Autor: automoveis

  • Europa reduz sobretaxas provisórias de importação para veículos chineses

    Europa reduz sobretaxas provisórias de importação para veículos chineses

    A União Europeia decidiu rever o tamanho da dose da “vacina” que pretende aplicar provisoriamente para defender sua indústria automobilística da concorrência dos veículos elétricos a bateria fabricados na China.

    A Comissão Europeia reduziu de 48% para 38% o teto das tarifas de importação adicionais proposto em junho e que passaram a vigorar interinamente a partir de julho. Coincidência ou não, as vendas dos carros chineses elétricos recuaram sensivelmente no mês passado nos principais mercados europeus.

    A taxação definitiva, entretanto, tem início previsto para novembro em índices determinados para cada montadora. O porcentual dependerá do nível de incentivos do governo chines identificado pela investigação iniciada pelo bloco europeu e também da colaboração das próprias empresas para o esclarecimento das eventuais vantagens obtidas.

    Por enquanto, as tarifas praticadas têm enormes diferenças. Os carros da BYD, por exemplo, passaram a recolher, além dos 10% da tarifa comum da União Europeia, mais 17% de imposto de importação, enquanto os da SAIC pagam quase o teto, 37%, e os da Geely, 19%.

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    → Indústria e importadores têm argumentos ruins sobre taxação a carros elétricos

    Os carros fabricados na China pela estadunidense Tesla, como o Model 3, foram mais beneficiados, já que não teriam os incentivos governamentais desfrutados pelos produtos das marcas locais. Com a revisão para baixo divulgada na terça-feira, 20, a penalização é de 9%, menos da metade do que os 20,8% inicialmente determinados pela Comissão Europeia.

    A sobretaxa definitiva para os elétricos chineses deve ser submetida à aprovação dos países membros da União Europeia até o encerramento de outubro. Mas o bloco diz que aceitará a colaboração das montadoras nas investigações até o fim deste mês.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Jeep Renegade Trailhawk 2025: versão preparada para qualquer tipo de terreno

    Jeep Renegade Trailhawk 2025: versão preparada para qualquer tipo de terreno

    O Jeep Renegade Trailhawk 2025 chegou ao mercado automotivo com tecnologia, segurança e tração 4×4.

    Acompanhe o Garagem360 e confira a seguir tudo sobre o Jeep Renegade Trailhawk 2025: ficha técnica, preço, itens de série e motorização.

     

    (Foto: Divulgação/Jeep)

    Jeep Renegade Trailhawk 2025 traz tecnologia aliada a segurança

    O Jeep Renegade Trailhawk 2025 mantém sua robustez característica, destacando-se com seu visual exterior marcante e agressivo.

    O design quadrado, típico da marca, reforça a identidade off-road do modelo, que traz rodas de 17 polegadas com acabamento exclusivo, molduras das saídas de ar em vermelho e o teto pintado na cor preta.

    O conjunto óptico do Trailhawk 2025 é composto por faróis, lanternas, luzes de rodagem diurna e faróis de neblina, todos com tecnologia LED.

     

    (Foto: Divulgação/Jeep)

    Na cabine, a versão combina conforto, tecnologia e acabamento refinado, que faz do interior do Trailhawk 2025 um ambiente funcional, ideal para percursos off-road.

    A versão traz carregador de celular por indução, central multimídia de 8,4 polegadas com espelhamento sem fio via Android Auto e Apple CarPlay, entradas USB e painel de instrumentos com tela TFT de 7 polegadas.

    (Foto: Divulgação/Jeep)

    Além disso, o Jeep Renegade Trailhawk 2025 oferece ar-condicionado digital de duas zonas, bancos em couro, tomada 12V e sistema de áudio com seis alto falantes.

    Em relação a segurança, a versão do Jeep Renegade 2025 traz os seguintes itens:

    • Monitoramento de pressão dos pneus
    • Sistema Start&Stop
    • Seis airbags (Frontais, laterais e de cortina)
    • Sensor de estacionamento traseiro
    • Piloto automático
    • Controle de Estabilidade (ESC)
    • Controle de Tração
    • Controle eletrônico anti capotamento
    • Aviso de mudança de faixas
    • Suspensão off road com altura mais elevada do solo

     

    (Foto: Divulgação/Jeep)

    Motorização turbo com tração integral

    O Jeep Renegade Trailhawk 2025 traz motor 1.3 T270 flex, de quatro cilindros em linha e 16 válvulas.

    O motor gera 185 cv de potência com etanol e 180 cv com gasolina, enquanto o torque é de 27,5 kgfm com os dois combustíveis.

    A aceleração de 0 a 100 km/h é realizada em 9,7 segundos e a velocidade máxima é de 202 km/h.

    Além disso, o veículo da montadora norte-americana conta com transmissão automática de nove marchas e tração integral (4×4) com bloqueio eletrônico de diferencial.

     

    (Foto: Divulgação/Jeep)

    Qual é o consumo do Jeep Renegade Trailhawk 2025?

    A versão do Jeep Renegade 2025 apresenta as seguintes médias de consumo de combustível:

    • Cidade – 6,2 km/l com etanol e 9 km/l com gasolina;
    • Estrada – 7,5 km/l com etanol e 10,7 km/l com gasolina.

    Confira a seguir a ficha técnica do Jeep Renegade Trailhawk 2025:

    Alisson Wieder

    Alisson WiederRedator da Agência Grid Mídia – Garagem360 desde 2022. Experiência na área de Assessoria de Imprensa e sites esportivos.



    Fonte: Garagem 360

  • Pessoas com síndrome de Down e que queiram obter a CNH agora contam com site especializado para auxiliar

    Pessoas com síndrome de Down e que queiram obter a CNH agora contam com site especializado para auxiliar

    A Localiza em parceria com o Instituto Mano Down, deu um passo importante rumo à inclusão no trânsito. A empresa lançou um site para pessoas com Down que queiram obter a CNH. 

    A iniciativa, que teve origem no projeto Autoescola Xtraordinária, visa oferecer informações detalhadas e suporte para que esse público possa realizar o sonho de dirigir. 

    Site especializado em ajudar pessoas com síndrome de down a obter a CNH – Captura de tela

    Localiza cria site especializado para ajudar pessoas com síndrome de Down obter a CNH

    O projeto Autoescola Xtraordinária, iniciado em 2023, já beneficiou 30 alunos com Síndrome de Down. Como o intuito era ampliar a ação, a Localiza decidiu usá-lo como base para a plataforma digital com dicas práticas e um curso completo para as autoescolas. 

    Desde então, o site funciona como uma forma de compartilhar o conhecimento adquirido, inicialmente como forma de inspirar e auxiliar famílias e pessoas com deficiências intelectuais na jornada para obter a CNH.

    “Desde o início do projeto, entendemos que o conhecimento adquirido precisava ser amplamente compartilhado, pois na Localiza, cuidamos genuinamente um dos outros e geramos valor com visão de longo prazo para a sociedade. O site é uma maneira de tornar essa informação acessível às pessoas com Síndrome de Down que tenham o sonho de obter a CNH”, afirma Daniel Linhares, diretor executivo de Gente da Localiza&Co.

    Leia também: 

    Iniciativa estimila pessoas com síndrome de down a obter a CNH

    Iniciativa estimula pessoas com síndrome de Down a obter a CNH

    O que tem no site para pessoas com Down tirar carteira de motorista?

    O site oferece um guia completo para downlod com informações que vão desde os requisitos básicos, como idade, capacidade de leitura e escrita até cuidados específicos, como a importância de exames oftalmológicos atualizados, visto a maior propensão. 

    Ja para as autoescolas, o curso é totalmente gratuito e aborda a capacitação dos profissionais para atenderem melhor pessoas com síndrome de Down e outras deficiências intelectuais.

    Também conta com lista de instituições, permitindo localizar as unidades filiadas à Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down mais próxima, e dessa forma obter apoio adicional. 

    “Durante minha participação no projeto Autoescola Xtraordinária, percebi que ele não deveria se encerrar quando os 30 alunos tirassem a CNH, então, pensei no site para ajudar ainda mais pessoas a se sentirem preparadas nesta jornada”, explica Giovanna Bayara, analista de planejamento de comunicação idealizadora do projeto. 

    Além das dicas para os interessados na CNH, o site destaca a importância da rede de apoio familiar e social, um importante incentivo para tornar o processo mais eficaz. 

    Para acessar o site clique no link.

     

    Robson QuirinoSou Robson Quirino. Formado em Comunicação Social pelo IESB-Brasília, atuo como Redator/ Jornalista desde 2009 e para o segmento automotivo desde 2019. Gosto de saber como os carros funcionam, inclusive a rebimboca da parafuseta.



    Fonte: Garagem 360

  • Carro importado abre rombo moral e financeiro na balança comercial do País

    Carro importado abre rombo moral e financeiro na balança comercial do País

    As poucas altas e muitos baixas das exportações brasileiras de veículos, em combinação com o substancial aumento de importações sempre que nenhum protecionismo é adotado, abre dois rombos no comércio exterior do Brasil: um moral, outro financeiro.

    O déficit moral decorre da difícil aceitação de que a indústria instalada no País há mais de setenta anos é incapaz produzir carros mais exportáveis, como faz a China que após vinte e poucos anos de desenvolvimento deve se tornar o maior exportador de veículos do mundo, com estimativa de embarcar 6 milhões de unidades a outros países.

    Já o rombo financeiro acontece porque a importação de bens de alto valor agregado reduz o saldo da balança comercial, hoje dependente de sobreviver só com vendas externas de commodities de baixo valor agregado, que trazem pouco desenvolvimento econômico.

    Déficit industrial aumentado

    Levantamento da AEB, Associação de Comércio Exterior do Brasil, produzido em julho passado, mostra que os automóveis de passageiros híbridos e elétricos, que têm imposto de importação reduzido, serão os principais responsáveis por alargar de US$ 108 bilhões em 2023 para US$ 123 bilhões o enorme déficit da balança comercial brasileira de produtos industrializados.

    A AEB projeta que as importações de automóveis este ano – em sua grande maioria híbridos e elétricos vindos da China – deverão somar US$ 11,5 bilhões, em crescimento de vistosos 98% sobre os US$ 5,8 bilhões de 2023, quando a expansão já havia dado um salto expressivo de 61% ante os US$ 3,6 bilhões importados em 2022.

    Se a projeção da AEB for confirmada, de acordo com dados da associação, os automóveis serão, em 2024, o segundo produto mais importado pelo Brasil, ficando só atrás de óleos combustíveis e à frente de petróleo, adubos e fertilizantes.

    Enquanto isso estão em queda livre as exportações de carros brasileiros – que são gritantemente inferiores em acabamento e tecnologia aos importados chineses que aprenderam a fazer veículos em vinte anos.

    Segundo projeta a AEB as vendas de automóveis brasileiros devem somar US$ apenas 3,7 bilhões este ano, em retração de 10,8% sobre 2023, abrindo déficit anual de US$ 7,8 bilhões só nesta conta.

    Saldo negativo ampliado

    Para piorar o rombo na balança comercial do setor automotivo no Brasil não se limita às importações de automóveis, mas a todos os produtos desta indústria.

    Ainda segundo o levantamento da AEB as importações de veículos de carga devem crescer 12% este ano, para US$ 4 bilhões – impulsionadas principalmente por modelos de menor porte que deixaram de ser produzidos no Brasil, como vans e furgões – enquanto as exportações destes modelos deverá cair 8,5%, para US$ 2,3 bilhões, gerando déficit de US$ 1,7 bilhão.

    Já o Sindipeças projeta em quase US$ 12 bilhões o déficit da balança de autopeças, com importações de US$ 20 bilhões e exportações de US$ 8,1 bilhões.

    Para pneus – outro item duramente atingido pela concorrência chinesa este ano, mas aqui com qualidade inferior ao produto brasileiro no mercado de reposição – a AEB projeta exportação de US$ 1,2 bilhão, queda de 5% em comparação ao ano anterior, e o dobro disto em importações: US$ 2,1 bilhões, em alta de 13% sobre 2023.

    Exportação de empregos e PIB

    Todos os quinze produtos mais exportados pelo Brasil este ano são commodities, como soja, minério de ferro e até petróleo, que encabeça esta lista pela primeira vez. Nada contra, mas depender só destes produtos limita bastante as possibilidades de ganhos e de desenvolvimento industrial do País.

    Automóveis estão fora da lista dos produtos mais exportados pelo Brasil por causa da dependência de mercados latino-americanos, especialmente da Argentina, o maior mercado externo dos veículos brasileiros, que passa por severos problemas econômicos e vem diminuindo as compras ano a ano.

    Em outros mercados como México, Chile e Colômbia as vendas também estão caindo, não só por problemas locais como também por causa da concorrência chinesa que também está chegando com força nestes países com produtos melhores e mais baratos que os brasileiros.

    Países que importam muitos produtos industrializados exportam PIB e empregos. Segundo aponta a Associação de Comércio Exterior do Brasil a cada US$ 1 bilhão em importações de manufaturados, além da perda de divisas em si, o País sutenta cerca de 30 mil empregos diretos e indiretos no Exterior. O contrário também é verdadeiro: ao exportar US$ 1 bilhão são gerados 30 mil empregos aqui e o valor entra como saldo positivo na balança comercial.

    Nesta jornada não há caminho bom. Se as importações de carros continuarem a aumentar no ritmo que estão é bastante provável, como já aconteceu antes, que o governo adote barreiras tarifárias para evitar o alargamento do rombo na balança comercial, o que mais uma vez dará à indústria instalada no País a liberdade de continuar a produzir veículos de preços altos e qualidade inferior.

    Por outro lado caso nenhuma barreira for adotada os importados tendem a engolir esta indústria, provocando perda de empregos e PIB, além de déficit de desenvolvimento tecnológico. É uma equação difícil de equilibrar mas que precisa de equilíbrio.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Estudo revela qual é o carro mais rentável de julho

    Estudo revela qual é o carro mais rentável de julho

    O Garagem360 teve acesso a um relatório que divulga qual foi o carro mais rentável de julho. A seguir, revelamos o pódio completo. Confira! 

    Foto: divulgação

    Quais foram os carros mais rentáveis de julho? 

    Na terceira posição do ranking, temos o Toyota Yaris Hatch, que era líder no ranking de rentabilidade. Já a vice-liderança, ficou com o Toyota Yaris Sedan

    De acordo com dados são do Estudo Megadealer de Performance de Veículos Usados powered by Auto Avaliar (PVU), o giro médio do Yaris Sedan foi de 31 dias, tendo uma margem de 12,3% para um preço médio de R$ 87 mil

    Quer saber mais detalhes? Confira, a seguir, a ficha técnica completa do Nissan Versa Exclusive 2025:

    Motor 1.6 flex, de quatro cilindros em linha e 16 válvulas
    Potência/Torque Potência: 113 cv com etanol e 110 cv com gasolina a 5.600 rpm // Torque: 15,3 kgfm com etanol e 15,2 kgfm com gasolina a 4.000 rpm
    Transmissão CVT de 5 marchas
    Suspensão Dianteira: Independente, McPherson // Traseira: Eixo de torção
    Consumo Cidade – 8,1 km/l com etanol e 11,8 km/l com gasolina // Estrada – 10,5 km/l com etanol e 15 km/l com gasolina
    Roda e Pneus 205/50 R17
    Freios Dianteira: Disco ventilado // Traseira: Tambor
    Peso 1.139 kg
    Dimensão Comprimento: 4.495 mm // Largura: 1.740 mm // Entre eixos: 2.620 mm // Altura: 1.475 mm
    Capacidade Assentos: 5 lugares // Porta-malas: 482 l // Tanque de combustível: 41 l

    E aí, você concorda com o ranking e acredita que o Nissan Versa é um bom investimento? Comente!

    O Garagem360 continua acompanhando as últimas notícias automotivas. Por isso, continue conosco para não perder nenhum detalhe. 

    Leia também: Fiat tem sedã super econômico e de preço justo: faz 15,6 km/l e vale cada centavo



    Fonte: Garagem 360

  • Porsche celebra 50 anos do 911 Turbo com edição limitada; veja fotos

    Porsche celebra 50 anos do 911 Turbo com edição limitada; veja fotos

    A Porsche está lançando uma edição especial em celebração aos 50 anos do 911 turbo, que fará estreia no Monterey Car Week 2024. O modelo exclusivo é baseado no 911 Turbo S e presta homenagem ao legado do carro, lançado em 1974.

    A edição comemorativa conta com cor exclusiva, Turbonite. A coloração também aparece em outros detalhes e a configuração é limitada a 1.974 unidades (ano de estreia do primeiro 911 turbo).

    Outros detalhes em Turbonite incluem os cintos de segurança, controles, costuras decorativas, tiras com inserções em couro preto e o brasão da Porsche no volante esportivo GT.

    Além disso, há também um logotipo iluminado Turbo 50. Ele aparece nas soleiras das portas, que são acabadas em alumínio escovado preto.

    Também como referência histórica, a cor Anthracite Grey aparece na lâmina da asa traseira, na saia traseira, na base dos retrovisores e nas molduras das entradas de ar. Um detalhe curioso é a exibição da imagem de um turbocompressor, no chão, ao abrir a porta.

    O jogo de rodas Exclusive Design do 911 Turbo S em Turbonite é item de série. Por dentro da edição comemorativa do Porsche, há um logotipo bordado nos apoios de cabeça dos bancos esportivos. Na parte traseira do assento esquerdo, há uma placa de aniversário em alumínio.

    Na parte da motorização, o modelo de edição limitada tem um propulsor boxer 3,7 litros que gera 650 cv de potência e mais de 80 kgfm de torque. O câmbio é o conhecido PDK de oito velocidades. Com apenas 1.640 quilos, isso resulta numa aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 2,7 segundos. De 0 a 200 km/h, o tempo é de 8,9 segundos.

    O veículo também é equipado com um sistema de escape esportivo com ponteiras pretas que já vem de série. A suspensão esportiva Porsche Active Suspension Management (PASM), rebaixada em dez milímetros, e o sistema de elevação no eixo dianteiro também estão incluídos como padrão.

    Os faróis de matriz de LED, incluindo o Porsche Dynamic Light System Plus também equipam o modelo. As pinças de freio do sistema de freios PCCB padrão têm acabamento preto.



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Senado aprova programa de incentivo à produção de chips no Brasil

    Senado aprova programa de incentivo à produção de chips no Brasil

    Com produção concentrada na Ásia, os semicondutores viraram manchete no setor automotivo no pós-pandemia por causa da paralisação de fábricas no mundo todo em decorrência da falta desses componentes.

    O auge do problema foi entre 2021 e 2022, quando estimou-se perda de mais de 14 milhões de veículos no cômputo mundial, com rescaldos nas fabricantes de carros ainda no ano passado  No Brasil, montadoras e autopeças se uniram na época para defender a fabricação de chips no Brasil.

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    As ações da Stellantis para driblar a crise dos chips

    Anfavea integra grupo que estuda produção local de semicondutores

    O assunto não foi esquecido e nesta quarta-feira, 21, o Senado aprovou projeto de lei do governo federal que cria o Programa Brasil Semicondutores, que tem por objetivo dar mais competitividade aos chips fabricados localmente, buscando maior inserção do País nas cadeias globais de tecnologia de ponta.

    O PL 13/2024, que já passou pela Câmara dos Deputados e segue agora para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, estimula o investimento em pesquisa e inovação, agregando tecnologia e valor à produção nacional de chips, com aplicações voltadas para painéis solares, computadores pessoais e outros dispositivos associados diretamente à chamada indústria 4.0.

    “Hoje demos mais um grande passo para a neoindustrialização do Brasil, aproveitando as janelas de oportunidades que se abrem num mundo que passa por grandes transformações”, afirmou o vice-presidente e ministro do MDIC, Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin.

    O citado PL cria ainda o Conselho Gestor do Brasil Semicon e autoriza BNDES e Finep a destinarem financiamento para o setor.

    O financiamento destes órgãos será nas seguintes linhas: investimentos em infraestrutura produtiva e automação de linhas de manufatura, aquisição de máquinas e equipamentos nacionais ou importados, licenciamento, desenvolvimento, customização, implantação e atualização de software para gerenciamento integrado dos processos de design ou manufatura, atividades de P&D e ampliação da capacidade produtiva ou atualização tecnológica, além de despesas operacionais e administrativas.

    O texto do PL determina que os eixos de atuação e diretrizes do Brasil Semicon sejam regulamentados em até seis meses após a aprovação definitiva da Lei.

    Como contrapartida a investimentos realizados pelas empresas, a concessão de crédito será calculada sobre o faturamento total das empresas, e não apenas sobre as vendas internas, como ocorria até agora. Essa mudança ajuda a estimular as exportações.

    As empresas brasileiras de semicondutores já fabricam, em sua grande parte, chips de memória, que têm maior valor agregado. Essas empresas faturam em torno de R$ 5 bi por ano e geram 2.500 empregos diretos

    Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Semicondutores (Absemi), 90% dos computadores e metade dos smartphones produzidos no país levam chips “Made in Brazil”.

    Com o Brasil Semicon, as empresas poderão ampliar sua participação também no mercado externo, fornecendo esses chips para alguns dos principais desenvolvedores globais de tecnologia, entre eles os EUA.

    A ideia é posicionar o Brasil como fornecedor preferencial na cadeia de suprimentos – intensificando aqui a produção do chamado “back end”, que são as etapas fabris de encapsulamento, testes e design, entre outras, áreas para as quais o Brasil possui know-how e capacidade instalada.


     



    Fonte: Auto Industria

  • Presidente da BYD é convidado por deputado para discutir reclamações de pós-venda da marca

    Presidente da BYD é convidado por deputado para discutir reclamações de pós-venda da marca

    A BYD é líder no segmento de veículos elétricos no Brasil. Porém, a fabricante chinesa está enfrentando problemas com os consumidores, sobretudo quando o assunto é pós-venda. Logo abaixo, o Garagem360 revela todos os detalhes. Acompanhe! 

    Qual é o problema enfrentado pela BYD? 

    A BYD tem recebido uma série de reclamações dos consumidores, que envolvem mau atendimento, período de garantia com limite de quilometragem, atraso nas entregas e falta de reposição de peças. 

    Quem apresentou um requerimento na semana passada foi o deputado Áureo Ribeiro, do Solidariedade do Rio de Janeiro, após um debate sobre a entrada dos veículos chineses no Brasil. 

    Por que a BYD virou o foco do debate? 

    A montadora chinesa recebe subsídios para produção. Além disso, ela conta com alíquotas diferenciais de importação dos veículos elétricos. 

    De acordo com o texto do requerimento, esses fatores contribuíram para que o Dolphin fosse vendido a “preços agressivos”. Isso fez com que a concorrência alterasse o preço dos seus veículos.  

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    Onde será o encontro? 

    O debate acontecerá na Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara. Foram convidados: 

    • Presidente da BYD no Brasil, Tyler Li; 

    • Secretário Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça, Wadih Damous; um representante da Associação Brasileira dos Proprietários de Veículos Elétricos Inovadores;

    • Um representante da Associação Brasileira do Veículo Elétrico.

    Outras entidades também devem confirmar presença no encontro. 

    Como está a relação da BYD com o mercado brasileiro? 

    Atualmente, a BYD vive um imbróglio com o governo e outras fabricantes. O estopim deste conflito é ocasionado por dois motivos:

    • Imposto de Importação dos veículos elétricos;

    • Inclusão do portfólio da montadora no Imposto Seletivo na tramitação da reforma tributária.

    E você, o que tem achado dessa discussão? Você concorda com a declaração do deputado e com as queixas dos consumidores? Comente!

    O Garagem360 continua acompanhando as últimas notícias automotivas sobre veículos elétricos. Por isso, continue conosco para não perder nenhum detalhe.

    Leia também: BYD fura a bolha dos veículos elétricos e já ocupa espaço de marcas tradicionais: já passou carros da Chevrolet, Toyota e Rneualt



    Fonte: Garagem 360

  • BYD dará presentão para quem comprar o King, sedã híbrido plug-in da marca

    BYD dará presentão para quem comprar o King, sedã híbrido plug-in da marca

    BYD acaba de anunciar um presentão para quem comprar o BYD King, o sedã híbrido plug-in da marca que chegou há pouco no Brasil e já é líder de vendas.

    O objetivo é, além de impulsionar as vendas do sedã híbrido, garantir condições especiais para aqueles que querem levar uma das unidades disponíveis para casa.

    Acompanhe o Garagem360 e veja mais detalhes!

    BYD oferece presentão para quem comprar o BYD King

    O novo BYD King chegou no Brasil pronto para se tornar o verdadeiro rei das ruas entre os sedãs híbridos disponíveis ao mercado. O carro unifica tecnologia, design e boas especificações, o que desperta grande interesse.

    Agora, felizmente, aqueles que sonham em levar o novo BYD King para casa agora podem desfrutar de uma oferta imperdível proposta pela BYD, mas por tempo limitado.

    De forma mais clara, até o final de agosto, a BYD oferece revisão gratuita por três anos, ou até 36.000 km, para os compradores do modelo 0 km, ano/modelo 2024/2025

    “O propósito da BYD em lançar essa campanha especial é incentivar os consumidores brasileiros que desejam possuir um sedã híbrido tecnológico, sustentável, com o melhor desempenho da categoria e que oferece ainda liberdade para escolher se deseja, ou não, carregar na tomada por ser plug-in”, menciona Alexandre Baldy, Vice-Presidente Sênior da BYD no Brasil e Head Comercial e Marketing da BYD Auto.

    Foto: divulgação

    Veja ainda mais sobre o assunto: Virou rei mesmo: BYD King mal chegou e já é líder em sua categoria

    O que o BYD King tem?

    BYD King GS 2025
    Motor 1.5 a gasolina e um propulsor elétrico
    Potência/Torque Potência combinada: 235 cv // Torque combinado: 33,1 kgfm
    Transmissão Automático de 1 marcha
    Suspensão Dianteira: McPherson // Traseira: Eixo de torção
    Consumo Cidade – 16,8 km/l // Estrada – 14,7 km/l // Autonomia no modo elétrico: 80 km
    Roda e Pneus 215/55 R17
    Freios Dianteiro: disco ventilado // Traseiro: a disco
    Peso N/D
    Dimensão Comprimento: 4.780 mm // Largura: 1.837 mm // Altura: 1.495 mm // Entre eixos: 2.718 mm
    Capacidade Porta-malas: 450 l // Tanque de combustível: 48 l

    Vale destacar que o modelo da BYD assumiu o reinado do segmento em apenas dois meses após o seu lançamento, totalizando mais de 500 emplacamentos em julho.

    Por fim, o preço do BYD King parte de R$ 187.800 na versão GS.

    Aproveite para conferir: Ora 03 para PcD tem preço inicial de R$ 129.600: confira tudo o que o carro “completão” entrega



    Fonte: Garagem 360

  • Autopeças investirão R$ 50 bilhões até 2028

    Autopeças investirão R$ 50 bilhões até 2028

    Impulsionadas pelo Mover, Programa de Mobilidade Verde e Inovação, e principalmente pelos projetos já anunciados por diferentes montadoras de produção de carros híbridos no País, as autopeças aqui instaladas estão programando investimentos de R$ 50 bilhões em 5 anos, de 2024 a 2028.

    A informação foi revela pelo diretor do Sindipeças, Gábor Deák, durante a abertura do Simea 2024, evento promovido pela AEA, Associação Brasileira da Engenharia Brasileira, que acontece nesta quarta-feira, 21, e quinta-feira, 22, na capital paulista.

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    A entidade já havia revisto a projeção de investimentos para este ano de R$ 5,8 bilhões para R$ 6,2 bilhões, mas o valor pode ser ainda maior, segundo revelou Deák:

    “Tudo indica que já neste ano o montante será maior que o projetado e a tendência é positiva para os próximos anos”, comentou o diretor do Sindipeças. Ante média anterior de R$ 6 bilhões a RS 7 bilhões por ano, o montante anual deve ficar na faixa de R$ 10 bilhões até 2028.

    Os investimentos, segundo o dirigente, não visam aumento de capacidade, mas sim conversão para as novas tecnologias que estão chegando ao mercado brasileiro. Além da Toyota, que já produz híbrido flex em Sorocaba, SP, a Stellantis promete lançar modelos com a tecnologia ainda este ano. Outras marcas, como Volkswagen e Renault, também já anunciaram desenvolvimentos nessa área.

    “Como temos empresas aqui com atuação lá fora, podemos tanto desenvolver projetos locais como trazer tecnologias disponíveis em outras regiões”, afirmou, garantindo que os fornecedores de autopeças com atuação no Brasil estão preparados para atender a transição energética em curso no setor automotivo.

    Importante lembrar que as montadoras também programam investimento recordo no País, da ordem de R$ 130 bilhões até o final deste ano. Em pauta as novas tecnologias rumo à eletrificação do setor.

    Em linha com os demais palestrantes do Simea 2024, que tem por tema “A mobilidade verde e a transição energética”, Deák destacou que nesse processo não há há uma solução única e universal:

    “Cada país, cada mercado vai decidir o seu caminho. E o Brasil, como um país privilegiado pelos seus recursos naturais, tem a vantagem de ter o híbrido flex. Com os seus biocombustíveis, o País pode ter protagonismo mundial”.


    Foto: Divulgação/MDIC



    Fonte: Auto Industria