Autor: automoveis

  • GWM Poer P30 ameaça Fiat Titano; picape ataca com R$ 68.340 de desconto

    GWM Poer P30 ameaça Fiat Titano; picape ataca com R$ 68.340 de desconto

    A chegada da GWM Poer P30 colocou pressão em um segmento dominado por nomes tradicionais, e a resposta da Fiat veio pelo preço. A Titano Ranch 2026 aparece com desconto de R$ 68.340 em condições especiais de venda direta.

    Com isso, a picape que parte de R$ 285.990 pode sair por R$ 217.650 para públicos específicos, como produtor rural e microempresários. A redução muda o jogo porque coloca a Titano em uma faixa mais agressiva, abaixo do valor de lançamento da Poer P30 Trail.

    Fiat Titano usa desconto para enfrentar a GWM Poer P30

    A GWM Poer P30 chegou ao Brasil com proposta clara: disputar espaço entre as picapes médias diesel 4×4 apostando em preço competitivo, pacote generoso e visual mais moderno.

    A Trail foi lançada por cerca de R$ 240 mil, enquanto a Exclusive ficou próxima de R$ 260 mil. Na prática, a oferta da Fiat coloca a Titano Ranch abaixo desse patamar, desde que o comprador se enquadre nas regras da campanha.

    Picape Preço citado Motor Carga útil Gancho
    Fiat Titano Ranch R$ 217.650 2.2 turbodiesel, 200 cv até 1.020 kg Desconto de R$ 68.340
    GWM Poer P30 Trail cerca de R$ 240 mil 2.4 turbodiesel, 184 cv até 1.018 kg Preço de entrada competitivo
    GWM Poer P30 Exclusive cerca de R$ 260 mil 2.4 turbodiesel, 184 cv até 1.018 kg Pacote mais completo

    Desconto da Titano muda disputa entre picapes médias

    A Fiat Titano Ranch tem motor 2.2 turbodiesel de 200 cv e 45,9 kgfm, câmbio automático e tração 4×4. A picape também oferece estrutura sobre chassi, caçamba de 1.109 litros e capacidade de carga na casa de 1.020 kg.

    Já a Poer P30 aposta no motor 2.4 turbodiesel de 184 cv, câmbio automático de nove marchas, tração 4×4 e pacote tecnológico como trunfo para atrair compradores que olham para além da força bruta.

Condição vale para venda direta

O ponto central é que o valor reduzido da Titano não é o preço comum de varejo. A oferta vale para públicos de venda direta, como produtores rurais e microempresários, o que limita o acesso ao desconto.

Ainda assim, o movimento mostra que a Fiat decidiu atacar a nova rival chinesa com uma arma difícil de ignorar: preço. Para quem se enquadra nas condições, a Titano Ranch passa a ser uma alternativa mais barata que a Poer P30 Trail, mesmo oferecendo motor mais potente.

Briga agora passa por preço, força e pacote

A disputa entre Fiat Titano e GWM Poer P30 deixa de ser apenas uma comparação técnica. Agora, o preço promocional coloca pressão direta sobre a chinesa.

A Poer P30 segue forte pelo pacote e pela novidade, mas a Titano ganhou um argumento de peso para compradores que querem uma picape diesel 4×4 com porte, carga e desconto expressivo.



Fonte: Garagem 360

  • ABVE sobre Move Aplicativos: “equilibrado e igualitário”.

    ABVE sobre Move Aplicativos: “equilibrado e igualitário”.

    O Move Aplicativos, lançado na terça-feira, 19, agradou não só à Anfavea, entidade das montadoras aqui instaladas, como também à ABVE, Associação Brasileira do Veículo Elétrico, que contempla importadores entre seus associados, além de marcas que estão iniciando operações fabris no País, como a chinesa GWM.

    “A ABVE agradece ao Governo Federal pela transparência com que conduziu um tema de grande importância para a nascente indústria de veículos eletrificados no Brasil”, comentou o presidente da entidade, Ricardo Bastos, definindo o programa como equilibrado e igualitário.

    LEIA MAIS

    Lula lança Move Aplicativos com R$ 30 bilhões para motoristas

    Move Aplicativos: juros menores para as mulheres e desconto de 5% para todos.

    Na sua avaliação, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva demonstrou muita sensibilidade ao criar um programa voltado especificamente para taxistas e motoristas de aplicativos, “duas categorias profissionais que estão na linha de frente da modernização da frota automotiva brasileira”.

    “Ao mesmo tempo, o governo foi sensível ao fato de que a melhoria das condições de trabalho e geração de renda dos citados profissionais só têm sido possível graças à adoção cada vez maior de veículos elétricos e eletrificados como suas principais ferramentas de trabalho”, destacou Bastos.

    A ABVE complementa que, na prática, o Move Brasil atenderá a um conjunto mais amplo de setores econômicos ao reconhecer a realidade de um crescente ecossistema de empresas de infraestrutura de recarga elétrica e baterias associadas ao aumento das frotas eletrificadas.

    “O Move Brasil impacta positivamente as empresas que estão na liderança da renovação tecnológica da indústria, oferecendo as condições para uma mobilidade mais eficiente, segura e sustentável para a maioria da população”, concluiu o presidente da entidade.


    Foto: Divulgação/ABVE



    Fonte: Auto Industria

  • Stellantis e Dongfeng criarão joint venture para atuação nos mercados internacionais

    Stellantis e Dongfeng criarão joint venture para atuação nos mercados internacionais

    É bom ficar atento. A chegada da Dongfeng ao mercado brasileiro, prevista para o segundo semestre, pode ganhar contornos bem mais amplos em não tanto tempo assim. Nesta quarta-feira, 20, a Stellantis revelou o que já era especulado por analistas há algumas semanas: parceria com a montadora chinesa para mercados internacionais.

    As duas empresas, que trabalham juntas na China há décadas, acabam de assinar memorando de entendimento não vinculativo para a criação de joint venture baseada na Europa e que responderá pelas vendas, distribuição, produção, compras e engenharia de veículos de nova energia da Dongfeng para mercados europeus, em princípio.

    A nova empresa, que dependerá ainda da aprovação das autoridades econômicas, seguirá o mesmo modelo elaborado para a criação da Leapmotor International — e que já confirmou montagem no Brasil — , com a Stellantis detendo 51% de participação ante 49% da montadora chinesa.

    Começará operando com a venda e distribuição dos veículos premium de nova energia da marca Voyah, da Dongfeng, se valendo da extensa rede de concessionárias e de pós-venda da Stellantis em países europeus.

    Em outra vertente, a joint venture concentrará atividades conjuntas de compras e engenharia, aproveitando a competitividade da infraestrutura técnica e know-how no desenvolvimento de veículos eletrificados da parceira chinesa.

    Para um segundo momento, admite nota oficial conjunta, já está sendo avaliada a produção veículos eletrificados da Dongfeng na fábrica de Rennes, na França, “em conformidade com as regulamentações europeias e os requisitos Made in Europe”.

    “Os planos anunciados hoje levam nossa cooperação recentemente fortalecida com a Dongfeng a um novo patamar de parceria internacional, beneficiando clientes em todo o mundo. Ampliaremos as opções com produtos e preços ainda mais competitivos”, afirmou Antonio Filosa, CEO da Stellantis.

    LEIA MAIS

    Futuro da Stellantis na Europa passará por carros elétricos baratos

    “A Dongfeng seguirá fortalecendo e ampliando sua parceria com a Stellantis em estreito alinhamento com as estratégias nacionais da China voltadas à abertura econômica de alto nível, à dupla circulação e à estabilidade de investimentos estrangeiros, negócios e empregos”, afirmou Qing Yang, Chairman da Dongfeng.

    No começo de maio, Stellantis e Dongfeng já tinham anunciado a revitalização da DPCA, joint venture na China que ao longo de 34 anos foi responsável pela fabricação de mais de 6,5 milhões de automóveis Peugeot e Citroën para o mercado chinês.

    A partir de 2027, porém, a empresa será responsável pela produção de modelos da Peugeot e Jeep também para  mercados internacionais. De Wuhan sairão incialmente dois elétricos da marca francesa.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • MDIC admite estudos para tornar Move Brasil 2 perene

    MDIC admite estudos para tornar Move Brasil 2 perene

    O MDIC, Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, está analisando a possibilidade de transformar o Move Brasil 2, de renovação de frota de caminhões, ônibus e implementos, em um programa perene.

    Trabalhos nesse sentido foram confirmados por Margarete Gandini, diretora do Departamento de Desenvolvimento da Indústria de Média e Alta Complexidade do órgão, em palestra/debate no Conexão Abipeças, evento online realizado na manhã desta quarta-feira, 20.

    LEIA MAIS

    Governo lança Move Brasil 2 com crédito de R$ 21,2 bilhões

    “Novo alento ao setor de pesados”, diz Anfavea sobre Move Brasil 2

    Ela disse que o governo entende a necessidade de um mecanismo permanente no sentido de retirar veículos pesados com idade avançada de circulação, em projeto que também envolverá inspeção veicular, que o Ministério prefere tratar como manutenção preventiva incentivada.

    O Sindipeças, responsável pelo evento que reuniu, além da representante do MDIC, diretores da entidade, consultores, o embaixador Rubens Barbosa e o presidente da Anfavea, Igor Calvet, encaminhou pleito ao governo no sentido de tornar permanente o Move Brasil 2.

    O presidente da entidade, Cláudio Sahad, diz ser importante uma definição nesse sentido para evitar altos e baixos do mercado. Conforme comentou José Eduardo Luzzi, diretor do segmento de veículos pesados e comerciais, o Sindipeças defende essa perenidade para “evitar soluços de mercado”:

    “Se não houver a certeza de continuidade do Mover Brasil 2, as vendas vão despencar quando ele acabar na expectativa de uma terceira ou quarta edição. É muito importante para o setor definitivo que haja uma definição sobre o tema”.

    O Move Brasil 2 contempla recursos de R$ 21,2 bilhões em crédito para a renovação de frota de caminhões, ônibus e implementos rodoviários. O programa foi aprovado após o grande sucesso de sua primeira edição, que envolveu cŕeditos da ordem de R$ 10 bilhões.

    Destinada a caminhoneiros autônomos, cooperativas e empresas do setor de transportes, a iniciativa visa financiar veículos novos ou seminovos.

    Autônomos podem pagar em até 10 anos (120 meses), com carência de até 12 meses, enquanto as empresas têm prazo de até 5 anos (60 meses) e carência de 6 meses.


     



    Fonte: Auto Industria

  • Elétricos elevam prejuízo para 18 marcas e há recuos anunciados

    Elétricos elevam prejuízo para 18 marcas e há recuos anunciados

    Levantamento foi feito por Paul Eisenstein, um dos jornalistas especializados em automóveis mais respeitados e publicados do mundo. Seu trabalho já apareceu em numerosos veículos de notícias. O premiado americano é pioneiro no jornalismo digital e fundou o site Headlight.News. Agora em março, publicou no Autoblog um texto que surpreendeu ao nominar 18 marcas que tiveram prejuízos ao lançarem carros elétricos. A maioria já mudou os planos de curto prazo e decidiu investir em híbridos.

    Não se trata de desistir dos elétricos e sim de repensar estratégias. Os subsídios elevados acabaram ou foram drasticamente reduzidos pelos governos do Hemisfério Norte e do Sudeste Asiático, incluindo Japão, Coreia do Sul e até a China. Os balanços financeiros dão razão a Eisenstein. São prejuízos recuperáveis adiante, contudo fica difícil indicar quando e como.

    Em ordem alfabética, esta é a lista compilada pelo jornalista: Acura, Chevrolet, Dodge, Ford, Genesis, Honda, Hyundai, Infiniti, Kia, Lamborghini, Land Rover, Maserati, Nissan, Polestar, Porsche, Ram, Tesla e Volkswagen. Nenhuma marca chinesa foi citada porque as informações disponíveis são pouco precisas ou mesmo comparáveis. No caso da Tesla, que só produz elétricos, as vendas recuaram em 2024 e 2025. BYD não está incluída, todavia o recuo alcançou mais de 35% no primeiro bimestre de 2026 com o fim dos subsídios estatais, embora a empresa se mantenha como maior produtora de elétricos.

    A Honda, este mês, foi a última a anunciar seu primeiro prejuízo contábil em 70 anos atribuído aos gastos com desenvolvimento e às baixas vendas. Seu foco agora concentra-se em híbridos e abandonou a meta de só vender elétricos até 2040.

    Hoje, o problema principal concentra-se na rede de recarga em estradas, além do tempo que exige. Alcance também é menor durante viagens por dificultar a regeneração obtida em frenagens.

    Em poucas palavras, volto a resumir o cenário atual: rumo certo, ritmo incerto.

     

    Audi Q3 fica um pouco maior e mais potente

    Após investimento de R$ 50 milhões na fábrica, a Audi inaugura a produção da terceira geração dos SUVs médios-compactos Q3 e Q3 Sportback, em São José dos Pinhais (PR). Os dois modelos devem ajudar na recuperação de vendas, que sofreram retração no ano passado com o acirramento da concorrência e o final da geração anterior.

    Estilisticamente adotam a nova identidade global da marca alemã: faróis afilados e a grade redesenhada. O Sportback mantém sua silhueta cupê, com caimento de teto pronunciado que traz um bom impacto visual, embora sacrifique sutilmente o espaço para cabeças no banco traseiro. Esta nova geração está 60 mm mais larga e 40 mm mais comprida. No interior, impressiona pelas telas curvas integradas (11,9 pol. para instrumentos e 12,8 pol. para multimídia) com Android Auto e Apple CarPlay sem fio. Sistema de som tem 260 W de potência e 10 alto-falantes. Alavanca de câmbio tradicional no console foi substituída por seletor eletrônico na coluna de direção.

    Outros destaques ficam sob o capô. O motor 2.0 TFSI foi recalibrado e agora entrega 258 cv (mais 11,6%) e 37,7 kgf·m (ganho de 9%). Câmbio passa a ser o automatizado de dupla embreagem (S tronic) de sete marchas e tração 4×4 permanente quattro. Esse conjunto melhorou a aceleração de 0 a 100 km/h: 5,9 s.

    Em avaliação de 135 km entre a capital paulista e Nova Odessa (SP), o avanço mecânico ficou evidente. O motor mostra respostas imediatas em baixas rotações e o câmbio S tronic evoluiu bastante em suavidade no trânsito urbano, além de minimizar as hesitações em reduções de marchas. Isolamento acústico elevou conforto a bordo em rodovias, ajudado pelos vidros laterais dianteiros laminados no lugar de temperados.

    No comportamento dinâmico, o Q3 convencional prioriza a absorção de impactos com ótimo controle de carroceria. Já o Sportback dispõe de calibração bem firme, entrega respostas de direção rápidas e menor rolagem em curvas. A tração quattro atua de forma discreta e eficiente, o que garante aderência impecável. O pacote de assistência (Adas) é completo, mas o preço exige ponderação diante dos rivais.

    Preços: R$ 389.990 (SUV) e R$ 399.990 (SUV cupê).

     

    Campo de provas aberto a todos os interessados

    Parceria entre Bosch e Mercedes-Benz elevou o patamar da engenharia brasileira com a inauguração oficial do CTVI (Centro de Testes Veiculares de Iracemápolis), semana passada, no interior paulista, a 180 km da capital. Fruto de um investimento conjunto de R$ 130 milhões, o empreendimento nasce como o mais completo complexo de pistas do Hemisfério Sul. As pistas são vizinhas da fábrica em que a marca alemã montou o Classe C e o GLA, de 2016 a 2020, quando encerrou a produção. Em 2021, vendeu as instalações industriais para a GWM, mas continuou com o campo de provas em sociedade com a Bosch.

    A estrutura de 400.000 m² impressiona: sete oficinas e cinco pistas que incluem oval de alta velocidade, pavimentos com diferentes coeficientes de atrito e áreas de frenagem com perfeito sistema de irrigação. Tudo projetado para avaliar dinâmica e segurança ativa com precisão milimétrica. Antes dedicada apenas a caminhões e ônibus, agora pode receber automóveis, SUVs, picapes, motocicletas e tratores, além de fabricantes de autopeças.

    Oval de alta velocidade tem 2.600 metros de perímetro, três faixas de rodagem e comporta testes de sistemas avançados de assistência ao motorista (Adas, na sigla em inglês) e de direção autônoma. Foi construído visando avaliações a até 180 km/h, limitação de velocidade que marcas europeias de modelos de média e alta produção tendem a adotar em maior escala daqui para a frente. Há pistas para medições de estabilidade, ruído, conforto, vibração e cansaço. Inclui uma exclusiva para avaliar frenagens, que é irrigável e dedicada a testar ABS e ESP.

    Outros recursos de segurança, presentes no exterior e com prazos para se tornarem obrigatórios em todos os modelos à venda no País, exigirão avaliação e homologação que poderão ser feitas aqui. Além da versatilidade (até veículos autônomos), funciona nos 365 dias do ano, o que pode abreviar o desenvolvimento de novos produtos voltados às necessidades da América Latina. É garantido sigilo absoluto desde o conceito inicial até a homologação final. O CTVI está preparado para o desenvolvimento e testes também de modelos híbridos e elétricos.

     

    “Bafômetro” no painel, tão preciso quanto útil

    Vem da Alemanha a novidade. A parceria entre o fabricante de autopeças Aumovio e a TrinamiX, subsidiária da BASF, resultou em uma solução que promete atacar um dos maiores gargalos da segurança viária: a direção sob efeito de álcool. Trata-se de um sensor biométrico que mede o nível de etanol no sangue e entrega o resultado em poucos segundos. A operação é tão intuitiva quanto destravar um smartphone.

    Grande mérito da engenharia aqui foi a miniaturização. O sistema utiliza espectroscopia e inteligência artificial para analisar a reflexão da luz nos tecidos sob a pele. Isso permite que o sensor seja integrado de forma fácil ao painel ou console, sem poluir o visual do interior — ponto crucial para não comprometer os interiores sofisticados dos carros atuais.

    Essa tecnologia age de forma preventiva e discreta, antes mesmo de o motorista dar a partida. Quando a ponta do dedo é colocada no sensor, pulsos de luz invisíveis são emitidos e quaisquer moléculas de etanol presentes podem ser detectadas. A reflexão característica da luz é então analisada usando métodos de avaliação baseados em IA para determinar com precisão a alcoolemia do motorista.

    Essa nova alternativa ao bafômetro já nasce preparada para futuras exigências da lei, sem sacrificar a comodidade. A precisão técnica do método já teve eficácia comprovada em estudos clínicos, na Alemanha. Em breve, uma versão comercial poderá ser oferecida aos fabricantes de veículos. Preço ainda por anunciar.


    Fotos: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Stellantis e JLR avaliam parceria para desenvolver veículos nos EUA

    Stellantis e JLR avaliam parceria para desenvolver veículos nos EUA

    A Stellantis e a Jaguar Land Rover (JLR) anunciaram a assinatura de um Memorando de Entendimento (MOU) para avaliar uma possível parceria estratégica no desenvolvimento de produtos para o mercado dos Estados Unidos.

    O acordo, de caráter não vinculativo, prevê a análise de oportunidades de cooperação em áreas como engenharia, plataformas e tecnologias automotivas. As empresas, segundo comunicado, buscam explorar competências complementares para criar sinergias e ampliar a competitividade no mercado norte-americano.

    LEIA MAIS

    →Stellantis e Dongfeng criarão joint venture para atuação nos mercados internacionais

    →Futuro da Stellantis na Europa passará por carros elétricos baratos

    De acordo com Antonio Filosa, CEO da Stellantis, a colaboração com parceiros pode acelerar ganhos em desenvolvimento de produtos e tecnologia, além de fortalecer a entrega de soluções alinhadas às demandas dos consumidores.

    PB Balaji, CEO da JLR, por sua vez, afirmou que a parceria potencial com a Stellantis pode apoiar os planos de crescimento da fabricante britânica nos Estados Unidos, principalmente por meio da combinação de competências industriais e tecnológicas.

    As companhias destacaram que qualquer iniciativa derivada das negociações dependerá da assinatura de acordos definitivos e vinculantes, além do cumprimento das condições usuais de aprovação.

    A possível aliança entre Stellantis e JLR reforça a tendência de cooperação entre montadoras globais em busca de redução de custos, ganho de escala e aceleração do desenvolvimento de novas tecnologias para o setor automotivo.


    Foto: Montagem IA



    Fonte: Auto Industria

  • Novo carro elétrico da Stellantis promete custar menos que o Dolphin Mini

    Novo carro elétrico da Stellantis promete custar menos que o Dolphin Mini

    A Stellantis prepara uma revolução no mercado de carros elétricos no Brasil. Um novo modelo, prometendo ser um dos mais acessíveis do país, deve chegar às lojas em 2026. A grande novidade é que ele virá para competir diretamente com o BYD Dolphin Mini, que hoje domina o segmento de compactos elétricos com preços abaixo dos R$ 100 mil.

    Embora os detalhes ainda sejam guardados a sete chaves pela montadora, fontes internas indicam que o foco será em um preço agressivo, tornando a mobilidade elétrica mais palpável para o consumidor brasileiro das classes C e D. A expectativa é que o novo elétrico da Stellantis tenha um valor de entrada ainda mais convidativo.

    Elétrico da Stellantis: o que esperar?

    • Preço arrasador: Posicionamento de tabela abaixo da faixa atual praticada pelo Dolphin Mini;
    • Porte urbano: Dimensões compactas, ideais para estacionar fácil e rodar no trânsito pesado das grandes capitais;
    • Foco na racionalidade: Cabine funcional com conectividade essencial e acabamento focado em durabilidade;
    • Rede ampla: A vantagem de contar com a gigantesca capilaridade de concessionárias do grupo Stellantis para pós-venda e manutenção.

    Concorrência direta com BYD Dolphin Mini

    O BYD Dolphin Mini se tornou referência por oferecer um carro elétrico com design moderno e preço acessível.

     O novo modelo da Stellantis mira exatamente nesse público, que busca um primeiro carro elétrico sem comprometer o orçamento.

    A montadora já possui experiência com modelos elétricos em outros mercados, o que deve facilitar o desenvolvimento e a produção local.

    A estratégia da Stellantis inclui não só o preço, mas também uma rede de concessionárias preparadas para o atendimento de veículos elétricos, oferecendo suporte técnico e pontos de recarga. Isso é crucial para a confiança do consumidor.

    A chegada deste novo carro elétrico da Stellantis em 2026 pode redefinir o cenário de mobilidade elétrica no Brasil. Fique atento às novidades para não perder a chance de adquirir um veículo elétrico com excelente custo-benefício.

    Qual é o modelo misterioso?

    Esse novo guerreiro elétrico faz parte do projeto E-Car, a nova família de compactos globais do grupo que dará origem, inclusive, ao aguardado sucessor do Fiat Mobi.

    Ele funcionará como a ponta de lança da Fiat e de suas marcas irmãs para eletrificar as garagens brasileiras nos próximos anos.

    A dica do Garagem360 é segurar a ansiedade se você está planejando entrar no mundo dos elétricos. Com a Stellantis entrando no jogo para brigar abaixo do preço do Dolphin Mini, a tendência é que o mercado passe por uma forte regulagem de preços, beneficiando diretamente o bolso do consumidor.

    Acompanhe as atualizações e prepare-se para conhecer o novo compacto elétrico que promete agitar o mercado. As primeiras unidades devem chegar às lojas com foco em oferecer um valor imbatível para quem busca economia e sustentabilidade no dia a dia.



    Fonte: Garagem 360

  • HB20 cai R$ 19 mil em maio; Polo derruba quase R$ 30 mil; veja os valores atualizados

    HB20 cai R$ 19 mil em maio; Polo derruba quase R$ 30 mil; veja os valores atualizados

    A briga entre Hyundai HB20 e Volkswagen Polo ganhou um novo capítulo em maio. Com campanhas agressivas nas concessionárias, os dois hatches aparecem com descontos que podem mudar a decisão de quem busca um carro compacto zero-km.

    No caso do HB20, a soma das condições levantadas nas ofertas, desconsiderando a primeira promoção exibida, chega a cerca de R$ 19 mil. Já o Polo 2026 surge com abatimentos que se aproximam de R$ 30 mil, dependendo da versão, da loja e do perfil de compra.

    HB20 reage com bônus e condições especiais em maio

    A Hyundai trabalha a linha HB20 com ofertas nacionais e condições específicas por versão. Um dos exemplos envolve o HB20 Limited 1.0 manual 2026/2027, anunciado de R$ 100.290 por R$ 96.790.

    A condição ainda pode incluir bônus adicional com usado na troca, o que amplia o desconto percebido pelo consumidor. Por isso, a queda total depende da composição da oferta, do estoque disponível e da negociação feita na concessionária.

    Na prática, o HB20 tenta segurar espaço em uma faixa extremamente competitiva, na qual preço final, bônus e financiamento pesam tanto quanto equipamentos e consumo.

    Polo entra na disputa com desconto perto de R$ 30 mil

    O Volkswagen Polo também aparece com campanha forte em maio. O hatch tem versões com descontos que chegam perto de R$ 30 mil, o que coloca pressão direta sobre rivais como HB20, Chevrolet Onix e Fiat Argo.

    A estratégia chama atenção porque o Polo vem sendo usado pela Volkswagen como um dos principais produtos de volume da marca. Com preços menores em lojas e condições especiais, o modelo ganha força entre consumidores que antes poderiam considerar outros compactos.

    Valores levantados nas ofertas

    Modelo Condição destacada Gancho da oferta
    Hyundai HB20 Até cerca de R$ 19 mil na soma das condições Bônus e abatimentos por versão
    HB20 Limited 1.0 manual De R$ 100.290 por R$ 96.790 Redução direta no preço anunciado
    HB20 com usado na troca Bônus adicional pode chegar a R$ 9 mil Depende da avaliação do seminovo
    Volkswagen Polo 2026 Desconto perto de R$ 30 mil Campanha agressiva em lojas

    Desconto maior nem sempre significa melhor compra

    A diferença entre HB20 e Polo não deve ser analisada apenas pelo valor do desconto. Antes de fechar negócio, o consumidor precisa observar:

    Esse cuidado evita comparar uma oferta à vista com outra condicionada a troca, financiamento ou público específico.

    Interior do novo Hyundai HB20

    Imagem: Reprodução/Hyundai

    Disputa dos hatches fica mais apertada

    Com HB20 e Polo reduzindo preços, o mercado de hatches compactos entra em uma fase mais agressiva. Para quem está pesquisando um zero-km, maio pode abrir uma janela interessante de negociação.

    O ponto decisivo é conferir se o desconto anunciado realmente se aplica ao perfil do comprador. Em muitos casos, a melhor oferta não é apenas a que mostra o maior corte, mas a que entrega o menor custo final sem amarrar o consumidor a condições pouco vantajosas.



    Fonte: Garagem 360

  • VWCO reforça capacitação técnica na América Latina

    VWCO reforça capacitação técnica na América Latina

    A[/dropcap/ Volkswagen Caminhões e Ônibus iniciou a primeira etapa do programa Train the Trainer, voltado à capacitação técnica e metodológica de instrutores da rede de pós-venda na América Latina. Desenvolvida em parceria entre as áreas de Treinamento da montadora e da VWTB México, a iniciativa busca fortalecer a qualificação profissional e padronizar os processos de treinamento em mercados internacionais da marca. A etapa inaugural reuniu participantes de dez países no Customer Forum, instalado na fábrica de Resende (RJ).

    Estruturado em três fases, o programa coloca foco na criação de um modelo regional unificado de capacitação, além da ampliação da transferência de conhecimento técnico e do alinhamento de critérios de avaliação para retenção do aprendizado. Entre os objetivos também estão o desenvolvimento de competências para orientar o aprendizado de adultos, o fortalecimento da competitividade do pós-venda e a redução de custos operacionais por meio da ampliação de treinamentos homologados para a rede.

    Segundo Antonio Cammarosano, diretor de Pós-Vendas e Serviços da VWCO, a qualificação contínua da rede internacional é estratégica para elevar a experiência do cliente. Durante o treinamento, os conteúdos são desenvolvidos com base em procedimentos estruturados para garantir replicabilidade nos mercados participantes, incluindo práticas didáticas voltadas ao desenvolvimento de habilidades de ensino, compreensão de processos técnicos, diagnóstico eletrônico e aplicação prática em campo.


    Foto: Divulgação VWCO



    Fonte: Auto Industria

  • Nem HR-V, nem Yaris Cross: SUV de R$ 94.327,20 dispara em vendas em maio

    Nem HR-V, nem Yaris Cross: SUV de R$ 94.327,20 dispara em vendas em maio

    O Volkswagen Tera já começou a mudar a disputa entre os SUVs compactos no Brasil. No ranking parcial de maio, o novo modelo da marca aparece na liderança da categoria e deixa para trás nomes de peso, como Honda HR-V, Toyota Yaris Cross, Hyundai Creta e até o T-Cross.

    O desempenho chama atenção porque o Tera MPI também aparece em oferta de venda direta por R$ 94.327,20. O valor, no entanto, é voltado para frotistas, o que exige atenção: não se trata de preço geral para qualquer consumidor.

    Mesmo assim, a combinação entre preço agressivo, efeito novidade e força da rede Volkswagen colocou o SUV em uma posição difícil de ignorar.

    Volkswagen Tera passa T-Cross, Creta, HR-V e Yaris Cross

    No levantamento parcial de maio, o Volkswagen Tera soma 3.494 unidades emplacadas. O número coloca o modelo à frente do T-Cross, que registra 3.408 unidades, e do Hyundai Creta, com 3.260 unidades.

    A distância para HR-V e Yaris Cross é ainda maior. O Toyota aparece com 1.883 emplacamentos, enquanto o Honda soma 1.863 unidades no mesmo recorte.

    Modelo Vendas em maio
    Volkswagen Tera 3.494
    Volkswagen T-Cross 3.408
    Hyundai Creta 3.260
    Toyota Yaris Cross 1.883
    Honda HR-V 1.863

    A leitura é forte: o Tera não está apenas competindo com SUVs de entrada. Ele já aparece acima de rivais consolidados e pressiona modelos que dominaram o segmento por mais tempo.

    Preço de R$ 94.327,20 aumenta pressão sobre rivais

    A versão Tera MPI é a configuração de entrada do SUV. Ela aparece com motor 1.0 flex, câmbio manual de cinco marchas e proposta mais racional, voltada para quem busca um carro urbano com menor custo de aquisição.

    Volkswagen Tera

    Imagem: Divulgação/Volkswagen

    A oferta de R$ 94.327,20 vale para venda direta a frotistas e pode variar conforme região, estoque e condições comerciais da concessionária.

    O ponto central é que esse preço coloca o Tera em uma faixa muito sensível do mercado. Em um momento de carros cada vez mais caros, um SUV abaixo dos R$ 100 mil em condição especial ganha força como argumento de compra.

    Por que o Tera cresceu tão rápido

    O avanço do SUV da Volkswagen passa por fatores bem claros:

    • oferta abaixo dos R$ 100 mil para frotistas;
    • posicionamento abaixo do T-Cross;
    • forte capilaridade da rede Volkswagen;
    • efeito de lançamento no mercado;
    • apelo de SUV compacto para uso urbano.

    Esse conjunto ajuda a explicar por que o Tera ganhou espaço justamente contra rivais mais caros ou já conhecidos pelo público.

    Novo SUV da Volkswagen muda o jogo em maio

    A liderança parcial de maio ainda não garante o fechamento do mês no topo. Ainda assim, o recado para o mercado já foi dado.

    O Tera deixou de ser apenas uma aposta da Volkswagen e virou ameaça direta para HR-V, Yaris Cross, Creta e T-Cross.

    Com preço competitivo em venda direta e ritmo forte de emplacamentos, o novo SUV entra na briga como um dos nomes mais importantes da categoria em 2026.



    Fonte: Garagem 360