Categoria: FERRARI

  • BYD mira Fórmula 1 e pode desafiar Ferrari, Mercedes e Red Bull

    BYD mira Fórmula 1 e pode desafiar Ferrari, Mercedes e Red Bull

    A expansão global da indústria automotiva pode ganhar um novo capítulo nos próximos anos. A chinesa BYD, uma das maiores fabricantes de carros eletrificados do mundo, passou a ser citada em análises do setor como possível candidata a entrar na Formula One.

    Imagem: Reprodução – Edição/Garagem360

    Se o plano avançar, a montadora poderia enfrentar diretamente algumas das equipes mais tradicionais do grid, como Scuderia Ferrari, Mercedes-AMG Petronas Formula One Team e Red Bull Racing.

    Embora não exista confirmação oficial de participação, os rumores surgem em um momento de forte interesse de montadoras na categoria, que voltou a crescer em audiência e relevância global.

    Gigante chinesa avalia caminhos para entrar na F1

    Nos bastidores do automobilismo, especialistas apontam que a BYD analisa diferentes estratégias caso decida investir na Fórmula 1.

    Entre as possibilidades discutidas estão:

    • criação de uma equipe própria
    • compra de um time já existente no grid
    • participação inicial como fornecedora de tecnologia ou parceira técnica

    Entrar na Fórmula 1 exige investimentos gigantescos. A chamada taxa de entrada para novas equipes, criada para proteger as atuais participantes, gira em torno de US$ 200 milhões.

    Somando desenvolvimento do carro, motor, fábrica e estrutura técnica, o custo inicial pode facilmente ultrapassar US$ 500 milhões.

    Mesmo assim, o interesse de fabricantes tem crescido. Nos próximos anos, a categoria também contará com novas montadoras como a Audi e a Cadillac.

    Entrada da BYD poderia marcar momento histórico

    Caso a fabricante chinesa confirme sua participação, o movimento teria peso simbólico importante para o automobilismo.

    A Fórmula 1 nunca teve uma equipe totalmente chinesa entre suas protagonistas. Além disso, a entrada da BYD poderia representar:

    • maior presença da indústria chinesa no esporte
    • nova disputa tecnológica entre montadoras globais
    • fortalecimento da eletrificação no automobilismo

    A empresa vive um momento de expansão acelerada no mercado internacional e já disputa liderança global na venda de veículos eletrificados.

    Outras categorias podem ser porta de entrada

    Antes de chegar à Fórmula 1, especialistas apontam que a BYD poderia avaliar outras competições internacionais.

    Uma das possibilidades seria a Formula E, categoria totalmente elétrica criada justamente para impulsionar o desenvolvimento de novas tecnologias de mobilidade.

    Outra alternativa seria o campeonato mundial de endurance, que inclui corridas tradicionais como as 24 Horas de Le Mans, por exemplo.

    Esses campeonatos, aliás, costumam funcionar como porta de entrada para fabricantes que desejam ganhar experiência no automobilismo antes de investir na Fórmula 1.

    Se os rumores se confirmarem, a chegada da BYD pode abrir uma nova disputa entre montadoras tradicionais. E claro, levar gigantes emergentes da indústria automotiva, colocando a Fórmula 1 no centro de mais uma transformação tecnológica do setor.



    Fonte: Garagem 360

  • Monocromatismo domina as cores dos carros da Nissan na América Latina em 2025

    Monocromatismo domina as cores dos carros da Nissan na América Latina em 2025

    Foto do novo Nissan Kicks Sense 2026
    Entre as cores dos carros da Nissan na América Latina em 2025, branca foi a mais popular

    O mundo do design e a Pantone, empresa global que se diz uma autoridade em cores, anteciparam 2026 elegendo um tom de branco como cor do ano. A escolha das cores dos carros da Nissan feita pelos clientes confirmou, na prática, que essa narrativa cultural já estava presente nas decisões reais das ruas.

    Ao analisar suas vendas de 2025 na América Latina, a marca nipo carioca viu o branco liderar a preferência dos consumidores na região.

    (mais…)

  • Ferrari revela nome e interior do primeiro carro elétrico; veja

    A Ferrari apresentou oficialmente o primeiro modelo totalmente movido a eletricidade, marcando um novo capítulo na história sem abandonar a tradição. Embora a empresa siga investindo fortemente em motores a combustão e híbridos, o projeto simboliza a adaptação da marca à transição energética que transforma a indústria automotiva global.

    O novo modelo foi inicialmente anunciado como Elettrica, mas acabou sendo rebatizado de Ferrari Luce — “luz”, em italiano. Ele será lançado comercialmente a partir de 2026 e não será uma edição limitada, entrando como um veículo regular da linha, embora vendido apenas sob encomenda, com prazos de entrega que podem variar bastante.

    Durante um evento em Maranello, na Itália, a Ferrari mostrou o chassi pronto para produção, já com bateria e motores elétricos integrados. Todos os principais componentes do sistema elétrico, como baterias de alta tensão, eixos eletrônicos e inversores, foram desenvolvidos e fabricados internamente em uma nova área chamada de “e-building”, reforçando o controle total da marca sobre a tecnologia.

    A Ferrari reduziu as ambições de eletrificação. Até 2030, a meta passa a ser uma linha composta por 40% de modelos a combustão, 40% híbridos e apenas 20% totalmente elétricos. O plano anterior previa uma participação bem maior de veículos elétricos. A decisão reflete a demanda ainda limitada por superesportivos elétricos de alto luxo.

    O grande destaque do Luce está no interior, desenvolvido em parceria com o estúdio LoveFrom, liderado por Jony Ive, ex-chefe de design da Apple. O conceito vai na contramão da tendência de telas gigantes e comandos totalmente digitais. A proposta é priorizar botões físicos, controles táteis e uma experiência mais direta e envolvente ao dirigir.

    O volante é um dos elementos mais icônicos. Feito de alumínio reciclado, com três raios e 19 peças usinadas por CNC, ele é inspirado em modelos clássicos das décadas de 1950 e 1960 e também nos carros de Fórmula 1. Além disso, é cerca de 400 gramas mais leve do que os volantes tradicionais da marca, reforçando a busca por desempenho e precisão.

    O painel de instrumentos acompanha o movimento do volante e é montado na coluna de direção. Ele combina duas telas OLED sobrepostas, com gráficos digitais e aparência analógica, desenvolvidas em parceria com a Samsung Display. O visual remete a relógios clássicos, instrumentos de aviação e até helicópteros, facilitando a leitura rápida das informações.

    Há ainda uma tela central de controle, menor do que as usadas por concorrentes como a Tesla, que pode ser ajustada para motorista ou passageiro. Ela é cercada por botões físicos para funções como ar-condicionado e aquecimento dos bancos, além de contar com um relógio que pode virar cronógrafo.

    Outro detalhe curioso é a chave, que utiliza tecnologia E Ink. Ao ser inserida no compartimento do console central, ela muda de cor, do amarelo para o preto, indicando que o sistema está pronto para funcionar. Partes do interior também mudam de tonalidade conforme a posição da chave, reforçando a interação visual.

    A alavanca de seleção de marchas é feita de vidro especial fornecido pela Corning, com botões físicos ao redor. As saídas de ar são de alumínio giratório, e os bancos têm visual mais sóbrio, com apoio de cabeça integrado. Aproximadamente 75% da estrutura do veículo utiliza alumínio reciclado, e o peso total deve ficar próximo dos dois mil quilos.

    Em desempenho, o Luce promete números dignos da marca: potência em torno de 1.000 cv, velocidade máxima acima de 300 km/h e autonomia superior a 500 km, graças a uma bateria de 122 kWh. A revelação completa do design externo e mais detalhes técnicos está prevista para os próximos meses.

    Ferrari F76 é obra de arte sem motor e que só existe no mundo virtual



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Fórmula 1: Ferrari revela nova pintura do carro para a temporada 2026

    Fórmula 1: Ferrari revela nova pintura do carro para a temporada 2026

    A Ferrari revelou nesta sexta-feira (23) a SF-26, sua nova arma para a temporada 2026 da Fórmula 1. O lançamento marca não apenas a esperança de fim de um jejum histórico, mas o início de uma era técnica totalmente nova na categoria.

    Acompanhe o Garagem360 e veja os detalhes do carro que Lewis Hamilton irá pilotar este ano.

    Como é o carro da Ferrari na Fórmula 1 em 2026?

    Mantendo a tradição inegociável, a Scuderia apresentou o modelo SF-26 com o icônico vermelho predominante. No entanto, o que chamou a atenção foram os detalhes em branco e azul, que dão um ar de frescor à silhueta do carro. A pintura foi revelada às vésperas dos testes de pré-temporada, que acontecem em Barcelona, entre os dias 26 e 30 de janeiro.

    Carro da Ferrari Fórmula 1 2026

    SF-26 recebeu detalhes em azul | Foto: Divulgação (Scuderia Ferrari)

    O design mais vibrante acompanha as mudanças estruturais exigidas pelo novo regulamento. Em 2026, a Fórmula 1 introduz carros mais estreitos e ágeis, focados em facilitar ultrapassagens e reduzir a dependência aerodinâmica.

    A SF-26 parece ter sido esculpida para essas novas dimensões, prometendo ser um dos carros mais reativos do grid.

    Veja mais F1 2026: Audi apresenta R26, carro de Gabriel Bortoleto para a estreia da marca na competição

    Hamilton e Leclerc

    Pelo segundo ano consecutivo, a Ferrari aposta na união entre a experiência do heptacampeão Lewis Hamilton e o talento nato de Charles Leclerc. Hamilton, que teve um primeiro ano de adaptação desafiador em Maranello, entra em 2026 com sede de vitória.

    Carro da Ferrari Fórmula 1 2026

    Foto: Divulgação (Scuderia Ferrari)

    O objetivo é claro: conquistar seu primeiro triunfo com o macacão vermelho e ajudar a equipe a quebrar o tabu de 17 anos sem títulos de construtores.

    Veja mais Fórmula 1 2026: Red Bull apresenta carro da temporada com visual clássico e novo motor híbrido

    Desafios do novo regulamento

    A temporada de 2026 é um divisor de águas. Além do fim do sistema de asa móvel (DRS), os carros agora utilizam combustíveis 100% sustentáveis e motores com uma divisão de potência quase igual entre combustão e eletricidade.

    A Ferrari, maior vencedora da história com 16 títulos de construtores, vê nesta mudança a oportunidade de ouro para retomar o topo, superando rivais como a Red Bull e a McLaren.

    A agilidade será a palavra de ordem. Com chassis menores e pneus reformulados, a Ferrari SF-26 foi projetada para ser eficiente em circuitos travados e veloz em retas, mesmo sem o auxílio do DRS tradicional. O foco em Maranello foi total na integração da nova Unidade de Potência com a aerodinâmica ativa.

    Agora queremos saber: você acredita que Hamilton finalmente vence uma corrida este ano?



    Fonte: Garagem 360

  • De Ferrari a Renault 4L: conheça os carros da carreira de Brigitte Bardot

    Brigitte Bardot, ícone do cinema francês, morreu neste domingo (28), aos 91 anos. A atriz deixa um legado que ultrapassa as telas e também dialoga com outras áreas, incluindo o mundo do automóvel. Embora nunca tenha sido associada diretamente ao automobilismo, sua imagem, relações pessoais e influência cultural esbarram nos carros, em especial na França e na Itália.

    Uma das ligações mais conhecidas envolve o piloto de Fórmula 1 francês François Cevert. Em 1971, Brigitte Bardot e Cevert mantiveram um relacionamento breve, registrado em poucas imagens públicas, entre elas a visita ao Salão do Automóvel e da Motocicleta de Paris.

    No campo do design e da cultura automotiva, o nome de Brigitte Bardot está associado a um dos modelos mais emblemáticos da Ferrari. A 365 GT4 BB, apresentada no Salão de Turim de 1971, entrou para a história como a primeiro Ferrari de produção em série com motor central traseiro e 12 cilindros. Menos de 400 unidades foram produzidas, tornando-o um objeto de desejo entre colecionadores.

    O nome técnico oficial era “Berlinetta Boxer” e o projeto era conhecido internamente apenas como “BB”. Anos depois, o designer Leonardo Fioravanti, então ligado à Pininfarina, revelou que o apelido era uma referência direta a Brigitte Bardot. Segundo ele, a equipe associava as formas do carro à imagem da atriz, considerada um símbolo de beleza e impacto visual na época. O nome oficial teria sido uma solução para manter a tradição da Ferrari, ao mesmo tempo, em que disfarçava a homenagem não declarada.

    Ao longo da vida, a atriz teve acesso a modelos sofisticados, como Rolls-Royce. Além disso, existem inúmeros ensaios com veículos. Nos anos 1950, por exemplo, realizou campanha do Simca Aronde Week-end, um conversível da marca francesa. Também se destaca pelas imagens com o Renault Floride, outro esportivo compacto do seu país natal.

    A relação de Bardot com os automóveis também revela um contraste entre luxo e simplicidade, inclusive com postura mais discreta com o passar dos anos. Um exemplo disso foi o uso de um Renault 4L branco, veículo popular na França, que se tornou parte de sua rotina em Saint-Tropez. O carro era utilizado em deslocamentos curtos e ficou associado à sua fase mais reservada, longe dos grandes estúdios e eventos internacionais.

    Brigitte Bardot também teve papel relevante na história das duas rodas. Em 1971, durante filmagens em Saint-Tropez, foi fotografada pilotando uma Yamaha 125 AT-1, modelo então inédito na França. A ação, inicialmente informal, transformou-se em uma das campanhas mais conhecidas da marca japonesa, consolidando a atriz como uma improvável embaixadora do motociclismo recreativo.

    Ao longo de décadas, a presença de Brigitte Bardot no imaginário automotivo reforça como figuras da cultura popular influenciam design, marketing e até nomenclaturas de veículos. Mais do que uma entusiasta, ela se tornou referência estética e simbólica em uma indústria que, muitas vezes, busca inspiração fora das pistas e das fábricas.

    As informações da morte da estrela francesa foram divulgadas por meio de sua fundação dedicada ao bem-estar animal. Até o momento, informações do local e horário exatos de sua morte não foram divulgados.

    5 filmes para relembrar a carreira de Brigitte Bardot, morta aos 91 anos

     



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Ferrari Daytona SP3 tem o IPVA mais caro de São Paulo em 2026; veja modelo

    O estado de São Paulo tem 30 milhões de veículos em sua frota. Para 2026, cerca de 19,2 milhões terão que quitar o tributo, que permanece com 4% para carros de passeio. 

    Entre os modelos, uma Ferrari Daytona SP3 é o carro com o valor de IPVA mais caro de São Paulo. Com valor estimado em 18,2 milhões, o proprietário terá que desembolsar R$ 731 mil para pagar o imposto. 

    O valor do IPVA é superior ao de muitos carros de luxo e também de esportivos no Brasil, como Mustang GT Performance, Ford F-150,  Lexus RZ 500e entre outros. 

    O esportivo da marca de Maranello tem um motor V12 6.5L de 840 cv e 71,1 kgfm de torque. Com tração traseira, a Daytona SP3 tem câmbio automatizado de 7 velocidades. 

    Com esse conjunto, é possível ir de zero a 100 km/h em apenas 2,8 segundos. A velocidade máxima é de 340 km/h. Para frear essa máquina, os freios são a disco de carbono-cerâmica nas quatro rodas. 


    Ferrari Daytona SP3 é o IPVA mais caro de São Paulo
    Ferrari Daytona SP3 é o IPVA mais caro de São Paulo • Divulgação

    Em termos de dimensões, o modelo tem 4,68 metros de comprimento, 2,05 metros de largura, 1,14 metro de altura e um entre-eixos de 2,65 metros. 

    Consumo não é uma preocupação para o proprietário. A critério de curiosidade, a Ferrari Daytona SP3 faz médias de 4,7 km/l na cidade e 5,5 km/l na estrada. 

    Além da Ferrari, a Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo (Sefaz-SP) também divulgou o preço do IPVA de um Rolls-Royce Cullinan de ano 2023. É o utilitário com maior valor do imposto. O proprietário terá que pagar R$ 304.560.


    Rolls Royce Cullinan 2023 é o utilitário com o IPVA mais caro de SP
    Rolls Royce Cullinan 2023 é o utilitário com o IPVA mais caro de SP • Divulgação

    Por enquanto, a Sefaz-SP não divulgou a lista completa dos 10 carros com o maior IPVA do estado.

    IPVA 2026

    No ano que vem o IPVA para veículos particulares novos e usados permanecem iguais: 4% para carros de passeio; 2% para motocicletas e similares, caminhonetes cabine simples, micro-ônibus, ônibus e maquinário pesado; além de 1,5% para caminhões e 1% para os veículos de locadoras, registrados em São Paulo.

    Entenda como funciona isenção de IPVA para carros elétricos no Brasil



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Shell celebra 75 anos com Ferrari em campanha inédita no Brasil e presença de Lewis Hamilton

    Shell celebra 75 anos com Ferrari em campanha inédita no Brasil e presença de Lewis Hamilton

    Em uma iniciativa que une a alta performance das pistas à rica cultura brasileira, a Shell, licenciada pela Raízen no país, está celebrando os 75 anos de sua icônica parceria global com a Scuderia Ferrari HP. A campanha, criada pela iDTBWA e filmada em São Paulo, no luxuoso Palácio Tangará, coloca os pilotos de Fórmula 1 Lewis Hamilton e Charles Leclerc em uma série de experiências emocionantes e divertidas ao lado de personalidades nacionais.

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    Shell celebra 75 anos com Ferrari em campanha inédita no Brasil

    Mais do que apenas uma celebração de longevidade na F1, a ação reforça o valor central da Shell: a confiança. Presente no Brasil há 112 anos, a marca busca conectar a performance tecnológica dos carros de corrida com a credibilidade construída junto ao consumidor brasileiro.

    A campanha ganhou vida em diversos conteúdos originais, contando com a participação de figuras proeminentes da mídia e da cultura, como Pedro Bial, Fred Bruno e Lázaro Ramos.

    A estreia, na quinta-feira (06/11), contou com um encontro de destaque: Lewis Hamilton foi entrevistado por Pedro Bial em uma edição especial do “Conversa com Bial” (em parceria com a Globo), onde o heptacampeão revisitou sua trajetória e exaltou a histórica colaboração entre Shell e Ferrari.

    Ricardo Berni, CMO da Raízen, destacou que a campanha é a tradução da parceria: “a união entre tecnologia, performance e emoção. Celebramos um legado de inovação, confiança e conexão nas pistas e nos postos.”

    Leia aqui: Shell promete recarregar carros elétricos em menos de 10 minutos com nova tecnologia

    Brasilidade em Foco

    A relação especial de Hamilton com o Brasil foi explorada em um conteúdo leve e divertido apresentado por Fred Bruno. O apresentador presenteou o piloto com um “kit de brasilidade”, reunindo ícones da cultura nacional — como o filtro de barro e o prato Duralex — selecionados a partir de mais de 400 respostas de fãs. O momento se tornou um dos mais comentados, reforçando a afinidade do britânico com o país.

    Outro ponto alto foi a interação com Lázaro Ramos, que comandou uma série de desafios culturais com Hamilton e Leclerc, incluindo partidas de futebol de botão e a interpretação de expressões populares. Os pilotos demonstraram que o espírito competitivo combina perfeitamente com a alegria tipicamente brasileira.

    Shell celebra 75 anos com Ferrari em campanha inédita no Brasil e presença de Lewis Hamilton

    Emoção na Pista e no Posto

    Para completar a experiência e reforçar a conexão com o público, a Shell organizou encontros-surpresa entre Hamilton e fãs brasileiros. Os convidados, que pensavam estar apenas gravando perguntas para uma ação digital, foram surpreendidos ao descobrir que fariam suas perguntas diretamente ao piloto, em um cenário temático de posto Shell.

    “Nosso desafio foi transformar uma relação icônica em uma experiência humana e cultural. Essa aproximação… é fundamental para reforçar a conexão com as marcas quando elas saem das pistas e agregam valor no cotidiano”, afirmou Camila M. Costa, CEO da iDTBWA.

A parceria Shell e Scuderia Ferrari HP, iniciada em 1949, é uma das mais duradouras da F1, e a tecnologia desenvolvida nas pistas tem sido convertida em soluções para motoristas em todo o mundo.

Qual o segredo para uma parceria durar 75 anos na F1? Deixe sua opinião sobre a Shell e Ferrari!

 



Fonte: Garagem 360

  • Nem Ferrari, nem Porsche: carro mais caro do Salão é da BYD e custa R$ 14 milhões

    Nem Ferrari, nem Porsche: carro mais caro do Salão é da BYD e custa R$ 14 milhões

    Os carros mais baratos e mais caros do Salão do Automóvel 2025 têm um contraste financeiro absurdo, mas compartilham o mesmo DNA: ambos são fabricados pela chinesa <!–>BYD–>. De um lado, o acessível Dolphin Mini; do outro, o monstro Yangwang U9 Xtreme de 3.000 cv. Acompanhe o Garagem360 e confira!

    Qual o carro mais barato do Salão do Automóvel?

    Considerando apenas as montadoras oficiais (e ignorando estandes de importadores independentes), o título de carro mais acessível do evento vai para o BYD Dolphin Mini. Ele se consolidou como a porta de entrada para a eletrificação no Brasil.

    Carro mais barato e mais caro do Salão do Automóvel 2025

    BYD Dolphin Mini. Foto: Divulgação

    Com preço público sugerido de R$ 118.990 (podendo custar menos de R$ 100 mil para público PCD), ele entrega o que o motorista urbano precisa:

    • Motor: 75 cv e torque instantâneo de 13,8 kgfm
    • Autonomia: Cerca de 280 km (ciclo PBEV), ideal para a rotina diária
    • Tecnologia: Bateria LFP segura e recarga prática

    Sua presença no Salão reafirma que o carro elétrico deixou de ser um sonho distante para se tornar uma alternativa viável de mobilidade.

    Leia também: Dolphin Mini rompe a barreira dos R$ 100 mil, mas só para ESTE grupo

    Qual o carro mais caro do Salão do Automóvel?

    No extremo oposto do pavilhão, a divisão de ultra luxo da marca exibe o Yangwang U9 Xtreme. Este não é apenas um carro; é uma demonstração de força bruta que custa aproximadamente R$ 14 milhões.

    Carro mais barato e mais caro do Salão do Automóvel 2025

    BYD Yangwang U9 Xtreme. Foto: Divulgação

    Atualmente, o modelo ostenta o título de carro de produção mais rápido do mundo, tendo atingido insanos 496,22 km/h em testes na Alemanha. A ficha técnica parece mentira, mas é real. Veja só:

    • Potência: quatro motores que somam mais de 3.000 cv (rotacionando a 30 mil rpm);
    • Arquitetura: sistema elétrico de 1.200 volts para descargas de energia violentas;
    • Exclusividade: apenas 30 unidades serão feitas no mundo. O Brasil receberá apenas uma, já comprada por um piloto e empresário.

    Além da velocidade, ele conta com a suspensão DiSus-X, capaz de fazer o carro pular ou andar com apenas três rodas, garantindo estabilidade aerodinâmica em retas e curvas.

    China mudou o jogo global

    Ver o Dolphin Mini e o U9 Xtreme sob o mesmo teto simboliza a virada de chave da indústria. A engenharia chinesa deixou de ser “segunda opção” para ditar as regras. Em 2024, a BYD superou a Tesla em vendas globais, e no Brasil já lidera o segmento de elétricos com folga.

    A presença da <!–>GWM–> entre as 15 marcas mais vendidas reforça que o preconceito ficou no passado. Hoje, a tecnologia de ponta, seja para economizar no trânsito ou para quebrar recordes de velocidade, fala mandarim.

    Se dinheiro não fosse problema, você levaria a exclusividade do Yangwang U9 para a pista ou prefere a praticidade do Dolphin Mini para não pagar IPVA na cidade? Comente aqui!



    Fonte: Garagem 360

  • Ações em queda, lucros em disparada: Ferrari supera previsões no 3º trimestre

    Ações em queda, lucros em disparada: Ferrari supera previsões no 3º trimestre

    As ações da Ferrari podem ter despencado, mas seus lucros estão disparando. A Ferrari superou as expectativas do terceiro trimestre, com o aumento da receita e o sólido crescimento do lucro ajudando a estabilizar a marca de luxo após a recente queda no mercado de ações.

    {“@context”:”https://schema.org”,”@type”:”VideoObject”,”name”:”CARRO USADO BARATO pode sair caro: conheça as 5 PEGADINHAS mais comuns!”,”description”:”Antes de comprar um carro usado, é importante saber as armadilhas que os vendedores escondem. O artigo aborda as desvantagens desse tipo de compra, como a desvalorização acelerada, a dificuldade de rastrear o histórico de manutenção, custos altos de impostos e seguro, a garantia limitada e a falta de tecnologias mais modernas. Evite surpresas e saiba como fazer uma compra mais segura. Confira todos os detalhes sobre o que você deve considerar ao comprar um carro usado. Leia a matéria completa no site do Garagem 360: https://fdr.com.br/2025/05/14/pensando-em-comprar-carro-usado-veja-5-armadilhas-que-os-vendedores-escondem/RESUMO DO VÍDEO: 00:00 – Vale a Pena Comprar Carro Usado? Entenda os Prós e Contras00:11 – As Desvantagens Ocultas de um Carro Usado que Poucos Contam00:22 – Problemas Financeiros e de Segurança ao Comprar Veículo Usado00:36 – Desvalorização de Carro Usado: Saiba Quanto Você Pode Perder00:56 – Carros de Luxo Usados: Cuidado com a Queda de Valor Acelerada01:04 – Histórico de Manutenção: O Que Verificar Antes de Comprar01:22 – Problemas Mecânicos e Elétricos Frequentes em Carros Usados01:44 – Como Evitar Prejuízos: Dicas de Inspeção e Documentação02:08 – Impostos e Taxas de Carro Usado: Entenda os Custos Reais02:26 – Seguro de Carro Usado: Por Que Pode Sair Mais Caro02:48 – Garantia de Carro Usado: O Que Você Precisa Saber03:15 – Riscos de Comprar Carro Usado de Pessoa Física03:24 – Tecnologia Defasada: Itens de Segurança Que Você Perde03:50 – Impacto da Falta de Tecnologia no Conforto e Revenda04:09 – Comprar Carro Usado com Segurança: Dicas Essenciais04:37 – Compartilhe Sua Experiência com Carros Usados nos Comentários04:55 – Inscreva-se e Receba Dicas Semanais sobre o Mundo Automotivo#CarroUsado #ArmadilhasCarroUsado #DicasDeCompra”,”thumbnailUrl”:”https://s1.dmcdn.net/v/YXlSQ1eGqWdmC2Ksn/x120″,”uploadDate”:”2025-06-05T19:03:50-03:00″,”duration”:”PT321S”,”embedUrl”:”https://geo.dailymotion.com/player.html?video=x9kvrx6″}

    Ferrari supera previsões no 3º trimestre

    A montadora italiana reportou um lucro líquido de US$ 439,5 milhões para o período de julho a setembro, um aumento de quase 2% em relação ao mesmo trimestre do ano passado e bem acima das expectativas dos analistas, que previam US$ 423 milhões.

    O resultado reforça a resiliência do modelo de negócios da marca, que continua a gerar altas margens. A receita líquida totalizou US$ 2,04 bilhões no terceiro trimestre, um aumento de 7,4% em relação ao ano anterior. O total de unidades vendidas atingiu 3.401 no período.

    O crescimento foi impulsionado por um mix de produtos mais robusto e, crucialmente, pelo aumento da demanda por opções de personalização. Ambas as tendências são citadas como fatores-chave para o faturamento da montadora sediada em Maranello.

    Ferrari supera previsões no 3º trimestre – Foto: Reprodução

    Confiança na visão para 2030

    Apesar da volatilidade recente no mercado, a gestão da Ferrari está confiante em relação ao futuro. O CEO, Benedetto Vigna, afirmou que a empresa está avançando “com convicção e forte visibilidade”, enfatizando a clara direção de longo prazo delineada para 2030, que visa o crescimento sustentável.

    A empresa reafirmou sua projeção revisada para 2025, mantendo a expectativa de receita líquida de pelo menos US$ 8,2 bilhões neste ano, acima da previsão anterior de pouco mais de US$ 8,1 bilhões. Essa atualização positiva é atribuída a uma “composição de produtos cada vez mais favorável”, forte demanda por personalização e custos industriais menores do que o esperado no segundo semestre de 2025.

    Resultados acompanham forte queda das ações

    Este desempenho positivo no terceiro trimestre vem na sequência de um período turbulento no mercado de ações. Em 9 de outubro, as ações da Ferrari despencaram 15,4%, no que foi o pior dia de negociações da história da empresa desde sua estreia na Bolsa de Valores de Milão em 2016. A queda ocorreu depois que a projeção de longo prazo para 2030 ficou aquém das expectativas do mercado.

    Apesar do choque acionário, os resultados mais recentes mostram que os negócios da Ferrari permanecem sólidos, sustentados por preços competitivos, alta demanda e disciplina operacional consistente, reforçando sua posição no mercado de luxo.

    Leia aqui: Fúria Elétrica: Ferrari Elettrica prepara carro de 1.000 CV, tração integral e engenharia revolucionária

     



    Fonte: Garagem 360

  • Nova Ferrari F76 é obra de arte sem motor e que só existe no mundo virtual

    A Ferrari revelou o F76, um novo conceito criado pelo Centro de Estilo da marca, liderado por Flavio Manzoni. O modelo funciona como um manifesto de design que antecipa as linhas e soluções técnicas das futuras Ferraris.

    Além disso, o F76 é o primeiro carro da marca italiana lançado para o mundo virtual, como um NFT. A obra de arte sobre rodas, porém, só existe no digital e, por isso, não pode ser guiada por ninguém.

    O nome do carro presta homenagem ao primeiro triunfo do Prancing Horse na lendária corrida de resistência francesa, alcançado por Luigi Chinetti com Lord Selsdon ao volante da barchetta 166 MM Touring há 76 anos, em 1949

    “O F76 não é um carro de produção, mas um projeto virtual pioneiro que combina a tradição de corrida da Ferrari com a inovação de design generativo e tecnologias digitais”, explica a marca.


    F76 só existe no mundo virtual
    F76 só existe no mundo virtual • Ferrari/Divulgação

    Visualmente, o modelo virtual tem um design que remete ao conceito F80. O F76 fez parte do programa Hyperclub, que permitiu aos clientes criar versões digitais exclusivas do carro.

    Durante três anos, várias configurações foram lançadas, formando uma comunidade de colecionadores e fãs da marca.

    Ferrari Amalfi chega com V8 mais potente para substituir Roma



    Fonte: CNN Brasil Auto