Na hora de comprar um carro zero-quilômetro, um dos maiores medos do consumidor brasileiro é a perda de dinheiro no momento da revenda.
Tradicionalmente, as marcas asiáticas e alemãs dominavam os índices de melhor valor de mercado no país, sendo consideradas escolhas seguras para proteger o patrimônio.
No entanto, os indicadores automotivos consolidam uma grande reviravolta nesse cenário.
O Fiat Fastback alcançou um patamar de destaque ao registrar uma desvalorização de apenas 5,9%.
Após o primeiro ano de uso, convertendo-se em um verdadeiro fenômeno de retenção de valor e superando diretamente concorrentes consolidados como Honda HR-V, Hyundai Creta e Volkswagen Nivus.
Essa estabilidade de preços no mercado de seminovos serve como um excelente critério de escolha para o comprador racional, provando que o SUV cupê da marca italiana caiu de forma definitiva no gosto do público.
O impacto da baixa desvalorização no bolso do proprietário
A perda de apenas 5,9% no valor venal representa um excelente indicador para a saúde financeira do comprador.
Em termos práticos, isso significa que o SUV cupê da Fiat consegue preservar o patrimônio do proprietário de forma muito mais eficiente do que a média histórica do mercado nacional.
A depreciação de um veículo novo costuma superar os dois dígitos logo nos primeiros doze meses de circulação após a saída da concessionária.
Essa retenção elevada é impulsionada pela alta procura do modelo nas lojas de usados, pela boa reputação da mecânica turbo da Stellantis e pelo custo de manutenção previsível.
Para quem planeja realizar a troca de veículo em um prazo de dois ou três anos, essa estabilidade garante um poder de barganha muito maior na hora de dar a entrada em um modelo mais novo.
Vitória comercial sobre os rivais HR-V, Creta e Nivus
A conquista do Fiat Fastback ganha ainda mais relevância quando analisamos os rivais de peso deixados para trás neste levantamento.
Modelos como o Honda HR-V e o Hyundai Creta são amplamente conhecidos por tabelas de revenda extremamente rígidas e valorizadas, enquanto o Volkswagen Nivus sempre surfou no sucesso do segmento de cupês urbanos com excelente liquidez e velocidade de venda no mercado de usados.
Ver a Fiat superar esse trio em preservação de valor demonstra o amadurecimento do Fastback perante o consumidor brasileiro.
O modelo conseguiu reverter o estigma de depreciação acentuada associado aos carros de marcas generalistas do passado, posicionando-se como um investimento seguro.
A combinação de design dinâmico, o maior porta-malas da categoria com 516 litros úteis e o bom nível de equipamentos de série fazem com que o utilitário mantenha um forte apelo de desejo mesmo quando entra na categoria de seminovos, garantindo negociações rápidas e sem a necessidade de queima de preço por parte do vendedor.
Nem Mercedes, nem Ferrari. O carro que roubou parte dos holofotes nas 24 Horas de Nürburgring 2026 foi um Dacia Logan, sedã de origem popular que virou personagem improvável no “Inferno Verde”.
Enquanto a prova tinha máquinas milionárias, GT3s de fábrica e a presença de Max Verstappen ajudando a ampliar o interesse mundial pela corrida, o Logan #300 da Ollis Garage Racing ganhou os holofotes!
Logan desafia supercarros em Nürburgring
O Dacia Logan da equipe alemã não brigava pela vitória geral, naturalmente. Ainda assim, virou um dos carros mais comentados do grid ao sobreviver a uma corrida marcada por desgaste, incidentes e imagens fortes.
O sedã chegou a dividir pista com carros muito mais potentes e passou por momentos que viralizaram nas redes. Entre eles, um trecho com óleo na pista, em que passou liso enquanto outras máquinas potentes rodaram.
mas o status de herói veio quando o #300 dividiu pista com carros GT3 em meio a um trecho coberto de óleo
enquanto carros muito mais rápidos escapavam da pista, o Logan passou reto, ileso, farmando aura infinita kkkpic.twitter.com/uqzuJx1Shs
Some isso a disputas com GT3s e até a recuperação após perder uma roda dianteira perto do fim da prova.
Mesmo rebocado aos boxes apoiado no disco de freio, o Logan voltou para a pista. A meta deixou de ser performance e virou sobrevivência: cruzar a bandeirada.
Quanto custa um Logan no Brasil?
A história chama ainda mais atenção quando o Logan é comparado ao mercado brasileiro. O Renault Logan saiu de linha no país, mas segue presente entre os usados e seminovos.
Em anúncios recentes, versões 1.0 Zen aparecem em faixas que ajudam a explicar o impacto do título:
Modelo
Ano/modelo
Preço aproximado
Logan 1.0 Zen manual
2024/2025
até R$ 76 mil
Logan 1.0 Zen manual
2023/2024
cerca de R$ 69 mil
Logan 1.0 Zen manual
2022/2023
cerca de R$ 62 mil
Logan 1.0 usado com maior km
2022/2023
perto de R$ 45 mil
Na prática, é um sedã de proposta simples sendo colocado, em narrativa, no mesmo palco de Mercedes-AMG GT3, Ferrari e Porsche.
O Logan de corrida não era comum
Apesar da aparência de carro popular, o Logan #300 tinha preparação pesada. O modelo usado pela Ollis Garage Racing recebeu motor 2.0 turbo derivado do Renault Mégane RS, com cerca de 280 cv.
Também havia câmbio manual de 6 marchas, diferencial autoblocante, pneus de competição e ajustes específicos para Nürburgring.
Item
Dacia Logan #300
Motor
2.0 turbo derivado do Mégane RS
Potência
cerca de 280 cv
Torque
cerca de 400 Nm
Peso
1.250 kg
Velocidade máxima
cerca de 215 km/h
Classe
SP3T
O azarão que venceu no carisma
No resultado final, o Logan terminou longe dos líderes. O carro completou 92 voltas, ficou em 107º geral e em 6º na classe SP3T.
Só que Nürburgring também vive de histórias. E, em 2026, poucas foram tão fortes quanto a de um sedã barato, reconstruído por uma equipe pequena, encarando o mesmo traçado de carros milionários.
A Mercedes venceu na pista. O Logan, por outro lado, venceu na memória de quem acompanha automobilismo pelo lado mais humano: o da insistência, da improvisação e da coragem de chegar até o fim.
O BYD Dolphin Mini ganhou uma nova condição comercial que pode chamar atenção de empresas e microempreendedores. O elétrico aparece com desconto de cerca de R$ 9 mil para CNPJ e financiamento com parcelas de R$ 999,00.
A oferta reforça a estratégia da BYD para ampliar sua presença entre compradores de venda direta. Com isso, o Dolphin Mini passa a disputar espaço não só com outros elétricos, mas também com hatches e SUVs compactos de entrada.
BYD Dolphin Mini reduz preço para CNPJ
O preço público do BYD Dolphin Mini gira em torno de R$ 119.990. Com a condição para CNPJ, o valor pode cair para a faixa próxima de R$ 110 mil, dependendo da região, disponibilidade e regras aplicadas pela concessionária.
A campanha mira principalmente compradores que usam o carro na rotina profissional ou empresarial. O desconto pode atender perfis como:
microempresas;
produtores rurais;
profissionais com CNPJ ativo;
pequenos negócios.
Esse movimento deixa o Dolphin Mini mais competitivo em um momento em que carros compactos a combustão também já encostam ou passam dos R$ 100 mil.
Parcelas de R$ 999 exigem entrada elevada
O financiamento com parcelas de R$ 999,00 é o grande chamariz da campanha. Porém, a condição não significa que o carro ficou barato no financiamento completo.
Imagem: Divulgação/BYD
A oferta depende de uma entrada alta, que pode passar dos R$ 80 mil em simulações de mercado, além de prazo longo e taxa de financiamento.
Item
Condição
Modelo
BYD Dolphin Mini
Preço público
cerca de R$ 119.990
Desconto CNPJ
cerca de R$ 9 mil
Parcela
R$ 999,00
Prazo
até 60 meses
Entrada
elevada
Elétrico vira ameaça para compactos
Mesmo com a entrada alta, a oferta cria um argumento forte para o Dolphin Mini. O modelo combina desconto, parcela baixa e custo de uso menor no dia a dia.
Para quem roda muito, especialmente em trajetos urbanos, a economia com recarga pode pesar na comparação contra carros flex. Ainda assim, o comprador precisa colocar na conta seguro, instalação de carregador e estrutura de recarga.
No fim, a BYD usa o Dolphin Mini para atacar uma faixa sensível do mercado. A oferta não elimina os cuidados do financiamento, mas coloca o elétrico em uma posição mais agressiva contra compactos tradicionais.
O Toyota Yaris Cross XR 2026 entrou na vitrine da marca com uma condição que chama atenção: parcelas de R$ 799,29 no Ciclo Toyota. O número coloca o SUV em uma briga direta por consumidores que olham para Hyundai Creta, Nissan Kicks, Volkswagen T-Cross e Honda WR-V.
A oferta, porém, exige leitura cuidadosa. A parcela abaixo de R$ 800 vem acompanhada de entrada alta e saldo residual, o que muda a percepção de custo para quem olha apenas o valor mensal.
Toyota Yaris Cross aparece com parcela abaixo de R$ 800
Na oferta oficial da Toyota, o Yaris Cross XR 2026 aparece com preço à vista de R$ 151.199. A condição prevê entrada de R$ 106.393 e 36 parcelas de R$ 799,29, dentro do Ciclo Toyota.
Item da oferta
Condição anunciada
Modelo
Yaris Cross XR 2026
Preço à vista
R$ 151.199
Entrada
R$ 106.393
Parcelas
36x de R$ 799,29
Taxa
1,47% ao mês
Modalidade
Ciclo Toyota
O plano ajuda a reduzir o valor mensal, mas não transforma o SUV em um carro barato. A entrada representa boa parte do preço do veículo, enquanto o saldo final precisa ser quitado, refinanciado ou usado em uma nova negociação.
Os 5 pontos negativos do Yaris Cross que pesam na compra
O Yaris Cross tem a força da marca Toyota, boa rede de concessionárias e apelo de confiabilidade. Ainda assim, há pontos que merecem atenção antes da compra.
Desempenho apenas suficiente: o motor 1.5 atende ao uso urbano, porém não entrega a mesma sensação de força de alguns rivais turbinados.
Porta-malas mediano: são 400 litros na versão flex e 391 litros na híbrida, abaixo de concorrentes com espaço maior.
Tanque pequeno: o modelo flex tem 42 litros, enquanto o híbrido fica com 36 litros.
Acabamento simples: há uso amplo de plástico rígido, algo que pesa em um SUV acima de R$ 150 mil.
Oferta exige cálculo completo: a parcela de R$ 799,29 é chamativa, mas depende de entrada alta e saldo residual.
Imagem: Divulgação/Toyota
Parcela baixa não elimina o custo total
A condição pode fazer sentido para quem já tem alto valor de entrada e pretende trocar de carro no ciclo seguinte.
Para quem busca menor desembolso inicial, porém, o Yaris Cross pode perder força diante de rivais com campanhas diferentes.
SUV da Toyota mira rivais, mas comparação vai além da parcela
O Yaris Cross entra em um segmento disputado e usa a parcela como chamariz. Só que a decisão de compra precisa considerar espaço, desempenho, acabamento, consumo, custo total e perfil de uso.
Nesse cenário, o SUV da Toyota pode atrair quem valoriza marca e previsibilidade. Mesmo assim, os cinco pontos negativos mostram que a oferta de R$ 799,29 não deve ser analisada sozinha.
O Volkswagen T-Cross 2026 chega ao mercado com novidades que prometem abalar o segmento de SUVs compactos.
A grande novidade está na motorização, que garante não apenas mais desempenho, mas também um consumo de combustível mais vantajoso em comparação direta com rivais como o Nissan Kicks.
Essa evolução coloca o T-Cross em uma posição de destaque para quem busca um carro que une prazer ao dirigir e economia no dia a dia.
Motorização e dinâmica: vantagem Volkswagen
Sob o capô, o T-Cross 2026 mantém as opções de motores turbo que já são conhecidas por sua eficiência.
O motor 1.0 TSI, por exemplo, entrega uma performance ágil para o uso urbano e rodoviário, com números de consumo que impressionam.
Dados de testes indicam que o T-Cross 1.0 TSI pode alcançar médias de até 12,2 km/l na cidade e 14,7 km/l na estrada com gasolina, superando o consumo médio do seu principal concorrente. Já a versão 1.4 TSI oferece ainda mais fôlego, sem comprometer drasticamente a economia.
A dinâmica de condução também é um ponto forte. Com suspensão bem calibrada e direção elétrica progressiva, o T-Cross oferece estabilidade em curvas e conforto para os ocupantes.
A transmissão automática de seis velocidades (em ambas as motorizações) garante trocas suaves e precisas, contribuindo para a sensação de um carro mais refinado.
Consumo: um fator decisivo
Em tempos de preços elevados nos combustíveis, o consumo se torna um dos principais fatores de decisão para os consumidores.
O Volkswagen T-Cross 2026 se destaca nesse quesito. Ao comparar os dados oficiais e os testes de consumo, é possível notar que o SUV da Volkswagen apresenta uma vantagem clara sobre o Nissan Kicks em diversas situações.
Essa economia se traduz em um alívio direto no bolso do proprietário, especialmente para quem utiliza o carro diariamente ou em viagens mais longas.
As diferenças podem parecer pequenas em um primeiro momento, mas ao longo de um ano, a economia gerada pelo T-Cross pode representar uma quantia significativa.
Para as classes C, D e E, onde o orçamento é mais apertado, essa eficiência é um diferencial e tanto. O T-Cross se consolida, portanto, como uma escolha inteligente para quem não quer abrir mão de desempenho e ainda assim busca otimizar os gastos com combustível.
A Volkswagen tem investido em tecnologias que visam a máxima eficiência de seus motores, e o T-Cross 2026 é um reflexo direto dessa estratégia.
Ao escolher o T-Cross, o consumidor leva para casa um SUV moderno, potente e com um dos melhores consumos de sua categoria.
O setor automotivo, em particular as marcas de automóveis, já teve dias de muito maior prestígio mundial. É o que ano a ano vem apontando ranking Kantar BrandZ, um dos mais respeitados estudos sobre as marcas mais valiosas do planeta.
Recém-lançada, a edição de 2026 evidencia que o avanço da inteligência artificial e das plataformas digitais, assim como, não de agora, as empresas de tecnologias dominam o ranking, que aponta crescimento recorde de 22% no valor combinado das 100 maiores marcas globais. Juntas, elas valem nada menos do que US$ 13,1 trilhões.
Dessa centena de nomes, somente dois (!) são de marcas de veículos: Tesla e Toyota. Ainda assim em discretíssimas colocações, respectivamente 23ª e 84ª colocações, e a Tesla valendo US$ 112,1 bilhões, três vezes e meia a tradicionalíssima montyadora japonesas, avaliada por US$ 31,8 bilhões.
Essa comparação favorável de uma empresa que sustenta a imagem de produtos de confiabilidade há decadas com a, digamos, novata fabricante estadunidense de elétricos pode assustar, mas ganha dimensão até modesta frente quando comparada a das marcas líderes do ranking.
Com valorização de 57% sobre o último levantamento, o Google retomou a liderança mundial ao atingir US$ 1,48 trilhão — mais de 13 vezes a Tesla ou 47 vezes a Toyota. A Apple, líder nos últimos quatro anos, ficou em segundo lugar, avaliada em US$ 1,38 trilhão.
Nomes ligados ao luxo, como BMW e Mercedes-Benz, seguem entre os nomes mais valorizados da indústria automobilística, mas com valores muito próximos entre eles, mas bem abaixo de Tesla e até mesmo da Toyota: US$ 21,8 bilhões e US$ 20,6 bilhões, respectivamente.
No setor automotivo, as marcas tradicionais seguem dominando o topo em valor de marca, mas já enfrentam pressão crescente das fabricantes chinesas, focadas especialmente em veículos elétricos.
Ainda fora das top 100, a BYD é uma das que mais têm valorizado em função, avalia a consultoria, pelo domínio tecnológico da eletrificação e expansão internacional da eletrificação e de baterias.
A Kantar entende que as marcas automotivas que pretendem seguir à frente dependerão cada vez mais da velocidade de inovação e ecossistemsas digitais da inteligência artificial embarcada, dentre outros fatores. Na prática, os automóveis do futuro e seus fabricantes valerão mais pelos softwares do que pelo desepmenho de seus motores
Renato Parizzi: um dos mais admirados jornalistas do setor automotivo do Brasil
Fiquei muito feliz ao ser eleito um dos mais admirados do Brasil no Prêmio “+Admirados da Imprensa Automotiva”, em 2026! O concurso foi promovido pelo Jornalistas&Cia!
O Yaris Cross chegou com tudo e já está mostrando para que veio! Um dos pontos mais fortes do novo SUV da Toyota é o seu incrível desempenho em consumo de combustível, algo que pesa muito no bolso do consumidor brasileiro.
Para ter certeza de que ele é a melhor opção, comparamos o Yaris Cross com um rival de peso no mercado: o Nissan Kicks, na sua versão 2026. Descubra agora qual deles te leva mais longe com menos!
Economia que faz a diferença no Yaris Cross
Na briga pelo posto de SUV mais econômico, o Yaris Cross leva uma vantagem considerável. Em testes de consumo, o modelo da Toyota apresentou médias superiores, especialmente na cidade.
Isso significa que você gastará menos com combustível no dia a dia, seja para ir ao trabalho ou para passeios de fim de semana.
O Kicks 2026, embora seja um bom carro, fica atrás nesse quesito, exigindo um pouco mais do seu tanque.
Revisões: o que custa menos?
Além do consumo, os custos de manutenção são um fator crucial na decisão de compra. O Yaris Cross também se destaca quando o assunto são revisões programadas.
Os valores para as manutenções até os 60 mil quilômetros rodados são mais acessíveis, o que representa uma economia significativa ao longo do tempo.
O Nissan Kicks, por sua vez, apresenta um custo um pouco mais elevado para as mesmas revisões, o que pode pesar no orçamento de quem busca um carro de uso prolongado.
Quem leva a melhor no comparativo: Yaris Cross x Nissan Kicks?
Considerando os dois pontos mais importantes para o bolso do motorista – consumo de combustível e custo de revisões –, o Toyota Yaris Cross se mostra o grande vencedor contra o Nissan Kicks 2026.
A economia proporcionada pelo SUV da Toyota é um atrativo inegável para as famílias brasileiras que buscam um carro completo, moderno e que caiba no orçamento.
Se você busca um SUV com excelente custo-benefício, que te faça economizar tanto na bomba quanto na oficina, o Yaris Cross é a escolha certa. Planeje seu próximo carro e considere essa vitória da Toyota!
A Volkswagen revelou a inédita picape Tukan nas vésperas da convocação da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026. Com direito a uma camuflagem verde-amarela, o modelo fez sua primeira aparição pública no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, marcando a entrada da marca em um novo segmento no mercado brasileiro.
Desenvolvida integralmente no Brasil, a Volkswagen Tukan 2027 será a primeira picape da marca construída sobre a plataforma modular MQB, a mesma do Polo e T-Cross. Com porte da Fiat Toro, promete incomodar não só essa rival, quanto a futura Renault Niágara, Ford Maverick e Chevrolet Montana. A Tukan deverá ter ainda versão cabine simples, para disputar com a Fiat Strada.
Modelo será fabricado em São José dos Pinhais (PR) e integra o plano de 21 lançamentos da Volkswagen na América Latina até 2028. Segundo a marca, cerca de 76% das peças utilizadas na picape serão nacionais.
Durante o evento, a Volkswagen confirmou alguns detalhes técnicos da nova picape intermediária. O modelo utilizará suspensão traseira com eixo rígido e feixe de molas semielípticas, solução tradicionalmente aplicada em veículos de carga por oferecer maior robustez e capacidade de transporte sem comprometer totalmente o conforto em uso urbano.
Volkswagen Tukan 2027 e Carlo Ancelotti: picape é revelada no dia da convocação • Divulgação
A Tukan também estreia uma novidade inédita na marca no Brasil: será o primeiro modelo da Volkswagen a trazer o nome estampado diretamente na tampa traseira da carroceria, reforçando a identidade visual da picape. A antiga Saveiro tinha o nome “Volkswagen” em baixo relevo.
Em relação aos motores disponíveis, a Tukan deverá oferecer o novo motor 1.5 TSI Evo2 com sistema híbrido leve de 48 volts. O conjunto mecânico deve entregar 150 cv e 25,5 kgfm de torque, associado ao câmbio automatizado DSG de dupla embreagem e sete marchas. O propulsor será flex e inicialmente importado do México.
Volkswagen Tukan 2027: picape é revelada com camuflagem da Seleção Brasileira • Divulgação
As versões de entrada deverão contar com o motor 1.0 turbo 200 TSI, enquanto configurações intermediárias utilizarão o já conhecido 1.4 turbo 250 TSI, combinado ao câmbio automático de seis marchas.
Na primeira aparição da Tukan, a picape apostou em uma camuflagem artística em vez do padrão preto e branco tradicional na indústria. Inspirada em elementos da cultura brasileira, a intervenção visual mistura referências ao futebol, música, natureza e arquitetura popular. Entre os símbolos utilizados aparecem o tucano, que dá nome ao projeto, além de pandeiro, bandeira do Brasil, Cristo Redentor e estrelas que remetem à Seleção Brasileira. A tampa traseira não recebeu a padronagem, deixando exposta a cor amarelo Canário, já confirmada para o modelo.
As imagens divulgadas até agora indicam que a Tukan compartilhará boa parte da estrutura dianteira com o T-Cross, incluindo componentes da plataforma, suspensão frontal, motorização e parte da carroceria monobloco.
A expectativa é que a nova picape atue no segmento intermediário, disputando mercado com modelos compactos e médias de entrada. A Volkswagen ainda não confirmou dimensões, capacidade de carga ou data oficial de lançamento, mas o modelo exibido já está pronto. A Tukan deverá estrear ainda durante a Copa do Mundo, para aproveitar o clima do mundial, já que a empresa é patrocinadora da Seleção.
Volkswagen Tukan 2027: picape é revelada com camuflagem da Seleção Brasileira • Divulgação
No embalo da aguardada cerimônia de divulgação dos jogadores de futebol escolhidos para participar da Copa do Mundo, a Volkswagen apresentou, de forma camuflada, a inédita picape Tukan.
Ao mostrar o produto no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, nesta segunda-feira, 18, dirigentes da montadora revelaram que a Tukan será a primeira picape da marca construída sobre a plataforma MQB, “reconhecida por sua flexibilidade industrial, redução de peso e alta robustez”, conforme comunicado divulgado na ocasião.
Dentre outras evoluções do modelo, a empresa destacou a adoção de uma suspensão traseira com eixo rígido e feixe de molas, visando garantir maior robustez e capacidade de carga adequada às demandas desse tipo de veículo.
A Tukan é mais um projeto 100% desenhado, planejado e desenvolvido no País, com produção confirmada em São José dos Pinhais , PR, e integra a ofensiva de 21 lançamentos da marca na região até 2028, sustentada por investimentos de R$ 20 bilhões.
O técnico Carlo Ancelotti chegou na cerimônia a bordo da Tukan camuflada, que tinha em sua caçamba o mascote da Seleção, o Canarinho. A camuflagem, informa a VW, mistura símbolos ligados à música, futebol, natureza, celebração e identidade nacional.
“Ícones como o tucano – que inspira o nome da picape – , o pandeiro, o Cristo Redentor, a bandeira do Brasil e as cinco estrelas em referência à Seleção e à segurança do lineup Volkswagen aparecem espalhados pela carroceria como fragmentos de memória coletiva presentes no imaginário popular brasileiro”, explica José Carlos Pavone, Head de Design da Volkswagen para as Américas..
Segundo o executivo, os símbolos traduzem movimento, energia e diversidade cultural em uma linguagem visual criada para esconder — e ao mesmo tempo revelar — o espírito do projeto Tukan, que atuará em um segmento inédito para a marca no País.