Autor: automoveis

  • Frota de motos cresce em 2025 e rejuvenesce

    Frota de motos cresce em 2025 e rejuvenesce

    Enquanto a frota de autoveículos teve crescimento de apenas 1,5% de 2024 para 2025, atingindo 48,8 milhões de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus, a de motocicletas evoluiu 4,1%, totalizando 14,6 milhões de unidades,

    Esse aumento contribuiu para um rejuvenescimento da frota de veículos de duas rodas no País, movimento que contrasta com o envelhecimento verificado em automóveis e caminhões.

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    Eletrificados podem chegar a 50% da frota até 2040, prevê Sindipeças

    Frota brasileira envelhece e idade média sobe para de 11 anos

    Conforme a edição 2026 do relatório do Sindipeças sobre a frota circulante, a idade média das motos que rodam nas estradas e ruas brasileiras baixou de 8 anos para 7 anos e 8 meses no comparativo interanual.

    “Por estarem sujeitas a maiores riscos de acidentes e perda total, as motocicletas têm taxa de sucateamento (scrap rate) maior do que a dos veículos de quatro rodas”, explica o Sindipeças, lembrando que a menor idade média das motos no país foi em 2016, da ordem de 6 anos e 10 meses.

    O mercado de motos desacelerou no final da década passada, retomando crescimento a partir de 2020.

    Na avaliação do Sindipeças, os resultados ganharam tração favorecidos pelo elevado preço dos automóveis, facilidades de pagamento (consórcios), agilidade nos deslocamentos mais curtos, aumento das entregas em domicílio (delivery) e preferência pelo transporte individual.

    O Sindiepças ressalta,  contudo, que a idade média de 7 anos e 8 meses das motos, embora menor do que a dos carros e caminhões, não necessariamente é a ideal.

    “É importante pontuar que as motocicletas mais antigas representam riscos de segurança devido ao desgaste de componentes essenciais, contribuem para maiores emissões de poluentes e elevam os custos de manutenção para os proprietários”, complementa a entidade.


     



    Fonte: Auto Industria

  • Renovação automática da CNH: entenda o que muda na prática

    A medida provisória 1327/25, que permite a renovação automática da CNH (Carteira Nacional de Habilitação) e foi aprovada no Plenário do Senado nesta terça-feira (12), beneficiará milhões de condutores em todo o país com uma série de mudanças no CTB (Código de Trânsito Brasileiro).

    Entre os novos pontos incluídos no texto, destaque para a renovação automática do documento voltado aos condutores cadastrados no RNPC (Registro Nacional de Positivos de Condutores). Entenda como as mudanças impactarão a rotina viária em todo o país.

    Renovação automática

    A principal novidade é a agilidade para quem mantém um bom histórico no trânsito. No entanto, o benefício possui restrições importantes baseadas na idade e em condições médicas:

    • Regra geral: renovação automática é permitida para cadastrados no RNPC (motoristas que não cometeram infrações de trânsito sujeitas a pontuação nos 12 meses anteriores).
    • Condutores de 50 a 69 anos: o recurso da renovação automática só poderá ser utilizado uma única vez.
    • Exceções: a regra não se aplica a motoristas com 70 anos ou mais, nem a condutores que tenham o prazo de renovação reduzido por recomendação médica.
    • Exames: mesmo com o documento renovado automaticamente, o condutor continua obrigado a realizar os exames de aptidão física e mental.

    Outras mudanças aprovadas

    • Tarifa única nacional

    Para combater as variações de preços entre os estados, a Senatran (Secretaria Nacional de Trânsito) passará a fixar um preço público único para os exames de aptidão física, mental e avaliação psicológica.

    O objetivo do Governo Federal é eliminar as tabelas estaduais discrepantes, tornando o processo menos oneroso.

    Segundo o Ministério do Transportes, a medida visa reduzir barreiras de acesso, combater a informalidade e promover a inclusão social ao baratear o custo total para obter ou manter a habilitação.

    • Exames obrigatórios

    Apesar da simplificação administrativa, o rigor técnico foi mantido. O relator da medida acolheu emendas para garantir que médicos e psicólogos peritos — obrigatoriamente especialistas em medicina do tráfego ou psicologia do trânsito — continuem sendo os responsáveis pelas avaliações.

    A avaliação psicológica segue obrigatória para:

    • Candidatos à primeira habilitação.
    • Motoristas que exercem ou pretendem exercer atividade remunerada com o veículo.

    CNH em dois formatos

    O condutor agora tem autonomia para decidir o formato do seu documento. A CNH, que mantém sua validade como documento de identidade em todo o Brasil, poderá ser emitida em meio físico, digital ou em ambos os formatos, conforme a preferência do cidadão.

    O que idosos precisam fazer para renovar a CNH?

     



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Adeus, T-Cross: brasileiro quer pagar R$ 129 mil em um SUV

    Adeus, T-Cross: brasileiro quer pagar R$ 129 mil em um SUV

    O Hyundai Creta voltou a colocar pressão sobre a Volkswagen em maio. Em parcial de vendas do mês, o SUV da Hyundai aparece na liderança do segmento, à frente do T-Cross, do BYD Song e de outros nomes fortes da categoria.

    O movimento acontece em meio a uma oferta agressiva da marca. Na página oficial da Hyundai, o Novo Creta Comfort Safety 2026/2027 aparece por R$ 129.990 com usado na troca, condição que ajuda a explicar por que o modelo segue tão competitivo na briga pelos SUVs mais vendidos.

    A promoção é válida para o Creta Comfort 1.0 TGDI automático 2026/2027, com bônus de até R$ 19 mil no usado entregue como parte do pagamento. A oferta vale de 1º de maio a 3 de junho de 2026, ou enquanto durarem os estoques, segundo as condições oficiais da Hyundai.

    Confira também: BYD se junta a grande clube brasileiro para derrubar Palmeiras: R$ 600 milhões

    Creta passa o T-Cross e vira alvo principal em maio

    Na parcial de maio, o Creta aparece com 1.971 unidades vendidas, contra 1.660 unidades do Volkswagen T-Cross. A diferença ainda pode mudar até o fechamento do mês, porém o recorte já mostra uma disputa mais apertada do que a liderança isolada de outros períodos.

    Hyundai Creta Cinza na rua

    Imagem: Divulgação/Hyundai

    A força do Creta também chama atenção porque o segmento está mais embolado. O BYD Song aparece logo atrás, com 1.644 unidades, enquanto o VW Tera soma 1.631 unidades e o Chevrolet Tracker registra 1.511 unidades.

    Modelo Vendas parciais em maio Posição
    Hyundai Creta 1.971
    VW T-Cross 1.660
    BYD Song 1.644
    VW Tera 1.631
    Chevrolet Tracker 1.511
    Chevrolet Sonic 953 12º

    R$ 129.990 mexe com a disputa dos SUVs

    O preço promocional do Creta cria um ponto sensível para os rivais. Isso porque o consumidor que procura um SUV compacto automático encontra uma opção conhecida, com motor turbo e pacote de equipamentos relevante, em uma faixa que conversa diretamente com o bolso.

    Hyundai Creta na estrada

    Imagem: Divulgação/Hyundai

    Entre os destaques da versão anunciada estão:

    • motor Kappa 1.0 TGDI;
    • transmissão automática;
    • pacote ADAS completo de segurança;
    • serviço de carro conectado Bluelink;
    • multimídia com conexão sem fio.

    A Hyundai informa que o valor depende da troca de um seminovo. O bônus não é pago em dinheiro e serve apenas como acréscimo ao valor do usado aceito na negociação.

    Condições para usar o usado na troca

    A oferta tem regras importantes. O usado precisa estar no nome do comprador ou de parente de primeiro grau, como pais, filhos ou cônjuge, mediante comprovação documental.

    Também são aceitos veículos de qualquer marca e modelo, desde que sejam seminovos em boas condições de uso, com manual, chave reserva, certificado de garantia e revisões realizadas conforme recomendação da fabricante.

    Liderança mostra o apetite do brasileiro por SUV

    O desempenho do Creta reforça um comportamento claro do mercado: mesmo com preços altos, o brasileiro ainda prioriza SUVs quando encontra uma condição comercial mais atrativa.

    Nesse cenário, o T-Cross continua forte, mas vê a Hyundai abrir vantagem em um mês de disputa intensa. A chegada de novos nomes, como o Chevrolet Sonic, também pressiona a categoria e amplia a briga por consumidores que buscam preço, tecnologia e sensação de vantagem na compra.

    Para o Creta, o recado é direto: a combinação entre liderança parcial, motor turbo, pacote de segurança e oferta com usado na troca coloca o SUV em uma posição difícil de ignorar.

    E você, como avalia o desempenho do mercado brasileiro? Comente e compartilhe a sua opinião.



Fonte: Garagem 360

  • Audi Q9 tem novas imagens reveladas; confira imagens

    A Audi revelou, nesta terça-feira (12), novas imagens do Q9, modelo que estreia a categoria de SUV “Full Size” na montadora. Apesar do envelopamento de camuflagem na carroceria, já é possível analisar os detalhes do interior e a silhueta da primeira geração do modelo.

    Com lançamento global previsto para os próximos dois meses, o modelo chega para ocupar o topo da hierarquia de utilitários esportivos da marca. Focado no conceito de “espaço de convivência móvel”, como aponta Gernot Döllner, CEO da Audi, em comunicado oficial, o Q9 aposta em um interior ultraluxuoso que comporta até sete ocupantes, introduzindo tecnologias de conveniência que prometem tornar a jornada mais importante que o destino final.

    Para Döllner o modelo representa uma mudança de paradigma no DNA da fabricante: “Com o Q9, o conceito de ‘Vorsprung durch Technik’ (avanço pela tecnologia) é cada vez mais definido pela experiência a bordo. Os carros há muito tempo são muito mais do que apenas um meio de transporte; são espaços de convivência móveis para nossos clientes.”

    Conforto de classe executiva

    O espaço é o protagonista do Q9. O modelo oferece duas configurações principais: uma voltada para famílias grandes, com sete lugares, em que a segunda fileira permite a instalação de três cadeirinhas infantis simultaneamente; e a configuração opcional de seis lugares, que transforma o SUV em uma sala VIP simulada. Nesta última, a fileira central recebe assentos individuais elétricos com ventilação ativa e ajustes dignos de uma classe executiva de aviação.

    A praticidade também foi automatizada: os encostos da terceira fileira podem ser rebatidos individualmente por meio de comandos elétricos, facilitando a transição entre o transporte de passageiros e a ampliação do porta-malas, que conta com um novo sistema de trilhos de alumínio e ganchos ajustáveis para organizar a carga.

    Portas elétricas e teto inteligente

    Pela primeira vez em um Audi, todas as portas possuem acionamento 100% elétrico. Elas podem ser operadas via aplicativo, chave, MMI ou até pelo pedal do freio. Para garantir a segurança, sensores de proximidade detectam obstáculos ou a aproximação de ciclistas, impedindo a abertura se houver risco de colisão.

    No teto, o Q9 ostenta uma peça de engenharia de 1,5 m²: o teto solar panorâmico utiliza tecnologia de transparência ajustável em nove segmentos independentes. Ao toque de um botão, o vidro torna-se opaco para bloquear o sol, refletindo 99,5% da radiação UV e eliminando a necessidade de uma persiana física. Ao estacionar, o teto escurece automaticamente para garantir a privacidade do interior.

    Imersão e materiais

    A Audi elevou o padrão sensorial com o novo sistema de som Bang & Olufsen 4D. Além dos alto-falantes nos encostos de cabeça, que permitem atender chamadas sem interromper o som para os demais passageiros, o sistema utiliza atuadores nos bancos para que os ocupantes sintam fisicamente as vibrações da música. A experiência é integrada à Luz de Interação Dinâmica (IAL), uma faixa de LED que percorre todo o painel e sincroniza cores com o ritmo sonoro ou capas de álbuns.

    O acabamento interno foge do óbvio, utilizando materiais sustentáveis e sofisticados como:

    • Lã de alpaca e microfibra dinâmica.
    • Couro Nappa e detalhes em freixo natural.
    • Detalhes em fibra de carbono e cinza basalto.

    Praticidade e conectividade

    O console central foi redesenhado para a era digital, oferecendo duas bases de carregamento sem fio rápidas (padrão Qi2.2) e portas USB-C de 100 watts, capazes de carregar notebooks. Como bônus para aventureiros, a Audi confirmou que todos os Q9 sairão de fábrica com um rack de teto incluso para as barras de série.

    Audi Q7 2025 muda visual e ganha tecnologias; saiba preço



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Frota brasileira envelhece e idade média sobe para 11 anos

    Frota brasileira envelhece e idade média sobe para 11 anos

    Afrota circulante brasileira cresceu em 2025, mas em ritmo inferior ao de 2024. Considerando leves e pesados, houve alta de 1,5%, para 48,8 milhões de autoveículos. O índice anterior tinha sido de 2%.

    Do total (veja tabela abaixo), 39,5 milhões são automóveis (expansão de 1,2% em um ano) e 6,6 milhões são comerciais leves (alta de 3,4%). Os caminhões somam 2,28 milhões de unidades rodando nas estradas brasileiras (mais 1,8% sobre 2024) e os ônibus, 401,5 mil (mais 1,6%).

    Quanto à idade média, que em autoveículos passou de 10 anos e 11 meses para 11 anos de 2024 para 2025, há variações expressivas por segmento, conforme relatório da frota circulante – edição 2026 publicada no site do Sindipeças (tabela abaixo).

    No caso dos automóveis, por exemplo, houve alta de 11 anos e 2 meses para 11 anos e 5 meses. Também envelheceu a frota de caminhões, cuja idade média subiu de 12 anos e 2 meses para 12 anos e 3 meses.

    Já a frota de comerciais leves manteve a idade média em 8 anos e 11 meses, enquanto a de ônibus teve redução de 11 anos e 4 meses para 11 anos e 3 meses.

    Com relação às motos, a frota circulante teve expansão mais expressiva do que as registradas em autoveículos, da ordem de 4,1%, para 14,58 milhões, o que gerou redução na idade média de 8 anos para 7 anos e 8 meses.

    Como destaca o Sindipeças em seu relatório, a frota brasileira, a despeito de certos avanços, manteve tendência de envelhecimento no ano passado, “exprimindo as dificuldades de renovação e os desafios associados ao processo de descarbonização”.

    Da frota total de autoveículos, 41,5 milhões são de modelos produzidos no Brasil — participação de 85% — e 7,3 milhões de unidades importadas.

    Incluindo as motos (14,58 milhões), são 63,4 milhões de veículos com duas rodas ou mais circulando atualmente no País, crescimento de 2,1% em relação ao ano anterior (62,1 milhões).

    “Embora se note menor ritmo frente a 2024 (+2,8%), a variação se manteve acima da média observada na última década, que foi de 1,2%”, informa o Sindipeças.

    Invasão chinesa eleva participação dos importados

    A entidade avalia que, do ponto de vista econômico, o menor incremento da frota brasileira em 2025 pode ser explicado por diversos fatores, incluindo uma redução na evolução do PIB, desaceleração da economia no segundo semestre e piora das condições de crédito.

    “Do lado dos importados, a invasão de marcas chinesas, em comunhão com a valorização do real e o aumento do interesse dos brasileiros por veículos eletrificados, assegurou maior participação desses veículos na frota circulante nos últimos dez anos, igualando-se à de 2016 (15%). Tal movimento se conecta à expansão de 29,3% das vendas de veículos importados em 2025”, complementa o Sindipeças.

    Apesar da demanda crescente por veículos elétricos e híbridos, os veículos flex mantiveram predomínio na frota, com participação ao redor de 78%.




    Foto: IA



    Fonte: Auto Industria

  • À frente em 2026, Song é o oponente da vez e ameaça à hegemonia do Compass

    À frente em 2026, Song é o oponente da vez e ameaça à hegemonia do Compass

    A Jeep está comemorando o crescimento de 6% nos emplacamentos do Compass em 2026. Com os 4,2 mil licenciamentos em abril, o modelo acumulou 18,3 mil unidades entregues aos clientes finais no primeiro quadrimestre.

    O total negociado nesse período, porém, ficou pouca coisa abaixo das 18,6 mil unidades alcançadas pelo BYD Song — 6 mil só em abril — , que pela primeira vez ultrapassou o Compass e entra com vigor no rol dos candidatos a quebrar a hegemonia de nove anos do representante da Jeep no segmento de SUVs médios.

    Isso porque, os licenciamentos do Song cresceram quase dez vezes mais em um ano, precisamente 58%, segundo levantamento da Fenabrave.

    É um feito e tanto para o modelo que desembarcou no País como Song Plus no fim de 2022 e em meados do ano passado ganhou a versão de entrada Pro, ambas com motorização híbrida — tecnologia que o Compass ainda não dispõe, mas que foi lançada há menos de dois meses no Renegade e Commander, os outros dois Jeep nacionais.

    Desde que começou a ser produzido em Goiana, PE, o Compass passou a ser o “SUV médio a ser batido”. Muitos tentaram, mas sem sucesso. Quem mais se aproximou dessa glória foi o prestigiado e também híbrido Corolla Cross ao longo de cinco anos consecutivos.

    Em 2025, quase chegou lá, com 59,7 mil licenciamentos contra 61,3 mil do Compass. Não fosse a paralisação das linhas de montagem por conta do vendaval que destruiu, em setembro, a fábrica de motores da Toyota de Porto Feliz, SP, talvez tivesse suplantado o concorrente.

    Assim, cabe agora ao Song, que passou a ser montado em Camaçari na versão Pro em outubro do ano passado, a oportunidade de fazer história e desbancar o Compass do topo ao longo de todo um ano de vendas.

    E 2026 representa uma oportunidade e tanto, já que para 2027 a Stellantis prepara a segunda geração do utilitário esportivo, novidade aguardada por muitos dos atuais e prováveis consumidores da marca, que ainda se deparam com o mesmo desenho de uma década atrás, apenas com discretas atualizações, e presente em mais de 552 mil unidades que rodam pelo País.

    Outro bom motivo para que a BYD nutra expectativa de um 2026 vitorioso entre os SUVs médios: em ano repleto de lançamentos — não só chineses — que concorrem na mesma faixa de preço, o Compass tem dependido mais das vendas diretas. Sinal que tem “sentido os golpes”.

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    → Porto Real começa a montar o Jeep Avenger

    → SUVs: alvo preferencial das chinesas, que já têm mais de 20% das vendas.

    De cada dez unidades emplacadas do SUV de janeiro a abril, seis foram negociadas diretamente pela montadora. Esse índice de 60% é também da marca Jeep. São 8 pontos porcentuais a mais do que a fatia registrada em 2025 e muito acima da média das vendas diretas de carros de passeio, limitadas a 43,5% no primeiro quadrimestre.

    Ainda assim, enquanto o mercado de automóveis avançou 19,5%, os licenciamentos da Jeep ficaram praticamente estáveis frente ao primeiro quadrimestre de 2025 e a participação baixou de 6,5% para 5,4%.

    Em outras palavras, a Jeep e seus concessionários esperam por momento de maior demanda pela sua linha e vendas de melhor qualidade.

    Natural, portanto, a ansiedade de contar com o Avenger, novo modelo de entrada que ainda em meados deste ano chegara às revendas saído de Porto Real, RJ, mas igualmente com o Compass de segunda geração para manter ou sustentar seu domínio na categoria que mais tem recebido novidades de 2024 para cá e outras várias programadas para os próximos meses.


    Foto: IA/Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Venda de motocicletas anota recorde no 1º quadrimestre

    Venda de motocicletas anota recorde no 1º quadrimestre

    A Abraciclo, associação que representa os fabricantes do setor de duas rodas no País, consolidou balanço do primeiro quadrimestre com registro de recorde nas vendas de motocicletas. Os emplacamentos no período somaram 782,3 mil unidades, volume 19,1% superior ao anotado um ano antes (656,7 mil).

    Também as vendas de abril estabeleceram recorde mensal com 210,1 mil licenciamentos, alta de 15,3% na comparação com o mesmo mês do ano passado (182,7 mil). Em relação a março, no entanto, quando o mercado absorveu 221,6 mil unidades, o resultado foi penalizado devido ao menor número de dias úteis com queda de 5%.

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    Nos quatro primeiros meses, saíram das linhas de montagem do Polo Industrial de Manaus (PIM) 184,4 mil motocicletas, volume em crescimento de 6,5% na comparação o primeiro quadrimestre de 2025 (173,2 mil). De acordo com a Abraciclo, foi o melhor desempenho para o período desde 2008.

    “O resultado reflete o aumento da demanda por motocicletas, com as fabricantes operando em ritmo forte para atender ao mercado”, resume em nota Marcos Bento, presidente da Abraciclo.

    Também em função do menor número de dias úteis de abril, as 184,5 mil motos produzidas no mês passado representaram recuo de 13,3% em relação a março (212,7 mil), porém 16,5% maior sobre o anotado há um ano (173,2 mil).

    Por fim, as exportações cresceram 22,7% no acumulado do ano, para 14.925 motocicletas embarcadas. Somente em abril, as remessas somaram 3,4 mil unidades, aumento de 38% na comparação com abril do ano passado (2,5 mil), mas queda de 24,4% em relação a março (4,6 mil).


    Foto: Divulgação Honda



    Fonte: Auto Industria

  • Chevrolet anuncia Onix no preço de Mobi; Montana tem parcelas de R$ 2.699

    Chevrolet anuncia Onix no preço de Mobi; Montana tem parcelas de R$ 2.699

    A Chevrolet decidiu “chutar o balde” em maio de 2026. Em uma manobra agressiva para reconquistar a liderança do varejo, a montadora anunciou condições que desafiam a lógica das categorias.

    O grande destaque é o Chevrolet Onix, que está sendo oferecido com um valor que “atropela” seu segmento e encosta no preço de tabela do Fiat Mobi, o carro de entrada da concorrência.

    No outro extremo, a picape Montana entra no jogo com um plano de financiamento focado em parcelas que cabem no planejamento mensal.

    Confira os valores e as condições exatas para aproveitar essa janela de ofertas da General Motors.

    Onix no preço de Mobi: Como funciona?

    A estratégia da Chevrolet é clara: oferecer um carro de segmento superior (hatch compacto) pelo preço de um subcompacto.

    Enquanto o Fiat Mobi Like 2026 tem seu preço de tabela fixado em R$ 83.490, a Chevrolet reduziu o valor do Onix 1.0 para um patamar promocional de R$ 84.990.

    Em condições selecionadas, uma diferença mínima para um veículo que entrega mais espaço, 6 airbags e tecnologia superior.

    • Preço Promocional do Onix: A partir de R$ 84.990,00 (valor à vista).

    • Vantagem: O cliente leva um hatch com nota máxima em segurança e motor 1.0 moderno pagando praticamente o mesmo que investiria no modelo mais barato da Fiat.

    • Disponibilidade: A oferta é válida para unidades em estoque nas concessionárias participantes e foca no faturamento dentro do mês de maio de 2026.

    Chevrolet Montana com parcelas de R$ 2.699

    Para quem busca a versatilidade de uma picape com conforto de SUV, a Chevrolet Montana 2026 entra em oferta com foco no financiamento.

    A montadora desenhou um plano de parcelas facilitadas de R$ 2.699,00, permitindo que o consumidor suba de categoria sem um desembolso mensal estratosférico.

    Condições do financiamento:

    Oportunidade de “Up” na Garagem

    A ofensiva da Chevrolet em maio de 2026 foca no custo-benefício psicológico. Ao colocar o Onix para brigar no preço do Mobi, a marca obriga o consumidor a repensar a compra do modelo de entrada.

    Já com a Montana, a estratégia das parcelas de R$ 2.699 torna a picape uma opção viável contra SUVs menores.

    Se você estava esperando um sinal para trocar de carro, o bônus agressivo da GM este mês é o seu sinal verde.



    Fonte: Garagem 360

  • Novo SUV, rival do Ford Mustang  e Chevrolet Blazer, inicia as vendas no Brasil

    Novo SUV, rival do Ford Mustang e Chevrolet Blazer, inicia as vendas no Brasil

    O mercado de utilitários esportivos elétricos de luxo ganha um novo e sofisticado competidor em maio de 2026.

    Lexus acaba de dar início às vendas do seu primeiro modelo 100% elétrico em solo brasileiro: o Lexus RZ 500e.

    Com uma proposta que une o refinamento japonês à alta performance sustentável, o novo SUV chega com a missão de desafiar o Ford Mustang Mach-E e a Chevrolet Blazer EV.

    O lançamento marca uma nova era para a marca no país, trazendo tecnologia de tração integral avançada e um design que promete roubar a atenção nas ruas.

    Duelo de Gigantes: RZ 500e vs. Mustang e Blazer

    Lexus RZ 500e (foto: Divulgação)

    A chegada do novo  Lexus RZ 500e. movimenta a faixa de preço e performance onde o Ford Mustang Mach-E e a Chevrolet Blazer EV já atuam. A disputa em 2026 foca na entrega de autonomia e sofisticação:

    Lexus RZ 450e:

    • O diferencial japonês está no sistema de tração Direct4, que distribui a força entre os eixos de forma instantânea para garantir estabilidade superior.

    • Ele foca em um luxo mais silencioso e acabamento artesanal, tentando atrair o público que busca exclusividade frente ao perfil mais “esportivo/muscular” dos rivais.

    Ford Mustang Mach-E:

    • Continua sendo a referência em aceleração emocional e design icônico, mantendo-se como o rival a ser batido por quem prioriza o legado da marca Mustang.

    Chevrolet Blazer EV:

    • Apostando no porte robusto e em um ecossistema de tecnologia integrada, a Blazer é a concorrente direta em termos de espaço interno e presença visual agressiva.

    Valores e Disponibilidade em Maio de 2026

    Lexus RZ 500e (foto: Divulgação)

    Para entrar na briga de igual para igual com Mustang e Blazer, a Lexus posicionou o RZ 500e com um preço competitivo dentro do segmento premium:

    Quem leva a melhor?

    A escolha entre o novo Lexus, o Mustang ou a Blazer agora depende exclusivamente do perfil do comprador.

    Se o foco é luxo impecável e suavidade, o RZ 500e de R$ 474.990 é a novidade do momento.

    Já para quem não abre mão da força bruta americana, os modelos da Ford e Chevrolet continuam sendo opções de peso.

    Com o início das vendas em maio de 2026, a Lexus prova que o mercado de luxo no Brasil está mais elétrico e disputado do que nunca.



    Fonte: Garagem 360

  • Novo SUV de  R$ 299.990 vende  3.136 unidades em 12 minutos e agita o mercado

    Novo SUV de R$ 299.990 vende 3.136 unidades em 12 minutos e agita o mercado

    O mercado de SUVs premium no Brasil acaba de presenciar um fenômeno sem precedentes.

    Em uma demonstração de força e desejo de marca, o Volkswagen Tiguan quebrou recordes de velocidade em vendas durante o lançamento de seu novo lote.

    Com um preço fixado em R$ 299.990,00, o modelo esgotou impressionantes 3.136 unidades em apenas 12 minutos.

    O feito, registrado em maio de 2026, deixou o setor automotivo agitado, confirmando que o SUV da Volkswagen continua sendo um dos objetos de desejo mais cobiçados pelo público de alto poder aquisitivo.

    O fenômeno Tiguan: Tecnologia e Prestígio

    Interior do Volkswagen Tiguan (foto: Divulgação)

    A velocidade das vendas, uma média de mais de 260 carros por minuto, reflete a alta expectativa em torno do Novo Tiguan.

    Por R$ 299.990, o SUV entrega um pacote que une a sofisticação alemã com o que há de mais moderno em motorização e conectividade.

    O sucesso estrondoso de vendas deste lote inicial demonstra que a Volkswagen acertou no equilíbrio entre o valor e a entrega tecnológica do veículo.

    Os compradores, que aguardavam a abertura do sistema de reservas, não hesitaram em garantir a unidade, mesmo diante de um ticket médio de quase trezentos mil reais.

    Dados do Recorde de Vendas

    Impacto no Mercado e Próximos Passos

    Volkswagen Tiguan (foto: Divulgação)

    Essa marca histórica do Tiguan agita o mercado e coloca a concorrência em sinal de alerta.

    O volume de 3.136 unidades vendidas em um piscar de olhos prova que o segmento de SUVs de luxo está extremamente aquecido em 2026.

    Para a Volkswagen, o resultado valida a estratégia de pré-venda digital e o posicionamento do carro no topo da pirâmide de SUVs da marca.

    Devido ao esgotamento relâmpago, a fabricante já estuda a antecipação de novos lotes de importação para atender à demanda reprimida de consumidores que não conseguiram finalizar a compra nos 12 minutos de disponibilidade.



    Fonte: Garagem 360