Categoria: GWM

  • CD da GWM já abriga 800 mil componentes e peças de reposição

    CD da GWM já abriga 800 mil componentes e peças de reposição

    No mês que vem, o Centro de Distribuição da GWM no Brasil completará três anos de operação. A estrutura, localizada na cidade de Cajamar, a 40 km da cidade de São Paulo, foi criada ainda antes dos primeiros veículos da marca serem vendidos no País para assegurar, de imediato, fornecimento rápido de peças de reposição na rede de revendas que estava então sendo constituída.

    Instalado em importante eixo logístico do Estado de São Paulo, ao lado de rodovias e entre os aeroportos internacionais de Viracopos, em Campinas, e de Guarulhos, e não tão distante do Porto de Santos, o maior do País, o CD foi concebido de forma a ser facilmente ampliado, de acordo com a demanda e do portfólio de produtos.

    Em abril de 2023, quando foi inaugurado, tinha menos de 1 mil m² de área operacional. Atualmente, estão disponíveis mais de 8 mil m², que abrigam  800 mil itens para atender a linha de produtos que reúne os modelos nacionais Haval H6, Haval H9 e Poer P30, fabricados em Iracemápolis, SP,  e os importados Ora 03, Tank 300 e Wey 07.

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    Segundo a montadora,  o índice de disponibilidade de peças é de 98%, ante a média de 93% do mercado brasileiro. As peças requisitadas são enviadas à rede 131 concessionárias,  com expedição diária, incluindo transporte aéreo com prazos de entrega de até 48 horas, mesmo em pontos mais distantes do território nacional.

    Thiago Potenza, Diretor de Planejamento de Vendas, Importação e Logística da GWM, avalia em cerca de R$ 85 milhões o inventário disponível em Cajamar. O número deve crescer sensivelmente ainda 2026, já que a empresa planeja lançar mais modelos e versões até dezembro..


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

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  • Na Alemanha, o primeiro centro de inovação da Leapmotor fora da China

    Na Alemanha, o primeiro centro de inovação da Leapmotor fora da China

    Sem revelar o valor do investimento, a Stellantis comunica a inauguração do primeiro centro de inovação da Leapmotor fora da China.

    O local escolhido foi Munique, na Alemanha, em empreendimento que representa um salto estratégico da companhia para promover a globalização da marca chinesa no âmbito do design e engenharia, para além da venda de produtos.

    O Leapmotor Europe Innovation Centre está localizado em Schwabing-Freimann, um dos bairros mais dinâmicos da cidade alemã em termos de cultura, tecnologia e inovação automotiva.

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    Leapmotor será a quarta marca produzida em Pernambuco

    O objetivo, segundo a empresa, é oferecer um polo criativo, “no qual os valores centrais de design da marca – pureza, equilíbrio, textura e aconchego –, juntamente com a filosofia de estética tecnológica natural, vão evoluir em uma estreita colaboração com os principais talentos da Europa”.

    Fundada em 2015 pelo engenheiro elétrico Zhu Jiangming, a Leapmotor é uma fabricante de veículos eletrificados que aos poucos vem ganhando o mundo. Passou a receber investimento da Stellantis em 2023 e já em maio de 2024, para explorar o mercado internacional, foi formada, com a participação das duas empresas, a joint venture Leapmotor International BV.

    Com suporte de toda a estrutura local da Stellantis, líder do setor automotivo na América do Sul, a marca chinesa chegou ao Brasil no ano passado e promete iniciar produção local, no complexo de Goiana, PE, ainda em 2026.


     



    Fonte: Auto Industria

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  • China concentra um terço dos investimentos de montadoras no País

    China concentra um terço dos investimentos de montadoras no País

    Investimentos de fabricantes de veículos da China no Brasil, em voo solo ou em parceria com empresas locais, devem resultar em dez linhas de produção de nove marcas chinesas, que no horizonte até 2030 terão capacidade instalada para montar mais de 1 milhão de carros por ano.

    Esta projeção foi elaborada por um grande fornecedor do setor, que já trabalha com estas montadoras na China e se prepara para fornecer componentes e sistemas a elas também no Brasil.

    Segundo essas estimativas os fabricantes chineses e seus parceiros no País serão responsáveis por investir US$ 7,4 bilhões em suas operações brasileiras, o que equivale a um terço dos investimentos dos US$ 22 bilhões que todas as montadoras instaladas aqui estão fazendo até a virada desta década.

    Mas os aportes devem ser ainda maiores, pois não entraram na conta alguns investimentos que fazem parte de programas maiores e estão misturados, como é o caso da Leapmotor com a Stellantis, da Caoa com a Changan e da Comexport para montar modelos da GM/Saic.

    Também não estão consideradas possíveis injeções de capital de empresas que ainda não definiram se vão montar seus carros no Brasil ou explorar o mercado só com importações. Alguns desses fabricantes já começaram a vender no País, como Zeekr, Jetour e MG/Saic, e outros estão por vir no horizonte desta década, como Baic e Link & Co, que têm planos de chegar em 2027.

    Importar e montar

    O fato é que os valores bilionários não deixam dúvidas quanto as intenções dos fabricantes da China de fincar presença no Brasil e, no horizonte de apenas cinco anos, triplicar sua participação no mercado interno,  já na casa dos 10%.

    O irresistível incentivo para produzir no Brasil está na retomada gradual dos impostos de importação para carros elétricos e híbridos, tanto montados como semimontados (SKD), que voltará aos 35% a partir de julho próximo. Com isto, quem quiser ter participação de mercado relevante deverá instalar linhas de montagem no País mais completas.

    Mas que não se espere por grandes índices de nacionalização, pois toneladas de componentes e sistemas seguirão sendo importados da China, na forma de kits desmontados CKD ou peça a peça, tanto pelas montadoras como por fabricantes de autopeças.

    Isto porque é o domínio de toda a cadeia com alta escala produtiva, na China, que garante baixos custos de produção e torna os carros de fabricantes chineses relativamente mais baratos do que os da concorrência. Sem isto as empresas igualam os custos nacionais mais elevados e perdem competitividade.

    As novas linhas de produção

    O Grupo Caoa, que desde 2017 é sócio da Chery e produz veículos da marca chinesa em Anápolis, GO, este ano traz para dentro de sua fábrica mais uma parceira da China, a Changan.

    A empresa brasileira tem programa de investimento em curso de R$ 3 bilhões no período 2024-2028, que envolveu a duplicação da capacidade produtiva de 80 mil para 160 mil veículos/ano.

    Mas existe a expectativa de que novos aportes podem ser confirmados nos próximos dias: em 26 de março a Caoa inaugura oficialmente a ampliação e a produção de modelos Changan, com perspectiva de aumentar a capacidade da planta para 200 mil unidades/ano.

    A GWM, que iniciou operações de montagem no ano passado do Haval H6 na fábrica de Iracemápolis, SP, comprada da Mercedes-Benz no fim de 2021, tem o maior programa de investimento já anunciado por uma montadora chinesa no País: R$ 10 bilhões de 2022 a 2032.

    No entanto, a capacidade da planta, em torno de 50 mil unidades/ano, é considerada insuficiente para a ambição de produzir anualmente de 250 mil a 300 mil carros no Brasil. Com os bons resultados de vendas que vem obtendo, a empresa já negociou a instalação de uma segunda fábrica no Espírito Santo.

    Segundo informações ainda não confirmadas pela GWM, a nova linha deverá entrar em operação até 2029 com capacidade de 200 mil veículos/ano, e o investimento total esperado será aumentado para US$ 2,8 bilhões, cerca de R$ 15,4 bilhões pelo câmbio atual.

    A BYD, que em 2023 comprou as antigas instalações da Ford em Camaçari, BA, investe US$ 1,1 bilhão no País e está construindo uma fábrica totalmente nova na Bahia. Com ambição declarada de tornar-se uma das três marcas de automóveis mais vendidas do mercado brasileiro, a fabricante instala no Brasil o seu maior complexo industrial fora da China, que chegará a 2030 com capacidade para produzir 300 mil unidades/ano.

    Com investimento próprio de R$ 400 milhões a Comexport também reabriu no ano passado uma fábrica que foi da Ford, em Horizonte, CE, para montar sob licença os SUVs elétricos Spark e Captiva, importados semidesmontados em kits SKD da Saic/Wuling, sócia da General Motors na China.

    Os carros são vendidos pela GM no Brasil com a marca Chevrolet. A capacidade inicial de montagem é de 10 mil unidades/ano, mas existe a expectativa de aumentar o grau de nacionalização, produzir carros para outras fabricantes e elevar a capacidade anual para 50 mil unidades.

    A Leapmotor chegou ao Brasil, no fim de 2025, pelas mãos da sócia Stellantis, que representa a fabricante chinesa em mercados internacionais e anunciou planos para montar carros híbridos da marca em uma linha separada na fábrica Goiana, PE, com partes importadas desmontadas ou semimontadas, ainda a definir.

    Segundo informações não confirmadas pela fabricante, a operação de montagem nacional deve começar só em 2027, com capacidade prevista de até 50 mil unidades/ano. O investimento faz parte do ciclo de R$ 30 bilhões que a Stellantis aplica no Brasil no período 2025-2030.

    Com modelo de negócio similar, em 2025 a Geely chegou ao Brasil por meio de sociedade com a Renault. No fim do ano passado as duas sócias anunciaram investimento conjunto de R$ 3,8 bilhões para produzir novos carros de ambas as marcas em São José dos Pinhais, PR.

    Já a partir deste ano está previsto o início da montagem do híbrido EX5 EM-i e do elétrico EX2 no Paraná. Existe o objetivo de avançar rápido com a nacionalização e fornecedores estimam que, até 2030, a Geely deverá ter capacidade para produzir 50 mil unidades/ano no Brasil.

    A GAC, que há cerca de um ano e meio anunciou investimento de US$ 1 bilhão para produzir carros no Brasil, neste mês de março confirmou aporte um pouco maior, de US$ 1,3 bilhão, e anunciou formalmente associação com a HPE para montar veículos, eletrificados e a combustão, na fábrica do grupo brasileiro em Catalão, GO, a partir de 2027. A estimativa é chegar a 50 mil unidades/ano em 2030.

    Omoda Jaecoo

    A Omoda Jaecoo, fabricante das marcas gêmeas pertencente ao Grupo Chery, começou a explorar o mercado brasileiro com importações no ano passado e desde então reafirma seu interesse em produzir no País, mas até o momento sem confirmar onde e como.

    Informações não confirmadas pela empresa indicam investimento de US$ 1 bilhão para instalar capacidade de 150 mil unidades/ano. Uma das possibilidades seria a natural reativação da fábrica que a Chery inaugurou em Jacareí, SP, em 2014, e que, a partir de 2017, entrou na sociedade com o Grupo Caoa e foi fechada em 2022.

    Pode ser difícil e custoso reabrir a planta e, por isto, o fabricante chinês ainda estuda todas as possibilidades antes de bater o martelo.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

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  • Influenciadora Sthe Matos ganha Tesla Cybertruck; veja modelo milionário

    A influenciadora Sthe Matos recebeu um presente de casamento milionário do marido Kevi Jonny, que também é cantor e compositor. Nas redes sociais, Sthe comemorou o novo carro na garagem: uma picape Tesla Cybertruck. 

    “Sem acreditar nessa surpresa! Um ano de casados”, escreveu a influenciadora no perfil do Instagram. Em outros vídeos, ela demonstra como é dirigir o modelo. 

    O modelo é Cybertruck AWD (tração integral). A picape só chega ao Brasil por meio de importação direta e passa de R$ 1 milhão, podendo chegar próximo a R$ 1,5 milhão, a depender da configuração. 

    O carro é procurado por alguns artistas do Brasil, como Wesley Safadão. O primeiro Tesla Cybertruck do Rio de Janeiro é do cantor Filipe Ret. A picape elétrica do cantor chegou na configuração Cyberbeast.

    Como é a Cybertruck?

    A picape da marca de Elon Musk tem autonomia elétrica para 547 km e atinge os 100 km/h em 3,8 segundos, na versão AWD. São mais de 600 cv de potência e 84,6 kgfm de torque.

    Já a variante mais potente tem 856 cv de potência e faz a aceleração de 0 km/h a 100 km/h em 2,6 segundos. A Cybertruck alcança 209 km/h de velocidade máxima.

    Por fora, o exterior é feito em aço inoxidável e tem faróis integrados e um visual bem disruptivo. 

    Tesla Cybertruck
    Tesla Cybertruck • Divulgação

    Além disso, a picape ainda conta com suspensão pneumática adaptativa, para diversos tipos de terrenos. 

    Polestar 2 ganha mais alcance para enfrentar Tesla Model 3 e pode vir ao Brasil



    Fonte: CNN Brasil Auto

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  • Novo SUV de R$ 96.120,00 deixa T-Cross para trás e apavora Mobi e HB20

    Novo SUV de R$ 96.120,00 deixa T-Cross para trás e apavora Mobi e HB20

    Um novo SUV tem balançado o mercado automotivo brasileiro e não é pouca coisa.

    Mesmo com pouco tempo nas ruas, o modelo já mudou o ritmo das vendas e começou a incomodar nomes que sempre dominaram o ranking.

    Depois de passar o T-Cross, conforme anunciamos no Garagem360, o movimento agora é outro: esse SUV começa a pressionar também hatches tradicionais como HB20 e Mobi, que sempre tiveram presença forte no topo.

    A seguir, você confere todos os detalhes. Acompanhe!

    Março é o mês da virada no mercado automotivo

    Os dados mais recentes da Fenabrave mostram como o cenário mudou rápido.

    Veja os carros mais vendidos até o dia 23:

    • Volkswagen Polo: 6.846

    • Chevrolet Onix: 5.538

    • Hyundai HB20: 5.404

    • Fiat Mobi: 5.221

    • Volkswagen Tera: 5.135

    • Fiat Argo: 5.106

    • Volkswagen T-Cross: 4.628

    • Hyundai Creta: 4.477

    O ponto mais importante aqui é claro: o SUV já aparece à frente do T-Cross e muito próximo de modelos que sempre lideraram o mercado.

    Quem é o SUV que virou o jogo

    O modelo responsável por esse movimento é o Volkswagen Tera.

    Com preço na faixa de R$ 96.120 (frotista), ele chegou com uma proposta agressiva, combinando preço competitivo com pacote tecnológico e visual moderno.

    VW Tera; SUVs mais vendidos 2026

    Foto: Divulgação (Volkswagen)

    O que explica o sucesso do SUV?

    O Tera acertou em pontos-chave que o mercado valoriza.

    No design, traz:

    • Faróis full LED com alta eficiência

    • Lanternas traseiras em LED

    • Rodas de liga diamantadas

    No conjunto mecânico, oferece opções variadas:

    • Motor 170 TSI com 116 cv e 165 Nm (automático ou manual)

    • Motor 1.0 MPI com 84 cv

    Isso permite atender diferentes perfis de público.

    Tecnologia ajuda a puxar vendas do SUV

    Outro destaque está no pacote tecnológico.

    O SUV conta com:

    • Painel digital configurável

    • Central multimídia VW Play Connect de 10,1”

    • Conectividade com app Meu VW

    • Carregador de celular por indução

    Na prática, o modelo entrega um nível de tecnologia que antes ficava restrito a carros mais caros.

    Pressão agora vai além dos SUVs

    O avanço do Tera não afeta só concorrentes diretos.

    Ao se aproximar de modelos como HB20 e Mobi, ele mostra que o consumidor está migrando cada vez mais para SUVs, principalmente quando o preço começa a ficar competitivo.

    Ranking dos 20 Carros Mais Vendidos no Mês (Parcial)

    Posição Modelo Unidades
    Volkswagen Polo 6.846
    Chevrolet Onix 5.538
    Hyundai HB20 5.404
    Fiat Mobi 5.221
    Volkswagen Tera 5.135
    Fiat Argo 5.106
    Volkswagen T-Cross 4.628
    Hyundai Creta 4.477
    BYD Dolphin Mini 4.204
    10º Volkswagen Nivus 3.654
    11º Chevrolet Tracker 3.555
    12º Hyundai HB20S 3.404
    13º Renault Kwid 3.339
    14º Chevrolet Onix Plus 3.313
    15º Fiat Pulse 3.262
    16º Jeep Compass 3.220
    17º Fiat Fastback 3.097
    18º Caoa Chery Tiggo 5X 2.974
    19º BYD Song 2.913
    20º Volkswagen Virtus 2.485

    E você, como avalia esse cenário? Comente!



    Fonte: Garagem 360

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