Autor: automoveis

  • Novo SUV da BYD mal chegou e tem queda acima de R$ 23.333 em junho

    Novo SUV da BYD mal chegou e tem queda acima de R$ 23.333 em junho

    BYD Sealion 7 2026 mal estreou no Brasil e já entrou em junho com uma condição capaz de chamar atenção no segmento de SUVs elétricos premium.

    A oferta vigente traz o modelo com preço de R$ 339.990, entrada de R$ 203.994 e financiamento em 24 parcelas, com taxa de 0,99% ao mês.

    O detalhe mais forte para o consumidor está na supervalorização de R$ 25 mil para quem entrega um BYD Seal usado na negociação. Na prática, a condição supera a barreira dos R$ 23.333 citada na chamada.

    BYD Sealion 7 chega com bônus de R$ 25 mil em junho

    O Sealion 7 é o novo SUV cupê elétrico da BYD no Brasil e chega posicionado acima do Seal na gama da marca.

    A condição comercial não aparece como desconto direto no preço público, e sim como bônus de troca. Ainda assim, o valor reduz o peso da compra para quem já tem um modelo da marca e pretende migrar para o SUV.

    Item Condição anunciada
    Modelo BYD Sealion 7 2026
    Preço R$ 339.990
    Entrada R$ 203.994
    Financiamento 24 parcelas
    Taxa 0,99% ao mês
    Bônus de troca R$ 25.000

    A estratégia reforça uma disputa cada vez mais agressiva entre elétricos premium, especialmente em um momento no qual marcas chinesas ampliam presença no Brasil.

    SUV elétrico aposta em desempenho de esportivo

    O Sealion 7 não chega apenas com apelo de preço. O SUV cupê tem conjunto elétrico com 531 cv de potência e 690 Nm de torque, números que colocam o modelo entre os carros mais fortes da BYD vendidos no país.

Segundo os dados do modelo, a aceleração de 0 a 100 km/h acontece em 4,5 segundos. A velocidade máxima chega a 215 km/h.

Equipamentos reforçam posição premium

A lista de recursos também mira um consumidor que busca tecnologia embarcada. O SUV traz itens como:

Oferta aumenta pressão sobre rivais elétricos

Com preço acima de R$ 300 mil, o BYD Sealion 7 não mira o público de SUVs compactos ou médios tradicionais. A disputa acontece em uma faixa mais cara, onde desempenho, autonomia, tecnologia e imagem de marca pesam bastante.

A diferença é que a BYD já coloca o carro em campanha logo na chegada. Isso ajuda o Sealion 7 a ganhar visibilidade em junho e cria uma nova pressão sobre rivais elétricos e híbridos premium.

Para quem já tem um BYD Seal usado, o bônus de R$ 25 mil pode transformar o lançamento em uma troca mais atraente.



Fonte: Garagem 360

  • Scania Banco aprova R$ 310 milhões em dois dias do Move Brasil 2

    Scania Banco aprova R$ 310 milhões em dois dias do Move Brasil 2

    O Scania Banco registrou R$ 310 milhões em créditos aprovados nos primeiros dois dias do Move Brasil 2, programa de financiamento do governo federal lançado em 29 de maio. O montante representa 30% de toda a participação da instituição na primeira etapa da iniciativa, consolidando a posição da Scania como protagonista no financiamento de frotas no país.

    Em apenas 48 horas, o banco viabilizou mais de 280 operações, que se traduzem em 353 caminhões, além de ônibus, implementos rodoviários e carrocerias, totalizando 364 bens. O desempenho inicial sinaliza a demanda reprimida do setor de transportes por linhas de crédito competitivas.

    Move Brasil 2 oferece R$ 21,2 bilhões para renovação de frotas

    O programa federal dispôs de R$ 21,2 bilhões para a modernização da frota brasileira de caminhões e ônibus. Diferentemente da primeira etapa, que se limitava a caminhões com R$ 10 bilhões, o Move Brasil 2 expande o escopo ao incluir ônibus e implementos rodoviários, ampliando as oportunidades de negócio.

    No Move Brasil 1 (dezembro de 2025 a janeiro de 2026), o Scania Banco aprovou mais de R$ 1 bilhão em operações, viabilizando a comercialização de mais de 1.250 caminhões. O ritmo acelerado na segunda etapa indica que a instituição deve superar significativamente sua participação anterior.

    Condições competitivas atraem operadores de transporte

    A instituição reforça que os clientes que contratam pelo Scania Banco usufruem de até seis meses de carência e até 60 meses para pagar, com juros mais baixos que as taxas praticadas antes do programa. A abordagem consultiva diferencia a instituição dos bancos comerciais tradicionais.

    “O Move Brasil é um catalisador importante para a modernização do transporte no País. A Scania e o Scania Banco assumem o compromisso de ir além do financiamento, entregando soluções completas que geram valor real para o cliente”, afirma em nota Oscar Jaern, presidente da Scania Serviços Financeiros Brasil.


    Foto: Divulgação Scania



    Fonte: Auto Industria

  • Fiat Fastback: o SUV que bebe mais e entrega menos capricho

    Fiat Fastback: o SUV que bebe mais e entrega menos capricho

    O Fiat Fastback Limited Edition Turbo 270 AT 2026 chega ao mercado com um preço menos salgado de R$ 177.990, mas o que ele entrega por esse valor pode deixar a desejar.

     Apesar de contar com o motor 1.3 turbo de 176 cv, o SUV cupê da Fiat apresenta falhas em quesitos importantes que afetam diretamente o dia a dia do consumidor.

    Se você busca um carro com bom acabamento, baixo consumo e silêncio na cabine, talvez o Fastback Limited não seja a melhor opção.

    5 motivos para pensar duas vezes antes de comprar o Fiat Fastback Limited Edition 2026:

    1) Isolamento acústico deixa a desejar

    Um dos principais pontos negativos do Fiat Fastback Limited é o seu isolamento acústico.

    Dentro da cabine, é possível escutar claramente o barulho do motor 1.3 turbo, além de ruídos externos.

    Isso compromete o conforto de quem viaja no veículo, especialmente em trajetos mais longos. 

    Uma manta acústica no capô seria um investimento simples para amenizar o problema.

    2) Acabamento interno simplório

    Para um SUV que beira os R$ 180 mil, o acabamento interno do Fiat Fastback Limited é decepcionante.

    A Fiat abusa do uso de plástico rígido nas portas e painel, mesmo nas versões mais caras.

    Além disso, rebarbas e desalinhamentos nas peças, como na tampa do porta-luvas, demonstram falta de capricho na montagem e são inadmissíveis para o segmento.

    3) Segurança: poucos airbags e plataforma antiga

    Apesar de oferecer bons itens de segurança, o Fiat Fastback Limited peca na quantidade de airbags, contando com apenas quatro bolsas (frontais e laterais).

    A maioria dos rivais já vem de fábrica com seis airbags, incluindo os de cortina.

    Outro ponto preocupante é a plataforma MLA, a mesma do Pulse, que obteve apenas duas estrelas em testes de colisão do LatinNCap. Essa arquitetura antiga compromete a rigidez estrutural do veículo.

    4) Consumo de combustível elevado

    O consumo do Fiat Fastback Limited não é um de seus pontos fortes.

    Com gasolina, ele registra 11,3 km/l na cidade e 13,6 km/l na estrada.

    Já com etanol, os números caem para 7,8 km/l e 9,8 km/l, respectivamente.

    Esses números o tornam menos econômico que as versões com motor Turbo 200 e também que rivais diretos como o Volkswagen Nivus GTS.

    5) Espaço interno apertado para passageiros

    Apesar do grande porta-malas, o espaço interno para os passageiros traseiros não é dos melhores.

    Com um entre-eixos de 2,53 metros, pessoas mais altas podem sentir desconforto, especialmente pela falta de espaço para as pernas.

    O túnel central saliente e o assoalho não plano também incomodam quem viaja no banco do meio.

    Antes de fechar negócio, avalie esses pontos negativos. O Fiat Fastback Limited 2026 pode ter um bom desempenho, mas o alto custo e as falhas em quesitos essenciais merecem sua atenção.



    Fonte: Garagem 360

  • Picape GRANDONA engole BYD, Amarok e vai na caça da Fiat Titano

    Picape GRANDONA engole BYD, Amarok e vai na caça da Fiat Titano

    A disputa entre as picapes médias e grandes ganhou um personagem inesperado na largada de junho. A GWM Poer P30 apareceu com força no ranking parcial de comerciais leves e já colocou pressão em rivais de peso.

    Com 31 unidades emplacadas, a picape chinesa ficou à frente da Volkswagen Amarok, que soma 28 unidades, e encostou na Fiat Titano, que aparece logo acima, com 33 unidades.

    GWM Poer P30 passa Amarok e deixa BYD Shark fora da briga

    O resultado chama atenção porque a Poer P30 não disputa uma faixa simples do mercado. Ela briga em um território dominado por nomes tradicionais, como Toyota Hilux, Ford Ranger, Chevrolet S10, Fiat Toro, Mitsubishi Triton e Ram Rampage.

    Ainda assim, a picape da GWM conseguiu superar a Amarok na parcial do mês. A diferença é pequena, porém importante para uma marca chinesa que tenta ganhar espaço em um segmento historicamente mais conservador.

    Outro ponto que aumenta o peso da comparação é a ausência da BYD Shark entre os 20 comerciais leves mais vendidos no recorte apresentado.

    Ou seja, enquanto a rival híbrida da BYD ficou fora da lista, a Poer apareceu no ranking e entrou na disputa direta com modelos mais conhecidos.

    Titano vira alvo imediato da picape chinesa

    A Fiat Titano ainda aparece à frente, mas a distância é mínima. São apenas duas unidades separando a picape da Fiat da GWM Poer P30.

    Modelo Parcial de junho Posição no recorte
    Fiat Titano 33 unidades 17ª
    GWM Poer 31 unidades 18ª
    VW Amarok 28 unidades 19ª
    BYD Shark Fora do top 20

    Esse recorte cria uma disputa direta no meio da tabela. A Poer ainda está distante de líderes como Strada, Hilux, Ranger, Toro e S10, mas já aparece em uma zona onde cada emplacamento muda a leitura da disputa.

    Por que a Poer P30 chama atenção?

    A GWM Poer P30 aposta em uma configuração típica de picape grande. A versão Trail tem preço oficial de R$ 220 mil e traz motor 2.4 turbodiesel, câmbio automático de 9 marchas e tração 4×4.

    Na prática, a proposta mira consumidores que buscam força, porte e capacidade fora de estrada, sem entrar necessariamente no topo de preços das versões mais caras de rivais tradicionais.

    Picape da GWM ainda precisa provar fôlego

    Mesmo com o bom recorte contra Amarok e BYD Shark, a Poer P30 ainda tem um desafio claro: transformar a largada de junho em consistência de vendas.

    A própria tabela mostra queda de 54,7% na comparação exibida, o que indica que a vantagem parcial precisa ser observada com cautela.

    Ainda assim, o sinal é positivo para a GWM. A Poer P30 passou a Amarok, colocou a BYD Shark fora da conversa no ranking e ficou colada na Fiat Titano. Para uma picape chinesa recém-chegada ao radar de muitos compradores, esse já é um aviso importante para o segmento.



    Fonte: Garagem 360

  • VW Nivus decepciona com retomadas lentas e conforto abaixo do esperado

    VW Nivus decepciona com retomadas lentas e conforto abaixo do esperado

    O segmento de SUVs cupês compactos segue extremamente disputado nas concessionárias brasileiras neste início de junho de 2026.

    Vendido pelo preço sugerido de R$ 156.890,00, o Volkswagen Nivus Comfortline 2026 tenta atrair os consumidores por meio de um pacote recheado de tecnologia de conectividade e segurança ativa.

    Contudo, avaliações recentes de rodagem revelam que o modelo impõe ressalvas importantes que afetam diretamente o bem-estar dos ocupantes e a agilidade nas pistas, exigindo uma análise detalhada para garantir uma escolha protegida e de alta inteligência financeira.

    Defeitos em desempenho e os pontos críticos de conforto na cabine

    A principal queixa de proprietários e especialistas apoia-se no comportamento dinâmico do veículo em trechos rodoviários.

    Equipado com o motor 1.0 TSI de até 128 cv de potência, o SUV sofre com uma calibração do pedal do acelerador e do câmbio automático de seis marchas que privilegia excessivamente a economia.

    O resultado prático dessa engenharia são arrancadas apáticas e retomadas lentas de velocidade, uma lentidão que pode comprometer o sossego em ultrapassagens na estrada.

    Além disso, o barulho vindo da caixa de transmissão e um isolamento acústico ineficiente permitem que o som do vento e do tráfego urbano invadam o habitáculo com facilidade.

    O conforto de rodagem também é comprometido pelos seguintes fatores estruturais:

    • Suspensão Rígida: O conjunto de amortecedores exibe calibração excessivamente firme. Como consequência, as pancadas secas ao transpor buracos e valetas são transferidas diretamente para o interior da cabine.

    • Aperto no Banco Traseiro: A plataforma limita o espaço interno para pernas se o motorista for alto. O caimento acentuado do teto no estilo cupê e o túnel central elevado reduzem o conforto para cabeça e membros dos passageiros em viagens longas.

    • Câmera de Ré Inadequada: O sistema de auxílio traz um visor com resolução muito baixa, similar a modelos de décadas passadas, dificultando a visualização em manobras noturnas ou sob chuva.

    Os pontos positivos em tecnologia e eficiência energética

    Para balancear as desvantagens de espaço e desempenho, a Volkswagen aposta alto em recursos digitais.

    O habitáculo traz o painel digital configurável de 10,25 polegadas integrado à central multimídia VW Play de 10,1 polegadas, que opera com fluidez e realiza o espelhamento sem fio de smartphones.

    A posição de dirigir também agrada pela versatilidade de ajustes ergonômicos no banco e no volante.

    No quesito proteção, o Nivus ostenta nota máxima de 5 estrelas nos testes de colisão do Latin NCAP, trazendo de série seis airbags e frenagem autônoma de emergência, superando o rival Fiat Fastback que oferece apenas quatro bolsas de proteção.

    O compartimento de bagagens garante ótimos 415 litros de capacidade volumétrica, superando o Jeep Renegade e o próprio T-Cross.

    Já em termos de consumo de combustível, o utilitário registra excelente eficiência energética.

    Abastecido com gasolina e com o ar-condicionado ligado, ele alcança médias combinadas na casa dos 13,9 km/l. 

    Nas planilhas oficiais do Inmetro, o cupê crava marcas de 12,4 km/l no perímetro urbano e alcança 14,8 km/l em rodovias.

    Colocar todos esses prós e contras na ponta do lápis é o segredo para proteger o seu patrimônio antes de assinar o contrato na concessionária.



    Fonte: Garagem 360

  • Vendas de veículos leves em maio continuaram em alta

    Vendas de veículos leves em maio continuaram em alta

    Análises da Fenabrave sobre os resultados do mês passado apontam otimismo crescente até o fechamento de 2026. Automóveis e comerciais leves que representam 94% do mercado (caminhões, 5% e ônibus, 1%) voltaram a apresentar números surpreendentes. De janeiro a maio foram comercializados quase 1,1 milhão de veículos leves, elevação de 18,2% sobre o mesmo período de 2025.

    De acordo com o presidente da entidade, Arcélio dos Santos Jr., o setor reflete programas de incentivos a exemplo do Carro Sustentável e Move Brasil para caminhões que aguarda uma segunda fase. Por agora agregam-se ainda mais estímulos. “O recente lançamento do Move Brasil – Táxis e Aplicativos, que oferecerá incentivos de R$ 30 bilhões, com taxas de juros reduzidas e carência de 6 meses para início do pagamento de automóveis e comerciais leves de até R$ 150 mil, esperamos um aquecimento maior do mercado nos próximos meses. Isso deve elevar as projeções de vendas para 2026”, comentou.

    Mercado automóveis - Acea

    Outro segmento em alta inclui os híbridos em cenário de transição energética. “Estes atendem consumidores que buscam eficiência e valorizam alcance, praticidade e adaptação mais simples ao uso cotidiano”, avaliou. Também acrescentou que “o mercado de elétricos segue em expansão, e agora vive uma fase de consolidação, no Brasil. A evolução depende não apenas da oferta de veículos, mas também de infraestrutura de recarga, informação ao consumidor e previsibilidade regulatória”. Nos primeiros cinco meses deste ano foram comercializados 69.347 elétricos, enquanto os híbridos somaram 121.110 unidades, resultado 75% maior.

    Marcas chinesas representa 90% da venda de elétricos no Brasil, praticamente todos importados, embora pelo menos cinco tenham anunciado produção no Brasil. BYD construiu uma fábrica própria em Camaçari (BA) e antes a GWM adquiriu a unidade da Mercedes-Benz que estava fechada, em Iracemápolis (SP). Novos acordos foram acertados com a Renault, no Paraná; Caoa Chery, em Goiás; HPE Mitsubishi, também em Goiás; JLR, no Estado do Rio de Janeiro. Elétricos chineses da GM são montados no Ceará. Toyota acaba de fechar sua unidade de Indaiatuba (SP), inaugurada em 1998, para concentrar produção em Sorocaba (SP). Alguma outra chinesa se canditará?

    OCDE (Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico) acaba de revelar para surpresa de ninguém que entre 2005 e 2024 o governo chinês subsidiou três a oito vezes mais suas empresas do que a média dos 39 países membros. Fácil perceber por que oito milhões de carros elétricos foram vendidos na China em 2025, aproximadamente 60% de todos os modelos desse tipo comercializados globalmente.

     

    Polêmicas envolvem Luce, primeiro elétrico Ferrari

    A marca italiana nunca sofreu tantas críticas já na apresentação de seu primeiro modelo elétrico, que chegará ao mercado mundial só no início de 2027 por nada menos de 550.000 euros (R$ 3,24 milhões e quase o dobro com impostos brasileiros). Desenhado por Jony Ive, antes responsável pelo iPhone da Apple, o Luce (luz, em italiano) mistura linhas de sedã e SUV cupê com proporções no mínimo estranhas. Rodas dianteiras de 23 pol. e traseiras de 24 pol. de desenho sem nenhuma inspiração, lanternas traseiras de simplicidade franciscana e uma frente que não atrai olhares formam um conjunto “sem sal”, para dizer o mínimo.

    Ferrari Luce

    Luca di Montezemolo, que presidiu a Ferrari entre 1991 e 2014, hoje com 78 anos, ressalvou não desejar prejudicar a marca, “mas esperava que, pelo menos, removessem o símbolo do cavalo empinado daquele carro”. Foi ainda mais cruel: “Certamente, pelo menos, os chineses não vão copiar.”

    Interior espaçoso para cinco ocupantes, no entanto, agrada bastante. Além do volante discreto, a tela multimídia de formato quadrado tem ângulo expressamente voltado ao motorista. Do banco traseiro ninguém vai reclamar, embora a abertura das portas em sentido contrário ao tradicional esteja distante de aceitação incondicional.

    Os quatro motores elétricos, um para cada roda, totalizam 1.050 cv e 101 kgf·m. Mesmo com massa em ordem de marcha de extraordinários 2.260 kg, acelera de 0 a 100 km/h em 2,5 s, 0 a 200 km/h em 6,8 s e máxima de 310 km/h. Alcance médio declarado superior a 530 km.

    Ferrari afirma que toda a produção do Luce já está vendida até o fim de 2027, sem adiantar qualquer número. Truque de marketing que soa mais para atenuar comentários negativos.

     

    Toro 2027 com duas versões semi-híbridas (MHEV)

    Lançada em 2016 e tendo recebido uma grande atualização de estilo e novo motor turbodiesel no ano passado, a Fiat avançou em sua gama de picape média (1.000 kg de carga, incluídos motorista e quatro passageiros) para o ano-modelo 2027. A novidade da Toro está disponível unicamente nas versões Volcano e Ultra.

    Ambas dispõem agora do recurso MHEV (Veículo Elétrico Híbrido Básico, em tradução livre do inglês, embora semi-híbrido seja a melhor definição) para o tradicional motor T270 flex (176 cv e 27,5 kgf·m). Também foi acrescentado o pacote Adas (sigla em inglês para sistemas avançados de assistência ao motorista), agora disponível em todas as versões da picape.

    MHEV funciona com um gerador que inverte função e passa a motor de 15,5 cv e 6,6 kgf·m. Acoplado por correia ao motor a combustão interna, aumenta potência e torque finais. É alimentado por uma bateria de íons de lítio de 0,85 kW⋅h e 48 V, carregável nas desacelerações e frenagens. Esta mesma unidade dá partida no motor a combustão. Ganho em consumo de combustível pode ser de até 12%, além de reduzir emissões de poluentes em até 11%, informa a Fiat.

    Avaliação inicial, em Vitória (ES), em curta condução urbana com passagem por lombadas, apontou maior suavidade e linearidade do motor, quando auxiliado pela unidade motriz elétrica. Há melhor atuação do recurso start/stop (desliga/liga o motor) sem o incômodo do ruidoso motor de partida. Acelerações e velocidade máxima não mudam, embora se perceba pequeno ganho em baixas rotações. No quadro de instrumentos aparece a atuação do sistema MHEV, tanto ao produzir potência quanto nas desacelerações e frenagens, quando age como gerador.

    Preços: Volcano, R$ 197.490; Ultra, R$ 206.490.

     

    Teste: Tiguan R-Line tem desempenho convincente

    Em sua terceira geração, sempre vinda do México sem imposto de importação, o Tiguan foca agora apenas na versão de cinco lugares. Grade do radiador inclui friso iluminado que destaca o logo VW (em branco), enquanto as rodas de liga leve de 19 pol. mesclam alumínio e pintura preta. Na traseira o “VW” acende-se em vermelho ao se acionar a iluminação.

    Dimensões (mm): comprimento, 4.695; entre-eixos, 2.792; largura, 1.866; altura, 1.669. Volumes (L): porta-malas, 423; tanque, 59. Massa: 1.820 kg. Motor 4-cilindros turbo, 2-L, gasolina, 272 cv e 35,7 kgf·m. Consumo (Inmetro, cidade/estrada): 8,9/12,1 km/L. Alcance (Inmetro, cidade/estrada): 525/714 km. Tração 4×4 sob demanda. Câmbio automático epicíclico, oito marchas. Aceleração 0 a 100 km/h: 7,4 s.

    No interior destaca-se a tela multimídia de 15 pol. de aspecto moderno, ótima resolução e espelhamento sem fio para Android Auto e Apple CarPlay. Há um botão giratório para o volume do áudio no console central e a seleção de marchas passou para uma alavanca na coluna de direção com uma curiosa inversão entre as posições “D” e “R”. Bancos dianteiros firmes oferecem boa sustentação lateral. No banco traseiro há bom espaço para as pernas, mas o túnel central alto em razão da tração 4×4, incomoda o passageiro que senta no meio.

    Porta-malas diminuiu de volume por abrigar um estepe temporário. Desempenho é um dos pontos altos do novo Tiguan. Agora com 86 cv e 5 kgf·m a mais, apresenta respostas ao acelerador sempre imediatas, além de tranquilidade em ultrapassagens nas rodovias de pista simples. No modo Sport, há trocas de marchas para baixo sem hesitações. Embora faltem câmeras de visão 360°, o quadro de instrumentos reproduz o mapa de navegação e permite desviar menos o olhar para a tela multimídia.

    Preço: R$ 229.990.


    Fotos; Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Em três dias úteis, Move Brasil 2 movimenta mais de R$ 3 bilhões

    Em três dias úteis, Move Brasil 2 movimenta mais de R$ 3 bilhões

    Assim como o Move Brasil – Táxi & App, que já conta com 600 mil motoristas inscritos visando obter crédito para adquirir um carro 0 km, também o Move Brasil 2, que incentiva a compra de veículos pesados, está surpreendendo positivamente o setor automotivo brasileiro.

    Ao divulgar o seminário Anfavea Visions 2026, que acontece em São Paulo na próxima semana, o presidente da entidade, Igor Calvet, informou que dos R$ 21,2 bilhões previstos no programa, mais de R$ 3 bilhões — ou cerca de 15% do total — já foram contratados.

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    Como o programa passou a vigorar efetivamente no último dia 29, uma sexta-feira, o número contempla apenas 3 dias úteis, incluindo a segunda-feira, 1, e a terça-feira, 2 de junho.

    Diante desse quadro, Calvet acredita que o total de crédito previsto no Move Brasil 2 será contratado até agosto no máximo.

    Por conta da expectativa de divulgação desse programa, que em sua segunda etapa passou a contemplar, além dos caminhões, também ônibus e implementos rodoviários, o mercado de pesados patinou em abril e maio, com volumes baixos em relação ao ano passado.

    A expectativa agora, tanto por parte da Anfavea como da Fenabrave, é de uma retomada do mercado de caminhões, com entregas que vão se estender dois meses além de agosto.

    “Se isso ocorrer, já estaremos próximos da realização da Fenatran, programada para novembro, que é um evento de grande importância para o setor e tradicionalmente gera negócios. Com isso, poderemos recuperar, a partir de agora, as vendas perdidas até maio”, comentou o presidente da Anfavea.


    Foto: IA

     



    Fonte: Auto Industria

  • BYD Dolphin GS 2026 anuncia entrada de R$ 89.994 e bônus de R$ 8 mil em junho

    BYD Dolphin GS 2026 anuncia entrada de R$ 89.994 e bônus de R$ 8 mil em junho

    O BYD Dolphin GS 2026 entrou nas condições especiais de junho com uma oferta que chama atenção logo na entrada: R$ 89.994,00. O valor, porém, não é o preço final do carro, mas sim a entrada exigida no financiamento divulgado pela marca.

    O hatch elétrico segue com preço sugerido de R$ 149.990,00 à vista. Na campanha, o comprador pode dar 60% de entrada e financiar o restante em 24 parcelas fixas, com taxa zero ao mês.

    A oferta também aparece com bônus de R$ 8.000 na avaliação do usado, dentro da estratégia da BYD para atrair consumidores que pensam em trocar de carro em junho.

    BYD Dolphin GS 2026 tem entrada de R$ 89.994 em oferta

    A condição especial do BYD Dolphin GS 2026 funciona com uma entrada de R$ 89.994,00, equivalente a 60% do valor sugerido do hatch.

    Imagem: Divulgação/BYD

    Depois disso, o saldo é dividido em 24 parcelas de R$ 2.642,59. A taxa informada é de 0% ao mês, embora o custo efetivo total da operação chegue a 5,52% ao ano.

    Condição do BYD Dolphin GS 2026 Valor
    Preço sugerido à vista R$ 149.990,00
    Entrada R$ 89.994,00
    Parcelas 24x de R$ 2.642,59
    Taxa de juros 0% ao mês
    CET 5,52% ao ano
    Valor total a prazo R$ 153.416,10

    Na prática, a chamada com R$ 89.994,00 precisa ser entendida como ponto de partida do financiamento, não como uma redução do preço cheio do Dolphin GS.

    Bônus de R$ 8 mil reforça a campanha de junho

    Outro atrativo da campanha é o bônus de R$ 8.000, ligado à avaliação do veículo usado entregue na negociação.

    Esse tipo de condição costuma ser usado para reduzir o peso da troca para quem já tem um carro e quer migrar para um modelo elétrico. No caso do Dolphin GS, o bônus ajuda a aproximar o hatch de consumidores que ainda veem o preço dos elétricos como uma barreira.

    A oferta também fortalece a presença da BYD em uma faixa onde o Dolphin disputa atenção com hatches, SUVs compactos e versões de entrada de modelos híbridos.

    Hatch elétrico mira quem busca troca com financiamento

    O BYD Dolphin GS 2026 é um dos elétricos mais conhecidos da marca no Brasil e aparece como uma alternativa para quem quer sair de um carro a combustão sem pular para SUVs mais caros.

    Com a campanha de junho, a BYD tenta transformar o financiamento em argumento comercial. A combinação de entrada alta, parcelas fixas e bônus no usado cria uma proposta voltada principalmente para quem já tem parte do valor disponível ou pretende usar o carro atual como moeda de troca.

    Ainda assim, o consumidor precisa olhar a oferta completa antes de fechar negócio. O preço de referência segue em R$ 149.990,00, e o valor de R$ 89.994,00 representa apenas a entrada exigida no plano anunciado.

    Assim, o Dolphin GS 2026 não aparece como um “BYD de R$ 89.994,00” no sentido de preço final. O valor funciona como a porta de entrada para uma condição especial de junho, reforçada pelo bônus de R$ 8.000 na troca do usado.



    Fonte: Garagem 360

  • BYD Yuan Pro roda só 250 km e fica sem itens de segurança que rivais oferecem

    BYD Yuan Pro roda só 250 km e fica sem itens de segurança que rivais oferecem

    O BYD Yuan Pro, apesar de ser um dos SUVs elétricos mais acessíveis do mercado, apresenta pontos que exigem atenção redobrada antes de fechar negócio.

    Com um preço de R$ 182.990, o modelo da fabricante chinesa traz consigo algumas lacunas que podem pesar na decisão de compra, especialmente quando comparado a rivais que oferecem mais por um valor semelhante ou inferior.

    O foco aqui é destacar os aspectos que podem gerar frustração ou decepção para o consumidor, a fim de auxiliar em uma escolha mais consciente e alinhada às expectativas do mercado atual.

    Prepare-se para conhecer os 5 motivos que pedem cautela antes de você se decidir pelo BYD Yuan Pro.

    1. Falta saída de ar na segunda fileira

    Um dos pontos mais sentidos no BYD Yuan Pro é a ausência de saídas de ar-condicionado na segunda fileira de bancos.

    Em um carro que ultrapassa a marca dos R$ 180 mil, este item se tornou praticamente mandatório no segmento, sendo crucial para o conforto dos passageiros em viagens mais longas ou em climas quentes.

    A expectativa é que a versão híbrida plug-in, já confirmada para o Brasil, corrija essa falha.

    2. Mapas travando com Apple CarPlay

    Um incômodo recorrente em diversos modelos da BYD, incluindo o Yuan Pro, é o travamento dos aplicativos de mapas como Waze e Google Maps quando utilizados com Apple CarPlay ou Android Auto.

    Essa instabilidade prejudica diretamente a navegação, fazendo com que o motorista perca informações importantes de rota, o que pode ser especialmente frustrante em trajetos desconhecidos ou em situações de trânsito intenso.

    3. Falta pacote ADAS

    Embora o BYD Yuan Pro ofereça itens de segurança como sensores de estacionamento, assistente de partida em rampas e seis airbags, ele peca pela ausência de um pacote mais completo de tecnologias de assistência ao condutor (ADAS).

    Recursos como frenagem automática de emergência, controle de cruzeiro adaptativo e assistente de permanência em faixa, que já são comuns em muitos concorrentes, fazem falta e deixam o modelo em desvantagem nesse quesito, considerando seu preço.

    4. Porta-malas pequeno

    Com apenas 265 litros de capacidade, o porta-malas do Yuan Pro é um dos seus pontos mais fracos.

    Mesmo considerando o espaço ocupado pelo estepe, o volume é significativamente menor do que o de rivais diretos e até mesmo de alguns hatches compactos.

    Para famílias ou para quem precisa transportar mais bagagem, o espaço limitado pode ser um fator decisivo contra a compra.

    5. Autonomia limitada

    A autonomia de 250 km (segundo o Inmetro) do BYD Yuan Pro com sua bateria de 45,1 kWh é outro ponto que levanta questionamentos.

    Esse número é inferior ao de outros modelos elétricos da própria BYD, como o Dolphin Mini (280 km), e significativamente menor que a oferecida por concorrentes como o Geely EX5, que chega a 413 km.

    Para quem utiliza o carro em trajetos mais longos ou não tem fácil acesso a pontos de recarga, essa limitação pode gerar ansiedade.

    Avaliar esses pontos negativos é fundamental para entender se o BYD Yuan Pro realmente se encaixa nas suas necessidades e expectativas.

    Embora ofereça alguns atrativos, as lacunas em conforto, tecnologia e autonomia podem fazer você repensar a escolha.



    Fonte: Garagem 360

  • GAC Aion UT tem estilo, conteúdo e preços para “estragar a festa” da BYD e Geely em elétricos compactos

    GAC Aion UT tem estilo, conteúdo e preços para “estragar a festa” da BYD e Geely em elétricos compactos

    Há apenas um ano no Brasil, a GAC está ampliando, de forma acelerada, seu portfólio de produtos. Nesta terça-feira, 2, a marca chinesa lançou oficialmente seu sétimo modelo: o hatch elétrico Aion UT, que já está em rede de 55 concessionárias.

    O Aion UT é forte candidato a líder de vendas da marca no Brasil. Disputará segmento e faixa de preços que congregam, dentre outros, o BYD Dolphin, GWM Ora 03 e também a versão mais elevada do Geely EX2, igualmente elétricos e que já respondem por 17,5% das vendas de hatches compactos no País.

    O UT é oferecido por R$ 139.990,00 na versão de entrada Premium e por R$ 159.990,00 na topo Elite. Para os primeiros compradores da opção mais barata, promocionalmente até 15 de junho, a GAC oferece R$ 4 mil de bônus. O primeiro ano de seguro também será gratuito, benefício estentido ainda aos clientes da Elite.

    Com sistema elétrico de 400 volts, ambas contam com um motor elétrico dianteiro de 204 cv. Diferem, porém, nas baterias LFP — na Premium, de 44,1 kWh, enquanto na Elite é de 60 kWh, que assegura autonomia maior, de 310 km, segundo o Inmetro, ante 253 km.

    A recarga de 30% a 80%, em equipamento rápido de corrente contínua, demanda 24 minutos apenas, afirma a GAC. A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 7,3 segundos.

    A marca justifica a diferença significativa de preços de R$ 20 mil entre as duas opções aos itens de conforto e tecnologias disponível na mais cara.

    GAC Aion UT

    São de série na Elite, por exemplo, pacote ADS de nível 2 — controle de cruzeiro adaptativo, frenagem autônoma de emergência, monitoramento de ponto cego, assistente de permanência em faixa e alerta de tráfego cruzado traseiro —, teto solar panorâmico, tampa do porta-malas com acionamento elétrico, bancos dianteiros com ajustes elétricos e ventilação e tampa traseira com abertura e fechamento elétricos, além carregador de celular por indução.

    É uma lista que supera os concorrentes em vários pontos. Mas desde a versão Premium já estão disponíveis também recursos como multimídia de 14,6 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, câmera 360 graus, rodas de 17 polegadas, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, além de aplicativo para comando remoto de várias funções.

    Como os elétricos da categoria, o espaço interno é generoso para um veículos compacto — são 2,75 metros de entre-eixos. Mas o modelo da GAC agradará ainda mais pelo acabamento, que sugere até mesmo o de modelos de segmentos superiores, com revestimentos macios por todo lado, mesmo no painel.

    GAC Aion UT

    Para um hatch compacto, o porta-malas de 340 litros é bem dimensionado e pode ser ampliado com o rebatimento do banco traseiro bipartido. Uma vantagem destacada pela marca: o assoalho do porta-malas abrigado o estepe, comodidade não disponível nos concorrentes mais diretos, que contam apenas com kit de reparo.

    Outro recurso ainda pouco difundido no Brasil, especialmente no segmento, é o sistema V2L (Vehicle-to-Load), que faz do automóvel fonte de energia para equipamentos elétricos.

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    Luiz Fernando Guidorzi, diretor de Marketing da GAC, não asssegura que o UT está fadado a ser o líder de vendas da marca. Brigará, segundo ele, com o GS3, SUV compacto a combustão lançado em março por preços a partir de R$ 130 até R$ 160 mil e que somente agora está chegando em maior volume nas revendas.

    “Mas teremos produtos para atendimento de qualquer demanda pelo Aion UT.  Já trouxemos quatro lotes”, afirma Guidorzi, sem revelar a quantidade de carros no País, mas admitindo que o processo de importação foi antecipado por conta do aumento da alíquota de importação para 35% que ocorrerá em julho.

    O UT, entretanto, será apenas a última novidade da marca antes da elevação do imposto. Guidorzi confirmou, durante a apresentação do elétrico, que outros dois veículos serão lançado ainda este ano.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria