Autor: automoveis

  • Análise: Cybertruck, da Tesla, é impressionante e preocupante

    Análise: Cybertruck, da Tesla, é impressionante e preocupante

    Houve um tempo em que uma picape elétrica da Tesla, algo projetado para competir de frente com os produtos mais populares da América, o Ford F-150 e o Chevrolet Silverado, parecia ser exatamente o que levaria a Tesla ao verdadeiro mercado em massa.

    Então, em 2019, Elon Musk revelou o Tesla Cybertruck, uma caixa de metal sem adornos sobre rodas. É a última coisa que se poderia chamar de convencional. Esta caminhonete atraiu fervorosos fãs e críticos ainda mais fervorosos. Mas ela possui boas capacidades de reboque e transporte, embora sacrifique alguma usabilidade para se adequar ao seu design literalmente pontiagudo. Para alguns clientes, o sacrifício vale, indiscutivelmente, a pena.

    Mas pode ser mais uma questão sobre se a Ford e a GM realmente precisam se preocupar.

    Se for uma competição pela atenção, elas precisam. Mesmo quando estacionei um Tesla Cybertruck alugado ao lado de um supercarro McLaren rosa-choque em um estacionamento de um centro comercial na Califórnia, as pessoas no McLaren não paravam de falar sobre o Cybertruck. Onde quer que eu fosse, a enorme e brilhante caminhonete prateada era um ímã para a multidão, atraindo jovens que esperavam ver um na vida real e outros, geralmente mais velhos, que nem faziam ideia do que era aquela coisa.

    O Tesla Cybertruck não se parece com nada mais na estrada. E seu tamanho – não é tão longo quanto um Ford F-150, mas de alguma forma parece ainda maior – é ainda mais chamativo. Claro, uma vez que o Cybertruck esteja no mercado por um tempo, seu apelo diminuirá.

    Há muito para gostar no Cybertruck, mas também ele incorpora um nível perturbador de arrogância individual em aço duro e implacável. Preocupações com a segurança dos outros na estrada e até mesmo as necessidades práticas de seus próprios usuários parecem ter sido colocadas em segundo plano para seguir uma diretriz de design e engenharia liderada pelo CEO da Tesla, Elon Musk. Como fica claro na recente biografia de Musk escrita por Walter Isaacson, foi a fixação de Musk por esta estrutura, criada a partir do mesmo aço que a SpaceX usa para foguetes, que resultou na massa retangular de metal nu que eu estava dirigindo pelas colinas do sul da Califórnia.

    Um caminhão-esportivo

    Foi o caminhão elétrico mais agradável que já dirigi até agora. Dirigi quase todos os outros caminhões elétricos atualmente no mercado, como os da Ford e da Rivian, e não espero que nenhum supere o Cybertruck em desempenho semelhante ao de um carro esportivo. Normalmente, não é uma prioridade em uma picape. Ele tem uma aceleração poderosa e uma direção que parece rápida, responsiva e ágil. Com sua aceleração enérgica, direção rápida e pneus de caminhão Goodyear projetados sob medida, lembrou-me um pouco de dirigir o Lamborghini Huracán Sterrato, um carro esportivo de alta performance equipado com pneus off-road e suspensão elevada. Mas o Cybertruck é, é claro, maior e mais do que o dobro do peso.

    Mesmo uma leve pressão no acelerador deixava todos os outros para trás rapidamente. Com seu sistema de direção por “drive-by-wire”, uma leve virada de seu pequeno volante retangular produzia curvas apertadas em baixas velocidades, mas, em altas velocidades, não era difícil manter o caminhão em sua faixa. A direção nas quatro rodas permite que ele faça manobras em uma área menor do que se poderia esperar.

    A Tesla não forneceu um Cybertruck para a CNN testar. Em vez disso, alugamos um por mais de US$ 1.000 (cerca de R$ 5 mil) por dia por meio do Turo, o serviço de aluguel de veículos entre pares. (O Turo não define as taxas, os proprietários do veículo o fazem, e as taxas do Cybertruck diminuíram um pouco desde então.) Meu anfitrião do Turo me guiou pelos controles muito estranhos – pelos padrões não-Tesla – do Cybertruck.

    O Cybertruck tem uma caçamba de formato desajeitado que prejudica seu uso. No entanto, há também um compartimento de armazenamento sob o piso da caçamba. Crédito: Peter Valdes-Dapena/CNN

    Os indicadores de direção são controlados por botões no volante, em vez de uma alavanca. (Novamente, isso é semelhante a um Lamborghini ou Ferrari.) Para colocar o caminhão em modo de condução ou marcha à ré, deslizei para cima e para baixo em um ícone de caminhão na tela central. (Caso a tela fique em branco, há uma fileira de botões seletor de marchas no teto, logo acima do para-brisa.) E tive que cavar um pouco na tela sensível ao toque para encontrar o controle do único e gigantesco limpador de para-brisa do Cybertruck. Mas, depois de dirigir o caminhão por uma hora ou mais, tudo parecia lógico.

    O que é esse espelho retrovisor?

    Ele tem um espelho retrovisor montado no para-brisa, mas, preocupantemente, é totalmente inútil na maioria das vezes. Com a tampa da caçamba fechada, não há nada para ver pela janela traseira.

    Muitos SUVs modernos têm espelhos retrovisores que funcionam também como uma tela de vídeo mostrando uma visão de uma câmera montada na traseira. A Tesla poderia ter usado um sistema semelhante, mas não o fez. No Cybertruck, a visão traseira em vídeo é exibida em um retângulo pequeno na tela central do caminhão. Está lá o tempo todo enquanto você dirige.

    Isso pode parecer um detalhe pequeno, mas diz muito sobre como a Tesla pensa nos controles do veículo. A única razão para ter a exibição de vídeo traseira dentro do espelho retrovisor é porque é onde os motoristas estão acostumados a olhar. Da mesma forma, a única razão para ter uma alavanca de sinal de direção é que as pessoas estão acostumadas com isso. Para o bem ou para o mal, a Tesla não se importa com o que você está acostumado.

    O interior simples do Tesla Cybertruck é bastante agradável, mas, com pouquíssimos interruptores ou botões, esta é a parte fácil. Crédito: Peter Valdes-Dapena/CNN

    Há indicações de que essa atitude contribui para taxas de acidentes mais altas, mas, se a Tesla estivesse inventando um veículo do zero, as escolhas estranhas seriam totalmente sensatas.

    Então, há a forma louca do Cybertruck. Outras empresas fabricam picapes há mais de um século e existem razões pelas quais elas normalmente não têm formato de cunha. Neste caso, o Cybertruck é prejudicado por um aparente desejo, desnecessário, de ser diferente.

    Não ideal para carga

    No Cybertruck, se você carregar a caçamba e decidir que quer pegar algo na frente, algo perto da janela traseira, você precisará começar a desembalar. Não dá para alcançar pela lateral da caçamba. A parede lateral é muito alta.

    Ao contrário de outros caminhões grandes, o Cybertruck também não oferece nenhum lugar para você colocar o pé para ajudá-lo a alcançar pela lateral da caçamba, além do pneu traseiro, que pode estar escorregadio com lama e sujeira. Nem mesmo há muito espaço para ficar em cima do para-choque traseiro.

    O “frunk”, ou porta-malas dianteiro, também é um pensamento tardio bastante inútil em comparação com o do Ford F-150 Lightning. O da Ford é simplesmente maior, para começar, e possui muitas tomadas de energia, tornando-o um espaço de trabalho genuinamente funcional. O do Cybertruck é útil, talvez, como um lugar para sentar. No entanto, há um compartimento de armazenamento de tamanho razoável.

    Por enquanto, pelo menos, o Cybertruck não está na mesma faixa de preço que o Lightning. A versão Foundation Series que eu dirigi custou mais de US$ 100 mil (cerca de R$ 500 mil). Será no próximo ano antes que a Tesla comece a produzir caminhões custando cerca de US$ 60 mil (aproximadamente R$ 300 mil), conforme anunciado.

    O mais preocupante, porém, é a qualidade de fabricação. O interior é bastante agradável, se espartano, mas essa é a parte fácil, especialmente porque a Tesla elimina a maioria dos interruptores. A parte difícil é fazer um corpo de aço inoxidável, especialmente um com bordas principalmente retas que não escondem desalinhamentos.

    Na maioria dos carros e caminhões, os alinhamentos dos painéis da carroceria são uma preocupação puramente estética. Não fica bom quando há lacunas grandes e irregulares entre diferentes seções da carroceria. Mas a maioria dos veículos não é feita de aço inoxidável grosso e de bordas duras. Nos cantos dianteiros do nosso Cybertruck, havia lacunas grandes o suficiente para ver a luz do dia e bordas duras sobressaíam da carroceria.

    O “frunk” do Cybertruck tem utilidade limitada em comparação com os das caminhonetes da Ford, General Motors ou Rivian. Crédito: Peter Valdes-Dapena/CNN

    Beiradas

    Eu me preocupei caso este caminhão atingisse um pedestre ou se alguém escorregasse enquanto subia pelo lado da caçamba, que o metal inflexível poderia causar danos reais. Não é realmente afiado como uma faca, é claro, mas, ao atingir carne macia com força suficiente, parece que poderia cortar a pele. Enviei um e-mail para a Tesla perguntando se a montadora tinha alguma preocupação com isso, mas não recebi resposta. A Tesla não responde às perguntas da CNN há anos.

    Este não é um caminhão que os clientes comprarão em grande número, e não apenas porque a Tesla ainda não está produzindo em grande número. É divertido e interessante, mas, para aqueles que só querem fazer o trabalho, não há muita razão para comprar este em vez de algo mais normal e funcional. Não parece que fará nada – ou pelo menos nada que importe – muito melhor do que um Ford F-150 Lightning ou um Chevrolet Silverado EV, e definitivamente será pior de algumas maneiras importantes.

    Se você quer chamar a atenção, porém, este é o seu veículo. Pelo menos enquanto a novidade durar.



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • VWCO bate recorde em treinamento na rede

    VWCO bate recorde em treinamento na rede

    A Volkswagen Caminhões e Ônibus reforçou treinamento aos profissionais de venda e pós-venda da rede no ano passado. Dentre cursos online e presenciais, as atividades somaram por volta de 250 mil horas, impactando em torno de 10 mil pessoas.

    A carga horária acumulada, um recorde para a fabricante, capacitou os times para as novas rotinas com a chegada dos modelos com a tecnologia de tratamento de emissão para atender o Proconve P8, equivalente às normas do Euro 6. Com isso, a empresa desenvolveu e executou 40 novos títulos de curso.

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    Os treinamentos, inclusive, extrapolaram fronteiras, com ações em mercados nos quais a VWCO atua. A empresa levou qualificação profissional a países como África do Sul, Gana e Togo, bem como ampliou atividades na América Latina, com turma no Suriname e na República Dominicana.

    “Sabemos que tão importante quanto a primeira negociação é o pós-vendas e a confiança que oferecemos com nossa rede de concessionárias. Por isso, investimos pesadamente para ter o melhor serviço aos nossos clientes, com profissionais altamente qualificados nos cerca de 350 estabelecimentos espalhados por mais de 30 países”, resume Eduardo Pignata, supervisor da área Treinamento e Desenvolvimento de Rede da VWCO.

    De acordo com a marca, o compromisso com treinamentos vai além da rede, com inciativas na garagem do cliente. Com o programa denominado ProfiDrive, por exemplo, a montadora forma instrutores em condução econômica para levar o conhecimento aos profissionais dos frotistas.


    Foto: VWCO/Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • 5 motivos para comprar o ORA 03 GT

    5 motivos para comprar o ORA 03 GT

    O Ora 03 foi o segundo carro elétrico mais vendido do país em 2024, segundo a Fenabrave. Mas, o que explica o sucesso do veículo chinês?

    A seguir, o Garagem360 lista 5 vantagens interessantes deste modelo. Acompanhe! 

    (Foto: Divulgação/GWM)

    Vale a pena comprar o Ora 03 GT? 

    1- Autonomia surpreendente 

    (Foto: Divulgação/GWM)

    Se a autonomia é importante para você, o ORA 03 GT é um dos melhores do mercado. Ele entrega 319 km. A propósito, o seu índice é melhor que muitos veículos da sua categoria. Veja só:

    2- Boa conectividade 

    A versão Ora 03 GT dispõe de 12 sensores e o assistente de estacionamento Automático (Full Parking Assist), o que contribui (e muito) para estacionar o carro com tranquilidade. 

    Vale mencionar ainda o Smart-Start. De maneira resumida, trata-se de um recurso que exclui a necessidade do condutor de apertar o botão “start” para ligar o automóvel.

    Adicionalmente, o carro conta com alerta e frenagem autônoma de emergência de tráfego cruzado dianteiro.

    Veja, a seguir, outros itens de conectividade do carro chinês:

    • 6 modos de condução (Eco/Normal/Esportivo/Esportivo+/Automático/Individual)
    • Ajuste de volume do som de acordo com a velocidade do veículo
    • Computador de bordo com tela de LCD de 10,25 polegadas
    • Conectividade com Apple CarPlay e Android Auto
    • Launch Control – Controle de largada
    • Tela de multimídia de 10,25 polegadas

    Confira também:

    3- Conforto para condutores e passageiros 

    (Foto: Divulgação/GWM)

    Os bancos dianteiros chamam atenção pelo ajuste elétrico, ventilação e massagem, o que traz mais conforto para o motorista. Além disso, os bancos traseiros rebatíveis (60/40) permite que o porta-malas do carro saia de 228 para 858 litros

    4- Performance surpreendente 

    O ORA 03 vai de 0 a 100 km em apenas 8,2 s. Ele entrega uma potência de 171 cv e um torque de 250 Nm, o que traz uma boa performance na pista. 

    5- Segurança 5 estrelas 

    O Ora 03 GT foi aprovado com nota máxima nos testes do Euro NCAP. Também foi avaliado como o carro mais seguro do seu segmento comercializado na Europa. 

    Entre os principais itens do veículo, destacam-se:

    • Piloto automático inteligente, com diversos recursos: Stop & Go, Controle de Cruzeiro Inteligente, Smart Cornering (ajusta a velocidade do veículo de acordo com o ângulo da curva), Smart Dodge (Desvio Inteligente de Caminhões), Alerta, Manutenção e Centralização de Faixa, entre outros;
    • Sete airbags, sendo o primeiro carro da categoria com airbag central (entre os bancos dianteiros);

    • Alerta e Frenagem Autônoma de Emergência (AEB – Auto Emergency Breaking), capaz de reconhecer pedestres, ciclistas e motos. A versão GT traz ainda frenagem de tráfego cruzado;

    • Assistente ativo de ponto cego que alerta e ajuda a evitar acidentes em troca de faixas e ainda conta com alerta de abertura de portas após o carro estar estacionado e desligado, com reconhecimento de carros, ciclistas e motos;

    • Reconhecimento de placas de velocidade com alerta de excesso de velocidade;

    • Visão 360° com nove modos de visualização gerados por meio de cinco câmeras

    Quer conhecer mais detalhes sobre o veículo?

    Confira, a seguir, a ficha técnica completa do Ora 03 GT:

    • Motor: Elétrico, dianteiro, com função de tração
    • Bateria (kWh): 63
    • Autonomia modo 100% elétrico: 319 km conforme PBEV/INMETRO
    • Potência combinada: 171 cv
    • Torque: 250 Nm
    • Transmissão: Velocidade única, para veículos elétricos
    • Tração: Dianteira
    • Velocidade máxima: 160 (limitada eletronicamente)
    • Peso: 1580 kg
    • Pneus: 215/50 R18
    • Porta-malas: 228 / 858 litros
    • 0 a 100 km/h: 8,2 s
    • Comprimento: 4254 mm
    • Largura: 1848 mm
    • Altura: 1603 mm
    • Vão livre do solo: 135 mm
    • Ângulo de ataque: 16°
    • Ângulo de saída: 25°

    Quanto custa o ORA 03?

    A versão GT custa R$ 184 mil, enquanto a SKI pode ser adquirida por R$ 150 mil, de acordo com o site da montadora. 

    Qual a autonomia do ORA 3?

    A autonomia da versão GT é de 319 km, enquanto da Skin é de 232 km, segundo o Inmetro. 

    Leia também: GWM será a nova patrocinadora de super evento de tecnologia



    Fonte: Garagem 360

  • Na área automotiva, Brasil é destaque na busca pela igualdade de gênero

    Na área automotiva, Brasil é destaque na busca pela igualdade de gênero

    Em estudo global realizado em 11 países com 6,5 mil profissionais, a empresa Gi Group, 5ª maior de recrutamento e seleção da Europa, revela avanços da participação feminina no mundo automotivo, mas com muitos desafios ainda a serem vencidos.

    Um destaque positivo da pesquisa é que a maioria das empresas ouvidas (80%) informa ter programas de Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI) com foco nas mulheres, para incentivá-las a entrar no setor.

    Mas só a metade (50,3%) das empresas confirmou a existência de ações efetivas para garantir igualdade de remuneração e idênticas oportunidades para as mulheres.

    Nesse contexto, Brasil e China se destacam pelas respectivas posições de líder (96,4%) e vice-líder (93,5%) no ranking dos países com a maior proporção de companhias trabalhando em prol da eliminação da disparidade de gênero, revela Ana Britto, diretora da divisão de temporários e efetivos da Gi Group.

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    Na outra ponta, segundo a executiva, Japão (80,1%) e Polônia (78,6%) são os que apresentaram o menor número de empresas com ações para eliminar as assimetria, reforçando o ambiente automotivo como um ambiente adverso para as profissionais do sexo feminino.

    Dados levantados

    Do total dos entrevistados, 40,8% afirmaram que oferecem trabalho flexível, licença maternidade e auxílio alimentício. Entre as empresas pesquisadas, 41,1% anunciaram ações para promover lideranças femininas e 38,4% disseram que a fraca visibilidade dada a essas lideranças no setor afasta as mulheres desse mercado de trabalho.

    “Os estereótipos também as desencorajam a exercerem atividades na indústria automotiva, tradicionalmente dominada por homens, disseram 38,1% dos pesquisados”, avalia a pesquisa da Di Group.

    Para 31,5%, a fraca percepção da representação de gênero nas empresas espanta as profissionais, além da falta de consciência e de campanhas de recrutamento voltadas para mulheres, fatores importantes para 27,1% dos respondentes.

    “No entanto, parece que há desvantagens de ordem prática que também afetam as decisões das mulheres, como o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal (35,1%) e a desigualdade na evolução de carreira (34,4%)”, analisa Ana Britto.

    O estudo, que mostra as tendências de contratações na indústria automotiva, foi realizado em parceria com a maior universidade de tecnologia da Itália, a Politecnico di Milano, e a empresa de inteligência de dados INTWIG Data Management no Brasil, Estados Unidos, China, Reino Unido, Alemanha, França, Hungria, Itália, Japão, Espanha e Polônia.

    A diretora da Di Group revela ainda que a Itália é o país mais focado em garantir a igualdade de remuneração e oportunidades de progressão na carreira (66%), enquanto no Brasil esse porcentual é de 57%. A Hungria se destaca mais do que qualquer outro país em treinamento para combater preconceitos, mesmo aqueles inconscientes (72%).

    “No geral, o estudo mostra os desafios que o setor enfrenta para atrair força de trabalho altamente qualificada e que indústria precisa reformular as suas mensagens quando se trata de aquisição de talentos. Atrair mais profissionais femininas poderá trazer maior competividade, uma vez que elas podem ajudar as montadoras a atenderem melhor às necessidades e preferências desse importante segmento do mercado consumidor. Sem mulheres, não há futuro para o setor automotivo”, conclui a diretora da Gi Group.


    Foto: Divulgação/Nissan



    Fonte: Auto Industria

  • As 4 melhores motos para trabalhar como entregador do iFood em 2024

    As 4 melhores motos para trabalhar como entregador do iFood em 2024

    A entrega de refeições por aplicativos como o iFood se tornou uma ótima opção de trabalho para muitos brasileiros.

    O que exige uma boa motocicleta, visto a versatilidade que a profissão exige.

    Para ajudar na escolha, separamos as melhores motos para trabalhar como entregador do iFood. 

    A Honda CG 160 é uma das melhores motos para trabalhar como entregador do iFood – Foto: Divulgação

     

    Quais as melhores motos para trabalhar como entregador do IFood em 2024?

    São Honda CG 160, Yamaha Factor 150, Haojue DK 150 e Shineray SHI 150. Vamos falar sobre cada uma delas. 

    1. Honda CG 160 Start

    A versão de entrada da CG não vai te decepcionar no trabalho de entregador.

    Trata-se de uma moto relativamente robusta, econômica (faz até 40 km/l), tem peças de reposição baratas e fáceis de encontrar, assim como uma manutenção barata. 

    Seu motor de 159 cc é potente o suficiente para o dia a dia nas entregas, com boa aceleração e velocidade final.

    Preço: a partir de R$ 14.725 zero km e R$ 12.564,00 (Tabela FIpe 2020). 

    2. Yamaha Factor 150

    A concorrente da Honda trouxe um moto leve e ágil, ideal para o trânsito urbano, boa economia de combustível (até 38 km/l) e com um design moderno.

    Yamaha Factor 150 – Foto: Divulgação

     

    Conta com o motor Blueflex de 149,3 cc monocilíndrico de quatro tempos, que desenvolve até 12,4 cv com etanol. Vai dar para você levar tranquilamente a bag e um carona se for preciso. 

    Preço: partir de R$ 17.006,00 zero km e R$ 11.245,00 (Fipe 2019)

    3. Haojue DK 150

    Quem não conhece essa marca pode ficar tranquilo. É uma das marcas parceiras da Suzuki, portanto pode esperar coisa boa. 

    Oferece um ótimo custo-benefício, preço competitivo (é uma das mais baratas de 150 cc), além da boa economia de combustível (até 37 km/l) e seu design moderno.

    Segundo a marca, o motor TSR i não apresenta folgas em suas engrenagens, além de outros diferenciais como seu virabrequim incorporando internamente com borrachas amortecedoras e molas de alta compressão. 

    Preço: R$ 13.186,00 zero km e R$9,414 (Fipe 2029).

    Haojue DK 150 – Foto: Divulgação

     

    Veja qual é a moto mais barata do Brasil em 2024.

    4. Shineray SHI 175

    Achou que não teria nenhuma Shineray aqui na lista? Achou errado. Essa é a Shineray 175, uma moto de 175 cc com preço de 150 cc, ideal para quem busca um pouco mais de potência mesmo no trabalho do cotidiano. 

    É ideal para aquelas cidades cujas as vias não estão bem, com alguns buracos, ladeiras, entre outros entraves que surgem na vida do entregador. 

    Seus diferenciais (além do motor mais potente) são os freio dianteiro e traseiro à disco com sistema CBS, Protetor de escapamento, porta USB e iluminação FULL LED. 

    Preço R$13.990,00 zero km

    Shineray Worker 125 – Foto: Divulgação

     

    Não gostou desses modelos? Tudo bem, veja esses outros com potência menor (e maior)

    Honda Pop 110i – R$ 9.570

    Honda PCX 160 – R$ 16.800

    Dafra Cruisym 150 – R$ 16.490

    Haojue DK 160 – R$ 16.695,00

    Shineray Worker 125 – R$ 8.490  (a mais barata do Brasil).

     

    Robson QuirinoSou Robson Quirino. Formado em Comunicação Social pelo IESB-Brasília, atuo como Redator/ Jornalista desde 2009 e para o segmento automotivo desde 2019. Gosto de viagens rápidas, mas sonho em viajar em um cosmic car para o espaço sideral.



    Fonte: Garagem 360

  • Tombini renova a frota com 100 caminhões Mercedes-Benz

    Tombini renova a frota com 100 caminhões Mercedes-Benz

    A Tombini, empresa transportadora de Palmitos (SC), renovou frota com aquisição de 100 unidades do Mercedes-Benz Actros 2548 LS 6×2 Euro 6. Com 12 filiais espalhadas pelo Brasil, a transportadora é referência no transporte de cargas secas e refrigeradas, nos segmentos de alimentos, higiene, beleza e limpeza. Com a chegada dos novos caminhões, a Mercedes-Benz passa a participar com 20% da frota da Tombini, atualmente composta de 1,5 mil veículos. O negócio foi intermediado pela concessionária Cosmar Veículos, de Jundiaí (SP), cidade onde filial da Tombini concentra serviços de manutenção e abastecimento da frota.


    Foto: Mercedes-Benz/Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Salão de Genebra volta após cinco anos com pouca adesão

    Salão de Genebra volta após cinco anos com pouca adesão

    Referência histórica para a indústria e consumidores europeus ao lado das mostras de Munique e de Paris, o Salão de Genebra começa na segunda-feira, 26, e vai até o dia 3 de março após um longo hiato de cinco anos.

    Mas, mais do que palco para grandes novidades em produtos e tecnologias, a 91ª edição servirá mesmo para reforçar que eventos do gênero não têm mais, nem de longe, o protagonismo que conquistaram ao longo de mais de um século como ferramenta de marketing.

    Apenas duas — sim, duas!! — grandes montadoras integram a lista de menos de duas dezenas de expositores: a única europeia, o Grupo Renault e a “bola da vez” global, a chinesa BYD.

    De resto, além da pequena inglesa MG Motor, na verdade mais uma divisão da também chinesa SAIC desde 2006, apenas veículos de nichos, preparadores, estúdios de design e algumas startups ocuparão os demais estandes.

    Desde que foi confirmada a edição 2024, as seguidas baixas deram o tom do noticiário sobre o salão suíço. De imediato, a trinca alemã Mercedes-Benz, Audi e BMW, como em outras oportunidades e mostras internacionais, abriu mão da participação para claramente priorizar o Salão de Munique em suas estratégias.

    Da mesma forma a Stellantis, donas das marcas francesas Peugeot e Citroën e das italianas Fiat e Alfa Romeo, e de mais dez,  prefere prestigiar a exposição parisiense com suas marcas locais.

    Marcas japonesas e coreanas nem esboçaram qualquer interesse. Dos Estados Unidos, somente a Lucid, novata californiana de elétricos de luxo, dará as caras por lá. A Tesla, que tem na Europa importante fatia global de clientes, também ficou de fora.

    Yangwang U8

    U8, SUV da Yangwang, marca premium da BYD

    Genebra, portanto, será palco de um restrito duelo sino-europeu. Do lado oriental, a BYD, que deflagrou seu desembarque em mercados da Europa sobretudo a partir de 2023, mostrará o Seal U DM, seu primeiro modelo híbrido plug-in a ser vendido na região, além do SUV híbrido plug-in U8 e o crossover elétrico N7, veículos de suas submarcas Yangwang e Denza.

    Já o conglomerado francês, que terá espaços dedicados ao veículos Renault e da romena Dacia, tem um tanto a mais para conquistar as atenções. Seu prometido maior destaque será o Renault 5 E-Tech.

     

    A essência e boa parte das soluções de estilo do hatch “retrô” elétrico, substituto natural do Zoe, já é de conhecimento público desde que ele surgiu como protótipo pela primeira vez há quase três anos, no Salão de Munique, e deve custar a partir de € 25 mil.

    Dacia Sandero

    Dacia Sandero

    A coirmã Dacia mostrará a atualização estética da interna e externa do elétrico Spring. O compacto, vendido aqui no Brasil como Renault Kwid E-Tech. Sandero, Logan e o SUV Duster também aparecerão de caras novas.

    Para não dizer que a mostra ficará rigorosamente entre Grupo Renault e BYD: a MG vai apresentar a nova geração do pequeno hatch híbrido MG3, logo disponível nos principais mercados europeus, e o roadster elétrico Cyberster.

    Sua controladora SAIC também lançará a IM, Intelligent Mobility, marca premium de carros elétricos, como o sedã L6, cuja autonomia é estimada em 800 km.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Promoções impulsionam emplacamentos de carros 0 km

    Promoções impulsionam emplacamentos de carros 0 km

    A intensificação das promoções no varejo nesta segunda metade de fevereiro, com ações que envolvem descontos, taxa zero, IPVA grátis e supervalorização do usado, entre outras, tem sido decisiva para melhorar o movimento nas concessionárias e garantir números positivos no varejo automotivo em fevereiro.

    Até marcas premium e de elétricos importados, que iniciaram o ano com excelentes resultados por conta da retomada do imposto de importação de modelos do gênero, estão oferecendo benefícios para atrair clientes para as suas concessionárias.

    No acumulado até quinta-feira, 22, foram 103,2 mil emplacamentos de veículos leves, alta de 22% sobre os 84,6 mil realizados no mesmo período de fevereiro do ano passado.

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    Em janeiro, venda supera 152 mil carros e comerciais leves

    Oferta de financiamento de veículos é a maior desde 2013

    A expectativa de crescimento para o mês como um todo é um pouco menor porque este ano o carnaval foi na primeira quinzena e em 2023 na segunda.

    De acordo com a consultoria Jato, estima-se entre 137 mil e 140 mil emplacamentos este mês – podendo chegar a até 142,5 mil -, ante os 119 mil de fevereiro do ano passado. Ou seja, uma expansão de pelo menos 15%.

    Por causa do menor número de dias úteis, haverá queda em fevereiro sobre janeiro – quando foram licenciados 152 mil carros e comerciais leves – na faixa de 10%.

    Sites das três marcas mais vendidas no Brasil destacam promoções válidas para esta segunda quinzena de fevereiro. A Fiat está oferecendo o Mobi com desconto de R$ 7 mil, por R$ 65 mil.

    A General Motors promete taxa de juro zero para o Chevrolet Tracker, mesma atração anunciada pela Volkswagen para o SUV Taos, que além disso tem bônus de R$ 19 mil.

    A Jeep, por sua vez, está ofertando taxa zero em 36 vezes com 60% de entrada para os modelos Renegade, Compass e Commander e mais IPVA 2024 totalmente pago pela marca. Os clientes de Renegade e Compass ainda tem a supervalorização do seu usado em até R$ 16 mil.

    “Essa ação comercial reforça nosso compromisso em inovar e proporcionar as melhores condições para os clientes Jeep e aqueles que querem entrar na marca. Sabemos que início de ano é um período com diversas despesas e mais pesado para o brasileiro, por isso trouxemos a combinação das três condições para facilitar este momento e a decisão pela compra de um Jeep 0 km , explica Ricardo Gouveia, vice-presidente Comercial da Jeep no Brasil.

    No caso da marca premium BMW, as versões Sport e Sport GP do 320i estão sendo comercializadas com IPVA 2024 grátis e também com taxa zero para planos com 60% de entrada e saldo em 24 meses. A taxa de juro para a versão M Sport é de 0,69% ao mês.

    A chinesa BYD está promovendo nesta sexta-feira, 23, e sábado, 24, a campanha “48 horas eletrizantes” de condições únicas para a compra de três modelos 100% elétricos da marca em suas 61 concessionárias do Brasil.

    Além de um ano de seguro grátis, a BYD oferece instalação de película antivandalismo nos vidros do carro, carregador portátil para utilização em tomadas comuns, carregador wallbox para instalação residencial e mcinco anos de revisão gratuita, entre outros  benefícios.


    Foto: Divulgação/Fenabrave



    Fonte: Auto Industria

  • Oferta de financiamento de veículos é a maior desde 2013

    Oferta de financiamento de veículos é a maior desde 2013

    Diante da maior disponibilidade de crédito para o consumidor comum, o número de veículos financiados em janeiro foi o maior para o período desde 2013.

    Entre novas e usadas, foram financiadas 562 mil unidades, alta de 27,1% em comparação a janeiro de 2022. De acordo com a B3, esse número só perde para o registrado no primeiro mês de 2013 (571 mil).

    LEIA MAIS

    Em janeiro, venda supera 152 mil carros e comerciais leves

    Produção de motos tem melhor janeiro em uma década

    Os números incluem carros, comerciais leves, veículos pesados e motocicletas. A queda de 1,7% no comparativo de janeiro com dezembro é considerada sazonal.

    No segmento de leves, a expansão interanual foi de 22,8%, índice que ficou positivo em apenas 2,6% no caso dos caminhões e ônibus. Já o número de financiamentos de motos teve a expressiva alta de 50,3% sobre janeiro do ano passado.

    No início deste mês, ao divulgar os dados de janeiro, o presidente da Fenabrave, José Maurício Andreta Jr., lembrou que o custo e o acesso ao crédito melhoraram a partir do último trimestre de 2023. ]

    “Isso, aliando à expectativa de redução dos juros oficias ao longo de 2024, tem melhorado a disponibilidade e reduzido as restrições ao crédito por parte dos agentes financeiros”, comentou o empresário, falando tanto do segmento de leves como também de motos.

    Gustavo de Oliveira Ferro, gerente de Planejamento e Inteligência de Mercado na B3, comemorou os resultados do mês passado: “O mercado começa o ano com números bem positivos, indicando o melhor resultado para o mês de janeiro em dez anos”.

    A B3 opera o Sistema Nacional de Gravames (SNG), a maior base privada do País, que reúne o cadastro das restrições financeiras de veículos dados como garantia em operações de crédito em todo território nacional.


    Foto: Divulgação/Fenabrave

     



    Fonte: Auto Industria

  • Novo Kwid elétrico tem visual futurista e se aproxima ainda mais dos SUVs

    Novo Kwid elétrico tem visual futurista e se aproxima ainda mais dos SUVs

    Na Europa os consumidores receberão um repaginado Dacian Spring, quase um novo Kwid elétrico. Irmãos de montadora, os carros têm muito em comum, e a nova pegada SUV do europeu pode indicar o futuro por aqui.

    O Dacian Spring repaginado está mais estiloso do que nunca (Imagem: Divulgação/Dacian)

    Dacian Spring, equivalente do Novo Renault Kwid elétrico, é repaginado e vira “SUV dos compactos”

    A Dacia, subsidiária da Renault, é uma marca bem reconhecida na Europa.

    Agora, ela reestilizou o Dacia Spring, seu carro elétrico de entrada equivalente ao Renault Kwid E-Tech no mercado brsileiro.

    Inspirado na nova geração do Duster, ele que já era conhecido como “SUV dos compactos” ficou ainda mais com visual de utilitário esportivo.

    Mesmo após mudanças, o modelo continuará sendo o carro elétrico mais acessível da Europa, segundo a Renault.

    No entanto, nenhum preço oficial foi divulgado. Apesar disso, estima-se que seu preço partirá de 18.000 euros (cerca de R$ 112.000)

    O Dacia Spring é produzido na China, na mesma fábrica do Renault Kwid E-Tech. As entregas estão previstas para o final de 2024.

    Novo visual deixa o Spring ainda mais estiloso

    • O visual do Dacia Spring recebeu várias atualizações, e ficou mais estiloso e próximo dos SUVs.

    Lanternas estilosas e para-choque renovado (Imagem: Divulgação/Dacian)
    • Talvez a principal seja na nova grade frontal, com faróis de LED estreitos e uma área maior sem pintura nos para-choques. Isto resultou em um visual mais robusto e aventureiro, além de moderno.

    • Na traseira, o design também foi renovado, com um para-choque diferenciado e uma barra plástica integrando as novas lanternas de LED.

    • Claro que o interior não foi esquecido. Assim, recebeu um painel renovado, com quadro de instrumentos digital de 7 polegadas, uma nova central multimídia de 10 polegadas, além de novos comandos de ar-condicionado e um seletor de marcha tipo joystick no console.

    • Por fim, as portas agora contam com um sistema de acessórios YouClip para personalização do interior. Aqui o visual não foi tocado.

    Veja também:BYD Dolphin passa Kwid E-Tech e tem vantagem no consumo

    Equipamento se mantém inalterado

    Interior do Dacian Spring também teve uma repaginada (Imagem: Divulgação/Dacian)
    • Apesar das mudanças visuais e de conforto, o Dacia Spring mantém a mesma mecânica. Assim, temos os motores elétricos de 44 cv ou 64 cv de potência – baixos mas que são considerados suficientes para os objetivos urbanos do modelo.

    • A bateria também permanece inalterada, com capacidade de 26,8 kWh, proporcionando uma autonomia de até 220 km. Apesar de também ser baixa, ela corresponde às necessidades de deslocamentos curtos e médios, mesmo em cidades grandes.

    Qual o valor do novo Renault Kwid elétrico?

    • O Renault Kwid E-Tech é vendido no Brasil pelo preço de R$ 142.990. O carro elétrico mais barato do país é o JAC e-JS1, custando R$ 126 mil.

    Se teremos um novo Kwid elétrico repaginando não sabemos. Mas ver tais mudanças no Dacian Spring mostra que a Renault está trabalhando constantemente nos seus carros mais acessíveis, a fim de mantê-los competitivos e atraindo interesse de motoristas.

    Adson Leonardo

    Adson LeonardoAdson Leonardo é redator desde 2018, escrevendo para blogs empresariais e temáticos, mídias sociais e perfis pessoais de executivos. Além disso, é escritor, poeta e apaixonado por ciência. Aliando suas habilidades narrativas com o olhar afiado para dados, seu foco é criar textos sólidos, que engajam, educam e guiam o leitor pelo tema abordado.



    Fonte: Garagem 360