Autor: automoveis

  • Com primeira concessionária na Grande São Paulo, Foton encaminha expansão da rede

    Com primeira concessionária na Grande São Paulo, Foton encaminha expansão da rede

    Após um primeiro quadrimestre com 392 licenciamentos de caminhões acumulados, 18% a mais do que em igual período do ano passado — em um mercado que recuou 15% na média—, a Foton trata de acelerar seu programa de expansão da rede de concessionárias para não perder a curva ascendente.

    O processo é fundamental para uma marca de veículos comerciais que se propõe a deter participação relevante em um País com grandes distâncias para serem percorridas por seus produtos. Cobertura geográfica ampla de vendas e pós-venda é, portanto, um dos pilares que sustentam essa ambição, junto com produtos adequados e confiáveis, e custo total de operação competitivo.

    A Foton tem, por enquanto, 71 concessionárias que vendem e dão suporte técnico à linha de produtos que inclui caminhões leves, semileves, médios e semipesados, além das picapes de luxo Tunland e dos recém-apresentados mini-caminhões e vans elétricos.

    Segundo Maurício Santana, diretor nacional de Vendas e Pós-Vendas da marca, a ideia é crescer esse número para 90 pontos ainda em 2026 e encerrar o ano que vem com pelo menos uma centena. Nesta sexta-feira, 22, o executivo participou da solenidade de abertura da 71ª concessionária, em Guarulhos, SP.

    A Malabar Guarulhos é a primeira unidade da Foton na Grande São Paulo. Localizada no entroncamento entre as rodovias Presidente Dutra e Fernão Dias, atenderá o maior mercado de consumo e fundamental também na estrutura logística de distribuição para todo o País.

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    A nova casa de 6 mil m² é apenas a primeira de uma série que o Grupo Malabar, que há seis décadas atua no setor, tem planejada para abrir as portas na capital paulista, na região vizinha do ABC e na Baixada Santista.

    “Cada passo tem como fundamento oferecer estrutura adequada para o suporte em vendas e serviços. A ampliação das concessionárias Foton chancela o quanto estamos trabalhando para oferecer um atendimento de excelência”, afirma Rubens Brun, gerente nacional de desenvolvimento de rede e experiência do cliente da Foton.

    Os clientes que estiverem de passagem pela região não só se valerão dos serviços, como podem usufruir de confortos como dormitórios, caso precisem descansar. Para que tem um modelo eletrificado, a Malabar oferece ainda boxes de manutenção equipados com carregadores.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • BYD entra no futebol brasileiro com investimento de R$ 600 milhões para ameaçar Palmeiras

    BYD entra no futebol brasileiro com investimento de R$ 600 milhões para ameaçar Palmeiras

    A BYD pode dar um passo ousado fora do mercado de carros elétricos e entrar de vez no futebol brasileiro. A montadora chinesa negocia com o São Paulo um acordo de naming rights do Morumbi que pode chegar a R$ 600 milhões.

    O contrato, se confirmado, teria duração de 10 anos e colocaria a marca no nome de um dos estádios mais tradicionais do país.

    A proposta também abriria uma nova disputa fora de campo com o Palmeiras, que vive um momento forte em receitas comerciais.

    BYD mira o Morumbi em acordo milionário

    A negociação envolve a possibilidade de transformar o estádio em MorumBYD, em uma jogada que mistura futebol, exposição nacional e estratégia de marca.

    O valor estimado representa cerca de R$ 60 milhões por ano, patamar capaz de mudar a arrecadação do São Paulo com o estádio.

    Hoje, o Morumbi já conta com contrato de naming rights, mas a eventual chegada da BYD elevaria o clube a outro nível comercial.

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    Fonte: Garagem360

    Na prática, a marca teria exposição em:

    • jogos do São Paulo;
    • transmissões esportivas;
    • shows e eventos;
    • redes sociais;
    • ativações com torcedores;
    • campanhas nacionais ligadas ao futebol.

    São Paulo tenta reagir ao poder comercial do Palmeiras

    A leitura mais forte da negociação está na rivalidade com o Palmeiras. O clube alviverde consolidou uma estrutura comercial robusta nos últimos anos e também atraiu marcas ligadas ao setor automotivo.

    Com isso, a possível entrada da BYD no Morumbi não seria apenas um contrato de estádio. Ela colocaria o São Paulo em uma disputa direta por protagonismo financeiro no futebol paulista.

    A diferença é que o Tricolor usaria um ativo histórico, o Morumbi, para tentar reduzir a distância comercial em relação ao rival.

    Montadoras chinesas entram na disputa

    O movimento também reforça uma tendência: as marcas chinesas deixaram de disputar espaço apenas nas concessionárias e passaram a brigar por presença cultural no Brasil.

    A BYD já ganhou força no país com carros elétricos e híbridos, além de investimentos industriais. Agora, o futebol pode virar uma vitrine poderosa para ampliar reconhecimento entre consumidores que ainda estão conhecendo a marca.

    Acordo ainda depende de confirmação

    Apesar do impacto dos números, o acordo ainda não foi anunciado oficialmente. A negociação segue como possibilidade e depende de avanço entre as partes.

    Mesmo assim, a proposta mostra como o futebol brasileiro virou território estratégico para grandes marcas globais.

    Se o contrato sair do papel, o São Paulo pode transformar o Morumbi em uma das maiores fontes de receita do clube.

    Para a BYD, seria uma entrada barulhenta no futebol e um recado claro ao mercado: a disputa com rivais não acontece apenas nas ruas, mas também nos estádios.



Fonte: Garagem 360

  • Montadoras veteranas abriram 3,3 mil vagas este ano

    Montadoras veteranas abriram 3,3 mil vagas este ano

    Com produção e vendas de veículos leves em alta, as montadoras associadas à Anfavea seguem ampliando o quadro de mão de obra. Só neste ano foram abertas 3,3 mil vagas, atingindo total de 112,7 mil em abril, o maior número desta década

    Por não serem associadas, o balanço da Anfavea não contempla as marcas chinesas que passaram a produzir no Brasil no segundo semestre do ano passado, caso da GWM e da BYD.

    Essa última anunciou há quase um mês a criação do 3º turno na fábrica baiana de Camaçari,  com a contratação imediata de 1.654 trabalhadores. A GWM, por sua vez, confirma 1,4 mil contratações em Iracemápolis, SP, nos ultimos 12 meses.

    Com relação às associadas da Anfavea, nem todas revelam detalhes das admissões, o que não é o caso da Toyota, que anunciou a abertura de 230 vagas em março e confirmou mais 370 contratações até dezembro, num total de 600 novas vagas em 2026.

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    A oferta de novos empregos, informa  a empresa, contempla as áreas de produção, manutenção, administração, comercial, TI, saúde e segurança e qualidade, entre outras.

    Após ter produção afetada em 2025 por causa do vendaval que destruiu sua fábrica de motores de Porto Feliz, SP, em setembro, a Toyota iniciou a produção do Yaris Cross em janeiro passado e segue firme na construção de uma segunda fábrica em Sorocaba, SP, onde concentrará suas linhas de veículos.

    VW abriu 587 vagas em 2025

    No ano passado, houve oscilações no quadro de emprego do setor (veja tabela abaixo), que havia subido de 109,4 mil em maio para 111,4 mil em setembro, mas retrocedeu para os mesmos 109,4 mil em dezembro, provavelmente por causa da queda na venda de caminhões que gerou demissões nas montadoras do segmento.

    Entre os fabricantes de automóveis e comerciais leves, a maioria contratou no último ano. A Volkswagen, por exemplo, diz que em 2026 as admissões estão sendo pontuais, em processo que reforça contratações feitas em 2025, quando foram abertas 587 novas vagas em suas quatro fábricas.

    Desse total, 260 foram em Taubaté, SP, por causa do Tera, 232 em São José dos Pinhais, PR, 27 na Anchieta, no ABC Paulista, e 68 em São Carlos, SP, onde são produzidos motores.

    O processo na Volkswagen envolveu política de Diversidade & Inclusão, com 40% a 50% das vagas sendo destinadas a mulheres.



    Foto: Divulgação/Toyota



    Fonte: Auto Industria

  • Toro tem corte de R$ 103 mil e vira ameaça para Rampage e Maverick

    Toro tem corte de R$ 103 mil e vira ameaça para Rampage e Maverick

    O mercado de picapes intermediárias e médias registrou um forte abalo comercial neste mês de maio de 2026.

    A Fiat anunciou uma das maiores ofensivas de vendas de sua história recente para a linha da Fiat Toro, aplicando reduções de preços massivas que, somadas entre as suas principais configurações, acumulam um corte espetacular de R$ 103.490,00.

    Essa estratégia altamente agressiva transforma o mercado de utilitários em um campo de batalha financeiro, forçando o consumidor a repensar a escolha de modelos concorrentes diante de bônus individuais que passam dos R$ 30.000,00 na nota fiscal.

    Com as novas tabelas, a picape da marca italiana passa a sufocar não apenas a Ford Maverick, mas também as versões de entrada da Ram Rampage, modelo que compartilha a mesma estrutura de plataforma modular Stellantis, mas atua em uma faixa de preço superior.  

    Ofensiva comercial distribui bônus gigantescos entre as versões

    A queima de estoque da linha 2026 da Toro serve como uma forte barreira de contenção para garantir o domínio da Fiat antes do avanço de novas promessas de eletrificação e lançamentos da concorrência global.

    O corte acumulado de R$ 103 mil reflete bônus lineares muito atraentes para faturamento imediato até o encerramento do mês corrente.  

    A distribuição detalhada dos descontos e os novos valores praticados nas redes autorizadas estão estruturados da seguinte forma:  

    • Fiat Toro Freedom Turbo 270 Flex: Recebeu o maior abatimento individual da campanha, apresentando uma economia de R$ 31.000,00. O preço despencou de R$ 177.990,00 para o valor promocional de R$ 146.990,00.
    • Fiat Toro Ultra Turbo 270 Flex: Contemplada com um desconto de R$ 29.500,00, reduzindo a sua tabela de R$ 202.490,00 originais para R$ 172.990,00.
    • Fiat Toro Volcano Turbo 270 Flex: Entrou na ação de bônus com uma redução de R$ 28.500,00, passando a custar R$ 163.990,00 em vez dos R$ 192.490,00 regulares.
    • Fiat Toro Endurance: A configuração de entrada da gama ganhou uma colher de chá de R$ 25.490,00, caindo de R$ 166.480,00 para R$ 140.990,00 nas lojas.
    • Fiat Toro Ranch Turbodiesel 4×4: A robusta variante topo de linha com tração integral e motor a diesel também foi incluída na campanha, passando de R$ 233.990,00 para R$ 213.990,00, consolidando um corte linear de R$ 20.000,00.

    Condições de crédito adicionais facilitam o fechamento do negócio

    Além do foco principal na redução direta dos preços de tabela, a Fiat preparou um pacote de facilidades financeiras para os showrooms.

    Os clientes interessados em realizar o upgrade veicular contarão com supervalorização e bônus extras na avaliação do automóvel seminovo oferecido como parte do pagamento, simplificando a troca de frota particular.

    No campo do financiamento, as concessionárias ativaram planos especiais com opção de taxa zero de juros, eliminando o impacto dos encargos bancários tradicionais nas parcelas mensais.

    O custo por benefício atual da Toro reposiciona o modelo como uma alternativa extremamente inteligente de preservação de patrimônio.

    Ao entregar a robustez, caçamba ampla e a suspensão traseira independente características de categorias mais caras por valores equivalentes aos de SUVs compactos convencionais de cinco lugares, a marca blinda a sua liderança absoluta e garante uma oportunidade de compra imperdível para frotistas e motoristas particulares.



    Fonte: Garagem 360

  • Citroën relançará o mítico 2CV como elétrico de baixo custo

    Em meio a uma profusão de desafios financeiros, produtivos e tecnológicos propostos pelo plano estratégico global FaSTLAne da Stellantis, visando crescimento e rentabilidade nos próximos cinco anos, o rebaixamento, digamos, da Citroën a marca regional não deve ter agradado nada a ala francesa do grupo.

    Em primeiro grande rearranjo do portfólio das marcas oficializado desde a criação da Stellantis em janeiro de 2021, após a fusão da PSA-Peugeot Citroën com a FCA-Fiat Chrysler Automobiles, a Jeep, RAM, Peugeot e Fiat foi nomeadas as representantes globais do grupo.

    A elas caberá o privilégio de usufruir, em primeira mão, das plataformas e tecnologias que serão apresentadas e desenvolvidas daqui para a frente.

    Já a centenária marca criada pelo engenheiro e empresário André Citroën foi elencada ao lado da Alfa Romeo, Opel, Chrysler e Dodge no time de marcas regionais, aquelas com relevância mais restrita a um país ou região, e que utilizará dos mesmos ativos, mas em um segundo momento.

    CITROEN 2 CVA distinção entre o primeiro e o segundo grupo também se vertifica no número de veículos totalmente novos que serão lançados no mercado europeu até 2030.

    Enquanto a montadora revelou que para a Europa estão reservadas sete novidades da Peugeot e cinco da Fiat, serão apenas três da Citroën.

    Durante a apresentação dessa nova estrutura de marcas e do plano FaSTLAne, no Investor Day, realizado em Auburn Hills, Michigan, Estados Unidos, Xavier Chardon, CEO da marca, tratou de ao menos anunciar um “carinho e tanto” aos admiradores da Citroën.

    Dos três novos automóveis que chegarão às ruas até 2030, um deles resgatará o veículo que talvez melhor represente a trajetória da marca: o 2CV, que teve 5,1 milhões de unidades produzidas em mais de 40 anos a partir de 1948.

    O pequeno automóvel, que acelerou a motorização na França no pós-guerra, retornará como alternativa de mobilidade totalmente elétrica e de baixo custo, algo como € 15 mil, portanto dentro do plano da Stellantis para a categoria E-car, formada por veículos de entrada e produzidos na Europa.

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    O modelo será exibido oficialmente ao público no Salão de Paris, em outubro. “Reinventar o 2CV é um enorme desafio. O 2CV original nunca foi criado para ser um ícone, se tornou um porque deu liberdade às pessoas. Esse retorno não é simplesmente o retorno de um nome lendário, mas de uma ideia ousada e otimista de progresso” exultou Chardon.

    O novo 2CV será produzido na Itália e, pela silhueta exibida rapidamente em telões no Investor Day, terá linhas que guardam muita semelhança com algumas do modelo concebido ainda em 1939 e que cujo início de produção foi protelado em função da Segunda Guerra Mundial.

    Nem Chardon nem a Citroën revelaram outros detalhes técnicos do 2CV elétrico. Preferiram falar apenas das premissas que nortearam o projeto: preço acessível, design leve, praticidade e versatilidade, concebido para atender as novas regulamentações urbanas.


    Foto: Divulgação/Internet



    Fonte: Auto Industria

  • Saúde da bateria é o novo “km” do carro elétrico usado; entenda

    Se antes o primeiro olhar do comprador de um carro usado ia direto para o hodômetro no painel, o avanço da frota de veículos eletrificados no Brasil impôs uma mudança natural de paradigma. No mercado de seminovos elétricos, a quilometragem rodada agora divide a atenção com uma nova sigla essencial: o SoH (State of Health, ou Saúde da Bateria).

    O indicador, medido em porcentagem de 0 a 100%, aponta a capacidade efetiva de retenção de energia do componente em comparação a quando ele saiu da fábrica. Na prática, dois carros elétricos com os mesmos 30.000 km rodados podem ter valores de mercado completamente diferentes a depender do SoH de cada um.

    Por que a quilometragem não basta mais?

    Diferente dos motores a combustão, onde o desgaste é linear e medido pelo uso físico do motor e do conjunto mecânico (quilometragem), a vida útil da bateria de íons de lítio depende diretamente dos hábitos de recarga do antigo dono.

    O SoH é severamente impactado por fatores que o hodômetro não registra:

    • Uso exclusivo de carregadores ultrarrápidos (DC): o calor gerado por recargas de alta potência acelera a degradação química das células.

    • Ciclos térmicos: o clima de regiões mais quentes do Brasil exige mais do sistema de arrefecimento da bateria.

    • Padrão de carga: deixar o veículo descarregado por longos períodos ou frequentemente acima de 80% reduz sua vida útil.

    A bateria representa entre 30% e 50% do valor total de um carro elétrico. Comprar um usado olhando apenas a quilometragem pode ser um erro. Se o SoH estiver abaixo de 75%, o consumidor pode levar para casa um veículo com autonomia severamente reduzida e o fantasma de uma troca de componente que custaria o preço de outro carro.

    O impacto no mercado e no bolso

    Atualmente, a bateria representa entre 30% e 50% do valor total de um veículo elétrico, o que torna a avaliação do SoH o fator financeiro mais crítico na negociação. Adquirir um carro eletrificado baseando-se apenas na quilometragem rodada pode resultar em prejuízo econômico, já que um índice de saúde da bateria abaixo de 75% indica uma autonomia severamente reduzida e a proximidade de uma substituição do componente, cujo custo pode equivaler ao valor de mercado do próprio automóvel usado.

    Por conta disso, o mercado brasileiro já começa a se adaptar à exigência do laudo de SoH para balizar os preços de revenda. Lojistas, concessionárias e seguradoras passam a utilizar scanners de diagnóstico plugados na porta OBD do veículo para emitir certificados de saúde da bateria antes de fechar qualquer negócio.

    Para o consumidor, a principal proteção regulatória ainda é a garantia de fábrica. A maioria das montadoras que operam no país oferece uma cobertura de 8 anos ou por volta de 160.000 km especificamente para a bateria, garantindo a troca ou reparo caso o SoH caia abaixo de 70% dentro desse período.

    Como se proteger na compra do elétrico usado

    Para quem está avaliando a compra de um seminovo eletrificado, especialistas recomendam três passos fundamentais:

    1. Exija o laudo do SoH: solicite ao vendedor ou a uma concessionária autorizada o relatório de diagnóstico da bateria extraído pelo sistema oficial da marca;

    2. Cheque o histórico de revisões: certifique-se que o veículo passou pelas atualizações de software de gerenciamento de bateria (BMS) recomendadas pelo fabricante;

    3. Calcule a garantia restante: priorize modelos que ainda estejam dentro da janela de cobertura da bateria dada pela montadora para mitigar riscos financeiros futuros.

    Carros elétricos perdem alcance no calor extremo, diz estudo



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Com 60 concessionárias, GAC lança Aion UT  em junho

    Com 60 concessionárias, GAC lança Aion UT em junho

    Com projeto de produção a partir do ano que vem em Catalão, GO, a chinesa GAC completou um ano de operações no Brasil com uma rede de 60 concessionárias, das quais quatro inauguradas este ano, e portfólio em expansão.

    No próximo dia 2 de junho será lançado o seu sexto modelo no mercado brasileiro, o Aion UT, elétrico compacto que chega para concorrer com o BYD Dolphin e será o mais barato da marca por aqui.

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    Em parceria com a HPE, chinesa GAC vai produzir em Catalão

    “Desde o início, entendemos que o Brasil teria um papel estratégico na visão global da GAC”, comenta Alex Zhou , CEO da GAC Brasil. “Estamos investindo para participar ativamente da transformação da mobilidade no País”.

    A marca estreou em maio de 2025 com cinco modelos – os elétricos Aion ES, Aion Y, Aion V, o SUV elétrico premium Hyptec HT e o híbrido GS4 – e, em apenas um ano, já conta com 60 concessionárias espalhadas pelo País, mantendo meta de chegar a 100 aindaem 2026.

    Antes mesmo de iniciar a venda de seus produtos, inaugurou seu primeiro centro de distribuição de peças no Brasil, em Cajamar, SP, e, em março deste ano, anunciou parceria com a HPE Automotores, responsável pelas marcas Mitsubishi e Suzuki, para ter produção local no complexo goiano da empresa.

    Ainda não tem data para o início das operações fabris, mas os estudos nesse sentido seguem a todo vapor. Essa parceria é considerada um passo decisivo para consolidar a nacionalização da marca, fortalecer a cadeia automotiva local e ampliar a sua competitividade.

    “O movimento reforça uma tendência cada vez mais relevante na indústria: o Brasil como polo estratégico para o desenvolvimento de soluções ligadas à transição energética, especialmente em tecnologias híbridas flex e eletrificação adaptadas ao contexto latino-americano”, destraca a GAC em comunicado divulgado esta semana sobre 1 ano da marca no País..


    Fotos: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Rodonaves reforça logística no Sul do País

    Rodonaves reforça logística no Sul do País

    Com investimento de R$ 15 milhões, a Rodonaves inaugurou uma nova unidade logística em Farroupilha (RS), que reúne a operação de coleta e entrega e o novo Centro de Transferência de Cargas (CTC) da companhia na Serra Gaúcha. A estrutura tem cerca de 7 mil m², área cinco vezes maior que a anterior, e 55 posições de carga e descarga, o que amplia a capacidade operacional, reduz prazos de entrega e reforça a presença da empresa na região Sul.

    Para o cliente, a Rodonaves entende que a nova unidade em Farroupilha traz ganhos diretos em agilidade, capacidade de atendimento e integração logística, com conexão mais eficiente a Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), Ribeirão Preto, Campinas (SP) e São Paulo, além de maior alcance para fluxos com Norte, Nordeste e Centro-Oeste. O novo hub também fortalece o escoamento da produção da Serra Gaúcha, melhora o envio e o recebimento de mercadorias e aumenta a competitividade da operação.

    A escolha de pela cidade gaúcha ainda justifica pela posição estratégica, região com forte atividade industrial e localização favorável para consolidar cargas e distribuir mercadorias para diferentes mercados. Com isso, a Rodonaves transforma o município em um ponto-chave de sua malha nacional e cria uma base mais preparada para absorver o crescimento da demanda no Sul do País.


    Foto: Igor Guedes/Divulgação Rodonaves



    Fonte: Auto Industria

  • Relíquia de família: filho revela Lincoln Navigator de Gugu Liberato

    João Augusto Liberato, filho do apresentador Gugu Liberato, revelou uma verdadeira relíquia sobre rodas de família. O jovem comunicador exibiu nas redes sociais um Lincoln Navigator 2000 que pertenceu ao pai. O SUV de luxo chama atenção pelo estado de conservação e deverá permanecer assim.

    “Lincoln Navigator 2000, o carro favorito do meu pai. Mais 4 anos e vem a placa preta 🏴‍☠️”, escreveu João Augusto no post compartilhado. Nas imagens, o apresentador em formação posa ao lado do carro e no banco traseiro do modelo Full-Size.

    Lançado globalmente em 1997 como linha 1998, o Lincoln Navigator foi o primeiro SUV de grande porte da marca de luxo da Ford. O modelo surgiu derivado do Ford Expedition, mas recebeu alterações estruturais e acabamento mais sofisticado para disputar mercado com concorrentes como Cadillac Escalade e GMC Yukon Denali.

    No ano-modelo 2000, justamente o exemplar associado a Gugu Liberato, o Navigator recebeu atualizações importantes. Entre as mudanças estavam novos materiais internos, bancos revestidos em couro Nudo, sistema opcional de navegação, sensores de estacionamento traseiros e airbags laterais. O SUV também foi um dos primeiros da categoria a oferecer bancos dianteiros climatizados com funções de aquecimento e refrigeração.


    João Augusto Liberato mostra Lincoln Navigator 2000 que pertenceu ao pai
    João Augusto Liberato mostra Lincoln Navigator 2000 que pertenceu ao pai • Reprodução/Instagram

    Construído sobre chassi do tipo carroceria sobre longarinas, o Navigator da primeira geração utilizava a plataforma UN173 e compartilhava diversos componentes mecânicos com a linha Ford F-Series da época. O SUV tinha 5,20 metros de comprimento, 2,03 metros de largura e entre-eixos de 3,02 metros, dimensões que reforçavam a proposta voltada para conforto e capacidade de transporte.

    O modelo era equipado com suspensão dianteira independente e eixo traseiro rígido. Algumas versões contavam com suspensão pneumática autonivelante, sistema que ajustava automaticamente a altura do veículo para priorizar estabilidade e conforto.


    João Augusto Liberato mostra Lincoln Navigator 2000 que pertenceu ao pai
    João Augusto Liberato mostra Lincoln Navigator 2000 que pertenceu ao pai • Reprodução/Instagram

    O Lincoln Navigator 2000 foi comercializado com motor 5.4 V8. Nas versões iniciais, o SUV utilizava o propulsor Triton SOHC, enquanto variantes posteriores passaram a adotar o V8 InTech DOHC de 300 cv, considerado um avanço importante para a época. O câmbio era automático de quatro marchas. Outro destaque técnico era o sistema de tração integral ControlTrac, controlado eletronicamente. Dependendo da configuração, o Navigator podia operar com tração traseira ou integral automática.

    Com foco no mercado norte-americano, o modelo também oferecia elevada capacidade de reboque, superior a 3,9 toneladas em determinadas versões.  Atualmente na quinta geração, o Navigator nunca foi vendido oficialmente no Brasil. Aliás, a própria marca Lincoln nunca operou no país, mesmo com a Ford atuando no Brasil desde 1919. No entanto, modelos como o que pertenceu ao Gugu chegavam ao mercado mediante importação direta.


    João Augusto Liberato mostra Lincoln Navigator 2000 que pertenceu ao pai
    João Augusto Liberato mostra Lincoln Navigator 2000 que pertenceu ao pai • Reprodução/Instagram

    Lincoln Navigator de primeira geração: modelo full size do segmento luxo
    Lincoln Navigator de primeira geração: modelo full size do segmento luxo • Divulgação

    Prazer ao dirigir é principal motivo para comprar carros de luxo



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Jadlog anuncia nova diretora de Marketing e ESG

    Jadlog anuncia nova diretora de Marketing e ESG

    A Jadlog anunciou nesta sexta-feira, 22, a nomeação de Isabella Ferrentini para ocupar o cargo de diretora de marketing e ESG. Entre os desafios da executiva, promover ainda mais a marca e alinhar as atividades comerciais aos objetivos de crescimento de receita da empresa.

    Uma das principais transportadoras de cargas fracionadas no mercado de negócios entre empresas e no e-commerce brasileiro, a Jadlog acaba de inaugurar seu novo Hub logístico, instalado em uma área de 20 mil m² no bairro paulistano de Perus.

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    Com essa iniciativa, dobrou sua capacidade de processamento de cargas e ampliou a estrutura para crescer ainda mais rapidamente no País.

    Graduada em Publicidade e Propaganda, com MBA em Marketing Digital e extensão executiva internacional pela Ohio University, nos Estados Unidos, Isabela, como executiva sênior, será responsável pelas estratégias de publicidade, marketing e marca da empresa, assumindo, também, a liderança das políticas ESG na Jadlog,

    “Chego à Jadlog com muito entusiasmo, com o objetivo de fortalecer o posicionamento da empresa e garantir que a eficiência operacional aportada pelo novo hub se converta em percepção de valor e confiança para os nossos clientes e os consumidores finais, além de reforçar as ações ESG”, destacou a nova diretora da Jadlog.


    Foto: Divulgação/Jadlog



    Fonte: Auto Industria