Autor: automoveis

  • Motor Cummins equipa novo trator de esteira da LiuGong

    Motor Cummins equipa novo trator de esteira da LiuGong

    Além de ter participado da Agrishow com estande próprio, a Cummins foi destaque em outros espaços do principal evento do gênero no País, realizado em Ribeirão Preto, SP, de 27 de abril a 1ª de maio.

    A partir de parceria global, a fabricante de máquinas e equipamentos de uso na extração mineral, construção e agricultura, LiuGong, apresentou nove equipamentos com motorização Cummins durante a feira, incluindo quatro para o mercado brasileiro.

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    Dentre eles, o trator de esteiras TD14N, desenvolvido a partir das necessidades do mercado brasileiro. O equipamento é equipado com o motor QSB5.9, em configuração que entrega 119 kW a 2.200 rpm.

    Atualmente, cerca de 80% dos equipamentos LiuGong comercializados no Brasil contam com motorização Cummins, “refletindo a consistência da parceria entre as empresas e a confiabilidade das soluções adotadas em diferentes aplicações”, comentou Maurício Biadola, diretor de Vendas Off-Highway da Cummins Brasil.

    “Na Agrishow, essa parceria se materializa na presença dos nossos motores em equipamentos desenvolvidos para atender às demandas do agronegócio, evidenciando o desempenho e a flexibilidade das nossas tecnologias em diferentes condições de operação”, complementou o executivo.

    Além dos lançamentos, a LiuGong mostrou outros produtos do seu portfólio com soluções Cummins, dentre os quais o rolo compactador 6612E, com motor QSB4.5, a pá carregadeira 848T Sugar Cane, com o motor B7T3, as escavadeiras 918F e 922E, com motores QSF4 e QSB7, respectivamente, e a escavadeira de rodas W915E, também com o QSB4.5.


    Foto: Divulgação/Cummins



    Fonte: Auto Industria

  • Dolphin Mini ganha sistema Lidar para reverter declínio nas vendas na China

    Dolphin Mini ganha sistema Lidar para reverter declínio nas vendas na China

    Seagull, Dolphin Surf ou Dolphin Mini. O nome varia de mercado, mas o compacto já bem conhecido no Brasil tem sido vital para a ascensão internacional da BYD.

    Aqui, maior mercado da marca chinesa, lidera as vendas de automóveis elétricos a bateria, com mais de 21,6 licenciamentos no primeiro quadrimestre, 45% de todos os carros elétricos vendidos no País e 67% dos BYD elétricos que chegaram às ruas.

    Na China, entretanto, o Seagull vinha perdendo vendas e participação em seu segmento diante do lançamento de vários concorrentes diretos.

    O modelo chegou a vender 34 mil unidades em abril de 2025, mas desde então viu, mês após mês, as entregas aos clientes finais declinarem para o patamar de 5 mil até o primeiro bimestre deste ano.

    Em contrapartida, o Geely EX2 passou a liderar o mercado chinês, e no Brasil, onde foi lançado no transcorrer do segundo semestre do ano passado, também começa a incomodar e, a exemplo do modelo da BYD, será nacionalizado a partir de produção no Paraná até o fim de 2026.

    Era momento mais oportuno — obrigatório, isso sim — de promover uma reviravolta nessa tendência e ela, acredita a BYD, virá com aprimoramento técnico e adoção de recursos como a assistência à condução “God’s Eye”, que utiliza o sistema Lidar.

    O dispositivo, opcional, é a principal atração da linha 2026, que externamente conta com pequenas atualizações estéticas em rodas e lanternas apenas. Mudanças que não devem tardar a chegar à versão brasileira fabricada em Camaçari, BA.

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    A tecnologia Lidar, sigla em inglês para Detecção e Alcance por Luz, faz o monitoramento do entorno do veículo e do trânsito por meio de emissões de laser que medem distâncias e criam mapas precisos do ambiente. Quanto dotado do sistema, o modelo sai para o consumidor chinês por preços a partir de US$ 13,4 mil.

    Em compensação ao desembolso 30% maior do que o da versão de entrada, o proprietário tem, dentre outros recursos, o conforto e segurança de navegação urbana com piloto automático, reconhecimento de semáforos e navegação em rotatórias, sistema de monitoramento do motorista e gravador de vídeo de condução.

    O Seagull oferecido na China segue movido por um único motor elétrico de 55 kW, 74 cv, mas com baterias de 30 kWh ou 39 kWh, que permitem autonomia de 305 km e 405 km, respectivamente, segundo o ciclo de medição chinês.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Novo SUV chinês de R$ 199.990 é vendido a preço de Nissan Kicks para não abandonar o Brasil

    Novo SUV chinês de R$ 199.990 é vendido a preço de Nissan Kicks para não abandonar o Brasil

    A Jetour começou a intensificar as ofertas do SUV híbrido plug-in S06 após o modelo registrar vendas bastante baixas no mercado brasileiro em 2026.

    A marca chinesa tenta ganhar competitividade justamente em um momento em que SUVs eletrificados de BYD, GWM e outras fabricantes começam a dominar cada vez mais espaço no país.

    Com apenas 343 unidades vendidas durante o primeiro semestre de 2026, o S06 ainda aparece pouco nas ruas brasileiras.

    Agora, a estratégia da fabricante envolve descontos agressivos, bônus comerciais e até carregador Wallbox gratuito.

    Além disso, o preço promocional acabou colocando o SUV médio em uma faixa semelhante à de modelos compactos tradicionais como o Nissan Kicks Platinum.

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    Jetour reduz preço do S06 em maio

    O Jetour S06 híbrido plug-in é vendido em duas versões no Brasil.

    A configuração Advance possui preço oficial de R$ 199.990.

    Enquanto isso, a versão Premium parte de R$ 229.990.

    Porém, nas novas campanhas comerciais divulgadas pela fabricante, o S06 Advance passou a custar R$ 184.990.

    Nesse cenário, o desconto total chega a R$ 15.000.

    Além disso, a Jetour também oferece:

    • Wallbox grátis
    • Condições especiais na rede autorizada
    • Oferta válida no site oficial da marca

    Com isso, o SUV médio híbrido acaba ficando abaixo do valor de alguns SUVs compactos a combustão.

    Quanto custa o Nissan Kicks Platinum?

    O Nissan Kicks Platinum aparece atualmente com preço de R$ 199.990.

    A comparação chama atenção justamente porque o Jetour S06 possui porte maior, motorização híbrida plug-in e desempenho superior em vários números técnicos.

    Mesmo assim, o modelo chinês acabou ficando mais barato na campanha atual.

    Jetour S06 aposta em tamanho e desempenho

    O Jetour S06 entra na categoria dos SUVs médios.

    O modelo possui:

    • 4.616 mm de comprimento
    • 1.910 mm de largura
    • 1.690 mm de altura
    • 2.720 mm de entre-eixos

    O porta-malas oferece 416 litros de capacidade.

    Com o banco traseiro rebatido, o volume sobe para 907 litros.

    Na motorização, o SUV utiliza conjunto híbrido plug-in formado por:

    • Motor 1.5 turbo a gasolina
    • 135 cv de potência no motor térmico
    • Motor elétrico de 204 cv
    • Torque combinado de 52 kgfm
    • Transmissão automática 1-DHT

    Segundo a fabricante, o torque é o maior entre os concorrentes diretos.

    Além disso, o SUV acelera de 0 a 100 km/h em 7,8 segundos e atinge velocidade máxima de 180 km/h.

    SUV híbrido promete até 1.200 km de autonomia

    Outro destaque do Jetour S06 envolve os números de autonomia e eficiência energética.

    O SUV utiliza bateria de 19,43 kWh.

    Segundo dados do Inmetro, o modelo consegue rodar até 70 km no modo 100% elétrico.

    Já combinando tanque cheio e bateria carregada, a autonomia total pode alcançar até 1.200 km.

    No Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular, o SUV recebeu classificação “A”.

    Os números divulgados incluem:

    • Consumo combinado de 32,9 km/l
    • Eficiência energética de 0,62 MJ/km
    • Consumo híbrido de 13,4 km/l com bateria baixa

    Além disso, a bateria possui certificação IP68 contra água e poeira.

    Equipamentos e garantia tentam aumentar competitividade

    Mesmo na versão de entrada, o S06 oferece uma lista ampla de equipamentos.

    Entre os principais itens estão:

    • Ar-condicionado digital dual zone
    • Saída de ar para banco traseiro
    • Chave presencial
    • Partida remota
    • Rodas aro 18”
    • Bancos em couro sintético
    • Porta-malas elétrico
    • Seis airbags
    • Controle de estabilidade
    • Assistente de saída em rampas

    A Jetour também aposta na garantia para tentar aumentar a confiança do consumidor brasileiro.

    A cobertura inclui:

    • 7 anos ou 150 mil km para o veículo
    • 8 anos ou 160 mil km para bateria e motor elétrico

    Além disso, a marca afirma possuir preço fixo nas 10 primeiras revisões.

     



    Fonte: Garagem 360

  • Kia Brasil cresce 40% no primeiro quadrimestre e quer mais!

    Kia Brasil cresce 40% no primeiro quadrimestre e quer mais!

    A Kia espera fazer de 2026 o ano de recuperação de suas vendas no Brasil. A marca coreana trabalha para colocar nas ruas pelo menos seis novos modelos em 2026, sua maior ofensiva de produtos ao longo de mais de três décadas no País.

    Para isso, na prática, vai renovar totalmente e até ampliar seu portfólio disponível para os consumidores brasileiros. Dentre as novidades, opções elétricas e híbridas  SUVs compactos e médios, o sedã K4, além da primeira picape grande da marca no mundo, a Tasman.

    Mas mesmo antes da chegada da maioria deles, apresentados no último Salão do Automóvel de São Paulo, o primeiro quadrimestre já trouxe bom motivo para comemorações na sede da Kia Brasil, presidida por José Luiz Gandini.

    Os licenciamentos acumulados de janeiro a abril, 1.339 precisamente, foram 40% maiores do que em igual período do ano passado e mesmo patamar observado nos primeiros quatro meses de 2024.

    O índice é bem superior ao da média aproximada de 16% do mercado interno e um quadro diametralmente oposto das associadas da Abeifa, Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores, da qual a Kia Brasil é uma das nove associadas.

    Considerando somente os veículos importados por essas empresas até abril, o volume negociado bateu em quase 37,3 mil automóveis e comerciais leves, discreto encolhimento de 1,8%. Em abril, foram pouco mais de 12 mil emplacamentos, 14,2% a mais do que no ano anterior.

    Os 40% de crescimento da Kia até aqui, portanto, podem se tornar um índice até tímido caso o potencial que a nova linha terá em diversas faixas de preços e categorias de produtos seja concretizado em vendas, de fato.

    O quadro começará a ser mais bem delineado a partir deste mês, quando uma referência histórica da marca chega absolutamente renovada à rede de cerca de seis dezenas de concessionárias em 23 estados e no Distrito Federal: o Sorento, importado da Coréia do Sul.

    A nova geração do tradicional 4×4 tem preço promocional de lançamento de R$ 359.990,00 — R$ 30 mil a menos do que o preço regular e conhecido desde janeiro, quando foram abertos os pedidos de pré-venda.

    O SUV oferece sete lugares e motor 2.2 litros de quatro cilindros diesel de 194 cv de potência, atrelado a câmbio automático de dupla embreagem oito marchas.

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    A exemplo do restante da nova linha que virá pela frente, o Sorento tem uma elaborada equação de desenho, tecnologia e acabamento sofisticado para atrair a preferência dos consumidores em um segmento que desde o ano passado tem ganhado novos concorrentes, além dos tradicionais produzidos no Mercosul.

    Embora nada além do que se vê no segmento, a lista de conteúdos de série é farta em recursos de conforto, tecnologia e segurança.

    Estão disponíveis, claro, quadro e multimidia com telas de boas proporções, seis airbags, câmeras de visão 360°, sensores de estacionamento dianteiros, laterais e traseiros, assistente de partida em rampa, controle de descida, de estabilidade e tração, além de outros dispositivos de auxílio à condução.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • GWM exibe o Ora 5, potencial carro nacional

    O Ora 5, futuro primeiro utilitário esportivo totalmente elétrico da GWM no mercado brasileiro, poderá ser conhecido pelo público no São Paulo Innovation Week, evento que será realizado na capital paulista de 13 a 15 de maio. O modelo importado da China, na verdade, estreará nas revendas apenas no segundo semestre.

    Mas mais do que um novo produto entre os cinco ou seis que a marca chinesa pretende lançar no Brasil no transcorrer deste ano, o Ora 5 é potencial candidato a ser produzido aqui. Seja pelo perfil ou pelos planos da marca de deter portfólio mais amplo, inclusive de tecnologias.

    Novidade recente também na China, o Ora 5 terá versões específicas para o mercado brasileiro e, ainda não oficialmente, até mesmo motorização híbrida flex, caso, de fato, for nacionalizado, seja na fábrica de Iracemápolis, SP, ou, mais provável, na futura planta de Aracruz, no Espírito Santo.

    GWM ORA 5

    A segunda planta da GWM, curiosamente, foi confirmada apenas pelo governo capixaba. Em comunicado oficial, há três meses, o poder executivo adiantou inclusive a capacidade produtiva da ordem de 200 mil veículos por ano, quatro vezes a de Iracemápolis, onde hoje são montados os utilitários esportivos Haval H6 e H9, além da picape Poer.

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    Caso oficialize a produção do Ora 5 aqui, por seu perfil e abrangência de volume de vendas dos SUVs médios,  dificilmente a GWM conseguirá abrigar sua montagem no interior paulista, a não ser que siga optando pelo sistema CKD.

    Para a fabricação plena, Aracruz seria a opção mais indicada, o que implicaria pelo menos mais dois anos para que isso venha ocorrer, um prazo até restrito para a construção de uma fábrica ocmpleta.

    O SUV mede 4,47 metros de comprimento, 1,64 de altura e tem entre-eixos de 2,72 metros.

    É pouca coisa menor do que, por exemplo, o concorrente direto Geely EX-5, que tem 4,61 m de comprimento, 1,67 m de altura e 2,75 m de entre-eixos — e que começa a ser fabricado em São José dos Pinhais, PR, até o fim deste ano.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Estoque de carros importados supera seis meses de venda

    Estoque de carros importados supera seis meses de venda

    Após ter registrado ligeira redução em março sobre fevereiro, o estoque de carros importados, principalmente de eletrificados vindos da China, voltou a subir em abril.

    Conforme dados divulgados pela Anfavea, são mais de 300,4 mil veículos importados estocados no Brasil, volume equivalente a 184 dias de vendas, ou seja, suficiente para atender o consumidor local por mais de seis meses.

    Com relação ao volume, que era de 257,7 mil unidades em março, houve alta de 16,5%. Considerando o número de dias de estoque, a expansão é um pouco menor, na faixa de 9%, levando-se em conta os 169 dias computados no terceiro mês do ano.

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    Importações de veículos crescem 12% no quadrimestre

    A retomada dos 35% de alíquota de importação de carros eletrificados a partir de 1º de julho justifica em parte o aumento das compras lá fora neste momento, com tendência desse movimento até se intensificar agora em maio e em junho.

    O imposto de importação de eletrificados vem subindo gradualmente desde janeiro de 2024 e, no momento, está em 25% para elétricos, 28% para híbridos plug-in e 30% para híbridos convencionais.

    Ou seja, o importador quer aproveitar esses índices um pouco menores para ter mais margem nas vendas ao longo do segundo semestre.

    Conforme tabela abaixo, o estoque total de veículos no Brasil chegou a 434,2 mil unidades em abril, das quais 176,5 mil referentes a modelos fabricados no País. Nesse caso, houve redução no volume, da ordem de 2,4%, mas estabilidade no número de dias de venda, de exatos 21 dias.

    Com relação às importações, o presidente da Anfavea, Igor Calvet, voltou a destacar na semapa passada, ao divulgar balanço de abril e do quadrimestre, o elevado crescimento das compras na China.

    Dos 168,1 mil veículos vindos de fora nos primeiros quatro meses do ano, 80,1 mil vieram do país asiático (veja gráfico abaixo). As importações de carros chineses cresceram 81,6%, enquanto as provenientes da Argentina caíram 20,2%, baoixando de 68,8 mil para 54,9 mil no comparativo interanual.

    Só neste ano, segundo a Anfavea, 11 marcas chinesas anunciaram início de venda no País, o que amplia a pressão competitiva no mercado brasileiro.



    Foto: IA



    Fonte: Auto Industria

  • Move Brasil anima segmento de ônibus

    Move Brasil anima segmento de ônibus

    A exemplo do que ocorreu com o mercado de caminhões com o impulso na primeira edição do Move Brasil, nos primeiros meses de 2026, atores do segmento de ônibus já esperam ao menos reduzir a trajetória de quedas nas vendas com a nova etapa do programa, anunciado no fim de abril.

    Nesta segunda fase estão disponíveis R$ 21,2 bilhões em crédito para financiamento, dos quais R$ 2 bilhões exclusivamente para ônibus com taxas de 1,25% a 5,5% mais o spread bancário. Para empresas, há 6 meses de carência e prazos em até 60 meses, enquanto autônomos se beneficiam de 12 meses antes de começar a pagar o financiamento, que pode se alongar em até 10 anos.

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    “O mercado já está 16% menor no acumulado até abril, reflexo das elevadas taxas de juros e do aumento do diesel. É óbvio que o operador começa a postergar compras porque entende não ser o momento ideal. O Move Brasil é uma esperança para melhorar um pouco a renovação”, observa Walter Barbosa, vice-presidente de Vendas, Marketing, Peças e Serviços Ônibus da Mercedes-Benz.

    O executivo não acredita em um mercado de novos compradores, afinal, o segmento se compõem por clientes cativos, seja urbano ou rodoviário. Mas tem potencial de rever volumes de encomenda. “Para aproveitar a oportunidade, o operador que já havia programado a compra de dez unidades, capaz de agora aumentar o pedido.”

    Outro aspecto com capacidade para acelerar as compras diz respeito à facilidade, afinal, basta o banco aprovar o crédito para o produto poder ser faturado. “É diferente do Refrota que, apesar de ser ferramenta importante para o segmento, demanda uns 120 dias entre fechar com o cliente e faturar o veículo.”

    O representante da Mercedes-Benz não arrisca uma projeção de quanto o Move Brasil impulsionará as entregas de ônibus. Avalia, no entanto, que se os emplacamentos dos próximos meses registrarem volume acima de 2 mil unidades, o programa está fazendo cumprindo o papel de estacar a queda. “É o patamar que determina a boa temperatura do mercado.”


    Foto: Divulgação Mercedes-Benz



    Fonte: Auto Industria

  • JAECOO 7 entra de vez na disputa com BYD e coloca SUV com parcelas de R$ 1.699,51

    JAECOO 7 entra de vez na disputa com BYD e coloca SUV com parcelas de R$ 1.699,51



    Fonte: Garagem 360

  • Stellantis já soma 12 carros eletrificados no Brasil

    Stellantis já soma 12 carros eletrificados no Brasil

    A Stellantis aproveitou a divulgação do balanço do quadrimestre na América do Sul não só para reforçar sua posição de liderança na região, mas também para destacar que, a partir do lançamento este ano das versões MHEV do Jeep Renegade e Commander e do Leapmotor B10 BEV, passou a ter a maior oferta de eletrificados no Brasil.

    São 12, no total, como lembrou Herlander Zola, presidente da Stellantis para a América do Sul: “Nossa liderança na América do Sul está baseada na força do nosso portfólio, que é o mais completo do mercado e nos permite atender às necessidades dos consumidores na região”.

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    Zola garantiu que a empresa está apenas no início de uma estratégia de longo prazo, comprometida com a indústria automotiva nacional e com o objetivo de manter a competitividade e eficiência operacional no Brasil.

    Com relação ao balanço de vendas, foram mais de 311 mil emplacamentos na região de janeiro a abril, sustentando a primeira colocação no mercado brasileiro e também no argentino.

    A Stellantis é a primeira colocada no Brasil, com mais de 235 mil veículos licenciados no quadrimestre, com 28,1% de participação e três veículos no Top 10: Fiat Strada (1º) – disparada na liderança; Fiat Argo (4º) e Fiat Mobi (9º).

    Quanto aos eletrificados, a Leapmotor lançou o B10 em abril por R$ 182.990. O modelo deverá inaugurar a linha de montagem local da marca chinesa ainda este ano em Goiana, PE.

    No comunicado desta segunda-feira, 11, a Stellantis destaca que “a Leapmotor segue em forte expansão no País e, com o lançamento do B10, avançou 46% em volume na comparação de abril com março”.


     



    Fonte: Auto Industria

  • Adeus, Tiggo 5x: novo SUV chinês de R$ 179.990 esgota pré-venda em 1 dia útil

    Adeus, Tiggo 5x: novo SUV chinês de R$ 179.990 esgota pré-venda em 1 dia útil

    O mercado brasileiro de SUVs ganhou um novo sinal de alerta em maio. O Jaecoo 7 Elite, novo SUV chinês híbrido plug-in, estreou com preço promocional de R$ 179.990 e teve o primeiro lote esgotado em apenas um dia útil.

    A resposta rápida dos consumidores cria uma pressão extra sobre modelos chineses já conhecidos no país, incluindo o Caoa Chery Tiggo 5X, que vive bom momento comercial, mas passa a conviver com uma ameaça mais sofisticada e eletrificada.

    Jaecoo 7 Elite esgota lote inicial e vira alerta no mercado

    O primeiro lote do Jaecoo 7 Elite tinha 500 unidades em pré-venda. A procura foi tão forte que a marca confirmou a abertura de uma nova leva, agora com 1.000 unidades, mantendo a mesma estratégia de preço promocional.

    O ponto que chama atenção é o posicionamento. Por menos de R$ 180 mil na condição de lançamento, o SUV entrou na disputa com motor híbrido plug-in, porte de SUV médio e proposta mais tecnológica.

    Na prática, o modelo não mira apenas quem procura um SUV chinês. Ele tenta fisgar o consumidor que já considera sair dos compactos mais completos e subir para um veículo eletrificado.

Pressão sobre o Tiggo 5X aumenta

O Tiggo 5X segue como uma das principais referências chinesas em custo-benefício no Brasil. A linha 2027 aparece com preços a partir de R$ 126.990 na versão Sport e R$ 144.990 na versão Pro.

Ainda assim, o Jaecoo 7 Elite cria uma comparação incômoda para a Caoa Chery. Mesmo custando mais caro, ele entrega um pacote de imagem superior por ser híbrido plug-in e por se aproximar de rivais maiores.

Comparativo de posicionamento

Modelo Preço de referência Proposta
Tiggo 5X Sport R$ 126.990 SUV compacto chinês
Tiggo 5X Pro R$ 144.990 SUV compacto mais equipado
Jaecoo 7 Elite R$ 179.990 SUV híbrido plug-in

Essa diferença ajuda a explicar por que o lançamento virou ameaça. O Jaecoo 7 não precisa ser mais barato que o Tiggo 5X para roubar atenção. Ele precisa parecer um salto de categoria por um valor ainda competitivo.

Tiggo 5X é pego de surpresa por SUV de R$ 299 mil e sai do foco no mercado

Imagem: Divulgação/CAOA Chery

Híbrido plug-in de 279 cv vira trunfo

O Jaecoo 7 Elite mantém o sistema híbrido plug-in das versões superiores. O conjunto combina motor 1.5 turbo a combustão com propulsor elétrico e entrega 279 cv.

Outro ponto forte é a autonomia. O SUV promete até 79 km em modo elétrico pelo padrão do Inmetro e autonomia combinada superior a 1.200 km, dependendo das condições de uso.

Para reduzir o preço, a marca cortou alguns equipamentos da versão mais cara, como teto solar panorâmico, câmera 540° e ventilação dos bancos dianteiros. Ainda assim, preservou o conjunto mecânico, que é o principal argumento de venda.

Novo SUV chinês muda a briga dos R$ 180 mil

O lançamento mostra que as marcas chinesas estão elevando o nível da disputa no Brasil. Antes, a briga girava muito em torno de preço, pacote de equipamentos e garantia. Agora, a eletrificação começa a virar fator decisivo.

Com a pré-venda esgotada em 1 dia útil, o Jaecoo 7 Elite chega com força para incomodar Tiggo 5X, BYD Song Pro, Haval H6 e outros SUVs que disputam a atenção de quem busca tecnologia sem entrar nas faixas mais caras do mercado.

Se a procura continuar nesse ritmo, o Jaecoo 7 pode deixar de ser apenas uma novidade chinesa e se transformar em uma nova dor de cabeça para rivais já estabelecidos.



Fonte: Garagem 360