Autor: automoveis

  • CNH Social: como funciona o novo programa para ajudar a tirar sua habilitação 100% de graça

    CNH Social: como funciona o novo programa para ajudar a tirar sua habilitação 100% de graça

    A CNH Social surgiu como uma solução para muitas pessoas que, devido à baixa renda, ainda não conseguiram conquistar a Carteira Nacional de Habilitação.

    Em um cenário onde o custo da habilitação pode ser um obstáculo, o novo programa promete transformar essa realidade, permitindo que mais brasileiros possam tirar a sua habilitação sem precisar arcar com as altas taxas. Se você se enquadra nos requisitos, pode ser uma excelente oportunidade.

    O Garagem360 preparou um guia completo para você entender mais sobre o programa; confira!

    O que é a CNH Social?

    A CNH Social é um programa criado pelo governo federal com o objetivo de oferecer a oportunidade de tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para pessoas de baixa renda.

    CNH Social

    Foto: Imagem gerada por IA

    A grande novidade é que o recurso para custear o processo virá das multas de trânsito, uma alteração no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

    Até então, os valores arrecadados com as multas eram destinados a outros fins, como a manutenção de sinalização ou renovação de frota. Agora, esse dinheiro será revertido para a habilitação de quem mais precisa.

    Quem tem direito à CNH Social?

    Para ter acesso ao programa, é necessário se enquadrar como baixa renda e ser maior de 18 anos. Além disso, o interessado deve estar registrado no Cadastro Único (CadÚnico).

    Assim, caso você atenda a esses requisitos, poderá se inscrever para participar do programa e garantir a sua habilitação sem custos.

    O que está incluso na CNH de graça?

    A princípio, a CNH Social cobre todas as despesas relacionadas ao processo de obtenção da habilitação. Isso inclui:

    • Exames médicos e psicológicos
    • Aulas teóricas e práticas
    • Taxas de prova
    • Emissão da CNH

    Ou seja, tudo o que você precisa para tirar sua carteira de habilitação estará incluso no programa, sem custos adicionais.

    Quando entra em vigor o programa?

    As novas regras para a CNH Social começarão a valer no dia 12 de agosto de 2025, ou seja, em 45 dias após a publicação da lei.

    CNH Social

    Foto: Renato Beiruth / Detran-AC

    No entanto, os detalhes sobre como será o processo de inscrição, os critérios exatos de seleção e o funcionamento do programa nos estados serão divulgados posteriormente pelos órgãos responsáveis, como o governo federal e os Detrans estaduais.

    Onde a CNH Social já está disponível?

    No Brasil, cerca de 16 estados já oferecem programas de habilitação gratuita, com algumas variações de acordo com as normas estaduais. Esses programas têm autonomia para criar suas próprias regras. Os estados que já participam do programa são:

    • Acre
    • Alagoas
    • Amazonas
    • Bahia
    • Distrito Federal
    • Espírito Santo
    • Goiás
    • Mato Grosso
    • Mato Grosso do Sul
    • Pará
    • Paraíba
    • Rio Grande do Norte
    • Rio Grande do Sul
    • Rondônia
    • Roraima
    • Sergipe

    Cada um desses estados tem sua própria forma de inscrição e critérios para a seleção dos participantes.

    A CNH Social vale a pena?

    Sim, a CNH Social é uma excelente oportunidade para quem precisa de habilitação, mas não tem como pagar os custos. É uma chance de conseguir o documento sem se preocupar com as taxas e custos altos que normalmente envolvem o processo de obtenção da habilitação.

    Para quem se enquadra nos critérios, ter acesso ao programa pode ser um divisor de águas na busca por oportunidades de trabalho e mobilidade no dia a dia.

    O que você acha da CNH Social? Você está ansioso para aproveitar o programa e tirar a sua habilitação? Comente abaixo sua opinião!



    Fonte: Garagem 360

  • Congresso & ExpoFenabrave espera mais de 7,5 mil visitantes

    Congresso & ExpoFenabrave espera mais de 7,5 mil visitantes

    Com quatro arenas de conteúdo e auditório principal com capacidade para 2,5 mil pessoas, o 33º Congresso & ExpoFenabrave acontece nos próximos dias 26 a 28 de agosto, nos pavilhões 2, 3 e 4 do São Paulo Expo, na capital paulista.

    Há uma grande expectativa quanto à edição deste ano, que deve ser a maior da história do evento, com público superior a 7,5 mil visitantes. 

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    Entre startups, instituições financeiras, plataformas digitais, fornecedores de tecnologia e serviços automotivos, a ExpoFenabrave, que ocorre paralelamente ao Congresso, reunirá mais de 200 marcas expositoras em mais de 25 mil m².

    “Esta é a oportunidade ideal para que o setor se reúna e alinhe estratégias para continuar sendo um dos pilares da economia brasileira, levando desenvolvimento, empregos e riqueza a todas as regiões do Brasil”, destaca Arcelio Junior, presidente da Fenabrave.

    Segundo o executivo, haverá uma grade de palestras cuidadosamente planejada para debater o futuro da mobilidade e do setor de distribuição no Brasil,  formado por 8.225 concessionárias presentes em 951 municípios e que, juntos, geram 370 mil empregos diretos e respondem por 5,79% do PIB Nacional.

    A curadoria de conteúdo segue a cargo de Antonio Maciel Neto, fundador da Academia CEO e a organização do evento é da The Experience Company (Exp & Co).


    Foto: Divulgação/Fenabrave



    Fonte: Auto Industria

  • Mercedes-Benz eActros 400 faz 422 km sem necessidade de recarga

    Mercedes-Benz eActros 400 faz 422 km sem necessidade de recarga

    A Mercedes-Benz colocou na estrada o elétrico eActros 400 em teste de autonomia entre a fábrica de São Bernardo do Campo (SP) e o Rio de Janeiro. O modelo, carregado com 19.200 kg de peso bruto total (PBT), encerrou o experimento em São João do Meriti (RJ) após 422 km rodados pela Via Dutra sem necessidade de recarga intermediária e ainda com 30% de energia restante na bateria. Ao final, o caminhão obteve eficiência de 0,70 kWh/km.

    A viagem marca início de testes em operações reais de clientes da Mercedes-Benz. A oferta de caminhões elétricos da fabricante no País reúne os eActros 400 e o eActros 300, ambos indicados para tarefas interurbanas de cargas médias e pesadas, além do leve Fuso eCanter, para serviços de distribuição de carga urbana.

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    Dentre os clientes já definidos estão Braspress Transportes Urgentes, Coca-Cola Femsa Brasil, Expresso Nepomuceno, RD Saúde, Suzano, AGL, Marimex e Ypê.

    Para os testes com clientes no Brasil, a marca dispõe de três modelos, entre versões plataforma 6×2 com 336 kWh e 448 kWh de capacidade de bateria e cavalo-mecânico 4×2, também com 336 kWh. Os rígidos têm PBT de 19 ou 27 toneladas e o trator 40 toneladas de capacidade máxima de tração (CMT).


    Foto: Divulgação Mercedes-Benz



    Fonte: Auto Industria

  • Mercedes-Benz reforça portfólio de elétricos com o novo EQB 250+

    Mercedes-Benz reforça portfólio de elétricos com o novo EQB 250+

    A rede de concessionárias da Mercedes-Benz começou a receber o novo EQB 250+, SUV de sete lugares que reforça a oferta de modelos 100% elétricos da marca no País. Agora, a novidade se junta a outros automóveis disponíveis: EQA 250, EQE 350 nas versões sedã e SUV, AMG EQE 53 4MATIC+, AMG EQS 53 4MATIC+ e EQS 450 4MATIC.

    O recente integrante do portfólio tem como principal argumento de venda a eficiência energético. Equipado com motor elétrico de 190 cv e bateria de com capacidade de 70,5 kWh, o modelo promete autonomia de 376 km, de acordo com o ciclo do Inmetro.

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    O conjunto de capacidade de carga de 11 kWh em carregador de corrente alternada (AC) e de até 100 kWh em corrente contínua. A marca inclui como item de série do modelo carregador wallbox e pré-instalação.

    O pacote de equipamento é extenso e acabamento luxuoso. Dentre os itens se destacam assistentes de direção semiautônomos e display central de 10,25 polegadas de alta definição com o sistema MBUX (Mercedes-Benz User Experience) atualizado.

    Agora, o usuário pode personalizar a aparência dos displays com três estilos de exibição e três modos (navegação, assistência e serviço). A marca ainda oferece três anos de manutenção preventiva já inclusa e três anos de garantia de fábrica no preço do carro: R$ 399.999.


    Fotos: Divulgação Mercedes-Benz Cars & Vans



    Fonte: Auto Industria

  • Qual a melhor moto usada para comprar até R$ 10 mil?

    Qual a melhor moto usada para comprar até R$ 10 mil?

    Com um orçamento de até R$ 10 mil, o mercado de motos usadas no Brasil oferece diversas opções interessantes, especialmente para quem busca um veículo versátil, econômico e com manutenção acessível. A escolha ideal vai depender muito do seu perfil de uso: urbano, para trabalho, para iniciantes ou para pequenas viagens.

    É importante lembrar que, ao comprar uma moto usada, a condição do veículo, o histórico de manutenção e a documentação são tão importantes quanto o modelo em si.


    Qual a Melhor Moto Usada para Comprar Até R$ 10 Mil?

    No cenário atual de 2025, algumas motos se destacam por oferecer um excelente custo-benefício nessa faixa de preço.

    1. Honda Biz 125 (modelos mais antigos, até 2011/2012)

    A Honda Biz é um ícone de praticidade e economia no Brasil. Modelos mais antigos da Biz 125, como os de 2011, podem ser encontrados por volta dos R$ 10.000, dependendo da região e estado de conservação.

    • Vantagens: Extremamente econômica (faz cerca de 40 km/l), fácil de pilotar (câmbio semiautomático), manutenção barata e ampla rede de peças e assistência. Tem um porta-objetos sob o banco, ideal para o dia a dia.
    • Ideal para: Uso urbano, deslocamentos curtos, entregas e para quem busca sua primeira moto.
    • Ponto a considerar: Não é indicada para longas distâncias devido ao conforto. O visual pode ser básico para quem busca algo mais esportivo. 
     Honda Biz 125 – Foto: Divulgação

    2. Honda CG 150 Titan (modelos de 2015 ou anteriores)

     A Honda CG é a moto mais vendida do Brasil por décadas e por um bom motivo: é robusta, confiável e tem uma manutenção amplamente conhecida. Modelos da CG 150 Titan, especialmente os de 2015 (ou anos anteriores), podem se encaixar nesse orçamento.

    • Vantagens: Motor muito durável, ótima para o trânsito urbano e encara bem rodovias (para curtas e médias distâncias). Peças são abundantes e baratas, e a mão de obra é fácil de encontrar. Bom desempenho para sua categoria.
    • Ideal para: Uso misto (cidade e estrada), trabalho (motoboys), e para quem busca uma moto resistente e com boa revenda.
    • Ponto a considerar: O consumo pode ser um pouco maior em comparação com motos de menor cilindrada (cerca de 25-28 km/l). Modelos mais antigos podem ter menor tecnologia.

     

    Qual a Melhor Moto Usada para Comprar Até R$ 10 Mil? – Foto: Divulgação

     

    3. Honda Pop 110i (modelos mais novos, até 2025)

     A Honda Pop é a moto de entrada da Honda e se destaca por ser extremamente acessível e econômica. É possível encontrar modelos mais recentes, inclusive de 2025, na faixa dos R$ 10.000 (preço de 0km para alguns modelos Worker).

    • Vantagens: Altíssimo custo-benefício, consumo de combustível excelente (média de 45 km/l), manutenção muito simples e barata. É leve e fácil de manobrar.
    • Ideal para: Uso estritamente urbano, deslocamentos curtos, e para quem prioriza o menor custo de aquisição e manutenção possível.
    • Ponto a considerar: Design básico, pouca potência para subidas íngremes ou garupa constante, e não é recomendada para viagens.

     

    Honda Pop 110 – Foto: Divulgação

    4. Shineray Worker 125 (modelos de 2025)

     A Shineray vem ganhando espaço no mercado de motos de baixa cilindrada, oferecendo opções com bom preço. A Worker 125 é um exemplo de moto que pode ser encontrada nova ou seminova por volta de R$ 8.490.

    • Vantagens: Preço de aquisição muito competitivo, motor confiável de 125 cc, design funcional e boa suspensão para enfrentar o asfalto brasileiro.
    • Ideal para: Uso urbano, especialmente para trabalho e entregas leves.
    • Ponto a considerar: O consumo (cerca de 30 km/l) é ligeiramente mais alto que algumas concorrentes diretas. A rede de assistência ainda é menor que a da Honda, mas está em crescimento.

     

    Shineray Worker – Foto: Divulgação

    Considerações Importantes Antes da Compra:

    Histórico e Documentação: Sempre peça o histórico da moto, verifique o RENAVAM, se há multas ou débitos, e se a documentação está em dia e em nome do vendedor. Faça uma consulta completa.

     

    Estado Geral da Moto:

    • Motor: Observe vazamentos, barulhos estranhos e fumaça. Peça para ligar a moto fria.
    • Suspensão: Verifique se não há vazamentos nos garfos dianteiros e se a suspensão traseira não está “arriada”.
    • Freios: Teste os freios (dianteiro e traseiro). Verifique o estado das pastilhas/lonas e discos/tambores.
    • Pneus: Observe o desgaste dos pneus. Pneus muito gastos podem indicar a necessidade de troca imediata, o que representa um custo extra.
    • Estrutura: Procure por amassados no chassi, tanque, ou carenagens que possam indicar quedas graves.
    • Parte Elétrica: Teste luzes, piscas, buzina e partida elétrica.
    • Quilometragem: A quilometragem é um indicador, mas o estado de conservação geral e as revisões feitas são mais importantes. Uma moto com alta quilometragem, mas com manutenção em dia, pode ser uma compra melhor que uma com baixa quilometragem, mas negligenciada.

    Teste de Pilotagem: Se possível, faça um pequeno teste. Sinta a embreagem, os engates de marcha e a resposta do motor.

    Mecânico de Confiança: Leve a moto a um mecânico de sua confiança para uma avaliação antes de fechar negócio. Ele poderá identificar problemas que você não notaria.

    Com pesquisa, paciência e atenção aos detalhes, é totalmente possível encontrar uma excelente moto usada por até R$ 10 mil que atenda às suas necessidades e ofereça muita praticidade e economia.


    Qual desses modelos te chamou mais a atenção? Você já teve alguma dessas motos? Responda nos comentários!

     



    Fonte: Garagem 360

  • Exportações de autopeças para os EUA caem em junho e no ano

    Exportações de autopeças para os EUA caem em junho e no ano

    O Sindipeças acaba de atualizar o relatório da balança comercial da indústria de autopeças em 2025, que indica déficit de US$ 1,3 bilhão em junho, resultado levemente superior ao de maio, mas ainda 22,5% acima do observado no mesmo mês de 2024.

    No semestre, o saldo negativo chega a US$ 9,9 bilhões, uma alta de 20,8% sobre idêntico período do ano passado, quando o déficit comercial ficou em US$ 6,26 bilhões.

    Esse resultado reflete um crescimento das importações superior ao das exportações. As vendas para outros países tiveram expansão de 7,5%, passando de US$ 3,73 bilhões para US$ 4 bilhões no comparativo interanual, enquanto as compras lá fora subiram 20,8%, saltando de US$ 9,9 bilhões para US$ 11,47 bilhões.

    Pesa no resultado negativo do setor o aumento acentuado das aquisições de autopeças na China, que atingiram US$ 2,2 bilhões este ano, ante total de US$ 1,71 do primeiro semestre de 2024, evolução de 23,7%.

    Também cresceram as compras de componentes produzidos nos Estados Unidos. A alta nesse caso foi de 10,4%, para US$ 1,56 bilhões. Só que as vendas para o mercado estadunidense estão em queda.

    O Brasil exportou US$ 632,2 milhões para lá no primeiro semestre, com recuo de 4,9% no comparativo interanual. “Apesar de permanecerem como o segundo principal destino das exportações brasileiras de autopeças, os Estados Unidos vêm perdendo participação relativa no mercado”, destaca o relatório do Sindipeças.

    A entidade lembra que a imposição da sobretaxa de 25% para autopeças por parte do governo Donald Trump, com vigência desde 3 de maio, contribuiu para essa perda de dinamismo e vem mostrando seus primeiros sinais.

    Com US$ 104,1 milhões embarcados, as exportações para o mercado norte-americano caíram 5,7% em junho sobre maio, com reflexo negativo no acumulado do ano

    Um quadro que tende a ser agravar caso seja mantida a nova sobretaxa de 50% anunciada pelo Governo Trump para todos os produtos brasileiros a partir de 1º de agosto.

    O Sindipeças esclarece que no caso das exportações, o bom momento vivido pelos setor automotivo na Argentina tem sido decisivo para o desempenho positivo da indústria brasileira este ano. As vendas para o país vizinho cresceram 28,1% no semetre, com total embarcado este ano de US$ 1.564.314.798.

     


     



    Fonte: Auto Industria

  • Carros da Toyota vão sair do Brasil? O que já sabemos após confirmação de fechamento da fábrica brasileira

    Carros da Toyota vão sair do Brasil? O que já sabemos após confirmação de fechamento da fábrica brasileira

    Recentemente, uma notícia surpreendeu o setor automotivo: a Toyota anunciou o fechamento de sua histórica fábrica em Indaiatuba, no interior de São Paulo. Após 27 anos de operação, essa unidade, responsável pela produção de mais de um milhão de unidades do popular Corolla, encerra suas atividades.

    Mas o que realmente está por trás dessa decisão? Será o fim da Toyota no Brasil? Acompanhe o Garagem360 e saiba mais!

    O que motivou o fechamento da fábrica da Toyota em Indaiatuba?

    O fechamento da fábrica de Indaiatuba não é uma simples retirada da montadora do Brasil, mas parte de uma estratégia maior e focada em reestruturação.

    Carros da Toyota; fábrica da Toyota

    Foto: Imagem gerada por IA

    A princípio, a Toyota está concentrando seus esforços e recursos em sua unidade de Sorocaba, que passará a ser o centro de produção de novos modelos e da modernização industrial da empresa.

    O objetivo é alinhar a fábrica com as novas exigências tecnológicas e de eficiência do mercado global, além de investir em produtos inovadores e atender melhor o mercado brasileiro.

    Mais investimentos e inovação

    Em vez de se distanciar do Brasil, a Toyota está ampliando seus investimentos com um plano de R$ 11 bilhões até 2030. A fábrica de Sorocaba será expandida, e modelos como o Yaris Cross e a van Hiace vão começar a ser produzidos no país.

    Além disso, a fabricante também se prepara para fortalecer sua presença com veículos híbridos, como o Corolla GLI Hybrid, que trará uma versão de entrada do sedã com motorização híbrida flex.

    A Toyota vai realmente deixar o Brasil?

    Não! Apesar do fechamento da fábrica em Indaiatuba, a Toyota continua firme no Brasil. Inicialmente, o fechamento é parte de um processo de modernização que visa trazer produtos mais eficientes e alinhados com as novas necessidades do mercado.

    Carros da Toyota; fábrica da Toyota

    Foto: Divulgação / Toyota

    Ou seja, a montadora está apenas mudando seu foco para Sorocaba, onde novos modelos e investimentos serão feitos.

    E os funcionários da fábrica de Indaiatuba?

    A Toyota garantiu que não haverá demissões. Durante a transição, os 1.500 funcionários da unidade de Indaiatuba terão a oportunidade de se transferir para a fábrica de Sorocaba, onde também serão abertas 500 novas vagas devido à expansão da planta. A montadora se comprometeu a cuidar da transição dos seus empregados.

    O que vai mudar para os consumidores?

    Contudo, as novidades não param por aí. A Toyota não está apenas encerrando a produção de modelos tradicionais, mas também está apostando em novos produtos e tecnologias que vão influenciar diretamente os consumidores.

    Entre os lançamentos mais aguardados, estão o Yaris Cross, um SUV compacto e híbrido, a van Hiace, que será importada da Argentina, e o Corolla GLI Hybrid, que vai agradar quem busca um sedã com motorização híbrida flex.

    Agora queremos saber de você: acredita que essa nova estratégia da Toyota vai ser benéfica para o mercado brasileiro?



    Fonte: Garagem 360

  • Flagra: tudo o que já sabemos da nova Fiat Toro 2026

    Flagra: tudo o que já sabemos da nova Fiat Toro 2026

    A Fiat Toro 2026 está quase chegando ao mercado e promete muitas novidades! Recentemente, unidades da picape foram flagradas a caminho das concessionárias sem camuflagem, revelando detalhes de sua nova aparência e melhorias no desempenho.

    Em detalhes, apicape, que conquistou muitos fãs, vai ganhar novos ares no modelo 2026, com mudanças tanto no visual quanto na tecnologia.

    Acompanhe o Garagem360 e veja mais detalhes!

    O que mudou no visual da Fiat Toro 2026?

    A nova Fiat Toro 2026 chega com alterações significativas, começando pela sua frente. A grade frontal foi reformulada e agora traz linhas inspiradas no Fiat Grande Panda europeu, com filetes verticais e um acabamento cromado na versão topo de linha Ultra.

    Nas versões mais simples, a grade será preta, mas igualmente moderna, conectando-se aos faróis e ao para-choque inferior, também repaginado.

    Outras mudanças incluem:

    • Rodas novas: a picape ganhará novas opções de rodas, trazendo um visual mais robusto e moderno.

    • Lanternas em LED: as lanternas traseiras foram redesenhadas, com um layout mais fino e linhas mais ousadas. A novidade inclui o para-choque traseiro, que agora possui fendas verticais e novas luzes.

    • Vinco horizontal na tampa da caçamba: a tampa da caçamba traz um novo vinco horizontal que percorre toda sua extensão, mantendo o estilo de abertura atual.

    Quais são as novidades no interior da Fiat Toro 2026?

    No interior, as mudanças são mais discretas, mas ainda assim trazem inovações interessantes. A principal novidade é a adição do freio de estacionamento eletrônico, acionado por um botão e com a função auto hold, que promete mais praticidade para o dia a dia.

    painel digital e a central multimídia também devem contar com novos grafismos e revestimentos, oferecendo uma experiência mais moderna e conectada.

    Além disso, espera-se que a Fiat Toro 2026 ofereça mais opções de personalização, com novos materiais e acabamentos para o interior.

    Foto: reprodução / Gessner Motors / Instagram

    Qual motor estará disponível na Fiat Toro 2026?

    A motorização da picape da Fiat também receberá atualizações. A picape continuará oferecendo as versões com motor 1.3 turbo flex, que gera 176 cv e 270 Nm de torque, mas pode ganhar um sistema híbrido de 48V nas versões mais equipadas.

    Esse sistema será lançado um pouco após o modelo oficial, mas promete aumentar a eficiência e reduzir o consumo de combustível.

    As versões diesel contarão com o motor 2.2 turbodiesel de 200 cv e 450 Nm, já conhecido pelos proprietários da Toro. Este motor será combinado com um câmbio automático de nove marchas, o que proporciona uma direção mais suave e eficiente.

    Foto gerada por AI / Garagem360

    Quais versões e preços podemos esperar?

    As versões da Fiat Toro 2026 deverão manter a tradicional divisão entre as opções 4×2 (com o motor 1.3 T) e 4×4 (com o motor 2.2 TD). Quanto aos preços, as estimativas apontam que os valores vão variar de R$ 157.490 a R$ 226.490, com base nas versões disponíveis atualmente.

    Por fim, a chegada da nova Fiat Toro às concessionárias está prevista para agosto de 2025, e você pode esperar por um modelo mais equipado e moderno, pronto para agradar tanto os fãs da picape quanto aqueles que buscam por um novo carro para o dia a dia.

    Aproveite para conferir: Manutenção de um carro elétrico: revelamos o preço em 2025

    Agora, queremos saber sua opinião! O que você acha das mudanças no visual e na motorização da Fiat Toro 2026? Deixe seu comentário abaixo e compartilhe conosco suas expectativas!



    Fonte: Garagem 360

  • Veja a íntegra do manifesto da Anfavea contra pedido da BYD

    Veja a íntegra do manifesto da Anfavea contra pedido da BYD

    AAnfavea. com o apoio dos Movimentos Sindicais, do Sindipeças e das Federações das Indústrias dos Estados de Goiás, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul,  Santa Catarina e São Paulo, divulgou manifesto contra pedidos em análise na Camex que propõem a redução das tarifas de importação para  veículos eletrificados nos regimes SKD (semi-desmontados) e CKD (completamente desmontados).

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    Ameaça de redução da alíquota de SKD mobiliza setor automotivo

    A proposta de redução partiu da montadora chinesa BYD. No linkdin, o presidente executivo da Anfavea, Igor Calvet, disse que a possível redução de tarifas para importação de kits SKD e CKD, como pleiteado por uma montadora, favorecerá a revisão dos R$ 180 bilhões de investimentos anunciados até 2030:

    “Esses recursos não são apenas números, representam empregos, inovação, adensamento tecnológico e soberania produtiva. Compromete-se o futuro da indústria automotiva brasileira e sua capacidade de competir globalmente com justiça e equilíbrio”.

    Veja texto da Anfavea na íntegra:.

    “A aprovação dessas medidas (redução das alíquotas de importação de SKD e CKD) representa uma ameaça direta à política industrial brasileira e coloca em risco conquistas estratégicas acumuladas ao longo de décadas. Não se trata apenas de uma questão tarifária, mas estão em jogo:

    • A preservação de empregos qualificados – enquanto a produção local gera até 10
    empregos indiretos por vaga, a montagem de kits importados gera apenas 2 ou 3;
    • A manutenção de uma base produtiva sólida e sofisticada no país;
    • O estímulo à pesquisa, ao desenvolvimento e à inovação tecnológica;
    • A atratividade do Brasil como destino de investimentos industriais;
    • A sustentabilidade da cadeia automotiva nacional, que envolve milhares de empresas e
    milhões de trabalhadores.

    Reduzir as tarifas de importação para veículos eletrificados nos regimes SKD e CKD, sem compromissos reais de nacionalização, ignora os impactos sociais e ameaça diretamente o emprego e a renda de milhares de trabalhadores da cadeia automotiva. Trata-se de um retrocesso que fragiliza a indústria nacional e compromete o desenvolvimento regional.

    O Brasil tem a oportunidade de liderar a transição para a mobilidade de baixo carbono com protagonismo produtivo, tecnológico e social. Para isso, é essencial estimular a produção local e não abrir mão de capacidade industrial em troca de montagens com baixo valor agregado e reduzido impacto sobre a economia.

    A indústria automotiva tem papel estratégico no desenvolvimento nacional e responsabilidade, diálogo e visão de longo prazo são essenciais.”


     



    Fonte: Auto Industria

  • Ameaça de redução da alíquota de SKD mobiliza setor automotivo

    Ameaça de redução da alíquota de SKD mobiliza setor automotivo

    O Sindipeças enviou mensagem ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, reiterando grande preocupação com o risco de que seja atendido pleito de redução do Imposto de Importação para veículos desmontados e semi-desmontados (CKD e SKD) feito pela BYD.

    Também as montadoras General Motors, Stellantis, Toyota e Volkswagen se manifestaram sobre o tema, conforme revelado pelo presidente da GM do Brasil, Santiago Chamorro, no linkedin. Em carta também enviada ao presidente Lula, as quatro empresas manifestam preocupação com o futuro da indústria automotiva brasileira e alertam quanto ao impacto da medida na competitividade da produção local.

    A mesma rede social foi utilizada pelo presidente executivo da Anfavea, Igor Calvet, para dizer que a possível redução de tarifas para importação de kits SKD e CKD, como pleiteado por uma montadora, favorecerá a revisão dos R$ 180 bilhões de investimentos anunciados até 2030.

    O pleito da montadora chinesa deve ser avaliado nesta terça-feira, 29, em reunião extraordinária do Comitê de Alterações Tarifárias da Camex e no dia seguinte em reunião do Comitê Executivo de Gestão do órgão.

    LEIA MAIS

    Veja a íntegra do manifesto da Anfavea contra pedido da BYD

    BYD acredita na redução do Imposto de Importação para SKD

    A BYD reivindica Imposto de Importação de 5% para CKD e 10% para SKD. Essas alíquotas atualmente são as mesmas cobradas para veículos completos, de 28% para os híbridos e 25% para os 100% elétricos. 

    Além do risco de tal reivindicação ser aprovada, o presidente do Sindipeças, Cláudio Sahad, alerta para o iminente aumento das alíquotas de importação por parte dos Estados Unidos: “A combinação nefasta desses fatores irá, inquestionavelmente, provocar queda de produção e perda de empregos, além da inevitável revisão dos investimentos anunciados por montadoras e pelo setor de autopeças”.

    Na carta das montadoras publicada pelo presidente da GM, destaca-se a importância do setor automotivo, “um dos pilares da economia nacional, responsável por 2,5% do PIB brasileiro e 20% do PIB da indústria de transformação, gerando 1,3 milhão de empregos diretos e indiretos e movimentando US$ 74,7 bilhões por ano”.

    “Esse ecossistema está sob risco”, argumentam os representantes das montadoras aqui instaladas. “A possível aprovação de incentivos à importação de veículos semidesmontados (SKD) ou desmontados (CKD) impacta a competitividade da produção local e reduz o valor agregado nacional, além de ameaçar empregos, inovação e a engenharia brasileira”.

    A proposta, segundo carta enviada ao presidente da República, é clara: concorrência em condições equilibradas:

    “Defendemos políticas que valorizem quem investe, produz e gera empregos no Brasil.  Estamos comprometidos com bilhões em investimentos nos próximos anos, impulsionando uma nova geração de veículos mais sustentáveis e inovadores. Confiamos na sensibilidade do governo para continuar acreditando na indústria nacional, garantindo um futuro mais próspero para o Brasil.”


    Foto: Divulgação/VW



    Fonte: Auto Industria