Categoria: GWM

  • Montadoras desaceleram produção neste início de ano

    Montadoras desaceleram produção neste início de ano

    O início deste ano foi marcado por uma desaceleração nas linhas de montagem das montadoras instaladas no Brasil. Foram produzidos 159,6 mil veículos em janeiro, volume 12% inferior ao do mesmo mês do ano passado (181,4 mil unidades).

    Ao divulgar os números nesta sexta-feira, o presidente da Anfavea, Igor Calvet, tentou deixar claro que essa queda pode ser considerada pontual e, portanto, não chega a preocupar:

    “O mês de janeiro de 2025 foi atípico no contexto da série histórica, pois ficou acima da média dos anos anteriores. E neste início de 2026, em particular, alguns fabricantes esticaram as férias coletivas, retornando só na terceira semana”.

    LEIA MAIS

    Mercado de veículos: 2026 começa com modesto crescimento de 1,4%.

    Mercado de caminhões inicia o ano em retração de 30%

    Sem detalhar os números, Calvet garantiu que as unidades CKD/SKD montadas por fabricantes chinesas que iniciaram operações aqui no final do ano passado (GWM e BYD) já estão incluídas no balanço de produção divulgado mensalmente pela entidade.

    Disse, apenas, que essas unidades ainda representam pouco na estatística geral. Ele também comentou sobre a não prorrogação dos incentivos com alíquota zero de importação para veículos desmontados e semidesmontados, aplicados por meio de cotas até o último dia 31.

    As fabricantes chinesas vinham pedindo a prorrogação da medida, mas o governo federal optou por encerrá-la no prazo pré-definido.

    “Comemoro o fato de o governo não ter colocado em pauta isso. Como Anfavea, defendemos a indústria nacional e vamos manter nossa posição contrária ao imposto zero caso o pleito volte a ocorrer.”

    Ainda com relação à produção de janeiro, Calvet destacou o recuo de 14,4% no segmento de carros, de 141 mil para 120 mil unidades no comparativo interanual. No caso dos comerciais leves, praticamente houve estabilidade. A queda foi de apenas 0,9%, de 31 mil para 30 mil unidades.

    Também a produção de ônibus se manteve estável, com pequena alta de 0,8%, enquanto a de caminhões teve redução maior, de 15,6% (veja gráfico abaixo)


    Foto: Divulgação/VW



    Fonte: Auto Industria

  • O “Upgrade” Necessário: Quando é a hora certa de trocar sua 150cc por uma 300cc ou maior?

    O “Upgrade” Necessário: Quando é a hora certa de trocar sua 150cc por uma 300cc ou maior?

    Todo motociclista que começa nas populares 125cc ou 150cc chega a um momento de reflexão: “Será que já está na hora de subir de cilindrada?”. A transição para uma moto de 300cc ou superior é um dos marcos mais emocionantes na vida de quem anda em duas rodas, mas exige mais do que apenas vontade — exige planejamento financeiro e maturidade técnica.

    {“@context”:”https://schema.org”,”@type”:”VideoObject”,”name”:”Top motos MAIS ECONÔMICAS de 2025: ESSES 3 MODELOS gastam menos combustível”,”description”:”Confira neste vídeo as 3 motos mais econômicas de 2025, destacando seus principais atributos, como consumo de combustível, autonomia e preço atualizado. Saiba por que a Honda Pop 110i, a Honda Elite 125 e a Honda Biz 125 são as melhores escolhas para quem busca economia e eficiência no dia a dia. Descubra qual modelo se adapta melhor às suas necessidades e aproveite nosso comparativo detalhado. Ideal para quem procura motos econômicas no Brasil, motos com alta autonomia e opções custo-benefício. Assista agora e fique por dentro das novidades do mercado de motocicletas.Leia a matéria completa no site do Garagem 360: https://garagem360.com.br/motos-mais-economicas-de-2025-confira-o-top-3/RESUMO DO VÍDEO:00:00 As motos mais econômicas para 202500:24 Honda Pop 110i ES 202500:35 Consumo Honda Pop 110i ES 202500:42 Autonomia Honda Pop 110i ES 202500:47 Valor Honda Pop 110i ES 202500:51 Honda Elite 12501:00 Consumo Honda Elite 12501:12 Autonomia Honda Elite 12501:20 Valor Honda Elite 12501:27 Honda Biz 125 202501:35 Consumo Honda Biz 125 202501:37 Autonomia Honda Biz 125 202502:09 Valor Honda Biz 125 2025#Motoseconômicas #Consumodecombustível #Autonomiademotos”,”thumbnailUrl”:”https://s2.dmcdn.net/v/Xl5nO1eCIyI8XDJDS/x120″,”uploadDate”:”2025-01-24T18:15:33-03:00″,”duration”:”PT225S”,”embedUrl”:”https://geo.dailymotion.com/player.html?video=x9cz6mw”}

    Quando é a hora certa de trocar sua 150cc por uma 300cc ou maior?

    Se você está em dúvida se deve dar esse passo em 2026, aqui estão os quatro sinais claros de que o momento chegou.

    1. Suas rotas mudaram (A estrada te chama)

    O principal sinal é geográfico. Se o seu uso deixou de ser apenas o deslocamento curto entre bairros e passou a envolver vias expressas e rodovias, a 150cc começa a mostrar limitações.

    • Segurança em ultrapassagens: Em uma moto de 300cc a 500cc, você tem “reserva de motor”. Isso significa que, ao precisar ultrapassar um caminhão, a resposta é imediata, evitando que você fique exposto no corredor ou no vácuo de veículos maiores.

    • Estabilidade: Motos maiores são mais pesadas e possuem pneus mais largos, o que oferece muito mais estabilidade contra ventos laterais em estradas.

    Quando é a hora certa de trocar sua 150cc por uma 300cc ou maior? – Foto: Divulgação

    2. O cansaço físico nas viagens

    Se você chega ao seu destino sentindo a vibração excessiva do motor nas mãos e nos pés, é um sinal de que está forçando o equipamento. Motores de média cilindrada trabalham com um giro mais baixo para manter a mesma velocidade (ex: 100 km/h), resultando em uma viagem muito mais silenciosa, suave e confortável.

    3. Você busca tecnologias de segurança ativa

    Atualmente, as motos de entrada no Brasil ainda são limitadas em eletrônica. Ao subir para a categoria de 300cc ou superior, você geralmente ganha acesso a itens que salvam vidas:

    • Freios ABS nas duas rodas: Essencial para evitar o travamento em frenagens de emergência (muitas 150cc oferecem apenas o sistema CBS).

    • Embreagem Deslizante: Comum em modelos como a Yamaha MT-03 ou a linha 400 da Kawasaki, evita que a roda traseira trave em reduções bruscas de marcha.

    Foto: Freepik

    4. Orçamento: O “pulo do gato” financeiro

    Não mude de categoria apenas pelo valor da parcela. O momento certo é quando seu orçamento comporta o Custo de Propriedade:

    • Pneus: Um pneu traseiro de uma 150cc custa uma fração do valor de um pneu para uma 500cc.

    • Consumo: Esteja preparado para sair dos 40 km/l e passar para a casa dos 22 a 28 km/l.

    • Seguro: Motos maiores e mais visadas costumam ter apólices mais caras. Se você consegue absorver esses custos sem sacrificar seu lazer, o sinal está verde.

     

    Leia aqui: Motos elétricas têm explosão de vendas: Veja novas regras do Contran que você precisa conhecer



    Fonte: Garagem 360

  • GWM revela o Wey V9X: SUV híbrido de luxo que promete 400 km de autonomia só na bateria

    GWM revela o Wey V9X: SUV híbrido de luxo que promete 400 km de autonomia só na bateria

    A Great Wall Motor (GWM) acaba de elevar a régua no segmento de SUVs de luxo. A fabricante apresentou na China os primeiros detalhes do Wey V9X, um utilitário esportivo de grande porte que estreia a inovadora plataforma modular GWM One. Posicionado como o novo “carro-chefe” da marca, o modelo combina dimensões imponentes com uma performance de tirar o fôlego.

    {“@context”:”https://schema.org”,”@type”:”VideoObject”,”name”:”Qual motor é melhor? Descubra os tipos de motores de carros (3cc, 4cc, V6, V8, Boxer e Rotativo)”,”description”:”Neste vídeo, te explicamos os tipos de motores de carros mais famosos, 3cc, 4cc, V6, V8, boxer e rotativo, e mostramos exemplos reais de carros que usam cada um deles. Assim você entende na prática as diferenças de potência, consumo e desempenho.O que você vai ver neste vídeo sobre carros:- Motor 3cc: usado em carros compactos como HB20, Polo 1.0 e Onix.- Motor 4cc: presente em sedãs e SUVs médios como Corolla, Civic e Compass.- Motor V6: força extra em SUVs e sedãs de luxo como Toyota Highlander, Nissan Altima e Dodge Charger.- Motor V8: clássico dos carros esportivos e muscle cars, como Mustang e Camaro.- Motor Boxer: usado pela Porsche e Subaru, com ronco e estabilidade únicos.- Motor Rotativo (Wankel): marcou história nos Mazda RX-7 e RX-8.Leia mais notícias no https://garagem360.com.br/. Siga o Garagem no Instagram https://www.instagram.com/sitegaragem360/”,”thumbnailUrl”:”https://s1.dmcdn.net/v/Z777A1eoirxbNU8Ct/x120″,”uploadDate”:”2025-09-17T11:36:00-03:00″,”duration”:”PT147S”,”embedUrl”:”https://geo.dailymotion.com/player.html?video=x9qpqru”}

    GWM revela o Wey V9X

    O V9X não impressiona apenas pelo tamanho — que supera os 5,3 metros de comprimento — mas pelo cérebro eletrônico que carrega. Equipado com sensores LiDAR e o sistema de condução assistida NOA (Navigate On Autopilot), o SUV utiliza o modelo de inteligência artificial VLA (Visão, Linguagem e Ação), garantindo um nível avançado de autonomia e segurança.

    Visualmente, o modelo foge do comum com uma assinatura luminosa em LED que atravessa a dianteira, conectando-se ao emblema iluminado da Wey. Na traseira, o design é limpo, com lanternas em peça única que reforçam a sofisticação do projeto.

    GWM revela o Wey V9X – Foto: Divulgação

    Performance Híbrida e Carregamento Ultrarrápido

    Sob o capô, o Wey V9X traz um conjunto híbrido plug-in (PHEV) composto por um motor 2.0 turbo e dois propulsores elétricos. Os números são dignos de esportivos:

    • 0 a 100 km/h: Apenas 4,4 segundos.

    • Autonomia Elétrica: Impressionantes 400 km (ciclo chinês).

    • Recarga Expressa: Graças à tecnologia 6C, é possível recuperar 200 km de alcance em apenas 5 minutos no carregador.

    GWM revela o Wey V9X – Foto: Divulgação

    Versatilidade com a Plataforma GWM One

    A nova base modular “One” é o grande trunfo da GWM. Ela permite que o mesmo projeto receba desde motores a combustão até células de combustível a hidrogênio (FCEV), além de suportar tecnologias de chassi como suspensão a ar e esterçamento das rodas traseiras, prometendo uma agilidade surpreendente para um carro desse porte.

    A expectativa é que a produção em massa comece em março, com uma provável aparição pública oficial no Salão de Pequim em abril de 2026.

    O que você achou do visual e da autonomia do novo gigante da GWM? Deixe sua opinião nos comentários!

     



    Fonte: Garagem 360

  • VW é patrocinadora oficial da CBF e das seleções de futebol

    VW é patrocinadora oficial da CBF e das seleções de futebol

    A Volkswagen do Brasil é a patrocinadora oficial da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e das Seleções Brasileiras de Futebol — masculina e feminina — em 2026 e 2027.

    O anúncio foi feito nesta segunda-feira, 2, na sede da CBF, no Rio de Janeiro, em evento que contou com a participação do técnico da seleção masculina, Carlo Ancelotti, e dos principais dirigentes da montadora, incluindo o presidente no Brasil, Ciro Possobom.

    “O apoio da Volkswagen do Brasil à CBF e às seleções brasileiras de futebol masculina e feminina em todas as suas categorias nos enche de orgulho, especialmente nesses anos tão simbólicos de 2026 e 2027. Só uma montadora com 72 anos de Brasil — feita por brasileiros, produzindo aqui e profundamente conectada ao País — poderia assumir um patrocínio dessa grandeza”, comentou Possobom.

    LEIA MAIS

    América do Sul é a região de maior expansão do Grupo VW no mundo

    Volkswagen

    Ele lembrou que dos 100 milhões de veículos já produzidos no Brasil, mais de 26,2 milhões são Volkswagen. “Agora, entramos em campo para unir duas paixões que movem o Brasil: carros e o futebol, que emociona, inspira e conecta o País inteiro. Afinal, como eu sempre digo, todo brasileiro tem histórias com a Volkswagen e também com o nosso futebol”, complementou o executivo.

    A montadora lembrou de várias edições especiais da marca ao longo dos anos nos quais foram realizadas as copas do mundo, revelando que em 2026 também haverá um modelo especial de comemoração do evento, iniciativa que reforça a confiança na busca por mais um título da seleção pentacampeã no Mundial.


    Fotos: Divulgação/VW



    Fonte: Auto Industria

  • Saiba quais foram os carros elétricos mais vendidos de 2025

    Saiba quais foram os carros elétricos mais vendidos de 2025

    A quantidade de vendas de carros elétricos subiu 30% em um período de 12 meses, na passagem de 2024 para 2025. No último ano, 80.178 carros movidos a energia passaram a circular pelas ruas do Brasil. 

    São Paulo é o Estado responsável por puxar o maior número de vendas, com 17.410 carros. 

    Entre os modelos mais vendidos, o BYD Dolphin Mini é quem se destaca. Sozinho, o hatch elétrico vendeu mais de 32 mil unidades e encerrou o ano de 2025 com 40% de participação. 

    Na prática, isso quer dizer que a cada dez carros elétricos vendidos no país, pelo menos 4 foram um BYD Dolphin Mini. 

    Quem vem logo em seguida é o BYD Dolphin, com 15 mil unidades comercializadas no ano. O BYD Yuan Plus fechou o ano na terceira posição, com pouco mais de 6 mil carros vendidos. 

    Uma supresa é o Geely EX2, lançado em novembro de 2025. Apesar de ter pouco tempo de mercado, o elétrico foi o sétimo carro elétrico com maior número de vendas no Brasil. O EX2 emplacou quase 2,5 mil unidades desde que chegou ao país. 

    Fabricantes 

    A BYD ainda é a marca dominante nas vendas de modelos elétricos. A chinesa vendeu 57.159 unidades ao longo de 2025 e tem 71,3% de participação no setor. 

    A Volvo é a vice-líder, mas com uma discrepância para a BYD. A marca sueca registrou 5.161 unidades nos 12 meses de 2025. 

    Logo na terceira posição, a Geely soma 3.370 carros elétricos vendidos no mercado brasileiro, apesar do seu pouco tempo de mercado em território brasileiro. 

    Confira os 10 carros elétricos mais vendidos no Brasil em 2025: 

    1. BYD Dolphin Mini – 32.486;
    2. BYD Dolphin – 15.237;
    3. BYD Yuan Plus – 6.029;
    4. Volvo EX30 – 3.511;
    5. GWM Ora 03 – 3.238;
    6. BYD Seal – 3.224;
    7. Geely EX2 – 2.442;
    8. Chevrolet Spark – 1.563;
    9. Renault Kwid – 1.093;
    10. Geely EX5 – 926.

    Ter um carro elétrico ou híbrido pode te isentar de pagar o IPVA 2026



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Brasil é o décimo mercado da Toyota, maior montadora mundial

    Brasil é o décimo mercado da Toyota, maior montadora mundial

    O Brasil manteve-se como décimo maior mercado da Toyota em todo o mundo em 2025. Balanço global da montadora divulgado esta semana indica que, com cerca de 173 mil licenciamentos, o País repetiu a colocação do ano anteiror, mas ficou bem distante do nono colocado, as Filipinas, onde negociou 229 mil veículos das marcas Toyota, Lexus, Daihatsu e da de veículos comerciais Hino.

    As vendas globais superaram 11,3 milhões de automóveis e veículos comerciais, 4,6% a mais do que no ano anterior e, mais uma vez, garantiram a Toyota como a maior montadora mundial.

    O Brasil, assim, representa tímida fatia de 1,5% das vendas globais totais e a América do Latina — sem considerar o México —, com 472 mil unidades, somente algo próximo de 4%.

    O maior mercado individual do conglomerado japonês segue sendo os Estados Unidos. Lá foram negociados perto de 2,5 milhões de veículos no ano passado. A China, com 1,78 milhão, ficou na segunda posição, à frente do Japão, onde  as vendas acumuladas das quatro marcas do grupo limitaram-se a 1,5 milhão de unidades.

    LEIA MAIS

    →  Em Sorocaba, Toyota inicia produção em série do Yaris Cross

    → Toyota tem crédito de R$ 500 milhões aprovado pelo BNDES

    A Índia já é o quarto maior mercado, com 351 mil unidades entregues aos consumidores. Completam o ranking dos dez  primeiros mercados ainda, e nessa ordem, Indonésia (260 mil), Austrália (254 mil), Canadá (249 mil), Tailândia (229 mil) , além das Filipinas e do Brasil.

    A produção mundial da Toyota cresceu mais do que as vendas. Somando todas as marcas, ultrapassou 11,2 milhões de unidades no ano passado, 5,7% a mais do que em 2024.

    A evolução se deveu sobretudo nos negócios com veículos Toyota e Lexus, que registraram 4,5% de crescimento,  para 9,95 milhões, enquanto modelos da Daihatsu recuaram 22,5, para menos de 1,2 milhão de unidades.

    Com a destruição da fábrica de motores de Porto Feliz, SP, por um vendaval em setembro e a consequente paralisação da planta de veículos de Sorocaba por quase dois meses, a operação brasileira perdeu espaço na produção mundial do grupo.

    Foram fabricados no ano passado somente 168,6 mil automóveis Toyota no Brasil, 17% do que no ano anterior. Caiu para a 13ª posição.

    Com esse recuo, o País foi apenas a terceira maior base produtiva entre os países latino-americanos, atrás do México, que fabricou 310 mil unidades, e da Argentina, com 177,6 mil., e que esteve atrás do Brasil no ano anterior.

    As fábricas instaladas no Japão produziram pouco mais de 4,1 milhões de automóveis e utilitários, 37% do total, mesmo patamar do que no ano anterior. A China veio logo a seguir, com cerca de 1,6 milhão, seguida dos Estados, que fabricaram 1,4 milhão de unidades.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Jetour T2 chega com visual off-road com para encarar o Tank 300

    A Jetour lança no Brasil seu terceiro produto, o T2, um SUV híbrido plug-in de grande porte que chega com proposta focada em robustez estrutural, desempenho eletrificado e elevado nível de conforto. O modelo é criado no conceito Travel+ da marca chinesa, desenvolvido para atender múltiplos perfis de uso, combinando deslocamentos urbanos, viagens longas e trajetos fora de estrada leve.

    O carro estreia em duas versões, mas tração apenas na dianteira. A configuração 4×4 está confirmada e chega nos próximos meses.

    Nas dimensões, o Jetour T2 se posiciona como um SUV de grande porte, com 4.785 mm de comprimento, 2.006 mm de largura, 1.875 mm de altura e entre-eixos de 2.800 mm. Essas proporções favorecem tanto a estabilidade em estrada quanto o aproveitamento do espaço interno. A suspensão independente, com McPherson na dianteira e multilink na traseira, foi calibrada para equilibrar conforto e controle em diferentes tipos de piso.

    Com visual quadradão e off-road, com direito a um estepe dependurado na traseira, tem estilo que lembra um Defender mais tecnológico. O modelo chega para rivalizar com modelos como o GWM Tank 300, que que custa R$ 339.000, mas oferece motor 2.0 híbrido de 394 cv e tração 4×4.

    O Jetour T2 inicia sua comercialização no Brasil em pré-venda, com entregas previstas para março. O modelo será oferecido inicialmente em duas versões, Advance (R$ 289.900) e Premium (R$ 299.900), ambas baseadas na mesma arquitetura híbrida plug-in. O carro tem o mesmo conjunto do Jetour S06 e do T1, mas com vantagem de oferecer um segundo motor elétrico instalado na transmissão Super Hybrid de três marchas (3-DHT) , que é de três velocidades.


    Jetour T2: SUV híbrido tem três motores e tração 4x2
    Jetour T2: SUV híbrido tem três motores e tração 4×2 • Divulgação

    O sistema híbrido plug-in do T2 é composto por um motor 1.5 turbo a gasolina, com injeção direta, associado a dois motores elétricos. O propulsor térmico entrega 135 cv e 20,4 kgfm de torque, enquanto os motores elétricos adicionam 224 cv combinados, resultando em torque máximo de 62,2 kgfm e os mesmos 315 cv dos irmãos menores. A transmissão gerencia a atuação dos motores, priorizando eficiência energética e respostas progressivas em diferentes condições de condução.

    Esse conjunto permite ao SUV acelerar de 0 a 100 km/h em 7,5 segundos, com alcance total estimado em até 1.100 quilômetros, considerando a combinação entre bateria e tanque de combustível de 70 litros. A bateria de 26,7 kWh garante autonomia elétrica de até 75 quilômetros, conforme dados do Inmetro.


    • Divulgação

    O sistema de recarga tem opção para carregadores rápidos DC, a bateria pode ser recarregada de 20% a 80% em aproximadamente 42 minutos. Já em carregadores AC, o processo leva cerca de 2 horas e 24 minutos, enquanto em tomadas residenciais convencionais o tempo estimado é de 7 horas e 54 minutos.

    O pacote de segurança inclui sistemas avançados de assistência à condução, como controle de cruzeiro adaptativo, frenagem autônoma de emergência, assistente de permanência em faixa, monitoramento de ponto cego, alerta de tráfego cruzado traseiro e assistente de congestionamento. O modelo também oferece visão periférica em 540 graus e recursos eletrônicos voltados ao uso fora de estrada, como controle de descida e modos específicos de condução.

    No interior, o T2 aposta em multimídia de 15,6 polegadas, painel digital de 10,3 polegadas, carregador por indução de 50 W, múltiplas portas USB e ar-condicionado automático de duas zonas. A versão Premium acrescenta sistema de som Sony, rodas de 20 polegadas, acabamento interno diferenciado e recursos adicionais de conforto e conveniência.

    Como diferencial estratégico, a Jetour oferece garantia estendida, com cobertura de até oito anos ou 160 mil quilômetros para bateria e motores elétricos, além de sete anos para o veículo completo. O T2 também conta com preços fixos para as dez primeiras revisões, reforçando a proposta de previsibilidade no custo de uso.


    Jetour T2: SUV híbrido tem três motores e tração 4x2
    Jetour T2: SUV híbrido tem três motores e tração 4×2 • Divulgação

    Carros: quando comprar um elétrico vale a pena e outras dicas valiosas



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Impressões: picape GWM Poer P30 é bem equipada e tem preço competitivo

    Impressões: picape GWM Poer P30 é bem equipada e tem preço competitivo

    Foto da picape GWM Poer P30
    Picape GWM Poer P30

    Entre as cinco picapes médias chinesas à venda no Brasil, a GWM Poer P30 coloca-se em boa posição. É cedo para saber se vai aguentar o tranco no dia a dia das condições de terreno mais difíceis, onde modelos já consagrados com chassi de longarinas, a exemplo da Toyota Hilux, já comprovaram eficiência e durabilidade.

    (mais…)

  • Geely se vê entre as cinco maiores montadoras mundiais até 2030

    Geely se vê entre as cinco maiores montadoras mundiais até 2030

    Ainda novata no Brasil, com menosde um ano de atuação, a Geely comemora exatas quatro décadas de sua fundação em 2026. Já uma das montadoras destacadas da China, a empresa tem ambições muito maiores globalmente.

    Parte dessas pretensões foi revelada esta semana pela Geely Holding em Hangzhou, China. Sob o nome  “One Geely, liderando por meio da inovação e integração”, o plano estratégico de cinco anos indica a nada modesta meta de colocar a Geely entre as maiores montadoras do mundo até o fim da década.

    Em vários parâmetros, diga-se. Alguns deles com desafios mais palpáveis, como alcançar vendas globais superiores a 6,5 milhões de automóveis e veículos comerciais, quase 60% a mais do que os 4,1 milhões consolidados em 2025 — só com o logotipo Geely foram 3 milhões de unidades — e que já representaram robusto avanço de 26% em relação ao ano anterior.

    Com esse número, projeta a montadora, figurará entre os cinco maiores fabricantes mundiais de veículos em vendas já em 2030. Com os mais de 4,1 milhões de 2025, ocupou o sétimo lugar globalmente.

    Mas a Geely se propôs ainda buscar, nesse mesmo prazo. receita da ordem de US$ 143,7 bilhões, concentrar 75% de suas vendas em veículos de novas energias e obter 30% do total de produtos negociados fora da China. Modelos híbridos e elétricos já respondem pela maioria das vendas mundiais da empresa. No ano passado, somaram quase 2,3 milhões de unidades, aumento de 58% diante de 2024 e 56% do total.

    Parta atingir esses marcos, tem no planejamento o desenvolvimento de arquiteturas  mundiais de nova senergias para veículos de todos os segmentos e caqpazes de reduzir o ciclo médio de P&D e o custo total por modelo em mais de 30%.

    O grupo seguirá atuando com várias marcas e explorando sinergias entres elas. Geely Auto, Geely Galaxy, Lynk & Co, Volvo, Polestar e Lotus se beneficiarão de estruturas industriais e de desenvolvimento na China e outros continentes, assim como de parcerias globais, como a estabelecida com o Grupo Renault, inclusive no Brasil, em 2025.

    LEIA MAIS

    → Geely confirma híbrido EX5 como primeiro carro nacional

    → Geely EX2: sem pressa para crescer, mas potencial para aparecer rápido.

    A agora conjunta operação brasileira Renault Geely já encaminha ciclo de investimentos de R$ 3,8 bilhões que abrangerá a produção da nova plataforma Geely (GEA), de zero baixa emissão que estreará em dois modelos nacionais no segundo semestre de 2026, renovação de um veículo, também a ser lançado na segunda metade deste anos e o· desenvolvimento de nova plataforma de zero emissões da Renault, que dará origem a um novo modelo a ser lançado em 2027.

    Em outra vertente mundial , a Geely se propõe a acelerar o desenvolvimento de produtos destinados à mobilidade aérea e autônoma em con mundial junto com Qianli Technology, Cao Cao Mobility, Aerofugia e Geespace.

    “Até 2030, a Geely Holding terá estabelecido inicia capacidade integrada de serviço de mobilidade aérea e terrestre, abrangendo as principais cidades da China, e implantado 100 mil veículos robotáxi Cao Cao Mobility totalmente personalizados, com planos para operação comercial global no futuro”, afirma em comunicado, no qual se compremete também a desenvolver e ampliar a  oferta de veículos elétricos a metanol-hidrogênio.


    Foto: Divulgação

     



    Fonte: Auto Industria

  • VWCO tem na Argentina o seu maior mercado fora do Brasil

    VWCO tem na Argentina o seu maior mercado fora do Brasil

    A Volkswagen Caminhões e Ônibus fechou o ano passado com o mercado argentino na liderança das vendas da marca fora do Brasil. No período, a marca entregou 2.182 unidades, o que representou crescimento de 12% sobre o ano anterior.

    Para a fabricante, o desempenho positivo foi resultado da boa aceitação do portfólio de produtos e da chegada da montadora como produtora efetiva de veículos, em 2024, com fábrica localizada em Córdoba.

    LEIA MAIS

    →VWCO ganha mais força com fábrica na Argentina

    “A produção local de caminhões e ônibus teve impacto direto nos nossos negócios no mercado argentino, com mais de 2 mil veículos comercializados no ano passado. Um avanço significativo em relação às quase 600 unidades de 2023”, observa Ricardo Alouche, vice-presidente de Vendas, Marketing e Pós-Vendas da VWCO.

    A VWCO atua na Argentina há mais de 25 anos e tem, por lá, a sua segunda maior rede de atendimento depois do Brasil. São 13 concessionárias e outros 16 pontos de venda.

    A unidade fabril, por sua vez, ocupa uma área de 15 mil m² onde iniciou montagem dos Delivery 9.170 e 11.180, do Constellation 17.280 nas versões rígida e cavalo-mecânico, além do chassi Volksbus 15.190 OD.


    Foto: Divulgação VWCO



    Fonte: Auto Industria