Autor: automoveis

  • Desempenho de janeiro reforça o domínio da Stellantis na região

    Desempenho de janeiro reforça o domínio da Stellantis na região

    Além de ter a Fiat como líder no Brasil, a Stellantis consolidou em janeiro números positivos em todos os mercados nos quais atua na América do Sul.

    Foram 62,8 mil unidades vendidas e 23,6% de participação na região, ganho de 0,4 ponto porcentual em relação ao mesmo mês de 2023.

    O market share é ainda mais expressivo no mercado brasileiro e também no argentino. A empresa foi responsável no primeiro caso por 29,9% dos negócios automotivos, com 45,6 mil emplacamentos, e na Argentina por 36,9%, com 11,9 mil veículos comercializados.

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    Importados impedem produção maior de veículos

    Das cinco marcas da Stellantis, só a Jeep vendeu menos em janeiro

    Em janeiro, venda supera 152 mil carros e comerciais leves

    Das dez marcas mais vendidas em janeiro na América do Sul, três são da Stellantis: Fiat, Jeep e Peugeot. A marca italiana é líder na região, com 36,9 mil licenciamentos e 13,9% de participação.

    A Jeep emplacou 9,5 mil unidades (3,6%) e Peugeot, 8,2 mil unidades (3,1%). Já entre os dez modelos mais vendidos no período na região, dois são da marca Fiat (Strada)  e um da Peugeot 208.

    No mercado brasileiro, a Strada seguiu na liderança e Argo e Mobi entraram no Top 10, respectivamente em sexta e décima posições. A Stellantis também destaca o desempenho do novo Citroën C3, que registrou um crescimento de 28% em seus emplacamentos com relação a dezembro.


    Foto: Divulgação/Fiat



    Fonte: Auto Industria

  • Lucila del Grande é nomeada vice-presidente de RH da Bridgestone para as Américas

    Lucila del Grande é nomeada vice-presidente de RH da Bridgestone para as Américas

    A Bridgestone nomeia a brasileira Lucila del Grande como vice-presidente de RH para a operação Latin America & Americas Core Tire. O novo posto amplia a atuação da executiva para Estados Unidos e Canadá, além da América Latina.

    A executiva acumula 20 anos de carreira na fabricante de pneus e continuará baseada no Brasil.

    De forma simultânea, Carlos Alberto Rodrigues Jr., diretor de RH Business & Functions para a Bridgestone Brasil, também passa a responder pela região Latin America South, que inclui Brasil, Argentina, Chile, Peru, Paraguai e Uruguai.

    Segundo a Bridgestone, as mudanças encaminham criação de nova estrutura organizacional denominada Bridgestone West, que reúne a região das Américas e EMEA.


    Fotos: Bridgestone/Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Com seu segundo melhor resultado em 2023, Toyota chega a 700 mil veículos exportados

    Com seu segundo melhor resultado em 2023, Toyota chega a 700 mil veículos exportados

    Apesar do fraco desempenho das exportações brasileiras de veículos, nem todas as montadoras estão lamentando o fluxo de negócios registrado com o exterior em 2023. A Toyota, por exemplo, comemora seu segundo melhor resultado da história desde 1971, quando começou a negociar seus utilitários fora do País.

    Em 2023, a montadora embarcou 82,4 mil veículos para 22 países da América Latina e Caribe, respondendo por cerca de 22% da frota total exportada pelo Brasil. O recorde da empresa foi estabelecido em 2022, quando 95,4 mil foram embarcados.

    Com 31,7 mil unidades, o Corolla Cross respondeu por mais de um terço do total das exportações da marca, que, na prática, de cada dez veículos brasileiros vendidos no exterior no ano passado, ostentava seu  “T” estilizado na grade dianteira de dois deles.

    Com essa participação, a marca manteve-se mais uma vez como a montadora líder em exportação a partir do Brasil, posição que durante décadas foi ocupada pela Fiat e também pela Volkswagen em muitos anos.

    Ainda neste primeiro trimestre, a operação brasileira da Toyota alcançará a simbólica marco de 700 mil veículos exportados desde quecomeçou a enviar para fora seus utilitários Bandeirantes fabricados em São Bernardo do Campo, SP, conforme números registrados pela Anfavea.

    Até o encerramento de 2023, somou 695,6 mil veículos. A quase totalidade, a partir de 1999, depois da inauguração da planta de Indaiatuba, SP, de onde saiu o primeiro Corolla. Até então, em quase três décadas, apenas 1,1 mil Bandeirantes haviam seguido para outros mercado.

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    → Importados impedem produção maior de veículos

    → Janeiro tem exportações de veículos em forte queda

    Já nos primeiros dez anos de atividade da nova planta, as exportações saltaram para 90,8 mil veículos. Com a definição da empresa de tornar o Brasil hub exportador para a América Latina e a abertura da segunda fábrica de automóveis em Sorocaba, em 2012, base inicial dos compactos Etios e Etios Sedan — e posterioramente do Corolla Cross —, as exportações passaram a ter peso muito mais relevante na operação.

    Tanto que na década de 2009 a 2018, somaram 309 mil veículos e o ritmo dobrou nos últimos cinco anos. De 2019 a 2023, período em que a produção da Toyota no Brasil chegou a 912,6 mil veículos, com o recorde 223 mil unidades em 2022, seguiram para outros países 295,7 mil, 32% do total. No ano passado, esse índice foi ainda maior, próximo dos 40%.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Produção de motos tem melhor janeiro em uma década

    Produção de motos tem melhor janeiro em uma década

    Depois de alcançar 1,57 milhão de unidades produzidas em 2023, maior volume em uma década, a indústria brasileira de motocicletas comemora um início de 2024 ainda melhor, segundo a Abraciclo, Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares.

    As fabricantes associadas da entidade estabeleceram em janeiro a maior produção para este mês desde 2014. Saíram das linhas de montagem instaladas no PIM, Polo Industrial de Manaus, 141,2 mil motos, 14,9% a mais do que um ano antes.

    “Janeiro foi um mês bastante positivo, com mais dias úteis e sem os impactos da estiagem, o que permitiu com que as fabricantes trabalhassem em uma condição favorável”, analisou Marcos Bento, presidente da entidade, que estima crescimento de 7,4% na produção em 2024, para 1,69 milhão de motos.

    Vendas aquecidas

    O mercado interno aquecido puxou o ritmo mais acelerado das linhas de montagem. Os emplacamentos no mês superaram 143,3 mil unidades, expressiva alta de 29,7% em relação ao mesmo mês do ano passado e de 8% diante do resultado de dezembro. O setor contabilizou vendas diárias médias em janeiro de 6,5 mil unidades.  

    Também foi o melhor desempenho para o mês em muitos anos, desde 2008. O setor projeta mercado interno de 1,7 milhão de unidades ao longo de 2024, 7,5% a mais do que em 2023.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Investimento recorde no setor deve atingir R$ 100 bilhões

    Investimento recorde no setor deve atingir R$ 100 bilhões

    Em encontro com o vice-presidente da República e ministro do MDIC, Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, na terça-feira, 6, a direção da Anfavea revelou investimento recorde no setor da ordem de R$ 100 bilhões, incluindo aportes a serem feitos por montadoras e autopeças.

    Esse valor foi comentado por Alckmin no programa Bom Dia Ministro na manhã desta quinta-feira, 8, e também pelo presidente da Anfavea, Márcio de Lima Leite, durante coletiva de divulgação do balanço de janeiro realizada também hoje.

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    De volta à Stellantis, Cappellano revela: “Não pensei 30 segundos para aceitar o convite”.

    Na Volkswagen, Lula diz que setor automotivo voltou a acreditar no País

    O executivo adiantou ser investimento recorde do setor no País, projetando que esse ciclo vá até 2028/2029. Ele não revelou, contudo, a data inicial que está sendo contemplada.

    De concreto este ano, teve anúncio de R$ 7 bilhões da General Motors de 2024 a 2029 e um adicional, também até 2028, de R$ 9 bilhões por parte da Volkswagen do Brasil, que já tinha anunciado aporte de R$ 7 bilhões de 2022 a 2026. Ou seja, um total de R$ 16 bilhões.

    No ano passado, entre outras, as chinesas BYD e GWM anunciaram aportes para produzir no Brasil.  No primeiro caso são cerca de R$ 3 bilhões e no segundo, até  2032, perto de R$ 10 bilhões. A BYD terá fábrica em Camaçari, BA, nas instalações que perteceram à Ford, e a GWM em Iracemápolis, em espaço adquirido da Mercedes-Benz.

    Considerando o que já foi anunciado, a Anfavea estima R$ 41 bilhões. Além dos valores que já se tornaram públicos, tem um adicional da Stellantis, o maior grupo automotivo do País, que será divulgado ainda este mês, provavelmente entre os dias 20 e 22.


    Foto: Divulgação/Anfavea



    Fonte: Auto Industria

  • Janeiro tem exportações de veículos em forte queda

    Janeiro tem exportações de veículos em forte queda

    O Brasil começou 2024 para lá de devagar nas exportações de veículos. Levantamento da Anfavea mostra que somente 18,8 mil veículos fabricados aqui, entre automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus,seguiram para outros mercados em janeiro.

    O número indica recuo de nada menos do que 43% com relação aos 33 mil embarques registrados em igual mês de 2023, uma ano marcado também pelo fraco desempenho da exportação. Mas também esteve muito abaixo dos volumes negociados em janeiro de  2021 e de 2022, respectivamente, 25,9 mil e 27,7 mil, períodos afetados pela pandemia e reduzida oferta de semicondutores.

    As montadoras brasileiras, naturalmente, registraram também forte queda no faturamento de janeiro. Diante do resultado de igual mês do ano passsado, os U$ 620,6 mil apurados com os embarques de veículos leves e pesados representaram 12,7% menos.

    Márcio de Lima Leite, presidente da entidade,  credita o baixo volume aos fraquíssimo desempenho dos principais mercados de destino dos veículos brasileiros. O dirigente ressalta em especial a queda de 79% das vendas internas na Colômbia, de 60% no Chile e de 19% na Argentina, sem na comparação com janeiro do ano passado.

    O México também viu seus negócios de veículos encolherem quase 20%. O país foi o principal mercado de exportação das montadoras brasileiras em 2023, desbancando a posição histórica da Argentina. Os mexicanos consumiram 32% das unidades exportadas, perto de 135,7 mil, com crescimento de 51% em relação aos envios de 2022.

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    → Importados impedem produção maior de veículos

    Já a Argentina absorveu 114,5 mil veículos brasileiros, recuo de 16% na comparação com o ano anterior e participação 27% sobre o total exportado.

    O Brasil enviou para outros países 403,9 mil veículos 2023 ante 480,9 mil no ano anterior. Para 2024 , a Anfavea espera recuperação marginal de 0,8%, para 407 mil veículos, uma perspectiva que já sob ameaça depois do resultado consolidado em janeiro.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Importados impedem produção maior de veículos

    Importados impedem produção maior de veículos

    Em contraste com o crescimento de 13,1% nas vendas de veículos em janeiro sobre o mesmo  mês de 2023, com total de 162 mil emplacamentos entre leves e pesados, a produção ficou estável nesse mesmo comparativo, limitando-se a 153 mil unidades.

    O problema é o aumento expressivo da participação dos modelos importados, que atingiu 19,5% neste início de 2024. Nos dois últimos anos esse índice estava em 14,3%.

    Também a queda de 43% nas exportações de veículos brasileiros, para apenas 18,8 mil unidades, contribui para que as montadoras não conseguissem iniciar o ano com produção em alta.

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    Alckmin confirma regulamentação do Mover após o carnaval

    Produção de caminhões quase dobra em janeiro

    Sobre as compras no exterior, o presidente da Anfavea, Márcio de Lima Leite, disse que janeiro registrou o maior volume de importação para o mês em pauta desde 2014. “De cada dez carros vendidos internamente, dois vêm de fora”, comentou

    Os carros eletrificados que vêm de fora têm grande peso nesse aumento das importações, com vendas da ordem de 12 mil unidades no primeiro mês do ano.

    “Pode ter sido um movimento atípico. As empresas importaram volume maior em dezembro para ter oferta com imposto zero em janeiro. Temos de monitorar esse movimento a partir de agora, destaca o executivo.

    Segundo o presidente da Anfavea, os modelos chineses já representam 25% do mercado de importados. Essa participação era de apenas 2% em 2020. Em contrapartida, a fatia dos modelos argentino no mesmo comparativo baixou de 63% para 50%.

    Enquanto as vendas de importados leves teve expressiva alta de 56,3%, de 19,9 mil unidades no primeiro ano de 2023 para 31 mil no mesmo período deste ano, as de nacionais cresceram apenas 9,%, de 110,5 mil para 121,2 mil unidades.


    Foto: Divulgação/VW



    Fonte: Auto Industria

  • Produção de caminhões quase dobra em janeiro

    Produção de caminhões quase dobra em janeiro

    A produção de caminhões inicia o ano em ritmo de retomada depois passar por 2023 com sucessivas quedas nas atividades. Em janeiro, saíram das linhas de montagem 7,9 mil unidades, o volume representou uma queda de 4% em relação a dezembro, mas 96,1% superior ao mesmo mês do ano passado.

    Para a Anfavea, o desempenho apresentado sinaliza um novo momento para indústria de caminhões, no qual a recuperação é a principal expectativa.

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    →Mercado de caminhões começa 2024 em baixa de 20%

    →Proconve P8 limitou desempenho do segmento de caminhões em 2023

    “O segmento começa a virar a página de um ano que foi muito difícil, devido ao impacto do Proconve P8, com a maior parte dos emplacamentos de veículo produzidos ainda em 2022”, resumiu Márcio de Lima Leite, presidente da Anfavea, durante apresentação do balanço do setor automotivo na quinta-feira, 8.

    De acordo com os cálculos da associação, em torno de 50% dos licenciamentos de caminhões do ano passado (108 mil) foram de modelos produzidos em 2022. Ou seja, veículos dotados da tecnologia da geração anterior, que atendia o Proconve P7.

    O ano passado, ainda se acordo com a Anfavea, começou com 68 mil caminhões P7 em estoque. A baixa demanda por veículos fabricados em 2023, desencadeou sucessivas suspensões temporárias da produção em diversas montadoras.

    Outro dado que reforça o movimento de retomada se apresenta na participação dos emplacamentos de caminhões na produção de janeiro. No mês passado, 2,8% das 8,2 mil unidades licenciadas foram de veículos produzidos em 2024, quando historicamente o índice é 2,2%.


    Foto: Mercedes-Benz/Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Alckmin confirma regulamentação do Mover após o carnaval

    Alckmin confirma regulamentação do Mover após o carnaval

    “Os trabalhos estão acelerados”, comentou Geraldo Alckmin, titular do MDIC, Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, ao informar que a regulamentação do programa automotivo Mover deve ser publicada logo após o Carnaval, ou seja, na próxima semana ou, no máximo, na seguinte.

    O ministro e vice-presidente da República participou a abertura da coletiva da Anfavea nesta quinta-feira, 8, oportunidade em que falou das “boas conquistas econômicas do ano passado e deste início de ano”.

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    Três montadoras iniciam 2024 com promessa de “anúncios relevantes”

    Anfavea sobre Mover: “Não é renúncia fiscal. É investimento”.

    “Do ponto de vista mais macroeconômico, o risco Brasil caiu, assim como o desemprego e a taxa Selic. A inflação está dentro da meta e as exportações cresceram, com janeiro registrando US$ 6,6 milhões de saldo comercial, o maior da série histórica”, comentou Alckmin, lembrando também da importância da recém-aprovada reforma tributária.

    Ele também comentou sobre os investimentos no setor automotivo, que chegam a R$ 41 bilhões considerando os efetivamente anunciados até agora, como os da GM e da Volkswagen, e confirmou informação que havia sido divulgada no final de janeiro pelo secretário do MDIC, Uallace Moreira, sobre a regulamentação do Mover.

    Durante a coletiva, o presidente da Anfavea, Márcio de Lima Leite, previu que os investimentos, incluindo também as autopeças, vão chegar a R$ 100 bilhões até 2028 ou 2029 – o maior da história do setor. A Stellantis promete anunciar novo ciclo de investimento no Brasil ainda este mês.

    Algumas regras do programa serão publicadas no Diário Oficial da União (DOU) após o carnaval, dentre as quais a que cria o Fundo Nacional de Desenvolvimento Industrial e Tecnológico (FNDIT), que será gerenciado pelo BNDES, e a relativa ao investimento nacional em novas tecnologias.

    De acordo com Lima Leite, uma das regulamentações previstas refere-se à importação de linha de montagem.

    “Por causa de legislação, pode ter um carro saindo de linha nos Estados Unidos que ainda terá mercado em outros países por algum tempo. Isso poderia tornar atraente a importação do maquinário. É uma discussão em andamento porque não queremos que haja prejuízo para a indústria nacional de máquinas”, complementou Lima Leite.

    A medida provisória que instituiu o Mover, publicada no dia 30 de dezembro, garante incentivo fiscal para que as empresas invistam em descarbonização da ordem de R$ 3,5 bilhões em 2024, chegando a um total de R$ 19 bilhões até 2028 .

    O titular do MDIC lembrou que a MP já está em vigência, garantindo que o governo vai trabalhar no Congresso Nacional “para aprová-la o mais rápido possível”.


    Foto: Divulgação/Agência Brasil



    Fonte: Auto Industria

  • Anfir: venda de implementos pesados anota o melhor janeiro da história.

    Anfir: venda de implementos pesados anota o melhor janeiro da história.

    Dados das vendas de implementos rodoviários consolidados pela Anfir registram em janeiro recorde para o mês nos licenciamentos de reboques e semirreboques. No mês passado, o mercado transportador absorveu pouco menos de 7,1 mil unidades, alta de 8,2% sobre o volume de janeiro do ano passado, quando anotou 6,5 mil unidades negociadas.

    De acordo com observação da associação que representa os fabricantes do setor, as primeiras entregas do ano visam atender à demanda por transporte do agronegócio no primeiro semestre, principalmente para as colheitas de soja, milho e cana-de-açúcar.

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    O cenário se reflete no balanço da associação. Do volume de reboques e semirreboques negociados em janeiro, 1,9 mil unidades foram de graneleiros e outras 319 de canavieiros. Ambos os equipamentos participaram de quase um terço das vendas da categoria de pesados no período.

    Para José Carlos Spricigo, presidente da Anfir, o começo de ano se mostra promissor. Além do agronegócio, o dirigente lembra dos investimentos que deverão ocorrer com o PAC, a tendência na queda do desemprego com consequente aumento de renda e a redução prevista da Selic, capaz de melhorar o acesso ao crédito.

    “Temos um cenário interessante diante de nós que poderá beneficiar também o segmento Leve”, aponta Spricigo, e pondera: “mas é necessário criar condições que evitem o crescimento do endividamento, porque esse fato poderá impedir que a economia se movimente de forma saudável.”

    O presidente da Anfir aponta que o crescimento no consumo será o motor para aquecer o varejo, a ponta que demanda carrocerias sobre chassi que, por enquanto segue em baixa. Em janeiro, as entregas de produtos leves somaram 4,2 mil unidades, volume 18% inferior ao mesmo mês do ano passado (5,1 mil).

    As vendas totais de implementos rodoviário em janeiro somaram 11,2 mil unidades, o que representou queda de 3,3% em relação ao registrado há um ano, de 11,6 mil produtos.


    Foto: Librelato/Divulgação



    Fonte: Auto Industria