Autor: automoveis

  • Carros da Volvo contam com condições especiais de compra por tempo limitado: bônus de até R$ 50 mil

    Carros da Volvo contam com condições especiais de compra por tempo limitado: bônus de até R$ 50 mil

    A Volvo Car Brasil anunciou condições especiais para os seus veículos nesta segunda quinzena de agosto. A seguir, revelamos todos os detalhes. Confira! 

    Quais são os veículos com condições especiais da Volvo?

    EX30

    O mais recente lançamento da montadora está com um bônus de R$ 20 mil. Essa condição é válida para as versões Core E40 e Core E60. Além disso, há uma taxa 0% e um Wallbox incluso. 

    Já nos modelos Plus e Ultra, o desconto é de R$ 10 mil. Contudo, ele é aplicável apenas quando o cliente optar por fornecer o seu usado como parte do pagamento. 

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    C40 e o XC40

    Por aqui, a versão Plus P6 está disponível com um bônus de R$ 15 mil. Porém, nesta condição, também será preciso fornecer um usado como parte do pagamento. Outra possibilidade é uma avaliação de até 100% da FIPE do veículo seminovo.

    XC60 e XC90

    Se você quer adquirir um veículo híbrido, a Volvo também traz condições especiais. 

    De acordo com a fabricante, as versões XC60 e XC90 estão com incentivos semelhantes aos da modalidade trade-in, que contempla um usado como parte de pagamento na troca. 

    O modelo XC60, por exemplo, está com bônus de R$ 30 mil, enquanto o XC90 oferece R$ 50 mil. Também há um bônus adicional para as últimas unidades do estoque 23/24. 

    “Estamos empenhados em oferecer oportunidades atraentes. Nosso principal objetivo é manter o pé no acelerador. Estamos muito otimistas que estes incentivos vão atrair mais consumidores para o mundo premium e eletrificado, dando continuidade ao volume de vendas que temos acompanhado ao longo de 2024”, destaca Christian Sahd, Diretor de Vendas e Logística Volvo Car Brasil.

    E aí, você gostou das ofertas disponíveis? Você acha que vale o investimento? Comente!

    O Garagem360 continua acompanhando as últimas notícias automotivas. Por isso, continue conosco para não perder nenhum detalhe. 

    Leia também: Leilão oferece Chevrolet S10 por preço de Kwid; veja detalhes



    Fonte: Garagem 360

  • BYD Shark é lançada no Uruguai antes de chegar ao Brasil: conheça a picape híbrida

    BYD Shark é lançada no Uruguai antes de chegar ao Brasil: conheça a picape híbrida

    A nova BYD Shark chega ao mercado pronta para elevar os padrões quando o assunto é picape híbrida. Lançada no Uruguai, agora, a expectativa é do início das vendas no Brasil.

    Com a tecnologia plug-in, a BYD Shark tem preço atrativo e é capaz de rodar até 100 km no modo totalmente elétrico, o que chama ainda mais a atenção.

    Acompanhe o Garagem360 e veja mais detalhes!

    uwFoto: divulgação

    Picape híbrida da BYD, BYD Shark, é lançada no Uruguai antes de chegar no Brasil

    O lançamento da nova BYD Shark tem dado o que falar em diversos países, afinal, trata-se de uma das grandes apostas da fabricante chinesa para o segmento das picapes híbridas.

    Desse modo, o lançamento da BYD Shark no Uruguai marca um passo importante para a expansão na América do Sul, e traz como principal ponto o preço competitivo.

    No Uruguai, o modelo está disponível por valores entre U$S 69.490 e U$S 72.990, aproximadamente R$ 375.843 e R$ 394.773 na conversão direta.

    Agora, a expectativa é que a picape desembarque no Brasil em setembro. Em relação às entregas, estima-se que as primeiras sejam realizadas para o mês de novembro. 

    Foto: divulgação

    Fique ainda mais por dentro: BYD Shark tem força para enfrentar as líderes do mercado?

    O que a BYD Shark tem?

    • Motorização: motor a gasolina turbo de 1.5 litros e dois motores elétricos

    • Potência: a potência combinada dos motores alcança mais de 430 cv

    • Desempenho: a aceleração da picape de 0 a 100 km/h é realizada em apenas 5,7 segundos

    • Autonomia: com uma bateria de 29,6 kWh, a BYD Shark oferece uma autonomia elétrica de 100 km e uma autonomia combinada de até 840 km

    • Principais destaques:

      • Capacidade de carga e reboque: pode carregar até 835 kg e rebocar até 2.500 kg
      • Tecnologia e segurança: bateria Blade com integração no chassi para maior segurança, sistema de suspensão independente Duplo A que melhora o conforto e a dirigibilidade
      • Funcionalidades inteligentes: painel com tecnologia avançada com CarPlay e Android Auto, além de uma função karaokê 
      • Conectividade: ar-condicionado, ajuste dos assentos, tecnologia de chave digital NFC
      • Design inovador: inspirado em um tubarão, com linhas aerodinâmicas e uma iluminação LED que simula a boca do animal

    Aproveite para conferir: Bajaj inaugura concessionária em importante cidade de SP

    ↓ O que você achou da nova BYD Shark? Deixe o seu comentário abaixo e acompanhe as discussões do lançamento ↓



    Fonte: Garagem 360

  • Volksbus 22.260 S começou a chegar às ruas

    Volksbus 22.260 S começou a chegar às ruas

    Lançado oficialmente em maio passado, o Volksbus 22.260 S começa a ganhar as ruas do País. Na ocasião, a Volkswagen Caminhões e Ônibus revelava que a nascia com ao menos 100 encomendas. Quatro meses depois, metade do volume já chegou à Goiânia (GO): 25 unidades para a operação da HP Transportes e outras 25 para a Rápido Araguaia. Mas o modelo também já circula em Joinville (SC), integrante das frotas da Gidion Transportes e da Transtusa.

    O chassi, denominado pela fabricante como superônibus, entrega a maior capacidade técnica para as aplicações urbanas em carrocerias de 15 metros. Em termos práticos, pode levar até 115 passageiros, quase o mesmo que um modelo articulado convencional.

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    Nos argumentos da VWCO, significa potencial de obter mais rentabilidade e menor custo operacional, afinal, tira da conta manutenção dos componentes da articulação. O chassi é derivado de produto anterior semelhante, o 22.280, evoluído com a entrada em vigor do Proconve P8.

    O projeto adotou um terceiro eixo na dianteira e, assim, permitir alcançar capacidade de carga de 22 toneladas. O trem de força reúne motor MAN D08 de 260 cv e 950 Nm (97 kgfm) de torque entre 1.000 e 1.800 rpm e caixa de câmbio manual de seis marchas. Segundo a marca, o veículo proporciona até 8% de economia de combustível em relação à versão anterior.

    O 22.260 S ainda é dotado suspensão pneumática, volante multifuncional com ajuste na coluna, controles eletrônicos de tração e estabilidade, auxílio de partida em rampa e quadro de instrumentos com mais de 70 funcionalidades, desde as entregas de informações de consumo às de eventuais falhas.


    Foto: Divulgação VWCO



    Fonte: Auto Industria

  • As incertezas do mercado de ônibus no Brasil

    As incertezas do mercado de ônibus no Brasil

    O mercado de ônibus é conhecido por seu protagonismo na adoção de novas tecnologias e a transição energética não é uma novidade, se analisados os dados históricos. De 1960 a 1979 convivemos com produção de ônibus movidos a gasolina, de 1981 a 1985 experimentamos os primeiros ônibus movidos a etanol e desde 2005 o País produz ônibus elétricos e modelos a combustão com combustíveis gasosos.

    Na última década a média de licenciamentos de chassis de ônibus ficou próxima de 17 mil unidades por ano, enquanto a de exportações na casa das 6,8 mil unidade anuais. Há uma tendência global de queda na demanda de ônibus em decorrência da substituição por modais de transportes mais eficientes e pelo transporte individual. As projeções até 2030 revelam queda na demanda nacional (CAGR -1%) e queda na produção (CAGR -2,9%).

    No entanto, para 2024, espera-se crescimento na produção de 31% em relação a 2023 para o cumprimento de contratos previamente estabelecidos. O mercado de ônibus é dependente de licitações e incentivos para manter a previsibilidade de produção. A política industrial relacionada ao Programa Mover poderá trazer maior previsibilidade para indústria local, garantindo investimentos e tornando o setor mais competitivo para exportações.

    O processo desde a produção de um chassi por um fabricante local até o encarroçamento do ônibus é moroso e leva de 90 a 150 dias por envolver o registro no Detran Estadual, a vistoria veicular antes que seja emitida a CRV para o emplacamento e, por fim, o licenciamento.

    O Brasil é um dos maiores fabricantes de chassis e de carrocerias para ônibus do mundo, possui uma das maiores frotas, no entanto não apresenta crescimento. Apesar da alta densidade populacional nos grandes centros urbanos, a necessidade por transportes públicos mais eficientes e com foco em sustentabilidade tem se mostrado  fator importante na decisão e nas políticas públicas.

    Os projetos em mobilidade urbana permitiram a expansão da malha ferroviária, metrô, VLT, faixa exclusiva de ônibus e corredores viários, que contribuíram para redução da frota de ônibus.

    Pesquisa CNT de Mobilidade Urbana 2024 revela que o VLT possui um menor custo diário que o ônibus. Destaca-se ainda a motocicleta com custo diário ligeiramente acima do ônibus, contudo trata-se de um transporte individual e mais rápido. Na mesma pesquisa chama atenção o transporte ser apontado como terceiro maior problema urbano (24,3%), ficando atrás somente de falta de segurança e de saúde.

    Serviços por aplicativo, carona e transporte individual (bicicleta e motocicleta) têm ganhado relevância nas classes C e D, favorecendo a redução da demanda de ônibus. Nas principais capitais, houve redução de 44,1% na quantidade de passageiros no transporte urbano, aponta o anuário NTU 2023 -2024.

    De acordo o Sindipeças, a frota circulante de ônibus apresentou recuou para 389 mil veículos e na última década constatou-se envelhecimento da frota de 8 anos e 9 meses para 11 anos e 3 meses, indicando mercado promissor para reposição e potencial de renovação de frota ainda a ser explorado.

    Segundo o E-BUS radar, no Brasil circulam apenas 578 ônibus elétricos (predominantemente trólebus), representando 0,15% da frota total nacional e concentrados no Estado de São Paulo. Se compararmos com outros países da América Latina, a frota eletrificada nacional é menor que as do Chile, Colômbia e México.

    Muitas são as rotas para a descarbonização do transporte urbano e todas dependem de um fator importante para se provarem viáveis ao longo do tempo na indústria: escala. Outro fator importante na concepção dos veículos de transporte urbano é autonomia. Para quem decide a compra, o TCO (Total Cost of Ownership) é a prioridade em um mercado altamente competitivo, quando não há uma imposição regulatória direcionando a tecnologia.

    Considerando os fatores de decisão expostos e a baixa penetração dos ônibus elétricos movidos a bateria até o momento, devido a seu alto custo de aquisição, que impactam diretamente no TCO, será necessário maior escala global para viabilizar esta rota. De outra forma, os veículos movidos a combustão interna ou mesmo os híbridos,  por possuírem escala e autonomia desejada com menor impacto no TCO, apresentam-se como tecnologia adequada para transição.

    Recentemente os principais fabricantes de chassis e encarroçadores apresentaram na Lat.Bus, principal feira do setor realizada em São Paulo, lançamentos que buscam atender os anseios da sociedade pela descarbonização.

    Notou-se a predominância de tecnologias de eletrificação para veículos com autonomia intermediária – 250 km. Algumas apostas em tecnologias de combustão interna associadas a combustíveis renováveis e tecnologias híbridas, que apresentam vantagens em autonomia e custo de aquisição.

    Existem desafios a serem equacionados para adoção de novas tecnologias elétricas em larga escala, como por exemplo a adaptação das garagens e expansão da rede de carregamento, essenciais para a operação eficiente, além da criação de políticas públicas de incentivo e linhas de financiamento com condições especiais.

    Podemos inferir que existem diversos caminhos para a descarbonização e não uma única solução definitiva, uma combinação de soluções que, na dose certa, poderá propiciar um futuro mais limpo e sustentável.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Confira os carros elétricos e híbridos mais vendidos do 1º semestre

    Confira os carros elétricos e híbridos mais vendidos do 1º semestre

    O primeiro semestre de 2024 encerrou com um saldo positivo no total de vendas dos modelos eletrificados. Segundo dados da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE). O período registrou um aumento de 146% em comparação com o primeiro semestre de 2023. Ao todo, foram 79.304 emplacamentos de veículos leves eletrificados entre janeiro e junho de 2024.

    Entre eles, os veículos 100% elétricos tiveram a maior representatividade, com 39% dos emplacamentos. Já os híbridos plug-in (PHEV), fecharam o semestre com 29,5% de participação. Juntos, esses dois somaram quase 69% da fatia dos eletrificados.

    Com números menos expressivos, os híbridos convencionais (elétricos não plug-in à gasolina ou diesel) ficaram com 9,3% das vendas no primeiro semestre (7.394). Já os híbridos flex a etanol, com 14% (10.987). E os micro-híbridos com 8% (6.423).

    Os carros 100% elétricos tiveram um impacto mais significativo. Em 2023, venderam 3.778 unidades e deram um salto para 31.204, em 2024. Um aumento de 725% em um ano.

    Os híbridos do tipo PHEV também cresceram bastante, mas não como os elétricos. Na passagem de 2023 para 2024 (comparativo do 1° semestre), os carros com essa tecnologia aumentaram em 112%. Ainda que o número seja menor, o resultado é positivo.


    Song Plus foi o híbrido mais vendido com mais de 10 mil unidades no 1° semestre
    Song Plus foi híbrido mais vendido do primeiro semestre de 2024, com mais de 10 mil unidades emplacadas | Foto: Divulgação/BYD

    Quando observadas as vendas do primeiro semestre de 2024 em comparação com o mesmo período de anos passados, as diferenças são ainda maiores (confira na listagem abaixo). Há alguns anos, não era tão comum ver algum modelo elétrico ou híbrido nas ruas. Entretanto, atualmente, basta dar uma volta por alguns quarteirões, e eles irão aparecer.

    No acumulado dos seis primeiros meses do ano, São Paulo liderou os emplacamentos, com 33,5% de participação. Logo abaixo, o Distrito Federal ficou com 8,2%, enquanto que o Rio de Janeiro teve 7,7%.

    Para o presidente da ABVE, Ricardo Bastos, esses veículos fazem parte de um momento positivo para a eletromobilidade. “Os veículos elétricos são produtos de alto grau de tecnologia, que contribuem para a redução da poluição urbana, das emissões de gases do efeito estufa e dos altos níveis de ruído nas cidades brasileiras”, disse.

    Total de vendas de eletrificados dos últimos anos (janeiro a julho)

    • 2014: 418 unidades;
    • 2015: 408 unidades;
    • 2016: 451 unidades;
    • 2017: 1.184 unidades;
    • 2018: 1.944 unidades;
    • 2019: 2.356 unidades;
    • 2020: 7.568 unidades;
    • 2021: 13.899 unidades;
    • 2022: 20.427 unidades;
    • 2023: 32.239 unidades;
    • 2024: 79.304 unidades.

    Entenda as diferenças entre os carros híbridos e quais são elas



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Hyundai anuncia inspeção gratuita e peças com desconto; confira

    Hyundai anuncia inspeção gratuita e peças com desconto; confira

    A Hyundai anunciou nesta segunda-feira (19), sua nova campanha de peças e serviços com desconto. Confira os detalhes. 

    Foto: Divulgação

    Hyundai promove condições especiais

    A Hyundai anunciou nesta segunda (19), uma nova campanha de pós-venda focada em condições especiais para os clientes da marca no país. 

    Entre as principais ofertas da marca, está a inspeção veicular gratuita, além de serviços e peças com desconto. 

    A ação “Muito Mais Hyundai para Você” será válida por três meses e valerá tanto para os modelos importados como para os veículos da marca produzidos no Brasil: ix35, HR e Tucson. 

    O novo pacote de condições faz parte dos planos de consolidação ainda maior da marca no mercado nacional. 

    A campanha já está em vigor em toda a rede de concessionárias da marca desde ontem (19) e vai até 30 de novembro. 

    Suporte unificado

    O principal objetivo da Hyundai com as novas condições para a rede de clientes é unificar a rede de concessionárias da fabricante sul-coreana no Brasil. 

    Como parte anterior do planejamento, a marca já promoveu a unificação de sua rede de apoio para cerca de 230 concessionárias em todo o território nacional, entre veículos importados e fabricados nacionalmente.

    Segundo Luiz Estrozi, diretor executivo de Pós-venda da Hyundai para as Américas Central e do Sul, a nova campanha visa oferecer condições ainda mais interessantes para os clientes: 

    ‘’[…] Para atrair esses clientes, lançamos a atual campanha, que visa estreitar o relacionamento e motivar para que todos desfrutem dos benefícios oferecidos pela nossa rede de concessionárias, como a gratuidade dos serviços de alinhamento, balanceamento e inspeção de dez itens de segurança’’, afirma Luiz Estrozi. 

    Descontos de até 50%

    Também faz parte do novo planejamento da Hyundai, uma ação que oferece descontos de até 50% em peças de revisão e desgaste natural, que inclui: 

    • Filtro de ar do motor

    • Filtro do ar-condicionado

    • Filtro de óleo

    • Filtro de combustível

    • Limpadores de para-brisa

    • Pastilhas de freio

    • Amortecedores

    • Entre outros

    Serviços gratuitos

    Entre os serviços gratuitos que a nova campanha da Hyundai promoverá, estão: 

    • Alinhamento e balanceamento

    • Inspeção em itens de segurança

    Além disso, também serão avaliados: 

    • Níveis de fluídos de freio

    • Óleo de motor

    • Carga de bateria

    • Desgaste de pneus

    • Lâmpadas

    • Limpadores de para-brisa

    • Fluido de direção hidráulica

    • Correia dentada

    • Água do limpador de para-brisa

    • Pressão dos pneus

    Foto: Divulgação

    Confira também: Hyundai Palisade Signature 2025: SUV premium chegou ao mercado brasileiro

    Gervásio HenriqueJornalista com maior experiência profissional no setor automotivo. Atualmente redator do Grupo Gridmidia com foco no portal Garagem360.

    Temas como: mobilidade, serviços e setor de caminhões estão entre as preferências.



    Fonte: Garagem 360

  • Fórum de Quatro Rodas destaca alternativas que só o Brasil detém

    Fórum de Quatro Rodas destaca alternativas que só o Brasil detém

    Emissões de CO2 ou gás carbônico preocupam hoje o mundo todo, pois afetam atividades humanas e principalmente os meios de transporte, em especial os veículos motorizados terrestres. Quatro Rodas, uma das primeiras revistas especializadas em automóveis, lançada em 1960, e com essa responsabilidade, organizou esta semana o Fórum Direções bastante interessante, educativo e produtivo. Reuniu nomes relevantes para abordar essas questões com repercussão no clima do planeta.

    Discutiram-se caminhos para neutralizar o problema por meio de novas tecnologias, processos e legislações. Sem deixar de lado a importância da sustentabilidade, discutiram-se viabilidades para a indústria, o mercado e os consumidores. A seguir, resumo alguns dos temas e sugestões.

    • Etanol, produzido aqui em larga escala desde os anos 1970, permite diminuir emissões de CO2 de forma semelhante à eletrificação, quando se analisam emissões da fonte até a roda de tração. No Brasil a solução híbrida associada a motores flex estreia ainda este ano.
    • Hoje o combustível de origem vegetal se obtém da cana-de-açúcar (80%) e do milho (20%), sem nenhuma concorrência com alimentos.
    • Poucos sabem: 100 países produzem cana e 50 misturam etanol à gasolina. Ainda assim não pode ser considerado uma solução global e perene.
    • Carros elétricos exigem soluções profissionais e viáveis economicamente. Não bastam carregadores domésticos, em condomínios e urbanos. Rede de recarga rodoviária precisa ser um negócio rentável e capilar. Qualquer viagem acima de 300 km exige planejamento minucioso e sujeito a surpresas.
    • Fabricação de baterias no Brasil pode vir a ocorrer, mas nenhum participante arriscou uma data.
    • Desvalorização do carro elétrico usado é questão global, de cada marca e tem suas varáveis.
    • Um carro híbrido flex oferece menor emissão líquida de CO2, da fonte à roda, que um elétrico na atual matriz energética europeia.
    • Na Europa, hoje, em média 50% dos carros vendidos têm motores só a combustão, 30% híbridos e 15% elétricos.

     

     

    Amarok 2025 traz novo visual dianteiro e mantém preço

    As mudanças na parte dianteira da picape média importada da Argentina foram as maiores desde seu lançamento em fevereiro de 2010, mas na realidade não houve troca de geração. Depois de 24 anos no mercado poderia ter recebido algo mais profundo. No entanto, para-choque, capô e para-lamas são novos, o que deixou o conjunto mais saliente. Destaca-se ainda uma faixa de luz de LED na grade unindo os faróis, também de LED. Herdou do Nivus os faróis de neblina. Recebeu também novo para-choque traseiro, lanternas de fundo escurecido e rodas redesenhadas de 20 pol. Cresceu 90 mm no comprimento total.

    No interior, além dos airbags de cabeça, destaca-se o Safer Tag, um assistente passivo de segurança colocado no topo do painel. Serve para alertar o motorista para situações de risco como saída de faixa, colisão frontal, proximidade de pedestres e ciclistas, porém sem atuação ativa.

    A Amarok continua se destacar entre seus sete concorrentes diretos pelo volume da caçamba de 1.280 litros e capacidade de carga de 1.104 kg. Além disso, permanece como picape média diesel mais potente graças ao motor V-6 turbo 3-litros, 258 cv (na função de sobrepressão até 272 cv durante 10 segundos, após 5 segundos volta a ficar disponível) e 59,1 kgf·m com aceleração de 0 a 100 km/h em apenas oito segundos e velocidade máxima de 190 km/h. Tração nas quatro rodas sob demanda.

    Garantia subiu para cinco anos. Os preços mantidos no ano-modelo 2025 vão de R$ 309.990, na configuração de entrada Comfortline, R$ 328.990, na intermediária Highline e R$ 350.990 na de topo, a Extreme.

    Ameaça chinesa agora também aos fabricantes de pneus

    Provavelmente animados com a produção em futuro próximo de marcas chinesas de automóveis no Brasil — GWM, BYD, além do interesse já demonstrado por Neta Auto e mais recentemente Omoda e Jaecoo, submarcas da Chery — fabricantes de pneus chineses estudam construir fábricas no Brasil. Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, são as chinesas Sailun Tire e a LinLong, além do grupo brasileiro Sunset Tires que tem ligações com fabricantes do Leste asiático. O montante estimado de investimentos pode atingir R$ 4,5 bilhões. Há estimativa de se criarem 4.700 empregos diretos.

    Segundo a Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (Anip), o setor emprega 32.000 funcionários em 21 fábricas. O mercado brasileiro é relevante com uma frota circulante (real) de 47 milhões de veículos leves e pesados. A comercialização de pneus de reposição já é dominada em 59% por importações taxadas com alíquotas baixas (16%).

    Fabricantes aqui já instalados de marcas renomadas continuam a lançar novos produtos. A alemã Continental acaba de apresentar a nova linha UltraContact, para aros de 14 a 19 pol., 10 opções de medidas e garantia de até 80.000 km. Considerando a média brasileira de 13.000 km por ano, os motoristas de automóveis poderiam rodar pouco mais seis anos, se cuidarem bem dos pneus.

    A americana Goodyear fez nessa semana cinco lançamentos. Destaque para o Eagle F1 Asymmetric 6 para automóveis de maior desempenho com foco em aderência e menor emissão de ruídos para aros de 17 a 22 pol. Utilitários esporte e picapes passam a contar com os Wrangler Duratrack (uso misto) e Boulder MT (focado no fora de estrada).

    Já a italiana Pirelli mirou em veículos de altíssimo desempenho: apresentou o P Zero™ Trofeo RS, de perfil ultrabaixo e para pista seca, no Festival Interlagos.

    Motor faz toda diferença no Duster topo de linha

    O SUV da Renault chegou ao mercado em 2011. Poucos lembram de que foi a primeira resposta ao sucesso crescente do Ecosport, lançado em 2003 e ano após ano conquistando mais clientes para o segmento de SUVs, hoje o principal e não só aqui. O modelo francês é, hoje, o veterano do segmento dos SUVs compactos. A segunda geração, em 2020, avançou em segurança passiva e retoques de estilo. Sempre se destacou pela acomodação interna, ótimo porta-malas (475 litros/VDA) e faltava um conjunto motor-câmbio atualizado e potente.

    Embora restrito à versão de topo Iconic Plus, o motor 1,3 L, turbo flex deu outra vida ao carro. Manteve a tradicional configuração de quatro cilindros (ainda destacadamente mais suave e silencioso que um três-cilindros), 170 cv (E)/162 cv (G) e 27,5 kgf·m, mais do que suficiente para garantir um desempenho muito bom e consumo bem razoável. Tudo harmonizado com o câmbio automático CVT de oito marchas reais e não “simuladas”, como se costuma dizer de modo impreciso. Aceleração de 0 a 100 km/h em 9,2 s (dado de fábrica) mostra agilidade e capacidade de recuperação típica de motores turbo.

    Os R$ 160.690, na versão avaliada Outsider, fogem da proposta central de preço competitivo, porém chama atenção principalmente pelas rodas de 17 pol. com acabamento diamantado escurecido. No interior, destaque para espelhamento de celulares Android e Apple, sem fio, carregador por indução e duas portas USB para o banco traseiro. Os seis airbags o colocam dentro de um bom padrão de segurança passiva. Com 2.673 mm de entre-eixos, quem viaja no banco traseiro tem bom espaço para ombros, pernas e cabeças. Faltam, entretanto, saídas de ar-condicionado atrás.


    Fotos: Divulgação Volkswagen/Renault



    Fonte: Auto Industria

  • Conheça as marcas de carro que DOMINAM  o mercado brasileiro em 2024

    Conheça as marcas de carro que DOMINAM o mercado brasileiro em 2024

    A Fenabrave divulgou o ranking das melhores marcas automotivas do mercado brasileiro. A seguir, você confere o top 10. Os dados foram coletados até julho de 2024. Acompanhe!

    Quais são as 10 melhores marcas de carro?

    10ª –  BYD 

    A fabricante chinesa aparece na 10ª posição com 2,96% de participação no mercado. E a expectativa é só de crescimento, uma vez que o recentemente lançamento, o BYD King, já é líder da sua categoria. 

    Os dados acima referem-se ao relatório que agrupa as categorias automóveis e comerciais leves. 

    Infográfico do desempenho das marcas na categoria de Automóveis e comerciais leves Foto: Fenabrave

    Porém, caso você queira ver os dados com mais detalhes, confira, a seguir, o relatório apenas dos automóveis. 

    Infográfico: Fenabrave

    Logo abaixo, trouxemos o relatório somente de comerciais leves. 

    Categoria de comerciais leves – Foto: Fenabrave

    O Garagem360 continua acompanhando as últimas notícias automotivas. Por isso, continue conosco para não perder nenhum detalhe. 

    Leia também: Jeep Renegade para PcD por R$ 99.990: veja o que a versão tem de melhor e de pior



    Fonte: Garagem 360

  • Nacionalização da CNH agora é feita em 48 horas

    Nacionalização da CNH agora é feita em 48 horas

    Em um passado não muito distante, a nacionalização da CNH era um processo burocrático e bastante lento. Agora, a nova estrutura permite concluir essa etapa em até 48 horas. Logo abaixo, o Garagem360 conta todos os detalhes. 

    Qual é o processo para nacionalizar a CNH? 

    A autorização para obter o direito de dirigir em terras tupiniquins, agora, é concluída em 48 horas. Até novembro de 2023, o processo demorava cerca de dois meses. Isso quando não tinha nenhuma irregularidade. 

    Leia também:

    Por que o período de nacionalização da CNH foi encurtado?

    Diversas razões explicam essa mudança. Primeiro, a construção da Central Estadual de Condutores, que pertence a nova estrutura de atendimento ao cidadão do Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP). 

    Com essa implementação, foram disponibilizadas quase cem pessoas para avaliar demandas de habilitação. 

    Desenvolvimento do aplicativo também melhorou o processo

    Outra implementação interessante, segundo o Detran-SP, foi a criação de um aplicativo. 

    A Diretoria de Atendimento ao Cidadão desenvolveu uma tecnologia que permite consultar, de maneira interna, as normas de cada um dos mais de 80 países signatários da Convenção de Viena sobre o Trânsito..

    Dessa forma, os colaboradores podem atuar de maneira mais assertiva quando recebem uma nova demanda. 

    Como funciona o processo de análise da CNH? 

    O colaborador do posto é responsável por escanear a documentação e compartilhar todos os dados com o Detran-SP. Esse processo é conduzido por meio do Serviço Eletrônico de Informações (SEI), plataforma online governamental.

    Posteriormente, a demanda é transferida para a equipe especializada da autarquia, que fica responsável por analisar cada caso com celeridade. 

    Em outras palavras, a Central Estadual de Condutores obtém o documento na mesma hora que ele é enviado ao SEI. Então, ela analisa a documentação e, com tudo em dia, faz o cadastro da habilitação estrangeira. 

    “Nosso papel, enquanto serviço público, é contribuir para a melhoria da qualidade de vida do cidadão. Diminuir os gargalos da burocracia e promover eficiência na prestação do serviço. Ao elencar pessoas especializadas, alinhar processos e somar isso à transformação digital, obteremos resultados positivos para todos”, explica Lucas Papais, diretor de Atendimento ao Cidadão do Detran-SP, órgão vinculado à Secretaria de Gestão e Governo Digital (SGGD).

    Como nacionalizar a CNH? 

    Para nacionalizar a carteira de outro país é preciso ir até o Poupatempo. Isso porque, a apresentação do documento original e da tradução juramentada é obrigatória. 

    Uma vez que você já sabe como funciona o processo de nacionalização, comente conosco o que achou das novidades. Você já precisou usar esse tipo de serviço? Compartilhe! 

    O Garagem360 continua acompanhando as últimas notícias automotivas. Por isso, continue conosco para não perder nenhum detalhe. 

    Leia também: Detran faz mudanças no exame prático da CNH: veja o que muda



    Fonte: Garagem 360

  • BYD anuncia SUV 4×4 e minivan de luxo para o Brasil em 2025; conheça

    O SUV 4X4 híbrido Boa 5 e a minivan de luxo Denza D9 são os novos veículos que a BYD anunciou que serão vendidos no Brasil em 2025. Os carros fazem parte de duas submarcas da fabricante chinesa e são vendidos no país de origem com os nomes FangChengBao 5 e Téngshì D9, respectivamente. Conheça abaixo os dois carros.

    Bao 5

    O Bao 5 é um SUV com enfoque no off-road. A carroceria, quadrada ao estilo Land Rover Defender, é montada sobre um chassi tipo longarina. O conjunto híbrido é composto por um motor 1.5L turbo (gasolina) e dois motores elétricos. O carro possui modos off-road e diferenciais bloqueáveis.

    A versão apresentada na China gera 687 cv de potência combinada e 760 Nm de torque, mais do que qualquer utilitário com pretensões off-road oferecido atualmente no mercado brasileiro. Segundo a BYD, o carro é capaz de acelerar de 0 a 100 Km/h em menos de cinco segundos.

    O interior esbanja luxo e tecnologia. O painel conta com três telas digitais:

    • uma do lado do motorista (que comporta o painel de instrumentos);
    • uma do lado do passageiro; e
    • uma tela maior posicionada no console central.

    Os bancos e portas são revestidos em couro e outros materiais nobres. É muito provável que a BYD tenha se inspiradou no atual Land Rover Defender no design interior, já que o formato de elementos como o volante, as maçanetas e os botões lembram muito os do utilitário britânico.

    Ao desembarcar no Brasil, o Bao 5 já contará com um concorrente chinês em sua categoria: o novo GWM Tank 300.

    Denza D9

    Atualmente, quem busca uma minivan de luxo no Brasil só tem um carro a recorrer: o Kia Carnival. Entretanto, isso está prestes a mudar: a BYD pretende comercializar o Denza D9 no país a partir do ano que vem.

    O público chinês valoriza espaço interno e tecnologia embarcada como atributos em um veículo de luxo. Carros como o Zeekr 009, GWM Wey 07 e Denza D9 são uma prova disso.

    A unidade do D9 exibida no Festival Interlagos 2024 tratava-se da versão mais luxuosa da minivan, equipada com apenas dois assentos traseiros. Há também versões com sete lugares, que a BYD deve oferecer no Brasil, com assentos configurados nas posições 2+2+3.

    O D9 com sete lugares tem colossais 5,25 metros de comprimento — 10 cm a mais que o já grande Kia Carnival. A distância entre eixos é de 3,11 metros. Para efeito de comparação, o entre-eixos do Toyota SW4 é de 2,75 metros — quase 40 cm menor. Isso demonstra o quanto a BYD valoriza espaço interno em sua minivan de luxo.

    Mesmo nas versões com sete lugares, os bancos são individuais e separados por apoios de braço. Há também apoios de perna com controles elétricos.

    As diferentes versões possuem diferentes números de potência e torque. E enquanto algumas possuem tração dianteira, outras contam com tração integral. A BYD ainda estuda quais versões oferecerá ao mercado brasileiro.

    Curiosidade

    A marca Denza foi criada no ano de 2010 em uma parceria da BYD com a Mercedes-Benz para o desenvolvimento de veículos elétricos de luxo. Atualmente, a Mercedes-Benz detém apenas 10% da submarca, enquanto a BYD detém o restante.

    BYD Dolphin Mini 2025 ganha versão de 5 lugares; conheça



    Fonte: CNN Brasil Auto