Autor: automoveis

  • SUV híbrido atinge 200 km de autonomia e vai de São Paulo a Santos sem parar no posto Shell

    SUV híbrido atinge 200 km de autonomia e vai de São Paulo a Santos sem parar no posto Shell

    A indústria automotiva testemunha um marco espetacular em eficiência energética neste mês de maio de 2026.

    A GWM chacoalhou o segmento de utilitários esportivos ao lançar a nova atualização do GWM Haval Dargo Plus PHEV, um SUV híbrido plug-in com foco em autonomia estendida.

    O modelo recebeu um importante aprimoramento em seu banco de baterias que elevou a sua autonomia puramente elétrica para impressionantes 200 quilômetros.

    Na prática, essa capacidade permite realizar o clássico trajeto entre a cidade de São Paulo e o litoral de Santos, ida e volta, utilizando exclusivamente a carga das baterias, sem a necessidade de parar em um posto para gastar com gasolina.

    Essa evolução eleva o patamar da categoria e atende diretamente os motoristas urbanos que buscam o custo zero de combustível fóssil na rotina diária.

    A engenharia mecânica por trás da autonomia elétrica ampliada

    Divulgação/GWM
    Haval Dargo Plus  (foto: Divulgação/GWM)

    Para dobrar o alcance elétrico de seu utilitário, saltando dos antigos 105 quilômetros para a marca atual de 200 quilômetros, a fabricante chinesa realizou um upgrade físico substancial.

    A GWM equipou o Haval Dargo Plus com uma bateria de íons de lítio de 33,7 kWh de capacidade.

    Esse robusto banco de energia é o responsável exclusivo por alimentar dois propulsores elétricos instalados estrategicamente, sendo um posicionado no eixo dianteiro e o outro acoplado no eixo traseiro, garantindo tração integral.

    Quando o sistema híbrido atua em conjunto, o trem de força revela números de performance equivalentes aos de modelos esportivos tradicionais:

    • Motor Térmico: Sob o capô está instalado um motor 1.5 turbo a gasolina que desenvolve 156 cavalos de potência e 24,8 kgfm de torque de forma isolada.

    • Potência Combinada: O gerenciamento eletrônico une a força do propulsor a combustão com as unidades elétricas, gerando uma potência total combinada de 435 cavalos, conjunto mais forte do que o do próprio Haval H6 GT.

    • Aceleração e Resposta: Graças ao torque imediato fornecido pelos eixos eletrificados, o SUV médio de 4,70 metros de comprimento acelera de 0 a 100 km/h em rápidos 5,8 segundos.

Dados de consumo e eficiência total na estrada

O grande argumento de vendas do GWM Haval Dargo Plus PHEV baseia-se na eliminação total da ansiedade de alcance que costuma assombrar os proprietários de veículos puramente elétricos em viagens longas.

Quando o motorista decide realizar trajetos rodoviários extensos utilizando o modo de gerenciamento híbrido combinado, a autonomia total estimada do veículo atinge a impressionante marca de 1.000 quilômetros sob os critérios de medição do ciclo WLTC.

Esse nível de rendimento isola o modelo da concorrência direta no país, dado que os SUVs híbridos tradicionais costumam entregar uma autonomia no modo elétrico restrita à faixa entre 100 e 150 quilômetros.

A proposta da GWM alia o conforto e o espaço de uma cabine equipada com painel digital de 12,3 polegadas e central multimídia de 14,6 polegadas a uma economia financeira severa, blindando o orçamento contra as oscilações nos preços dos combustíveis tradicionais.

Venda do modelo deve ficar restrita ao mercado internacional

Para os entusiastas brasileiros que se perguntam se o Dargo Plus chegará ao país para rivalizar nas ruas nacionais, as notícias não são promissoras.

A engenharia comercial da GWM possui outras prioridades estratégicas bem definidas para o nosso mercado.

Com a chegada do inédito Haval H7 confirmada para o fechamento de 2026 e o sucesso consolidado do Haval H6 cumprindo com excelência o seu papel de volume entre os SUVs médios, o Dargo Plus não encontraria espaço útil nos showrooms nacionais.

O modelo seria apenas uma opção de design diferenciado com apelo visual mais quadrado, sem ocupar uma posição comercial lógica no portfólio atual da marca no Brasil.

Por conta disso, a fabricante optou por concentrar a sua produção e distribuição, fazendo com que as vendas dessa variante de 200 quilômetros de autonomia fiquem restritas ao mercado da China e de países vizinhos.



Fonte: Garagem 360

  • Sucessor do Fiat Mobi será elétrico e já tem previsão de estreia

    Sucessor do Fiat Mobi será elétrico e já tem previsão de estreia

    A Stellantis confirmou um dos planos mais revolucionários para o futuro da Fiat no mercado automotivo nacional.

    O Fiat Mobi, um dos carros a combustão mais vendidos e acessíveis do país, sairá de cena nos próximos anos para dar lugar a uma nova geração de mobilidade.

    O verdadeiro sucessor do Mobi será um veículo 100% elétrico com estilo de SUV compacto de entrada, trazendo uma proposta de preço altamente competitiva para democratizar de vez o acesso aos modelos movidos a bateria.

    Essa virada de chave histórica reforça a estratégia do grupo automotivo em antecipar as metas de descarbonização, focando no segmento urbano de grande volume.

    Plataforma modular e forte inspiração no Fiat Grande Panda

    O novo modelo elétrico de entrada da Fiat não manterá a estrutura atual que o público brasileiro conhece.

    O projeto será fortemente inspirado no visual e nas soluções funcionais do novo Fiat Grande Panda europeu. 

    Ele irá adotar linhas mais quadradas, robustas e com maior altura em relação ao solo, características típicas dos utilitários esportivos compactos modernos.

    Para garantir a viabilidade financeira e um preço final atraente nas concessionárias brasileiras, a fabricante utilizará a plataforma modular Smart Car da Stellantis, a mesma arquitetura eletrificada base para o Citroën C3.

    Essa sinergia industrial permitirá o compartilhamento de componentes mecânicos e de bateria, barateando o custo de produção em larga escala.

    Isso permitiráque o modelo brigue em igualdade com concorrentes já estabelecidos no país, como o Renault Kwid E-Tech e o BYD Dolphin Mini.

    Previsão de estreia confirmada para o mercado do Brasil

    Diferente dos rumores iniciais que apontavam para um lançamento antecipado, a Stellantis definiu o cronograma oficial de desenvolvimento e confirmou que a estreia do sucessor elétrico do Mobi no Brasil ocorrerá exatamente em 2028.

    O prazo é considerado estratégico para que a rede de concessionárias e a infraestrutura de recarga nacional estejam ainda mais maduras e capilarizadas pelas principais capitais do país.

    O modelo trará uma mecânica focada na máxima eficiência urbana, entregando autonomia inteligente e recargas rápidas que atendem com folga às rotinas diárias de trabalho ou deslocamentos curtos.

    Com a produção ou importação planejada sob critérios rigorosos de custo, a Fiat busca se consolidar como a marca líder em carros elétricos de volume na América Latina, provando que a tecnologia limpa pode se ajustar perfeitamente ao orçamento das famílias brasileiras.



    Fonte: Garagem 360

  • BWM Group Brasil tem novo CEO

    BWM Group Brasil tem novo CEO

    Com mais de 20 anos de trajetória no grupo alemão, Sanjuán iniciou sua carreira na empresa em 2002, como estagiário de marketing. Desde então, acumulou passagens estratégicas pelas áreas de vendas, marketing e planejamento das marcas BMW e MINI em mercados europeus.

    Na nova posição, o executivo se reportará a Maru Escobedo, que assumiu o comando companhia para América Latina em março deste ano. Antes da nomeação para o Brasil, Gonzalo Sanjuán atuava como diretor de Marketing da BMW Espanha desde 2021.

    Entre 2017 e 2021, liderou o cluster de vendas e marketing da MINI para o sul da Europa, com base na Alemanha. O executivo também ocupou posições de liderança na MINI Espanha e na divisão BMW Motorrad.

    Formado em Administração de Empresas pela Universidad Complutense, Sanjuán possui mestrado em Marketing e Gestão Comercial pela ESIC Business & Marketing School e formação executiva em liderança pela London Business School.

    Segundo Maru Escobedo, a experiência internacional e o conhecimento do segmento premium reforçam a escolha do executivo para liderar a operação brasileira.

    “A vasta experiência de Gonzalo e seu profundo entendimento do setor automotivo premium o tornam o líder ideal para guiar nossas operações brasileiras.”

    Em comunicado, Gonzalo Sanjuán destacou a relevância estratégica do mercado brasileiro para a companhia e afirmou que pretende acelerar a chegada das tecnologias Neue Klasse, fortalecer a liderança da marca no segmento premium e ampliar a experiência oferecida a clientes e parceiros.


    Foto: Divulgação BMW



    Fonte: Auto Industria

  • Segredo: Jetour F700 é a picape de 1631 cv que pode chegar ao Brasil

    A Jetour é a marca do Grupo Chery voltada para SUVs urbanos e off-road, de olho sobretudo no mercado internacional. Criada em 2018, a companhia vai expandir sua gama de produtos, inclusive com a submarca Soueast, que pegada mais de carros de passeio. Em outra frente, vai lançar uma picape híbrida com grande capacidade off-road e que pode ser uma aposta no Brasil: a nova F700 PHEV.

    A picape foi exibida no Salão de Pequim 2026 com três conceitos, inclusive uma com três eixos e duas mais convencionais. O CNN Auto participou de uma clínica secreta da Jetour com futuros carros ainda em fase de projeto de desenvolvimento. Um deles foi a F700, que acabou revelada no evento.

    Agora, mais uma novidade: a picape foi registrado junto ao Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação da China (MIIT) e chama atenção pela proposta técnica: são 1.631 cv de potência combinada gerados por quatro motores elétricos e um propulsor 2.0 turbo a gasolina.

    A nova Jetour F700 PHEV faz parte da linha Zongheng, criada para concentrar veículos de perfil premium e vocação off-road. Além da picape, a família também contará com os SUVs G900 e G700. Este último já está confirmado para o Brasil e já contamos mais detalhes por aqui. A F700 é, basicamente, uma versão picape do G700 o que garante uma chance de oferta também no mercado nacional

    O conjunto mecânico utiliza um motor 2.0 turbo com 210 cv e 34,7 kgfm de torque, associado a uma transmissão DHT de duas velocidades. Segundo a Jetour, o motor térmico trabalha prioritariamente em faixas de maior eficiência energética, enquanto os motores elétricos assumem boa parte da tração e da entrega instantânea de torque.


    Jetour F700: picape híbrida pode ser opção no Brasil
    Jetour F700: picape híbrida pode ser opção no Brasil • Divulgação

    A configuração elétrica emprega um motor independente em cada roda, permitindo vetorização de torque individual. Na prática, o sistema distribui força de maneira variável para melhorar estabilidade em curvas, capacidade de tração e desempenho em pisos de baixa aderência.

    Outro destaque técnico está na arquitetura elétrica de 800 volts, solução cada vez mais comum em veículos eletrificados de alto desempenho. Combinada a uma bateria de fosfato de ferro-lítio (LFP) fornecida pela CATL, ela permite recarga de 20% a 80% em cerca de 10 minutos em carregadores compatíveis. O consumo divulgado pela fabricante, seguindo o ciclo chinês de homologação, é de 71,9 km/l.

    Apesar da motorização eletrificada, a F700 PHEV possui dimensões próximas às de picapes full-size. São 5,49 metros de comprimento, 2,05 m de largura e entre-eixos de 3,35 m. O porte coloca o modelo acima de picapes médias tradicionais, como Toyota Hilux e Ford Ranger, aproximando-o de utilitários maiores, caso da Ram 1500.


    Jetour F700: picape híbrida pode ser opção no Brasil
    Jetour F700: picape híbrida pode ser opção no Brasil • Thiago Ventura/CNN

    O peso também chama atenção: a nova picape supera 3 toneladas. Segundo a Jetour, a elevada potência foi projetada justamente para compensar a massa do veículo e ampliar a capacidade de reboque, uma das limitações normalmente observadas em modelos eletrificados voltados ao uso utilitário.

    No interior, a proposta segue uma abordagem mais sofisticada. A chinesa confirmou duas configurações de cabine: uma com cinco lugares no esquema 2+3 e outra com quatro assentos individuais. A estratégia acompanha uma tendência crescente no mercado chinês, onde picapes passaram a ser posicionadas não apenas como veículos de trabalho, mas também para lazer, viagens e atividades off-road.


    Jetour F700: conceito com tração 6x6 foi exibido no Salão de Pequim
    Jetour F700: conceito com tração 6×6 foi exibido no Salão de Pequim • Jason Vogel/Motor1

    O lançamento comercial da Jetour F700 PHEV deve ocorrer inicialmente na China nos próximos meses. Ainda não há confirmação oficial sobre exportações ou chegada a outros mercados. No Brasil, uma eventual homologação dependeria de adequações regulatórias relacionadas ao peso, dimensões e eficiência energética. Um projeto de Lei em tramitação no Congresso pode facilitar isso, ao permitir condução de carros elétricos mais pesados.

    *Jornalista viajou a convite da Jetour Brasil



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • No MDIC, Anip pede ações contra concorrência desleal dos importados

    No MDIC, Anip pede ações contra concorrência desleal dos importados

    Em linha com posição que vem defendendo desde o ano passado, a Anip, Associação Nacional da Indústria de Pneus, se reúne nesta quarta-feira, 20, às 16h30, com o ministro Márcio Elias Rosa, do MDIC, Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, para pleitear medidas contra a concorrência desleal dos importados.

    A produção nacional chegou à menor participação do mercado brasileiro de pneus no quadrimestre, respondendo por apenas 31% das vendas totais. Em 2019, os índices eram invertidos.

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    Importados atropelam produção nacional de pneus

    Com isso, a entidade alerta para o risco de colapso da produção no País, com fechamento de fábricas e demissões em massa e pleiteia o aumento do Imposto de Importação de pneus de passeio de 25% para 35%.

    “Os importados têm fatia de 61% hoje por causa de práticas desleais como dumping e não cumprimento de regras ambientais”, diz Rodrigo Navarro. “Como temos alertado, tem pneu importado chegando ao País com preço inferior ao custo da matéria-prima no mercado internacional”.

    Segundo o executivo, a queda nas vendas está desarticulando toda a cadeia de produção, incluindo a produção de borracha natural, que destina 80% de sua oferta às fabricantes de pneus, além de afetar fornecedores de aço, têxteis e também de produtos químicos.

    “Queremos que o Brasil adote medidas de proteção como fizeram os Estados Unidos, o México e países da União Europeia”, adianta Navarro. “O ajuste teria impacto de apenas 0,005 ponto percentual sobre o IPCA, conforme aponta estudo da consultoria econômica LCA encomendado pela entidade, e ajudaria a equilibrar o mercado”.

    Além disso, a Anip defende a necessidade de um aperto na fiscalização do cumprimento de regras ambientais pelos importadores.

    Levantamento do Ibama aponta que há 15 anos os importadores não cumprem integralmente as regras de recolhimento de pneus inservíveis, acumulando um passivo de 500 mil toneladas de pneus não recolhidos, enquanto a indústria nacional  já investiu R$ 1,8 bilhão na destinação adequada desses materiais.

    Entre outros pontos que a Anip vai levar ao titular do MDIC destacam-se a celeridade na análise e adoção de direito provisório nas investigações antidumping em curso, estímulo às compras governamentais e às linhas de financiamento para pneus com conteúdo local significativo e implementação da Política de Estímulo à Produção da Borracha no Brasil, atualmente em fase final de elaboração por parte do Governo Federal.

    “Somente com a adoção destas medidas será possível estabelecer bases mais justas de competição, impedindo a destruição do ecossistema produtivo de pneus no Brasil”, conclui Rodrigo Navarro.

    A indústria brasileira de pneus conta com 11 empresas (Bridgestone, Continental, Dunlop, Goodyear, Maggion, Michelin, Pirelli, Prometeon, Rinaldi, Titan e Tortuga) e 19 fábricas instaladas em sete estados, empregando diretamente 35 mil pessoas.


    Foto: Divulgação/Dunlop



    Fonte: Auto Industria

  • Move Brasil: 33 carros no radar do programa para comprar até R$ 150 mil

    O governo federal lançou um programa que destina um crédito de R$ 30 bilhões para taxistas e motoristas de aplicativos financiarem a compra de um carro novo a juros mais baixos. 

    O programa é válido para carros até R$ 150 mil que sejam flex, híbridos flex, elétricos ou 100% etanol.

    Apesar de o governo ainda não ter divulgado uma lista oficial dos carros que vão entrar no programa, a reportagem da CNN separou alguns carros que podem entrar na lista oficial do programa — com base nas informações preliminares.

    De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), 12 marcas estão habilitadas no programa Mover. 

    Confira a lista de 33 carros até R$ 150 mil (preço de tabela): 

    Volkswagen 

    • Volkswagen Tera (todas as versões)
    • Volkswagen Nivus Sense 
    • Volkswagen Polo (todas as versões)
    • Volkswagen Virtus (Sense, TSI)
    • Volkswagen Saveiro (todas as versões)

    Fiat

    • Fiat Pulse (Drive MT, Drive AT, T200 AT, Audace Hybrid)
    • Fiat Mobi (todas as versões)
    • Fiat Fastback (T200 AT)
    • Fiat Strada (Endurance CS, Freedom CS, Freedom CD, Volcano CD, Volcano CD AT)
    • Fiat Argo (todas as versões)
    • Fiat Cronos (todas as versões)
    • Fiat Fiorino (Endurance 1.3 Flex)

    Renault

    • Renault Kwid (todas as versões)
    • Renault Kardian (todas as versões)
    • Renault Duster (Intense Plus 1.6 MT; Intense Plus 1.6 CVT)
    • Renault Oroch (1.6 SCe 16V)

    Chevrolet

    • Chevrolet Spark EUV
    • Chevrolet Spin (1.8 AT, LT)
    • Chevrolet Sonic (todas as versões)
    • Chevrolet Tracker (Turbo AT, LT Turbo AT)
    • Chevrolet Montana (MT, LT)
    • Chevrolet Onix (todas as versões)
    • Chevrolet Onix Plus (todas as versões)

    Honda 

    • Honda WR-V EX
    • Honda City Hatchback (LX, EX, EXL)
    • Honda City Sedan (LX, EX, EXL)

    Hyundai

    • Hyundai HB20 (todas as versões)
    • Hyundai HB20S (todas as versões)

    Nissan 

    • Nissan Kait (Active, Sense, Sense Plus, Advance, Advance Plus)
    • Versa (todas as versões)

    Peugeot

    • Peugeot 208 (todas as versões)

    Toyota

    *sem carros abaixo de R$ 150 mil

    BMW 

    *sem carros abaixo de R$ 150 mil

    BYD

    • BYD Dolphin Mini (todas as versões)
    • BYD Dolphin GS

    GWM

    *sem carros abaixo de R$ 150 mil

    Como participar?

    1. Fazer o cadastro
      O motorista deve acessar a plataforma oficial gov.br/movebrasil e autorizar o uso dos dados necessários para análise de elegibilidade.
    2. Aguardar a confirmação
      Em até cinco dias após o cadastro, o motorista receberá resposta pela caixa postal do gov.br, informando se está apto a participar do programa.
    3. Escolher o veículo e procurar uma instituição financeira
      A partir de 19 de junho, os motoristas habilitados poderão escolher veículos de até R$ 150 mil, de montadoras habilitadas no programa Mover, e procurar uma instituição financeira credenciada para solicitar o financiamento.
    4. Contratar o financiamento
      A instituição financeira fará a análise de crédito e, se aprovada, concluirá a contratação com as condições do programa.



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • SUV de R$ 133.033,00 humilha BYD Song e tira T-Cross da liderança em maio

    SUV de R$ 133.033,00 humilha BYD Song e tira T-Cross da liderança em maio

    O Volkswagen Tera virou o protagonista da disputa entre SUVs em maio e colocou pressão até dentro de casa. O modelo aparece na liderança parcial do mês, à frente do T-Cross, do Hyundai Creta e do BYD Song.

    O dado chama atenção porque o Tera ainda é uma novidade no mercado nacional, enquanto seus rivais já têm presença consolidada entre os SUVs mais vendidos do Brasil.

    Com preço de R$ 133.033,00 em condição de vendas diretas para a versão Highline automática, o SUV da Volkswagen ganhou mais força comercial em um momento de briga acirrada por volume.

    Tera passa T-Cross e BYD Song em maio

    No ranking parcial de maio, o Tera aparece com 3.494 unidades emplacadas. O número foi suficiente para deixar o T-Cross em segundo lugar, com 3.408 unidades.

    A diferença entre os dois Volkswagens é pequena, de apenas 86 carros, mas muda a fotografia do mês e cria um novo ponto de disputa no segmento.

    Veja o recorte parcial de maio:

    O ponto mais forte está no avanço sobre o BYD Song. O SUV híbrido da marca chinesa vinha crescendo como ameaça direta aos modelos tradicionais, porém ficou atrás do Tera neste recorte.

    Preço de R$ 133.033 fortalece a disputa

    A versão Tera Highline automática tem preço público sugerido superior, mas aparece em condição de vendas diretas por R$ 133.033,00.

    A oferta ajuda a explicar por que o SUV ganhou tração em maio. Em um segmento altamente sensível a preço, qualquer redução relevante pode mudar a escolha de empresas, frotistas e compradores enquadrados em modalidades especiais.

    Ainda assim, o valor exige atenção. Como se trata de uma condição de vendas diretas, ele pode variar conforme:

    Por isso, o preço não deve ser tratado como valor universal para todo consumidor no varejo comum.

    Volkswagen coloca dois SUVs no topo

    O resultado parcial de maio mostra um cenário curioso para a Volkswagen. A marca perdeu a liderança do T-Cross, mas manteve o primeiro lugar com outro SUV da própria casa.

    No acumulado do ano, o T-Cross ainda segue à frente do Tera. Porém, a arrancada do novo modelo mostra que a briga interna pode ficar mais intensa nos próximos meses.

    Para o consumidor, a disputa aumenta a pressão por ofertas, versões mais competitivas e pacotes melhores. Para rivais como Creta, Tracker e BYD Song, o alerta é claro: o Tera já deixou de ser apenas uma novidade e entrou de vez na disputa pelo topo.



    Fonte: Garagem 360

  • Novo SUV de R$ 166 mil assusta; pressiona Corolla Cross e Yaris Cross

    Novo SUV de R$ 166 mil assusta; pressiona Corolla Cross e Yaris Cross

    O mercado nacional de utilitários esportivos registrou uma forte reviravolta na primeira quinzena de maio de 2026.

    Honda HR-V consolidou uma estratégia comercial agressiva e passou a atuar como uma verdadeira pedra no sapato da Toyota.

    Tabelado a partir de R$ 166.400,00 na sua configuração de entrada, o modelo gerou um efeito de pinça no setor, aplicando uma forte pressão simultânea sobre o recém-lançado Toyota Yaris Cross e o veterano médio Toyota Corolla Cross.

    Emplacamentos parciais de maio acendem alerta na Toyota

    Os dados oficiais de licenciamento coletados até o dia 11 de maio de 2026 comprovam a proximidade milimétrica entre os rivais nas concessionárias:

    • Toyota Yaris Cross: Lidera temporariamente com 1.132 unidades emplacadas.

    • Honda HR-V: Consolida a vice-liderança com 1.104 unidades entregues.

    • Toyota Corolla Cross: Aparece logo em seguida com 1.077 unidades licenciadas.

    Essa diferença mínima de menos de 30 carros mostra que o HR-V restabeleceu sua força comercial rápida, roubando espaço das duas frentes de atuação da Toyota ao mesmo tempo.

    Por que o preço do HR-V gera uma pressão dupla

    A grande explicação para esse avanço reside na precificação cirúrgica adotada pela Honda.

    A versão de acesso EX 1.5 CVT é oferecida por R$ 166.400,00, valor estratégico que desestabiliza os dois concorrentes de forma distinta:

    • Contra o Yaris Cross: O HR-V joga com o peso da sua tradição no país. Embora o rival seja um lançamento mais recente, o comprador enxerga na Honda uma plataforma maior, mais refinada e amplamente consagrada, justificando o investimento ligeiramente maior.

    • Contra o Corolla Cross: A vantagem passa a ser a economia imediata. Como o Corolla Cross atua em uma categoria superior e cobra valores bem mais altos, o HR-V surge como um refúgio financeiro atraente por entregar excelente espaço interno por um custo menor.

    Tecnologia de ponta justifica o sucesso nas lojas

    A Honda cuidou para que a versão EX 1.5 CVT trouxesse um recheio generoso de fábrica, incluindo o motor 1.5 de 126 cv e o câmbio automático CVT. Os principais destaques são:

    Essa combinação inteligente prova que o HR-V soube ler as necessidades do comprador em maio de 2026, tornando-se uma real ameaça econômica para a liderança da concorrência.



    Fonte: Garagem 360

  • Impressões de uma lenda: Volkswagen Golf GTI completa 50 anos

    Impressões de uma lenda: Volkswagen Golf GTI completa 50 anos

    Foto do Volkswagen Golf GTI
    Volkswagen Golf GTI

    Impressões de uma lenda: Volkswagen Golf GTI completa 50 anos!

    (mais…)

  • Governo flexibiliza motofrete e libera até ciclomotor para táxi

    Em pleno Maio Amarelo, mês voltado para ações sobre segurança no trânsito, o Governo Federal resolveu flexibilizar as regras para motofrete e mototáxi no Brasil. As mudanças estão na Medida Provisória nº 1.360/2026, que altera dispositivos do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e da Lei nº 12.009/2009, responsável por regulamentar as atividades de mototaxistas e motofretistas.

    A principal mudança permite que condutores com ACC (Autorização para Conduzir Ciclomotores) possam atuar no transporte remunerado de pessoas e mercadorias.

    A MP já provoca debates entre especialistas do setor. A medida também revoga exigências anteriores previstas no artigo 139-A do CTB e no artigo 2º da Lei 12.009, flexibilizando parte das regras para o exercício profissional do motofrete.

    Até então, a legislação exigia habilitação específica na categoria A, além do cumprimento de requisitos como idade mínima de 21 anos e tempo mínimo de habilitação para atuação profissional com motocicletas. Com a nova redação, a atividade passa a admitir também condutores habilitados apenas com ACC, documento destinado à condução de ciclomotores de até 50 cm³ e velocidade limitada.

    Como toda Medida Provisória, as novas regras já estão em vigor. O texto deverá ser apreciado pelo Congresso Nacional para tornar-se lei permanente. A flexibilização do trabalho com moto acontece junto ao programa que destina R$ 30 bilhões para financiamento de carros novos para taxistas e motoristas de aplicativos.


    Serviços de moto por aplicativo • Divulgação/ 99

    O coronel da reserva da Polícia Militar de Santa Catarina e especialista em segurança viária Ricardo Silva avalia que a mudança pode ampliar preocupações relacionadas aos índices de acidentes envolvendo motociclistas e ciclomotores. Segundo ele, a inclusão da ACC nas atividades remuneradas representa uma alteração relevante na política de mobilidade urbana e segurança no trânsito. “Essa permissão terá reflexos na segurança viária, na saúde pública, na fiscalização e também nos índices de mortalidade e lesões”, afirmou.

    O especialista destaca que a habilitação ACC possui baixa adesão no Brasil e enfrenta dificuldades estruturais, inclusive nas autoescolas. Para ele, a ampliação do acesso à atividade profissional sem estudos técnicos prévios pode gerar impactos no SUS (Sistema Único de Saúde), no sistema previdenciário e na dinâmica do trânsito urbano.

    Não foi feito um estudo para avaliar se essas concessões que estão sendo trazidas na MP serão realmente interessantes para a mobilidade urbana e para a segurança viária. Ela segue uma linha adotada pelo governo federal de concessões de barateamento, de acessibilidade às atividades trabalhistas nas vias, mas ela não está tratando de segurança no trânsito, da formação dos condutores e como é que eles deverão, como é que esses condutores deverão se comportar nas vias pública”, analisa o especialista.


    Shineray Jet 50S: ciclomotor da marca pernambucana é exemplo de veículo com novas regras a partir de 2026
    Shineray Jet 50S: ciclomotor da marca pernambucana é exemplo de veículo com novas regras a partir de 2026 • Divulgação

    O especialista também questiona o uso de Medida Provisória para promover mudanças dessa natureza. A Constituição Federal, em seu artigo 62, estabelece que MPs devem ser editadas em casos de relevância e urgência. Para Silva, o tema mereceria discussão mais ampla no Congresso Nacional, com participação de especialistas, entidades de trânsito e representantes do setor logístico. “Não havia uma situação de urgência constitucional para flexibilizar regras do motofrete. Trata-se de uma atividade diretamente relacionada a índices elevados de lesões graves e mortes no trânsito”.

    Motociclo: o que é e como escolher o ideal para você



    Fonte: CNN Brasil Auto