O BYD Dolphin Mini voltou a chamar atenção em junho com duas condições comerciais que miram consumidores interessados em um carro elétrico, mas que ainda comparam o modelo com hatches e SUVs compactos a combustão.
A vitrine mais forte é a parcela de R$ 999, anunciada nas ofertas da BYD para o Dolphin Mini. A condição aparece como financiamento, com taxa de 1,46% ao mês, e reforça a estratégia da marca para manter o elétrico em evidência.
Só que há outro caminho que também pesa na decisão de compra. Na Carbel BYD, o modelo aparece em plano de consórcio com parcelas reduzidas de R$ 1.398, crédito de R$ 120.000 e prazo de 84 meses.
Dolphin Mini tem duas parcelas, mas em modalidades diferentes
A comparação entre os dois valores exige atenção. A parcela de R$ 999 está ligada à oferta de financiamento da BYD, enquanto a parcela de R$ 1.398 faz parte de um consórcio da Carbel BYD.
Na prática, isso muda bastante a leitura da oferta. O financiamento costuma envolver entrada, análise de crédito, taxa de juros e retirada mais direta do veículo, conforme aprovação.
Já o consórcio funciona por carta de crédito. Nesse caso, o consumidor participa de um grupo e depende de contemplação por sorteio ou lance para usar o crédito na compra.
Condição
Valor informado
Modalidade
Parcela BYD
R$ 999
Financiamento
Parcela Carbel BYD
R$ 1.398
Consórcio
Crédito do consórcio
R$ 120.000
Carta de crédito
Prazo do consórcio
84 meses
Plano Carbel
Parcela de R$ 999 reforça disputa com hatches
A parcela de R$ 999 coloca o Dolphin Mini em uma faixa de comunicação agressiva. Mesmo sendo um carro elétrico, o modelo passa a disputar atenção com consumidores que olham para carros de entrada e compactos automáticos.
O ponto de cuidado está nas condições completas. Esse tipo de oferta normalmente depende de entrada, aprovação de crédito, prazo definido e custos financeiros embutidos na operação.
Imagem: Divulgação/BYD
Consórcio de R$ 1.398 mira compra planejada
O consórcio da Carbel BYD trabalha com outra proposta. A parcela reduzida de R$ 1.398 pode atrair quem não precisa do carro imediatamente e busca uma compra mais planejada.
Nesse caso, o atrativo não é apenas a parcela. O crédito de R$ 120 mil coloca o plano perto do valor de referência do Dolphin Mini, o que torna a condição relevante para quem acompanha o elétrico em junho.
Condições colocam o Dolphin Mini em nova vitrine
Com financiamento e consórcio em destaque, o Dolphin Mini ganha força comercial por mais de um caminho. A BYD aposta na parcela baixa para atrair atenção imediata, enquanto a Carbel amplia a alternativa para quem aceita esperar pela contemplação.
Antes de fechar negócio, o consumidor precisa comparar entrada, prazo, taxa, custo total, regras de contemplação e disponibilidade do veículo. A diferença entre R$ 999 e R$ 1.398 não está apenas no valor da parcela, mas no tipo de contrato por trás de cada oferta.
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A Honda CB500 Hornet 2027 chega ao mercado brasileiro reforçando sua posição como uma das principais opções entre as motocicletas naked de média cilindrada. A novidade para a linha é a estreia da cor Prata Metálico, que passa a integrar a gama ao lado das opções Vermelho e Preto Perolizado.
A Ford Ranger 2026 entrou em uma fase agressiva nas lojas e virou uma ameaça direta para Toyota Hilux e Chevrolet S10. A picape média aparece com descontos que passam de R$ 63.333,33 em ofertas de concessionárias, dependendo da versão, estoque e negociação.
A condição chama atenção porque coloca a Ranger em uma faixa mais competitiva sem abrir mão do conjunto mecânico forte. Na linha 2026, a picape da Ford oferece motor 2.0 turbodiesel ou 3.0 V6, com até 250 cv e 600 Nm de torque nas versões V6.
Ranger 2026 ganha desconto pesado nas lojas
O corte mais agressivo aparece em ofertas regionais da Ranger 2026, com abatimento que pode se aproximar dos R$ 70 mil. Na prática, a condição muda a leitura da picape, que passa a disputar compradores também pelo preço, não apenas pela força do motor.
A diferença mais chamativa envolve versões diesel 4×4 automáticas, especialmente nas configurações V6. Como as condições são de loja, o valor final pode mudar conforme cor, unidade disponível, cidade, entrada, avaliação de usado e forma de pagamento.
Ainda assim, o desconto acima de R$ 63.333,33 é suficiente para colocar a Ranger em confronto mais direto com rivais que seguem fortes no mercado.
Hilux e S10 entram na mira da Ford
A Toyota Hilux continua sendo uma das principais referências entre as picapes médias. Em oferta oficial da marca, a Hilux CD SRX 4×4 2.8 diesel automática aparece por R$ 346.890 à vista, com possibilidade de bônus de R$ 30 mil na valorização do usado em condições específicas.
Já a Chevrolet S10 2026 tem preço inicial de R$ 282.990 no site da marca. A picape usa motor de 207 cv e aparece em versões como WT, LTZ, Z71 e High Country.
Com isso, uma Ranger com corte forte em concessionária ganha uma vantagem importante: ela consegue encostar nas rivais com pacote mecânico robusto e preço mais agressivo.
Comparativo de preços e condições
Modelo
Referência citada
Ponto de atenção
Ford Ranger 2026
desconto acima de R$ 63.333,33
oferta de loja, sujeita a estoque
Toyota Hilux SRX 2026
R$ 346.890
bônus depende de usado aprovado
Chevrolet S10 2026
a partir de R$ 282.990
preço inicial oficial da linha
Ranger V6
até 250 cv e 600 Nm
motor mais forte da gama Ford
Desconto muda a briga entre as picapes médias
A Ranger já tinha um argumento forte no desempenho. O motor V6 turbodiesel, o câmbio automático e a tração 4WD colocam a picape em uma posição de destaque para quem busca força, uso misto e capacidade fora do asfalto.
Com o desconto, a disputa muda de tom. A Hilux aposta na reputação, liquidez e tradição. A S10 tenta equilibrar preço, potência e pacote atualizado. A Ranger, por sua vez, passa a atacar com uma combinação mais agressiva de desempenho e abatimento.
Para o consumidor, o ponto principal é conferir a oferta na concessionária antes de fechar negócio. O desconto pode ser alto, mas depende de disponibilidade e condições comerciais de cada loja. Ainda assim, a picape da Ford ganha força para incomodar duas gigantes do segmento.
O BYD Song Pro ganhou força em maio e entrou em uma disputa direta com SUVs de peso no mercado brasileiro. O híbrido plug-in da marca chinesa somou 3.565 emplacamentos no mês e ficou à frente de rivais como Toyota Corolla Cross e Nissan Kait.
A diferença não foi enorme, porém chamou atenção pelo contexto. Enquanto o Corolla Cross aparece como um dos SUVs médios mais tradicionais do país, o Song Pro avançou apoiado em pacote híbrido, bom volume de vendas e condições agressivas em venda direta.
BYD Song Pro passa Corolla Cross e Kait em maio
No ranking de maio de 2026, o Song Pro fechou na 27ª posição entre os carros mais vendidos do Brasil. Logo atrás vieram o Toyota Corolla Cross, com 3.495 unidades, e o Nissan Kait, com 3.352 unidades.
A vantagem sobre o Toyota foi de apenas 70 carros, mas suficiente para colocar o SUV da BYD em evidência. Contra o Kait, a distância ficou um pouco maior e reforçou a pressão sobre o lançamento da Nissan.
Veja o recorte:
Modelo
Vendas em maio/2026
BYD Song Pro
3.565
Toyota Corolla Cross
3.495
Nissan Kait
3.352
O resultado mostra que a BYD conseguiu transformar o Song Pro em um rival real dentro de uma faixa disputada, especialmente entre consumidores que buscam SUV familiar, tecnologia e menor consumo.
Desconto de R$ 45 mil aumenta pressão no segmento
O ponto que deixa a disputa ainda mais forte é o preço em venda direta. O BYD Song Pro GL 2026 aparece com condição para taxistas por R$ 144.990, contra preço cheio de R$ 189.990.
Na prática, a redução chega a R$ 45 mil. Para o público PCD, o mesmo modelo também aparece com corte relevante, saindo por R$ 148.990, uma diferença de R$ 41 mil em relação ao valor original.
Condição
Preço cheio
Preço ofertado
Redução
Song Pro GL taxista
R$ 189.990
R$ 144.990
R$ 45.000
Song Pro GL PCD
R$ 189.990
R$ 148.990
R$ 41.000
SUV híbrido mira quem compara preço e tecnologia
Além do desconto, o Song Pro entra na briga com conjunto híbrido plug-in, proposta familiar e porte suficiente para encarar SUVs médios já conhecidos.
Imagem: Divulgação/BYD
Isso ajuda a explicar por que o modelo incomoda concorrentes de perfis diferentes. De um lado, pressiona o Corolla Cross, que carrega a força da Toyota. Do outro, complica a vida do Nissan Kait, que busca espaço em um mercado cada vez mais competitivo.
A disputa agora passa por três fatores principais:
preço final nas ofertas;
volume de vendas no mês;
apelo da tecnologia híbrida.
Com esse conjunto, o BYD Song Pro conseguiu transformar maio em um mês importante para a marca. O corte de R$ 45 mil não vale para todo consumidor, já que depende da categoria de compra, mas ajuda a colocar o SUV em uma posição mais agressiva contra Toyota e Nissan.
A Fiat Strada, líder de vendas no Brasil, mostra que nem tudo são flores em sua versão Volcano 1.3 automática de R$ 138.990.
Apesar de ser a picape mais vendida, o uso exagerado de plástico e a falta de ajustes para motoristas mais altos pesam contra o modelo em 2026.
Para quem busca uma picape compacta, a Strada Volcano oferece praticidade de carro de passeio com a caçamba de uma picape.
No entanto, a ergonomia e a montagem simplória podem decepcionar, especialmente em comparativo com rivais de preço semelhante.
Plástico domina o interior e incomoda motoristas altos
Um dos principais pontos de atenção na Fiat Strada Volcano é a abundância de plástico em seu interior.
Embora a Fiat tenha variado texturas, a qualidade aparente do material deixa a desejar, especialmente considerando o preço de R$ 138.990.
Essa simplicidade, comum em veículos de trabalho, parece fora de lugar em um carro que se propõe a ser urbano.
A falta de ajuste de profundidade para o volante é outro ponto negativo gritante.
Motoristas com mais de 1,80 m de altura, como é o caso de muitos brasileiros, sentem a falta desse ajuste para encontrar uma posição de dirigir confortável.
O ajuste vertical do volante e a regulagem de altura do banco do motorista não compensam a ausência, forçando quem é alto a se posicionar mais para trás, o que compromete o espaço para os ocupantes do banco traseiro.
Espaço traseiro apertado e isolamento acústico precário
A Strada Volcano também sofre com o espaço acanhado no banco traseiro. A configuração de cabine dupla, embora prática para o acesso com quatro portas, resulta em pouco espaço para os joelhos dos passageiros de trás.
Além disso, a ausência de saídas de ar-condicionado e a presença de apenas uma entrada USB (tipo A) tornam a experiência menos agradável.
O isolamento acústico é outro quesito que deixa a desejar.
Ruídos do motor e sons externos, como os de motociclistas no trânsito, invadem a cabine com facilidade, comprometendo o conforto durante o trajeto.
Mesmo a rival Volkswagen Saveiro, baseada em um projeto mais antigo, não apresenta um desempenho muito superior nesse aspecto.
Poucos porta-objetos e acabamento simplório
Para um carro que visa o uso urbano, a Fiat Strada poderia oferecer mais soluções de porta-objetos.
Os espaços disponíveis são pequenos, com dificuldade para acomodar itens comuns como uma garrafa de 500 ml no porta-copos. O porta-luvas, feito com materiais simples, também é reduzido e apresenta rebarbas no acabamento.
A montagem geral do veículo, focada em ser um carro de trabalho adaptado para a cidade, reflete-se em uma simplicidade que pode desagradar quem busca um acabamento mais refinado.
Apesar de ser o carro mais vendido do Brasil por anos, com 142.903 unidades emplacadas em 2025, a Strada Volcano apresenta falhas que merecem atenção antes da compra.
A Stellantis planeja lançar a próxima geração da Strada no mercado europeu, buscando torná-la um carro global. No entanto, para o consumidor brasileiro em 2026, é crucial ponderar esses pontos negativos antes de fechar negócio.
A GWM revelou que o Ora 5 já está com a pré-reserva aberta. Para reservar uma unidade, o interessado precisa realizar um depósito de R$ 9 mil. O preço, contudo, só será divulgado no próximo dia 29 de junho.
A reserva do carro 100% elétrico poderá ser feita pelo site do Mercado Livre ou por meio de uma concessionária da marca.
O Ora 5 chega para se juntar ao Ora 03 BEV58, um hatch 100% elétrico concorrente de modelos na categoria do BYD Dolphin.
O Ora 5 é um SUV elétrico com 4,47 metros de comprimento e 1,83 metro de largura. O porte é ligeiramente maior do que o Jeep Compass. A distância entre os eixos do SUV chinês é de 2,72 metros.
Em termos de segurança, o GWM Ora 5 possui pacote ADAS 2+ com vários recursos importantes de assistência à condução.
GWM Ora 5 • Divulgação
Dados técnicos
A GWM ainda não ressaltou detalhes sobre a parte técnica. Na Tailândia, onde ele já foi lançado, conta com motor de 204 cv de potência e 26,5 kgfm de torque.
A bateria tem 58,3 kWh de capacidade, o que rende uma autonomia de 520 km pelo ciclo NEDC. Para o Brasil, esse alcance será menor.
A capacidade máxima de carregamento é de 120 kW em uma tomada rápida.
O Toyota Corolla, sinônimo de confiabilidade e bom valor de revenda, continua sendo uma escolha inteligente no mercado de usados em 2026.
Se você busca um sedã médio que une conforto, segurança e um motor 2.0 flex potente, mas sem abrir mão de um consumo razoável com gasolina, o Corolla pode ser o seu próximo carro.
Com valor inicial a partir de R$ 71.900, ele se apresenta como uma alternativa atraente a modelos mais caros e até a compactos que não oferecem o mesmo nível de robustez.
Pelo preço de um Fiat Mobi ou Renault Kwid seminovos, o Corolla entrega o dobro de espaço, mais status e um motor muito mais potente, cobrando quase o mesmo na hora de abastecer na estrada.
Por que o Toyota Corolla usado ainda é um campeão?
Lançada em 2015, a geração do Toyota Corolla que você encontra hoje no mercado de usados trouxe um design mais moderno e melhorias significativas em acabamento e conforto.
A versão XEi, em particular, se destaca pelo excelente equilíbrio entre os equipamentos oferecidos e o custo-benefício, mantendo a fama de mecânica inabalável que a Toyota constrói há décadas.
Ficha técnica e consumo do Corolla XEi (2015-2017)
Equipado com um motor 2.0 flex, capaz de entregar até 154 cv de potência e 20,7 kgfm de torque, o Corolla é ágil no trânsito e seguro em viagens.
A transmissão automática CVT, que simula sete marchas, garante suavidade na condução. Quanto ao consumo, o Inmetro registra:
Etanol: 7,2 km/l na cidade e 8,8 km/l na estrada
Gasolina: 10,6 km/l na cidade e 12,6 km/l na estrada
Com 2,70 metros de entre-eixos e um porta-malas espaçoso de 470 litros, o Corolla oferece conforto para toda a família.
Equipamentos que fazem a diferença
A versão XEi não decepciona quando o assunto é tecnologia e segurança. Você encontra itens como:
Central multimídia com câmera de ré
Ar-condicionado digital
Chave presencial e partida por botão
Bancos revestidos em couro
Volante multifuncional
A força do Corolla no mercado de usados se deve à sua mecânica robusta, manutenção previsível e, claro, à sua enorme liquidez. Ou seja, na hora de vender, você não terá dificuldades.
Onde encontrar o Corolla usado?
Anúncios do Toyota Corolla a partir de R$ 71.900 podem ser encontrados em plataformas de revenda, focando em modelos fabricados entre 2015 e 2017.
Se você busca um sedã confiável e com ótimo valor de revenda, o Corolla é a pedida certa!
Antes de fechar negócio, sempre recomendamos uma inspeção completa e, se possível, um test drive para garantir que o veículo atende às suas expectativas.
A disputa entre as picapes médias e grandes ganhou um personagem inesperado na largada de junho. A GWM Poer P30 apareceu com força no ranking parcial de comerciais leves e já colocou pressão em rivais de peso.
Com 31 unidades emplacadas, a picape chinesa ficou à frente da Volkswagen Amarok, que soma 28 unidades, e encostou na Fiat Titano, que aparece logo acima, com 33 unidades.
GWM Poer P30 passa Amarok e deixa BYD Shark fora da briga
O resultado chama atenção porque a Poer P30 não disputa uma faixa simples do mercado. Ela briga em um território dominado por nomes tradicionais, como Toyota Hilux, Ford Ranger, Chevrolet S10, Fiat Toro, Mitsubishi Triton e Ram Rampage.
Ainda assim, a picape da GWM conseguiu superar a Amarok na parcial do mês. A diferença é pequena, porém importante para uma marca chinesa que tenta ganhar espaço em um segmento historicamente mais conservador.
Outro ponto que aumenta o peso da comparação é a ausência da BYD Shark entre os 20 comerciais leves mais vendidos no recorte apresentado.
Ou seja, enquanto a rival híbrida da BYD ficou fora da lista, a Poer apareceu no ranking e entrou na disputa direta com modelos mais conhecidos.
Titano vira alvo imediato da picape chinesa
A Fiat Titano ainda aparece à frente, mas a distância é mínima. São apenas duas unidades separando a picape da Fiat da GWM Poer P30.
Modelo
Parcial de junho
Posição no recorte
Fiat Titano
33 unidades
17ª
GWM Poer
31 unidades
18ª
VW Amarok
28 unidades
19ª
BYD Shark
Fora do top 20
—
Esse recorte cria uma disputa direta no meio da tabela. A Poer ainda está distante de líderes como Strada, Hilux, Ranger, Toro e S10, mas já aparece em uma zona onde cada emplacamento muda a leitura da disputa.
Por que a Poer P30 chama atenção?
A GWM Poer P30 aposta em uma configuração típica de picape grande. A versão Trail tem preço oficial de R$ 220 mil e traz motor 2.4 turbodiesel, câmbio automático de 9 marchas e tração 4×4.
Imagem: Divulgação/GWM – Edição/Garagem360
Na prática, a proposta mira consumidores que buscam força, porte e capacidade fora de estrada, sem entrar necessariamente no topo de preços das versões mais caras de rivais tradicionais.
Picape da GWM ainda precisa provar fôlego
Mesmo com o bom recorte contra Amarok e BYD Shark, a Poer P30 ainda tem um desafio claro: transformar a largada de junho em consistência de vendas.
A própria tabela mostra queda de 54,7% na comparação exibida, o que indica que a vantagem parcial precisa ser observada com cautela.
Ainda assim, o sinal é positivo para a GWM. A Poer P30 passou a Amarok, colocou a BYD Shark fora da conversa no ranking e ficou colada na Fiat Titano. Para uma picape chinesa recém-chegada ao radar de muitos compradores, esse já é um aviso importante para o segmento.
Um lançamento automotivo recente está quebrando as regras do mercado de hatches compactos ao provar que proteção veicular de ponta não deveria ser um luxo restrito aos modelos topo de linha.
O Hyundai i20, considerado um crucial novo carro da Hyundai para mercados emergentes, passou a trazer um pacote de proteção de fábrica revolucionário por um preço surpreendente.
Essa estratégia inovadora mexe com os desejos dos motoristas que estão cansados dos preços abusivos cobrados atualmente no Brasil.
Como é novo Hyundai i20?
O novo carro da Hyundai, que faz um sucesso estrondoso na Ásia, passou por uma atualização profunda em sua lista de equipamentos de série para se adequar às novas exigências dos consumidores.
Atualmente, o compacto parte de aproximadamente ₹5,99 lakh no mercado indiano, o que representa algo em torno de meros R$ 31,7 mil em conversão direta para o bolso brasileiro, sem a inclusão de taxas de importação.
Mesmo custando o equivalente a uma motocicleta no Brasil, a fabricante sul-coreana incluiu 6 airbags de série em absolutamente todas as versões do veículo.
Esse movimento agressivo coloca o modelo em um patamar de proteção muito superior ao de veículos bem mais caros vendidos em solo nacional.
O que vem em todas as versões?
O grande destaque do veículo vai muito além das bolsas de ar infláveis na cabine. A montadora recheou o compacto urbano com recursos eletrônicos avançados que atuam diretamente na prevenção de acidentes graves em curvas fechadas, descidas íngremes ou frenagens de emergência na pista.
Foto: Divulgação (Hyundai)
Para entender o confronto de equipamentos desse modelo contra os veículos básicos oferecidos na mesma faixa de preço, veja abaixo a lista de benefícios inclusos de fábrica:
6 Airbags: Proteção passiva completa para motorista e passageiros de série.
Controle Eletrônico de Estabilidade (ESC): Evita derrapagens perigosas em pistas molhadas.
Gerenciamento de Estabilidade do Veículo (VSM): Garante total controle da trajetória em curvas.
Sinal de Parada de Emergência (ESS): Alerta os carros de trás em frenagens bruscas.
Assistente de Partida em Rampa (HAC): Impede o veículo de recuar em saídas de aclives.
[Indicação de Lazy Block]
Qual é o conjunto mecânico que empurra esse compacto urbano?
Sob o capô, o veículo utiliza o conhecido motor da família 1.2 Kappa. Esse propulsor desenvolve até 88 PS de potência nas configurações equipadas com a transmissão automática iVT (um sistema continuamente variável voltado para o conforto) e 83 PS nas versões com câmbio manual tradicional.
Com isso, o modelo tenta ocupar um espaço de mercado que praticamente desapareceu no cenário brasileiro nos últimos anos, onde as opções de entrada ficaram caras e as montadoras priorizaram os SUVs.
O Geely EX2 entrou em junho com uma condição capaz de acender o alerta no mercado de carros elétricos compactos.
A versão EX2 PRO 0 km 2026/2026 parte de R$ 99.001 para taxistas, valor que considera isenção de IPI e ICMS. Para motoristas de aplicativo, o preço informado é de R$ 117.610, mediante comprovação pelas regras do Move Brasil.
A oferta vale até 30 de junho de 2026 ou enquanto durarem os estoques. O ponto central é que o menor preço não vale para o público geral, mas coloca o modelo em uma faixa muito competitiva para profissionais.
Geely EX2 mira taxistas e motoristas de aplicativo
A Geely colocou o EX2 em uma condição voltada a quem usa o carro como ferramenta de trabalho.
No caso dos taxistas, o preço abaixo dos R$ 100 mil chama atenção porque aproxima um elétrico zero km de uma faixa normalmente ocupada por hatches compactos flex.
Para motoristas de aplicativo, o valor também fica abaixo do preço cheio, mas em outro patamar. A versão EX2 PRO aparece por R$ 117.610, desde que o comprador atenda às exigências do programa.
A versão EX2 MAX também entrou na campanha. Ela sai por R$ 109.396 para taxistas e R$ 129.690 para motoristas de aplicativo.
Versão do Geely EX2
Taxistas
Motoristas de app
EX2 PRO 2026/2026
R$ 99.001
R$ 117.610
EX2 MAX 2026/2026
R$ 109.396
R$ 129.690
Por que o Dolphin Mini entra nessa disputa?
A comparação com o BYD Dolphin Mini surge porque os dois modelos ocupam uma vitrine parecida: carros elétricos urbanos, compactos e com apelo de economia no uso diário.
O Dolphin Mini já se tornou uma das principais referências entre elétricos de entrada no Brasil. Agora, o EX2 tenta ocupar parte desse espaço ao aparecer com preço agressivo para vendas diretas.
A rivalidade, porém, precisa ser lida com cuidado. O Geely EX2 não parte de R$ 99.001 para todos os consumidores. O valor é específico para taxistas e depende das isenções aplicadas.
Imagem: Divulgação/Geely
EX2 pode acelerar presença da Geely no Brasil
A Geely ainda está construindo espaço no mercado nacional, mas a oferta mostra uma estratégia clara: entrar por um público que dá visibilidade ao carro nas ruas.
Taxistas e motoristas de aplicativo ajudam a transformar o modelo em vitrine móvel. Quanto mais o EX2 aparece rodando, maior tende a ser o reconhecimento da marca.
Com preço de R$ 99.001 para taxistas, condição também para motoristas de app e prazo definido até o fim de junho, o Geely EX2 ganha uma boa oportunidade para encostar no Dolphin Mini e disputar atenção entre os elétricos urbanos.