
Um mês depois da sua estreia, ela está de volta! Mas agora, com o estoque do Kicks Play desovado, o “Momento SUV Nissan” trás o novo Kait ao lado do Kicks como estrelas da campanha especial de vendas.


Um mês depois da sua estreia, ela está de volta! Mas agora, com o estoque do Kicks Play desovado, o “Momento SUV Nissan” trás o novo Kait ao lado do Kicks como estrelas da campanha especial de vendas.

O mercado de híbridos começou 2026 aquecido. Em janeiro, o GWM Haval H6 liderou entre os eletrificados, com 2.389 unidades vendidas. Logo atrás aparece o BYD Song Pro, com 2.230 emplacamentos.
Além do desempenho nas vendas, os dois modelos também entram fevereiro com condições comerciais agressivas.
O Haval H6 parte de R$ 223.000 e traz diferentes combinações de benefício para o consumidor.
Entre as opções anunciadas estão:
A estratégia da GWM aposta menos em corte direto de preço e mais em vantagens financeiras e benefícios agregados.
Haval H6 foi o carro híbrido mais vendido em janeiro de 2026 – Foto: divulgação
No caso do BYD Song Pro, a abordagem é diferente. A marca opta por redução direta de valores, com cortes que chegam perto de R$ 29 mil, dependendo do público.
A versão BYD Song Pro GL 2026, na condição exclusiva para CNPJ, sai de R$ 189.990 por R$ 159.991.
Para taxistas, o mesmo modelo parte de R$ 189.990 e cai para R$ 142.990.
Já para o público PCD, o Song Pro GL 2026 reduz de R$ 189.990 para R$ 147.990.
Há ainda condição para o BYD Song Pro GS 2026 com supertaxa 0% ao mês em 36 parcelas ou supervalorização de R$ 10 mil no usado.
Nessa configuração, o modelo parte de R$ 199.990, com entrada de R$ 119.994 e 36 parcelas de R$ 2.336,40.
Enquanto o Haval H6 lidera as vendas e aposta em seguro grátis, taxa zero e valorização do usado, o Song Pro reage com cortes diretos no preço final, focando públicos específicos como CNPJ, taxistas e PCD.
O resultado é uma disputa direta entre os dois híbridos mais vendidos do país, com condições comerciais que podem pesar na decisão do consumidor.
E para você, qual carro híbrido oferece o melhor custo-benefício: Haval H6 ou BYD Song Pro? Comente e compartilhe a sua opinião com outros leitores do Garagem360.
Fonte: Garagem 360

A chinesa GWM vendeu mais de 1,3 milhão de veículos em todo o mundo no ano passado. A maior parte, acima de 60%, dentro da própria China. As entregas em outros mercados superaram 506 mil unidades.
Com a venda dessa frota glbal, a montadora faturou quase US$ 30,8 bilhões, com lucro líquido US$ 1,37 bilhão. Os veículos de novas energias — leia-se sobretudo elétricos e eletrificados — somaram 403 mil unidades, perto de 30% do total negociado.
Só no Brasil a GWM vendeu 42,8 mil automóveis e comerciais leves, 22% acima da expectativa inicial de 35 mil unidades e 46% a mais do que no ano anterior, com predomínio de vendas de produtos híbridos.
Contribuíram para o avanço também o início da produção local em Iracemápolis, SP, a expansão da rede de concessionárias e a chegada de nova versões e produtos, como os SUVs Tank 300 e Wey 07 e os nacionalizados Haval H9 e a picape Poer.
A expansão internacional da GWM tem seguido o planejamento. Entretanto, essa trajetória, assim como de todos os fabricantes chineses, não está livre de percalços, avaliou o próprio presidente da Great Wall Motors, Wei Jianjun, em recente encontro anual com os funcionários.
Segundo o executivo, a indústria automobilística chinesa ainda tem que superar um grande degrau para se igualar às tradicionais fabricantes ocidentais e orientais no que se refere, especialmente, à experiência internacional e a algumas vantagens técnicas.
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Ele enfatizou que as montadoras chinesas não podem superestimar sua competitividade, ainda muito calcada no fator preço, o que pode criar desafios de longo prazo se não for sustentada por operações comerciais viáveis e produtos de qualidade, com implicações para o próprio desenvolvimento dos negócios internacionais.
Wei sustenta ainda que a indústria chinesa precisa aprender com as concorrentes como corrigir deficiências e atuar com transparência.
A Toyota seria exemplo de como contornar problemas de qualidade de produto e, por conta disso, manter a confiança dos consumidores, apesar de frequentes recalls.
Foto: Divulgação
Fonte: Auto Industria


Uma coisa é certa: o trânsito no Carnaval 2026 será um problema nas cidades que receberão uma grande quantidade de pessoas! Por mais que elas se mobilizem e se organizem para cortejos, blocos, trios e foliões, numa operação que envolve bloqueios de vias e tudo mais, todos precisarão ter paciência. E o Waze, como sempre, tentará te ajudar nesse momento!


No contexto atual do mercado automotivo brasileiro, até mesmo quem procura um modelo como Duster usada pode perceber que os movimentos do setor têm sido marcados por ajustes e revisões constantes nas expectativas de crescimento para 2026.

Vendas restritas somadas à chegada de novos concorrentes é combustível mais que eficaz para deflagar uma corrida, para lá de necessária, por maior visibilidade de produtos e marcas. Com mercado estagnado em anos recentes, a indústria automotiva confirma a tese.
Nos últimos meses e semanas, para além da chegada de diversas marcas, o que mais se tem visto no setor é um intenso esforço dos departamentos de marketing das novas e tradicionais na busca de holofotes.
São inúmeras as ações que chamam a atenção pela abrangência e custos, naturalmente não revelados, mas sabidamente na casa dos milhões de reais cada um deles.
Quase todos os maiores eventos culturais e esportivos brasileiros — ou internacionais com impacto interno na imagem — são objetos de cada vez mais investimento por parte sobretudo das montadoras.
Os dois principais festivais de música do País, não por coincidência, têm duas marcas de carros e comerciais leves dentre os maiores patrocinadores. Curiosamente, também as que mais vendem.
A Fiat, líder há cinco anos, ostentou seus produtos e logotipo no Lollapalooza de 2025 e repetirá a dose este ano no evento que será realizado em março, em São Paulo. Do acordo, faz parte o lançamento de versão “Lollapalooza” do SUV Pulse, limitada a 550 unidades, número que faz alusão aos 50 anos da marca no Brasil, a serem completados em julho.

Sua competidora direta em quase todos os segmentos e a montadora com a segunda maior penetração desde 2023, a Volkswagen, fechou contrato de patrocínio do Rock in Rio pela segunda edição consecutiva e pela sexta vez.
O festival será realizado em setembro, no Parque Olímpico, no Rio de Janeiro, e servirá de palco para exibição de atuais e novos produtos da marca. “[A parceria] reforça nosso compromisso de colocar a Volkswagen sempre onde as grandes histórias acontecem”, afirma Livia Kinoshita, diretora de Marketing da montadora.
A empresa alemã também tem alocado verbas vultosas para estar presente no festival The Town, com em 2023 e 2025, também em São Paulo, e no circuito de festas do universo sertanejo, como a Festa de Peão de Barretos, a maior delas e que, em 2025, serviu de vitrine para a apresentação de série especial da picape Amarok.
Antes da Volkswagen, a RAM, também pertencente à Stellantis, como a Fiat, era a marca oficial de Barretos. Por três anos consecutivos, fez do evento plataforma para apresentação de suas gigantescas picapes importadas e também da primeira nacional, a Rampage, em 2023.
Na semana que vem será a vez da novata Omoda & Jaecoo entrar nesse seleto grupo de patrocinadoras de grandes eventos culturais. E em grande estilo, na mais popular festa brasileira. O Jaecco 7, SUV híbrido plug-in, será o carro oficial do Carnaval do Rio de Janeiro.

Segundo Roger Corassa, vice-presidente executivo da montadora, que iniciou produção aqui há apenas seis meses, o patrocínio de eventos do gênero tem uma clara mensagem: “Mostrar que estamos aqui para crescer de forma consistente e sustentável”.
Além do desfile da Marques de Sapucaí, a marca chinesa também estará presente no Carnaval de São Paulo, com espaço dedicado a convidados e múltiplas ações no Sambódromo do Anhembi.
“Nosso crescimento no Brasil segue a mesma lógica que aplicamos com sucesso na Europa: construção de marca, proximidade com o público e investimentos estruturais. Estamos em momento de consolidação e aceleração”, reforça Corassa.
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Em eventos musicais e festas populares, Stellantis — que também expõe a marca Jeep no bloco Galo da Madrugada, em Recife, PE — e Volkswagen estão à frente, assim como nos licenciamentos de automóveis e comerciais leves, no esporte a Hyundai tem participação destacada, aqui e no mundo.
A coreana acaba de acertar com a CBF, Confederação Brasileira de Futebol, o patrocínio para todas as competições de futebol feminino pelos próximos três anos. Nos últimos cinco anos o número de fãs da modalidade cresceu mais de 50%, e audiência das transmissões registrou saltos nesse período.
O nome Hyundai será exibido nos estádios, áreas de entrevistas, redes sociais e ativações de relacionamento.É projeto muito semelhante aos desenvolvidos pela montadora na Copa Conmebol Libertadores de futebol masculino há vários anos, assim como na Copa do Mundo Fifa, maior evento esportivo do mundo e que terá a próxima edição a partir de junho, na América do Norte.

Curiosamente, o patrocínio do futebol Hyundai às competições femininas da CBF foi anunciado dias depois de a Volkswagen ser nomeada patrocinadora oficial da entidade e das Seleções Brasileiras de Futebol — masculina e feminina — em 2026 e 2027.
O anúncio mereceu solenidade da sede da confederação, no Rio de Janeiro, da qual participaram Carlos Ancelotti, técnico da seleção que participará da Copa do Mundo deste ano, e Ciro Possobom, presidente da operação brasileira da montadora, que antecipou o lançamento de edição especial de um de seus automóveis e até mesmo o resgate da cor amarelo canário, utilizada na década de 70.
A também recém-chegada BYD já dá seus primeiros passos nessa disputa local por visibilidade atrelada ao esporte. Esta semana a montadora chinesa, que começou a fabricar seus veículos na Bahia no segundo semestre, fechou contrato de patrocínio com o Corinthians. Após algumas parcerias pontuais, estampará sua marca na camiseta do clube que tem a segunda maior torcida do Brasil pelo menos até o fim deste ano.

Ter presença em times e campeonatos do esporte mais popular no mundo faz parte da estratégia mundial da montadora, que ambiciona constituir uma marca forte globalmente para estar entre as maiores até o fim desta década e liderar vários mercados — Brasil inclusive, como tem seguidamente afirmado.
A BYD já patrocinou a Uefa Euro 2024, mais importante torneio de seleções da Europa, e esta acertou parceria com o milionário clube inglês Manchester City. Além de expor seu nome em uniformes e no estádio do clube, a montadora fornecerá veículos das marcas BYD e Denza e infraestrutura de recarga no centro de treinamento do clube, dentre outras ações conjuntas.
Fotos: Divulgação
Fonte: Auto Industria

Montadoras e sindicatos deixaram as diferenças de lado para pressionar o governo pelo fim da isenção de veículos importados desmontados. Na prática, o movimento tenta proteger empregos nacionais, mas pode encarecer modelos que hoje dominam o mercado de elétricos.
Acompanhe o Garagem360 para entender melhor.
O regime especial que permitia a importação de kits de veículos elétricos e híbridos sem imposto expirou oficialmente em 31 de janeiro. Agora, a Anfavea e grandes centrais sindicais, como CUT e Força Sindical, enviaram uma carta conjunta ao governo federal pedindo que o benefício não seja renovado pela Camex.
Empresas e sindicato se unem pelo fim da isenção de imposto para carros importados e montados no Brasil | Foto: Divulgação (ABB Robotics)
O debate central é o futuro da produção nacional. Atualmente, o cenário está assim:
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O presidente da Anfavea, Igor Calvet, argumenta que a montagem de kits estrangeiros em larga escala não gera valor real para a economia brasileira. Segundo levantamento da associação, a indústria automotiva nacional paga, em média, o dobro do salário do restante do setor fabril e exige maior qualificação técnica dos trabalhadores.
Foto: Divulgação (BYD)
Porém, para os sindicalistas, a manutenção da isenção para kits importados prejudicaria o programa Nova Indústria Brasil (NIB). O receio é que o país se torne um simples “entreposto de montagem” de tecnologia estrangeira, em vez de atrair investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e fortalecer a cadeia produtiva local.
Se a isenção não for renovada, o custo de modelos populares que ainda dependem de kits importados tende a subir. Como o Imposto de Importação para veículos totalmente prontos atingirá 35% em julho, o fim do atalho dos kits desmontados retira a principal vantagem competitiva de marcas que ainda não nacionalizaram sua produção.
Então, para o consumidor, isso sinaliza que a janela de “elétricos com preço de carro a combustão” pode estar chegando ao fim. Ou seja, o movimento força as novas montadoras a acelerarem suas fábricas no Brasil ou repassarem os custos tributários para a etiqueta final.
Comente abaixo: você acredita que o governo deve priorizar o preço baixo dos carros elétricos agora ou proteger a criação de empregos e tecnologia nacional a longo prazo?
Fonte: Garagem 360
Com o compromisso de melhorar continuamente seus testes de qualidade, segurança e sustentabilidade, o IQA, Instituto da Qualidade Automotiva, anuncia a ampliação e modernização do seu Laboratório de Ensaios localizado no Parque Tecnológico de Sorocaba (PTS).
“Essa ampliação não só facilita o fluxo de trabalho no laboratório, como também contribui para a organização dos processos, protegendo os equipamentos e assegurando a precisão dos resultados”, comenta Sergio Ricardo Fabiano, gerente de Inovação e Expansão do instituto.
Entre as novidades, a criação de uma nova sala quente, voltada ao uso de muflas e estufas, com o objetivo de garantir maior controle das condições experimentais e segurança no ambiente de trabalho.
Segundo comunicado do IQA, a infraestrutura tecnológica também passou por melhorias. Os equipamentos foram modernizados, o cabeamento reestruturado e houve ampliação do sistema de câmeras de segurança, com atualização dos protocolos de segurança da informação.
“Com essas atualizações, os clientes poderão acompanhar os ensaios remotamente, com mais transparência e conveniência”, destaca Sergio.
Fonte: Auto Industria

Enquanto a maioria das montadoras corre para eletrificar suas frotas com baterias gigantes, a Geely resolveu “olhar para o lado”. O registro do novo Starshine 6 Methanol Hybrid na China sinaliza que a gigante chinesa (dona da Volvo e da Lotus) não vai colocar todos os seus ovos na cesta da eletricidade pura, apostando em um combustível que muitos consideravam esquecido: o metanol.
Acompanhe o Garagem360 e entenda mais.
O metanol é visto pela Geely como o “hidrogênio líquido”. Diferente do hidrogênio gasoso, que exige tanques de altíssima pressão e uma infraestrutura de transporte caríssima, o metanol é líquido em temperatura ambiente. Isso significa que ele pode ser armazenado, transportado e bombeado usando a mesma infraestrutura que já temos para a gasolina e o diesel.
Novo Starshine 6 aposta no metanol como combustível | Foto: Divulgação (Geely)
Além disso, o metanol possui uma octanagem elevadíssima (acima de 100 RON), permitindo que motores pequenos trabalhem com taxas de compressão mais altas, gerando mais eficiência.
A Geely trabalha com essa tecnologia há mais de uma década e já provou sua robustez em testes extremos, de 40°C, onde os carros 100% elétricos costumam perder autonomia e velocidade de recarga.
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O Starshine 6 2026 é um sedã médio com foco familiar que agora ganha essa motorização exótica. Ele utiliza o sistema EM-i 2.0, mas adaptado para queimar álcool metílico.
Foto: Divulgação (Geely)
Confira alguns dados técnicos:
| Atributo | Detalhes |
| Motor Combustão | 1.5 aspirado (otimizado para metanol) |
| Potência (Motor) | 93 kW (aprox. 126 cv) |
| Bateria | LFP (Fosfato de Ferro-Lítio) |
| Comprimento | 4.806 mm |
| Entre-eixos | 2.756 mm |
| Rodas | 16 ou 17 polegadas |
Visualmente, o modelo mantém a sobriedade da linha Galaxy, com maçanetas convencionais e uma traseira marcada por lanternas em LED de ponta a ponta.
O objetivo aqui não é ser futurista, mas ser barato e funcional. Na China, por exemplo, os preços variam entre R$ 53.300 e R$ 75.500 (em conversão direta), o que o coloca no “olho do furacão” contra o BYD Qin L.
Foto: Divulgação (Geely)
Esse será o preço praticado por aqui (caso um dia o modelo pise em solo brasileiro)? Provavelmente não devido nossa carga tributária.
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No Brasil, o cenário é curioso. Nós já temos uma infraestrutura de álcool (etanol) consolidada, o que torna o metanol um concorrente redundante.
Embora o metanol seja quimicamente brilhante para a eficiência, ele tem um “lado sombrio” que a Geely não costuma alardear em peças publicitárias: a toxicidade.
Foto: Divulgação (Geely)
Diferente do nosso etanol de cana-de-açúcar, o metanol é altamente tóxico se ingerido ou absorvido pela pele e pode ser corrosivo para componentes de borracha e metal se o motor não for devidamente preparado. Em solo brasileiro, a aposta lógica continua sendo o híbrido-flex a etanol, que oferece benefícios ambientais similares sem os riscos químicos do metanol.
Para países com grandes reservas de carvão ou gás natural (como a China), transformar esses recursos em metanol é uma forma de garantir soberania energética. É uma tendência real, mas que deve ficar restrita a mercados específicos onde o custo de produção do combustível seja subsidiado ou muito baixo.
Você daria uma chance para um carro “movido a álcool chinês”? Será que o metanol pode ser uma alternativa viável para quem não tem onde carregar um carro elétrico, ou o Brasil já resolveu esse problema com o nosso etanol?
Fonte: Garagem 360

Com a maior parte de sua oferta comercializada no Brasil, o Cronos atinge o marco de 500 mil unidades produzidas no Polo Automotivo Stellantis de Ferreyra, em Córdoba, na Argentina.
“Ao atingir tal volume, o Cronos reafirma sua relevância no setor”, pontua Frederico Battaglia, Head das marcas Fiat e Abarth para América do Sul. “Ele é um sedã que evolui continuamente, alinhado às necessidades do consumidor urbano. Esse marco reflete o trabalho integrado das nossas equipes e a confiança dos consumidores na Fiat”.
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O sedá ganhou novo design, com a grade dianteira passando a ser formada por blocos tridimensionais distribuídos horizontalmente, acompanhando de ara-choque que segue a mesma proposta.
Todas as versões receberam retrovisores externos em preto brilhante e novas rodas, com destaque para o novo design de 16” nas versões Precision 1.3 AT, rodas de aço repaginadas nas versões Drive.
Em 2025, o modelo foi o segundo sedã mais vendido de toda América do Sul, além de ter sido o carro de passeio mais vendido na Argentina, evidenciando a sua força e a importância na região.
Foto: Divulação/Stellantis
Fonte: Auto Industria