Categoria: GWM

  • Com R$ 55 mil de desconto Fiat Titano não bate a picape da GWM no preço inicial de R$ 220 mil

    Com R$ 55 mil de desconto Fiat Titano não bate a picape da GWM no preço inicial de R$ 220 mil

    Fiat Titano Ranch recebeu um desconto agressivo no Brasil, chegando a mais de R$ 55 mil para compras via CNPJ. Ainda assim, a picape média da marca italiana não consegue bater o preço da rival chinesa GWM Poer P30 Trail.

    Desconto Fiat Titano não bate a picape da GWM ─ Imagem: Divulgação/Fiat

    O movimento faz parte de uma estratégia da Fiat para manter competitividade no segmento de caminhonetes médias, que tem ficado cada vez mais disputado no país.

    Mesmo com o corte no valor, a Titano continua alguns milhares de reais acima da concorrente direta da GWM.

    Fiat Titano Ranch recebe desconto de mais de R$ 55 mil

    A versão Titano Ranch, uma das mais completas da linha, aparece com desconto relevante para empresas, com o seguinte valor no início do mês de março:

    Versão Preço de tabela Preço com desconto
    Fiat Titano Ranch R$ 290.490 R$ 235.297

    O abatimento chega a R$ 55.193, um dos maiores descontos já aplicados no modelo desde seu lançamento.

    A estratégia costuma ser comum em picapes médias, principalmente quando as montadoras buscam aumentar o volume de vendas ou responder à chegada de novos concorrentes no mercado.

    Mesmo assim, o valor final ainda não coloca a Titano como a picape mais barata entre algumas rivais diretas.

    Picape da GWM continua mais barata

    A principal comparação nesse cenário envolve a GWM Poer P30 Trail, que chegou ao Brasil para disputar espaço justamente entre as caminhonetes médias.

    O modelo chinês parte de aproximadamente R$ 220 mil, mantendo vantagem de preço mesmo após o desconto aplicado na Titano.

    Veja uma comparação rápida:

    Picape Motor Potência Câmbio Preço aproximado
    Fiat Titano Ranch 2.2 turbodiesel 200 cv automático 8 marchas R$ 235 mil
    GWM Poer P30 Trail 2.4 turbodiesel 184 cv automático 9 marchas R$ 220 mil

    A Titano oferece potência maior, enquanto a Poer aposta em torque elevado, câmbio mais moderno e preço mais competitivo.

    Esse tipo de disputa tem se tornado comum com a chegada de novas marcas chinesas ao Brasil.

    Mesmo mais cara, Titano vende mais no início de 2026

    Apesar da vantagem de preço da rival, a Fiat Titano começou 2026 com desempenho melhor nas vendas.

    Desconto Fiat Titano não bate a picape da GWM ─ Imagem: Divulgação/Fiat

    Levantamentos do mercado indicam que a picape da Fiat aparece à frente da Poer nos emplacamentos do início do ano.

    Veja os números registrados no começo de 2026:

    Picape Vendas aproximadas
    Fiat Titano cerca de 500 unidades
    GWM Poer P30 cerca de 245 unidades

    Isso mostra que preço não é o único fator determinante para os compradores.

    Rede de concessionárias maior, confiança na marca e tradição no segmento ainda pesam bastante na decisão de compra.

    Guerra das picapes médias fica mais intensa no Brasil

    A disputa entre Titano e Poer, de fato, mostra como o mercado de caminhonetes médias está mudando no país.

    Durante anos, o segmento foi dominado por modelos como Toyota Hilux, Ford Ranger e Chevrolet S10. Agora, novas marcas tentam ganhar espaço oferecendo mais tecnologia e preços competitivos.

    Mesmo com descontos agressivos e campanhas comerciais, a Fiat ainda precisa lidar com a pressão de preço trazida por novos concorrentes.

    Nos próximos meses, o comportamento das vendas pode indicar se a estratégia de descontos será suficiente para manter a Titano competitiva nesse mercado cada vez mais disputado.



    Fonte: Garagem 360

  • Haval H9 é capaz de ameaçar reinado da SW4? Testamos o SUV de 7 lugares

    Em meados de setembro do ano passado, a GWM lançou seu primeiro produto sem eletrificação no Brasil. O Haval H9 chegou para brigar no mercado dos carros de sete lugares e o principal alvo é o Toyota SW4. 

    Para entender melhor sobre o produto da marca chinesa, a reportagem da CNN testou o Haval H9 por uma semana. Durante os dias, passamos por trechos de terra, por asfalto, cidade e também na estrada. 

    Foram mais de 700 quilômetros percorridos com o SUV da GWM. No tanque, ainda restavam mais de 100 km de autonomia.  

    No quesito conforto, o Haval H9 entrega um amplo pacote de tecnologia, segurança e comodidade. Exemplo disso, é o estribo retrátil. Ao abrir e fechar algumas das portas ele atua de forma automática, aumentando a sensação de produto premium. 

    Enquanto o H9 custa R$ 329.000, o Toyota SW4 tem preço de R$ 424.590 — quase R$ 100 mil a mais na configuração também de sete lugares. 

    Na potência, o SW4 é superior. São 204 cv de potência e 50,9 kgfm de torque. Já o H9 entrega 184 cv e 48,9 kgfm de torque. 

    No dia a dia, o Haval H9 tem uma condução que agrada, independente do trecho. O modelo é confortável mesmo em locais de difícil acesso e tem uma calibração ideal no conjunto suspensão e volante. 

    Os bancos também são confortáveis e mesmo após um longo período sentado, não sentimos desconforto. Para quem vai na última fileira, o espaço já é um pouco reduzido — algo comum nos carros com três fileiras. 

    Apesar disso, o modelo ainda tem mais espaço que o SW4 (principal rival do H9). O modelo chinês ganha em todas as dimensões, com exceção do porta-malas. São dois litros de diferença, com vantagem para o SW4. 

    • Comprimento: O Haval H9 tem 15,5 cm a mais (4.950 mm contra 4.795 mm do SW4);
    • Largura: O Haval H9 tem 12,1 cm a mais (1.976 mm contra 1.855 mm do SW4);
    • Altura: O Haval H9 tem 9,5 cm a mais (1.930 mm contra 1.835 mm do SW4);
    • Entre-eixos: O Haval H9 tem 10,5 cm a mais (2.850 mm contra 2.745 mm do SW4);
    • Vão-livre do solo: Haval H9 tem 5,5 cm a menos que o Toyota (224 mm contra 279 mm do SW4).

    Conforto e interior 

    Por dentro, a GWM traz mais tecnologias e um acabamento premium para cabine do Haval H9. O painel de instrumentos tem 10,25 polegadas e a tela central chega a 14,6”. O pareamento é feito sem fio. 

    O ar-condicionado é digital, de três zonas, e dá para controlar todas elas por meio da tela central. As saídas de ar estão espalhadas pela cabine e o resfriamento é bem eficiente. 

    O sistema de som do H9 tem 640W de potência com 10 alto-falantes. A sensação é de estar dentro da música. 

    Além disso, ainda há uma câmera com visão 540º para o SUV da GWM. São 360º e mais o chassis transparente. 

    O Haval H9 ainda conta com oito modos de massagem para motorista e passageiro. São três níveis de intensidade e os bancos contam com todos os ajustes elétricos. 

    Consumo 

    Abastecido com diesel, o Haval H9 possui apenas uma parcial de consumo. A outra é feita de forma automática ao sair com o veículo. Para um veículo deste porte, merecia mais opções. 

    Na cidade, fizemos médias próximas aos 9 km/l com o SUV de sete lugares. Na estrada, contudo, o consumo foi melhor. Após um trecho rodoviário de 220 quilômetros, o modelo chegou a marcar 12,7 km/l no painel de instrumentos. 


    Média de consumo com o Haval H9 no ciclo rodoviário
    Média de consumo com o Haval H9 no ciclo rodoviário • Rodrigo Barros/CNN Brasil

    Emplacamentos

    Até fevereiro de 2025, o SW4 emplacou 3.105 unidades. Já nos dois primeiros meses deste ano, o mesmo modelo viu as vendas caírem para 2.161 unidades. Já o H9 segue com 1.554 carros registrados no mesmo período.

    De setembro (mês de lançamento do H9) para dezembro de 2025, o SW4 emplacou 4.765 unidades. Já o SUV da marca chinesa acumulou 2.205 vendas.

    Apesar dos bons resultados do H9, o SW4 ainda segue com resultado superior. Para tentar atrair o cliente fiel da Toyota, a GWM chegou, inclusive, a dar 10 anos de garantia (o mesmo tempo da concorrente).

    GWM Haval H9 é lançado e mira clientes do Pajero e SW4



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • BYD no Palmeiras? Marca de carros elétricos pode virar nova patrocinadora

    BYD no Palmeiras? Marca de carros elétricos pode virar nova patrocinadora

    O Sociedade Esportiva Palmeiras segue em busca de um novo patrocinador master para estampar sua camisa após o fim da parceria com a Fictor. Entre as empresas interessadas, um nome internacional chamou atenção nos bastidores: a montadora chinesa de carros elétricos Leapmotor.

    BYD no Palmeiras? Marca de carros elétricos pode virar nova patrocinadora (foto: IMAGO)

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    Conheça mais detalhes sobre a empresa de carros elétricos

    A empresa demonstrou interesse em associar sua marca ao Verdão, o que pode marcar uma nova fase de investimentos estrangeiros no futebol brasileiro.

    Fundada em 2015 na China, a Leapmotor se tornou uma das empresas que mais crescem no mercado global de veículos elétricos. A companhia se destaca pelo desenvolvimento de carros inteligentes e tecnologia própria de eletrificação.

    Recentemente, a marca anunciou sua chegada ao Brasil por meio do grupo automotivo Stellantis, conglomerado que controla diversas montadoras conhecidas no país.

    Entre elas estão:

    • Fiat

    • Jeep

    • Peugeot

    A expansão no mercado brasileiro faz parte da estratégia global da empresa, e o futebol pode ser uma porta importante para fortalecer a marca no país. As informações foram divulgadas pelo site Nosso Palestra.

    O que um novo patrocinador pode representar para o Palmeiras

    Caso a negociação avance, o acordo pode representar um reforço financeiro significativo para o Sociedade Esportiva Palmeiras.

    O clube paulista possui:

    • uma das maiores torcidas do Brasil

    • forte presença em competições nacionais e internacionais

    • grande visibilidade na mídia esportiva

    Esses fatores tornam o Verdão um dos ativos mais valiosos para patrocinadores no futebol brasileiro.

    Negociações seguem nos bastidores

    Apesar do interesse da Leapmotor, as negociações ainda estão em andamento. O Palmeiras avalia diferentes propostas antes de definir quem ocupará o espaço mais valioso da camisa do clube.

    Vale destacar que a empresa chinesa não tem ligação com a BYD, outra gigante do setor de carros elétricos que também investe fortemente no mercado brasileiro.

    A expectativa é que uma decisão sobre o novo patrocinador master do Palmeiras seja anunciada nos próximos meses.

     



    Fonte: Garagem 360

  • Implementadoras brasileiras buscam novos negócios no Chile

    Implementadoras brasileiras buscam novos negócios no Chile

    A primeira rodada de negócios do Move Brazil promovida pela Anfir, Associação Nacional dos Fabricantes de implementos Rodoviários, em parceria com a ApexBrasil acontece na próxima semana, nos dias 17 a 19, em Santiago, no Chile.

    Serão 48 empresas brasileiras negociando novos negócios no país andino (veja lista abaixo), que é líder nas compras de implementos rodoviários brasileiros.

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    Anfir: venda de implementos encerra 2025 em baixa de 6%.

    As exportações brasileiras em 2025 cresceram 43,49%, totalizando vendas para outros países de 4.959 reboques e semirreboques, ante os 3.456 no exercício anterior.

    A Anfir informa que as estatísticas mostrando as vendas por país no ano passado ainda não foram divulgadas, mas em 2024 o mercado chileno liderou o ranking com a aquisição de 1.124 equipamentos brasileiros. Na sequência aparecem o Paraguai, com 1.031 unidades; e o Uruguai, com 373 produtos.

    “As empresas brasileiras têm oferecido soluções bastante adequadas às demandas do mercado chileno, o que explica a preferência dos operadores logísticos locais por nossos produtos”, explica Jose Carlos Sprícigo, presidente da Anfir.

    As 48 empresas brasileiras que estarão presentes à rodada de negócios em Santiago são: 3DJ, Brasfit, Braslux, Cardoso, Carrocerias União, Catarina, Cobra, ComLink, Engatcar, Frigo King, Facchini, Flash, Fluair, Furgões Joinville, Grimaldi, Guerra, Hallco, HC Hornburg, Hyva do Brasil, Ibiporã, Labor, Librelato, Marksell, Marrucci, Metalesp, Metanox, Moderna, Planalto, Randon, RAV Componentes, Rhodoss, Rivertec, Robustec, Rodofrio, Rodotécnica, Rodovale, Rossetti, Silpa, Tecnnic, Thermo Star, Thor, TKA, Triel, Truckvan, Unyparts, VBC, Versátil e Zurlo.


     

     



    Fonte: Auto Industria

  • Vendas em ascensão referendam acerto da GWM com Haval H9 e Poer

    Vendas em ascensão referendam acerto da GWM com Haval H9 e Poer

    A GWM acumulou 9,3 mil licenciamentos no primeiro bimestre e já aparece como a 11ª marca de automóveis e comerciais leves mais vendida no Brasil — praticamente empatada com a Nissan, que somou apenas duzentos emplacamentos a mais.

    Frente ao mesmo período do ano passado, quando limitou-se a 4,6 mil unidades entregues aos clientes finais, a GWM deu um salto de nada menos do que 106%.

    Boa parte desse crescimento se deveu ao lançamento de atualizações e novas versões de produtos já oferecidos desde  2023.

    Outra, talvez bem maior, ao início de produção na fábrica de Itirapina, SP, em agosto, de seus atuais três produtos nacionais: os utilitários esportivos Haval H6 e H9 e a picape média Poer.

    Os dois últimos montados sobre chassi e movidos por motores a diesel, o que, a rigor, representou uma surpresa no mercado brasileiro, onde a marca, desde o início de sua trajetória, no fim de 2022, era conhecida até então pelos modelos híbridos e elétricos.

    GWM Haval H9

    Mas H9 e Poer estão comprovando rapidamente que há espaço para eles no mercado e sobretudo no portfólio da GWM, que, além do próprio H6, reúne ainda outros quatro modelos: Haval H6 GT, Tank 300, Wey 07 e o elétrico compacto Ora.

    Juntos, os dois modelos a diesel responderam por 22% dos emplacamentos do primeiro bimestre, quase 2,1 mil unidades.

    O utilitário esportivo de sete lugares à frente, com 1.554 licenciamentos e deixando para traz concorrentes tradicionais, como o Chevrolet Trailblazer, e  já “fazendo sombra” para o Toyota SW4, produto referência do segmento e que teve 2.261 unidades negociadas no período. Desde que chegou às revendas, em setembro, já são 3,5 mil unidades rodando pelo País.

    Além do estilo “SUV raiz “, modernidade do projeto, nível de conteúdo acima da média, tecnologias e sofisticação, o H9 tem conquistado clientes também pelo preço para lá de competitivo.

    A GWM pede R$ 330 mil pela única versão sem opcionais disponível,  R$ 95 mil a menos do que o SW4 intermediário ou R$ 147 mil abaixo da versão topo do modelo japonês. A comparação com o Chevrolet Trailblazer resulta em discrepância semelhante: o H9 é R$ 90 mil. Em qualquer caso, um automóvel de entrada ou até um SUV compacto de “troco”.

    Os números de emplacamentos da picape Poer são mais baixos, naturalmente, mas já superiores a de concorrentes bastante conhecidos do segmento e que dispõem de rede de revendas sensivelmente maiores. A presença bem maior de marcas e produtos na categoria também contribui para a pulverização das vendas.

     

    São oferecidas no mercado brasileiro uma dezena de picapes médias nacionais e importadas, com capacidade de carga ao redor de 1 tonelada, a exemplo do modelo da GWM.  Mas, com 503 licenciamentos nos dois primeiros meses do ano, a Poer já aparece na quinta colocação, à frente, por exemplo, da Volkswagen Amarok ou Nissan Frontier.

    A Poer tem as versões de acabamento Exclusive, que custa R$ 240 mil, e  mesmo a de entrada Trail, com preço de R$ 220 mil, tem recheado pacote de sistemas de auxílio à condução, que inclui controle de cruzeiro automático adaptativo, frenagem automática de emergência ou sistema de alerta e manutenção em faixa de rodagem, dentre outros.

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    Ambas têm motor 2.4 turbo diesel de 184 cavalos, transmissão automática de quatro velocidades e tração 4×4 com reduzida e diversos modos de condução. Trata-se do mesmo conjunto mecânico presente no Haval H9, que, também como a Poer, tem 10 anos de garantia.

    São sinais de que o discurso inicial dos executivos da GWM de que a picape tem atributos para alcançar as “prateleiras mais altas” das vendas do segmento pode se confirmar na prática dos licenciamentos.

    Ainda mais quando se sabe que a montadora já admitiu que pretende ter capacidade produtiva anual de 300 mil veículos no Brasil, cinco vezes maior do que a atual, e que, para isso, já definiu uma segunda fábrica aqui e confirmada para o Espírito Santo.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • SUV de R$ 104.751 é o 3º mais vendido de fevereiro deixando Fiat Fastback fora do top 5

    SUV de R$ 104.751 é o 3º mais vendido de fevereiro deixando Fiat Fastback fora do top 5

    Hyundai Creta terminou fevereiro de 2026 como o terceiro SUV mais vendido do Brasil, confirmando a força do modelo no mercado nacional. O utilitário esportivo registrou 5.045 unidades emplacadas, ficando atrás apenas do Volkswagen T-Cross e do Volkswagen Tera.

    Hyundai Creta 2026, SUV de R$ 104.751

    SUV de R$ 104.751 é o 3º mais vendido de fevereiro ─ Imagem: Divulgação/Hyundai

    Um dos fatores que ajudam a explicar o desempenho é o preço competitivo da versão Creta Action. Aliás, ele aparece em promoções para o público PCD por R$ 104.751 à vista, valor reduzido em relação aos R$ 119.990 da tabela.

    Com isso, o SUV da Hyundai conseguiu superar rivais diretos e até deixar o Fiat Fastback, um dos modelos mais populares da categoria, fora do top 5 de vendas do mês.

    Ranking dos SUVs mais vendidos de fevereiro de 2026

    O levantamento de emplacamentos mostra uma disputa intensa entre SUVs compactos e médios no Brasil.

    Posição Modelo Vendas
    Volkswagen T-Cross 5.667
    Volkswagen Tera 5.358
    Hyundai Creta 5.045
    Jeep Compass entre os mais vendidos
    Chevrolet Tracker entre os mais vendidos

    Mesmo com bom desempenho comercial, o Fiat Fastback ficou fora do top 5, com cerca de 3.833 unidades vendidas no mês.

    O resultado reforça a preferência do consumidor brasileiro por SUVs compactos tradicionais, como T-Cross, Creta e Tracker.

    Creta de R$ 104 mil vira alternativa forte entre SUVs

    A versão Creta Action 2026/2026 é uma das responsáveis por manter o modelo competitivo. Entre os pontos do SUV que chamam a atenção estão:

    • motor 1.6 aspirado
    • bom espaço interno
    • posição elevada de dirigir
    • pacote de equipamentos adequado para a categoria
    • custo menor que rivais diretos

    Com descontos e isenções, o preço pode cair para R$ 104.751, colocando o SUV em uma faixa semelhante à de modelos compactos de entrada.

    Isso, portanto, acaba atraindo consumidores que buscam um SUV maior sem pagar valores próximos de R$ 130 mil ou R$ 150 mil.

    Interior do SUV da Hyundai, novo Creta 2026

    SUV de R$ 104.751 é o 3º mais vendido de fevereiro ─ Imagem: Divulgação/Hyundai

    Mercado de SUVs segue dominando o Brasil

    Os números de fevereiro mostram, antes de tudo, que os SUVs continuam sendo o tipo de carro mais desejado do país.

    Entre os fatores que explicam essa preferência aparecem, por exemplo:

    • maior altura em relação ao solo
    • sensação de segurança ao dirigir
    • espaço interno mais amplo
    • versatilidade para uso urbano e viagens

    Enquanto isso, modelos com proposta mais esportiva ou cupê, como o Fiat Fastback, acabam enfrentando maior concorrência dentro do próprio segmento.



    Fonte: Garagem 360

  • BYD e GWM vendem mais carros fora da China do que dentro; Brasil vira peça-chave na expansão

    BYD e GWM vendem mais carros fora da China do que dentro; Brasil vira peça-chave na expansão

    A expansão das montadoras chinesas está mudando o mapa do setor automotivo. BYD e GWM (Great Wall Motors) registram crescimento acelerado no exterior e, em alguns momentos recentes, já venderam mais carros fora da China do que dentro do próprio país.

    BYD e GWM vendem mais carros fora da China do que dentro ─ Imagem: Reprodução

    O fenômeno acontece em meio à forte competição interna no mercado chinês. Com uma guerra de preços entre fabricantes locais, as duas empresas passaram a mirar com mais força mercados internacionais em crescimento, como América Latina, Europa e Sudeste Asiático.

    O Brasil acabou se tornando um dos protagonistas desse movimento global, impulsionando boa parte das vendas externas das marcas.

    Brasil se torna mercado estratégico para BYD e GWM

    O desempenho das duas montadoras no país chama atenção no setor automotivo.

    Somente em fevereiro de 2026, dados do mercado indicam que:

    • BYD vendeu mais de 21 mil carros no Brasil

    • GWM emplacou cerca de 9 mil veículos no país

    Esse volume coloca o Brasil entre os principais mercados internacionais das duas fabricantes.

    A estratégia inclui ampliar presença local, investir em rede de concessionárias e expandir a oferta de modelos eletrificados, especialmente elétricos e híbridos plug-in.

    A BYD também aposta na produção nacional. A empresa prepara a abertura de sua fábrica em Camaçari (BA), que deve fortalecer ainda mais a operação brasileira nos próximos anos.

    Avanço das chinesas aumenta pressão no mercado brasileiro

    O crescimento de BYD e GWM não acontece isoladamente. Ele faz parte de uma transformação maior no setor automotivo mundial.

    Os carros chineses ganharam espaço principalmente por três fatores:

    • preços mais competitivos

    • tecnologia embarcada avançada

    • forte aposta em eletrificação

    Esse avanço pressiona montadoras tradicionais que atuam no Brasil, como:

    • Volkswagen

    • GM

    • Stellantis

    • Toyota

    Com a chegada de novos modelos e preços agressivos, a disputa no mercado de SUVs híbridos e carros elétricos deve ficar ainda mais intensa.

    Guerra de preços na China impulsiona exportações

    A mudança de estratégia das fabricantes chinesas tem origem dentro do próprio mercado doméstico.

    A China possui hoje um dos setores automotivos mais competitivos do mundo, com dezenas de fabricantes disputando espaço. Esse cenário gerou:

    • excesso de oferta de veículos

    • redução das margens de lucro

    • guerra de preços entre marcas

    Como consequência, muitas montadoras passaram a priorizar exportações e expansão internacional.

    Para BYD e GWM, mercados como o Brasil se tornaram essenciais para manter o ritmo de crescimento global.

    O resultado é uma transformação no equilíbrio do setor: fabricantes chinesas deixaram de ser apenas exportadoras ocasionais e passaram a atuar como competidoras diretas das grandes montadoras globais.



    Fonte: Garagem 360

  • Montadoras da China podem fazer no Brasil o que fizeram no México?

    Montadoras da China podem fazer no Brasil o que fizeram no México?

    Em 2025 a China aumentou ainda mais sua vantagem como maior exportador de veículos do mundo: embarcou 8,3 milhões de unidades, em crescimento de 30% sobre 2024. O volume é mais que o dobro dos 4 milhões exportados pelo Japão, o segundo colocado, que há dois anos perdeu o primeiro lugar.

    Este avanço vem provocando mudanças sem precedentes em alguns dos maiores mercados de veículos do mundo, junto com variadas reações de autoproteção por meio de aplicação de tarifas, que podem até desacelerar as importações de veículos, mas não reduzem a voracidade chinesa de exportar seus excedentes de produção para qualquer país que os deixem entrar, buscando soluções alternativas como a exportação de carros desmontados ou semimontados, como acontece atualmente no Brasil com BYD e GWM, além de outros fabricantes que estão na fila para fazer o mesmo.

    O México é atualmente o exemplo maior do que acontece quando as portas ficam abertas aos chineses. Em 2024 a China exportou 485 mil veículos ao mercado mexicano. Em 2025 o volume de importações saltou 29%, para 625,2 mil unidades, transformando o país no maior cliente de carros chineses do mundo. Nos dois anos a GM lidera as vendas com modelos Chevrolet produzidos em instalações de sua sociedade chinesa com a SAIC.

    Mas as vendas efetivas de veículos chineses no México avançaram pouco em 2025, só 1,2% sobre 2024, para 306,6 mil unidades, dominando 20% do mercado de cerca de 1,5 milhão de unidades. Isto porque o país tomou medidas para conter as importações de carros da China.

    O motivo desse descasamento de importações muito maiores do que as vendas reflete algo parecido com o que ocorre no Brasil: antecede o aumento da tarifa de importação, que era de 15% a 20% para países com os quais o México não tinha acordos comerciais e, este ano, foi elevada para 50% aos veículos procedentes da China.

    Com o aumento da tarifa no horizonte os fabricantes chineses trataram de importar mais carros do que são efetivamente vendidos, para formar estoques com preços mais baixos e continuar a explorar o mercado com vantagens competitivas por mais algum tempo, assim como também vêm fazendo no Brasil.

    Protecionismos diferentes

    O governo mexicano, que sempre adotou política liberal deixando seu mercado aberto ao comércio exterior, certamente cedeu a pressões das empresas multinacionais fabricantes de veículos instaladas no país – muitas das mesmas que atuam em solo brasileiro e clamam pelo protecionismo nacional porque não conseguem competir com os chineses.

    Note-se que o protecionismo mexicano acontece em país que é muito mais competitivo para a indústria automotiva do que o Brasil, segundo pesquisas que montadoras estrangeiras incansavelmente apresentam por aqui sempre que querem demonstrar a falta de competitividade internacional do País. No caso do México, portanto, nem este ambiente favorável consegue deter a competição chinesa.

    Note-se também que o protecionismo mexicano adotado contra a invasão de carros chineses é ainda maior do que o imposto até agora pelo Brasil, que anos atrás zerou a alíquota de 35% somente para modelos elétricos e híbridos e, desde 2024, começou a recompor a tarifa, que a partir de julho próximo voltará ao teto permitido pela OMC – que diante dos chineses poucos países ainda respeitam –, para veículos montados ou semimontados SKD, enquanto para unidades totalmente desmontadas em kits CKD o imposto está previsto para subir a 35% em janeiro de 2027.

    Embora México e Brasil sejam mercados similares, as situações são diferentes. O brasileiro é maior e sempre foi mais protegido. Os volumes de importações de carros da China, embora tenham crescido muito nos últimos anos, ainda representam participação inferior a 10%.

    Em 2025 os 187,3 mil carros chineses emplacados no Brasil representaram crescimento de 55,6% sobre 2024, mas a participação foi de apenas 7,3% do total de 2,55 milhões de veículos leves vendidos.

    Mas assim como ocorreu no México as importações para cá vêm sendo antecipadas para desviar do aumento de tarifas: os embarques foram bem maiores do que as vendas efetivadas e o País foi o quinto maior comprador de veículos produzidos na China, com 322,1 mil unidades importadas, atrás de México, Rússia, Emirados Árabes e Reino Unido, e pouco à frente de Arábia Saudita, Bélgica e Austrália.

    Modelo mexicano seria desastroso no Brasil

    Ao contrário do Brasil, o México é – ou era para os chineses – muito mais aberto às importações de veículos, firmando acordos de isenção de tarifas com diversos países – inclusive com o Brasil. Isto ocorre porque os fabricantes no país exportam a maior parte da produção para os vizinhos do norte, Estados Unidos e Canadá, isentos de tarifas pelo acordo USMCA.

    Para se ter ideia, os fabricantes instalados em solo mexicano produziram 3,9 milhões de veículos em 2025 e 3,4 milhões foram exportados. São volumes que superam em muito o mercado doméstico de cerca de 1,5 milhão de unidades por ano. A cadeia de fornecedores no México é limitada e os carros são montados com grandes quantidades de componentes importados, em linhas chamadas de maquiladoras.

    Com este arranjo exportador o México pode deixar seu mercado doméstico livre para os importadores, até porque os volumes internos são baixos para justificar a instalação de fábricas só para vender aos mexicanos.

    Este terreno ficou ainda menor depois que os Estados Unidos impuseram a pesada tarifa de 100% sobre carros importados da China, inclusive os produzidos em solo mexicano com componentes importados. Não por acaso a BYD logo viu que esta configuração não se encaixava em seu modelo de negócio e desistiu, ao menos por enquanto, de investir em uma unidade industrial no México.

    Já o Brasil exporta menos de 20% de sua produção – e majoritariamente para países latino-americanos, inclusive ao México, em que está perdendo a concorrência justamente para os chineses. Portanto a fórmula mexicana é mais destrutiva para a indústria automotiva no País, especialmente para cadeia de fornecedores estabelecida ao longo de décadas de nacionalização.

    China se adapta ao Brasil

    No momento os fabricantes chineses não podem prescindir do mercado brasileiro, um dos maiores do mundo ainda aberto a seus carros, pois continuam a ter muitos excedentes produtivos para exportar. Mesmo sendo obrigados a localizar a produção para mitigar o aumento de tarifas no Brasil, não vão parar de importar parte dos veículos que vendem aqui e vão montar localmente os mais vendidos.

    Ao menos no horizonte dos próximos cinco anos os fabricantes de origem chinesa vão mexicanizar a produção brasileira com grandes quantidades de itens importados da China, seja no regime peça a peça ou em kits SKD e CKD. Uma das formas de atender índices mínimos de nacionalização será delegar as importações de componentes para fornecedores cativos escalados na China a serem instalados no Brasil.

    Com estes arranjos os fabricantes de veículos da China deverão manter seu diferencial competitivo no Brasil, com pequena e limitada contribuição para a cadeia produtiva do setor. Este é o horizonte avistado no momento, que sempre estará sujeito a mudanças e pressões da indústria local que não consegue competir no Exterior e está perdendo terreno no mercado doméstico.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Tiggo 5X 2027: Ipiranga, Petrobras e Shell comemoram lançamento do SUV

    Tiggo 5X 2027: Ipiranga, Petrobras e Shell comemoram lançamento do SUV

    O Tiggo 5X 2027 começou sua trajetória comercial no Brasil com números que chamaram atenção do mercado.

    Em apenas cinco dias após o lançamento, o SUV registrou mais de 12 mil unidades vendidas, um resultado expressivo para um modelo do segmento.

    O desempenho inicial mostra que o novo SUV da Caoa Chery despertou forte interesse do público.

    Design atualizado, pacote de equipamentos competitivo e posicionamento estratégico ajudaram o modelo a ganhar destaque logo nos primeiros dias nas concessionárias.

    Diante dessa aceitação rápida, muita gente começou a brincar que até os postos de combustível teriam motivos para comemorar o sucesso do Tiggo 5X. Logo abaixo, o Garagem360 explica melhor esse cenário. Acompanhe!

    Por que Ipiranga, Petrobras e Shell estariam “comemorando”?

    Na prática, nenhuma distribuidora de combustível se manifestou ou comemorou o lançamento do Tiggo 5X 2027.

    Tiggo 5X – Foto: divulgação

    O título chama atenção por um motivo simples: consumo de combustível.


    A ideia por trás dessa provocação é que o SUV da Caoa Chery apresenta números de eficiência energética inferiores aos principais rivais do segmento.

    Isso significa que, no dia a dia, o motorista tende a visitar o posto de combustível com mais frequência.

    Ou seja, quanto maior o consumo do carro, maior a frequência de abastecimento. É exatamente nesse ponto que surge a brincadeira envolvendo nomes como Ipiranga, Petrobras e Shell.

    O Tiggo 5X continua sendo um modelo competitivo em vários aspectos, mas quando o assunto é consumo ele acaba ficando atrás de alguns dos SUVs mais populares da categoria.

    Consumo do Tiggo 5X 2027 e comparação com os rivais

    De acordo com os dados oficiais divulgados pelo Inmetro, o Tiggo 5X apresenta números mais modestos de eficiência energética.

    CAOA Chery Tiggo 5x – Foto divulgação

    No uso urbano, os números registrados são:

    • 6,6 km/l com etanol

    • 10 km/l com gasolina

    Na estrada, o rendimento melhora, mas ainda fica abaixo de alguns concorrentes:

    • 8 km/l com etanol

    • 11,7 km/l com gasolina

    O SUV da Caoa Chery possui tanque de 51 litros, o que ajuda a ampliar a autonomia entre abastecimentos.

    Mesmo assim, o consumo mais elevado acaba reduzindo o alcance final quando comparado a outros modelos do segmento.

    Outro detalhe curioso é que a geração atual ficou ligeiramente menos econômica que a anterior, algo que também pesa na avaliação de consumidores mais atentos.

    Jeep Renegade apresenta números melhores

    Um dos concorrentes diretos do Tiggo 5X é o Jeep Renegade.

    Apesar de também não ser conhecido por ser extremamente econômico, o modelo da Jeep registra resultados superiores.

    Na cidade:

    • 7,8 km/l com etanol

    • 11,1 km/l com gasolina

    Na estrada:

    • 8,9 km/l com etanol

    • 12,4 km/l com gasolina

    O Renegade ainda conta com tanque de 55 litros, o maior entre os modelos comparados.

    Volkswagen T-Cross lidera em eficiência

    Entre os SUVs analisados, o Volkswagen T-Cross aparece como o mais eficiente.

    Os números de consumo são:

    Na cidade:

    • 8,5 km/l com etanol

    • 12,1 km/l com gasolina

    Na estrada:

    • 10,2 km/l com etanol

    • 14,5 km/l com gasolina

    Mesmo com tanque de 49 litros, menor que o do Tiggo 5X, o modelo consegue ultrapassar 700 km de autonomia rodoviária com gasolina.

    Chevrolet Tracker também supera o Tiggo

    Outro rival que apresenta rendimento melhor é o Chevrolet Tracker.

    Na cidade:

    • 8,1 km/l com etanol

    • 11,5 km/l com gasolina

    Na estrada:

    • 9,9 km/l com etanol

    • 13,8 km/l com gasolina

    O Tracker possui tanque de 44 litros, o menor entre os SUVs comparados, mas a eficiência ajuda a equilibrar a autonomia final.

    Sucesso comercial não depende apenas do consumo

    Quando os modelos são colocados lado a lado, o Tiggo 5X realmente aparece atrás de Renegade, T-Cross e Tracker em eficiência energética.

    Isso, porém, não impede o SUV da Caoa Chery de continuar chamando atenção do público.

    O volume de mais de 12 mil unidades vendidas em apenas cinco dias mostra que o modelo encontrou espaço no mercado.

    Com o passar do tempo, no entanto, muitos consumidores começam a analisar detalhes como consumo, autonomia e custo de uso.

    É nesse momento que a comparação direta com os rivais passa a pesar mais na decisão de compra.

    E você, como avalia o Tiggo 5X? Comente e compartilhe a sua opinião com outros leitores do Garagem360.



    Fonte: Garagem 360

  • Com operações locais da BYD e GWM, importações recuam

    Com operações locais da BYD e GWM, importações recuam

    Após meses seguidos de alta, a importação de veículos desacelerou no início deste ano, com 71,8 mil unidades comercializadas no bimestre, volume 4,5% inferior ao do mesmo período de 2025.

    Ao divulgar os dados, o presidente da Anfavea, Igor Calvet, admitiu que o início das operações de montagem no País das chinesas BYD e GWM – respectivamente em Camaçari, BA, e Iracemáolis, SP – tem peso nesse desempenho.

    LEIA MAIS

    Veículos nacionais já respondem por 43% das vendas de eletrificado

    Exportação em baixa derruba produção de veículos no bimestre

    “A produção nacional está ficando mais robusta”, comentou o executivo, sem citar as marcas chinesas que já têm montagem local, mas destacando os investimentos anunciados pelas associadas da Anfavea de 2024 para cá.

    A China segue na liderança dos países que mais enviam veículos para o mercado brasileiro, mas o volume que embarcou em fevereiro foi 11% inferior ao de janeiro – respectivamente, 15 mil e 16,8 mil unidades (veja tabela abaixo).

    Também caíram as compras na Argentina (menos 13,6%, de 13,4 mil para 11,6 mil unidades) e no México (menos 8,7%, de 2,8 mil para 2,6 mil). Já a Colômbia ampliou a venda de veículos para o Brasil em 2% no mesmo comparativo, mandando para cá 1,7 mil unidades.

    No caso das importações, a expansão dos últimos anos deve-se principalmente aos eletrificados chineses. Nesse contexto, a maior oferta de modelos híbridos produzidos no Brasil também pode estar contribuindo para a desaceleração dos importados.

    Com relação ao mercado interno, a Anfavea também destacou a média de vendas diárias de fevereiro, que chegou a 10,2 mil unidades e é a segunda melhor para o mês nos últimos dez anos (só perde para 2020).


     



    Fonte: Auto Industria