A Volkswagen decidiu agir rápido para competir no mercado de sedans médios. Após o anúncio do BYD Seal com parcelas acessíveis de R$ 3.517,00, a montadora alemã promoveu uma redução agressiva no preço do Jetta GLI.
A novidade promete sacudir as vendas do modelo esportivo em 2026, oferecendo um pacote de performance com um custo mais atrativo para o consumidor brasileiro.
VW Jetta GLI: a resposta alemã ao mercado
A estratégia da Volkswagen é clara: manter o Jetta GLI relevante diante da crescente concorrência, especialmente dos modelos elétricos chineses.
O Jetta GLI, conhecido por seu desempenho esportivo e design arrojado, agora surge com um desconto de mais de R$ 30 mil.
Essa manobra visa atrair compradores que buscam um carro com dirigibilidade superior e tecnologia, sem comprometer o orçamento.
Com essa redução expressiva, a marca reforça sua hegemonia nos motores a combustão, garantindo uma relação custo-benefício imbatível para entusiastas que não abrem mão da performance e da segurança alemã.
Confronto direto: Jetta GLI vs. BYD Seal
Enquanto o BYD Seal aposta em tecnologia elétrica e parcelas chamativas, o Volkswagen Jetta GLI contra-ataca com um preço mais acessível para a versão 2026.
A diferença de valor pode ser o fator decisivo para muitos consumidores. A Volkswagen busca reforçar a ideia de que o desempenho e a tradição alemã ainda têm seu espaço garantido.
Este embate define o novo rumo do setor, onde o purismo mecânico do GLI desafia a inovação sustentável chinesa, forçando o mercado a oferecer condições cada vez mais agressivas e vantajosas.
Preços e condições especiais em 2026
A redução de mais de R$ 30 mil no preço do Jetta GLI o coloca em uma posição competitiva favorável. A Volkswagen ainda não divulgou o valor exato das novas parcelas, mas a expectativa é que se tornem mais atraentes para um público mais amplo.
Fique atento às atualizações oficiais da montadora para as condições de compra em 2026. A guerra de preços no segmento de sedans médios está apenas começando.
A Volkswagen mostra que está disposta a lutar por sua fatia de mercado, oferecendo condições imperdíveis para o Jetta GLI.
Além do desconto direto na nota fiscal, especialistas preveem taxas de juros reduzidas e planos de financiamento flexíveis para fidelizar os clientes.
Essa ofensiva comercial coloca a fabricante em destaque, provando que a flexibilidade estratégica é essencial para dominar as ruas brasileiras neste ano.
Avalie bem as opções e aproveite as ofertas que estão por vir.
O Fiat Argo entrou em maio com duas ofertas que mexem diretamente com a disputa entre os hatches compactos no Brasil. Com chamadas de R$ 86.990 e R$ 87.449, o modelo da Fiat passa a ocupar uma faixa de preço capaz de incomodar rivais como Chevrolet Onix, Hyundai HB20 e Volkswagen Polo.
Fiat Argo fica abaixo de rivais importantes em maio
As ofertas da Fiat colocam o Argo em uma posição agressiva no varejo. O valor de R$ 86.990 chama atenção por ficar distante da faixa inicial de alguns rivais diretos, especialmente em um mercado no qual os carros compactos deixaram de ser opções realmente baratas.
Na prática, o consumidor que compara modelos de entrada pode perceber uma diferença relevante entre o Argo e nomes mais fortes em volume de vendas. Onix, HB20 e Polo seguem como referências do segmento, mas a Fiat tenta reduzir essa vantagem usando o preço como arma principal.
Esse tipo de ação costuma ter impacto direto na decisão de compra. Mesmo quando o rival oferece mais equipamentos, desempenho ou pacote tecnológico, a diferença no valor final pode pesar mais para quem está buscando o menor desembolso possível.
Imagem: Divulgação/Fiat
Oferta de R$ 87.449 reforça estratégia da Fiat
A segunda chamada, de R$ 87.449, amplia a ofensiva da montadora em maio. Embora os valores estejam próximos, a presença de duas condições comerciais ajuda a manter o Argo em evidência nas buscas por carros 0 km mais acessíveis.
Diferença pode virar argumento de venda
A briga não acontece apenas no preço de tabela. Condições regionais, estoque disponível, bônus, financiamento e versão escolhida podem mudar bastante o valor final. Ainda assim, a faixa abaixo de R$ 88 mil dá ao Argo uma vantagem visual forte no primeiro contato com o consumidor.
É justamente esse ponto que assusta rivais. O hatch da Fiat pode não dominar todas as comparações técnicas, mas aparece com um argumento simples e direto: custar menos que boa parte dos concorrentes mais lembrados.
Onix, HB20 e Polo sentem pressão em um segmento apertado
O Chevrolet Onix, o Hyundai HB20 e o Volkswagen Polo continuam entre os principais nomes da categoria. São modelos com grande presença nas ruas, boa lembrança de marca e forte rede de concessionárias.
Mesmo assim, o avanço do Argo com preços de R$ 86.990 e R$ 87.449 pressiona a concorrência porque mexe em uma variável decisiva: o orçamento. Em um cenário de crédito caro e consumidor mais cauteloso, uma diferença de alguns milhares de reais pode mudar a escolha na concessionária.
Para maio, a Fiat aposta em uma estratégia clara: colocar o Argo como uma alternativa racional para quem quer fugir dos compactos mais caros. A decisão final ainda depende das condições da loja, da versão e da disponibilidade, mas o recado da marca é direto. O Argo quer entrar na disputa pelo bolso do consumidor antes que Onix, HB20 e Polo reajam.
O cenário automotivo de maio de 2026 começou com uma movimentação que pegou muitas montadoras de surpresa.
A Honda, utilizando uma estratégia de “ataque duplo“ com seus principais utilitários, deu uma verdadeira rasteira na concorrência e está fazendo o pódio de vendas de SUVs balançar.
Com o HR-V consolidado e o WR-V em ritmo acelerado de crescimento, a marca japonesa mostra que não está disposta a ceder espaço para o avanço das marcas chinesas e das rivais tradicionais.
Confira os números da parcial de maio e entenda como essa dupla está redefinindo as posições no ranking.
Honda HR-V: A Resistência no Topo
O Honda HR-V continua sendo a espinha dorsal da marca no Brasil. Na parcial deste mês, o modelo registrou 615 unidades vendidas, mantendo uma variação positiva de 0,5%.
Embora o crescimento pareça tímido à primeira vista, a “rasteira” na concorrência fica clara quando olhamos ao redor: o HR-V conseguiu se posicionar acima de rivais diretos como o Toyota Corolla Cross (501 unidades) e o Fiat Pulse (490 unidades).
Com um acumulado no ano (YTD) de 14.408 unidades, o HR-V prova que sua confiabilidade e valor de revenda ainda pesam mais na decisão de compra do brasileiro do que as ofertas agressivas de novos competidores.
Honda WR-V: O “Pesadelo” que Bagunça o Pódio
Se o HR-V é a segurança, o Honda WR-V é a grande surpresa de maio de 2026. O modelo emplacou 455 unidades nesta parcial, mas o que realmente chama a atenção é o seu crescimento de 6,2%, um dos maiores do segmento no período.
Esse fôlego extra do WR-V é o que está “bagunçando” o pódio, pois ele já encosta em modelos como o Fiat Fastback (474 unidades) e ameaça roubar posições de SUVs que antes pareciam inalcançáveis.
Com 11.293 unidades acumuladas no ano, o WR-V deixou de ser apenas um “coadjuvante” para se tornar uma peça-chave na estratégia da Honda de dominar o segmento de entrada e intermediário.
O Impacto na Concorrência
A “bagunça” no pódio citada pelo mercado reflete a capacidade da Honda de manter dois modelos em alta simultaneamente.
Enquanto rivais como a Volkswagen e a Fiat veem seus modelos sofrerem oscilações maiores em 2026, a Honda mantém uma curva de estabilidade e subida.
Ao somar o desempenho do HR-V e do WR-V, a montadora japonesa cria uma barreira difícil de ser superada por quem busca um SUV compacto e versátil.
Para o consumidor, essa disputa é excelente: a rasteira da Honda força a concorrência a repensar preços e pacotes de equipamentos para tentar retomar o prestígio perdido nesta parcial de maio.
A BYD anunciou mudanças importantes na garantia de seus carros elétricos e híbridos a partir de maio de 2026.
As novas regras afetam o limite de quilometragem tanto para uso particular quanto comercial, e a marca promete manter os maiores prazos do mercado. Fique atento se você tem ou pretende comprar um modelo da montadora chinesa.
Novas regras de garantia para veículos BYD (2026/2027):
Uso particular: A garantia agora é de 6 anos ou 200.000 km. Antes, o prazo era de 6 anos sem limite de quilometragem.
Uso comercial: O tempo de cobertura foi ampliado de 2 para 6 anos, mantendo o limite de 100.000 km.
Alterações na garantia da bateria BYD (2026/2027):
Uso particular: O prazo é de 8 anos ou 200.000 km. Anteriormente, não havia limite de quilometragem.
Uso comercial: A garantia permanece em 8 anos, mas com o limite reduzido para 200.000 km. Antes, o teto era de 500.000 km.
É fundamental saber que as novas condições valem apenas para os veículos fabricados a partir do ano-modelo 2026/2027. Quem já possui um BYD de anos anteriores não será impactado por essas alterações.
A fabricante assegura que os contratos antigos serão integralmente respeitados, preservando o direito dos clientes que adquiriram seus modelos eletrificados sob as normas anteriores.
A BYD justifica as mudanças para alinhar suas políticas às diretrizes globais da empresa, reforçando que mantém prazos competitivos no mercado brasileiro.
Mesmo com a imposição desses novos tetos de rodagem, a montadora chinesa busca otimizar a gestão de pós-venda em sua rede de concessionárias, que segue em rápida expansão por todo o território nacional, garantindo suporte técnico especializado para as baterias Blade.
Outros componentes também tiveram seus prazos de cobertura ajustados:
Motor elétrico: Agora são 8 anos ou 200.000 km para todos os tipos de uso.
Sistema de alta tensão: Ampliado para 8 anos ou 200.000 km. No uso comercial, o prazo é de 5 anos, com limite de 200.000 km.
Chassi: A garantia para uso particular agora tem limite de 200.000 km, mantendo os 6 anos.
Luzes externas e central multimídia: A garantia é válida até os primeiros 60.000 km rodados.
Componentes da suspensão seguem com 24 meses ou 100.000 km. As revisões periódicas continuam com intervalos de 12 meses ou 20.000 km.
Consulte sempre o manual do proprietário para ter certeza de todas as condições e manter a sua garantia ativa. Fique atento aos detalhes para não ter surpresas!
O Toyota Corolla, um dos sedãs mais queridos do Brasil, está se despedindo da sua geração atual com uma edição especial. A notícia pegou os fãs de surpresa, mas a montadora garante: o modelo não sai de linha. O que muda para você que sonha em ter um dos carros mais confiáveis do mercado? Fique atento aos detalhes!
O fim de uma era para o Corolla
A Toyota anunciou que uma edição especial marcará o fim da linha atual do Corolla. Essa movimentação é comum na indústria automotiva para dar espaço à nova geração, que chega com tecnologias e design renovados.
Essa despedida, no entanto, não é um adeus definitivo, mas sim um prelúdio para o que vem por aí em 2026.
Edição especial: o que esperar?
Embora os detalhes exatos da edição especial ainda sejam um mistério, espere por diferenciais que a tornem única.
Geralmente, essas versões trazem acabamentos exclusivos, cores especiais e um pacote de equipamentos mais recheado.
É a chance de ter um pedaço da história do Corolla com um toque a mais de exclusividade antes da chegada do novo modelo.
O futuro do Corolla em 2026
A nova geração do Toyota Corolla, prevista para chegar em 2026, trará inovações significativas. Espera-se um design mais moderno, novas motorizações, possivelmente com foco em eficiência e sustentabilidade.
Além de um pacote tecnológico ainda mais completo, alinhado às tendências globais. Para quem busca um carro confiável e com ótimo valor de revenda, o Corolla continua sendo uma aposta segura.
Corolla: confiabilidade que persiste
O Toyota Corolla construiu sua reputação ao longo de décadas com base em sua durabilidade, baixo custo de manutenção e excelente liquidez no mercado de usados.
Essa nova fase promete manter esses pilares, ao mesmo tempo que busca inovar para atrair um público cada vez mais exigente. Fique de olho nas novidades e prepare-se para a chegada da nova geração!
A despedida da geração atual do Corolla com uma edição especial é um convite para quem valoriza um clássico.
Avalie se os diferenciais dessa versão exclusiva valem a pena para você, ou se vale a pena esperar pelo modelo 2026 totalmente renovado. O importante é que o Corolla continua firme e forte no mercado brasileiro!
O carro elétrico mais barato do Brasil ganha um novo nome e será fabricado no país. O modelo em questão é o JMEV EV2, comercializado por aqui através da E-Motors Brasil, representante oficial da marca chinesa. Ele e o irmão mais velho tiveram que mudar de nome após denúncia feita pela Kia Motors do Brasil.
Os modelos agora chama-se EMOVA Easy (EV2) e EMOVA Urban (EV3). A empresa mineira E-Motors explica que o “E” faz referência à eletrificação e a à JMEV, enquanto o ‘MOVA’ é do objetivo de “movimentar o Brasil com carros de energia sustentável.
A mudança ocorreu após denúncia feita pela Kia Motors pelo uso indevido dos nomes EV2 e EV3: a empresa coreana detém a marca registrada no Brasil. A família de elétricos da Kia também chama-se “EV”, tanto que já comercializa os SUVs elétricos EV5 e EV9 por aqui. Já os EV2 e EV3 ainda estão em estudo para lançamento nacional, sendo que o Kia EV3 tem grande chance de chegar às lojas.
JMEV EV3: carro elétrico chinês foi transformado em veículo de aprendizagem pela E-Motors • Thiago Ventura/CNN
O antigo JMEV EV2, atual EMOVA Easy, já começou a ser vendido em Minas Gerais, com previsão de entregas para clientes de outras regiões do país. O modelo chega em duas versões com preços promocionais de lançamento. A configuração Standard parte de R$ 69.990, enquanto a Comfort custa R$ 75.990. Em todo o caso, tem motor de 40 cv e autonomia em torno de 200 km no ciclo chinês. Com apenas 3.50m de comprimento, é um city car nato.
Já o novo EMOVA Urban é um hatch compacto com 3,72 m de comprimento e motor de 67 cv. A autonomia é em torno de 300 km, também no ciclo chinês. Ainda com vocação urbana, o modelo tem opção voltada para autoescola. O carro simula troca de marchas e possui duplo comando de freio e acelerador para o instrutor. Os preços partem de R$ 99.990.
JMEV EV3: carro elétrico chinês foi transformado em veículo de aprendizagem pela E-Motors • Thiago Ventura/CNN
Carros da JMEV serão fabricados no Brasil
Após resolver o imbróglio com a Kia, a empresa agora se prepara para novos planos. Segundo Mercídio Giviziez Mercídio Givisiez, CEO da E-Motors Brasil, já foi feita uma parceria com a Comexport para produção de carros da JMEV na fábrica da Comexport.
A Comexport possui a Planta Automotiva do Ceará (PACE) em Horizonte (CE), na antiga fábrica da Troller. É uma unidade “multi-bandeiras”, especializada em montar carros elétricos de várias outras marcas. Modelos como o Chevrolet Spark e Captiva EV já saem de lá. No caso dos carros da JMEV, neste primeiro momento eles virão no regime CBU (importados), mas posteriormente serão montados em regime SKD.
Segundo Mercídio, a E-Motors deverá anunciar em breve novos carros para o Brasil, provavelmente um sedã e um SUV compacto, ambos já em processo de homologação. Em 2025, a E-Motors assinou acordo de parceriacom a Jiangling Motors Corporation Group (JMCG) que é uma das proprietárias da JMEV ao lado do Grupo Renault, para importar carros para o Brasil. A JMCG é uma estatal com sede em Nanchang, com parceria com várias outras marcas incluindo Changan, Isuzu e Ford. Nesse último caso, é a produtora do Ford Territory vendido no Brasil. No casos dos carros da JMEV, contudo é a empresa mineira E-Motors que realiza a comercialização nacional.
O início de maio de 2026 trouxe uma reviravolta impressionante para o mercado nacional de SUVs.
O Toyota Yaris Cross consolidou sua ascensão meteórica e, logo nos primeiros dias do mês, já aplicou uma “humilhação” comercial sobre o veterano Honda HR-V.
Além de superar o rival direto, o modelo da Toyota agora projeta uma sombra perigosa sobre o VW Tera, tornando-se o seu maior pesadelo no ranking de emplacamentos.
Confira abaixo os números que explicam essa movimentação agressiva no topo da tabela.
Yaris Cross vs. HR-V: A virada de jogo da Toyota
Toyota Yaris Cross (foto: Divulgação)
A disputa entre as gigantes japonesas ganhou um novo capítulo. O Yaris Cross registrou 619 unidades emplacadas neste início de maio, apresentando um crescimento robusto de 13,7% em relação ao mesmo período do mês anterior.
Enquanto isso, o Honda HR-V ficou para trás com 615 unidades e uma alta tímida de apenas 0,5%.
Embora a diferença numérica pareça estreita, a “humilhação” citada pelo mercado refere-se ao ritmo de aceleração: enquanto o Toyota dispara com dois dígitos de crescimento, o Honda mostra sinais de estagnação, perdendo a preferência do consumidor que busca a novidade tecnológica do Yaris Cross.
O Pesadelo do VW Tera
Se o HR-V já foi superado, o próximo alvo na mira do Yaris Cross é o VW Tera.
O novo SUV compacto da Volkswagen, que vinha sustentando bons volumes, começou maio em ritmo de queda livre.
O Tera registrou 767 unidades, mas o sinal de alerta acendeu com uma retração expressiva de 17,9% nas vendas.
Com o Yaris Cross subindo 13,7% e o Tera caindo quase 18%, a distância entre os dois encolhe rapidamente.
Caso a tendência se mantenha ao longo de maio, o modelo da Toyota tem todas as ferramentas para desbancar o SUV da Volkswagen e assumir o protagonismo do segmento.
Ranking de Vendas: SUVs em Destaque (Início de Maio/2026)
Confira como está a briga direta entre os modelos citados no início deste mês:
VW Tera: 767 unidades (Queda de -17,9%)
Toyota Yaris Cross: 619 unidades (Alta de +13,7%)
Honda HR-V: 615 unidades (Alta de +0,5%)
Mercado de SUVS
A estratégia da Toyota com o Yaris Cross parece ter atingido em cheio o público que antes se dividia entre a tradição da Honda e a novidade da Volkswagen.
Ao oferecer um pacote híbrido mais acessível e design atualizado, o Yaris Cross não só desbancou o HR-V, como agora ameaça diretamente a estabilidade do Tera, que precisará de manobras agressivas para não ser atropelado pelo avanço japonês.
Infelizmente, nem todo recorde é motivo de celebração no setor automotivo. Em maio de 2026, um alerta de segurança máxima acendeu para os proprietários de SUVs compactos no Brasil.
Dados recentes de segurança pública e seguradoras apontam que o Jeep Renegade, atualmente comercializado em ofertas agressivas por R$ 129.990, assumiu o posto de “queridinho dos ladrões”.
O modelo superou nomes tradicionais como o Honda HR-V e o Hyundai Creta, que historicamente figuravam no topo dos índices de criminalidade.
O valor de R$ 129.990, que atrai milhares de brasileiros para as concessionárias da Jeep, parece ter despertado também o interesse das quadrilhas especializadas.
Por que o SUV de R$ 129.990 se tornou o alvo número um?
A liderança negativa do Jeep Renegade sobre o Honda HR-V e o Hyundai Creta não acontece por acaso.
Existem fatores estratégicos que explicam por que os criminosos mudaram o foco para este modelo específico em 2026:
Volume de Frota e Popularidade:
Com as recentes campanhas de preço na casa dos R$ 129.990, o Renegade teve um pico de vendas.
Quanto mais carros de um mesmo modelo circulam nas ruas, maior é a demanda do mercado clandestino por peças de reposição.
Facilidade de Revenda de Peças:
Diferente do Honda HR-V e do Hyundai Creta, cujas atualizações recentes de tecnologia e segurança dificultaram o desmanche e a codificação de componentes eletrônicos.
O Renegade mantém uma arquitetura que alimenta um mercado ilegal de autopeças extremamente ágil.
Liquidez no Mercado Ilegal:
Criminosos buscam “liquidez”. Como o Renegade é um carro com manutenção frequente em suspensão e acabamentos devido ao uso intenso em vias urbanas, a procura por peças “baratas” em desmanches ilegais dispara, incentivando o furto do veículo inteiro para atender a essa demanda.
O cenário contra HR-V e Creta
Hyundai Creta (foto: Divulgação)
Embora o Honda HR-V e o Hyundai Creta continuem sendo carros desejados, a evolução nos sistemas de rastreamento nativos e o custo mais elevado de manutenção oficial acabaram segmentando o mercado.
Em 2026, o bandido prefere o alvo de R$ 129.990 pela rapidez com que consegue “desovar” o patrimônio roubado em comparação aos rivais japonês e coreano.
Para quem possui ou pretende adquirir o SUV da Jeep pelo valor promocional, a recomendação das autoridades é clara: não economize em seguros e rastreadores.
O preço de R$ 129.990 é excelente para o bolso, mas exige atenção redobrada para que o sonho do SUV novo não se torne o próximo alvo das estatísticas.
O mercado automotivo brasileiro está agitado com a chegada do Toyota Yaris Cross, que promete abalar as estruturas com uma parcela atraente de R$ 1.312,60.
O novo SUV compacto da Toyota surge como um forte concorrente, mirando diretamente em modelos consolidados como o VW T-Cross e o BYD Song, que lideram as vendas em suas categorias.
Com um valor de parcela que o torna acessível para um público maior, o Yaris Cross se posiciona para disputar uma fatia importante do mercado.
A estratégia da Toyota parece clara: oferecer um produto competitivo em design e tecnologia, com um custo de aquisição e manutenção que caiba no bolso do consumidor.
As vendas de maio mostram um cenário de alta competitividade. O Hyundai Creta lidera o segmento de SUVs, mas o BYD Song vem em segundo lugar, mostrando a força dos modelos elétricos e híbridos.
O VW T-Cross aparece em terceiro, seguido de perto pelo VW Tera e o GM Tracker. O Yaris Cross entra nesse tabuleiro para adicionar mais emoção à disputa.
Concorrentes em alerta: o que o Yaris Cross traz de novo?
O grande trunfo do Toyota Yaris Cross está na sua proposta de valor. A parcela de R$ 1.312,60 é um chamariz poderoso, especialmente para quem busca um SUV com a confiabilidade da marca japonesa.
A Toyota aposta em um pacote equilibrado, combinando um bom espaço interno, tecnologia embarcada e um motor eficiente.
Enquanto isso, o BYD Song, um dos SUVs híbridos mais vendidos, e o VW T-Cross, um veterano de sucesso, terão que se reinventar para manter suas posições. A entrada do Yaris Cross no mercado pode forçar uma readequação de preços e ofertas por parte dos concorrentes.
Parte interna do Toyota Yaris Cross (Imagem: Divulgação / Toyota)
O impacto no bolso: Yaris Cross vs. Rivais
A disputa por preço é um fator decisivo para muitas famílias brasileiras. O Yaris Cross, com sua parcela acessível, entra como um forte candidato a roubar vendas de modelos que já possuem um custo mais elevado, como o BYD Song, que, apesar de sua popularidade, ainda representa um investimento maior.
O mercado de SUVs compactos é um dos mais disputados do Brasil.
A chegada de um novo player com uma proposta agressiva em termos de financiamento pode mudar o ranking de vendas nos próximos meses. Fique atento às novidades e compare as opções antes de decidir seu próximo carro.
Para quem busca um SUV moderno e com um preço competitivo, o Toyota Yaris Cross com parcela de R$ 1.312,60 é uma opção que merece ser considerada.
A concorrência acirrada beneficia o consumidor, que ganha mais poder de escolha e melhores condições de negócio.
A BYD vem se consolidando em diversos mercados e também apostando em modelos mais exclusivos e com desempenho fora do comum.
Exemplo disto é o YangWang U9 Xtreme, que terá apenas 30 unidades fabricadas e preço equivalente a R$ 13,7 milhões. Uma destas 30 unidades do carro será para o Brasil.
A unidade do Yangwang U9 Xtreme, carro de produção mais rápido do mundo, foi vendida para o brasileiro Leo Sanchez, piloto e dono da farmacêutica EMS.
O U9 Xtreme também foi exibido durante o Salão de Pequim onde houve negociação do modelo.
BYD U9 Xtreme • BYD/Divulgação
O esportivo elétrico da BYD detém o recorde mundial de velocidade para carros de produção: 496,22 km/h. O marco foi alcançado no centro de testes ATP Automotive Testing Papenburg, na Alemanha.
A versão Xtreme inclui plataforma com sistema elétrico de ultra-alta tensão de 1200V (em comparação com 800V), bateria Blade de fosfato de ferro e lítio.
Interior do BYD U9 Xtreme • BYD/Divulgação
São quatro motores de ultra-alta velocidade que operam a até 30.000 rpm e produzem um total de mais de 3.000 cv.
Os pneus são do tipo semi-slick e conta ainda com suspensão DiSus-X.