Autor: automoveis

  • Dia dos Pais: dicas de presentes para fãs de Ayrton Senna

    Dia dos Pais: dicas de presentes para fãs de Ayrton Senna

    No próximo domingo (11), será celebrado o Dia dos Pais. Se o seu progenitor for fã de automobilismo e do piloto Ayrton Senna, confira algumas dicas de presentes que não tem como ele não gostar. 

    Foto: Divulgação/Fórmula 1

    Dicas de presentes do Ayrton Senna para os pais

    O Brasil é um país de apaixonados por automobilismo, e muito disso se deve ao legado do piloto Ayrton Senna. 

    Além disso, neste domingo (11), será celebrado o Dia dos Pais, quando poderemos presentear nossos papais com algo inesquecível. 

    É o caso, por exemplo, de unir o útil ao agradável com presentes inspirados na história do tricampeão de Fórmula 1. 

    Veja sugestões de recordações que vão de peças de vestuário a coleção de joias, além de produtos para performance. 

    Camiseta ‘’Influencer’’ Senna

    Quem nunca presenteou o pai com uma camiseta que atire a primeira pedra. 

    Agora, você pode até repetir essa dose, porém com algo muito mais marcante como a camiseta da Reserva, com a frase ‘’Influencer’’ acima da foto do lendário piloto brasileiro, Ayrton Senna. 

    Foto: Divulgação

    Boné 

    Se a ideia de camiseta não agrada muito e seu pai curte boné, com certeza ele gostará de receber um item da Senna Brands em parceria com o Comitê Olímpico do Brasil (COB). 

    A peça exclusiva, amarela, traz as listras no formato do capacete usado pelo tricampeão. 

    Pingente de capacete de ouro

    Uma opção de presente que certamente fará com que você se destaque e deixe sua marca é o pingente em ouro amarelo com o formato de capacete e viseira em ouro branco. Também há o objeto de luxo com resina nas listas verde e azul.

    Foto: Divulgação

    Tênis Asics Senna Legacy

    Outro item que dificilmente traz margem para erro é o tênis de performance da Asics em parceria com a marca Senna. 

    Juntos, eles desenvolveram um tênis inspirado no azul do clássico boné usado por Senna.

    Além disso, o item é próprio para otimizar a prática esportiva e como não poderia ser diferente, homenageia o legado do piloto lendário. 

    Foto: Divulgação

    Capinha, garrafa e copo térmico

    A última dica não é um produto só, mas um kit, afinal seu ‘’velho’’ merece presentes no plural, certo? 

    Pensando nisso, a Gocase, lançou uma coleção de capas de proteção para celular, copos e garrafas térmicas e powerbanks com estampas que vão das mais clássicas às mais modernas. 

    Os itens fazem menção ao icônico capacete de Ayrton Senna e também projetam stickers e desenhos inspirados em grandes momentos da carreira do piloto. 

    De quebra, ainda é possível personalizar os itens com o nome do seu pai, para ele se sentir único. 

    Confira também: Shell e marca Senna lançam “novo etanol”: conheça as vantagens do combustível

    Gervásio HenriqueJornalista com maior experiência profissional no setor automotivo. Atualmente redator do Grupo Gridmidia com foco no portal Garagem360.

    Temas como: mobilidade, serviços e setor de caminhões estão entre as preferências.



    Fonte: Garagem 360

  • Porsche Cayenne S E-Hybrid Coupé 2025: fusão elegante de esportividade e eficiência

    Porsche Cayenne S E-Hybrid Coupé 2025: fusão elegante de esportividade e eficiência

    O Porsche Cayenne S E-Hybrid Coupé 2025 está disponível com uma combinação de esportividade, eficiência e tecnologia.

    Acompanhe o Garagem360 e confira a seguir tudo sobre o Porsche Cayenne S E-Hybrid Coupé 2025: ficha técnica, preço, itens de série e motorização.

     

    (Foto: Divulgação/Porsche)

    Itens de série são fusão elegante de esportividade e eficiência

    O Porsche Cayenne S E-Hybrid Coupé 2025 é uma fusão elegante de esportividade e eficiência, destacando-se pelo seu visual exterior imponente e moderno.

    Com um design mais agressivo que a versão SUV tradicional, o Coupé apresenta uma linha de teto inclinada, conferindo uma aparência mais aerodinâmica e esportiva.

    O visual é destacado pelos faróis e lanternas traseiras em LED, carroceria mais larga na parte traseira e rodas de liga leve de 21 polegadas.

    No interior, o Cayenne S E-Hybrid Coupé 2025 conta com acabamento de alta qualidade, com bancos esportivos confortáveis e uma posição de assento baixa e ergonomicamente ajustada, proporcionando uma boa experiência de condução.

     

    (Foto: Divulgação/Porsche)

    O veículo da montadora alemã também está equipado com o mais recente sistema Porsche Communication Management (PCM). A multimídia inclui uma tela sensível ao toque de alta resolução que controla as funções de navegação, áudio e conectividade com smartphones via Apple CarPlay e Android Auto.

    Além disso, a cabine conta com volante multifuncional, climatização automática de quatro zonas, carregador de celular sem fio, sistema de som Surround Bose e entrada USB.

    Em relação à segurança, o Cayenne S E-Hybrid Coupé 2025 vem equipado com uma série de sistemas avançados de assistência ao motorista.

    O pacote de proteção inclui câmera com visão de 360º, assistente de estacionamento, assistência em permanência e mudança de faixa, aviso de colisão, entre outros.

     

    (Foto: Divulgação/Porsche)

    Para ficar por dentro de tudo o que acontece no ramo automotivo, fique ligado no Garagem360 e confira todas as informações sobre o mercado automotor.

    Além disso, acesse carros da Porsche para conhecer todos os modelos da montadora.

    Aqui no Garagem360 você também pode comparar vários veículos. Basta acessar o compare veículos do nosso site e relacionar diversos modelos.

    Confira a seguir a ficha técnica do Porsche Cayenne S E-Hybrid Coupé 2025:

    Alisson Wieder

    Alisson WiederRedator da Agência Grid Mídia – Garagem360 desde 2022. Experiência na área de Assessoria de Imprensa e sites esportivos.



    Fonte: Garagem 360

  • Novo SUV da Toyota para a África do Sul faria sucesso no Brasil; será que vem?

    Novo SUV da Toyota para a África do Sul faria sucesso no Brasil; será que vem?

    A Toyota expande sua gama de SUVs com o lançamento do Starlet Cross na África do Sul. O novo SUV da Toyota é fruto da parceria estratégica com a Suzuki para mercados emergentes na África e Oriente Médio. 

    Se viesse para o Brasil seria uma boa opção? 

    Starlet Cross – conheça o Novo SUV da Toyota  – Foto: Divulgação

     

    Starlet Cross – conheça o Novo SUV da Toyota 

    De acordo com o portal Car Coops, o Starlet deriva diretamente do Suzuki Fronx ou seja, as duas montadoras usaram uma técnica de rebadge (renomeação) e inseriram o modelo no mercado Sul-africano como o SUV de entrada. Por lá, vai ficar abaixo do Urban Cruiser e do Corolla Cross.

    O Fronx é baseado em um hatchback e não um SUV, o Baleno. Para completar a bagunça, o modelo é produzido na Índia e lá se chama Taisor. 

    Veja aqui uma matéria sobre o Suzuki Fronx

    O estilo é idêntico nos três modelos: Starlet, Taisor e Baleno. De próprio, o modelo sul-africano só tem o para-choque dianteiro, aos emblemas e aos gráficos de LED nos faróis divididos e lanternas traseiras de largura total.

    Quanto à motorização, o Starlet sul-africano é equipado com um motor 1.5 aspirado a gasolina de 105 cv, com opções de câmbio manual de 5 marchas ou automático de 4 velocidades. 

    Já na Índia tem também conta com motor 1.0 turbo de 3 cilindros a gasolina com 100 cv e 1.2 aspirado de 4 cilindros com 90 cv. A transmissão pode ser manual de 5 marchas ou automático de 6 velocidades.

    Starlet Cross – Novo SUV da Toyota  – Foto: Divulgação

    Independente do país em que é vendido, suas dimensões são compactas: 3.995 mm de comprimento, 1.550 mm de altura e 1.765 mm de largura. A título de comparação é menor que o Pulse com seus 4.099 mm de comprimento, 1.774 mm de largura e 1.580 mm de altura. 

    Moderno e honesto

    O nível de equipamentos surpreende, principalmente por ser um modelo voltado para o público mais “econômico”. É equipado com ar-condicionado, LEDs diurnos, sistema de entretenimento de 7 ou 9 polegadas, entradas USB, carregador por indução, até 6 airbags (apenas 2 na versão básica), entre outros. 

    Na África do Sul, a faixa de preço do SUV varia entre 299.900 e 359.300 rands, algo em torno de R$ 91.800 e R$ 109.900 numa conversão direta sem taxas. 

     

    Starlet Cross interior – Foto: Divulgação

    Será que o novo SUV da Toyota vem para o Brasil? 

    Possivelmente não vem para o Brasil, ainda mais com a chegada já confirmada do Yaris Cross. Se viesse, o Starlet ocuparia justamente essa posição, onde um roubaria o espaço do outro. 

     

    Robson QuirinoSou Robson Quirino. Formado em Comunicação Social pelo IESB-Brasília, atuo como Redator/ Jornalista desde 2009 e para o segmento automotivo desde 2019. Gosto de saber como os carros funcionam, inclusive a rebimboca da parafuseta.



    Fonte: Garagem 360

  • Péssima notícia para os motoristas brasileiros: combustível volta a doer no bolso

    Péssima notícia para os motoristas brasileiros: combustível volta a doer no bolso

    Se tem uma coisa que assusta os motoristas brasileiros são as variações no preço do combustível, e desta vez, a notícia não é das melhores… 

    Foto: Pexels

    Combustível em alta

    O combustível no Brasil é um tema que afeta e muito o dia a dia dos brasileiros, principalmente em períodos como julho, onde foram registradas altas do produto. 

    De acordo com levantamento da Veloe em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), o cenário no último período foi de alta abrangente nos valores dos combustíveis em todo o país. 

    O principal causador da variação foi o recente reajuste anunciado pela Petrobrás, que elevou em 7,1% o preço da gasolina para as distribuidoras. 

    Os dados fazem parte do Monitor de Preços de Combustíveis de julho de 2024. 

    Foto: Divulgação

    Praticamente todos combustíveis aumentam

    Segundo dados do monitor, entre os meses de junho e julho, praticamente todos os combustíveis tiveram alta em seus preços. 

    Entre os combustíveis com maior variação de preço (aumento), destaque para o etanol (+5,2%) e a gasolina comum (+3,5%). 

    Levando em conta o balanço parcial de 2024, todos os combustíveis tiveram aumento, liderados novamente por etanol (+14,4%) e gasolina comum (+7,5%). 

    Já quando a avaliação é sobre  os últimos 12 meses, cinco dos seis combustíveis monitoradas registraram valorização: 

    • Diesel comum: +20,5%

    • Diesel S-10: +20%

    • Gasolina comum: +8,3%

    • Gasolina aditivada: +7,7%

    • Etanol: 6,1%

    GNV é exceção

    O único combustível monitorado por avaliações especializadas que não registrou aumento de preço parcial ou nos últimos 12 meses foi o GNV (Gás Natural Veicular). 

    O GNV apresentou baixa de -0,8% no balanço parcial de 2024 e queda de 1% nos últimos 12 meses. 

    É melhor usar etanol ou gasolina?

    Gasolina. Com as recentes variações e novos preços dos combustíveis, neste momento, compensa mais utilizar a gasolina. 

    Mesmo que a razão entre os preços do etanol e da gasolina (70,4%) nos estados, não demonstre uma clara vantagem, ainda assim, o maior encarecimento do etanol, dá vantagem à gasolina. 

    Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

    Bola de neve dos combustíveis

    Com o novo período de alta dos combustíveis no Brasil, as consequências para a sociedade não atingem apenas quem se desloca com veículos particulares. 

    Os custos para o transporte público, assim como, a inflação de outros produtos e serviços, passam a ficar pressionados, o que pode desencadear um impacto ainda maior no bolso do brasileiro. 

    Veja também: Nada de carro elétrico: 1, 2 e 3 novos tipos de combustíveis que podem mudar o futuro do setor

    Gervásio HenriqueJornalista com maior experiência profissional no setor automotivo. Atualmente redator do Grupo Gridmidia com foco no portal Garagem360.

    Temas como: mobilidade, serviços e setor de caminhões estão entre as preferências.



    Fonte: Garagem 360

  • Público surpreende positivamente na Lat.Bus

    Público surpreende positivamente na Lat.Bus

    Com participação das principais montadoras de veículos pesados do Brasil e foco em eletrificação e biocombustíveis, a Lat.Bus 2024 teve movimento surpreendente em seus dois primeiros dias, com mais de 15 mil visitantes, dos quais 8 mil na quarta-feira, 7.

    O balanço foi divulgado pela OTM Editora, organizadora do evento, que esperava esse total nos três dias da feira que acontece no São Paulo Expo e se encerra nesta quinta-feira, 9.

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    Outra marca superada foi a de países presentes no evento, em total de 22 tanto em marcas expositoras como em visitantes.

    “O mercado mostra que já se recuperou dos efeitos da pandemia e voltou aos patamares de excelência na produção e comercialização de ônibus para operações urbanas e rodoviárias. A presença de compradores internacionais indica que o volume de operações está aquecido”, comenta Marcelo Fontana, diretor da OTM Editora.

    A previsão é a de superar as 2,5 mil vendas de ônibus registradas na edição de 2022. O sucesso do maior evento de transporte público da América Latina foi comentado na quarta-feira, 7, pelo presidente da Anfavea, Márcio de Lima Leite, que destacou a coincidência de a feira acontecer no momento de alta relevante na produção e nas vendas do segmento:

    “Ao participar da Lat.Bus, a Anfavea reafirma seu compromisso com a mobilidade ambientalmente responsável e com o principal modal de transporte urbano que é o ônibus. Nesta edição, nossas associadas apresentam o que há de mais moderno em termos de tecnologias nacionais de propulsão ligadas à descarbonização, segurança e eficiência para o transporte público”.

    A Lat.Bus ocupa dois pavilhões do Expo São Paulo, totalizando quase 30 mil m ², quase o dobro da edição anterior.

    Além da exposição de veículos, peças e tecnologias para o transporte coletivo em todas as suas modalidades (urbano, rodoviário, fretamento e turismo), diversos eventos de conteúdo marcam o evento, entre os quais o Seminário Nacional da NTU e a 118ª Reunião do Fórum Nacional de Secretários, Secretárias e Dirigentes de Mobilidade Urbana.


    Foto: Divulgação/Lat.Bus



    Fonte: Auto Industria

  • Com precaução, HPE semeia expansão da Mitsubishi no Brasil

    Com precaução, HPE semeia expansão da Mitsubishi no Brasil

    Entrevista a Alzira Rodrigues e George Guimarães

    Executivo com mais de três décadas no setor automotivo, o engenheiro Mauro Correia assumiu o cargo de CEO da HPE Automotores, representante e fabricante de modelos Mitsubishi e Suzuki no Brasil, no início do ano passado. Como ele mesmo afirma nesta entrevista exclusiva ao AutoIndústria, sua missão era reenergizar a empresa, criar  um espírito mais combativo, uma mentalidade um pouco mais ágil, de que tudo vai dar certo.

    De fato, a HPE trilha novo caminho desde então. Em 2024, após um 2023 de negócios em baixa, registra crescimento de 40% nos licenciamentos da linha Mitsubishi, três vezes mais do que a média do mercado, ao mesmo tempo que aumenta a capilaridade de sua rede de concessionárias e pontos de vendas.

    Mais e ainda mais importante: anunciou investimentos de R$ 4 bilhões. Os recursos serão destinados a dobrar o portfólio de veículos produzidos na fábrica goiana de Catalão — restrito atualmente a apenas dois —, inclusive com vistas à eletrificação e ingresso em novo segmento. Correia antecipa que pelo menos um dos novos veículos será inédito, ainda em desenvolvimento no Japão.

    Além de esclarecer estratégias comerciais e de gestão, Correia confirma que parte do dinheiro será encaminhada para aumentar a eficiência da planta goiana, base produtiva também do Suzuki Jimny, mas “sem aumentar um metro quadrado construído”.

    As melhorias, assegura, objetivam aumento da produção para atendimento do mercado interno — “Não temos estoque. O que produzimos hoje o mercado está absorvendo” — e, a depender ainda de negociação com a Mitsubishi no Japão, eventual transformação da operação local em base exportadora para América do Sul.

    A Mitsubishi está crescendo o triplo do que o mercado brasileiro em 2024. Essa evolução é  episódica ou há uma estratégia a sustentar esse índice?

    É uma somatória de fatores. Temos os consumidores amantes da liberdade, aqueles que querem ir com o carro para qualquer local, em qualquer momento, e ele sabe que os Mitsubishi vão. A marca sempre teve imagem de produtos de alta qualidade, duráveis, confortáveis e, além disso, promove experiências únicas com os clites. Há 30 anos temos o rali de regularidade e há 25 anos a Mit Cup, o maior rali de velocidade monomarca da América Latina, do qual participam os consumidores,  que têm equipes, seus carros de competição produzidos dentro da nossa fábrica. Já fizemos mais de 700 deles ao longo desses anos. Criamos ainda o Outdoor, rali de regularidade mesclado com atividades esportivas entre parentes, amigos, e o Mit Experience, no qual convidamos CEOs de empresas para passeios off-road, quando falam também de negócios, economia, família em um ambiente descontraído e com veículos que permitem que essas pessoas acessem locais que não poderiam acessar com um carro comum, sem um veículo 4×4. Temos, portanto, ferramentas espetaculares também para estourarmos essa bolha, trazer mais consumidores para dentro da marca.

    O índice de fidelização dos consumidores deve ser alto então?

    Altíssimo! Quase 65% dos clientes que têm Mitsubishi compram outro carro da marca. Muito maior do que a média do mercado. Então quando observei esse quadro, entendi que temos que reforçar essa relação. E isso tem sido feito desde o ano passado. Estamos ampliando nossa rede, crescendo o número de pontos de vendas. Hoje, entre showrooms e concessionários completos, são 121 pontos. E serão abertos mais onze até o fim do ano. Por outro lado, temos o Eclipse, único SUV da categoria 4×4 que não é diesel, a um preço competitivo, com teto solar panorâmico, vários equipamentos de segurança. Então, olhando tudo isso, trabalhamos para fomentar mais os nossos eventos, ampliar rede de atendimento e reposicionar nossa linha, tanto do Eclipse quanto da picape Triton, como do Pajero. Criamos um plano que para durar e que tem dado resultado, felizmente.

    Dá para manter esse patamar de crescimento no segundo semestre?

    Nesse caso, teremos um desafio maior, que é toda essa bagunça no transporte marítimo, com falta de navios por conta da guerra no Oriente Médio e com o canal do Panamá que ficou muito tempo com o nível de água muito baixo. Não é um problema só nosso, claro. Mas temos componentes suficientes para continuarmos acelerando a produção.

    A HPE anunciou investimentos de R$ 4 bilhões até 2032. Quais serão as principais diretrizes que nortearão esse ciclo?
    Para poder crescer vendas, é preciso ampliar o portfólio ou ter produtos diferenciados dentro dele. Esse é o primeiro ponto. O segundo é que não adianta ter um portfólio sem rede de distribuição forte, com boa capilaridade. E o terceiro é que não adianta fazer tudo isso se não comunicarmos o que está que está acontecendo, mostrar os novos produtos. Então estamos desenvolvendo essas três linhas de atuação em paralelo.

    E esses novos produtos estarão no mercado logo?

    Dois deles chegarão entre o final deste ano e início do próximo, e outros que ainda estamos estudando. Isso exigirá novos equipamentos, treinamento, adequação da fábrica. Do outro lado, também há um trabalho minucioso para atendimento e ampliação da rede de concessionárias. E não estamos falando de megalojas, mas de um showroom pequeno e que tenha pós-venda. Ou seja, com investimento menor, aumenta-se a capilaridade. Para comunicar, temos o projeto de transformação digital, um trabalho que resultará em breve no lançamento de uma nova plataforma, e o projeto agro, pelo qual vamos ao campo para entender o que os proprietários rurais, fornecedores de insumos e empresas necessitam. São formas de nos aproximarmos do consumidor e que não têm nada a ver com a publicidade.

    “Criamos um plano que para durar e que tem dado resultado, felizmente.”

    A Mitsubishi atua com SUVs e picapes, segmentos alvos de dezenas de lançamentos de várias marcas nos últimos anos. Os novos produtos serão para diversificar segmentos, como no passado, ou seguirão nos atuais? 

    Esse é um ponto muito importante. A Mitsubishi já teve um portfólio muito maior e veículos em segmentos para os quais também não existiam concorrentes. É só lembrar do TR4, cujo único concorrente era o Suzuki Jimny, também fabricado pela HPE. Teremos, sim, um produto que entrará em novo segmento. Perdemos um segmento importante com o fim do ASX, um carro que vendia bastante. Mas não vejo a Mitsubishi concorrendo abaixo dessa faixa, porque aí entraríamos em mercado de alto volume, uma briga de foice por descontos, o que não é o perfil da nossa marca. O nosso território é entregar valor agregado. Então estamos estudando seriamente isso, tivemos uma reunião no Japão em julho e outra agora no começo de agosto.

    Teremos um modelo Mitsubishi eletrificado?

    Sim, é um dos que vamos lançar o ano que vem.

    Mas montado aqui?

    Também, mas não esse que vem em 2025. Novas tecnologias fazem faz parte, sim, dos nossos planos e da cultura da marca. É só olhar um pouco lá para trás. Em 2010, a Mitsubishi foi a primeira a lançar um carro puramente elétrico. Estava muito à frente do tempo, quando não existia a pressão da sociedade pela descarbonização. Os japoneses então deram um passo atrás e agora, com muita calma, começaram a desenvolver os novos produtos. É norma na cultura japonesa desenvolvimento e execução com os pés no chão. Mas nossa fábrica poderia produzir um carro híbrido, claro.

    mauro correia

    Catalão faz hoje a picape Triton e o SUV Eclipse. O terceiro produto nacional chega quando afinal?

    Não tenho uma data acertada porque estamos finalizando o tempo de desenvolvimentos específicos para o mercado brasileiro. Em julho tivemos um grupo da engenharia discutindo o que podemos acelerar no desenvolvimento para o Brasil. Este mês virão o vice-presidente mundial junto com o diretor global para visitas a empresas de engenharia e fornecedores. Será após isso que vamos fechar o cronograma e aí cravar a data de produção.

    Então não será no ano que vem, pelo jeito?

    No curto prazo não se consegue fazer nada. Principalmente porque é um carro que também ainda está em desenvolvimento lá fora, com novo motor etc.

    Mas quantos modelos sairão da fábrica goiana no futuro?

    No ciclo todo, pretendemos ter quatro veículos montados lá. Só não posso precisar ainda em que período.

    Por falar em Catalão, qual o encaminhamento da HPE para a marca Suzuki lá?

    Queremos ter mais produção e estamos discutindo com Suzuki também sobre o potencial do mercado brasileiro e sobre a estratégia dela para o Brasil.

    Qual é o índice de nacionalização dos modelos fabricados no Brasil?

    Nacionalizamos o máximo possível para aquilo que é viável dentro de veículos desse perfil. Um pelo outro, devemos estar em torno de 30% ou pouco mais, sempre atendendo toda a legislação de custo local etc. É bom recordar que hoje há somente duas picapes do nosso segmento fabricadas no Brasil. As outras marcas trazem tudo da Argentina, onde há um incentivo fiscal monstruoso, e não pagam imposto de importação. Então não é fácil aumentar a localização.

    A chegada de novos produtos implicará no crescimento físico da fábrica?

    Crescimento físico, propriamente dito, não. A capacidade produtiva instalada é muito boa e os equipamentos básicos são muito bons e flexíveis. O sistema de pintura é totalmente automatizado, com robôs programáveis para qualquer silhueta de veículo. Não há intenção de ampliar nem um metro quadrado construído. Ao contrário, queremos ser mais eficientes e utilizarmos menos espaço, porque cada metro quadrado tem um custo adicional que no final será colocado no carro para poder retornar o capital investido. Estamos fazendo várias mudanças no sistema logístico para isso. Se houver algum aumento, será para estocagem, alguma coisa assim, por conta do crescimento dos volumes, mas mesmo isso queremos evitar. Os investimentos serão realmente para produzir os carros novos, nos equipamentos para isso e na ampliação da rede de distribuição.

    E agora temos que batalhar, e já estamos fazendo isso, na perpetuidade de uma empresa sem incentivo.

    Quanto desse investimento se deveu ao lançamento do Mover? O programa acelerou essas decisões?

    Os estudos já vinham sendo realizados. O Mover é um grande programa para manter o incentivo ao investimento local e, claro, levamos em consideração, mas não quer dizer que tudo foi amarrado em função dele. Um ponto muito importante também foi a extensão do incentivo fiscal até 2032 [para o Centro-Oeste], porque hoje os carros que produzimos em Catalão concorrem com veículos que são importados da Argentina ou do México. Na ponta do lápis, o incentivo fiscal da Argentina para comerciais leves é maior do que no Brasil. Então precisamos de ferramentas para concorrer com esses veículos que vêm da Argentina, se não exportaremos empregos. E agora temos que batalhar, e já estamos fazendo isso, na perpetuidade de uma empresa sem incentivo.

    Qual o papel que caberá à exportação no futuro da HPE?

    É uma discussão muito importante que estamos tendo com o Japão. Ainda não concluímos, mas, sim, há possibilidade de começarmos a exportar do Brasil, ter um projeto para países da América Latina. Mas precisamos ser mais competitivos do que os países da Ásia, onde os carros da Mitsubishi são produzidos e de lá exportados para alguns países da América Latina. Hoje a exportação é muito esporádica, são casos específicos, como concorrências públicas para atender algum segmento ou órgão que precisa de um produto específico. E a HPE é muito competitiva em transformação de veículos. Fazemos dentro de casa produtos para as polícias federal e rodoviária ou para os bombeiros. É a única montadora que faz isso internamente. Até desenvolvemos kits próprios para, por exemplo, mineração. O que estamos discutindo agora é ter o foco também na exportação.

    Isso dependerá dos novos produtos?

    Pode ser a partir do que já temos. Mas tudo isso, se vier a acontecer, será feito em conjunto com a Mitsubishi, nós passaríamos a ser o polo de manufatura e exportação para a região.

    O senhor está à frente da HPE há menos de dois anos. Qual a missão  lhe foi dada para aceitar o comando de uma marca que aqui tem atuação em nichos de mercado?

    Antes de tudo, tenho que reconhecer a competência monstruosa das pessoas que criaram tudo isso, como os fundadores da HPE, que fizeram essa marca muito forte, consolidada. Faltava reenergizar a empresa, melhorar a relação com a rede, talvez com o Japão. Não é que vamos continuar sendo apenas uma marca de nicho, mas sim de volumes crescentes sem perder o  DNA de olhar para o consumidor como um membro da tribo Mitsubishi, de propiciar a ele experiências que ninguém mais oferece e produtos diferenciados. É um grande desafio também entrar na era digital e oferecer produtos, tecnologia e serviços sem esperar que o consumidor vá a uma loja para comprar um automóvel. Nossos clientes também se atualizaram: tínhamos os puramente analógico e agora há também o que nasceu analógico e está se tornando digital e mais aquele que já nasceu digital. Então temos que olhar para essa evolução e nos adequarmos. Simultaneamente também mexemos na área comercial, embora a grande maioria do time sempre esteve aqui. Meu desafio, enfim, era criar um espírito mais combativo, uma mentalidade um pouco mais ágil, de que tudo vai dar certo.

    Pelos números recentes, já está dando certo.

    Não temos do que reclamar. O que é mais bacana é a união de todos, da diretoria, dos gerentes para fazer as coisas acontecerem. Duas semanas atrás fui a Catalão, subi no caixote com microfone na mão e disse para toda a fábrica o que está acontecendo, o caminho que vamos seguir, quais os objetivos, o que já foi cumprido e o que ainda precisa ser feito. A comunicação é grande. Fazemos muito reuniões, que eu chamo reuniões de cafezinho, com os operadores. Reúno 20 pessoas numa sala e peço para me contarem o que está acontecendo, o que eles julgam que precisam. Falamos de futebol, da família. Se quiserem falar do negócio, também falam. O objetivo é uma equipe motivada, alinhada, com o norte bem definido.

    Qual a meta de participação ou vendas a ser atingida em 2024? As eventuais dificuldades logísticas no segundo semestre mencionadas pelo senhor podem atrapalhar o caminho até elas?

    Acho que não, a princípio. Projetamos crescimento em torno de 24% para o ano, o que já é ambicioso. Mas podemos até superar. Estamos bem focados e otimistas. Talvez mantenhamos os 40% registrados até aqui. Uma coisa é fato: não temos estoque de produtos dentro de casa, o que produzimos o mercado está absorvendo.


     



    Fonte: Auto Industria

  • Nissan testa tinta que reduz calor da cabine

    Nissan testa tinta que reduz calor da cabine

    Na era em que a palavra de ordem é descarbonização, a Nissan anuncia o desenvolvimento de uma pintura automotiva que tem por finalidade reduzir a temperatura ambiente do interior de um veículo em dias quentes e, assim, baixar o consumo de energia do sistema de ar-condicionado.

    Em parceria com a Radi-Cool, especialista em produtos de resfriamento radiativo, a montadora investe em uma tinta que incorpora metamateriais, “que são compostos sintéticos com estruturas que apresentam propriedades normalmente não encontradas na natureza e que se comportam de acordo com suas estruturas e não em função de suas composições materiais”, explica a montadora.

    Os testes foram iniciados em novembro de 2023, quando a Nissan aplicou a nota tinta em um veículo de serviço, o NV100, no Aeroporto de Haneda, em Tóquio, que por ter uma grande pista aberta foi considerado o ambiente perfeito para realizar avaliações reais do desempenho do produto sob um ambiente exposto a altas temperaturas.

    Apesar de ainda estar em fase de testes, “os resultados até o momento têm sido impressionantes”, destaca a Nissan. “Estacionado lado a lado sob o sol, um veículo tratado com a nossa pintura fria apresentou redução de até 12º Celsius nas temperaturas da superfície externa e um interior mais fresco de até 5º Celsius em comparação a um veículo com pintura automotiva tradicional”.


    Foto: Divulgação/Nissan



    Fonte: Auto Industria

  • Estudo aponta preferências ao trocar de carro

    Estudo aponta preferências ao trocar de carro

    Foto que mostra um homem feliz depois de comprar um carro novo
    Na hora de trocar de carro, 62% das pessoas começam sua jornada pela internet Crédito

    Estudo aponta preferências ao trocar de carro

    Classificados on-line cresceram muito como forma de procurar um carro novo ou usado. Segundo pesquisa nacional do site Webmotors, 62% dos entrevistados começam sua jornada de compra pela internet e 29% preferem ir direto a uma concessionária.

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  • Neta Auto: nova marca chinesa lança carros a partir de R$ 125 mil

    Neta Auto: nova marca chinesa lança carros a partir de R$ 125 mil

    A fabricante chinesa Neta Auto divulgou os preços dos seus primeiros carros que chegam ao Brasil. A marca novata escolheu o Festival Interlagos 2024, realizado de 9 a 11 de agosto em São Paulo, para se aproximar do público. São três carros 100% elétricos voltados para diferentes segmentos com preços a partir de R$ 124.990.

    De olho no sucesso das compatriotas BYD e GWM, a  NETA Auto tem planos de ampliar sua presença no Brasil. As primeiras concessionárias da marca devem ser abertas até o final de agosto de 2024. A empresa também anuncia garantia de cinco anos ou 150 mil quilômetros para os veículos, além de oito anos ou 180 mil quilômetros para a bateria e o motor.

    O modelo de entrada é o Neta AYA, um um B-SUV 100% elétrico que promete competir em um mercado crescente de veículos elétricos no país. Com um preço inicial de R$ 124.900 para a versão Comfort, e R$ 134.900 para a versão Luxury, o modelo tem preço muito competitivo, inclusive para SUVs à combustão.

    O AYA é equipado com um motor elétrico de 95 cv e torque de 150 Nm. Esse conjunto propulsor permite ao SUV acelerar de 0 a 100 km/h em 12 segundos. A autonomia varia de 263 a 338 quilômetros, dependendo do ciclo de medição, com uma bateria de 40,7 kWh.

    Neta AYA: B-SUV é aposta acessível da marca chinesa / Divulgação

    O modelo tem tela central de 14,6 polegadas desde a opção de entrada, enquanto a versão Luxury adiciona  bancos em couro sintético, ar-condicionado digital dual zone, teto solar panorâmico e sistemas avançados de assistência ao motorista (ADAS).

    NETA X
    NETA X / Divulgação

    Neta X

    Subindo o degrau, o próximo modelo é o Neta X, um SUV médio  com preços entre R$ 194.900 a R$ 214.900. Disponível em três versões: 400, 500 e 500 Luxury, cada uma com diferentes capacidades de bateria e níveis de equipamento. O modelo ocupa uma faixa de preço de SUVs médios à combustão e é mais barato que os chineses híbridos BYD Song Plus ou GWM Haval H6.

    A versão de entrada, Neta X 400, possui uma bateria de 52,49 kWh, oferecendo uma autonomia de até 258 quilômetros. A versão intermediária, Neta X 500, aumenta a capacidade da bateria para 64,14 kWh, estendendo a autonomia para 317 quilômetros.

    Já a versão topo de linha, Neta X 500 Luxury, além da maior autonomia, inclui recursos ADAS mais avançados, como controle de cruzeiro adaptativo, frenagem automática de emergência e assistente de permanência em faixa, além de um sistema de som premium e um head-up display.

    O Neta X  tem 4,61 metros de comprimento, 1,86 metros de largura e 1,62 metros de altura. O porta-malas tem uma capacidade de 508 litros, expansível para 1.388 litros com os bancos rebatidos, o que o torna uma escolha interessante para famílias ou para quem necessita de mais espaço.

    NETA GT
    NETA GT / Divulgação

    Neta GT chega em setembro

    Outra aposta da Neta Auto para o mercado brasileiro é o Neta GT, um cupê esportivo de alto desempenho que ainda não teve os preços divulgados. Ele chega em setembro de 2024 de olho em outro compatriota, o BYD Seal EV.

    Com tração nas quatro rodas e dois motores elétricos que, juntos, produzem 394 cavalos de potência e 620 Nm de torque, o Neta GT é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 3,7 segundos, um milésimo a menos que o Seal.

    O Neta GT tem design esportivo e aerodinâmico, com um coeficiente de arrasto de apenas 0,21, o que contribui para a eficiência energética e a autonomia. Equipado com uma bateria de 74,48 kWh, o GT deverá ter boa autonomia, ainda não revelada.



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Em tempo real, nova Central de Inteligência New Holland

    Em tempo real, nova Central de Inteligência New Holland

    A New Holand acaba de inaugurar em sua fábrica de Curitiba, PR, uma central de inteligência que permitirá monitorar em tempo real todas as máquinas da marca conectadas na América do Sul.

    “Com a nova central, os clientes poderão fazer um tour pela fábrica, além de ver sua máquina conectada em tempo real, checando as informações geradas e conversando com um time de especialistas”, explica Márcio Contreras, diretor de Marketing Comercial da New Holland para a América Latina.

    A tecnologia da Central de Inteligência New Holland integra um ecossistema de conectividade que envolve um time formado por pessoas focadas em resolver alertas gerados pelas máquinas, treinamento de todo o time da concessionária tecnicamente e comercialmente e um time de suporte especializado nas novas tecnologias para o monitoramento.

    “Ou seja, a central de inteligência é o local onde todos os departamentos se conectam. É o ‘cérebro’ das concessionárias. Um local para tomada de decisão e elaboração de plano de ação”, destaca comunicado dilgado esta semana pela New Holand.


    Foto: Divulgação/New Holland



    Fonte: Auto Industria