A BYD lançou o Programa de Recompra Garantida BYD. Pelo valor de até 80% da Tabela Fipe, os proprietários de modelos da marca poderão trocar seus seminovos por um veículo novo.
A empresa acredita que a garantia facilitará e incentivará os clientes a se manterem na marca. O programa, contudo, não se aplica a veículos blindados e a condição especial é válida para os clientes que efetuarem a compra de um carro novo até o dia 31/12/2024.
“Pra quem tinha receio sobre a desvalorização na revenda, a BYD assume mais um compromisso
ao garantir até 80% do valor da tabela Fipe. Isso vai dar ainda mais tranquilidade e segurança para quem já possui ou está pensando em comprar um modelo da marca”, afirma Alexandre Baldy, vice-presidente da BYD no Brasil e diretor Comercial e Marketing da BYD Auto.
Pelo link https://www.byd.com/br/condicoes, a montadora detalha aos clientes as condições do programa de recompra.
O MDIC, Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviço, iniciou conversas com a Anfavea, o Sindipeças e também os metalúrgicos das montadoras e fornecedores para avaliar a criação de um programa de exportação para o setor automotivo.
A informação foi divulgada pela diretora do Departamento de Desenvolvimento da Indústria de Alta-Média Complexidade Tecnológica do MDIC, Margarete Gandini, durante o painel “Mobilidade verde – rumo a um futuro sustentável”, realizado na manhã desta quinta-feira, 22, no Simea 2024, promovido pela AEA, Associação Brasileira da Engenharia Automotiva.
“Precisamos olhar mais para a América Latina”, comentou a representante do MDIC, mostrando-se inconformada com algumas marcas com operações no Brasil abastecerem países próximos com produtos vindos de outros continentes. ” Nós somos superavitários nas balanças comerciais com México e Estados Unidos. Temos, portanto, condições de exportar mais”.
Em quadro totalmente atípico, o setor automotivo está importando mais do que exportando este ano. A Anfavea inclusive está questionando a alíquota reduzida de importação de modelos eletrificados, que tem gerado alta acima de 400% nas compras de carros produzidos na China.
Sobre maiores detalhes do programa de exportação em estudo, Margarete disse que as conversas ainda são iniciais. Garantiu, contudo, que não só abrange montadoras e fornecedores, como também os trabalhadores da cadeia automotiva.
Durante o painel, ela voltou a comentar que o Brasil pode ser líder global na descarbonização da mobilidade e logística, apresentando as evoluções obtidas na indústria brasileira a partir do InovarAuto e do Rota 2030 e detalhando, na sequência, as principais propostas do programa atual, o Mover.
“A partir de 2026 teremos o registro de emissões nas fábricas, sendo o automotivo o primeiro setor a ter tal avalição no Brasil. Entre os pirnicpais diferenciais do Mover, destaco a concessão de incentivos com foco em P&D e a reciclagem do veículos ao término de sua vida útil”, disse Margarete no debate do Simea, que encerra-se nesta quinta-feira, 22, no Novotel São Paulo Center Norte.
Levar uma multa é um dos maiores receios dos motoristas brasileiros, mas o que muita gente não sabe é que existem leis de trânsito que vão além das regras para carros e motos.
De forma mais clara, estamos falando de leis de trânsito que poucos conhecem, mas que também geram multas, e, em determinados casos, até mesmo mais penalidades.
Quer saber mais sobre o assunto? Acompanhe o Garagem360 e veja!
Leis que poucos conhecem mas que também geram multas
Basicamente, a surpresa acontece porque muitos acreditam que apenas os motoristas estão sujeitos a penalidades no trânsito, mas essa é uma ideia bastante equivocada.
Levando isso em conta, é indispensável saber quais são essas multas para pedestres e ciclistas e evitar grandes surpresas nada agradáveis!
Quais são as leis de trânsito para pedestres?
É obrigação de todo pedestre:
Atravesssar ruas apenas em áreas designadas, como faixas de pedestres e passarelas
Respeitar os semáforos e aguardar o sinal verde para começar a atravessar
Não começar a travessia enquanto os veículos ainda estiverem circulando
Aguardar que os veículos se distanciem antes de atravessar a rua ao desembarcar de meios de transporte público
Caso algum desses deveres sejam descumpridos, as penalidades incluem:
Atravessar a rua fora da faixa de pedestres em locais não sinalizados resulta em uma multa correspondente a 50% do valor de uma infração leve, no total de R$ 44,19
Ignorar os sinais de trânsito ou atravessar em locais proibidos, como viadutos, pontes ou túneis, também acarreta uma multa de 50% do valor de uma infração leve, que é R$ 44,19
Praticar esportes, realizar desfiles ou manifestações em vias públicas sem a devida autorização implica em uma multa de 50% do valor de uma infração leve, ou seja, R$ 44,19
Desrespeitar a sinalização ou as ordens de um agente de trânsito resulta em uma multa de 50% do valor de uma infração leve, que também é de R$ 44,19
A Tracbel Agro abre portas de novo Centro de Serviços e Treinamento John Deere em Bebedouro (SP). A nova instalação amplia a estrutura de apoio ao cliente da marca na região do interior de São Paulo com a também recente inauguração de concessionária em Votuporanga.
A unidade de Bebedouro será responsável por treinamentos para operadores das máquinas e técnicos da rede das lojas espalhadas por todo o Norte e Noroeste de São Paulo. Com área construída de 4,5 mil m² em um terreno de 28 mil m², o local abriga show room, oficinas para manutenção, pintura, estrutura voltada para serviços rápidos, estoque de peças, salas de treinamento e reuniões, pátio para exposição, estacionamento e refeitório.
De olho em consolidar sua influência no mercado de veículos elétricos brasileiro, a GWM oficializou que sua nova fábrica no país começa a operar ainda esse ano; confira!
Haval H6 (Foto: Gervasio Henrique/Garagem360)
Nova fábrica da GWM já tem data para início das atividades
A nova fábrica da GWM no Brasil começará suas operações até o fim de 2024.
A planta da Great Wall Motors em Iracemápolis (SP), encontra-se atualmente em estágio de pré-produção.
Porém, a GWM recebeu nesta segunda-feira (19), a homologação do Programa Mover, que permite à fabricante ampliar sua atuação no país.
Como não poderia ser diferente, a GWM começará suas atividades com o Haval H6, principal veículo da marca no mercado nacional.
Pré-produção
Antes de começar a fabricar de fato seus veículos para o Brasil, a GWM tem testado e ajustado novos equipamentos da linha de montagem.
A chamada fase de pré-produção serve para verificar os processos de manufatura e de controle de qualidade.
Até o ano que vem, a GWM começará a produzir em série seus modelos para o mercado local.
“Com a homologação será possível transferir gradualmente todos os processos produtivos, atualmente realizados na China, para nossa fábrica em Iracemápolis, no interior de São Paulo”, destaca Marcio Alfonso, diretor de Engenharia, Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da GWM Brasil.
Ora GT (Foto: Divulgação)
Homologação do Programa Mover
Antes de começar a operar de fato, a GWM recebeu a homologação para o Programa Mobilidade Verde e Inovação (Mover).
A nova política industrial brasileira voltada para a sustentabilidade e inovação na indústria automotiva permite aos chineses ampliar a atuação no país e acelerar o processo de nacionalização de peças e desenvolvimento de fornecedores locais.
Com foco na engenharia nacional, a GWM pretende lançar seu centro de inovação, engenharia e homologação de veículos e componentes até o final deste ano.
Foto: Gervasio Henrique/Garagem360
50 mil veículos por ano
Atualmente, a fábrica da GWM em Iracemápolis (SP) está passando por uma modernização que visa ampliar sua capacidade de produção de 20 mil para 50 mil veículos por ano.
Nos próximos anos, a expectativa é atingir a marca de 100 mil unidades fabricadas na planta.
A unidade começará a atuar com a produção do monobloco, soldagem, tratamento superficial, pintura, montagem final e testes, montagem de chassis, freios, eixos e sistemas elétricos.
Uma das principais metas da organização da fábrica é a montagem das baterias de lítio, consolidando ainda mais a presença da GWM no mercado brasileiro.
Ao todo, a GWM estabeleceu uma lista de mais de 100 componentes para serem produzidos localmente com uma taxa ajustável de nacionalização superior a 60%.
O Jeep Renegade pode até ter perdido a liderança no seu segmento. Contudo, ele ainda merece uma avaliação especial na hora de escolher o seu próximo SUV. A seguir, revelamos os preços e os principais atributos do utilitário esportivo. Acompanhe!
Relatório mostra quais foram os SUVs mais vendidos do Brasil no 1º semestre de 2024 – Print – Garagem360/Fenabrave
E, apesar do Jeep Renegade não ter conquistado uma boa posição nem no pódio do seu segmento, a jornalista Nicole Santana destacou, em teste realizado pelo Garagem360, que o veículo da Jeep ainda é uma boa opção de compra.
O SUV está mais robusto, eficaz e versátil. Logo de cara, percebe-se que o design traseiro foi atualizado, com faraós e lanternas Full Led em todas as versões.
Tecnologia
Neste quesito, o destaque vai para a central multimídia com espelhamento sem fio, que contém todos os recursos tecnológicos necessários para uma boa experiência a bordo.
Segurança
O SUV sai de fábrica com 6 airbags de série. De acordo com a fabricante, são 2 frontais, 2 laterais e 2 laterais do tipo cortina. Tudo isso para oferecer o máximo de segurança na pista.
Já a versão Willys, ainda dispõe de um airbag adicional para os joelhos do condutor.
Conforto
(Foto: Nicole Santana/Garagem360)
Ao dirigir o Jeep Renegade, percebe-se que a montadora teve uma preocupação extra em oferecer uma boa dirigibilidade para o motorista. Isso fica mais evidente com o volante multifuncional.
De maneira resumida, trata-se de um recurso que permite ativar comandos de voz. Por meio dele, você pode selecionar a melhor música e gerenciar as suas ligações, sem tirar as suas mãos do volante.
Performance
O T270 oferece uma boa performance em diversos tipos de terrenos. Para se ter uma ideia, são 185 cv e 27,5 para que você tenha o máximo de segurança no volante.
Qual o valor do Jeep Renegade hoje?
Os valores variam de acordo com cada versão. São eles:
O Jeep Renegade Sahara 2025 é uma nova versão do modelo, que traz diversas novidades.
Acompanhe o Garagem360 e confira a seguir tudo sobre o Jeep Renegade Sahara 2025: ficha técnica, preço, itens de série e motorização.
(Foto: Divulgação/Jeep)
Novidades marcam Jeep Renegade Sahara 2025
O Jeep Renegade Sahara 2025 apresenta um visual exterior robusto e moderno, com linhas refinadas e mantendo a essência off-road.
O destaque visual do modelo é sua frente robusta, que se completa com os faróis em LED e as rodas de liga leve de 18 polegadas.
Além dos faróis em LED, o Renegade Sahara 2025 também conta com lanternas em LED, luzes de rodagem diurna em LED, acendimento automático dos faróis, faróis de neblina e comutação automática dos faróis.
A versão traz também novidades em relação ao visual, como frisos laterais na cor do veículo, badge do modelo, soleira metálica, teto pintado em preto e teto solar panorâmico.
(Foto: Divulgação/Jeep)
Internamente, o Jeep Renegade Sahara 2025 está equipada com vários equipamentos, que agregam mais conforto e comodidade para todos os ocupantes.
A configuração conta com uma central multimídia com tela de 8,4 polegadas com espelhamento sem fio via Android Auto e Apple CarPlay, carregador de celular por indução e painel de instrumentos com tela TFT de 7 polegadas.
O veículo também não decepciona no quesito conforto. A cabine está equipada com bancos em couro, aletas para mudança de marcha no volante, ar-condicionado digital de duas zonas, tomada 12V, entradas USB e sistema de som com seis alto-falantes.
O pacote de segurança é outro ponto de destaque do Jeep Renegade Sahara 2025. A versão oferece monitoramento da pressão dos pneus, seis airbags, piloto automático, frenagem autonôma de emergência, sensor de chuva e aviso de mudança de faixa.
(Foto: Divulgação/Jeep)
Confira a seguir a fichatécnica do Jeep Renegade Sahara 2025:
Uma nova lei prevê isentar motociclistas de pagar pedágio em estradas federais e estaduais, afim de garantir mais facilidade e propocionar uma redução nos custos para transitação.
De forma mais clara, o projeto de lei é proposto pelo deputado Pastor Sargento Isidório, e, se aprovado, isenta determinados motociclistas das taxas atribuídas às respectivas rodovias.
Acompanhe o Garagem360 e entenda mais detalhs da proposta!
Nova lei prevê isentar motociclistas de pagar pedágio em estradas federais e estaduais
O Projeto de Lei 2322/24, iniciativa do deputado Pastor Sargento Isidório, promete ser um marco para os usuários de motocicletas nas estradas do país.
De forma simples e breve, o objetivo é bastate claro e consiste na ideia de isentar o pagamento de pedágios para motos, o que, se confirmado, poderá diminuir drasticamente os gastos de transporte para inúmeros trabalhadores que dependem de suas motocicletas para sustento.
Isso porque, segundo o autor do PL, a maioria dos motociclistas que serão abrangidos por essa medida são trabalhadores de renda baixa que escolhem este meio de transporte pela acessibilidade e pela economia de combustível.
“Isentá-las de pedágios contribuirá para a redução do custo de vida e para a mobilidade desses cidadãos”, pontua o parlamentar.
Vale destacar quea efetivação da isenção ainda depende da aprovação do projeto pelas comissões responsáveis, como as de Viação e Transportes; Finanças e Tributação; Constituição, Justiça e Cidadania, além da necessária validação final pelo Senado.
É dever de todo e qualquer motorista efetuar o pagamento do pedágio, quando necessário. Dessa forma, quem não cumpre com o estabelecido comete uma infração grave.
Trabalhar como motorista de app exige cuidado especial com o veículo, já que está sujeito a um desgaste maior devido ao volume de viagens e às diversas condições de tráfego. Para garantir a boa vida útil, assim como a segurança no trabalho, é preciso seguir algumas orientações de manutenção.
5 pontos importantes para a segurança no trabalho dos motoristas de app
Segundo Hiromori Mori, consultor de Assistência Técnica da Niterra, carros usados por motoristas profissionais tendem a enfrentar condições de uso muito mais rigorosas.
Eles podem rodar com esses carros até dez vezes mais do que os outros condutores, enfrentam tráfego intenso, baixas rotações do motor e paradas frequentes.
Himori lista 5 cuidados principais:
1- Lubrificação, óleo e filtros
Os fluidos do carro, como óleo de motor, óleo de direção, bem como os filtros precisam estar à frente do plano de manutenção da montadora para garantir a vida útil do motor.
Por exemplo, se o fabricante recomenda a troca do óleo do motor com 10 mil km, troque-o com 7 mil, por conta das condições mais severas.
2- Arrefecimento e fluido de arrefecimento
Nada de usar somente água no radiador. Himori esclarece que o fluido de arrefecimento é essencial para a troca de calor entre o motor e o radiador, deve estar sempre em bom estado.
“Para preservar o fluido, deve-se evitar o uso de água de torneira ou não desmineralizada, verifique o nível correto regularmente, caso esteja baixando é indicativo de irregularidade no sistema”, destaca Himori Mori.
3- Undercar, condições dos pneus, suspensão e freios
A segurança do veículo e do motorista depende diretamente das boas condições desses componentes. Por isso, a manutenção de cada dos pneus, suspensão e freios precisa ser feita por profissionais qualificados, utilizando ferramental específico.
Alinhamento e balanceamento são os cuidados básicos com os pneus – Foto: Shutterstock
4- Sistema de injeção e ignição
Himori explica que o sistema de injeção mede a massa de ar e calcula a quantidade de combustível injetado no motor. Já o sistema de ignição é responsável por inflamar a mistura de ar com combustível. Ambos requerem manutenção.
5- Sistema de iluminação e luzes de sinalização e advertência
O próprio condutor pode inspecionar essas luzes para garantir que todas estejam funcionando corretamente. Em caso de falha em alguma delas, corra para uma oficina para fazer a troca, pois garante a segurança, não somente dos motoristas como dos demais usuários da via.
O carro perde mais vida útil no Uber?
Sim, em condições de uso urbano, a rotina dos motoristas dos motoristas de app é considerada de uso severo. Isso exige uma manutenção mais frequente em relação a um proprietário de uso comum.
“Frequentemente, essas manutenções são vistas como um gasto adicional com o automóvel. No entanto, asseguram a segurança, a economia de combustível, o nível correto de emissões e, especialmente para essas categorias onde o custo com o combustível é altamente impactante, garantem uma maior durabilidade do veículo”, afirma Hiromori Mori.
Himori explica que a maioria das montadoras elaboram em seus manuais um plano de manutenção com quilometragens recomendadas e itens que devem ser verificados e substituídos nessas condições.
Com o tema “A mobilidade verde e a transição energética”, o Simea 2024, Simpósio Internacional de Engenharia Automotiva, começou nesta quarta-feira, 21, com foco nas novas tecnologias em curso no setor e principalmente na importância do Mover, o novo programa do setor, no desenvolvimento da indústria brasileira.
Apesar dos desafios ainda existentes, foi posição consensual nas palestras de abertura do evento, que se estende até quinta-feira, 22, no Novotel São Paulo Center Norte, o protagonismo que o Brasil pode ter no cenário mundial a partir dos investimentos programados em função do Mover.
Promovido pela AEA, Associação da Engenharia Automotiva, a 31ª edição do Simea teve como presidente de honra o CEO da Toyota Brasil, Evandro Luiz Maggio. Em seu discurso, ele destacou que “com o etanol e sua junção com a eletrificação, o Brasil pode ser o grande protagonista da transição energética mundial”.
A relevância do Mover também foi destacada pelo presidente da AEA, Marcus Vinicius Aguiar. “Vivemos um momento de transformação sem precedentes e com o novo programa automotivo poderemos mostrar à sociedade brasileira sobre os próximos passos que o Brasil seguirá”.
O diretor do Sindipeças, Gábor Deák, fez uma metáfora do momento atual com filmes de suspense, dizendo que o setor passou por uma série de sobressaltos e ainda está no olho do furacão. Mas destacou as vantagens competitivas do Brasil no que diz respeito à descarbonização, mostrando crença no futuro da indústria nacional.
Diretor técnico da Anfavea, Henry Joseph Jr. foi outro palestrante a falar do protagonismo do Brasil no contexto global. “Devido aos nossos recursos naturais, poderemos estar na liderança em sustentabilidade. Vamos ter sucesso”, previu.