Autor: automoveis

  • SUV de R$ 180 mil é o novo rival do BYD Yuan Plus: + espaço interno e + porta-malas

    SUV de R$ 180 mil é o novo rival do BYD Yuan Plus: + espaço interno e + porta-malas

    Um novo SUV está prestes a agitar o mercado automotivo brasileiro, mirando diretamente no segmento onde o BYD Yuan Plus se destaca.

    Com um preço estimado em torno de R$ 180 mil, este novato promete mais espaço interno e um porta-malas generoso, características muito valorizadas pelo consumidor que busca praticidade e conforto em seu veículo.

    A expectativa é que o modelo chegue às lojas em 2026, intensificando a disputa entre os SUVs elétricos e híbridos.

    As vantagens em espaço e porta-malas

    O grande trunfo do GWM Ora 5 diante do seu principal rival da BYD está no aproveitamento da cabine. O modelo mede 4,47 metros de comprimento e ostenta um entre-eixos de 2,72 metros.

    Na prática, isso se traduz em um espaço excelente para as pernas de quem viaja no banco traseiro, beneficiado ainda pelo assoalho totalmente plano.

    Quando olhamos para a capacidade de carga, o Ora 5 resolve o problema de quem vive apertado em viagens:

    • GWM Ora 5: Porta-malas de 360 litros;

    • Omoda E5: Porta-malas de 340 litros;

    • BYD Yuan Plus: Porta-malas de 312 litros.

    São quase 50 litros a mais de capacidade em relação ao SUV da BYD, garantindo espaço de sobra para malas de tamanho grande e compras de mês sem aperto.

Preço estimado e rivais diretos

Com um valor estimado na casa dos R$ 180 mil, o novo SUV se posiciona de forma competitiva. Ele entra na briga para desafiar não apenas o BYD Yuan Plus, mas também outros nomes fortes do mercado.

Modelos como o Caoa Chery Tiggo 8, o Toyota Corolla Cross e o Jeep Compass, em suas versões de entrada ou híbridas, podem sentir a pressão. A estratégia da montadora parece ser oferecer um pacote atraente de tecnologia e espaço por um valor que busca ser um diferencial.

As primeiras informações sugerem que o veículo contará com um conjunto motriz eficiente, possivelmente elétrico ou híbrido plug-in, alinhado com a tendência de eletrificação do setor automotivo.

A expectativa é que mais detalhes sobre as especificações técnicas e o design sejam revelados pela GMW nos próximos meses, à medida que a data de lançamento se aproxima.

Fique atento às novidades para não perder a oportunidade de conhecer este potencial novo queridinho do mercado brasileiro.



Fonte: Garagem 360

  • Toyota desbanca Fiat e Renault com lançamento de R$ 66 mil

    Toyota desbanca Fiat e Renault com lançamento de R$ 66 mil

    O mercado automotivo global testemunhou uma movimentação surpreendente que acabou repercutindo fortemente nos bastidores do setor no Brasil.

    A Toyota sacudiu as estruturas da indústria ao revelar um veículo inédito comercializado pelo valor equivalente a R$ 66.000,00.

    O anúncio gerou um impacto imediato por conseguir entregar uma plataforma de categoria superior por um preço significativamente menor do que os modelos de entrada mais baratos de marcas como Fiat e Renault.

    Muitos boatos começaram a circular nas redes sociais brasileiras indicando que esse modelo desembarcaria nos showrooms nacionais para aniquilar os hatches populares.

    Contudo, vale esclarecer de forma direta que este lançamento específico ocorreu no mercado japonês, tratando-se de uma configuração exclusiva do Corolla desenvolvida sob medida para frotas de centros de formação de condutores.

    Mesmo restrito ao exterior, o modelo chocou o público por provar que um sedã médio estruturado consegue custar menos do que os carros mais simples do Brasil quando realizada a conversão direta de moedas.

    Como a Toyota superou os rivais mais baratos do mercado

    A engenharia comercial da Toyota conseguiu quebrar a lógica de precificação ao posicionar um sedã médio global abaixo da barreira dos carros subcompactos.

    No cenário nacional, os consumidores convivem com o Fiat Mobi Like tabelado originalmente em R$ 83.490,00 (reduzido temporariamente para R$ 70.790,00 em promoções de varejo) e com o Renault Kwid Zen posicionado acima dos R$ 73.000,00.

    Ambos os modelos utilizam motores 1.0 aspirados de três cilindros e oferecem espaço interno bastante limitado.

    Ao lançar uma variante do Corolla pelo equivalente a R$ 66 mil, a Toyota desbancou a concorrência ao demonstrar uma eficiência industrial impressionante.

    A marca japonesa provou ser capaz de oferecer uma estrutura de chassi muito mais segura, espaço de entre-eixos ampliado para os ocupantes e uma mecânica consideravelmente mais forte por um valor que abaixo do Fiat e da Renault.

    Especificações técnicas e o propósito da versão especial

    Para alcançar esse preço altamente competitivo e focar na máxima durabilidade exigida pela rotina intensa de aprendizado de novos motoristas, a fabricante removeu todos os adereços de luxo desnecessários, mantendo um conjunto mecânico extremamente robusto.

    A ficha técnica e os detalhes visuais desta versão trazem as seguintes configurações:

    Há também uma variante eletrificada disponível para os centros de treinamento que traz o motor 1.8 híbrido associado à transmissão eletrônica e-CVT, entregando uma potência combinada de 140 cv pelo valor convertido de aproximadamente R$ 74.400,00.

    Reflexo da realidade automotiva global

    Embora a Toyota não possua planos de comercializar essa configuração simplificada do Corolla no mercado brasileiro, a existência de um sedã médio de R$ 66 mil no exterior serve como um divisor de águas para debates econômicos.

    O lançamento evidencia o forte contraste entre os mercados, expondo a disparidade de preços praticada na América Latina, onde veículos básicos de menor porte exigem investimentos superiores por parte do trabalhador.

    A estratégia consolida a reputação de robustez da fabricante japonesa, que consegue transitar desde o segmento de alta tecnologia híbrida até os projetos de frotas industriais focados em economia extrema e durabilidade absoluta.



    Fonte: Garagem 360

  • Geely atinge mais um recorde de emplacamentos em abril

    Geely atinge mais um recorde de emplacamentos em abril

    Foto do Geely EX5 EM-i
    EX5 EM-i, um híbrido plug-in com até 1.300 km de autonomia (no padrão europeu)

    A Geely celebrou mais um recorde no Brasil: ultrapassou as quatro mil unidades emplacadas em um único mês, alcançando mais de 190% de crescimento em relação a março deste ano. Tudo bem que a base é baixa, mas isso, de forma alguma, desmerece o feito!

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  • Sonic chega em boa hora para ajudar a Chevrolet no mercado nacional!

    Sonic chega em boa hora para ajudar a Chevrolet no mercado nacional!

    Foto do Chevrolet Sonic Premier
    Chevrolet Sonic Premier

    Sonic chega em boa hora para ajudar a Chevrolet no mercado nacional!

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  • Poer P30 Trail de R$ 220 mil tem 480 Nm e mira Amarok, Toro e Oroch

    Poer P30 Trail de R$ 220 mil tem 480 Nm e mira Amarok, Toro e Oroch

    A GWM Poer P30 Trail começa a ganhar força no Brasil com uma ficha técnica que coloca pressão em nomes já conhecidos entre as picapes. Por R$ 220 mil, o modelo aparece com proposta de trabalho, lazer e uso fora de estrada.

    O principal argumento está no conjunto mecânico. A picape usa motor 2.4 turbo diesel, entrega 184 cv e chega a 48,9 kgfm de torque, número que coloca a chinesa em um patamar mais robusto que o de modelos compactos e intermediários.

    Poer P30 Trail aposta em motor diesel e tração 4×4

    A Poer P30 Trail vem equipada com câmbio automático de 9 marchas e tração 4×4 com reduzida.

    Esse pacote ajuda a explicar por que a picape não mira apenas quem escolhe uma Fiat Toro ou Renault Oroch, já que sua proposta se aproxima mais das médias tradicionais.

    O modelo também conta com bloqueio de diferencial, modos de condução e assistentes para uso em terrenos difíceis.

    Na prática, a GWM tenta vender a ideia de uma picape pronta para encarar estrada, cidade e trabalho pesado sem depender apenas do visual.

    Ficha técnica da GWM Poer P30 Trail

    Item GWM Poer P30 Trail
    Preço R$ 220.000
    Motor 2.4 turbo diesel
    Potência 184 cv
    Torque 48,9 kgfm
    Câmbio Automático de 9 marchas
    Tração 4×4 com reduzida
    0 a 100 km/h 11,2 segundos
    Consumo urbano 9,5 km/l
    Consumo rodoviário 10,6 km/l
    Caçamba 1.248 litros

    Porte coloca a GWM acima de Toro e Oroch

    Outro ponto que chama atenção é o tamanho. A Poer P30 Trail tem 5.416 mm de comprimento, 1.947 mm de largura, 1.886 mm de altura e 3.230 mm de entre-eixos.

    Esses números deixam claro que a picape não entra no mercado apenas como uma alternativa “barata”.

    Ela é grande, tem caçamba de 1.248 litros e usa tanque de 78 litros, combinação que fortalece a leitura de uso misto entre trabalho e viagem.

    Tecnologia vira arma contra rivais mais tradicionais

    A lista de equipamentos também ajuda a GWM a criar atrito com marcas já consolidadas.

    Afinal, a Poer P30 Trail traz central multimídia de 14,6 polegadas, painel digital de 10,25 polegadas, câmera 360°, piloto automático adaptativo e assistentes de condução. Você também encontra alerta e permanência em faixa, frenagem autônoma de emergência, controle de descida e assistente de partida em rampa.

    O desafio da Poer P30 Trail será transformar ficha técnica em confiança. A picape tem preço, porte e pacote para incomodar Amarok, Toro e Oroch, mas ainda precisa provar força em pós-venda, revenda e aceitação no segmento diesel.



    Fonte: Garagem 360

  • Motor do carro no frio: é preciso esquentar antes de sair?

    Nas manhãs de inverno, existe uma prática comum entre os motoristas esperarem o ponteiro da temperatura subir antes de engatar a primeira marcha. O costume, transmitido entre gerações de condutores, baseia-se na crença de que o veículo precisa atingir o calor ideal para não “engasgar” ou sofrer danos.

    No entanto, com a evolução da engenharia automotiva, a necessidade de esquentar o motor do carro parado virou um mito técnico. O que o veículo realmente precisa ao ligar em um dia gelado não é de calor imediato, mas de tempo para que o óleo complete seu ciclo de proteção.

    De acordo com Nicole Ronzani, especialista em mecânica, a tecnologia atual eliminou a necessidade do aquecimento prévio. “Esquentar, não. Mas esperar alguns instantes antes de sair é recomendado para que o óleo lubrifique corretamente todas as partes móveis do motor”, explica.

    Ainda segundo a especialista, o antigo hábito tem origem nos veículos de décadas passadas. “Surgiu dos carros carburados; eles tinham afogador e você precisava de uma mistura mais rica até o carro esquentar. Principalmente os motores a álcool, que custavam mais a pegar”, detalha.

    A diferença entre motores antigos e modernos

    A grande mudança reside na forma como o combustível é misturado ao ar. Nos sistemas antigos, esse processo era mecânico e muitas vezes manual, enquanto hoje tudo é gerido por sensores e computadores de bordo.

    “Os carros modernos calculam a porcentagem entre o ar e o combustível eletronicamente, e se ajustam conforme as necessidades de temperatura, pressão e tipo de combustível”, afirma Nicole. Nos modelos carburados, o uso do afogador enriquecia a mistura com mais combustível para garantir a partida, retornando ao normal apenas quando o motor atingia a temperatura de trabalho.

    Atualmente, essa compensação é instantânea. No entanto, a física dos fluidos permanece a mesma. Durante a noite, o lubrificante sofre a ação da gravidade.

    “O óleo sempre vai parar no cárter do motor, que é a cuba que retém o óleo. Em uma manhã fria, algumas viscosidades podem levar mais tempo para chegar à parte de cima, tomando mais tempo para lubrificar todas as partes móveis”, observa Nicole.

    O risco da pressa: o desgaste na partida a frio

    O momento da ignição é o ponto crítico para a vida útil de qualquer propulsor. Sair imediatamente e acelerar forte pode comprometer componentes vitais que ainda não receberam a camada protetora de óleo.

    “O maior desgaste do motor ocorre na partida a frio. Acelerar um motor que ainda não está lubrificado pode causar desgaste prematuro do comando de válvulas, que é a parte mais distante do cárter”, alerta a especialista.

    Para evitar prejuízos a longo prazo, a recomendação não envolve minutos de espera, mas sim segundos de paciência. “Não tem um tempo máximo, mas eu diria no mínimo 30 segundos, tanto para motos quanto para carros”, orienta Nicole.

    Segundo ela, o erro mais comum dos motoristas é a falta de paciência ao girar a chave. O ideal é ligar o contato, aguardar os sistemas eletrônicos carregarem por alguns instantes e só então dar o arranque.

    Como dirigir nos primeiros minutos

    Mesmo que o motorista não precise ficar parado, a forma como ele conduz o veículo nos primeiros quilômetros faz diferença. A regra é a progressividade. “Não é necessário esperar o carro esquentar, mas é importante esperar ele atingir a temperatura de trabalho antes de pisar fundo no acelerador. Então sim, saia devagar nos primeiros minutos, sempre, até em dias quentes”, aconselha a mecânica.

    Essa precaução vale para todos os tipos de veículos, incluindo flex, diesel e automáticos. Para os modelos equipados com turbo, a especialista acrescenta um cuidado extra, mas para o momento do encerramento da viagem: “Em alguns carros com turbo refrigerado a óleo, é recomendado que se espere um pouco parado antes de desligar o motor para que o óleo circule e resfrie a turbina”.

    Porém, se o carro apresenta dificuldades persistentes em manhãs frias, pode ser sinal de que a manutenção está defasada. Nicole aponta três sintomas principais que indicam a necessidade de uma revisão: “Quando demora muito a pegar, mesmo que o tanque esteja com gasolina; quando apresentar falhas ou oscilações no motor logo que o veículo é ligado; e quando ele morre logo depois de pegar”.

    Luz do motor acende, mas carro anda normal: o que fazer?



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Kia Sorento vende poucas unidades e fica R$ 40 mil mais barato

    A Kia Brasil anunciou uma redução considerável no preço de lançamento do novo Kia Sorento 4×4. O SUV diesel de 7 lugares agora custa R$ 359.990, uma queda de R$ 40 mil no valor inicial. O movimento ocorre em um momento de baixa demanda pelo modelo, enquanto rivais tradicionais e novatos se destacam.

    A nova geração do Sorrento chegou em fevereiro de 2026 com preço de R$ 399.990. Daquele mês até abril, foram apenas 32 unidades emplacadas. Para ter ideia do desnível em relação à outras opções no mercado, o GWM Haval H9 acumulou 3.646 unidades comercializadas neste ano, impulsionado pela expansão das marcas chinesas e pelo avanço de modelos eletrificados no mercado nacional. Já o Toyota SW4, líder da categoria, emplacou 4.469 unidades.

    O novo Kia Sorento aposta em uma configuração mais tradicional, com motorização turbodiesel e tração integral. O SUV utiliza o motor 2.2 Smartstream de quatro cilindros, equipado com injeção direta common-rail. O conjunto entrega 194 cv de potência a 3.800 rpm e torque de 45 kgfm disponível entre 1.750 e 2.750 rpm.

    A transmissão é automatizada de dupla embreagem com oito marchas, integrada ao sistema de tração integral AWD. O sistema distribui torque entre os eixos de acordo com as condições de aderência e o modo de condução selecionado.


    Interior do novo Kia Sorento
    Interior do novo Kia Sorento • Divulgação

    O Sorento oferece quatro modos de condução — Normal, Eco, Sport e Smart — além de ajustes específicos para pisos de baixa aderência, incluindo neve, lama e areia. Essas configurações alteram parâmetros do motor, transmissão e direção, permitindo adaptar o comportamento dinâmico do SUV a diferentes condições de uso.

    Nas dimensões, o Kia Sorento mede 4,81 metros de comprimento, 1,90 m de largura e 2,81 m de entre-eixos. O modelo mantém configuração para sete ocupantes e oferece diferentes capacidades de porta-malas conforme a disposição dos bancos: são 179 litros com todas as fileiras em uso, 608 litros com a terceira fileira rebatida e até 1.996 litros com os bancos traseiros recolhidos.

    O interior concentra foco em conectividade e recursos digitais. O painel reúne duas telas integradas de 12,3 polegadas, destinadas ao quadro de instrumentos e à central multimídia. O sistema é compatível com Apple CarPlay e Android Auto sem fio, além de incluir carregador de celular por indução e entradas USB-C distribuídas pelas três fileiras.

    Entre os itens de segurança, o SUV traz seis airbags, câmeras com visão 360 graus, sensores de estacionamento dianteiros, laterais e traseiros, além de controle eletrônico de estabilidade, assistente de partida em rampa e controle de descida. A Kia também destaca o uso de aços de alta resistência na estrutura do veículo como parte da estratégia de reforço estrutural do modelo.

    A pré-venda do Sorento 4×4 já está disponível nas concessionárias da marca no Brasil. O lançamento oficial ocorreu durante o Rio Open ATP 500, em fevereiro de 2026. O SUV conta com garantia de cinco anos sem limite de quilometragem e será oferecido em seis opções de cores externas.


    Novo Kia Sorento
    Novo Kia Sorento • Divulgação

    Kia EV9: SUV elétrico chega ao Brasil com preço de carro de luxo



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Volkswagen se une à Fiat para frear avanço da BYD no Brasil

    Volkswagen se une à Fiat para frear avanço da BYD no Brasil

    A Volkswagen aproveitou a convocação da Seleção Brasileira para colocar a Tukan no centro do jogo. A nova picape nacional ainda não foi revelada por completo, mas os detalhes exibidos já mostram uma mudança importante na estratégia da marca no Brasil.

    A caminhonete terá produção em São José dos Pinhais, no Paraná, e deve chegar ao mercado a partir de 2027.

    A missão é pesada: ocupar o espaço da Saveiro, incomodar a Fiat Strada e ainda abrir disputa com Chevrolet Montana e versões mais acessíveis da Fiat Toro.

    Tukan terá base MQB e mira o território da Fiat

    A Tukan será feita sobre a arquitetura MQB, uma das bases mais usadas pela Volkswagen. A diferença é que, desta vez, a plataforma será adaptada para uma picape com proposta mais robusta.

    O projeto também marca uma virada industrial. Segundo a Volkswagen, o modelo será 100% desenvolvido e produzido no Brasil, com 76% de peças nacionais.

    A ideia é transformar a Tukan em uma vitrine de tecnologia local, justamente no momento em que as marcas chinesas avançam com força no país.

    A picape aparece como sucessora natural da Saveiro, mas com ambição maior. Ela não quer brigar apenas entre compactas. A Volkswagen tenta entrar em uma faixa onde a Fiat domina com a Strada e estica presença com a Toro.

    Picape da VW terá suspensão ao estilo Strada

    O dado técnico mais forte está na suspensão traseira. A Tukan terá eixo rígido com feixe de molas, solução usada em picapes com foco em resistência e capacidade de carga.

    Esse ponto aproxima a nova Volkswagen da lógica da Fiat Strada. A antiga Saveiro usava eixo de torção com molas helicoidais, mas a Tukan nasce com uma configuração mais voltada ao trabalho.

    O pacote técnico esperado para a Tukan

    Item Informação prevista
    Plataforma MQB
    Produção São José dos Pinhais (PR)
    Nacionalização 76% de peças nacionais
    Motor superior 1.5 turbo flex
    Eletrificação MHEV 48V
    Versões de entrada 1.0 170 TSI
    Potência do 1.0 até 116 cv
    Torque do 1.0 16,8 kgfm
    Câmbio automático de 6 marchas
    Suspensão traseira eixo rígido com feixe de molas
    Freio traseiro tambor

    Híbrida leve vira resposta contra a BYD

    Nas versões mais caras, a Tukan deve usar motor 1.5 turbo com sistema híbrido-leve de 48V. Esse conjunto coloca a Volkswagen na mesma rota que a Fiat já começou a trilhar com seus híbridos leves nacionais.

    Volkswagen Tukan camuflada (traseira)

    Imagem: Divulgação/Volkswagen

    A diferença é que a VW pretende levar essa eletrificação para uma picape de volume. Esse detalhe muda a disputa, porque a BYD pressiona o mercado com carros eletrificados e força as marcas tradicionais a reagirem mais rápido.

    A Fiat continua sendo a rival direta, principalmente por causa da Strada.

    Só que Volkswagen e Fiat agora se movem em uma direção parecida: defender o mercado brasileiro com produção local, motores flex, eletrificação leve e preços mais próximos da realidade nacional.



    Fonte: Garagem 360

  • Fiat Pulse e Tiggo 5X viram queridinhos da Shell e Petrobras; confira outros “beberrões”

    Fiat Pulse e Tiggo 5X viram queridinhos da Shell e Petrobras; confira outros “beberrões”

    Comprar um SUV virou o desejo de muitos brasileiros, mas nem todo modelo combina visual robusto, bom pacote de equipamentos e consumo baixo. Em tempos de combustível pressionando o bolso, alguns utilitários acabam chamando atenção justamente pelo gasto maior.

    Entre eles estão o Fiat Pulse Abarth e o Caoa Chery Tiggo 5X, dois modelos com propostas bem diferentes, mas que aparecem como exemplos de SUVs que podem frequentar mais o posto do que muita gente imagina.

    Fiat Pulse e Tiggo 5X entram na lista dos SUVs que mais bebem

    No caso do Fiat Pulse Abarth, o consumo mais alto tem explicação direta: desempenho. A versão esportiva usa motor 1.3 turbo T270, com 185 cv, conjunto pensado para respostas rápidas e condução mais agressiva.

    Segundo dados do Inmetro, o Pulse Abarth faz 7,2 km/l na cidade com etanol e 10,5 km/l com gasolina. Na estrada, os números sobem para 8,8 km/l no etanol e 12,2 km/l na gasolina.

    Já o Tiggo 5X Pro tem outro perfil. Ele mira custo-benefício, espaço e pacote de equipamentos, mas o consumo segue como um dos pontos mais sensíveis. O SUV da Caoa Chery faz 6,6 km/l na cidade com etanol e 10 km/l com gasolina.

    Consumo dos SUVs “beberrões”

    Modelo Etanol cidade Gasolina cidade Gasolina estrada Ponto de atenção
    Caoa Chery Tiggo 5X Pro 6,6 km/l 10,0 km/l 11,7 km/l consumo urbano pesa
    Fiat Pulse Abarth 7,2 km/l 10,5 km/l 12,2 km/l esportividade cobra preço
    Fiat Fastback Abarth 7,3 km/l 10,8 km/l 12,9 km/l mais eficiente que o Pulse
    Jeep Renegade 7,8 km/l 11,1 km/l 12,4 km/l conforto acima da economia
    Renault Duster CVT 7,5 km/l 10,8 km/l 11,4 km/l motor aspirado sofre mais

    Renegade, Duster e Fastback também pesam no posto

    O Jeep Renegade aparece na lista com consumo de 7,8 km/l no etanol urbano e 11,1 km/l na gasolina. O SUV mantém boa força com o motor 1.3 turbo, mas não tem a economia como maior argumento.

    O Renault Duster CVT também exige atenção. Mesmo com motor 1.6 aspirado, registra 7,5 km/l na cidade com etanol e 10,8 km/l com gasolina, números que mostram o peso da carroceria na conta.

    Entre os esportivos da Fiat, o Fastback Abarth melhora um pouco a situação diante do Pulse. Ainda assim, segue longe de ser opção para quem coloca economia como prioridade.

    Desempenho ou economia?

    A lista não significa que esses SUVs sejam ruins. Na prática, ela mostra que cada proposta cobra seu preço.

    Quem busca desempenho, conforto ou pacote recheado pode aceitar um consumo maior. Porém, quem roda muito na cidade precisa olhar além do preço de compra, já que a conta mensal no posto pode mudar bastante a experiência com o carro.



    Fonte: Garagem 360

  • Novo SUV GWM chega mirando os R$ 200 mil, o BYD Yuan Pro e Leapmotor B10

    Novo SUV GWM chega mirando os R$ 200 mil, o BYD Yuan Pro e Leapmotor B10

    O mercado de SUVs elétricos no Brasil deve ganhar mais um nome de peso em 2026. A GWM apresentou o ORA 5 em evento realizado em São Paulo e prepara o lançamento do modelo para o segundo semestre, com uma missão clara: entrar na briga abaixo ou perto dos R$ 200 mil.

    A chegada do novo SUV coloca a marca em uma faixa cada vez mais disputada. Hoje, modelos como BYD Yuan Pro e Leapmotor B10 já tentam convencer o consumidor que busca um elétrico com porte familiar, bom pacote tecnológico e preço menos distante dos SUVs compactos a combustão.

    GWM ORA 5 chega para ampliar a família elétrica da marca

    O ORA 5 deve ocupar uma posição acima do ORA 03, que já é vendido no Brasil com proposta urbana e visual mais próximo de um hatch.

    A diferença é que o novo modelo aposta em carroceria de SUV/crossover, segmento que segue como um dos mais fortes do mercado nacional.

    A estratégia é simples: entregar um elétrico com mais presença, espaço interno e equipamentos, sem entrar diretamente na faixa premium de modelos mais caros.

    Entre os dados esperados, o ORA 5 pode trazer motor elétrico dianteiro de 204 cv, bateria de 58,3 kWh e autonomia em torno de 300 km no padrão Inmetro, número que deve ser decisivo na comparação com os rivais.

    GWM Ora 05

    Imagem: Divulgação/GWM

    BYD Yuan Pro e Leapmotor B10 viram alvos diretos

    O rival mais evidente é o BYD Yuan Pro, que já ocupa a vitrine dos SUVs elétricos compactos no Brasil. O modelo da BYD tem a vantagem de chegar com uma marca mais consolidada no segmento, além de forte presença em ofertas e campanhas comerciais.

    O Leapmotor B10 também entra nessa conta. O SUV chinês aparece como uma das apostas recentes para disputar preço, desempenho e pacote de equipamentos entre os elétricos familiares.

    Veja como a disputa se desenha:

    Modelo Posição no mercado
    GWM ORA 5 Novo SUV elétrico da GWM, previsto para 2026
    BYD Yuan Pro Rival direto entre os SUVs elétricos compactos
    Leapmotor B10 Novo concorrente chinês na faixa perto dos R$ 200 mil
    BYD Dolphin Plus Alternativa elétrica, embora com carroceria de hatch
    Geely EX5 SUV elétrico maior, com proposta mais familiar

    Preço será ponto decisivo para o ORA 5

    A GWM ainda não confirmou o preço oficial do ORA 5 no Brasil. Porém, a expectativa de mercado gira em torno de uma faixa próxima dos R$ 180 mil a R$ 200 mil.

    Essa definição será determinante. Se vier caro demais, o modelo pode encostar em SUVs elétricos maiores ou mais potentes. Se chegar bem posicionado, pode virar uma ameaça real ao Yuan Pro e ao B10.

    Pacote tecnológico pode pesar na decisão

    O ORA 5 deve apostar em central multimídia ampla, painel digital, câmera 360°, carregador por indução e pacote de assistências à condução.

    Ou seja, a briga não será apenas por autonomia, pois, o motorista também vai comparar acabamento, tecnologia embarcada, espaço e percepção de marca.

    Para a GWM, o ORA 5 representa mais do que um novo carro. Ele pode ser a peça que faltava para a marca enfrentar a BYD também no coração dos elétricos compactos, não apenas nos híbridos com a linha Haval.



    Fonte: Garagem 360