A BYD decidiu mudar a estratégia para ampliar sua força entre os SUVs compactos eletrificados no Brasil. A marca prepara a chegada do Atto 2 híbrido, modelo que deve mirar diretamente rivais como Toyota Yaris Cross Hybrid e Omoda 5 HEV.
O SUV era esperado inicialmente como uma versão híbrida do Yuan Pro, porém deve estrear com outro nome para se aproximar da família Atto. A apresentação à imprensa está prevista para 9 de junho, o que coloca o lançamento em um momento de forte disputa entre marcas chinesas e tradicionais.
A decisão mostra que a BYD não quer depender apenas dos elétricos puros para crescer no país. Com o sistema híbrido, a fabricante tenta alcançar o consumidor que busca economia, tecnologia e menor dependência de recarga.
BYD Atto 2 híbrido mira faixa mais disputada dos SUVs
O novo Atto 2 deve chegar como um SUV compacto híbrido com a tecnologia DM-i, já conhecida em outros modelos da marca. A configuração combina motor a combustão 1.5 aspirado com propulsor elétrico.
Na prática, a proposta é entregar consumo mais baixo, boa autonomia e uso mais flexível no dia a dia. Essa combinação é importante porque o mercado brasileiro ainda tem muitos consumidores que gostam da ideia de um carro eletrificado, mas não querem depender totalmente de tomadas.
O modelo deve manter porte próximo ao Yuan Pro elétrico, com cerca de 4,31 metros de comprimento, 1,83 metro de largura, 1,67 metro de altura e 2,62 metros de entre-eixos.
Preço pode ser arma contra Yaris Cross e Omoda 5
O ponto mais esperado é o posicionamento de preço. O Yuan Pro elétrico custa hoje R$ 182.990, mas a versão híbrida deve ficar abaixo disso.
A expectativa é que o novo SUV da BYD fique em uma faixa próxima de R$ 165 mil a R$ 170 mil, embora os valores oficiais ainda dependam da confirmação da marca.
Modelo
Proposta no mercado
BYD Atto 2 híbrido
SUV compacto híbrido com tecnologia DM-i
Toyota Yaris Cross Hybrid
Híbrido flex com foco em consumo
Omoda 5 HEV
Híbrido com potência elevada e preço agressivo
Essa faixa coloca o Atto 2 em uma briga direta com o Yaris Cross, que aposta na força da Toyota e no sistema híbrido flex, e com o Omoda 5, que chegou com pacote mais potente.
O que muda para a BYD
A chegada do Atto 2 híbrido pode ajudar a BYD a ocupar uma faixa onde o elétrico puro ainda encontra resistência. O SUV tende a funcionar como uma ponte entre os modelos 100% elétricos e os consumidores que buscam uma transição mais gradual.
Imagem: Divulgação/BYD
Esse movimento também aumenta a pressão sobre concorrentes que apostam em SUVs híbridos compactos. Afinal, a BYD já ganhou espaço com elétricos e híbridos maiores, agora tenta avançar em uma categoria mais popular e com maior volume.
Novo SUV pode ampliar ofensiva chinesa no Brasil
O Atto 2 híbrido chega em um momento de aceleração das marcas chinesas no Brasil. Além da BYD, nomes como Omoda, Jaecoo e GWM buscam espaço em segmentos estratégicos.
Para o consumidor, a disputa pode significar mais versões, pacotes de equipamentos mais completos e preços mais agressivos. Para as montadoras, o desafio será convencer quem ainda compara híbridos pelo consumo, valor de revenda, rede de lojas e custo de manutenção.
A BYD recalcula a rota porque percebeu que o SUV híbrido compacto virou uma das próximas grandes brigas do mercado brasileiro. E, com o Atto 2, a marca quer entrar nessa disputa antes que Yaris Cross e Omoda 5 consolidem vantagem.
O mercado nacional de hatches compactos se prepara para uma grande transformação com a chegada da segunda geração do Fiat Argo.
Com previsão de lançamento oficial no Brasil ainda em 2026, o modelo foi totalmente reformulado pela Stellantis para manter a sua forte liderança em vendas.
Inspirada no projeto europeu do Grande Panda, essa nova linha promete ditar os rumos do segmento ao introduzir tecnologia híbrida leve e uma nova arquitetura construtiva.
Com estimativas de preços flutuando de forma estratégica entre R$ 90.000,00 e R$ 120.000,00 para proteger o patrimônio do comprador.
Nova plataforma construtiva e dimensões do habitáculo
A nova geração do hatch será fabricada no complexo industrial de Betim, Minas Gerais, marcando o fim da base antiga e a adoção da plataforma global CMP Smart Car, a mesma estrutura utilizada pelo Citroën C3.
Essa mudança técnica garante um ganho expressivo em rigidez estrutural e segurança passiva, além de abrir espaço para a eletrificação da frota nacional.
As especificações físicas projetadas para a carroceria reúnem os seguintes parâmetros:
Medidas Corporais: O veículo terá cerca de 4,00 metros de comprimento total, 1,73 metro de largura, 1,60 metro de altura e uma distância entre-eixos de 2,54 metros.
Capacidade de Carga: O compartimento traseiro de bagagens foi otimizado para fornecer 315 litros de volume líquido.
Identidade Visual e Interior: O design externo trará faróis, grade e rodas com desenhos novos e exclusivos para o público brasileiro.
Por dentro, o painel trará referências do Grande Panda adaptadas ao mercado local, utilizando plásticos convencionais de alta durabilidade em vez de acabamento ecológico.
Versões de motorização e a estreia do sistema híbrido de 116 cv
O grande diferencial estratégico da Fiat para consolidar essa transação comercial como uma escolha lucrativa e inteligente apoia-se na diversificação de seus motores.
A montadora planejou três pacotes de força bem definidos para atender a diferentes perfis de orçamento e exigências de performance.
A gama mecânica do modelo será distribuída da seguinte forma:
Configuração de Entrada: Equiparada com o motor1.0Firefly aspirado flex de 75 cv de potência, associado unicamente ao câmbio manual.
Opções Intermediárias: Trazem o motor 1.3 Firefly flex de até 107 cv, com a versatilidade de escolha entre a transmissão manual ou automática do tipo CVT.
Variantes de Topo: Estreiam o inédito sistema T200 Hybrid, um conjunto micro-híbrido (MHEV) de 12 Volts. Esse sistema combina o motor 1.0 GSE turbo flex, recalibrado para entregar 116 cv de potência máxima, a um sistema elétrico auxiliar e transmissão CVT.
Além da eficiência energética superior nas grandes cidades, as configurações topo de linha do Argo 2026 trarão um painel de instrumentos digital integrado à central multimídia em uma única peça, partida por botão, até seis airbags de fábrica e o pacote de segurança ativa ADAS com assistências modernas à condução.
É a combinação perfeita de tecnologia e economia para garantir alto valor de revenda futuro.
A Toyota vai inaugurar a segunda fábrica de Sorocaba, em São Paulo, para operar a partir do início de novembro deste ano. A nova unidade faz parte do ciclo de investimento de R$ 11 bilhões da Toyota até o ano de 2030.
A nova unidade conta com a produção do Corolla Sedan, que foi transferida de Indaiatuba para o local. O processo foi iniciado em 2024.
“É um passo decisivo para fortalecer nossa operação, gerar empregos e preparar a empresa para o futuro da mobilidade”, afirma o presidente da Toyota do Brasil, Evandro Maggio.
Com a expansão da fábrica, houve também o acréscimo de 2 mil novos postos de trabalho, o que também estimula o desenvolvimento regional.
Hoje, a fábrica de Sorocaba é responsável pela produção de modelos como o Corolla Cross e Yaris Cross — e também o Corolla Sedan.
Em Sorocaba, A Toyota também inaugurou há pouco tempo um centro técnico para montagem de baterias para veículos de passeio híbridos.
Nova fábrica da Toyota em Sorocaba • Toyota/Divulgação
Fim da linha em Indaiatuba
A Toyota também ressaltou que encerrou, definitivamente, as atividades na planta de Indaiatuba (SP).
“A planta teve papel relevante na história da empresa no país, com a produção de mais de um milhão de veículos ao longo de quase três décadas”, ressaltou a montadora.
A BYD anunciou o Dolphin G DM-i, novo hatch híbrido plug-in que marca uma mudança significativa em relação ao Dolphin elétrico já comercializado no Brasil. O modelo foi revelado inicialmente para o mercado europeu e integra a estratégia global da fabricante chinesa para ampliar sua presença no segmento de compactos eletrificados, o que inclui o Brasil.
Embora compartilhe parte do nome com o Dolphin conhecido pelos consumidores brasileiros, o novo veículo possui projeto, dimensões e proposta diferentes. A estreia comercial está programada para junho na Europa, enquanto a chegada ao Brasil já foi confirmada pela fabricante para 2027.
O Dolphin G DM-i é o primeiro veículo desenvolvido pela BYD especificamente para mercados internacionais, incluindo o continente europeu. O modelo utiliza a tecnologia híbrida plug-in DM-i, sistema que combina motor a combustão e propulsão elétrica com foco em eficiência energética e ampliação da autonomia total. Essa tecnologia já é oferecida no Brasil em carros como Song Pro e Song Plus.
Segundo informações divulgadas pela montadora, o hatch poderá percorrer mais de 1.000 quilômetros com a bateria carregada e o tanque abastecido, número obtido de acordo com os padrões utilizados pela fabricante. Para o mercado brasileiro, entretanto, a autonomia deverá ser menor em razão das metodologias de homologação do Inmetro e das características do combustível nacional.
BYD Dolphin G DM-i híbrido plug-in chega primeiro à Europa • Divulgação
Visualmente, o Dolphin G DM-i apresenta mudanças profundas em comparação ao Dolphin elétrico. O modelo adota uma dianteira mais alongada para acomodar o conjunto híbrido, formado por um motor 1.5 aspirado a gasolina associado a um sistema elétrico. As alterações estruturais também são percebidas nas colunas, portas e proporções da carroceria.
Com 4,16 metros de comprimento e 1,83 metro de largura, o hatch se posiciona no segmento B europeu, categoria equivalente aos compactos premium. O desenho abandona parte do perfil de monovolume presente no Dolphin elétrico e assume uma silhueta mais próxima dos hatches tradicionais.
As imagens divulgadas pela fabricante revelam novos conjuntos ópticos, para-choques redesenhados e uma identidade visual específica para o mercado internacional. A grade frontal também sugere a adoção de elementos aerodinâmicos ativos, capazes de abrir ou fechar entradas de ar conforme a necessidade de refrigeração do sistema mecânico.
Embora a BYD ainda não tenha divulgado oficialmente potência, torque e capacidade das baterias, a expectativa é que o modelo utilize uma configuração semelhante à aplicada em outros híbridos plug-in da marca. Entre as possibilidades está um conjunto com potência combinada próxima de 212 cv e baterias Blade de aproximadamente 18 kWh.
No mercado brasileiro, o novo hatch híbrido poderá ocupar uma faixa de preço abaixo da praticada atualmente pelo Dolphin elétrico. Estimativas apontam valores entre R$ 130 mil e R$ 150 mil, ampliando o alcance da tecnologia híbrida plug-in para consumidores que buscam alternativas de menor custo em relação aos veículos totalmente elétricos.
BYD Dolphin G DM-i híbrido plug-in chega primeiro à Europa • Divulgação
A Renault Geely do Brasil revelou nesta terça-feira, 2, o segundo modelo a ser produzido no Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais, PR. É o hatch 100% elétrico Geely EX2, que será nacionalizado até o final do ano.
Antes dele, também no segundo semestre, a empresa vai fabricar no complexo paranaense o híbrido Geely EX5 EM-i. Ambos serão produzidos localmente sob a moderna plataforma GEA (Global Intelligent Electric Architecture).
Importado da China e lançado no Brasil em novembro passado, o EX2 será fabricado na CVU (Curitiba Veículos Utilitários).
“A produção local do Geely EX2 representa muito mais do que a nacionalização de um modelo. É um passo estratégico na nossa jornada, com tecnologia global e forte base industrial local. Seguimos investindo no País”, destaca Ariel Montenegro, presidente e diretor-geral da Renault Geely do Brasil.
O acordo coletivo de trabalho celebrado entre a montadora, colaboradores e sindicato, em abril, foi fundamental para viabilizar este novo projeto no Paraná, mais um importante marco da parceria com a Geely, que está alinhada ao plano estratégico FutuREady.
O EX2 – veículo elétrico mais vendido no mercado chinês – pode oferecer, dependendo da versão, itens como sistemas avançados de segurança (ADAS), câmera panorâmica de 540 graus, banco do motorista elétrico e teto com pintura contrastante.
O mercado de carros elétricos no Brasil ganhou um novo rival de peso. O GAC Aion UT chegou com preço inicial de R$ 139.990 e pacote suficiente para incomodar nomes conhecidos como BYD Dolphin, Geely EX2 e GWM Ora 03.
A força do hatch está na combinação entre potência, autonomia e porte. Com 204 cv, o modelo entrega desempenho acima de vários concorrentes diretos e ainda tenta atrair quem busca um elétrico mais completo sem entrar em faixas muito mais caras.
GAC Aion UT chega com preço agressivo
O novo hatch elétrico será vendido em duas versões no Brasil. A configuração de entrada é a Premium, tabelada em R$ 139.990. Já a versão mais completa, chamada Elite, custa R$ 159.990.
Na prática, o Aion UT entra em uma zona sensível do mercado. Ele custa mais que algumas versões do Geely EX2, porém entrega motor mais potente. Ao mesmo tempo, parte abaixo do GWM Ora 03 e encosta em versões mais caras do BYD Dolphin.
Versão
Preço
Bateria
Autonomia Inmetro
Aion UT Premium
R$ 139.990
44,12 kWh
253 km
Aion UT Elite
R$ 159.990
60 kWh
310 km
Potência de 204 cv coloca rivais em alerta
O motor elétrico do GAC Aion UT entrega 204 cv e 21,4 kgfm de torque. Segundo os dados do modelo, o hatch acelera de 0 a 100 km/h em 7,3 segundos.
Esse número pesa bastante na comparação com os rivais. O Geely EX2, por exemplo, aparece como uma opção mais acessível, mas com potência inferior. Já o BYD Dolphin e o GWM Ora 03 passam a ter um concorrente direto com proposta agressiva.
Na lista de pontos que chamam atenção, o Aion UT reúne:
preço inicial de R$ 139.990;
motor elétrico de 204 cv;
até 310 km de autonomia pelo Inmetro;
entre-eixos de 2,75 m;
porta-malas de 340 litros.
Imagem: Divulgação/GAC
Espaço interno também entra na disputa
Outro ponto forte do hatch da GAC está no tamanho. O Aion UT mede 4,27 m de comprimento, 1,85 m de largura, 1,57 m de altura e tem 2,75 m de entre-eixos.
Esse conjunto ajuda a vender a ideia de um hatch elétrico mais espaçoso, especialmente para quem não quer migrar para um SUV. O porta-malas tem 340 litros, podendo chegar a 1.600 litros com os bancos traseiros rebatidos.
Equipamentos reforçam o custo-benefício
A versão Premium já traz itens como central multimídia de 14,6 polegadas, câmera 360°, sensores dianteiros e traseiros, rodas de 17 polegadas, V2L, Apple CarPlay e Android Auto sem fio.
Na versão Elite, o pacote fica mais robusto com ADAS, teto panorâmico, carregador por indução, bancos dianteiros com ajustes elétricos e ventilação, além de porta-malas com abertura elétrica.
Aion UT pressiona elétricos consolidados no Brasil
A chegada do GAC Aion UT aumenta a pressão sobre marcas que já disputam espaço entre os elétricos compactos e médios. O BYD Dolphin segue forte em imagem, o Geely EX2 aposta no preço e o GWM Ora 03 tenta sustentar uma proposta mais premium.
O problema para esses rivais é que o hatch da GAC entra com números difíceis de ignorar. Por R$ 139.990, ele combina potência alta, bom pacote de equipamentos e porte generoso.
Com isso, o Aion UT chega ao Brasil como uma das novidades mais incômodas do segmento elétrico em 2026.
A Hyundai viu a BYD ganhar mais espaço no mercado brasileiro em maio e ultrapassar a marca no ranking geral de emplacamentos. Em meio a esse avanço, o Creta aparece com desconto para PcD em junho, incluindo uma redução de R$ 14.567,49 na versão Action TGDI AT.
O movimento chama atenção porque o SUV da Hyundai ainda é um dos nomes mais fortes da categoria. No entanto, a pressão dos eletrificados cresceu de forma direta, com modelos da BYD e da Geely ocupando posições relevantes no varejo.
BYD passa a Hyundai e muda a briga no mercado
A BYD fechou maio de 2026 na 4ª posição entre as marcas mais vendidas do Brasil, superando a Hyundai no volume geral. A montadora chinesa registrou 21.704 emplacamentos e alcançou 8,5% de participação.
No varejo, o avanço também foi forte. A marca manteve a liderança pelo segundo mês seguido, com 16.883 unidades licenciadas e 14% de participação.
Esse cenário aumenta a pressão sobre a Hyundai, especialmente porque o Creta passou a dividir espaço com uma nova leva de modelos eletrificados. O SUV continua relevante, porém já sente a disputa em um mercado cada vez mais competitivo.
Imagem: Divulgação/Hyundai
Creta ganha desconto para PcD em junho
A resposta da Hyundai aparece nas condições de venda direta para PcD. A versão Creta Action TGDI AT tem preço público de R$ 119.990, enquanto o valor para PcD cai para R$ 105.422,51.
Na prática, isso representa um abatimento de R$ 14.567,49.
Versão do Hyundai Creta
Preço público
Preço PcD
Desconto
Action TGDI AT
R$ 119.990
R$ 105.422,51
R$ 14.567,49
Comfort TGDI AT
R$ 156.590
R$ 129.609,54
R$ 26.980,46
Limited TGDI AT
R$ 173.390
R$ 146.115,75
R$ 27.274,25
Platinum TGDI AT
R$ 188.990
R$ 159.261,87
R$ 29.728,13
Os valores podem variar conforme concessionária, estoque, regras de elegibilidade e enquadramento nas isenções.
O que o Creta Action entrega
O Creta Action TGDI AT usa motor 1.0 turbo flex, com até 120 cv de potência, associado ao câmbio automático de seis marchas.
Imagem: Divulgação/Hyundai
A versão também tem consumo rodoviário informado de até 12,7 km/l com gasolina, número que ajuda a manter o SUV competitivo para quem busca um carro automático, espaçoso e com custo menor dentro da linha.
Por que o desconto importa agora
O desconto chega em um momento sensível para a Hyundai. Enquanto a BYD cresce com Dolphin Mini, Dolphin e Song, o Creta precisa manter força em uma faixa de preço cada vez mais disputada.
Para o público PcD, a redução deixa o SUV em uma condição mais agressiva. Para a Hyundai, é uma forma de tentar segurar terreno em um mês em que a BYD mostrou que já não briga apenas como promessa, mas como ameaça direta entre as maiores marcas do país.
A Great WallMotor mexeu fortemente com o tabuleiro do mercado automotivo nacional neste início de junho de 2026.
A montadora oficializou o retorno definitivo da configuração de entrada de seu SUV médio de maior sucesso, o GWM Haval H6 One.
O que antes era tratado apenas como uma série especial e temporária passa a integrar o catálogo fixo da marca como linha 2027.
O grande trunfo comercial apoia-se no preço sugerido de R$ 199.990,00, posicionando o modelo médio como um concorrente agressivo até mesmo para utilitários esportivos compactos em suas versões mais caras, consolidando um excelente custo-benefício para proteger o patrimônio do comprador.
Ofensiva agressiva contra SUVs médios e compactos do mercado
O valor fixado abaixo da barreira dos R$ 200 mil coloca o modelo em uma posição de destaque perante a concorrência.
Ele custa significativamente menos do que o Toyota Corolla Cross híbrido, que tem preço de partida estipulado em R$ 222.690,00.
A agressividade da GWM é tamanha que a versão One consegue ser mais barata que opções do segmento inferior, superando o Hyundai Creta 1.6 TGDI N-Line, tabelado em R$ 206.990,00, e igualando o custo de tabela de configurações de topo do Nissan Kicks 1.0 Turbo Platinum.
Equipamentos de vanguarda e o conjunto mecânico híbrido
Para alcançar esse patamar financeiro mantendo a lucratividade e um negócio protegido para o cliente, a fabricante realizou simplificações pontuais em relação à versão HEV2, que custa R$ 224.000,00.
As principais ausências na linha One são o teto solar panorâmico e a abertura automatizada da tampa do porta-malas.
A paleta de cores externas também é mais restrita, disponibilizando apenas as tonalidades Cinza Diamante, Branco Ágata e Preto Hematita, além da adoção de rodas de liga leve com acabamento diamantado exclusivo.
Por outro lado, o habitáculo preserva uma excelente infraestrutura digital e itens de tecnologia premium:
Central Multimídia: Tela gigante interativa de 14,6 polegadas equipada com sistema de câmera com visão de 540 graus.
Painel de Instrumentos: Tela digital de 10,25 polegadas que projeta de forma clara a rota do navegador GPS.
Auxílios de Pilotagem: Presença de Head Up Display e do pacote completo de segurança ativa ADAS de condução semiautônoma.
Debaixo do capô, a engenharia da marca manteve o aclamado motor 1.5 turbo a gasolina associado a uma unidade elétrica autocarregável. Esse arranjo entrega uma potência combinada de 243 cv e ótimos 54 kgfm de torque instantâneo.
A tração é puramente dianteira e a bateria de 1,6 kWh regenera-se de forma automática através da energia dissipada pelos freios, garantindo máxima eficiência energética diária nos postos de combustíveis.
A tabela completa do portfólio do Haval H6 estabelece o seguinte panorama:
Haval H6 HEV2: Comercializado por R$ 224.000,00.
Haval H6 PHEV19: Configuração híbrida plug-in por R$ 250.000,00.
Haval H6 PHEV35: Opção de longo alcance plug-in por R$ 289.000,00.
Haval H6 GT: Versão com estilo cupê esportivo tabelada em R$ 325.000,00.
Optar pela configuração One na linha 2027 consolida uma inteligente decisão financeira em 2026.
O motorista adquire um SUV de porte médio completo e altamente valorizado no mercado por um custo inferior ao de muitos compactos tradicionais de fábrica.
O mercado automotivo inicia o mês de junho de 2026 com excelentes oportunidades para profissionais que buscam otimizar seus custos operacionais.
A General Motors anunciou oficialmente a sua adesão ao programa federal Move Brasil, trazendo condições altamente competitivas para taxistas e motoristas de aplicativo.
A grande novidade da campanha é a oportunidade de realizar um financiamento de carroelétrico com valores subsidiados.
Permitindo que trabalhadores autônomos substituam seus veículos antigos por modelos zero-quilômetro modernos e extremamente econômicos sem comprometer o fluxo de caixa.
Condições especiais para o elétrico Spark EUV no Move Brasil
O principal destaque da ofensiva comercial da Chevrolet está direcionado aos motoristas de aplicativo cadastrados.
O modelo 100% elétrico Spark EUV recebeu um abatimento expressivo em sua tabela. Para as aquisições em canais tradicionais de faturamento direto, o modelo registra o preço à vista de R$ 130.190,00.
Contudo, para quem necessita diluir o investimento e opta pela linha de financiamento de carro da montadora, o custo total do veículo fica ajustado em R$ 139.490,00.
O plano estruturado para essa modalidade de financiamento de carro engloba os seguintes parâmetros financeiros:
Entrada Facilitada: Exigência de um pagamento inicial no valor de R$ 84.399,00, formato que pode ser viabilizado com a entrega do usado na troca.
Parcelas Fixas: Divisão do saldo restante em 24 prestações mensais fixadas em R$ 2.400,57, garantindo total previsibilidade para o orçamento do motorista.
Região de Validade: A oferta possui prazos determinados e está disponível para concessionárias em estados selecionados.
Vantagens e descontos nas linhas Spin e Tracker para taxistas
Além de impulsionar a eletricidade urbana, a fabricante norte-americana disponibiliza descontos agressivos em modelos consagrados a combustão para a categoria de taxistas.
A Chevrolet Spin AT, amplamente reconhecida no varejo pelo seu espaço interno generoso e pela robustez do motor 1.8 flex, recebeu uma redução expressiva de preço, despencando de seu valor original de R$ 119.900,00 para apenas R$ 99.490,00.
Pelo mesmo patamar financeiro de R$ 99.490,00, os taxistas também podem optar pelo Chevrolet Tracker.
O SUV compacto de entrada vem equipado com o eficiente motor 1.0 turbo flex e transmissão automática de seis marchas, consolidando uma transação comercial protegida e altamente vantajosa.
Avaliar essas propostas e simular o seu financiamento de carro direto na rede autorizada em junho de 2026 é a estratégia ideal para garantir a máxima lucratividade no trânsito das grandes cidades.
O mercado de caminhões apresentou retração em maio, tanto na comparação mensal quanto na anual. Foram 8,2 mil emplacamentos, queda de 5,3% sobre abril (8.661) e de 7% sobre o mesmo mês de 2025 (8.813).
Conforme balanço divulgado pela Fenabrava nesta terça-feira, 2, a venda de caminhões no acumulado dos primeiros cinco meses atingiu 38.611 unidades, recuo de 13,6% no comparativo com idêntico período do ano passado (44.710).
“Com o fim da primeira etapa do Move Brasil em março e o início da operacionalização da segunda fase em 29 de maio, os transportadores e autônomos ficaram em compasso de espera”, explica o presidente da entidade, Arcelio Junior.
Os caminhões, lembra o executivo, dependem de decisões empresariais de longo prazo, ou seja, o comprador avalia financiamento, previsibilidade de receita e custo operacional antes de investir.
“Por isso, a segunda fase do Move Brasil estava sendo bastante aguardada. Com o início de sua operação no fim de maio, esperamos uma gradual recuperação das vendas nos próximos meses”, comenta Arcelio Jr.
O Move Brasil 2 oferece crédito de R$ 21,2 bilhões e inclui, agora, também ônibus, microônibus e implementos agrícolas.
“Com taxas reduzidas, carência e prazos estendidos para financiamentos, a nova etapa do Move Brasil deverá influenciar a retomada de segmentos que até então vêm apresentando retração”, conclui Arcelio Jr.