A Chevrolet anunciou a comercialização de 14 mil unidades do novo Sonic no Brasil desde o início de sua pré-venda. Trata-se do maior volume já registrado pela marca em uma estreia comercial. O número considera pedidos feitos desde o lançamento no começo do mês e a apresentação oficial ao público no chamado “Sonic Day”.
O modelo é comercializado em duas versões: Premier e RS. Segundo a Chevrolet, ambas registraram procura semelhante entre os consumidores. Durante a fase inicial de vendas, os preços promocionais seguem mantidos em R$ 129.990 para a versão Premier e R$ 135.990 para a configuração RS.
Considerando apenas a versão mais barata, de R$ 129.990 e multiplicando pelos 14 mil pedidos, chegamos ao valor de R$ 1,8 bilhão faturado pela General Motors com o Sonic. Será preciso aguardar a conclusão dos pedidos, com emissão de Nota Fiscal e números de emplacamentos para confirmar o êxito, mas tudo leva a crer que a GM acertou a mão com o modelo.
Inserido em um dos segmentos mais disputados do mercado brasileiro, o Sonic chega para ampliar a presença da Chevrolet entre os SUVs compactos de perfil urbano, categoria que reúne concorrentes como Volkswagen Tera, Renault Kardian e Fiat Pulse. O mais vendido desses é o Tera, que registrou 6.231 emplacamentos no mês de abril. Os números iniciais mostram que o Sonic pode incomodar.
Chevrolet Sonic • Jorge Moraes
O Sonic mede 4,23 metros de comprimento, 1,77 m de largura e 1,53 m de altura. A altura livre do solo de 20 centímetros evidencia a proposta voltada ao uso urbano e à transposição de obstáculos comuns das cidades brasileiras, como lombadas e rampas. O porta-malas oferece 392 litros de capacidade.
O design se destaca pelo conjunto óptico dividido: os faróis principais ficam posicionados no para-choque, enquanto as luzes diurnas de LED ocupam a parte superior da carroceria. Já a traseira utiliza lanternas em LED interligadas visualmente por um elemento horizontal.
No interior, o Sonic incorpora painel digital de 8 polegadas integrado à central multimídia de 11 polegadas. O sistema oferece Android Auto e Apple CarPlay sem fio, conexão Bluetooth para dois celulares simultaneamente e atualizações remotas de software. O SUV também estreia uma nova geração dos serviços conectados OnStar, com funções remotas e monitoramento do veículo via aplicativo.
Chevrolet Sonic • Jorge Moraes
Entre os equipamentos de segurança, o modelo traz frenagem automática de emergência, assistente de permanência em faixa, alerta de ponto cego, controles eletrônicos de estabilidade e tração, além de seis airbags de série. Na versão RS, o pacote inclui ainda assistente automático de estacionamento.
Sob o capô, o Sonic utiliza motor 1.0 turbo flex de injeção direta com até 115 cv de potência e torque de 18,9 kgfm, combinado ao câmbio automático de seis marchas. Segundo dados divulgados pela fabricante, o SUV acelera de 0 a 100 km/h em aproximadamente 10 segundos.
A Chevrolet também destaca a eficiência energética do conjunto. Conforme números do Inmetro informados pela marca, o Sonic pode atingir até 14,8 km/l com gasolina em ciclo rodoviário. Recursos como sistema Stop/Start e gerenciamento inteligente da bateria ajudam a reduzir consumo e emissões.
A Chevrolet definiu uma estratégia agressiva para ampliar a sua participação no segmento de compactos no Brasil.
A montadora prepara o retorno de uma sigla consagrada com o lançamento do inédito Chevrolet Onix Activ, uma versão com apelo aventureiro desenvolvida sob medida para incomodar os rivais.
A grande sacada da General Motors foi se inspirar diretamente na fórmula comercial utilizada pela Fiat com a linha Argo, posicionando o modelo para atuar em uma zona intermediária de preços e capturar clientes de duas categorias diferentes.
Essa manobra de mercado visa otimizar o custo por benefício, entregando uma estética robusta sem que o consumidor precise arcar com os valores mais elevados cobrados por SUVs tradicionais.
Posicionamento estratégico para combater duas frentes de mercado
Ao adotar a tática da concorrência, o Onix Activ não focará apenas nos hatches tradicionais.
O objetivo da marca é criar um veículo que sirva de ponte entre o Onix topo de linha e os utilitários esportivos de entrada.
Com essa movimentação, a Chevrolet consegue peitar diretamente o Fiat Argo Trekking no segmento de hatches aventureiros e, simultaneamente, roubar compradores de crossovers urbanos como o Fiat Pulse e o Renault Kardian.
Essa versatilidade de posicionamento atrai o consumidor que busca a imponência visual e a robustez de um utilitário, mas possui o orçamento mensal planejado para a faixa de preço de um compacto completo.
Atributos visuais e mecânicos para garantir a robustez urbana
Para sustentar a proposta fora de estrada leve, o Onix Activ trará modificações importantes na sua estrutura física e estética.
O modelo contará com molduras de plástico rígido contornando as caixas de roda, apliques protetivos nos para-choques simulando peito de aço e barras longitudinais de teto funcionais.
A engenharia da Chevrolet também providenciou uma recalibração na suspensão, elevando ligeiramente a altura livre em relação ao solo para facilitar a transposição de valetas, buracos e lombadas nas grandes cidades.
Na cabine, os grandes destaques ficam por conta de uma central multimídia MyLink atualizada com novos recursos de conectividade e espelhamento sem fio, além de revestimentos internos com grafismos exclusivos da versão Activ.
Sob o capô, a motorização manterá o foco na máxima eficiência energética, utilizando o consagrado motor turbo flex da marca para garantir excelente consumo de combustível, fator que é decisivo para o bolso do motorista brasileiro.
O mercado de picapes intermediárias no Brasil se prepara para uma grande transformação estrutural.
A Renault confirmou oficialmente o nome de seu próximo grande lançamento para a América Latina, batizado como Niagara.
Produzida na fábrica de Córdoba, na Argentina, a caminhonete monobloco tem como principal objetivo desbancar a hegemonia da Fiat Toro nos relatórios de emplacamentos.
Para atingir esse feito comercial, a marca francesa desenvolveu o utilitário utilizando a mesma base e o design sofisticado do SUV médio Boreal, unindo o conforto de uma cabine familiar à robustez de uma caçamba generosa.
A revelação global do modelo definitivo está marcada para o dia 10 de setembro de 2026, abrindo as portas para uma disputa intensa nas concessionárias de todo o país.
Estrutura idêntica ao SUV Boreal garante sofisticação interna
A estratégia de engenharia da Renault para viabilizar a picape Niagara apoia-se em um forte compartilhamento de componentes com o recém-lançado SUV Boreal.
Na prática, os modelos são praticamente idênticos até a coluna central da carroceria, aproveitando as mesmas estampagens de portas, para-lamas e capô.
Essa sinergia estende-se para o interior do habitáculo, onde a picape herdará o painel completo, os revestimentos laterais e o console elevado, que inclui itens modernos como o freio de estacionamento eletrônico.
A herança tecnológica recebida do SUV garante à picape um nível de refinamento superior ao que se via na categoria:
Segurança Ativa: O modelo virá equipado com seis airbags de série em todas as versões e o pacote completo de assistências avançadas à condução semiautônoma (ADAS) desde a configuração de entrada.
Conectividade Premium: As variantes mais caras contarão com quadro de instrumentos digital de 10 polegadas e central multimídia de alta resolução com o ecossistema Google built-in integrado.
Acomodação Traseira: O banco de passageiros recebeu um desenho próprio para se ajustar perfeitamente à divisória da caçamba, mas preservando o amplo espaço para as pernas dos ocupantes.
Conjunto turboflex moderno foca no topo do segmento
Sob o capô, a Renault Niagara abandonará as motorizações aspiradas antigas para adotar o moderno motor 1.3 TCe turboflex de quatro cilindros.
O propulsor é capaz de despejar até 163 cavalos de potência máxima e 27,5 kgfm de torque imediato, trabalhando acoplado a uma transmissão automatizada de dupla embreagem banhada a óleo com seis marchas.
Essa configuração garante acelerações vigorosas e um excelente controle de consumo de combustível, auxiliado pelo sistema de desligamento automático Start e Stop.
Com dimensões aproximadas de 5 metros de comprimento e entre-eixos na casa dos 3 metros, a Niagara supera as antigas desvantagens de espaço e volume de carga da marca.
A picape chegará ao varejo oferecendo opções de tração 4×2 e um sistema robusto de tração 4×4 para o fora de estrada, com planos já confirmados para a introdução de uma motorização híbrida em uma etapa posterior.
Esse pacote de atributos técnicos deixa claro que a Renault não quer apenas participar do segmento, mas sim entregar o produto ideal para atrair o consumidor exigente que hoje frequenta os showrooms da Fiat Toro.
Motoristas de aplicativo e taxistas que esperavam financiar um carro novo pelo Move Brasil Táxi e Aplicativos podem encontrar uma barreira antes mesmo de escolher entre Volkswagen, BYD ou qualquer outra marca habilitada.
O programa permite crédito para veículos novos de até R$ 150 mil, mas a liberação não depende apenas do cadastro do trabalhador. A aprovação final passa pelos bancos, que analisam o histórico financeiro antes de liberar o financiamento.
Com isso, motoristas com nome negativado, score baixo ou alto nível de endividamento podem ser barrados na prática, mesmo quando cumprem os requisitos básicos do programa.
Crédito de R$ 150 mil não é automático
O Move Brasil foi anunciado como uma linha de apoio para renovar a frota de taxistas e motoristas de aplicativo. A proposta é facilitar a compra de carros novos, com prazo de até 72 meses e possibilidade de carência de até 6 meses.
No entanto, a entrada no programa funciona em duas etapas. Primeiro, o motorista precisa se enquadrar nas regras exigidas. Depois, deve buscar uma instituição financeira para solicitar o crédito.
É nessa segunda fase que muitos trabalhadores podem enfrentar dificuldade.
A análise dos bancos costuma considerar:
renda mensal;
histórico de pagamento;
dívidas em aberto;
score de crédito;
capacidade de pagar as parcelas;
garantias exigidas no contrato.
Portanto, não basta estar dentro da categoria atendida pelo programa. O banco ainda precisa entender que o financiamento é viável.
Motoristas negativados podem ficar de fora
A tensão da medida está justamente no perfil de parte da categoria. Muitos motoristas dependem do carro para gerar renda e, em alguns casos, precisam trocar de veículo para reduzir manutenção, economizar combustível e trabalhar com mais segurança.
Por outro lado, quem já está endividado pode encontrar mais resistência na análise financeira.
Esse ponto gerou debate entre profissionais que questionam como trabalhadores com dificuldade de crédito conseguirão acessar um programa criado para ajudar justamente quem usa o veículo como ferramenta de trabalho.
Nem marca, nem modelo: a trava está no banco
A disputa não está apenas entre Volkswagen, BYD, Renault, Fiat ou outras montadoras com modelos dentro do limite de preço. O ponto decisivo está na aprovação bancária.
Isso significa que um motorista pode escolher um carro dentro das regras, apresentar cadastro ativo e ainda assim ter o financiamento recusado.
Na prática, o governo abre a linha de crédito, mas não garante que todos os motoristas terão acesso ao dinheiro.
Para quem pretende tentar o financiamento, o primeiro passo deve ser conferir a situação do CPF, negociar pendências e calcular se a parcela cabe no orçamento.
O Move Brasil pode facilitar a entrada no carro novo, mas não elimina a análise de risco. Por isso, o crédito de R$ 150 mil pode virar uma oportunidade para alguns motoristas e uma barreira para outros.
Ideia (feita por IA) de uma visita da dupla Mandaloriano e Grogu a um posto Shell
Aproveitando o mês de maio, o Shell Box Clube apresenta novos lançamentos para seus clientes: uma coleção especial inspirada em Star Wars e novidades em parceria com a marca Ayrton Senna.
A Jetour lançou uma nova edição Dark Edition para os modelos T1 Premium e T2 Premium. A cor fosca Preto Venner estará disponível exclusivamente para esta edição.
Entre os diferenciais, T1 e T2 Dark Edition ganham componentes escurecidos, como logotipos, rodas, detalhes do para-choque, grade frontal e rack de teto (este último exclusivo para o T2).
Além disso, as pinças de freio são pintadas na cor vermelha, fazendo um contraste com a cor do carro e chamando atenção para o componente.
A edição ficará no portfólio da marca e não será limitada.
Jetour T1 Dark Night – 268.400;
Jetour T2 Dark Night – 303.400.
Como é o Jetour T1?
O Jetour T1 é um SUV híbrido plug-in, com foco em espaço interno, eficiência energética e uso urbano com proposta aventureira. No Brasil, o modelo é oferecido nas versões Advance e Premium.
De acordo com dados da própria marca, o conjunto mecânico combina um motor 1.5 turbo a gasolina de 135 cv e 20,4 kgfm a um propulsor elétrico de 204 cv e 31,6 kgfm, gerenciados pela transmissão 1-DHT. O torque combinado chega a 52 kgfm, enquanto a aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 8,7 segundos.
Jetour T1 Dark Night • Divulgação
Nas dimensões, o T1 mede 4,70 metros de comprimento, 1,96 m de largura, 1,84 m de altura e possui entre-eixos de 2,80 m. O porta-malas acomoda 574 litros, podendo atingir 1.455 litros com os bancos traseiros rebatidos.
A bateria tem 26,7 kWh e trabalha em conjunto com um tanque de combustível de 70 litros. Segundo a marca, a autonomia combinada pode superar 1.200 quilômetros.
Como é o Jetour T2?
O Jetour T2 ocupa o posto de topo de linha da marca no Brasil. O modelo também é vendido nas versões Advance e Premium e aposta em visual de linhas retas, maior desempenho e proposta mais sofisticada.
Conforme os números da Jetour, o sistema híbrido utiliza um motor 1.5 turbo a gasolina de 135 cv e 20,3 kgfm combinado a dois motores elétricos, de 102 cv e 122 cv.
Jetour T2 Dark Night • Divulgação
O conjunto trabalha com a transmissão Super Hybrid 3-DHT e entrega torque combinado de 62,2 kgfm. Segundo a fabricante, o T2 acelera de 0 a 100 km/h em 7,5 segundos.
O SUV mede 4,78 metros de comprimento, 2 metros de largura, 1,87 m de altura e mantém o entre-eixos de 2,80 m. O conjunto inclui tanque de combustível de 70 litros e bateria de 26,7 kWh, permitindo autonomia combinada de até 1.100 quilômetros.
A Fiat lançou uma oferta para o Mobi e, com isso, ele voltou a ser o carro zero quilômetro mais barato do Brasil. O desconto é de R$ 12 mil para o Fiat Mobi e agora ele é vendido por R$ 70.790.
A oferta do Fiat Mobi Like ainda conta com taxa 0% para o financiamento do hatch compacto.
O Fiat Mobi é um modelo que já soma mais de 700 mil unidades produzidas, em Betim (MG). No Brasil, são mais de 600 mil unidades vendidas.
Como é o Fiat Mobi Like?
A versão, que agora se enquadra como o 0 km mais barato do Brasil, conta com motor 1.0 Firefly de 3 cilindros e 75 cv de potência.
A aceleração de 0 a 100 km/h na linha 2026 é de 14,7 segundos, com velocidade máxima de 164 km/h, 12km/h melhor.
Mais econômico na linha 2026, o modelo faz até 10,6 km/l na estrada e 9,8 km/l na cidade, com etanol, e 15,1 km/l na estrada e 14,0 km/l na cidade, com gasolina.
Mobi Like 2026 • Divulgação
De série, o Mobi Like também já vem equipado com vários sistemas.
Ainda é possível incluir o Pack Essencial, que adiciona itens como farol de neblina, comandos de abertura das tampas de porta-malas e tanque de combustível, regulagem de altura dos cintos de segurança dianteiros e revestimento ampliado do porta-malas. Confira abaixo:
ABS + ABD + Hill Holder, ESC, ASR;
2 airbags;
Ar-condicionado;
Banco traseiro rebatível;
Brake light + ESS;
Computador de bordo;
Desembaçador e limpador traseiros;
Direção elétrica;
Luzes de circulação diurna (DRL);
Maçanetas e retrovisores externos pretos texturizados;
A Fiat prepara um de seus movimentos mais ousados para consolidar a liderança do mercado automotivo no Brasil.
A fabricante italiana confirmou o desenvolvimento de um utilitário esportivo inédito com capacidade para acomodar até sete passageiros.
O modelo chegará para ocupar o topo da gama de SUVs da marca, posicionando-se acima do Pulse e do Fastback.
Com essa novidade, a Fiat pretende brigar diretamente no disputado segmento de veículos familiares de médio porte.
O objetivo é oferecer uma alternativa de alto custo por benefício para quem necessita de espaço amplo sem abrir mão de um design moderno.
O projeto faz parte do ciclo de investimentos da Stellantis na América do Sul e promete chacoalhar as concessionárias com uma estratégia de preços altamente competitiva.
Nova arquitetura modular dará vida ao SUV inédito da marca
O futuro SUV de sete lugares da Fiat será construído sobre uma evolução das plataformas modulares do grupo Stellantis, garantindo maior rigidez torcional, segurança aprimorada e excelente espaço interno.
Embora utilize a experiência de engenharia acumulada em projetos recentes do país, o novo modelo terá dimensões estendidas na largura e no entre-eixos para permitir o acesso confortável à terceira fileira de bancos.
Visualmente, o utilitário adotará a nova identidade estética global da marca, combinando traços imponentes na dianteira com faróis com tecnologia full LED e uma grade proeminente.
Na parte traseira, as lanternas exibirão formato horizontal integrado, criando uma assinatura luminosa marcante.
O ambiente interno receberá materiais de acabamento refinados, painel totalmente digital e uma central multimídia de última geração com conectividade sem fio, além de recursos de auxílio à condução semiautônoma.
Cronograma oficial confirma a estreia do modelo no Brasil
O cronograma estratégico da montadora já está definido e garante que o lançamento oficial deste novo SUV ocorrerá no mercado do Brasil durante o segundo semestre de 2026.
A produção nacional visa abastecer rapidamente a rede de distribuição do país, aproveitando o momento em que as famílias buscam veículos mais versáteis para o transporte diário e viagens de lazer.
Para lidar com o peso extra da carroceria e a capacidade máxima de carga com sete ocupantes, a Fiat apostará em um conjunto mecânico vigoroso.
O modelo adotará as motorizações turboflex da Stellantis, com destaque para o motor 1.3 Turbo Flex de até 185 cavalos de potência combinado ao câmbio automático.
Existe ainda a forte expectativa de que o SUV estreie com os novos conjuntos de tecnologia híbrida leve (Bio-Hybrid), garantindo excelente eficiência energética e baixos índices de emissões de poluentes.
Impacto comercial promete balançar os concorrentes familiares
A chegada do utilitário esportivo da Fiat estabelecerá uma forte pressão competitiva sobre os concorrentes tradicionais do país.
O posicionamento de preços estratégico planejado pela marca visa interceptar os compradores que avaliam modelos médios de cinco lugares, como o Toyota Corolla Cross e o Caoa Chery Tiggo 7, oferecendo dois assentos adicionais.
Na mesma vertente, o modelo servirá como uma alternativa mais acessível dentro do próprio grupo Stellantis em relação ao Jeep Commander, além de antecipar a barreira contra futuros lançamentos internacionais.
A combinação de tradição da marca, custo de manutenção previsível e ampla rede de assistência técnica surge como a receita ideal para transformar o novo SUV de sete lugares em um sucesso imediato nos emplacamentos nacionais.
O aguardado Renault Kardian 2026 chega com uma missão clara: conquistar o consumidor brasileiro com um preço agressivo.
Para isso, a montadora aposta em uma estratégia que prioriza a acessibilidade, mesmo que isso signifique um leve ajuste no desempenho em comparação com seus rivais diretos no segmento de SUVs compactos.
A busca por um custo-benefício atrativo é o grande trunfo do Kardian. Fontes internas da Renault indicam que o foco será em entregar um pacote de equipamentos interessante e um design moderno por um valor que caiba no bolso das famílias brasileiras, especialmente nas classes C e D.
O que o Kardian oferece para o bolso?
O SUV compacto aposta em um motorização que, embora não seja a mais potente do mercado, garante um funcionamento suave e econômico para o dia a dia.
A expectativa é que o preço seja um dos grandes diferenciais em relação a concorrentes como o Fiat Pulse e o Volkswagen Nivus.
O que muda com a nova estratégia
Foco no custo-benefício: Preço de tabela reduzido para atrair quem está fugindo de modelos mais caros;
Desempenho comedido: Respostas ligeiramente mais mansas em acelerações severas, priorizando o uso urbano diário;
Eficiência energética: Ajuste mecânico focado em manter ótimas médias de consumo de combustível, mesmo com menos fôlego;
Manutenção acessível: Componentes simplificados que barateiam as revisões obrigatórias.
Versões e preços: A Hora da Verdade
Os detalhes sobre as versões e os valores exatos do Renault Kardian 2026 ainda são mantidos em sigilo, mas a promessa é de uma gama que atenda a diferentes necessidades e orçamentos. O objetivo é claro: democratizar o acesso a um SUV com o selo de qualidade Renault.
A estratégia de precificação do Kardian é fundamental para o sucesso do modelo. Com um mercado cada vez mais competitivo, oferecer um produto com um preço competitivo, sem abrir mão de um bom nível de equipamentos e design atraente, é o caminho para fidelizar os consumidores brasileiros.
Qual é o modelo misterioso?
Essa reestruturação profunda na linha de montagem será aplicada no Renault Kardian. O SUV compacto, que estreou com uma proposta altamente tecnológica e motor turbo ágil, ganhará essa nova variante para ampliar seu volume de vendas e incomodar rivais diretos.
A dica do Garagem360 é colocar na balança o seu perfil de condução. Se você faz questão de arrancadas espertas na estrada, vale a pena correr para garantir as versões atuais.
Agora, se o seu foco é rodar na cidade gastando o mínimo possível, a futura versão mais barata do Kardian tem tudo para ser um negócio racional.
Fique atento às próximas novidades e prepare-se para conhecer de perto o Renault Kardian 2026. A montadora francesa mostra que entende as necessidades do nosso mercado!
A disputa entre picapes intermediárias ganhou um novo capítulo em maio. A Fiat Toro Volcano turbodiesel entrou em campanha de vendas diretas com desconto de R$ 39.150, reduzindo o preço de R$ 217.490 para R$ 178.340.
A condição mira públicos como produtor rural e microempresários, faixa em que as montadoras costumam usar abatimentos mais agressivos para proteger participação. Do outro lado, a Ram Rampage Rebel 2.2 Diesel aparece com preço especial para CNPJ, saindo de R$ 261.990 para R$ 233.171.
Na prática, a Toro passa a jogar pesado no preço final. A Rampage responde com pacote mais sofisticado, porte superior e apelo de marca, mas ainda fica mais de R$ 54 mil acima da rival na comparação direta.
Toro usa desconto para defender espaço entre as picapes
A Toro Volcano turbodiesel segue como uma das versões mais estratégicas da linha. Ela combina motor diesel, proposta urbana, caçamba funcional e tração voltada para quem precisa de mais força no uso diário.
Com o desconto atual, a picape entra em uma zona de preço que pressiona SUVs médios e também modelos compactos topo de linha. Isso reforça o argumento da Fiat para clientes que querem mais versatilidade, sem necessariamente saltar para uma picape média tradicional.
A condição não vale para todo comprador. Por isso, o ponto central é a venda direta, especialmente para quem consegue acessar CNPJ, produtor rural ou enquadramentos semelhantes.
Rampage responde com R$ 28.819 de abatimento
A Ram Rampage Rebel 2.2 Diesel também entrou no jogo dos descontos. O abatimento de R$ 28.819 coloca a versão em R$ 233.171 para CNPJ.
Modelo
Preço cheio
Preço com condição
Desconto
Fiat Toro Volcano turbodiesel
R$ 217.490
R$ 178.340
R$ 39.150
Ram Rampage Rebel 2.2 Diesel
R$ 261.990
R$ 233.171
R$ 28.819
A diferença mostra duas estratégias. A Fiat tenta ganhar pelo preço de ataque, enquanto a Ram busca manter a Rampage em uma posição mais premium.
A briga vai além do valor final
A Toro fica mais competitiva para quem coloca o custo na frente da decisão. Já a Rampage tenta convencer pelo conjunto, acabamento, imagem de marca e porte mais robusto.
Essa diferença pode pesar bastante no momento da compra. Para empresas e produtores, R$ 50 mil a menos no preço final pode significar margem para investir em documentação, implementos, seguro ou manutenção inicial.
Descontos mudam a disputa no varejo e nas vendas diretas
A nova rodada de ofertas mostra como o segmento de picapes está mais agressivo. Com novas rivais chegando e marcas chinesas avançando em preço e tecnologia, Fiat e Ram precisam trabalhar não apenas produto, mas também condição comercial.
Para o consumidor, a leitura é simples: maio virou um mês de oportunidade para quem busca picape com desconto real.
A Toro chama atenção pelo corte maior e pelo preço abaixo dos R$ 180 mil. A Rampage, mesmo mais cara, tenta segurar quem busca um produto mais sofisticado com abatimento relevante para CNPJ.