Autor: automoveis

  • Produção de veículos cresce graças às exportações

    Produção de veículos cresce graças às exportações

    Com alerta no mercado interno de veículos leves e retração no de pesados, as exportações em alta têm sido decisivas para garantir resultado positivo na produção das montadoras instaladas no País.

    As vendas externas totalizaram 57,1 mil unidades em agosto, melhor resultado desde junho de 2018. Houve crescimento de 19,3% sobre julho e de 49,3% sobre o mesmo mês de 2024. No acumulado do ano, foram 313,3 mil embarques e expansão interanual de 12,1%.

    A produção no mês chegou a 247 mil veículos, com pequena alta de 3% sobre julho e recuou de 4,8% sobre agosto do ano passado. A expansão nos primeiros oito meses do ano é da ordem de 6%, com 1.743.200 veículos fabricados em 2025.

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    Com 21 dias úteis, agosto registrou 214,4 mil veículos leves vendidos

    Ao divulgar os números, o presidente da Anfavea, Igor Calvet, revelou o primeiro resultado negativo na produção acumulado de caminhão este ano e dois meses consecutivos de queda no volume fabricado de comerciais leves.

    “Além disso, as vendas no varejo estão em baixa, acendendo sinal de alerta também com relação ao mercado interno de veículos leves”, comentou Calvet, divulgando como dado positivo, além das exportações, o aumento do número de empregos no setor.

    Foram criados 2,9 mil novos postos de trabalho no ano, dos quais 726 no mês passado. “Importante frisar, contudo, que foram criados 874 postos de trabalho em montadoras de veículos leves e fechadas 148 vagas nas de veículos pesados. O saldo líquido é que ficou em 726 postos”, explicou o executivo.

    Com relação ao mercado interno, a Anfavea destaca elevação da venda de importados e dos canais de vendas diretas, em detrimento do varejo principalmente de modelos nacionais.

    Outro dado positivo abordado na coletiva da Anfavea desta terça-feira, 9, foi o crescimento de 25% das vendas de modelos enquadrados no programa Carro Sustentável.

    “São seis modelos de cinco marcas que tiveram alta na demando no período de 11 de julho, quando o programa entrou em vigor, até o final de agosto”, revelou Calvet.


    Foto: Divulgação/VW



    Fonte: Auto Industria

  • Acordo de Trump dá vantagem aos carros japoneses e pressiona montadoras europeias

    Acordo de Trump dá vantagem aos carros japoneses e pressiona montadoras europeias

    O presidente Donald Trump assinou um novo decreto que reduz as tarifas sobre a importação de automóveis japoneses de 27,5% para 15%. A medida, que já está em vigor, representa um alívio financeiro para montadoras como Toyota, Honda e Nissan, que poderiam ter bilhões em lucros corroídos.

    Acordo de Trump dá vantagem aos carros japoneses e pressiona montadoras europeias

    O primeiro-ministro japonês, Shigeru Ishiba, chegou a celebrar o acordo como o início de uma “era de ouro” nas relações entre os dois países.

    Enquanto isso, as montadoras europeias continuam em uma posição de desvantagem. A Mercedes-Benz, por exemplo, já reportou uma perda de US$ 420 milhões devido às tarifas de Trump, e a falta de um acordo entre Washington e Bruxelas mantém as empresas europeias sob pressão constante. O contraste mostra como acordos seletivos podem remodelar o cenário de competição global.

    O acordo foi apresentado por Trump como um incentivo para o Japão importar mais produtos americanos, incluindo picapes da Ford. No entanto, a Ford rapidamente contestou a afirmação, deixando claro que Tóquio não se comprometeu a comprar seus veículos. A discordância pública evidencia a incerteza e a complexidade das negociações.

    Acordo de Trump dá vantagem aos carros japoneses – Foto: WJTC

    As próprias montadoras americanas temem que a redução das tarifas possa fortalecer a concorrência japonesa, permitindo que vendam seus carros a preços mais baixos, o que pode afetar as vendas de veículos fabricados nos EUA, especialmente em segmentos mais sensíveis ao preço.

    Leia aqui: Crise na Europa: vendas da Tesla caem 40% enquanto BYD dispara 200%

    A política no centro do debate

    A decisão de Trump tem um forte componente político, buscando apoio em estados-chave e promovendo o acordo como um sucesso econômico. No entanto, a política também pode ser volátil.

    O apoio de Elon Musk a Trump, por exemplo, abalou a base de consumidores da Tesla e fez a fidelidade à marca desabar, mostrando que as alianças políticas podem tanto energizar quanto alienar os consumidores.

    Com o cenário tarifário mudando, você acha que os carros japoneses se tornarão ainda mais competitivos nos EUA? Deixe sua opinião nos comentários!

     



    Fonte: Garagem 360

  • VW imita Ferrari para vender Golf GTI com preço alto e regras rígidas

    VW imita Ferrari para vender Golf GTI com preço alto e regras rígidas

    A Volkswagen revelou finalmente o preço para o retorno do Golf GTI ao Brasil com pré-venda a partir desto último sábado (6). O carro chega importado da Alemanha com preços bem salgados. O hatch estará disponível em lote limitado e terá preço inicial de R$ 430 mil, valor que sobe para R$ 445 mil na configuração com bancos de couro. As primeiras entregas estão previstas para março de 2026.

    Além do preço salgado, mas similar ao cobrado pelos rivais, a Volkswagen resolveu utilizar regras rígidas para escolha dos clientes, como se fosse uma Ferrari. Apenas clientes que já tiveram modelos esportivos do Grupo Volkswagen poderão participar da compra. Isso inclui proprietários anteriores de versões GTS, GLI e GTI, além de veículos Audi ou Porsche. Cada comprador poderá registrar apenas uma unidade por CPF ou CNPJ, e o sinal de 10% do valor do carro garante a reserva.

    O Golf GTI brasileiro mantém o motor 2.0 TSI de quatro cilindros, integrante da família EA888. Trata-se do mesmo conjunto aplicado no Jetta GLI, mas com calibração exclusiva para o hatch. A potência é de 245 cv e o torque máximo, de 370 Nm. O câmbio é o automatizado DSG de dupla embreagem e sete marchas, com opção de trocas por aletas no volante.

    Apesar de menor desempenho em relação ao modelo europeu, que entrega 265 cv e 41,5 kgfm, o hatch mantém números interessantes: aceleração de 0 a 100 km/h em 6,1 segundos (contra 5,9 s da versão europeia). Essa diferença decorre de ajustes necessários para atender às normas de emissões do Proconve L8 e à composição da gasolina brasileira, que contém maior percentual de etanol.


    Nova geração do Golf GTI MK8,5
    Nova geração do Golf GTI MK8,5 • Divulgação

    O interior será oferecido em duas configurações: bancos de tecido xadrez, referência aos primeiros GTI dos anos 1970, ou bancos em couro Vienna com aquecimento. Essa diferença acrescenta R$ 15 mil entre as versões. O conjunto de rodas de 19 polegadas, compartilhado com o Golf R, será de série.

    A versão destinada ao Brasil apresenta algumas mudanças em relação ao GTI europeu. Recursos como os faróis IQ.Light matriciais e lanternas em LED com grafismos 3D não estarão disponíveis. Por outro lado, o modelo nacional terá teto solar panorâmico de série, item opcional no exterior.

    Programa GTI Experience Club

    A aquisição do Golf GTI 2026 inclui a participação no GTI Experience Club, programa voltado exclusivamente para os compradores do modelo. O clube oferece kit de boas-vindas, identidade visual exclusiva e acesso a eventos de pista e experiências de condução organizadas pela marca.

    Outra condição prevista no contrato é o direito de recompra pela Volkswagen, caso o cliente deseje vender o veículo posteriormente. Além disso, todos os carros contarão com três anos de garantia, manutenção programada e disponibilidade garantida de peças originais na rede de concessionárias.


    Volkswagen Golf GTI retorna ao Brasil
    Volkswagen Golf GTI retorna ao Brasil • Divulgação

    Golf GTI volta ao Brasil para disputar com outros hatches médios esportivos. Entre os rivais, estão o Honda Civic Type R (R$ 429.990) e o Toyota GR Corolla (a partir de R$ 416.990). O Golf GTI tem a menor potência entre os três: o Civic Type R tem motor 2.0 turbo de 297 cavalos, enquanto o GR Corolla aposta num 1.6 turbo três cilindros de 304 cv. Os carros japoneses são manuais, enquanto os alemão chega apenas com câmbio DCT.

    Em relação ao preço, todos os três esbarram num dilema: o valor pode tornar mais interessante para alguns consumidores optarem por carros de marca premium. Em apenas um das comparações possíveis, mais barato que um Golf GTI, está o novo Audi A5 Sportback 2025. O sedã executivo tem motor 2.0 TFSI de 272 cv e tração integral quattro e custa R$ 379.990.

    Outra comparação, o SUV híbrido chinês Haval H6 GT tem motor 1.5 turbo e elétricos com 393 cv e 0 a 100 menor que todos os esportivos: apenas 4,9s. O modelo custa R$ 325.000.

    Volkswagen revela Golf GTI Edition 50 mais potente da história



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • BYD lança Seal 6 DM-i Touring combi híbrido pelo equivalente a R$ 98 mil

    BYD lança Seal 6 DM-i Touring combi híbrido pelo equivalente a R$ 98 mil

    A BYD acaba de apresentar na Europa sua primeira perua híbrida plug-in, a Seal 6 DM-i Touring. O modelo, que já está à venda na China, chega ao mercado europeu com a promessa de uma autonomia combinada impressionante de mais de 1.300 km e preços bastante competitivos.

    BYD lança Seal 6 DM-i Touring combi híbrido pelo equivalente a R$ 98 mil

    O carro custa entre 109.800 e 129.800 yuans na China, o que equivale a aproximadamente US$ 15.390 (R$ 83.106) e US$ 18.200 (R$ 98.280). No entanto, o preço para o mercado europeu será significativamente mais alto, com a versão de entrada custando 42.990 euros (aproximadamente US$ 50.430 ou R$ 272.322) na Alemanha.

    A BYD ainda não divulgou a data de lançamento na Europa, mas a estreia oficial no IAA Mobility 2025 já demonstra a ambição da marca.

    BYD lança Seal 6 DM-i Touring combi híbrido – Foto: Chexun Yige Auto

    Tecnologia e design

    Seal 6 DM-i Touring adota um visual moderno e elegante, com faróis de LED finos, maçanetas ocultas e uma lanterna traseira única. Em termos de tamanho, o veículo de médio porte é 88 mm mais longo que o Audi A4 Avant 2024 e oferece um generoso porta-malas de 670 litros, que pode ser expandido para 1.535 L com os bancos rebatidos.

    O interior do carro é equipado com uma tela de 12,8 polegadas, painel de instrumentos LCD de 8,8 polegadas, e até mesmo um refrigerador embutido. O veículo também conta com o sistema de assistência ao motorista DiPilot 100, que permite a navegação no piloto automático em rodovias.

    BYD lança Seal 6 DM-i Touring combi híbrido – Foto: Chexun Yige Auto

    Aposta em autonomia e eficiência

    A perua utiliza o sistema híbrido plug-in de quinta geração da BYD, com duas opções de motorização. A versão de entrada combina um motor 1.5 litro de 99 cv com um motor elétrico de 161 cv, acelerando de 0 a 100 km/h em 8,7 segundos. Esta configuração, alimentada por uma bateria de 10,08 kWh, oferece uma autonomia elétrica de até 80 km.

    A segunda variante tem um motor elétrico mais potente, de 215 cv, que reduz o tempo de aceleração para 7,7 segundos. Com uma bateria maior de 18,71 kWh, a autonomia elétrica chega a 150 km.


    Leia aqui: BYD avança e montadoras tradicionais correm contra o tempo



    Fonte: Garagem 360

  • CNH sem autoescola: projeto prevê aulas a distância, mas prova será mais difícil

    CNH sem autoescola: projeto prevê aulas a distância, mas prova será mais difícil

    O processo para tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) pode estar prestes a mudar radicalmente. O Ministério dos Transportes está elaborando um projeto que propõe acabar com a obrigatoriedade dos Centros de Formação de Condutores (CFCs), popularmente conhecidos como autoescolas.

    Projeto prevê aulas a distância, mas prova será mais difícil

    O principal objetivo é tornar o documento mais acessível e combater a alta informalidade nas ruas. Além disso, a medida visa reduzir drasticamente o custo para as categorias A (motos) e B (carros), que hoje podem chegar a R$ 5 mil em alguns estados, sendo um grande obstáculo para a população de baixa renda.

    Segundo o Ministério, o custo poderia cair para cerca de R$ 700, uma redução de até 80%. O debate é urgente, já que cerca de 20 milhões de brasileiros dirigem sem CNH, e 45% dos proprietários de motocicletas não são habilitados.

    CNH sem autoescola: projeto prevê aulas a distância, mas prova será mais difícil – Foto: Reprodução

     

    Flexibilidade e novas tecnologias

    A proposta em debate traz mais flexibilidade e opções para quem busca a primeira habilitação. Se aprovada, as aulas teóricas não precisarão mais ser feitas em autoescolas. O futuro condutor poderá estudar por conta própria, por meio de aulas à distância (EAD) oferecidas por empresas credenciadas ou com material digital disponibilizado pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran).

    Para a parte prática, o projeto permite a contratação de instrutores autônomos, que deverão ser credenciados junto aos Detrans e identificados pelo sistema oficial. Essa mudança eliminaria a exigência de um número mínimo de horas de aulas teóricas e práticas em uma autoescola.

    Aulas mais simples, mas provas serão mais difíceis – Foto: Freepik

    Segurança e controvérsia

    Apesar dos benefícios, o projeto levanta preocupações. Com cerca de 400 mil mortes no trânsito nos últimos 10 anos, entidades como a Associação Nacional dos Detrans (AND) temem que a medida possa aumentar ainda mais a letalidade nas ruas. A AND defende a participação dos Detrans na discussão e aguarda a minuta oficial para uma análise técnica.

    A proposta prevê que as provas teórica e prática, realizadas pelos Detrans, poderão ser mais exigentes para compensar a flexibilização do processo de aprendizado.

    Vale ressaltar que o projeto não pretende acabar com as autoescolas, que continuarão a oferecer seus serviços para quem preferir o método tradicional de aprendizado. A mudança é um passo para modernizar o sistema, utilizando a tecnologia para democratizar o acesso à CNH.

    Leia aqui: CNH sem autoescola: veja quanto vai custar ter a habilitação com a nova lei



    Fonte: Garagem 360

  • Uber agora permite 4 passageiros, mas a regra causa atrito com motoristas

    Uber agora permite 4 passageiros, mas a regra causa atrito com motoristas

    Uma nova diretriz da Uber está gerando conflito no dia a dia do transporte por aplicativo. Desde novembro de 2024, a empresa permite que até quatro passageiros utilizem o serviço, incluindo o uso do banco dianteiro, uma flexibilização que visa otimizar as viagens. No entanto, a mudança tem causado dilemas para motoristas e frustração para usuários.

    Uber agora permite 4 passageiros, mas a regra causa atrito com motoristas

    Apesar da nova política, muitos motoristas parceiros estão relutantes em aceitar corridas com quatro pessoas. As principais razões são a preocupação com a segurança e o desconforto de ter um passageiro no banco da frente, uma prática que foi proibida durante a pandemia e que muitos não se sentem seguros em retomar.

    Essa hesitação tem levado a um aumento no número de cancelamentos, gerando atrito e insatisfação para os usuários.

    A situação se torna ainda mais complexa com a política da concorrente. Enquanto a Uber avança com a permissão de quatro passageiros, a 99 mantém o limite de três pessoas por corrida. Essa diferença cria expectativas distintas e pode confundir os usuários, que se deparam com regras diferentes dependendo da plataforma que utilizam.

    Uber agora permite 4 passageiros, mas a regra causa atrito com motoristas – Foto: Freepik

    Menos cancelamentos?

    Para o passageiro, a expectativa era de menos cancelamentos e mais facilidade para viajar em grupo. No entanto, muitos têm relatado que, mesmo com a nova política, os motoristas da Uber recusam a corrida ou até cobram taxas adicionais por conta do quarto passageiro. Essa divergência prejudica a imagem das plataformas e levanta a discussão sobre a responsabilidade das empresas em garantir uma experiência consistente e transparente.

    A Uber, por sua vez, reforçou que negar uma viagem sem motivo válido pode resultar em penalidades para o motorista, e incentiva os usuários a reportar comportamentos inadequados através do aplicativo.

    Você já teve uma corrida cancelada por estar com um quarto passageiro na Uber? O que você acha da diferença de regras entre os aplicativos?



    Fonte: Garagem 360

  • Librelato Center SP amplia capacidades industriais e comerciais da fabricante catarinense

    Librelato Center SP amplia capacidades industriais e comerciais da fabricante catarinense

    A Librelato começou a escrever um novo capítulo de sua história de mais cinco décadas ao iniciar atividades do Librelato Center SP, em Guarulhos (SP). O novo empreendimento reúne um Complexo Industrial e Comercial que promoverá aumento de produtividade, eficiência e redução de prazos, além aprimorar a experiência do cliente, do pedido ao pós-venda.

    Marco da estratégia de expansão, o Librelato Center SP recebeu aporte de R$ 10 milhões. A unidade representa a sexta fábrica da fabricante catarinense no Brasil e a primeira no Estado de São Paulo, o que aproxima ainda mais a empresa de polo crucial do transporte de carga.

    “Ao expandir nossa atuação para a Grande São Paulo, deixamos de ter cinco plantas fabris concentradas exclusivamente em Santa Catarina e fortalecemos a descentralização da produção, aumentando nossa capacidade de entrega e reduzindo os prazos de atendimento, em mais um passo firme rumo à excelência e à satisfação plena dos nossos parceiros”, resume Simone Martins, CEO da Librelato.

    Digitalização e excelência em processos

    O Librelato Center SP segue os preceitos já adotados nas outras plantas da empresa, a partir dos conceitos da Indústria 4.0, com digitalização, células robotizadas e verticalização de processos. Também nasce alinhado com o Sistema Librelato de Excelência (SLE), modelo de gestão no qual integra infraestrutura, pessoas, máquinas e metodologias.

    A nova unidade industrial está instalada em área de 27 mil m² e nasce com capacidade produtiva de 2 mil implementos por ano em um turno. Inicia atividades com a geração de 50 empregos diretos e planos de duplicar as vagas com aumento da produção.

    A operação coloca foco em agilidade e escala ao adotar regime de produção em CKD (Completely Knocked Down). Os implementos partem desmontados em kits da matriz, em Içara (SC), e concluídos no Librelato Center SP.

    Reforço de produção estratégico

    “Estamos preparados para produzir com escala, agilidade e responsabilidade ambiental, aproveitando melhor a matéria-prima e reduzindo a pegada de carbono por peça produzida”, conta Rodrigo Corso, Diretor de Manufatura da fabricante. “Esse movimento estratégico tem como foco a ocupação otimizada dos espaços fabris e a internalização total dos serviços, sem terceirizações, com o objetivo de aprimorar o fluxo produtivo, elevar os padrões de qualidade, reduzir custos operacionais e acelerar o atendimento ao cliente.”

    Ao incorporar a sexta unidade na rede de produção, a Librelato computará números superlativos ao longo de um ano, como o consumo de 66 mil toneladas de aço, o mesmo que 1.650 graneleiros carregados, 120 mil pneus que, se empilhados superam quatro vezes os 8 mil metros do Everest, além de 576 mil litros de tinta, suficientes para encher 10 contêineres.

    Além da fábrica, a operação de Guarulhos da Librelato integra concessionária com showroom de peças e implementos, suporte técnico, soluções financeiras e oficina. “Projetamos esta planta para oferecer uma experiência completa ao cliente, desde a escolha do implemento até o suporte pós-venda, com processos integrados e atendimento consultivo”, observa João Librelato, Diretor Comercial e Marketing da Librelato.

     



    Fonte: Auto Industria

  • Renault Clio 2027: novo visual e motor turbo em uma geração ousada

    Renault Clio 2027: novo visual e motor turbo em uma geração ousada

    A Renault apresentou no Salão do Automóvel de Munique a sexta geração do Clio, que chega com a atualização de design mais significativa em mais de uma década. O novo supermini adota uma aparência agressiva, inspirada no conceito Emblème, com uma dianteira mais angular, uma nova grade e luzes diurnas em formato de diamante.

    Renault Clio 2027: novo visual e motor turbo – Foto: Divulgação

    Renault Clio 2027: novo visual e motor a gasolina em uma geração ousada

    Além do visual arrojado, o novo Clio está maior que seu antecessor, com 67 mm a mais no comprimento e 39 mm na largura. Esse aumento de tamanho, segundo a marca, é necessário para acomodar motores mais complexos e garantir maior proteção contra impactos.

    Mesmo com o crescimento, o hatch ainda mantém a mesma plataforma CMF-B do modelo anterior, porém com melhorias para uma condução mais prazerosa.

    Renault Clio 2027 – Foto: Divulgação

    A nova geração do Clio traz um interior mais tecnológico. O modelo conta com telas de 10,1 polegadas para o painel de instrumentos e o sistema de infoentretenimento, que vem equipado com o software OpenR Link, integrando serviços como Google Maps e Google Play. O volante, por sua vez, foi emprestado do SUV Renault Rafale, de maior porte.

    A Renault também otimizou a praticidade, mantendo o bom espaço do porta-malas, com 391 litros, que supera o do Volkswagen Golf. Na mecânica, o novo Clio pesa 1.155 kg e tem uma direção mais rápida.

    Renault Clio 2027 – Foto: Divulgação

    Motorização

    Duas opções de motorização estarão disponíveis no Reino Unido, ambas evoluções do modelo anterior:

    • Motor 1.2 turbo: O motor de três cilindros agora entrega 113 cv, um aumento considerável, permitindo ao carro acelerar de 0 a 100 km/h em 10,1 segundos.

    • Motor Híbrido: A versão híbrida ganhou um motor a gasolina maior (1.8 litros) e uma bateria mais potente (1.4 kWh), elevando a potência para 158 cv e reduzindo o tempo de aceleração para 8,3 segundos. A Renault afirma que o sistema permite que o carro funcione em modo 100% elétrico por 80% do tempo em velocidades urbanas.

    Com um visual mais agressivo e motores aprimorados, o novo Clio tem potencial para competir com os hatches mais vendidos da sua categoria?

    Leia aqui: Duster híbrido: versão europeia ganha mais potência e indica o futuro do modelo no Brasil



    Fonte: Garagem 360

  • Volkswagen apresenta futuro T-Cross na Europa

    Volkswagen apresenta futuro T-Cross na Europa

    A Volkswagen revelou na Alemanhã seu primeiro SUV elétrico compacto a ser lançado na Europa em 2026. Mais importante: será a próxima geração do T-Cross na Europa, e que, naturalmente, deve ser replicado brevemente aqui no Brasil, como produto nacional eletrificado ou não.

    O ID.Cross, exibido ainda com o sobrenome Concept, tem a missão, segundo a propria montadora, de “aprimorar o segmento do T‑Cross no continente europeu” , como produto “tanto para o uso na cidade quanto para viagens longas”.

    Junto com o futuro T-Cross, Thomas Schäfer, CEO da Volkswagen, apresentou o ID.2 all, ID. GTI Concept e ID. Every1, todos ainda como conceito. As versões de produção, de qualquer forma, serão lançadas a partir de 2026.

    O ID.2 all terá um nome mais conhecido, ID.Polo, e deve ser o primeiro a estar nas ruas europeias, no primeiro semestre de 2026, pouco antes do ID. GTI Concept, que adotará o nome comercial ID. Polo GTI.

    O terceiro lançamento será justamente o ID. Cross e o quarto, previsto apenas para 2027, o ID. Every1.

    O SUV compacto exibido em Munique tem 4,16 metros de comprimento e 2,60 m de entre-eixos, com 1,83 m de largura e 1,58 m de altura — medidas próximas das do atual VW T‑Cross europeu. Pelo menos no modelo-conceito, as rodas são maiores, de 21 polegadas.

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    A VW antecipa que o porta-malas comportará 450 litros de carga e que haverá ainda um segundo compartimento de 25 litros sob o capô. O SUV terá no interior quadro de instrumentos digital de 11 polegadas e multimídia com tela sensível ao toque 13 polegadas.

    De imediato, a montadora diz que a plataforma elétrica MEB, base do “T-Cross de próxima geração”, passará à MEB+, que terá evoluções em motores, baterias e software. “A MEB receberá uma nova geração de software a partir do próximo ano e que traz funções de segmentos de veículos superiores.”

    No conceito, a marca apresenta motor elétrico de 211 cv  que movimenta apenas as rodas dianteiras. A autonomia estimada é 420, segundo o ciclo WLTP.


     



    Fonte: Auto Industria

  • Anfir: mercado de implementos rodoviários encolhe 5,5% até agosto.

    Anfir: mercado de implementos rodoviários encolhe 5,5% até agosto.

    A indústria de implementos rodoviários encerrou os oito primeiros meses do ano em baixa nas entregas de 5,5%. Segundo balanço da Anfir, associação que representa os fabricantes do setor, no período o transportador de carga absorveu 98.203 unidades ante as 103.920 anotadas um ano antes.

    Pelos dados da entidade, os desempenhos entre os segmentos de produtos são opostos, com trajetória ascendente do leves e de declínio dos pesados. De janeiro a agosto, as entregas de carrocerias sobre chassi somaram 50.466 unidades, volume 15,43% superior ao registrado no mesmo acumulado do ano passado (43.721 produtos).

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    Por sua vez, os licenciamentos de reboques e semirreboques despencaram 20,7% até agosto com 47.737 unidades negociados frente às 60.199 emplacadas há um ano.

    Segundo avalia José Carlos Spricigo, presidente da Anfir, a linha pesada tem sido prejudicada por fatores sazonais da conjuntura macroeconômica, caso das elevadas taxas de juros, além de safras que não corresponderam às expectativas das fabricantes de reboques e semirreboques.

    “As primeiras colheitas do segundo semestre apresentaram resultado positivo para o agronegócio em volume, mas não em valores. Por isso, sem efeito positivo no desempenho da indústria”, resume em nota Spricigo.


    Foto: Divulgação Librelato



    Fonte: Auto Industria