Autor: automoveis

  • Xiaomi YU7 reduz espera de 56 semanas e tem entrega de carros em 2 horas

    A Xiaomi melhorou, significativamente, o tempo de entrega para o SUV elétrico YU7. No lançamento, era preciso aguardar até 56 semanas para entrega do modelo. Agora, contudo, o tempo foi reduzido e pode chegar a duas horas. 

    A plataforma oficial de pedidos para o Xiaomi mostra cronogramas mais curtos. A depender da versão, há como receber o carro praticamente no mesmo momento. 

    Para configurações de veículos personalizadas, a Xiaomi atualmente estima os prazos de entrega em torno de 4 a 7 semanas — tempo bem abaixo da entrega inicial. 

    O YU7 da Xiaomi foi lançado em meados de 2025 como o primeiro SUV da marca, que também vende equipamentos eletrônicos. 

    Na China, o Xiaomi YU7 já vendeu mais de 50 mil unidades no mercado local. O SUV já representa cerca de 25% das vendas totais da empresa. 


    SUV 100% elétrico da Xiaomi
    SUV 100% elétrico da Xiaomi • Divulgação

    Como é o Xiaomi YU7?

    Abaixo do capô, o SUV elétrico chinês tem dois motores elétricos. Juntos, eles somam 681 cv de potência. O YU7 tem capacidade para atingir 253 km/h de velocidade máxima.

    Já a versão mais completa do SU7 tem potência aumentada para 663 cv e a autonomia é de 800 km. A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 2,7 segundos.

    Xiaomi lança carro elétrico SU7 e surpreende pelo preço



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Novo SUV de R$ 150 mil vem forte para enfrentar  BYD Dolphin e GWM Ora 03

    Novo SUV de R$ 150 mil vem forte para enfrentar BYD Dolphin e GWM Ora 03

    O mercado de veículos 100% elétricos no Brasil está prestes a vivenciar uma verdadeira revolução em termos de custo por benefício.

    Uma apuração exclusiva realizada pelo portal Auto+ revelou os planos detalhados da Omoda & Jaecoo para sacudir o segmento de entrada no país até o encerramento de 2026.

    A fabricante chinesa trará ao território nacional o inédito Omoda 4 BEV, um utilitário esportivo movido a bateria com preço estimado a partir de R$ 150.000,00, projetado especificamente para frear o sucesso de vendas de hatches consolidados como o BYD Dolphin e o GWM Ora 03.

    A grande cartada do grupo reside em oferecer um modelo com porte e espaço interno de SUV médio cobrando o mesmo valor de veículos compactos da concorrência, o que promete reconfigurar a lógica de escolha do consumidor.

    Posicionamento de preços cria disputa direta nos showrooms

    Omoda 4 BEV (foto: Divulgação)

    O Omoda 4 BEV chegará com a importante missão de se posicionar como o veículo elétrico mais acessível da marca em solo brasileiro.

    A expectativa é que a tabela oficial de preços fique fixada estritamente na faixa entre R$ 150.000,00 e R$ 170.000,00.

    Essa estratégia comercial joga o SUV diretamente na zona de combate das opções mais vendidas do setor.

    Para efeito de comparação, a tabela de valores dos rivais diretos apresenta as seguintes configurações:

    • Omoda 4 BEV: Preço estimado entre R$ 150.000,00 e R$ 170.000,00.

    • BYD Dolphin: Comercializado atualmente em uma faixa que varia de R$ 149.990,00 até R$ 184.800,00 nas opções de topo.

    • GWM Ora 03: Posicionado com preço público sugerido a partir de R$ 169.000,00.

    Ao entregar uma carroceria nitidamente maior e mais imponente por valores equivalentes, a Omoda & Jaecoo pretende fisgar tanto os novos adeptos da eletrificação quanto os proprietários de SUVs compactos tradicionais a combustão que desejam migrar de tecnologia.

Dimensões de utilitário médio e forte conjunto mecânico

Com uma estrutura robusta, o modelo apresenta 4,42 metros de comprimento, 1,86 metro de largura e 1,57 metro de altura, dimensões que o deixam muito próximo ao porte do seu irmão maior, o Omoda 5.

O grande diferencial visual do Omoda 4 BEV será a sua silhueta marcada por linhas fluídas e teto com caimento ao estilo cupê esportivo, garantindo excelente aerodinâmica e forte apelo estético.

Na parte mecânica, o SUV herda o conjunto propulsor dianteiro do Omoda E5, entregando a excelente potência de 204 cv e um torque imediato de 34,6 kgfm.

A grande novidade técnica fica por conta do pacote de baterias de 67 kWh, capacidade superior à utilizada no E5, que conta com 61,1 kWh.

Essa especificação garante que o novo modelo consiga entregar uma autonomia bastante generosa para trajetos urbanos e viagens, superando com facilidade os 345 quilômetros declarados de alcance oficial de modelos mais caros do grupo.

Detalhes de equipamentos das versões Luxury e Prestige

 O Omoda 4 BEV será oferecido em duas configurações de acabamento altamente tecnológicas, recheadas com itens de conveniência valorizados pelo mercado premium.

Os pacotes de equipamentos de série estão divididos da seguinte forma:

Versão Luxury:

Versão Prestige:

O catálogo de personalização do SUV elétrico no mercado nacional contará com cinco opções de cores externas para a carroceria, englobando as tonalidades vermelho, branco, azul, verde e preto.

A combinação de porte avantajado, motorização ágil e forte recheio tecnológico por R$ 150 mil promete esquentar de vez os bastidores da eletrificação no Brasil.



Fonte: Garagem 360

  • Volvo Trucks aumenta eficiência de motores a combustão

    Volvo Trucks aumenta eficiência de motores a combustão

    Volvo Trucks apresentou uma nova plataforma global de motores a combustão com foco em eficiência energética, redução de emissões e compatibilidade com combustíveis renováveis. A linha inclui dois motores inéditos de 13 litros, preparados para biodiesel, HVO, biogás e futuras aplicações com hidrogênio verde.

    Segundo a fabricante, os novos propulsores entregam até 4% de economia adicional de combustível em comparação com a geração anterior. Somado aos avanços aerodinâmicos da linha Volvo Aero, o ganho total pode chegar a 9% em eficiência energética.

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    Os motores também oferecem mais potência, maior torque, menor nível de ruído e melhorias na dirigibilidade. A nova geração atende às exigências da norma Euro 6 e já se adapta às futuras regulamentações de emissões e ruído na Europa.

    A Volvo Trucks equipará os modelos FM, FMX, FH e FH Aero com a nova tecnologia. As vendas começam no terceiro trimestre de 2026, com lançamento inicial na Europa, Turquia, Índia e Marrocos. A expansão para América do Norte, Ásia e África do Sul ocorrerá em seguida.

    Com a nova plataforma, a Volvo entende que reforça sua estratégia de descarbonização do transporte pesado e mantém os motores a combustão como parte central da meta de zerar as emissões líquidas até 2040.


    Foto: Divulgação Volvo Trucks



    Fonte: Auto Industria

  • Fiat Argo soma R$ 94.683 em descontos para desacelerar BYD Dolphin Mini

    Fiat Argo soma R$ 94.683 em descontos para desacelerar BYD Dolphin Mini

    O Fiat Argo entrou em maio com uma ofensiva de descontos que mostra como a briga entre compactos ficou mais dura no Brasil.

    Em ofertas apuradas no site da marca, as reduções ligadas ao hatch somam R$ 94.683, reforçando a tentativa da Fiat de manter o modelo atrativo em uma faixa cada vez mais disputada.

    A pressão não vem apenas dos rivais flex tradicionais. O avanço do BYD Dolphin Mini também mudou a comparação no segmento, já que o elétrico chinês passou a disputar atenção de quem procura um carro urbano na casa dos R$ 100 mil.

    Fiat Argo aparece com descontos de até R$ 20.990

    As ofertas encontradas mostram cortes relevantes em diferentes condições do Argo. Em uma delas, o hatch sai de R$ 109.980 para R$ 88.990, o que representa uma redução de R$ 20.990.

    Outras condições também chamam atenção, com preços promocionais abaixo dos R$ 90 mil. Há ofertas partindo de R$ 97.990 para R$ 86.990, além de versões que caem para R$ 87.990 e R$ 85.990.

    Na prática, a Fiat tenta reposicionar o Argo como uma alternativa de entrada mais agressiva, principalmente para quem ainda prioriza preço de compra, manutenção conhecida e abastecimento flex.

    Descontos do Argo encontrados nas ofertas

    Preço anterior Preço na oferta Diferença
    R$ 97.990 R$ 86.990 R$ 11.000
    R$ 97.990 R$ 86.990 R$ 11.000
    R$ 97.990 R$ 87.990 R$ 10.000
    R$ 98.990 R$ 85.990 R$ 13.000
    R$ 109.980 R$ 88.990 R$ 20.990
    R$ 109.980 R$ 88.990 R$ 20.990
    R$ 97.990 R$ 87.990 R$ 10.000

    As reduções brutas somam R$ 96.980. No levantamento, também apareceu uma condição com aumento de R$ 2.297, o que leva o saldo líquido para R$ 94.683.

    BYD Dolphin Mini pressiona os compactos flex

    O BYD Dolphin Mini não concorre com o Argo pela mesma mecânica, já que aposta em motor elétrico. Ainda assim, ele virou um ponto de comparação inevitável para quem busca um carro urbano, compacto e com preço competitivo.

    Dolphin Mini 2026 na China

    Imagem: Divulgação/BYD

    Enquanto o elétrico tenta vencer pelo apelo tecnológico e pelo custo de uso, o Argo aposta em argumentos mais tradicionais:

    Fiat tenta segurar espaço no segmento de entrada

    A soma de descontos mostra que a Fiat não quer deixar o Argo perder relevância em um momento de mudança no mercado.

    O hatch segue como uma opção conhecida entre os compactos, porém precisa responder a um consumidor que passou a comparar carros flex com elétricos de entrada.

    Com cortes que chegam a R$ 20.990 em determinadas condições, o Argo ganha fôlego para disputar atenção nas lojas. A vantagem está no preço imediato, enquanto o Dolphin Mini tenta crescer com a promessa de economia e tecnologia no uso urbano.



    Fonte: Garagem 360

  • Futuro da Stellantis na Europa passará por carros elétricos baratos

    Futuro da Stellantis na Europa passará por carros elétricos baratos

    Na próxima quinta-feira, 21, a cúpula global da Stellantis estará reunida nos Estados Unidos para participar da divulgação do plano estratégico que orientará as ações da montadora nos próximos anos. Será o primeiro integralmente articulado pelo CEO Antonio Filosa, que assumiu o posto mais elevado do grupo há menos de um ano.

    Não faltam especulações a respeito dos diversos pontos que estarão contemplados no novo plano global. Alguns. entretanto, já são bem visíveis a partir de recentes anúncios da empresa, como compartilhamento de projetos e até de suas fábricas europeias com maiores índices de ociosidade com fabricantes chineses.

    O risco é calculado. Ao mesmo tempo em que reduzirá custos a Stellantis sabe que a produção local das montadoras chinesas podem, e devem, aumentar o já incômodo poder de fogo das concorrentes em segmentos vitais para a indústria automobilística europeia.

    O problema é: se não for a Stellantis a acelerar desenvolvimento e reduzir custos por meio de associação com a indústria chinesa, outras empresas têm essa mesma estratégia e começam a implementá-la.

    Não deixa de ser também um via de várias mãos. Na semana passada, a montadora anunciou que está retormando parceria histórica com a Dongfeng para produzir, a partir de 2027, veículos elétricos com as marcas Peugeot e Jeep na China para vendas internas e também mercados internacionais.

    Na Europa, além da abertura de linhas de produção para a controlada e parceria mundial chinesa Leapmotor, a possibilidade de a Dongfeng também se valer dessa contrapartida tem pautado as conversas mais recentes e motivado visitas de executivos chineses a unidades produtivas da Stellantis em vários países, França e Itália incluídos.

    Filosa confirmará esse e outros movimentos na quinta-feira. Um deles, também com objetivo de alavancar a eletrificação de seu portfólio na Europa — um mercado que representa grandes desafios para a lucratividade das montadoras locais, cada vez mais pressionadas pela ascensão chinesa —, será a oferta de veículos baratos compactos e subcompatos, uma especialidade europeia abandonada nos últimos anos, mas agora movidos a bateria.

    Nesta terça-feira, apenas dois dias antes da divulgação do plano global, a Stellantis revelou que fabricará E-Car, projeto de carros elétricos compactos e acessíveis, com a produção dos primeiros modelos, de várias de suas marcas, prevista para começar em 2028.

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    “Operações CKD e SKD são replicáveis por qualquer empresa, inclusive a Stellantis”

    A letra “E”, explica nota da montadora, “representa Europeu, Emoção, Elétrico e Sustentabilidade”. Serão opções urbanas e movidas integralmente a bateria, produzidas exclusivamente na Europa para impulsionar a indústria local.

    A ideia, segundo fontes ouvidas pela imprensa europeia, é que os E-Car custem ao redor de € 15 mil, pelo menos 20% abaixo da média  atual dos veículos de entrada mais competitivos.

    “Nossos clientes pedem o retorno de veículos pequenos, com design atraente, produzidos na Europa e, ao mesmo tempo, acessíveis e sustentáveis. A Stellantis responderá a essa demanda com  modelos para diferentes marcas”, afirmou Filosa, que antecipou que os E-Car serão montados na fábrica de Pomigliano D’Arco, Itália,  que produz, por exemplo, o Fiat Panda.

    Em tempo: os E-Car, admite a montadora, serão equipados com tecnologias elétricas desenvolvidas em parceria “com fornecedores estratégicos”, com o objetivo de ampliar a acessibilidade e acelerar o tempo de chegada ao mercado.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Operadora Jundiá aumenta frota com ônibus da Marcopolo

    Operadora Jundiá aumenta frota com ônibus da Marcopolo

    A Marcopolo ampliou sua presença no transporte urbano paulista com a entrega de 29 ônibus para a Jundiá Transportadora Turística. Os veículos serão utilizados nas cidades de Mairinque e Itapeva e marcam a primeira aquisição de modelos urbanos Marcopolo Torino pela operadora.

    Do total fornecido, 24 unidades são do modelo Torino, com capacidade para 77 passageiros. O lote inclui ainda três micro-ônibus Senior e dois articulados destinados ao sistema urbano de Itapeva. Os veículos contam com poltronas estofadas com apoio de cabeça, tomadas USB, acessibilidade e sistema de cobrança automática.

    Segundo a Marcopolo, a entrega reforça os diferenciais de robustez, conforto e eficiência operacional do Torino em aplicações urbanas intensivas. Para a Jundiá, a aquisição amplia a parceria com a fabricante após experiências anteriores com micro-ônibus, articulados e modelos rodoviários da marca.


    Foto: Divulgação Marcopolo



    Fonte: Auto Industria

  • Conheça coleção de motos de luxo de Neymar avaliada em mais de R$ 500 mil

    Recentemente, o atacante Neymar abriu as portas de sua mansão no litoral paulista para os influenciadores digitais Jon Vlogs e Pigmeu, revelando um impressionante acervo de veículos de luxo.

    Além de uma Ferrari Purosangue avaliada em R$ 7,5 milhões, o jogador ostenta uma garagem com pelo menos 16 motocicletas.

    O diferencial do acervo de duas rodas do atleta é o foco em modelos esportivos icônicos dos anos 1990 e 2000.

    Juntas, as raridades de marcas como Ducati, MV Agusta, Suzuki, Yamaha, Honda e Kawasaki somam centenas de milhares de reais, com unidades que chegam a ultrapassar a marca de R$ 200 mil em leilões devido ao forte apelo histórico e de colecionismo.

    Os destaques da garagem do craque

    Abaixo, os detalhes técnicos e os valores de mercado das principais máquinas que compõem a coleção do jogador, organizadas pelo valor estimado de mercado e relevância histórica:

    • Ducati 916 (1994)

    Considerada um dos designs mais revolucionários e influentes do motociclismo mundial. Ganhou status de lenda com versões especiais, como a que homenageia Ayrton Senna, cotadas acima de 15.000 euros (cerca de R$ 87.000).


    • Divulgação

    Quanto vale: no Brasil, exemplares históricos e em estado de concurso superam a faixa de R$ 200.000 a R$ 300.000 em leilões especializados.

    • MV Agusta F4 750 (2000)

    Máquina italiana famosa pelas quatro saídas de escape sob o assento e pelo motor de 4 cilindros com válvulas radiais (entre 126 cv e 146 cv), capaz de passar dos 280 km/h.

    Quanto vale: a tabela Fipe aponta um preço médio de R$ 59.000 a R$ 60.000.

    • Yamaha YZF-R1 (1998)

    Modelo que redefiniu o mercado de superesportivas com uma relação peso-potência inédita na época (150 cv para apenas 177 kg de peso seco).

    Quanto vale: unidades em excelente estado de conservação variam entre R$ 35.000 e R$ 50.000.

    • Honda Fireblade CBR1000RR Repsol

    Edição especial com os tradicionais grafismos laranja e branco que celebram a parceria da Honda na MotoGP.


    • Divulgação

    Quanto vale: os preços de mercado no país variam de R$ 36.900 a R$ 69.900, com ofertas diretas na internet (como no site OLX) na casa dos R$ 37.000 para modelos com maior quilometragem.

    • Kawasaki Ninja ZX-7R (1997)

    Superesportiva clássica de 748cc e 122 cv, reconhecida pela estabilidade extrema em pistas e pelo visual agressivo da era analógica.

    Quanto vale: embora a tabela Fipe indique uma base de R$ 17.681, exemplares raros e conservados custam acima de R$ 35.000.

    • Suzuki Hayabusa (1999)

    A lendária primeira geração da moto que ostentou o título de “mais rápida do mundo”, com motor de 1.299cc, 175 cv e ausência de limitadores eletrônicos de velocidade.

    Quanto vale: avaliada em até R$ 24.930 pela tabela Fipe, mas com valor comercial real na casa dos R$ 30.000 em plataformas de usados.

    • Honda CBR 1100XX Super Blackbird (1997)

    Uma lenda do segmento sport-touring feita para quebrar recordes de velocidade. Traz motor carburado de 1.137cc com 164 cv e velocidade final próxima aos 295 km/h.

    Quanto vale: a tabela Fipe estipula cerca de R$ 23.500, mas a maioria das ofertas de mercado flutua entre R$ 23.000 e R$ 29.000.

    • Yamaha YZF-R1 (2000)

    Modelo da geração 5JJ, muito procurado por colecionadores por ser a última versão da R1 equipada com carburadores antes da transição para a injeção eletrônica.


    • Divulgação

    Quanto vale: os valores de referência da tabela Fipe giram em torno de R$ 20.500 a R$ 21.000.

    Suzuki GSX-R 750 (1995 e 1997)

    Duas gerações distintas da consagrada linha esportiva da Suzuki. O modelo de 1995 (WS) entrega 118 cv com chassi leve de alumínio. Já a versão de 1997 consolidou a era SRAD (Suzuki Ram Air Direct), com foco severo em redução de peso para entregar desempenho digno de motos de 1.000cc.

    Quanto vale: a versão de 1997 tem base Fipe de R$ 18.800 a R$ 19.100. No mercado real de anúncios, os preços de ambas variam amplamente conforme o nível de originalidade, situando-se entre R$ 17.500 e R$ 55.000.

    • Kawasaki Ninja ZX-7R (1995)

    Ícone dos anos 90 com motor de 4 cilindros em linha e 120 cv, equipada com chassi de dupla viga de alumínio e suspensão voltada para o desempenho em pistas.

    Quanto vale: cotada em R$ 15.254 pela tabela Fipe, mas encontrada no mercado de usados entre R$ 18.000 e R$ 20.000, dependendo da conservação.

    *Publicado por André Nicolau, da CNN Brasil

    Honda Pop110i ES 2027: saiba preço e detalhes da moto

     



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Voge reforça presença chinesa no mercado brasileiro de motos

    Voge reforça presença chinesa no mercado brasileiro de motos

    Em ritmo menos acelerado do que o verificado no mercado de automóveis, as marcas chinesas também avançam no segmento de duas rodas.

    Com a Chineray atualmente no Top 3, atrás apenas das tradicionais japonesas Honda e Yamaha, a Voge inicia no próximo mês a venda de motos e scooters no Brasil. Sua estreia oficial no País acontece no próximo dia 27, em evento na capital paulista

    Do grupo chinês Locin, a Voge também está investindo em operação local, com a montagem de seus produtos na fábrica da Dafra no PIM, Polo Industrial de Manaus. A operação é em regime CKD, com peças importadas da China.

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    Com três lojas exclusivas da marca de modelos premium em fase de inauguração, os primeiros a serem vendidos no Brasil são as scooters SR3 e SR4 Max, e as aventureiras DS525X e DS900X. A empesa adianta que seus planos são ambiciosos, não destacartando a oferta de modelos elétircos por aqui.

    TOP 10

    No Top 10 da Fenabrave das marcas de motos mais vendidas no mercado brasileiro, duas são chinesas – a Shineray, que tem montagem em Suape, PE, e a Haojue, essa última na nona posição, à frente da BMW (veja tabela abaixo).

    Tem ainda a Aveloz, uma marca nacional que monta a partir de importações da China, e duas indianas, a Mottu e a Bajaj.

    Com essa movimentação de novas marcas, a Honda, que chegou a deter mais de 90% das vendas no mercado interno, começou a perder espaço no País. Mas nada que ameace sua liderança. A marca japonesa fechou o quadrimestre com mais de 512 mil emplacamentos e fatia de 65,5%. Há um ano, sua participação era de 68%.

    A Yamaha vendeu 108 mil motos, com 13,8% de mercado (detinha 14,5% há um ano), seguida da Chineray, com 50,8 mil licenciamentos e market share de 6,5%.

    Abaixo, ranking das vendas no primeiro quadrimestre – dados da Fenabrave:


    Foto: Divulhação/Reprodução mídias sociais



    Fonte: Auto Industria

  • Lula lança Move Aplicativos com R$ 30 bilhões para motoristas

    Lula lança Move Aplicativos com R$ 30 bilhões para motoristas

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou nesta terça-feira, 19, do lançamento do Move Aplicativos, uma nova linha de crédito para motoristas de aplicativo, como Uber e 99, além de taxistas.

    Os recursos aprovados para o programa, que integra o projeto Move Brasil, totalizam R$ 30 bilhões. A iniciativa anunciada no início da tarde na Casa de Portugal, na capital paulista, visa oferecer condições especiais para financiamento na compra de veículos novos, manutenção e capital de giro.

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    Move Aplicativos: juros menores para as mulheres e desconto de 5% para todos.

    Governo lança Move Brasil 2 com crédito de R$ 21,2 bilhões

    O objetivo é reduzir os gastos dos motoristas com aluguel de carros em locadoras. De acordo com o site gov.br, podem participar motoristas de aplicativos com cadastro ativo há pelo menos 12 meses, que tenham realizado ao menos 100 corridas nesse período, na mesma plataforma, além de taxistas registrados e em atividade.

    As condições favoráveis de financiamento valem para carros 0 km de até R$ 150 mil que atendam aos critérios de sustentabilidade – flex, híbridos flex, elétricos ou exclusivamente a etanol – de montadoras habilitadas no Programa Mover. O Move Aplicativos passará a valer a partir de 19 de junho.

    Uma das premissas para aderir ao programa é oferecer pelo menos 5% de desconto para o motorista que teve o crédito aprovado.

    “Taxas de juros e prazos serão definidos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) ainda nesta semana. A MP assinada pelo presidente Lula autoriza o CMN a conceder condições ainda mais favoráveis para as mulheres, como juros menores e prazos maiores, além de permitir, para esse público, o financiamento de equipamentos adicionais de segurança”, informa a presidência.

    No evento em São Paulo, Aloizio Mercadante, presidente do BNDES, adiantou que as taxas de juros serão de 0,99% ao mês para homens e 0,91% para mulheres.

    Como participar

    ♦ Para motoristas de aplicativo, a confirmação de que o motorista está apto a acessar o financiamento será dada pela própria plataforma para a qual ele trabalha. No caso dos taxistas, a validação será feita pela Receita Federal a partir dos dados da pessoa no próprio gov.br.

    ♦ Em até 5 dias úteis após o pedido, a pessoa receberá, via caixa postal do gov.br, resposta sobre se ela atende às condições. Em caso positivo, os motoristas devem procurar as instituições financeiras a partir de 19 de junho. A análise de crédito será feita diretamente por estas instituições, depois que a pessoa requisitar o financiamento.


     



    Fonte: Auto Industria

  • Novo SUV de R$84.894,48 expulsa Creta e T-Cross e é líder de maio

    Novo SUV de R$84.894,48 expulsa Creta e T-Cross e é líder de maio

    O Peugeot 2008 entrou em uma das disputas mais agressivas entre SUVs compactos no Brasil. Com descontos que podem chegar perto de R$ 40 mil em ofertas de concessionárias, o modelo passou a circular em uma faixa que cutuca seus rivais.

    A movimentação chama atenção porque o 2008 não tenta brigar apenas por design ou pacote de equipamentos.

    O SUV da Peugeot agora usa o preço como argumento principal para atrair quem olha para modelos como Volkswagen Tera, Hyundai Creta, Fiat Pulse e Nissan Kicks.

    Enquanto isso, a Nissan tenta responder com uma campanha comercial própria. O Novo Kicks aparece com bônus de até R$ 21.500 na valorização do usado, em uma estratégia diferente da Peugeot. Contudo, vem o mesmo objetivo: impedir que o consumidor migre para outro SUV no momento da compra.

    Peugeot 2008 pressiona rivais com desconto agressivo

    O ponto mais forte do Peugeot 2008 está nas ofertas encontradas em unidades de estoque.

    Em algumas condições, o SUV aparece com valores próximos de R$ 122 mil, o que cria uma diferença relevante diante da tabela original de determinadas versões.

    Painel do Nissan Kicks

    Imagem: Divulgação/Nissan

    Na prática, isso coloca o modelo em uma zona perigosa para concorrentes mais recentes. Afinal, o consumidor que entraria em uma concessionária para pesquisar um SUV menor pode se deparar com um 2008 turbo mais equipado e com abatimento forte.

    Nissan Kicks responde com bônus de R$ 21.500

    A Nissan escolheu outro caminho para segurar o interesse no Kicks. Em vez de apostar apenas em desconto direto no preço final, a marca trabalha com bônus na troca do usado, que pode chegar a R$ 21.500 na versão Advance.

    Nas demais versões, o bônus informado fica menor, chegando a R$ 14 mil. Ainda assim, a campanha ajuda o Kicks a continuar competitivo em um segmento cada vez mais pressionado por ofertas, novos modelos e condições de financiamento.

    Comparativo das condições

    SUV Estratégia comercial Destaque
    Peugeot 2008 Desconto em unidades de estoque Queda próxima de R$ 40 mil
    Nissan Kicks Advance Bônus na troca do usado Até R$ 21.500
    Nissan Kicks demais versões Bônus menor Até R$ 14 mil
    Peugeot 2008 Active Turbo Oferta oficial promocional A partir de R$ 134.990

    Briga fica mais apertada entre SUVs compactos

    A disputa mostra uma mudança importante no mercado. O consumidor não compara apenas preço de tabela, já que bônus, entrada, valorização do usado, taxa de financiamento e disponibilidade regional podem mudar completamente a decisão.

    O Peugeot 2008 ganha força quando aparece com desconto direto elevado. Já o Nissan Kicks tenta equilibrar a conta ao valorizar o carro usado do cliente e manter condições comerciais mais atraentes.

    Para quem está pesquisando um SUV compacto, a recomendação é comparar o valor final real da negociação.

    Em muitos casos, o carro aparentemente mais barato pode não ser o melhor negócio depois de incluir entrada, parcelas, taxas, documentação e avaliação do usado.



    Fonte: Garagem 360