Autor: automoveis

  • Puxada pelo mercado interno, produção de veículos é 4,9% maior até abril

    Puxada pelo mercado interno, produção de veículos é 4,9% maior até abril

    Ainda não se trata do melhor cenário idealizado pelos fabricantes de veículos, bem longe disso para um setor que tem ociosidade produtiva ao redor de 50%, mas a produção de 2026 tem “surpreendido” até aqui, para usar a expressão de Igor Calvet, presidente da Anfavea.

    Nesta sexta-feira, 8, o dirigente da entidade que congrega as montadoras, revelou crescimento de 4,9% na fabricação brasileira de automóveis, comerciais leves, caminhôes e ônibus ao longo do primeiro quadrimestre.

    Foram produzidos no período 872,6 mil veículos ante 831,6 mil nos primeiros quatro meses do ano passado. Desses, 826,6 mil automóveis e comerciais leves, 6,2% a mais, enquanto caminhões e ônibus somaram as outras 46,1 mil unidades,recuo de quase 13% puxado particularmente pela queda no segmento de transporte de carga.

    PRODUÇÃO aNFAVEA

    No mês passado, saíram das linhas de montagem 238,5 mil veículos, 2,4% a mais do que em abril de 2025, mas 9,4% abaixo das 263,6 mil unidades de março, que ficaram muito além das expectativas, reconhece Calvet.

    A aceleração das linhas de montagem no primeiro quadrimestre supera as projeções iniciais da entidade, que no começo do ano avaliou crescimento de 3,7%, para cerca de 2,74 milhões. Mas, mesmo diante do número acumulado até abril, Calvet diz que reverá as estimativas somente após o encerramento do primeiro semestre.

     

    O temor do dirigente em arriscar um novo número agora reside sobretudo na dúvida da continuidade da demanda interna, que cresceu 14,9% na média, mas cerca de 17% no caso do segmento de leves, que acumularam 836,3 mil unidades, com alguma ajuda dos impostos reduzidos do Programa Carro Sustentável, que se encerra no fim deste ano.

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    “Não imaginávamos um março tão forte, assim como abril também. Mas não sabemos ao certo se é um movimento perene já. É preciso observar que as taxas de juros não estão caindo como precisávamos e que o endividamento das famílias segue elevado”, analisa o presidente da Anfavea.

    Não fosse pela aceleração dos licenciamentos no front interno, a produção brasileira, quase certo, teria registrado queda no ano. Isso porque as exportações seguem em declínio de quase 17%, desempenho credidato, em boa medida, ao encolhimento  de 6% das vendas na Argentina, principal polo consumidor dos veículos brasileiros no exterior.


    Foto: Divulgação

     



    Fonte: Auto Industria

  • “Novo alento ao setor de pesados”, diz Anfavea sobre Move Brasil 2

    “Novo alento ao setor de pesados”, diz Anfavea sobre Move Brasil 2

    Ao divulgar o balanço de abril, com números ainda negativos na produção de caminhões, o presidente da Anfavea, Igor Calvet, disse que o “Move Brasil 2 vem em bom momento e dá novo alento ao setor de pesados”. Na sua avaliação, o programa poderá reverter o quadro de queda no setor.

    A produção de caminhões em abril limitou-se a 9,7 mil unidades, decréscimo de 13,1% sobre março e de 12,2% em relação ao mesmo mês de 2025. No acumulado do quadrimestre, o recuo chega a 17,2%, com o volume fabricado baixando de 42,8 mil  para 35,4 mil no comparativo interanual.

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    Puxada pelo mercado interno, produção de veículos é 4,9% maior até abril

    Esse índice de 17,2%, segundo Calvet, pode ser considerado positivo: “A queda em janeiro com relação ao ano passado foi de 31,4%, ou seja, o tombo no quadrimestre seria maior não fosse o lançamento do Move Brasil”.

    O programa foi marcado positivamente pela agilidade na distribuição dos recursos que facilitaram o crédito para aquisição de caminhões novos e seminovos, com juros ainda menores para quem entregou modelos antigos para reciclagem.

    “Com o Move Brasil 2, que vai disponibilizar R$ 21,2 bilhões para financiamento de caminhões, sobretudo para autônomos, e para aquisição de ônibus e implementos rodoviários, esperamos eliminar o gap registrado no acumulado até abril e voltar aos volumes normais de emplacamento de pesados”, destacou o presidente da Anfavea.

    No caso dos ônibus, houve queda na produção em abril sobre março, de apenas 11%, e aumento de 5,9% sobre o mesmo mês de 2025, para 3 mil unidades. No quadrimestre, o desempenho do segmento é positivo em 5,9%, com o volume fabricado saltando de 10 mil para 10,6 mil ônibus.

    PRODUÇÃO aNFAVEA


     



    Fonte: Auto Industria

  • SUV híbrido da Renault de R$ 289.990 erra no preço e vende só 45 unidades em maio

    SUV híbrido da Renault de R$ 289.990 erra no preço e vende só 45 unidades em maio

    O Renault Koleos chegou ao Brasil com a missão de reposicionar a marca em uma faixa mais sofisticada do mercado, mas a largada ainda parece distante do impacto esperado.

    Com preço de R$ 289.990, o SUV híbrido aposta em visual de grife, pacote tecnológico robusto e motor eletrificado. No entanto, o desempenho comercial inicial acende um alerta: o modelo registrou apenas 45 unidades vendidas em maio, segundo dados do mercado de eletrificados.

    Renault Koleos chega caro em uma briga pesada

    O Koleos desembarcou no país em versão única Esprit Alpine full hybrid E-Tech, equipada com conjunto híbrido de 245 cv e câmbio automático DHT.

    A proposta é clara: entregar um SUV médio-grande com visual mais refinado, acabamento superior e tecnologia embarcada para disputar espaço em uma faixa onde a Renault ainda tenta ganhar força no Brasil.

    Entre os destaques estão as três telas de 12,3 polegadas, pacote de assistência à condução, acabamento de apelo premium e sistema híbrido autocarregável, que dispensa tomada.

Preço coloca o SUV contra rivais fortes

O problema é que os R$ 289.990 colocam o Koleos em uma prateleira complicada.

Nessa faixa, o consumidor já encontra SUVs híbridos plug-in, modelos maiores, marcas chinesas com forte apelo tecnológico e opções de marcas tradicionais com mais histórico no segmento.

Por isso, o desafio do Koleos não está apenas no produto. Está no encaixe comercial.

Consumo também vira ponto sensível para o Koleos

A Renault divulga consumo urbano de 13,1 km/l para o Koleos, número aceitável para um SUV desse porte, mas que pode soar pouco agressivo diante de concorrentes eletrificados mais eficientes ou com autonomia elétrica maior.

Esse ponto pesa porque o consumidor que busca um híbrido costuma olhar com atenção para economia, eficiência e custo-benefício.

Na prática, o Koleos tenta vender sofisticação, tecnologia e desempenho. Porém, quando o preço se aproxima de SUVs plug-in, a comparação fica mais dura.

Modelo Preço/posição Ponto de atenção
Renault Koleos R$ 289.990 Híbrido autocarregável
SUVs plug-in rivais Faixa próxima Maior apelo elétrico
SUVs médios tradicionais Preços variados Rede e histórico mais fortes

Só 45 unidades mostram largada tímida

O número de 45 unidades vendidas em maio reforça que o Koleos ainda não conseguiu transformar sua chegada em volume.

Renault Koleos 2026

Imagem: Divulgação/Renault

É um resultado pequeno para um segmento que vive momento de expansão no Brasil, especialmente entre híbridos e elétricos.

A leitura mais provável é que o SUV ainda enfrenta resistência por preço, posicionamento e reconhecimento. Afinal, a Renault entra em um território onde marcas chinesas aceleraram muito e onde o consumidor já compara potência, consumo, equipamentos e condições comerciais com mais rigor.

Koleos pode crescer, mas precisa justificar os R$ 289.990

O Renault Koleos não parece um produto fraco. Pelo contrário, entrega tecnologia, bom pacote de equipamentos e uma proposta mais sofisticada do que a Renault costuma oferecer no Brasil.

A questão é que o mercado está menos paciente com carros caros que não apresentam uma vantagem muito clara.

Por quase R$ 290 mil, o Koleos precisa convencer que vale mais do que rivais com maior autonomia elétrica, descontos agressivos ou nomes mais consolidados. Enquanto isso não acontece, as 45 unidades vendidas mostram que o SUV híbrido da Renault começou sua trajetória com mais questionamentos do que entusiasmo.



Fonte: Garagem 360

  • BMW iX3 2027 inicia vendas em setembro; confira detalhes do modelo

    A BMW iniciou as reservas para o inédito iX3 50 xDrive 2027, confirmando preço inicial de US$ 62.850 (cerca de R$ 320.535 na cotação atual) e entregas para setembro de 2026. O SUV elétrico de 463 cv estabelece uma nova marca no segmento ao oferecer autonomia estimada de até 777 km pelo ciclo EPA, superando amplamente o Porsche Macan EV e o Cadillac Optiq, além de estrear tecnologias como carregamento bidirecional e o novo display panorâmico no para-brisa.

    A BMW revelou a tabela completa de preços e especificações para o iX3 50 xDrive 2027, seu mais novo SUV elétrico compacto de luxo. Com o início das vendas previsto para setembro, a marca já liberou o configurador online e abriu o sistema de reservas mediante um depósito de US$ 1.000. Embora o valor de entrada seja competitivo, fixado em US$ 62.850, a extensa lista de opcionais pode elevar o preço final para além da marca dos US$ 80.000 (R$ 408.000 aproximadamente).

    Desempenho e autonomia líder da categoria

    Equipado com um sistema de tração integral de dois motores, o iX3 50 xDrive entrega 463 cv de potência. O grande destaque, contudo, são os números de autonomia validados pela EPA (Agência de Proteção Ambiental dos EUA). Com as rodas menores e pneus all-season padrão, o modelo alcança 777 km de alcance.

    Mesmo em configurações menos eficientes, o SUV da BMW mantém vantagem sobre a concorrência:

    • Rodas de 21 polegadas: aproximadamente 640 km de autonomia.

    • Rodas de 22 polegadas: 630 km de autonomia.

    Em comparação, rivais diretos como o Cadillac Optiq e o Porsche Macan EV registram autonomias máximas significativamente menores, com 487 e 489 quilômetros, respectivamente. No quesito preço, a BMW se posiciona estrategicamente entre o modelo americano (US$ 56.195) e o alemão (US$ 86.350).

    Tecnologia e personalização

    O iX3 2027 traz de série o inovador display de painel que se estende por toda a base do para-brisa, além de iluminação ambiente e um conjunto completo de assistentes de condução, como controle de cruzeiro adaptativo e monitor de ponto cego. Outro diferencial técnico é o suporte ao carregamento bidirecional, permitindo que o veículo forneça energia para outros dispositivos ou até para uma residência.

    Para os clientes que buscam exclusividade e esportividade, a BMW oferece pacotes que os atendem por um preço considerável:

    • Pacotes M Sport e Driving Assistance: US$ 2.500 cada (R$ 12.750);

    • Pacote M Sport Professional: US$ 4.000 (R$ 20.400);

    • Tecnologia e Conforto: opcionais variam entre US$ 750 (R$ 3.825) e US$ 1.900 (R$ 9.690).

    Com a chegada do iX3 às ruas em setembro, a BMW espera consolidar sua liderança no mercado de elétricos premium, mesmo com a concorrência acirrada.

    Quanto custa um carro elétrico da BMW no Brasil?



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • BYD muda garantia de carros; ranking revela posição da Fiat, Honda, Hyundai e Toyota

    BYD muda garantia de carros; ranking revela posição da Fiat, Honda, Hyundai e Toyota

    As regras de garantia dos carros vendidos no Brasil voltaram ao centro das atenções após a BYD alterar pontos importantes da cobertura para veículos elétricos e híbridos.

    As mudanças atingem principalmente limites de quilometragem e regras para uso comercial, um tema que já vinha gerando debates entre consumidores da marca.

    Ao mesmo tempo, montadoras como Fiat, Hyundai e Toyota seguem adotando estratégias bem diferentes quando o assunto é garantia de fábrica e cobertura estendida.

    Algumas apostam em prazos maiores logo na compra. Outras preferem programas adicionais ligados às revisões nas concessionárias.

    Logo abaixo, o Garagem360 traz todos os detahes. Acompanhe!

    BYD

    A BYD confirmou mudanças importantes nas regras de garantia para os modelos ano 2026/2027 em diante vendidos no Brasil.

    A principal alteração envolve justamente o limite de quilometragem para uso particular.

    É importante lembrar que, antes, muitos consumidores destacavam a ausência de limite de distância como um dos pontos fortes da marca.

    Agora, os veículos continuam com cobertura de seis anos, mas passam a ter teto máximo de 200 mil quilômetros rodados para uso pessoal.

    Uso comercial dos veículos da BYD também sofreu mudanças

    Nos veículos utilizados comercialmente, a mudança foi diferente.

    O limite de 100 mil quilômetros rodados foi mantido, porém o prazo da cobertura aumentou bastante. Antes, os carros tinham apenas dois anos de garantia para esse tipo de utilização.

    Agora, a proteção passa a valer por seis anos.

    A bateria dos modelos eletrificados também sofreu alteração importante.

    Os oito anos de garantia foram mantidos, porém o limite caiu drasticamente para 200 mil quilômetros em atividade comercial. Antes, o teto chegava a 500 mil quilômetros rodados.

    A nova restrição de quilometragem também passa a valer para uso pessoal.

    Segundo a BYD, as mudanças seguem diretrizes globais da empresa e não afetam veículos de anos anteriores já vendidos no Brasil.

    Fiat

    A Fiat continua utilizando uma política bastante conservadora no mercado brasileiro.

    A fabricante mantém três anos de garantia de fábrica para toda a linha nacional, incluindo modelos como Mobi, Argo, Cronos, Pulse, Fastback, Strada e Toro.

    A estratégia da marca praticamente não mudou nos últimos anos.

    Fiat oferece extensão paga da cobertura

    Quem deseja ampliar o período de proteção pode contratar a chamada Garantia Adicional Fiat nas concessionárias.

    O programa acrescenta 12 ou 24 meses extras de cobertura.

    Na prática, isso permite chegar a até cinco anos de garantia total dependendo da contratação feita pelo consumidor.

    A própria Fiat define o serviço como uma “garantia estendida reduzida”.

    Isso significa que alguns componentes podem não seguir exatamente as mesmas condições da garantia original de fábrica.

    Mesmo assim, o programa acaba sendo bastante utilizado por consumidores que pretendem ficar mais tempo com o veículo.

    Hyundai

    A Hyundai segue uma estratégia diferente da maioria das rivais no Brasil.

    A marca oferece cinco anos de garantia de fábrica sem limite de quilometragem para veículos de uso pessoal.

    A política vale para modelos nacionais como HB20, HB20S e Creta.

    Esse prazo maior virou um dos principais pilares comerciais da fabricante no mercado brasileiro.

    Modelos eletrificados da Hyuindai possuem regras específicas

    Nos carros eletrificados, porém, existem regras adicionais.

    Modelos como Hyundai Ioniq 5 e Hyundai Kona mantêm os cinco anos sem limite de quilometragem para uso pessoal.

    Já em atividade comercial, o teto passa a ser de 100 mil quilômetros.

    Os componentes elétricos possuem cobertura diferenciada.

    Nesse caso, a garantia chega a oito anos ou 160 mil quilômetros para o conjunto elétrico dos veículos.

    Toyota

    A Toyota oferece cinco anos de garantia de fábrica para toda a linha vendida no Brasil.

    A política vale para Corolla, Corolla Cross, Hilux, SW4 e também para modelos importados como o RAV4 Hybrid.

    Mas o principal diferencial da marca está no programa Toyota 10.

    Cobertura da Toyota pode chegar a 10 anos

    Diferente das garantias estendidas tradicionais vendidas como seguro adicional, o Toyota 10 funciona através das revisões realizadas na rede autorizada.

    Cada revisão feita dentro do prazo acrescenta mais 12 meses ou 10 mil quilômetros de cobertura.

    Com isso, o veículo pode chegar a até dez anos ou 200 mil quilômetros de garantia total.

    Nos modelos híbridos, a bateria do sistema eletrificado já possui cobertura inicial de oito anos ou 200 mil quilômetros.

    Posteriormente, ela também pode entrar no sistema de renovação anual do Toyota 10.

     



    Fonte: Garagem 360

  • BYD altera cobertura do motor elétrico, central multimídia e chassi; confira as alterações

    BYD altera cobertura do motor elétrico, central multimídia e chassi; confira as alterações

    A BYD decidiu alterar novamente as regras de garantia dos seus carros elétricos e híbridos no Brasil.

    De acordo com o comunicado, as mudanças atingem componentes importantes como:

    • motor elétrico,
    • sistema de alta tensão,
    • chassi, luzes externas
    • e até a central multimídia.

    As novas condições passam a valer apenas para veículos ano-modelo 2026/2027 em diante.

    Ou seja, quem já possui modelos anteriores da marca não será afetado pelas alterações anunciadas recentemente.

    Segundo a própria BYD, as mudanças seguem diretrizes globais da fabricante.

    Confira também: BYD muda garantia de carros; ranking revela posição da Fiat, Honda, Hyundai e Toyota

    Quais foram as principais mudanças nas coberturas da BYD? 

    Motor elétrico

    O motor elétrico recebeu uma das mudanças mais importantes do novo manual de garantia.

    Agora, tanto no uso particular quanto no uso comercial, a cobertura passa a ser de oito anos ou 200 mil quilômetros rodados.

    Antes da alteração, os clientes que utilizavam os veículos para trabalhar tinham uma proteção menor.

    Nessa situação, a cobertura era limitada a seis anos ou 150 mil quilômetros.

    Na prática, a mudança acaba sendo positiva principalmente para motoristas que utilizam os carros da marca em aplicativos, frotas ou serviços comerciais.

    Sistema de alta tensão

    O sistema de alta tensão também teve alterações relevantes.

    Nos veículos de uso particular, a cobertura subiu de seis anos para oito anos ou 200 mil quilômetros rodados.

    Já nos modelos utilizados comercialmente, o prazo continua em cinco anos.

    Porém, houve aumento no limite de quilometragem.

    Antes, o teto era de 150 mil quilômetros. Agora, passa a ser de 200 mil quilômetros.

    Essa mudança afeta diretamente componentes ligados ao funcionamento elétrico dos veículos eletrificados da BYD.

    Chassi

    O chassi também entrou na lista de componentes com novas regras.

    Antes, a garantia possuía apenas limite de tempo para veículos de uso particular.

    Agora, além dos seis anos já existentes, passa a existir também restrição de quilometragem.

    O novo teto estabelecido pela marca é de 200 mil quilômetros rodados.

    A mudança aproxima a política da BYD do padrão adotado por diversas montadoras globais.

    Central multimídia e luzes externas

    Nem todas as mudanças trouxeram aumento de proteção.

    A central multimídia e as luzes externas passaram a ter cobertura reduzida.

    Agora, esses componentes ficam protegidos somente até os primeiros 60 mil quilômetros rodados.

    Isso vale independentemente do tempo de uso do veículo.

    A alteração chama atenção porque multimídia e iluminação costumam ser itens caros em veículos eletrificados mais modernos.

    Suspensão dos carros da BYD mantém mesma regra

    Os componentes da suspensão seguem exatamente com a mesma política anterior.

    A cobertura permanece em 24 meses ou 100 mil quilômetros rodados.

    A marca não anunciou mudanças para amortecedores, buchas e demais peças relacionadas ao conjunto de suspensão.

    Revisões da BYD continuam iguais

    Os intervalos de manutenção periódica também não sofreram alteração.

    A maioria dos itens de inspeção continua exigindo revisão a cada:

    • 12 meses
    • 20 mil quilômetros rodados

    As informações completas estão disponíveis no manual do proprietário dos veículos da marca.

    Com as novas regras, consumidores da BYD precisarão prestar ainda mais atenção nas condições exigidas pela fabricante para manter a garantia ativa ao longo dos anos.



    Fonte: Garagem 360

  • Mercedes-Benz inicia novo capítulo na Argentina

    Mercedes-Benz inicia novo capítulo na Argentina

    A Mercedes-Benz inicia uma nova etapa na operação da Argentina ao inaugurar o complexo Industrial de Zárate. A unidade, dedicada a produção de chassi de ônibus e caminhões, substitui a antiga fábrica de Virrey del Pino, província de Buenos Aires, hoje operada por por terceiro na produção da linha Sprinter sob licença da marca.

    A nova unidade, estruturada a partir de um investimento de US$ 110 milhões, nasce dedicada à montagem das linhas de chassi de ônibus OF e OH, além das famílias de caminhões Accelo e Atego. Inicia as atividades com capacidade para 10 mil veículos por ano ao ritmo de 17 por dia.

    A produção incorpora missão de abastecer o mercado argentino e alguma fração das exportações da fabricante para México.

    Achim Puchet, CEO global da Mercedes-Benz, entende que a nova fábrica representa ser um processo de reeindustrialização da empresa na Argentina, o país escolhido pela Me,rcedes-Benz para receber a primeira unidade fabril fora da Alemanha, há 75 anos.

    “É uma unidade estratégica não só porque permite aumento de escala na região, como também permitiu modernizar processos e produtos para o mercado local, o garantem aumento de competitividade.”

    A nova fábrica segue em sinergia estreita com a operação de São Bernardo do Campo (SP), de onde recebe motor, transmissão e cabines.


    Foto: Leodoca

     



    Fonte: Auto Industria

  • Fiat Pulse fica menos de R$ 100 mil para impedir avanço do Tera

    Fiat Pulse fica menos de R$ 100 mil para impedir avanço do Tera

    A Fiat tomou uma decisão estratégica para frear o avanço de SUVs concorrentes, especialmente o BYD Song Plus, e trouxe o Fiat Pulse para ficar abaixo da marca de R$ 100 mil.

    Essa manobra visa atrair um público maior e mais sensível ao preço, algo crucial para as classes C, D e E, que buscam um carro com bom custo-benefício.

    Pulse: o novo patamar de acessibilidade da Fiat

    Em uma jogada que promete agitar o mercado de SUVs compactos em 2026, a Fiat anunciou uma redução significativa no preço de entrada do Fiat Pulse.

    O modelo agora pode ser encontrado por menos de R$ 100 mil, uma estratégia clara para competir diretamente com modelos que têm ganhado espaço e para tornar o SUV mais acessível para um número maior de consumidores brasileiros.

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    Concessionárias Fiat já oferecem o Pulse com novo preço

    Essa nova precificação já está em vigor em diversas concessionárias autorizadas da Fiat em todo o país. A ação é vista como uma resposta direta à crescente popularidade de SUVs eletrificados e híbridos, que têm apresentado um crescimento notável nas vendas.

    A BYD, com modelos como o Song Plus, tem sido uma das montadoras a se destacar nesse cenário.

    Por que o Fiat Pulse abaixo de R$ 100 mil é um jogo de mestre?

    O mercado de SUVs compactos é um dos mais disputados no Brasil. Com o Fiat Pulse custando menos de R$ 100 mil, a marca italiana busca não apenas manter sua fatia de mercado, mas também reconquistar consumidores que talvez estivessem considerando outras opções mais caras ou de marcas emergentes. O foco é clara: valor e acessibilidade.

    Este movimento estratégico pode ser um divisor de águas para quem busca um SUV moderno, com design atraente e boa tecnologia, sem precisar comprometer todo o orçamento.

    A Fiat aposta que o Pulse, com seu novo preço, se tornará o SUV de entrada preferido de muitos brasileiros em 2026.

    Fique atento às ofertas nas concessionárias Fiat mais próximas e aproveite essa oportunidade única de ter um SUV completo por um preço que cabe no seu bolso.

    Consulte os modelos disponíveis e as condições de financiamento para não perder essa chance!



    Fonte: Garagem 360

  • Montadoras brasileiras perdem espaço para as chinesas na Argentina

    Montadoras brasileiras perdem espaço para as chinesas na Argentina

    Além de ser afetada pela alta na venda de importados no mercado interno, a produção de veículos também esbarra em menor volume de exportações do setor automotivo este ano.

    As vendas externas até reagiram em abril, com total de 43,2 mil embarques, alta de 8,2% sobre março (39,9 mil), mas seguem com números negativos tanto no comparativo com o mesmo mês do ano passado (menos 11,7%) como no acumulado do quadrimestre.

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    Na Automechanika Buenos Aires, debate sobre invasão chinesa

    Na Automekanica, brasileiros realizam 1.826 contatos comerciais

    Foram exportados 134,1 mil veículos, entre leves e pesados, nos quatro meses, decréscimo de 16,9% sobre idêntico intervalo de 2025 (161,3 mil unidades).

    Ao divulgar os números, o presidente da Anfavea, Igor Calvet, revelou que, no âmbito externo, preocupa a perda de participação das montadoras brasileiras no mercado argentino. Foram enviados apenas 71,1 mil veículos para o país vizinho este ano, recuo de 30% sobre o primeiro quadrimestre do ano passado (101,5 mil).

    Como as vendas no mercado argentino recuaram 5,7% no mesmo período, baixando de 217 mil para 205,1 mil emplacamentos, fica evidente a perda de market share dos produtos brasileiros por lá.

    Ao chamar a atenção para esse fato, Calvet deixou claro que também no país vizinho os chineses vêm ganhando espaço cada vez maior, o que chegou a ser tema em abril de reuniões entre as associações de montadoras dos dois países e também as de autopeças.

    Como lembrou o presidente da Anfavea, os dirigentes do setor automotivo dos dois países aproveitaram a  Automekanica de Buenos Aires para discutir a invasão chinesa na região – tanto de carros como de componentes.

    Segundo o site Autoblog, há apenas seis meses operando na Argentina, a BYD foi a oitava marca mais vendida no mês passado, superando Citroën, Jeep, Mercedes-Benz e Nissan. Para este ano, são ousados os planos de outras marcas chinesas, dentre as quais a Geely, Leapmotor, Changan e Chery.

    Ainda com relação às exportações brasileiras, também houve queda nos embarques para o México, mas em índice menor, de 6,2% (veja gráfico abaixo). Em contrapartida, as vendas para a Colômbia cresceram 51,4%, de 9,6 mil para 14,5 mil.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Acabou o amor? Tiggo 5X some dos 10 primeiros colocados e acende alerta em maio

    Acabou o amor? Tiggo 5X some dos 10 primeiros colocados e acende alerta em maio

    O Tiggo 5X começou maio em situação bem diferente daquela vista há poucas semanas. Depois de ganhar destaque com forte volume de emplacamentos, o SUV da Caoa Chery desapareceu dos 10 primeiros colocados entre os SUVs mais vendidos na parcial do mês.

    O dado chama atenção porque o modelo vinha embalado. Em março, o Tiggo 5X chegou a superar 5 mil unidades e virou um dos grandes personagens do segmento. Agora, no entanto, a fotografia parcial mostra outra disputa: Hyundai Creta, BYD Song, Volkswagen T-Cross e Chevrolet Tracker aparecem mais fortes na frente.

    Tiggo 5X perde espaço em maio e vê rivais acelerarem

    Na parcial de maio, o ranking dos SUVs mostra o Hyundai Creta na liderança, com 1.439 unidades emplacadas. Logo atrás aparece o BYD Song, com 1.115 unidades, seguido pelo Volkswagen T-Cross, com 1.066 unidades.

    O Chevrolet Tracker também se mantém competitivo, com 1.029 unidades, enquanto o Volkswagen Tera aparece logo depois, com 992 emplacamentos. Nesse recorte, o Tiggo 5X não aparece entre os 10 primeiros SUVs.

    A ausência pesa porque o modelo vinha de um desempenho forte em abril, quando registrou 3.924 unidades. Ou seja, o problema não é falta de reconhecimento do consumidor, mas uma possível perda de tração em um mês de concorrência mais agressiva.

    Ranking parcial mostra disputa mais apertada entre SUVs

    A briga entre SUVs compactos e médios ficou mais pesada em maio. Além dos nomes tradicionais, como Creta, T-Cross e Tracker, o avanço de modelos eletrificados também muda o jogo.

    O BYD Song, por exemplo, já aparece acima de rivais históricos e reforça a força dos híbridos entre consumidores que buscam tecnologia, economia e mais equipamentos. Ao mesmo tempo, o Tera começa a ocupar espaço como aposta nova da Volkswagen.

    Comparativo da parcial de maio

    Modelo Emplacamentos na parcial
    Hyundai Creta 1.439
    BYD Song 1.115
    Volkswagen T-Cross 1.066
    Chevrolet Tracker 1.029
    Volkswagen Tera 992
    Tiggo 5X Fora do top 10

    O cenário mostra que o consumidor segue interessado em SUVs, mas a escolha está mais pulverizada. Preço, oferta, tecnologia, marca e percepção de revenda pesam cada vez mais.

    Queda do Tiggo 5X liga sinal de alerta para a Caoa Chery

    O alerta para a Caoa Chery não significa que o Tiggo 5X deixou de ser competitivo. O SUV ainda tem boa presença de mercado, lista de equipamentos atrativa e histórico recente de alta demanda.

    Porém, ficar fora do top 10 em uma parcial de maio cria ruído justamente porque o modelo vinha em ritmo de destaque. Quando um carro sai de mais de 5 mil unidades em março para uma posição menos visível no ranking, a leitura natural é de perda momentânea de embalo.

    Rivalidade deve aumentar nas próximas semanas

    A reação do Tiggo 5X vai depender da força das ofertas, da disponibilidade nas concessionárias e da capacidade da Caoa Chery de manter o SUV no radar do consumidor.

    Enquanto isso, Creta, T-Cross, Tracker e BYD Song seguem aproveitando o momento. O Volkswagen Tera também adiciona pressão nova à disputa, principalmente por chegar com apelo de novidade.

    Portanto, a parcial de maio não encerra a história do Tiggo 5X, mas acende um sinal importante: no segmento mais concorrido do país, poucas semanas são suficientes para transformar protagonista em coadjuvante.



    Fonte: Garagem 360