniência para um país de dimensões continentais e uma rede de recarga limitada. A grande vantagem é poder viajar sem preocupações sobre recarga e alcance. Trata-se de um SUV médio-grande com bom espaço interno graças ao entre-eixos de 2.825 mm (pouco maior que um Commander) e porta-malas de 475 L.

    Leapmotor

    Se a bateria está próxima a esgotar, basta abastecer com gasolina para o motor-gerador de 95 cv fornecer energia necessária para o motor elétrico traseiro de 215 cv e 32,6 kgf·m. Também pode ser recarregado em tomada como todo elétrico. Alcance declarado na China é de até 1.000 km, mas o Inmetro deve homologar uma distância menor. Haverá também uma versão elétrica convencional.

    O segundo modelo, B10, é também SUV elétrico de dimensões menores, com porte de um Compass. Distância entre eixos é um pouco inferior: 2.735 mm. Há duas opções de baterias e provavelmente a maior de 67,1 kW·h deve ser a escolhida para o Brasil. Motor, na especificação europeia, entrega 218 cv e 24,5 kgf·m.

    Maverick Tremor: espaçosa e bom preço

    Mercado de picapes médias oferece tantas alternativas que classificá-las é tarefa difícil, se consideradas as dimensões da Maverick: comprimento, 5.096 mm; entre-eixos, 3.075 mm; largura, 1.844 mm; altura, 1.758 mm. O entre-eixos, por exemplo, referência de espaço para pernas no banco traseiro, é apenas 10 mm menor que a Hilux; largura (sem espelhos) só 11 mm menos que a japonesa líder de mercado. Apenas no comprimento e na altura o modelo da Toyota se impõe. Contra sua adversária mais direta, Rampage, a comparação é equilibrada em tamanho. Embora a Maverick perca nos ângulos central e de saída, ganha no ângulo de entrada. Caçamba de 943 litros da picape da Ford é apenas 6% menor que da Ram.

    Ford Marverick

    Motor a gasolina 2-L, turbo, 253 cv, 38,7 kgf·m e o câmbio automático de oito marchas vão muito bem na Tremor, que se destaca pelo silêncio de marcha e o bom desempenho, tanto em uso urbano quanto em estrada. Consumo de combustível, obviamente, foi alto durante a avaliação em asfalto e terra, porém dentro do previsível para veículos deste porte: 7,7 km/l (cidade) e 10,7 km/l (em autoestrada). Uma de suas boas características é o diâmetro de giro que, embora não informado pelo fabricante, facilita manobras de retorno e de estacionamento (com ajuda de câmaras em visão de 360°).

    Na parte interna, a central multimídia tem tela maior de 13,2 pol. Sensores de proximidade ajudam ao estacionar. Boa posição de guiar, mais parecida com a de automóvel do que de picape. Espaço para os passageiros no banco traseiro rivaliza com modelos de maior porte. Acabamento explora diferentes materiais e texturas.

    Maiores destaques da versão Tremor: elevação da suspensão em 22 mm e vão livre ao solo de 226 mm. Melhora toda a geometria off-road com ângulos de 30,9º de entrada, 21,3º de saída e 20º, central. Há ainda bloqueio do diferencial traseiro, botão 4WD que indica tração 4×4 constante, pneus do tipo todo-terreno 235/65R17, controle de velocidade e modo de condução fora-de-estrada. Ganchos de reboque na cor laranja diferenciam esta versão.

    Importada sem imposto do México, preço é competitivo: R$ 239.990.


     



    Fonte: Auto Industria

  • Stellantis tem 23% do mercado sul-americano. Poderia deter ainda mais.

    Stellantis tem 23% do mercado sul-americano. Poderia deter ainda mais.

    Em meio à troca de comando na região anunciada nesta semana, com Herlander Zola assumindo o posto de Emanuele Cappellano, nomeado para novas funções na Europa, a Stellantis se permite comemorar bom desempenho comercial na América do Sul ao longo de 2025.

    Na soma de suas cinco principais marcas vendidas na região — Fiat, Jeep, RAM, Peugeot e Citroën —, a montadora sustenta quase um quarto dos licenciamentos após os primeiros nove meses do ano e com larga margem na dianteira. Mais precisamente:  entregou aos clientes finais 735,6 mil automóveis e comerciais leves, 23% do total.

    O Brasil  segue como o responsável por enorme parcela dos negócios. Foram negociadas no País 536,4 mil unidades, mais de 29% de participação, enquanto na Argentina, segundo maior mercado sul-americanos da empresa, 148,5 mil veículos do grupo chegaram às ruas, o equivalente a 31,3%.

    Os números do grupo poderiam ser ainda melhores caso a Citroën e, principalmente, a Peugeot estivessem colhendo resultados  mais expressivos no mercado brasileiro.

    A Citroën até vem registrando recuperação, fruto em boa medida do lançamento do SUV Basalt. Acumulou 28 mil automóveis e comerciais leves negociados de janeiro a setembro, crescimento de 15% diante do avanço médio de 3% do mercado.

    A Peugeot, muito ao contrário. Com somente 17 mil veículos vendidos, recuou 14% e aparece agora apenas na 17ª colocação no ranking de marcas, atrás até mesmo da coirmã de grupo RAM, dedicada somente a picapes de alto valor agregado. e imediatamente à frente da BMW, marca de modelos premium.

    O Peugeot com mais licenciamentos no Brasil em 2025 é o novíssimo SUV 2008. Ainda assim, teve apenas 8,9 mil licenciamentos, nem 1 mil unidades mensais. O 208, modelo de entrada, atingiu somente 6,7 mil, menos de 750 unidades por mês.

    LEIA MAIS

    → Herlander Zola é o novo CEO da Stellantis na América do Sul

    → Peugeot enxerga a chegada das versões híbridas como forças para crescer

    As vendas do hatch, na verdade, despencaram 43%. De janeiro a setembro do ano passado, haviam superado 15,3 mil emplacamentos.

    É cenário quase que oposto ao que ocorre com a Peugeot na Argentina, onde os dois modelos são fabricados. Lá, informa a Acara, associação das concessionárias de veículos, é a 5ª marca mais vendida, com 41,5 mil veículos, quase três vezes mais do que no Brasil, portanto.

    E o 208 está na briga direta pela liderança de vendas de automóveis de passeio. Com 24,6 mil unidades acumuladas até setembro, ocupa o 3º posto, mas muito próximo dos líderes Toyota Yaris e Fiat Cronos, que têm 26 mil licenciamentos.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • VW Tiguan 2025 tem R$ 40 mil de desconto antes da reestilização

    VW Tiguan 2025 tem R$ 40 mil de desconto antes da reestilização

    Encontrar um VW Tiguan com desconto de R$ 40 mil pode parecer mentira, mas é uma oportunidade real no mercado. O SUV de 7 lugares está com o preço bem mais baixo em algumas lojas antes de receber mudanças. Acompanhe o Garagem360 e veja como aproveitar a oferta!

    Onde encontrar o VW Tiguan com desconto?

    Com preço de tabela de R$ 305.990, o Volkswagen Tiguan Allspace R-Line foi encontrado por R$ 265.990 em uma concessionária autorizada.

    VW Tiguan com desconto
    VW Tiguan Allspace R-Line. Foto: Divulgação / Volkswagen



    Fonte: Garagem 360

  • Chevrolet vai voltar a vender Opala e Monza no Brasil; entenda

    Alguns dos carros clássicos que fizeram sucesso nos anos 70, 80 e 90 serão novamente vendidos no Brasil pela Chevrolet. É que a marca americana lança o programa Vintage, criado para celebrar os 100 anos da General Motors (GM) no Brasil. A iniciativa contempla duas frentes: preservação máxima da originalidade e projetos restomod, que unem design clássico a tecnologias modernas.

    Os primeiros carros antigos que serão vendidos são  Monza 500 EF 1990, pioneiro nacional com injeção eletrônica; o Omega CD 1994, que recebeu motor atualizado com kit Irmscher 3.6L; o Opala SS 1979, equipado com motor 4.1L adaptado à injeção eletrônica; e a S10 Rally 2004, criada para competições off-road e agora homologada para o uso em vias públicas. Um Kadett GSi 1992 também está em fase final de preparação.

    Mas para quem espera comprar um carro antigo com a facilidade de um zero quilômetro, só per ser vendido por uma montadora, terá que aguardar. Serão apenas 10 carros no Chevrolet Vintage, que serão leiloados em etapas a partir de 2025, em formato presencial e online. Parte do valor arrecadado será revertida para o Instituto General Motors (IGM), em apoio a projetos sociais.


    Chevrolet Vintage vai restaurar e vender carros antigos
    Chevrolet Vintage vai restaurar e vender carros antigos • Divulgação

    A iniciativa tem dado do próprio presidente da GM América do Sul, Santiago Chamorro, que é entusiasta de modelos antigos.

    “Resgatar e transformar esses modelos em verdadeiras peças únicas de coleção, com todo o rigor e dedicação da nossa engenharia, é uma forma de honrar esse legado e, ao mesmo tempo, oferecer algo especial aos consumidores apaixonados”, afirma.

    A grande diferença dos antigos do projeto Vintage é que os carros são validados pela engenharia da GM em todas as etapas. Cada veículo passa por testes no Campo de Provas da Cruz Alta, em Indaiatuba (SP), incluindo ensaios de dinâmica, frenagem, ruídos e vibrações, assegurando autenticidade e confiabilidade.


    Chevrolet Vintage vai restaurar e vender carros antigos
    Chevrolet Vintage vai restaurar e vender carros antigos • Divulgação

    Além disso, o processo de restauração conta com o banco de dados original da Chevrolet, que inclui manuais, acabamentos originais e banco de imagens. Esse material garante fidelidade até em detalhes como tonalidades de pintura e componentes metálicos. Já nas versões restomod, o trabalho de engenheiros da própria GM garante projeto seguros e dentro dos parâmetros legais.

    Todos os carros do Vintage ainda não foram revelados, mas o programa também destaca a valorização dos chamados “neoclássicos”, veículos das décadas de 1990 e 2000 que vêm ganhando importância no mercado de colecionáveis.

    Com o Vintage, a Chevrolet reforça sua ligação com a memória automotiva nacional, uma vez que tem apostado em carros elétricos chineses como o Spark EUV.


    Chevrolet Vintage vai restaurar e vender carros antigos
    Chevrolet Vintage vai restaurar e vender carros antigos • Divulgação

    MC Daniel compra esportivo Chevrolet Corvette; veja as especificações



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Carro PCD com perda total precisa pagar IPI? STJ bate o martelo

    Carro PCD com perda total precisa pagar IPI? STJ bate o martelo

    A transferência de carro com isenção PCD sinistrado para a seguradora sempre gerou muitas dúvidas sobre impostos. Agora, uma decisão importante do Superior Tribunal de Justiça (STJ) colocou um ponto final nessa discussão. Quer entender melhor? Acompanhe o Garagem360 e saiba mais!

    Entenda a decisão sobre o carro com isenção PCD sinistrado

    Recentemente, a 1ª Turma do STJ decidiu que o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) não deve ser cobrado nesses casos. Ou seja, se um carro comprado com isenção para PCD sofrer um acidente com perda total antes de dois anos, a seguradora não precisa pagar o imposto ao receber o salvado.

    transferência de carro com isenção PCD sinistrado
    Ford Ecosport é um dos carros PCD mais buscados. Foto: Reprodução



    Fonte: Garagem 360