A Renault Geely do Brasil revelou que o EX2 será produzido no Brasil até o fim deste ano. O modelo 100% elétrico é o segundo carro com produção nacional da marca e será fabricado ao lado do Geely EX5 EM-i.
Ambos os modelos contam com produção esperada ainda para este ano. A produção acontecerá no Complexo Ayrton Senna, no Paraná.
Ao longo de 2026, o Geely EX2 já acumula pouco mais de 10 mil unidades emplacadas no Brasil. O hatch elétrico é o principal produto da marca para o mercado nacional.
O modelo também usa a plataforma GEA e, em 2025, foi o carro elétrico compacto mais vendido do mundo e o mais vendido da China.
Geely EX2: hatch elétrico tem 116 cv e 289 km de autonomia • Rodolfo Buhrer/Divulgação
Como é o Geely EX2?
O carro elétrico é comercializado nas versões Pro e Max. A versão de entrada (Pro) parte de R$ 123.800 e tem autonomia para rodar 289 km com uma carga completa. Em 21 min é possível levar a bateria de 30-80% em uma tomada rápida (DC) de 70 kW.
São 116 cv de potência e 15,2 kgfm de torque. Na aceleração de 0 a 100 km/h, o modelo atinge a velocidade em 10,2 segundos — para ambas as versões.
O Chevrolet Onix 2027 chegou com uma mudança estratégica para voltar a incomodar rivais diretos no mercado brasileiro de hatches. A linha ganhou novas versões, trouxe de volta a configuração aventureira Activ e passou a ter uma opção abaixo de R$ 100 mil com bônus de lançamento.
A principal aposta para preço é o Onix Turbo AT Eco, anunciado por R$ 103.190, com valor promocional de R$ 99.990. A versão usa motor 1.0 turbo movido apenas a etanol, uma escolha que ajuda a reduzir o preço e mira consumidores que ainda olham para Hyundai HB20 e Fiat Argo antes de fechar negócio.
Onix 2027 abaixo de R$ 100 mil vira arma da Chevrolet
O preço promocional coloca o Onix em uma faixa muito sensível do mercado. Abaixo dos R$ 100 mil, o hatch volta a disputar atenção de quem procura um carro compacto, automático e com motor turbo sem precisar migrar para versões mais caras.
Imagem: Divulgação/Chevrolet
Na prática, a Chevrolet tenta atacar por três frentes:
preço de entrada mais agressivo com bônus;
motor turbo em versão a etanol;
reorganização da gama para cobrir perfis diferentes de compra.
A estratégia também ajuda a diferenciar o Onix dentro da própria linha Chevrolet, já que o Sonic passou a ocupar espaço entre os SUVs compactos de entrada.
Versão Activ retorna com visual aventureiro
Outra novidade importante é o retorno do Onix Activ, agora posicionado acima da versão Eco. O modelo tem preço sugerido de R$ 116.190, com valor promocional de R$ 114.990.
A proposta é atrair quem gosta de visual mais robusto, sem necessariamente partir para um SUV. A versão traz suspensão elevada, rack de teto, rodas escurecidas, detalhes externos próprios, painel digital de 8 polegadas e central multimídia de 11 polegadas.
Preços do Chevrolet Onix 2027
Versão
Preço divulgado
Onix 1.0 MT
R$ 102.890
Onix 1.0 MT Pro
R$ 104.390
Onix Turbo AT Eco
R$ 103.190
Onix Turbo AT Eco com bônus
R$ 99.990
Onix Turbo AT
R$ 111.990
Onix Activ com bônus
R$ 114.990
Onix RS
R$ 121.190
Onix Premier
R$ 121.190
HB20 e Argo entram na mira da nova linha
A briga com HB20 e Argo fica mais forte porque o Onix não aposta apenas em preço. O hatch tenta combinar valor promocional, câmbio automático, motor turbo e uma versão aventureira para alcançar públicos diferentes.
O Argo segue competitivo pelo preço de entrada. Já o HB20 tem forte presença no segmento e costuma aparecer entre os hatches mais procurados do país. A diferença é que a Chevrolet agora usa o Onix Eco para criar uma vitrine abaixo de R$ 100 mil, enquanto o Activ tenta pegar o consumidor atraído por carros com aparência mais robusta.
Com isso, o Onix 2027 volta à disputa com um pacote mais amplo. A versão Eco deve ser o destaque para preço, enquanto o Activ dá força à linha em uma faixa onde muitos consumidores já começam a considerar SUVs compactos.
O Fiat Argo entrou em uma fase decisiva no Brasil. Com a nova geração já no radar da marca, o hatch atual aparece com condições agressivas para o público PcD e pode ficar quase R$ 27 mil mais barato em uma das versões.
A maior redução aparece no Argo Drive 1.3 CVT, que tem preço público de R$ 108.990. Na condição PcD, o modelo pode sair por R$ 82.209, uma diferença de R$ 26.781.
Argo atual ganha desconto forte antes da nova geração
O corte no preço chega em um momento estratégico para a Fiat. O Argo atual está em fim de ciclo, enquanto a marca prepara a chegada de uma nova geração baseada no Fiat Grande Panda, hatch que já antecipa uma mudança importante de estilo e posicionamento.
Com isso, o desconto funciona como uma tentativa de manter o modelo competitivo enquanto a renovação não chega às lojas.
A condição mais chamativa aparece justamente em uma configuração automática, ponto importante para o público PcD e também para quem busca mais conforto no uso urbano.
Imagem: Divulgação/Fiat
Versão CVT concentra a maior redução do Argo
A versão Drive 1.3 CVT é a que sustenta o destaque da oferta. O abatimento de quase R$ 27 mil coloca o hatch em uma faixa mais agressiva, principalmente em comparação com outros compactos automáticos. Veja os valores levantados:
Versão do Fiat Argo
Preço público
Preço PcD
Redução aproximada
Argo Drive 1.0
R$ 97.990
R$ 88.696
R$ 9.294
Argo Trekking 1.3 MT
R$ 103.990
R$ 86.428
R$ 17.562
Argo Drive 1.3 CVT
R$ 108.990
R$ 82.209
R$ 26.781
Argo Trekking 1.3 CVT
R$ 111.990
R$ 90.722
R$ 21.268
Os preços podem variar conforme estado, impostos, estoque, regras de elegibilidade e negociação em concessionária.
Nova geração promete mudar a disputa dos hatches
A próxima geração do Argo deve seguir a base visual e estrutural do Grande Panda europeu. A expectativa é de um hatch com linhas mais retas, proposta mais moderna e uma cabine atualizada.
Essa renovação aumenta a pressão sobre o modelo atual. Por isso, descontos mais fortes podem ajudar a Fiat a manter o Argo em evidência até a troca de geração.
Condição exige atenção do comprador
O ponto essencial é que o valor mais baixo não vale para o público geral. A oferta é voltada para PcD e depende do cumprimento das regras do programa.
Ainda assim, o desconto coloca o Argo em uma posição interessante dentro do segmento. Para quem se enquadra nas condições, a redução pode transformar o hatch em uma alternativa mais atraente antes da chegada da nova geração.
O BYD Song começou junho em ritmo forte e entrou de vez na briga mais apertada entre os SUVs vendidos no Brasil. O modelo aparece na terceira posição do ranking parcial do mês, com 919 unidades emplacadas e crescimento de 6,9% frente a maio.
O avanço coloca o SUV híbrido da BYD perto de dois nomes de peso: Hyundai Creta e Volkswagen T-Cross. A distância para o vice-líder T-Cross, por exemplo, é de apenas 67 unidades, o que aumenta a pressão na disputa pelo topo da categoria.
BYD Song entra no top 3 e aperta rivais tradicionais
O ranking parcial de junho mostra o Creta ainda na liderança dos SUVs, com 1.196 unidades e alta de 32,9%. Logo atrás, o T-Cross soma 986 unidades, embora tenha registrado queda de 23,5% na comparação com maio.
Imagem: Divulgação/Volkswagen
Nesse cenário, o crescimento do Song chama atenção porque acontece em meio a uma briga direta contra modelos já consolidados nas ruas brasileiras. Veja o recorte do top 5 de SUVs em junho:
Posição
Modelo
Vendas em junho
Variação
1º
Hyundai Creta
1.196
+32,9%
2º
VW T-Cross
986
-23,5%
3º
BYD Song
919
+6,9%
4º
VW Tera
901
-12,8%
5º
Chevrolet Tracker
835
+20,1%
Diferença para o T-Cross vira alerta no mercado
A principal virada da pauta está na aproximação do BYD Song em relação ao T-Cross. Com apenas 67 unidades de diferença, o SUV da marca chinesa passa a disputar não só espaço entre os híbridos, como também posições no ranking geral de volume.
Esse ponto é importante porque o T-Cross segue como um dos SUVs mais fortes do país no acumulado do ano, com 37.281 unidades em 2026. O Song, por sua vez, já soma 25.814 unidades no mesmo período.
Tera e Tracker também entram na pressão
A briga não fica restrita aos três primeiros colocados. O VW Tera aparece logo atrás do Song, com 901 unidades, enquanto o Chevrolet Tracker fecha o top 5, com 835 unidades e crescimento de 20,1%.
Isso mostra uma disputa mais embolada no início de junho, especialmente entre SUVs compactos, médios e híbridos que tentam ganhar espaço com preço, tecnologia e força de marca.
Song transforma crescimento em ameaça real
O BYD Song ainda não lidera a categoria, mas o avanço de junho muda o tom da disputa. O modelo já não aparece apenas como alternativa híbrida de nicho, e sim como um concorrente capaz de pressionar SUVs populares de grande volume.
Com Creta crescendo, T-Cross recuando e Song subindo, a guerra dos SUVs ganha um novo capítulo. Se o ritmo continuar nos próximos dias, a disputa pelo segundo lugar pode ficar ainda mais apertada.
Naturalmente, com o avanço das tecnologias e movimentos de mercado, as montadoras tendem a descontinuar modelos considerados ineficientes ou insuficientes, seja pelo envelhecimento da tecnologia embarcada ou até pelo movimento volátil e imprevisível do mercado automotivo.
E os carros icônicos — amados pelos entusiastas ou guiados por três gerações de uma mesma família — não saem ilesos desse recurso, que anda sendo muito utilizado pelas montadoras mais tradicionais; muito pelo recente puxão de orelha que levaram das gigantes chinesas e pela eletrificação do mercado.
Confira abaixo alguns dos modelos que nos deixam junto do ano de 2026, indefinidamente, e que marcaram a indústria automotiva global em seus respectivos segmentos.
Audi RS7
Audi RS7 Performance • Divulgação / Audi
Confirmado como o último lançamento da linha A7 da Audi, o veículo entra na categoria “topo da cadeia alimentar dos sedans” junto da BMW M8 GranCoupé e da velha Mercedes GT63 Four Door. O RS7 conta com um 4.0L V8 Biturbo, que entrega 630 cv e 850 Nm de torque sem assistência elétrica, e se junta aos seus irmãos no fim da produção com o encerramento do ano-modelo 2026.
Os que procuram um sedan divertido da alemã para o ano que vem, terão que se contentar com o novo A6 e-tron ou o seu mais novo irmão menor, o novo RS5 (V6 PHEV).
VW ID.4
Volkswagen ID.4 • Divulgação / VW
Tecnicamente, o ID.4 não será mais produzido em 2027, mas, na realidade, o que pode acontecer é um breve hiato da plataforma. O que a gigante alemã pretende fazer é reciclar o modelo em um futuro não tão distante, colocando um nome diferente, mais apelativo: ID.Tiguan, seguindo a tendência do ID.Polo e os recentes rumores.
Toyota Supra (MK 5)
Toyota GR Supra 2026 • Divulgação / Toyota
A Toyota aposentou o nome Supra novamente, apenas sete anos após relançá-lo. Oficialmente conhecido como GR Supra, o cupê esportivo da Toyota, lançado em 2020, marcou o retorno de um modelo que estava fora de linha nos Estados Unidos por mais de 20 anos. Agora, o modelo se despede mais uma vez com o fim do ano-modelo 2026.
BMW Z4
BMW Z4 M40i (última geração) • Uwe Fischer / BMW
Quem está à procura de um pequeno conversível zero km terá uma opção a menos no mercado a partir de 2027. Como substituta da histórica Z3, a Z4 passou por três gerações surpreendentemente longevas, fechando mais de duas décadas de produção. Nesta última geração, até forneceu sua plataforma e conjunto mecânico para o Toyota Supra MK 5, seu gêmeo japonês, consagrando-se como um projeto de engenharia e produto em geral de muito sucesso.
Quem mais ganha com isso é a Porsche, já que seu “baby esportivo” Boxster perde um dos seus principais concorrentes no mercado dos conversíveis pequenos.
BMW Série 8
BMW M8 Competition Gran Coupé • Divulgação / BMW
A linha “topo da cadeia alimentar dos sedans” da BMW cai em 2027 junto da sua concorrente mais direta: a linha A7, da Audi. O mercado está mandando uma mensagem clara para as montadoras e elas estão ouvindo. Mas nem tudo está tão nublado assim — a BMW já deu indícios de uma possível ressurreição da linha em um futuro não tão distante. A questão agora é se a Série 8 vai voltar no mesmo formato que deixou.
As apostas em uma nova gama de motores, que vai dos 4 cilindros turbinados nas versões de entrada aos V6 PHEV nas versões M, estão crescendo cada vez mais, e não é certo o apelo imediato desta nova proposta.
BMW iX
BMW iX XDrive • Divulgação / BMW
O BMW iX foi a primeira aposta da BMW no desenvolvimento integral de uma plataforma para um SUV 100% elétrico. O modelo conquistou muito espaço no mercado, graças à sua ampla autonomia, conforto e cabine inovadora. O carro será descontinuado nos Estados Unidos ao final deste ano, com expectativa para o mesmo acontecer no restante das Américas.
Lexus LS
Lexus LS 500h • Divulgação / Lexus
A Lexus anuncia a descontinuação do modelo que, efetivamente, transformou a marca japonesa de luxo na potência que é hoje. O sedã topo de linha que “democratizou” o luxo nos EUA, na década de 1980, e derrubou o estigma de que apenas os europeus tinham engenharia de ponta, deixará de ser produzido em 2027. Com isso, a linha de sedãs da Lexus se reduz a apenas dois modelos: o compacto IS e o médio ES.
Lexus LC500
Lexus LC 500 2026 • Divulgação / Lexus
Quase uma década após o seu lançamento, o design do Lexus LC 500 ainda cai surpreendentemente bem no mercado atual. 2026 marca o fim da linha para o cupê e conversível, que ostenta seu motor V8 de 5.0L aspirado com um dos roncos mais maldosos disponíveis em um zero km. O LC se junta ao IS F, RC F e ao LFA, no hall da fama histórico da Lexus.
Volvo V90
Volvo V90 Stationwagon • Divulgação / Volvo
A linha de peruas da Volvo continua a diminuir com o fim do V90, seu maior station wagon. Embora a montadora sueca tenha descontinuado a V90 convencional há alguns anos, continuou a oferecer o modelo na versão Cross Country, com características de SUV. Isso tudo termina em 2027, quando a Volvo encerrará oficialmente a produção da sua maior perua, símbolo da categoria ao redor do mundo.
Jaguar F-Pace
Jaguar F-Pace • Divulgação / Jaguar
O último modelo restante da Jaguar, que passa por um rebrand e revisão de produtos completos, será descontinuado em 2027, deixando a linha de modelos da inglesa — literalmente — inexistente até que o Type 01, sedan 100% elétrico ainda não revelado, entre em produção (previsto para 2028).
Tesla Model S
Tesla Model S 2026 • Divulgação / Tesla
O Model S não foi o primeiro veículo totalmente elétrico da Tesla — tendo apenas o Roadster como irmão mais velho —, mas foi o que estabeleceu a legitimidade da marca no mercado americano e global. Após mais de uma década no mercado (e diversas atualizações ao longo de seu ciclo de vida), o Model S será descontinuado no final de 2026.
Tesla Model X
Tesla Model X 2026 com as portas traseiras abertas • Divulgação / Tesla
Embora não seja tão pioneiro quanto seu equivalente Model S, o Tesla Model X está longe de ser um novato. Sua descontinuação também marca o fim da era dos SUVs de três fileiras da Tesla, pelo menos por enquanto. Há rumores de que a Tesla planeja lançar, em um futuro próximo, uma variante maior do seu atual SUV médio, o Model Y, com três fileiras de assentos, para cobrir o buraco deixado pelo X.
*Sob supervisão de Gabriela Maraccini, da CNN Brasil
O Toyota Corolla Cross ganhou uma condição de junho que chama atenção no mercado de SUVs: parcelas de R$ 2.455,39 na versão XRX Hybrid 2026, dentro do plano Ciclo Toyota.
A oferta aparece em um momento em que o SUV também mostra reação nas vendas. No ranking parcial de junho, com dados consolidados até o dia 4, o Corolla Cross aparece com 597 unidades emplacadas e crescimento de 25,3% sobre maio.
Corolla Cross tem parcela de R$ 2.455,39 em junho
A condição comercial considera o Corolla Cross XRX Hybrid 2026, versão topo híbrida flex do SUV médio da Toyota.
O plano informado trabalha com entrada, parcelas mensais e uma parcela residual ao final do contrato. Por isso, a chamada parcela de R$ 2.455,39 não deve ser lida como custo único do financiamento.
Na prática, o formato mira quem busca reduzir o peso mensal, desde que aceite uma entrada mais alta e uma parcela final maior.
Condição do Corolla Cross XRX Hybrid
Valor
Preço à vista
R$ 222.690
Entrada
R$ 111.345
Parcelas
48x de R$ 2.455,39
Parcela residual
R$ 66.807
Taxa mensal
1,48% a.m.
CET anual
21,70%
SUV cresce 25,3% e tenta reagir contra Creta e Song
O ponto que deixa a pauta mais forte é o desempenho do Corolla Cross no começo de junho.
Mesmo ainda atrás dos líderes, o SUV da Toyota avançou 25,3% em relação a maio e apareceu na 8ª posição entre os SUVs mais vendidos do mês, com 597 unidades.
A briga, porém, segue pesada. O Hyundai Creta lidera com 1.196 unidades, enquanto o BYD Song aparece em 3º lugar, com 919 unidades. O T-Cross, o Tera, o Tracker, o HR-V e o Yaris Cross também aparecem à frente do Corolla Cross no ranking parcial.
Imagem: Divulgação/Toyota – Edição/G360
Distância para os rivais ainda é grande
A reação do Corolla Cross não significa que o modelo já encostou nos principais rivais. A diferença para Creta e Song ainda é ampla.
Ainda assim, o crescimento mostra que o SUV da Toyota ganhou fôlego em uma disputa marcada por ofertas agressivas, avanço dos híbridos e chegada de novos concorrentes.
Condição ajuda Toyota a manter o Corolla Cross no radar
O Corolla Cross segue com uma vantagem importante: combina porte de SUV médio, motorização híbrida flex e a força da marca Toyota no Brasil.
Com a parcela de R$ 2.455,39, a marca tenta deixar o modelo mais competitivo para quem compara mensalidade, consumo, revenda e confiança mecânica antes de fechar negócio.
A oferta pode não colocar o Corolla Cross no mesmo ritmo de Creta e Song imediatamente, mas ajuda o SUV a continuar relevante em uma das disputas mais fortes do mercado brasileiro em junho.
O Hyundai Creta Comfort 2027 entrou em junho com uma oferta que mexe diretamente na disputa entre SUVs compactos. A campanha coloca o modelo com parcela de R$ 1.499 por mês, dentro de uma condição que também promete recompra garantida.
A oferta chama atenção porque aparece em um momento de briga forte contra modelos como Volkswagen T-Cross, Chevrolet Tracker, Nissan Kicks, Fiat Pulse e Renault Kardian. Porém, a parcela menor não representa o preço total do carro e depende das regras do financiamento.
Creta Comfort 2027 tem preço promocional abaixo do valor sugerido
Na campanha de junho, o Creta Comfort 1.0 TGDI automático 2026/2027 aparece com preço promocional de R$ 131.990.
Imagem: Divulgação/Hyundai
O valor público sugerido informado para a versão é de R$ 156.590, o que cria uma diferença direta de R$ 24.600 na vitrine da oferta.
A Hyundai também informa bônus de até R$ 19.000 com usado na troca, condição válida até 30 de junho de 2026 ou enquanto durarem os estoques previstos para a ação.
Condição do Creta Comfort 2027
Valor informado
Preço público sugerido
R$ 156.590
Preço promocional
R$ 131.990
Diferença direta
R$ 24.600
Bônus com usado na troca
Até R$ 19.000
Parcela divulgada
R$ 1.499
Validade
Até 30/06/2026
Parcela de R$ 1.499 exige atenção do consumidor
O ponto que mais chama atenção é a parcela mensal de R$ 1.499, mas a condição precisa ser lida com calma.
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Fonte: Garagem360
Esse tipo de oferta costuma envolver entrada, saldo financiado, aprovação de crédito e parcela final. A recompra garantida aparece justamente como parte da estratégia para reduzir a mensalidade e dar previsibilidade ao cliente no fim do contrato.
Na prática, o consumidor olha para uma parcela mais baixa, enquanto a marca tenta deixar o Creta mais competitivo em um segmento cada vez mais pressionado por descontos, bônus e taxas promocionais.
Detalhes que devem ser conferidos antes da compra
Antes de fechar o negócio, vale observar:
valor exigido de entrada;
prazo total do financiamento;
valor da parcela final;
CET da operação;
regras da recompra garantida;
limite de quilometragem e estado de conservação do veículo.
Esses pontos podem mudar bastante o custo final da operação.
Motor turbo reforça apelo contra rivais
O Creta Comfort 2027 usa motor 1.0 TGDI flex, com câmbio automático. A configuração entrega até 120 cv com etanol e 17,5 kgfm de torque, conjunto já conhecido dentro da linha Hyundai.
O consumo também ajuda na comparação com rivais. A versão pode fazer até 11,6 km/l na cidade com gasolina e 12 km/l na estrada com gasolina, segundo dados de referência do modelo.
Com preço promocional, parcela reduzida e promessa de recompra garantida, o Creta Comfort tenta ganhar força justamente onde o consumidor mais compara: valor de entrada no segmento, custo mensal e segurança para trocar de carro depois.
O Volkswagen T-Cross começou junho em uma posição ainda forte, mas com um sinal de alerta aceso no mercado de SUVs. O modelo aparece na vice-liderança parcial do mês, com 986 unidades vendidas, porém registra queda de 23,5% na comparação com maio.
O recuo chama atenção porque acontece em um momento de disputa mais apertada entre os utilitários esportivos. O Hyundai Creta lidera o ranking parcial, enquanto BYD Song e Volkswagen Tera aparecem logo atrás, reduzindo a margem de conforto do T-Cross.
Mesmo sem perder o segundo lugar, o SUV da Volkswagen vê rivais importantes se aproximarem em um segmento cada vez mais disputado.
T-Cross perde ritmo e Creta assume a dianteira dos SUVs
O Hyundai Creta aparece na liderança parcial de junho entre os SUVs, com 1.196 unidades vendidas e crescimento de 32,9% sobre maio.
Já o T-Cross soma 986 emplacamentos no mesmo recorte. A diferença entre os dois modelos é de 210 unidades, o que coloca o Creta em vantagem neste início de mês.
A queda de 23,5% do T-Cross não apaga sua força no acumulado de 2026. Ainda assim, muda a leitura da disputa de junho, porque o modelo deixa de aparecer isolado na briga de cima.
Modelo
Posição em junho
Vendas parciais
Variação vs. maio
Hyundai Creta
1º
1.196
+32,9%
Volkswagen T-Cross
2º
986
-23,5%
BYD Song
3º
919
+6,9%
Volkswagen Tera
4º
901
-12,8%
Chevrolet Tracker
5º
835
+20,1%
BYD Song encosta e transforma o top 3 em ameaça real
O BYD Song aparece em terceiro lugar, com 919 unidades vendidas e alta de 6,9%. A distância para o T-Cross é de apenas 67 unidades.
Imagem: Divulgação/Volkswagen
Esse número deixa a disputa mais sensível, especialmente porque o Song representa uma pressão diferente sobre os SUVs tradicionais. O modelo híbrido da BYD vem ganhando espaço com apelo de consumo, tecnologia e preço agressivo em algumas condições comerciais.
Na prática, o T-Cross ainda está à frente, porém já não pode olhar apenas para o Creta. O avanço do Song cria uma disputa mais ampla, com três modelos brigando diretamente pelas primeiras posições do mês.
Tera também aperta a própria Volkswagen
Outro ponto importante é a presença do Volkswagen Tera na quarta colocação. O SUV compacto soma 901 unidades, ficando apenas 85 carros atrás do T-Cross.
Embora o Tera também registre queda de 12,8% frente a maio, sua proximidade reforça uma disputa interna interessante dentro da Volkswagen.
O modelo mais novo pode atrair consumidores que buscam um SUV de entrada da marca, enquanto o T-Cross segue posicionado como opção mais consolidada e conhecida.
Disputa de junho fica mais aberta entre SUVs
O início de junho mostra um cenário mais competitivo para o T-Cross. O modelo segue como um dos principais SUVs do Brasil, mas a queda mensal e a aproximação dos rivais reduzem sua margem no ranking parcial.
Creta, Song e Tera aparecem como os nomes que mais pressionam a vice-liderança neste momento.
Com poucos dias de vendas computados, o quadro ainda pode mudar. Ainda assim, o começo do mês já indica que a briga entre SUVs ganhou novos ingredientes e ficou menos previsível para a Volkswagen.
Em julho de 2026, entra em vigor a alíquota máxima de 35% de imposto de importação sobre veículos elétricos e híbridos no Brasil, encerrando o cronograma de reoneração gradual do governo federal. Embora o debate esteja concentrado no preço do zero km, um efeito colateral silencioso é que, sem conseguir trocar de carro, o consumidor vai segurar o veículo atual por mais tempo, elevando a demanda da manutenção.
O mercado
Os dados mais recentes mostram que o mercado brasileiro vive uma dualidade, em que a retenção de usados e a compra de novos coexistem:
Conservação da frota: veículos com 13 anos ou mais lideraram o mercado de usados, representando 37,4% do total comercializado (6,9 milhões de unidades), segundo a Fenauto.
Busca por novos: o primeiro trimestre de 2026 registrou uma alta de 16,09% nos emplacamentos de novos (Fenabrave), o terceiro melhor resultado histórico do país.
Quem tem orçamento disponível continua trocando de carro; quem não tem, gasta na conservação do veículo que já possui.
O que o dono do elétrico procura?
A busca por serviços nas lojas e oficinas muda drasticamente de acordo com o tempo de estrada do veículo eletrificado. Caio Viguini, dono de uma loja especializada em acessórios e manutenção em Linhares (ES), explica essa divisão.
Até 2 anos de uso
Como os elétricos chegam muito equipados de fábrica, a procura inicial foca em proteção:
“Os carros elétricos todos vêm bem completos de fábrica e, por esse motivo, na linha de acessórios, os clientes desses carros procuram serviços externos como: proteção de pintura/vitrificação, PPF e película térmica”, explica Caio.
A partir de 8 anos de uso
Com o envelhecimento natural do carro, a demanda passa a ser mecânica e tecnológica.
“Com o envelhecimento do veículo, o que aparece são diagnósticos de bateria para avaliar a degradação da capacidade (SoH), troca de pneus com mais frequência, verificação do fluido de freio e atualizações de software”, detalha o empresário.
As peças vão encarecer?
Embora o imposto de 35% incida diretamente sobre o carro inteiro importado, o preço dos componentes de reposição também vai subir de forma indireta.
“Certamente vai impactar muito o setor”, alerta Viguini. “Se formos pensar que a maioria dessas peças é importada, na medida em que o valor do carro novo aumenta, as peças também sofrem ajustes nos preços.”
Segundo o especialista, esse reajuste ocorre por dois motivos principais:
Compensação de margem: as autorizadas sobem o preço dos componentes para “balancear o possível lucro que a concessionária perde pelo valor do carro mais caro”.
Custo logístico: as autopeças também sofrem com o aumento das taxas, porque “muitas vezes vêm junto com os carros importados”.
Os componentes mais vulneráveis a esse repasse são justamente os mais caros do sistema, como módulos eletrônicos, inversores e baterias. “Quando se fala em bateria e motor elétrico, não há alternativa: é exatamente o tipo de item que não tem opção fora da concessionária”, afirma Viguini, lembrando que, mesmo para os componentes comuns, “quando o produto existe para aquele modelo, o preço é mais alto porque a cadeia de distribuição ainda não está madura”.
O “apagão” de mão de obra e peças no interior
O maior desafio dessa nova realidade está localizado longe das grandes capitais. A primeira grande onda de elétricos vendidos no Brasil, entre 2022 e 2023, começa a sair da garantia de fábrica, mas o mercado regional não está pronto para o pós-venda.
“A procura muitas vezes não está alinhada com a disponibilidade de peças”, revela Caio Viguini. “É comum ver concessionárias de carros chineses não preparadas adequadamente para resolver prontamente uma demanda de manutenção. Com esse cenário futuro, a tendência é piorar ainda mais.”
A escassez de qualificação afeta até mesmo as grandes redes oficiais de atendimento nas cidades do interior:
“Certamente não há mão de obra especializada para essas manutenções fora da concessionária capaz de atender à demanda dos carros que estão saindo da garantia, pelo menos na nossa região”, afirma o especialista. “Em muitas situações, percebemos que o carro, mesmo na garantia, tem que ficar parado na concessionária esperando não só a peça que precisa ser trocada, mas também o profissional. Muitas vezes, nem as próprias concessionárias locais contam com essa mão de obra qualificada e acabam tendo que trazer profissionais de Vitória ou de outros estados para resolver os problemas”, conclui.
Por agora, a mudança da alíquota de importação dos eletrificados não parece, por si só, o grande problema, mas sim um adicional para uma estrutura ainda não tão madura ou bem elaborada.
O mercado de SUVs esportivos eletrificados consolida-se em junho de 2026 como a principal escolha para quem busca alinhar alto desempenho à máxima inteligência financeira.
Nesse cenário, o GWM Haval H6 destaca-se como uma das opções mais eficientes de seu segmento, registrando um custo por quilômetro rodado impressionante que flutua entre R$ 0,20 e R$ 0,35.
O modelo, principalmente em sua configuração plug-in, entrega uma transação comercial totalmente protegida para o comprador que deseja blindar o orçamento contra os custos dos combustíveis tradicionais.
Performance de superesportivo e autonomia elétrica no uso real
A engenharia da montadora chinesa combina um motor 1.5 turbo a gasolina a um propulsor elétrico de alta capacidade.
Juntos, os motores entregam a potência combinada de 326 cv e um torque imediato de 57,1 kgfm, números que superam amplamente os indicadores do concorrente Toyota Corolla Cross Hybrid.
Essa força faz o SUV acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 5,9 segundos, garantindo ultrapassagens seguras sem abrir mão da economia.
Os parâmetros de autonomia e recarga do sistema plug-in reúnem os seguintes dados de fábrica:
Eficiência Urbana: No modo híbrido, o utilitário médio alcança a marca expressiva de até 35 km/l de consumo.
Capacidade da Bateria: O pacote de baterias possui 34 kWh, fornecendo alcance de 170 km no ciclo NEDC, o que equivale a cerca de 130 km a 140 km de autonomia puramente elétrica no uso real brasileiro.
Tempo de Reabastecimento: A recarga total em tomadas convencionais de 220V exige de 5 a 6 hours, enquanto postos de carregamento rápido (DC) cumprem de 30% a 80% do abastecimento em cerca de 30 a 40 minutos.
Tecnologia de Vanguarda: A cabine exibe acabamento refinado com materiais nobres, central multimídia de 14,6 polegadas com conexão sem fio, painel digital de 10,25-polegadas, teto solar panorâmico e câmera com visão de 360 graus.
Valores de tabela e a planilha de manutenção em 2026
Para garantir a segurança patrimonial do proprietário, a GWM estruturou uma política de pós-venda robusta no país.
O veículo conta com garantia total de fábrica de 5 anos sem limite de quilometragem, além de uma cobertura exclusiva de 8 anos para o conjunto de baterias.
Os custos com revisões periódicas obrigatórias ficam protegidos na competitiva faixa de R$ 900,00 a R$ 1.400,00, enquanto a estimativa do seguro anual flutua entre R$ 5.500,00 e R$ 8.500,00, a depender do perfil do condutor.
No mercado de zero-quilômetro atualizado para 2026, os preços sugeridos variam conforme a proposta de cada versão:
Haval H6 HEV Premium: A opção híbrida convencional (não plug-in) é comercializada entre R$ 205.120,00 e R$ 220.000,00.
Haval H6 PHEV e GT: As variantes híbridas plug-in de longo alcance e a esportiva GT flutuam entre R$ 237.263,00 e R$ 324.670,00.
Colocar essas despesas na ponta do lápis prova que o modelo entrega um custo de rodagem extremamente baixo para o seu porte.
Para quem possui infraestrutura de recarga em casa ou no ambiente de trabalho, o investimento consolida-se como uma escolha valiosa e de rápido retorno financeiro.