Categoria: FERRARI

  • Ferrari registra tecnologia que freia o carro para evitar raspar a frente

    Ferraris são desenhadas para pistas, com para-choques extremamente baixos e aerodinâmica calculada para performance. Mas essa mesma característica traz um incômodo conhecido de qualquer dono de superesportivo: o medo constante de raspar o bico do carro ao entrar em garagens ou cruzar lombadas urbanas.

    Até agora, a principal solução oferecida pela fabricante era o sistema de front lift, que eleva a dianteira em alguns centímetros. Em 2025, porém, surgiu uma proposta diferente: em vez de levantar o carro, fazer com que ele freie sozinho para evitar o contato.

    Evitar o impacto, não mudar a altura

    Documentos revelados em agosto de 2025 mostram que a Ferrari registrou uma tecnologia que utiliza sensores frontais para detectar obstáculos baixos, como muretas, blocos de estacionamento ou guias de calçada. A inovação analisa não apenas a distância horizontal, mas a possibilidade real de colisão com a parte inferior da carroceria, especialmente o splitter.

    Quando o risco é identificado, o carro enviaria um aviso visual ou sonoro ao motorista. Caso não haja reação, o sistema prevê a ativação automática dos freios, uma intervenção semelhante à frenagem autônoma usada para evitar atropelamentos, mas focada em proteger a integridade do veículo.

    O objetivo é claro, impedir o contato físico entre a dianteira e obstáculos urbanos sem alterar a geometria do carro ou depender do comando do motorista.

    Por que não elevar a frente, como já fazem outras marcas?

    Uma hipótese é que a Ferrari não pretende substituir o lift frontal, mas complementar sua função. Hoje, o levantamento da dianteira é um recurso opcional e depende do acionamento manual do motorista. A nova patente propõe uma camada adicional de proteção: agir mesmo quando o condutor não percebe o risco.

    Outras marcas, como a Porsche, já incorporam lifts automáticos com GPS, capazes de memorizar trechos críticos e acionar o sistema sozinhos. A Ferrari, ao optar por frenagem autônoma, aponta para um caminho distinto: menos dependência de memória geográfica, mais resposta imediata a qualquer obstáculo.

    É importante lembrar que registros de patentes não garantem aplicação comercial. Montadoras frequentemente protegem ideias que nunca chegam às ruas, seja por custo, seja por comportamento do usuário.

    Mesmo assim, o aparecimento desse documento indica que a Ferrari está observando atentamente um ponto sensível do uso real de seus carros: a convivência com calçadas, não apenas com curvas de alta velocidade.

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    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Fúria Elétrica: Ferrari Elettrica prepara carro de 1.000 CV, tração integral e engenharia revolucionária

    Fúria Elétrica: Ferrari Elettrica prepara carro de 1.000 CV, tração integral e engenharia revolucionária

    A lendária marca de Maranello finalmente começou a desvendar os segredos de seu primeiro veículo totalmente elétrico, o Ferrari Elettrica. Em vez de uma transição cautelosa, a Ferrari apostou em uma abordagem radical e inovadora, prometendo um carro com mais de 1.000 cavalos de potência e dimensões mais compactas que o Purosangue, seu FUV (Ferrari Utility Vehicle).

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    Ferrari Elettrica prepara carro de 1.000 CV

    Embora a marca ainda não tenha revelado o estilo da carroceria, os detalhes técnicos divulgados prometem impressionar tanto engenheiros quanto entusiastas de velocidade.

    O Elettrica foi projetado para ser um EV que honra o legado de desempenho da Ferrari. A meta de aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 2,5 segundos e uma velocidade máxima de 308 km/h (192 mph) coloca-o diretamente no topo dos superesportivos.

    A engenharia da Ferrari concentrou-se em mitigar o peso extra da bateria. O Elettrica terá um peso total de 5.070 libras (cerca de 2.300 kg), o que representa apenas 170 libras (cerca de 77 kg) a mais que o Purosangue.

    • Dimensões: Com uma distância entre eixos de 116,5 polegadas, o Elettrica é 2,3 polegadas mais curto que o Purosangue. Isso sugere um layout de quatro lugares, possivelmente um sucessor espiritual do GTC4Lusso.

    • Inovação: A Ferrari afirma que mais de 60 inovações tecnológicas patenteadas foram desenvolvidas para este EV, demonstrando o compromisso de Maranello em ser líder, não seguidora, na eletrificação.


    Foto: Andrea Canuri para Stephen Hancock/Autoblog

    Quatro Motores e Força Absurda

    O trem de força do Elettrica é o seu grande destaque, utilizando um sistema de tração integral composto por quatro motores desenvolvidos internamente, utilizando o know-how da Fórmula 1.

    • Potência Total: A combinação dos quatro motores (dois na frente e dois atrás) gera um total de mais de 1.000 cv. O par dianteiro produz 282 cv, e o par traseiro, 831 cv.

    • Torque: A Ferrari cita o torque nas rodas, resultando em números estratosféricos: 2.582 lb-ft (356 kgfm) no eixo dianteiro e 5.900 lb-ft (815 kgfm) no eixo traseiro.

    • Dinâmica: O eixo dianteiro pode ser desconectado quando a potência máxima não é necessária. A transmissão de energia entre eixos utiliza novos conectores inteligentes, que reduzem o peso total do carro.


    Modelo terá quatro motores – Foto: Divulgação

     

    Bateria, Autonomia e Ciclística

    A bateria Blade do Elettrica possui 122 kWh de capacidade, o suficiente para uma autonomia projetada de cerca de 537 km. Ela utiliza tecnologia de 800 volts, permitindo um carregamento rápido de até 350 kW.

    • Recorde Mundial: A Ferrari alega ter alcançado a maior densidade energética de qualquer veículo elétrico de produção do planeta, com 195 Wh/kg, superando até mesmo o Rimac Nevera.

    • Estrutura: A bateria atua como um componente estrutural que aumenta a rigidez da carroceria e garante um centro de gravidade 80 milímetros mais baixo que o Purosangue.

    • Manutenção: Em uma jogada inédita, a bateria foi projetada para ser removível e reparável sem comprometer o restante da estrutura, facilitando futuras atualizações tecnológicas.

    O conjunto ciclístico, que inclui suspensão ativa de 48V (desenvolvida pela Multimatic), direção nas quatro rodas e vetorização de torque em cada eixo, promete uma agilidade que faz o carro parecer muito mais leve do que realmente é. Para os puristas, o modelo inclui alavancas de câmbio que permitem controlar progressivamente a potência/torque e a regeneração, simulando a sensação de frenagem do motor.

    Mil cavalos de potência, tração integral e alta tecnologia: a Ferrari acertou no alvo com o Elettrica? Você acha que este EV será um “melhor carro para dirigir do que um Purosangue com motor V12”? Comente abaixo sua expectativa sobre o primeiro elétrico de Maranello!

    Leia aqui: O impensável aconteceu! McLaren terá seu primeiro SUV para encarar a Ferrari



    Fonte: Garagem 360

  • Ferrari aumenta potência do seu lucro, que contradiz sustentabilidade

    Ferrari aumenta potência do seu lucro, que contradiz sustentabilidade

    Todo o discurso sobre adequar a sociedade a princípios civilizatórios de sustentabilidade socioambiental não parece colar no andar mais alto do estrato social. Nestas coberturas, onde se multiplicam piscinas de borda infinita, que abrigam as pessoas mais ricas do planeta, ninguém pergunta ou se importa com quantos gramas de CO2 emite o novo Ferrari 849 Testarossa V8 híbrido plug-in, com seus desnecessários e perdulários 1.050 cavalos, que na Europa custa de € 460 mil a € 650 mil – algo como R$ 2,9 milhões a R$ 4 milhões pelo câmbio atual.

    Poucas pessoas no mundo podem exaltar sua própria riqueza por meio do desperdício de recursos com uma marca icônica de luxo, mas no caso da Ferrari é público mais que suficiente para sustentar o maior lucro do mundo por carro vendido, garantido por quem aceita e até se acotovela para pagar pequenas – pequenas para eles, diga-se – fortunas por um veículo que, a despeito de sua incontestável beleza, esportividade e exclusividade, não serve para muita coisa além ser uma joia automotiva que passará a maior parte do tempo guardada em uma garagem, com esporádicas seções de exibicionismo em vias que não permitem nem um sexto da velocidade máxima disponível.

    Ferrari 849 Testarossa

    Pois são essas poucas pessoas com altos padrões de insustentabilidade socioambiental que, no primeiro semestre deste ano, compraram 7 mil carros da Ferrari, marca que atualmente tem sete modelos em linha – sem contar algumas séries especiais – que na Europa custam de € 230 mil, caso do Roma Spider, aos € 700 mil de um Purosangue V12, de 725 cv, o primeiro Ferrari quatro portas para quatro ocupantes.

    Lucro turbinado

    Os mais recentes resultados financeiros da Ferrari comprovam que, mesmo vivendo sob o maior ciclo de transformação da história rumo à eletrificação, o que dá lucro na indústria automotiva não são ações de sustentabilidade, mas motores a gasolina de tão alta quanto descabida potência, empacotados por belos designs, fino acabamento e – acima de tudo – uma marca icônica capaz de cobrar preços que superam em muito o seu valor material.

    Com um plano iniciado há cerca de dez anos que envolveu a separação acionária do Grupo Fiat – mas permanecendo sob controle da família Agnelli por meio da holding Exor NV, a mesma que também controla a hoje Stellantis – e o lançamento de renovados e novos produtos, a Ferrari praticamente dobrou suas vendas, que saltaram de 7,6 mil unidades em 2015 para 13,7 mil em 2024.

    Com isto faturamento e lucros também se multiplicaram: em dez anos as vendas globais saíram de € 2,8 bilhões para € 6,7 bilhões, um salto de 139%, e o lucro líquido cresceu mais de cinco vezes, de € 290 milhões, em 2015, para € 1,5 bilhão no ano passado.

    Estes resultados fazem da Ferrari a empresa automotiva mais lucrativa do planeta em relação ao volume de carros que vende, com ganhos que continuam a crescer ano a ano. No primeiro semestre de 2025 os 7 mil carros vendidos garantiram faturamento de € 3,6 bilhões, um crescimento de 8,5% em relação ao mesmo período de 2024, enquanto o lucro líquido de € 837 milhões avançou ainda mais, 9,4%, mesmo com número de unidades vendidas sem crescimento, praticamente estável.

    Maior lucro por carro

    Mesmo com os mercados onde atua em retração a Ferrari segue ganhando dinheiro, basicamente porque seus clientes não se incomodam muito com aumento de preços e seguem fazendo filas de espera para receber seu carro com a indefectível marca do cavalino rampante.

    Segundo cálculos do especialista Felipe Muñoz, analista global da Jato Dynamics baseado em Turim, Itália, no primeiro semestre a Ferrari lucrou € 118 mil por carro vendido, quase € 10 mil a mais do que os € 108,7 mil por unidade de um ano atrás, um aumento de 8,7%.

    Analisando os balanços de 34 fabricantes de veículos do mundo, Muñoz chegou à conclusão que a Ferrari não é só a mais lucrativa do mundo como também abriu distância abissal para as demais.

    Segunda no ranking elaborado pelo consultor, a JLR, antiga Jaguar Land Rover, no mesmo semestre precisou vender 23 carros para obter o mesmo lucro de um Ferrari vendido. Este número aumenta para 24 no caso da Porsche – outrora a mais lucrativa do setor –, sobe para 47 da Mercedes-Benz, 58 do Grupo BMW – que também inclui Mini e Rolls-Royce – e 62 da Tesla.

    Esta relação cresce ainda mais dentre os grupos fabricantes de grandes volumes: para atingir o lucro de um Ferrari vendido a GM precisa vender 69 carros de suas marcas, a compatriota Ford precisa de 673, a Toyota de setenta, 116 do Grupo Volkswagen – que inclui marcas de alto valor agregado como Audi e Bentley – e a GWM necessita de 89 – é a chinesa mais bem colocada no ranking.

    Como era de se esperar, pela prática de preços baixos, os fabricantes da China trabalham com margens baixas. A BYD, uma das melhores colocadas, precisa vender 113 veículos de suas quatro marcas para alcançar o lucro de um Ferrari, enquanto a penúltima colocada Geely necessita de 1.225 unidades e a Leapmotors, na última posição, no primeiro semestre vendeu de nada menos que 6.667 carros para lucrar o mesmo que apenas um cavalinho italiano.

    Mas Muñoz observa que, apesar de seguir mostrando lucros crescentes e vistosos, o ritmo de crescimento dos resultados da Ferrari vem caindo nos últimos anos, mesmo após o lançamento do Purosangue, em 2022, o primeiro quatro-portas da marca que poderia ter trazido volumes maiores, por ter inserido a fabricante em segmento no qual ela nunca atuou. Talvez nem precisasse, pois é um público diferente, mais racional e menos apaixonado, do qual costuma ser mais difícil se obter tanto lucro, pois há opções bastante luxuosas e mais baratas.

    Eletrificação

    A Ferrari também faz suas apostas na eletrificação, mas sempre preservando a desnecessária e perdulária alta potência: em 2019 lançou o SF90 Stradale, seu primeiro híbrido plug-in, e em 2021 veio o segundo, o 296 GTB/GTS – o primeiro da marca a economizar cilindros, com motor V6 de 221 cv que com a ajuda dos motores elétricos chega a 830 cv. Este ano, para suceder ao Stradale, foi apresentado o 849 Testarossa com evoluído powertrain híbrido plug-in que combina o V8 a gasolina de 830 cv com três motores elétricos de 220 cv, ultrapassando assim os 1 mil cavalos.

    Agora é esperada a apresentação do primeiro Ferrari 100% elétrico que, apesar da fonte energética considerada mais limpa, deverá ter cavalaria tão perdulária – e por isto inútil – quanto o resto da família. Resta saber se na era da eletrificação a Ferrari continuará ganhando dinheiro ou começará a perder lucros, como vem acontecendo com a maioria dos fabricantes que perdem a essência ao migrar para os elétricos e hoje são comparáveis a marcas chinesas mais baratas.

    O que em nada muda é a essência do andar de cima, ou da maioria dos ricos habitantes dele: seja um carro a combustão ou elétrico, o negócio é gastar dinheiro, recursos e energia como se não houvesse amanhã. É provável que não haja mesmo.


    * Pedro Kutney é jornalista especializado em economia, finanças e indústria automotiva. É autor da coluna Observatório Automotivo, especializada na cobertura do setor automotivo, e editor da revista AutoData. Ao longo de mais de 35 anos de profissão, foi editor do portal Automotive Business, editor da revista Automotive News Brasil e da Agência AutoData. Foi editor assistente de finanças no jornal Valor Econômico, repórter e redator das revistas Automóvel & Requinte, Quatro Rodas e Náutica.


    Foto: Divulgação Ferrari



    Fonte: Auto Industria

  • Da Kombi 1960 à Ferrari F40 1990, a trajetória do Salão do Automóvel

    Da Kombi 1960 à Ferrari F40 1990, a trajetória do Salão do Automóvel

    Com 24 marcas já confirmadas, incluindo nove chinesas, a 31ª edição do Salão Internacional do Automóvel de São Paulo não se limitará a expor as novidades que estão chegando ao mercado brasileiro. A mostra terá um espaço dedicado a contar sua história desde 1960, com ícones produzidos aqui ou importados ao longo de quase sete décadas.

    Dentre os modelos que estarão no espaço chamado de “viagem no tempo”, um dos destaques é a Kombi 1960, apresentada na primeira edição realizada no Parque do Ibirapuera, naquele mesmo ano, nas versões de 6 Portas, para lotação, e a de Turismo, uma espécie de motorhome da época.

    Dentre outros modelos do acervo do CARDE Museu, estarão reunidos lado a lado o STV UIRAPURU 1967, um fora de série que teve apenas 70 unidades produzidas, o Dodge Charger R/T 1971, exposto na primeira edição realizada no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em 1970, e o VW Gol GTI 1989, na cor Azul Mônaco.

    Também em destaque a Ferrari F40 1990, o superesportivo italiano que em área anexa ao estande da Fiat causou verdadeira comoção, marcando a era da reabertura dos portos brasileiros para os modelos importados.

    A edição deste ano acontece de 22 a 30 de novembro, no agora chamado Distrito Anhembi, ste ano após o último evento, realizado em 2018 no São Paulo Expo.

    Confirmaram participação no Salão do Automóvel 2025 a BYD, Caoa Changan, Caoa Chery, Citroën, Denza, Fiat, GAC, Geely, GWM, Honda, Hyundai, Jeep, Kia, Leapmotor, Lecar, Lexus, MG Motors, Mitsubishi, Omoda & Jaecoo, Peugeot, RAM, Renault, Suzuki Motos, Toyota e Vespa. Marcas como Volkswagen, GM, Ford, Audi, BMW, Mercedes-Benz e Porsche decidiram não participar.

    “Assim como o Salão do Automóvel, que desde 1960 mostra a evolução dos veículos, nossa proposta no CARDE também é a de contar, por meio dos carros e das obras de arte a história do Brasil. O automóvel desperta memórias afetivas e é um excelente e eficiente fio condutor para a transmissão de uma história”, comenta Luiz Goshima, diretor do CARDE e conselheiro da Fundação Lia Maria Aguiar (FLMA).


    Fotos: Acervo MIAU-Museu da Imprensa Automotiva

     



    Fonte: Auto Industria

  • Ferrari x Lamborghini: a rivalidade que mudou o rumo dos carros italianos

    Na Itália dos anos 1960, os carros esportivos já simbolizavam luxo, poder e velocidade. Foi nesse cenário que um confronto entre dois empresários italianos mudaria para sempre a indústria automobilística: a rivalidade entre Ferrari e Lamborghini.

    Ferruccio Lamborghini, industrial de sucesso no setor de tratores, era proprietário de diversos carros da Ferrari. Apaixonado por velocidade, mas incomodado com falhas mecânicas constantes nos carros, especialmente na embreagem, Ferruccio decidiu levar suas críticas diretamente ao fundador da marca, Enzo Ferrari.

    De acordo com estudo acadêmico publicado pela Universidade de Valladolid em 2022, a resposta de Enzo teria sido curta e provocadora: “Um fabricante de tratores não deveria se meter em carros esportivos”. O episódio marcou Ferruccio e, determinado a provar que podia fazer melhor, ele fundou em 1963 a Automobili Ferruccio Lamborghini S.p.A., em Sant’Agata Bolognese, com a missão explícita de rivalizar com a Ferrari.

    Lamborghini nascida para desafiar a Ferrari

    Segundo o estudo, desde a fundação, a Lamborghini carregava em seu DNA a ideia de disputa. Enquanto a Ferrari já tinha prestígio consolidado, a nova montadora apostou em ousadia de design, inovação tecnológica e confiabilidade para conquistar espaço.

    De acordo com a publicação, a Lamborghini nasceu como um “gesto de rivalidade transformado em projeto industrial”, uma narrativa que deu origem à empresa e que a posicionou diretamente como contraponto à Ferrari no mercado global.

    O resultado da ambição de Ferruccio foi o Lamborghini 350 GTV, logo depois foi lançado o primeiro carro de produção da marca, o 350 GT, com motor tecnicamente mais avançado que o da Ferrari na época.

    O duelo além das pistas

    Conforme afirmado pelo estudo, a Ferrari, ao longo das décadas, construiu uma identidade vinculada à tradição, ao prestígio e às vitórias nas pistas da Fórmula 1. Já a Lamborghini, por não ter uma presença histórica marcante no automobilismo de elite, desenvolveu uma personalidade própria, voltada para a ousadia estética e a experiência de exclusividade.

    O estudo enfatiza que as duas marcas, embora diferentes em estilo, se consolidaram como competidoras diretas em todos os âmbitos. Enquanto a Ferrari atrai pelo peso da tradição esportiva, a Lamborghini fascina pelo design extravagante, pelo som característico de seus motores e pelo apelo junto a consumidores que buscam algo fora do convencional.

    Essa rivalidade, observa a análise, ultrapassa os carros em si: está também na forma como cada marca se comunica. Ferrari aposta no prestígio e na aura competitiva; Lamborghini, na rebeldia e na conexão com públicos mais jovens e digitais.

    O legado da rivalidade

    Passadas seis décadas, Ferrari e Lamborghini permanecem como dois dos nomes mais poderosos do universo automotivo. Se a Ferrari é sinônimo de tradição e excelência esportiva, a Lamborghini simboliza ousadia e rebeldia. Juntas, criaram um imaginário em que dirigir é vivenciar status, sonho e emoção.

    O estudo pontua que, embora a Ferrari sempre tenha tido maior reputação, a Lamborghini conseguiu conquistar seu espaço e se tornou concorrente direta em prestígio, design e desejo. Hoje, ambas compartilham clientes e o desafio de se adaptar ao futuro: eletrificação, sustentabilidade e novos consumidores que demandam experiências tão intensas quanto a potência dos motores.

    Ferrari Amalfi chega com V8 mais potente para substituir Roma



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • O impensável aconteceu! McLaren terá seu primeiro SUV para encarar a Ferrari

    O impensável aconteceu! McLaren terá seu primeiro SUV para encarar a Ferrari

    A McLaren, uma das marcas mais puristas do mundo, finalmente se rendeu. Famosa por seus supercarros velozes e baixinhos, a fabricante britânica confirmou que vai entrar na briga dos SUVs de luxo.

    {“@context”:”https://schema.org”,”@type”:”VideoObject”,”name”:”Carregar CARRO ELÉTRICO EM CASA vale a pena? Veja o custo real e o consumo dos modelos BYD”,”description”:”Você sabia que o custo de carregar um carro elétrico na tomada de casa pode variar de R$ 25,00 a R$ 50,00 por carga? Neste vídeo, vamos explorar os preços de recarga de dois dos carros elétricos mais populares no Brasil: o BYD Dolphin e o BYD Dolphin Mini. Descubra o impacto da tarifa de eletricidade, como a autonomia de carros elétricos e a eficiência das baterias influenciam o custo da recarga e como isso se compara ao custo de abastecer um carro a combustão. Também vamos ver uma comparação entre carros elétricos e combustão, com exemplos práticos do custo de operação de veículos elétricos em cidades como São Paulo e Brasília.→ Leia a matéria completa no site do Garagem 360: https://garagem360.com.br/quanto-custa-carregar-um-carro-eletrico-na-tomada-de-casa-modelos-fazem-de-r-2500-a-r-50-por-carga/RESUMO DO VÍDEO:00:00 → Carro elétrico: Como funciona o carregamento?00:21 → Vale a pena carregar um BYD Dolphin em casa?01:07 → Comparação: BYD Dolphin em São Paulo e Brasília01:20 → Custo para carregar um Dolphin em São Paulo 01:56 → Autonomia do Dolphin: 291 km segundo o Inmetro02:04 → Especificações do motor do BYD Dolphin02:12 → Custo para carregar o BYD Dolphin Mini em Brasília03:10 → Comparando custos: Carro elétrico vs. carro a combustão03:25 → Análise de custo: Carro elétrico vs. a combustão03:49 → Custo para percorrer 290 km com carro a combustão04:13 → Vantagens econômicas do carro elétrico a longo prazoEdição: Douglas Costa#CarroElétrico #CustoDeRecarga #BYDDolphin”,”thumbnailUrl”:”https://s2.dmcdn.net/v/Xmidu1eRT2XMz8PEp/x120″,”uploadDate”:”2025-01-29T18:00:41-03:00″,”duration”:”PT371S”,”embedUrl”:”https://geo.dailymotion.com/player.html?video=x9d87p4″}

    A decisão quebra uma longa tradição e coloca a marca em um novo e disputado território. O novo modelo chega para desafiar rivais de peso como a Ferrari e a Lamborghini, que já faturam alto com seus utilitários.

    A aposta da McLaren é ousada e promete agitar o mercado de superesportivos.

    Quer conhecer o novo SUV de luxo da marca? Então vem que o Garagem360 te mostra em detalhes!

    Como será o primeiro SUV da McLaren?

    Pode esquecer a ideia de um carro pesado e sem graça. A McLaren promete levar todo o seu DNA de performance para o novo SUV (E nós já estamos empolgados com a novidade).

    McLaren; Ferrari

    Foto: Divulgação / McLaren

    Com lançamento previsto para 2027, o novo veículo da marca terá quatro portas e um design que mistura a esportividade da marca com a praticidade de um utilitário.

    Para manter a tradição de leveza e agilidade, a fabricante vai usar materiais nobres, como fibra de carbono e titânio. O objetivo é criar o SUV mais leve e dinâmico da categoria.

    Além disso, a aerodinâmica, ponto forte da marca, também será um diferencial, com soluções ativas para garantir estabilidade em altas velocidades.


    Fonte: Garagem 360

  • Nova Ferrari 849 Testarossa: lenda volta como super-híbrido de 1.050 cv

    Nova Ferrari 849 Testarossa: lenda volta como super-híbrido de 1.050 cv

    Uma lenda da indústria automotiva está de volta: a Ferrari apresentou a 849 Testarossa, seu mais recente superesportivo híbrido plug-in. O modelo chega para substituir a SF90 Stradale e ressuscita um nome clássico na fábrica de  Maranello.

    Combinando o tradicional motor V8 biturbo montado em posição central-traseira e três motores elétricos, o conjunto atinge 1.050 cv – um incremento de 50 cv em relação ao antecessor.

    A nova Ferrari 849 Testarossa utiliza a denominação surgida nos anos 1950 e refere-se às tampas de válvula pintadas de vermelho em motores de competição. O batismo se popularizou com o icônico esportivo de rua lançado em 1984, símbolo de sua época.

    O novo modelo foi desenvolvido pelo Ferrari Styling Centre, sob direção de Flavio Manzoni. O conceito visa interpretar a linguagem visual da marca, com base nos carros de corrida da década de 1970. As laterais têm efeito e atuam como condutores aerodinâmicos. O conjunto de entradas de direciona o fluxo para o intercooler e para o sistema de freios.

    Na traseira, o carro adota uma solução inspirada no clássico 512 S, com dupla cauda e aerofólio ativo integrado – recurso patenteado pela Ferrari.


    Ferrari 849 Testarossa 2026: superesportivo tem 1.050 cv
    Ferrari 849 Testarossa 2026: superesportivo tem 1.050 cv • Divulgação

    Na dianteira, a nova Testarossa remete a esportivos da marca dos anos 1980, trazendo um elemento horizontal que conecta os faróis e cria um efeito de spoiler de largura total. Segundo a Ferrari, o carro gera 415 kg de downforce a 250 km/h, 25 kg a mais que a SF90 Stradale.

    Mecânica híbrida

    O coração da 849 Testarossa é o motor V8 biturbo de 3.9 litros, totalmente revisado em relação ao antecessor. A unidade entrega 830 cv sozinha, auxiliada por um novo turbocompressor – o maior já usado em um carro de produção da Ferrari. Tem tração integral com gerenciamento eletrônico e câmbio automatizado de dupla embreagem de oito marchas.


    Ferrari 848 Testarossa 2026: superesportivo tem 1.050 cv
    Ferrari 848 Testarossa 2026: superesportivo tem 1.050 cv • Divulgação

    O sistema híbrido adiciona três motores elétricos: dois posicionados no eixo dianteiro, responsáveis também pelo torque vetorial, e um acoplado ao eixo traseiro. Juntos, somam 220 cv adicionais. A bateria de íons de lítio de 7,45 kWh permite rodar até 25 km em modo 100% elétrico.

    Por dentro, a 849 Testarossa adota um painel de linhas horizontais e inspiração em monopostos. O volante concentra comandos essenciais, inclusive o tradicional botão de partida, enquanto o console central traz um seletor de marchas inspirado nos carros históricos da marca.


    Ferrari 849 Testarossa 2026: superesportivo tem 1.050 cv
    Ferrari 849 Testarossa 2026: superesportivo tem 1.050 cv • Divulgação

    A cabine oferece duas opções de bancos: uma mais voltada ao conforto e outra de perfil esportivo, em fibra de carbono. O sistema multimídia e a interface digital foram atualizados, com menus simplificados e integração das funções híbridas.


    Ferrari 849 Testarossa 2026: superesportivo tem 1.050 cv
    Ferrari 849 Testarossa 2026: superesportivo tem 1.050 cv • Divulgação

    Ficha técnica – Ferrari 849 Testarossa

    • Motorização híbrida plug-in (PHEV): V8 biturbo + três motores elétricos
    • Potência combinada: 1.050 cv

    Motor a combustão:

    • Configuração: V8 biturbo, cárter seco
    • Cilindrada: 3.990 cm³
    • Potência: 830 cv a 7.500 rpm
    • Torque: 842 Nm a 6.500 rpm
    • Rotação máxima: 8.300 rpm

    Sistema elétrico:

    • Potência máxima em modo elétrico: 163 cv
    • Bateria: 7,45 kWh
    • Autonomia elétrica: até 25 km

    Dimensões e peso:

    • Comprimento: 4.718 mm
    • Largura: 2.304 mm
    • Altura: 1.225 mm
    • Entre-eixos: 2.650 mm
    • Peso seco: 1.570 kg
    • Distribuição de peso: 45% dianteira / 55% traseira
    • Porta-malas: 74 litros

    Transmissão:

    • Câmbio automatizado de dupla embreagem, 8 marchas

    Desempenho:

    • Velocidade máxima: acima de 330 km/h
    • 0 a 100 km/h: menos de 2,3 s
    • 0 a 200 km/h: 6,35 s

    Freios:

    • Dianteiros: 410 x 223 x 38 mm
    • Traseiros: 372 x 233 x 34 mm

    Pneus:

    • Dianteiros: 265/35 R20
    • Traseiros: 325/30 R20

    Após polêmica, Jaguar revela carro-conceito que orienta seu futuro



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • A lenda chegou ao fim: Polícia prende homem que dirigiu Ferrari de F1 em vias públicas por seis anos

    A lenda chegou ao fim: Polícia prende homem que dirigiu Ferrari de F1 em vias públicas por seis anos

    Uma lenda do mundo automotivo foi finalmente capturada. A polícia tcheca prendeu um homem de 51 anos que, por incríveis seis anos, dirigiu um carro de Fórmula 1 em vias públicas na República Tcheca. Apelidado de “Fantasma de F1”, o piloto com capacete e terno de corrida escapou das autoridades e se tornou um herói cult entre os entusiastas.

    Polícia prende homem que dirigiu Ferrari de F1 em vias públicas por seis anos

    A audácia do motorista era lendária. Por anos, o carro de corrida com a icônica pintura da Ferrari foi avistado em rodovias tchecas, deixando os apaixonados por velocidade em êxtase. O homem finalmente foi preso na vila de Buk, quando a polícia o localizou em um posto de gasolina.

    O que torna a história ainda mais fascinante é que o piloto documentou sua jornada ao lado do filho, em um canal no YouTube. No entanto, o mistério em torno do carro persiste. A princípio, acreditava-se que o veículo era um F2, mas o proprietário insiste que se trata de um protótipo Ferrari-Dallara GPF1 de 2006, um dos dois únicos exemplares existentes.

    Polícia prende homem que dirigiu Ferrari de F1 em vias públicas por seis anos – Foto: Reprodução

     

    Ele alega que o carro é equipado com um motor V8 Ferrari 2.4 litros que gera quase 800 cavalos de potência, e chegou a especular que o piloto Kimi Räikkönen participou dos testes.

    A asa original, segundo ele, foi trocada por uma de F2 para aumentar a distância do solo. Independentemente da origem do veículo, o fato é que o “Fantasma” estava dirigindo um carro de nível Grand Prix em vias públicas.


    Imagem: TrackZone

    Um sonho vivido até o fim

    Com cada novo avistamento e vídeo no YouTube, o mistério e a admiração em torno do piloto tcheco só aumentavam. As redes sociais se enchiam de fotos e discussões sobre o “foguete vermelho” que voava pelas estradas, sempre um passo à frente da polícia.

    Ele se tornou um verdadeiro herói popular, a personificação da rebeldia e do sonho de todos que já desejaram levar um carro de corrida para as ruas. A prisão marca o fim de uma era, mas o legado do “Fantasma de F1” certamente viverá na memória dos amantes de carros.

    Qual carro de corrida você levaria para as ruas se pudesse? Deixe sua opinião nos comentários.

    Leia aqui: Deu ruim? FIA admite que carros da F1 de 2026 serão até 2,5s mais lentos

     



    Fonte: Garagem 360

  • VW imita Ferrari para vender Golf GTI com preço alto e regras rígidas

    VW imita Ferrari para vender Golf GTI com preço alto e regras rígidas

    A Volkswagen revelou finalmente o preço para o retorno do Golf GTI ao Brasil com pré-venda a partir desto último sábado (6). O carro chega importado da Alemanha com preços bem salgados. O hatch estará disponível em lote limitado e terá preço inicial de R$ 430 mil, valor que sobe para R$ 445 mil na configuração com bancos de couro. As primeiras entregas estão previstas para março de 2026.

    Além do preço salgado, mas similar ao cobrado pelos rivais, a Volkswagen resolveu utilizar regras rígidas para escolha dos clientes, como se fosse uma Ferrari. Apenas clientes que já tiveram modelos esportivos do Grupo Volkswagen poderão participar da compra. Isso inclui proprietários anteriores de versões GTS, GLI e GTI, além de veículos Audi ou Porsche. Cada comprador poderá registrar apenas uma unidade por CPF ou CNPJ, e o sinal de 10% do valor do carro garante a reserva.

    O Golf GTI brasileiro mantém o motor 2.0 TSI de quatro cilindros, integrante da família EA888. Trata-se do mesmo conjunto aplicado no Jetta GLI, mas com calibração exclusiva para o hatch. A potência é de 245 cv e o torque máximo, de 370 Nm. O câmbio é o automatizado DSG de dupla embreagem e sete marchas, com opção de trocas por aletas no volante.

    Apesar de menor desempenho em relação ao modelo europeu, que entrega 265 cv e 41,5 kgfm, o hatch mantém números interessantes: aceleração de 0 a 100 km/h em 6,1 segundos (contra 5,9 s da versão europeia). Essa diferença decorre de ajustes necessários para atender às normas de emissões do Proconve L8 e à composição da gasolina brasileira, que contém maior percentual de etanol.


    Nova geração do Golf GTI MK8,5
    Nova geração do Golf GTI MK8,5 • Divulgação

    O interior será oferecido em duas configurações: bancos de tecido xadrez, referência aos primeiros GTI dos anos 1970, ou bancos em couro Vienna com aquecimento. Essa diferença acrescenta R$ 15 mil entre as versões. O conjunto de rodas de 19 polegadas, compartilhado com o Golf R, será de série.

    A versão destinada ao Brasil apresenta algumas mudanças em relação ao GTI europeu. Recursos como os faróis IQ.Light matriciais e lanternas em LED com grafismos 3D não estarão disponíveis. Por outro lado, o modelo nacional terá teto solar panorâmico de série, item opcional no exterior.

    Programa GTI Experience Club

    A aquisição do Golf GTI 2026 inclui a participação no GTI Experience Club, programa voltado exclusivamente para os compradores do modelo. O clube oferece kit de boas-vindas, identidade visual exclusiva e acesso a eventos de pista e experiências de condução organizadas pela marca.

    Outra condição prevista no contrato é o direito de recompra pela Volkswagen, caso o cliente deseje vender o veículo posteriormente. Além disso, todos os carros contarão com três anos de garantia, manutenção programada e disponibilidade garantida de peças originais na rede de concessionárias.


    Volkswagen Golf GTI retorna ao Brasil
    Volkswagen Golf GTI retorna ao Brasil • Divulgação

    Golf GTI volta ao Brasil para disputar com outros hatches médios esportivos. Entre os rivais, estão o Honda Civic Type R (R$ 429.990) e o Toyota GR Corolla (a partir de R$ 416.990). O Golf GTI tem a menor potência entre os três: o Civic Type R tem motor 2.0 turbo de 297 cavalos, enquanto o GR Corolla aposta num 1.6 turbo três cilindros de 304 cv. Os carros japoneses são manuais, enquanto os alemão chega apenas com câmbio DCT.

    Em relação ao preço, todos os três esbarram num dilema: o valor pode tornar mais interessante para alguns consumidores optarem por carros de marca premium. Em apenas um das comparações possíveis, mais barato que um Golf GTI, está o novo Audi A5 Sportback 2025. O sedã executivo tem motor 2.0 TFSI de 272 cv e tração integral quattro e custa R$ 379.990.

    Outra comparação, o SUV híbrido chinês Haval H6 GT tem motor 1.5 turbo e elétricos com 393 cv e 0 a 100 menor que todos os esportivos: apenas 4,9s. O modelo custa R$ 325.000.

    Volkswagen revela Golf GTI Edition 50 mais potente da história



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Volkswagen copiando a Ferrari? Novo Golf GTI terá regras de compra super-rígidas

    Volkswagen copiando a Ferrari? Novo Golf GTI terá regras de compra super-rígidas

    A Volkswagen vai transformar a compra do novo Golf GTI no Brasil em um evento para poucos, com regras que lembram as de marcas de luxo como a Ferrari.

    Um documento interno da montadora, que vazou na internet, revela que para colocar o esportivo na garagem não vai bastar ter dinheiro. Ou seja, será preciso ser um fã de verdade da marca e seguir uma série de exigências.

    Acompanhe o Garagem360 e veja mais detalhes!

    Quais são as regras da Volkswagen para ter o novo Golf GTI?

    A estratégia da Volkswagen com o Golf GTI é clara: criar um clube de donos selecionados e evitar a especulação com o preço do carro.

    Volkswagen Golf GTI e Ferrari

    Foto: Divulgação / Volkswagen

    A princípio, a pré-venda, que começa no dia 6 de setembro, deve ter um lote inicial minúsculo, com apenas 5 carros por região. Segundo as informações do Guia do Carro, as regras para ser um dos primeiros donos são bem duras. Veja só:

    • Apenas uma unidade poderá ser comprada por CPF ou CNPJ;
    • Será preciso comprovar que você já teve outro esportivo da VW (GTI, GTS ou GLI);
    • Para entrar na fila, será necessário dar um sinal de 10% do valor do carro;
    • O comprador terá que assinar um contrato que dá preferência de recompra para a própria VW.

    Por que a VW está fazendo isso?

    Essa é uma tática muito comum em marcas como Ferrari e Porsche para lançamentos de carros exclusivos. As montadoras fazem isso para garantir que as primeiras unidades cheguem às mãos de clientes fiéis e entusiastas, e não de especuladores que compram apenas para revender o carro por um preço muito maior logo em seguida.

    Enfim, a medida também protege a imagem da marca, evitando que os carros caiam em mãos de pessoas polêmicas.

    O que o novo Golf GTI 2025 oferece?

    O aguardado retorno do Golf GTI ao Brasil acontece com a oitava geração do modelo, já com o visual atualizado. Inicialmente, ele virá importado da Alemanha, mas com uma configuração de motor um pouco mais “mansa” que a europeia, a mesma usada nos Estados Unidos. O motor 2.0 turbo entrega 245 cv de potência e 37,7 kgfm de torque, com câmbio DSG de 7 marchas.

    Com esse conjunto, o esportivo vai de 0 a 100 km/h em 6,1 segundos, com velocidade máxima limitada em 250 km/h.

    Por dentro, a grande novidade é a central multimídia gigante de 14,9 polegadas. O preço ainda é um mistério, mas especula-se que ficará na casa dos R$ 400 mil.

    Veja também: Chevrolet Montana 2025 tem desconto surreal de R$ 31 mil antes de sair de linha

    O que achou dessa estratégia da Volkswagen? Acha justo criar tantas regras para comprar um carro? Comente abaixo!



    Fonte: Garagem 360