O mercado de implementos rodoviários chega ao fim do primeiro semestre de 2025 com desempenhos opostos dentre as categorias de produtos, conforme aponta o balanço de vendas consolidado pela Anfir. Enquanto os licenciamentos de pesados recuaram, as entregas de leves cresceram.
As vendas de reboques e semirreboques, tradicionalmente o principal motor da indústria de implementos rodoviários, acumulou nos seis primeiros meses 35.831 emplacamentos, volume 19,8% inferior ao anotado um ano atrás, quando somou 44.664 unidades.
A distribuição de leves, por sua vez, representada pelas carrocerias sobre chassi, cresceu 18,4% no primeiro semestre, para 36.352 produtos ante os 30.687 negociados no mesmo período do ano passado.
No acumulado total do mercado, o transportador de carga absorveu 72.183 unidades, baixa de 4,2% na comparação com o volume registrado há um ano, de 75.351 implementos rodoviários.
“Recuo não é boa notícia, mas se há algo a pontuar, registramos um primeiro semestre curva positiva de vendas da linha Leve”, observa em nota José Carlos Spricigo, presidente da Anfir. “Enfrentamos um momento em que é necessário resiliência e foco nas melhores competências, porque são nelas que nos apoiamos para superar os obstáculos atuais.”
A General Motors anunciou nesta terça-feira (8) o início da pré-venda do Chevrolet Spark EUV, seu novo hatch compacto elétrico, marcando a chegada de mais um competidor de peso ao segmento de veículos eletrificados no Brasil.
Chevrolet Spark EUV inicia pré-venda no Brasil por R$ 159.990
O modelo, que tem base chinesa, chega com um preço agressivo de R$ 159.990, posicionando-se em concorrência direta com seu principal rival, o BYD Dolphin, que atualmente custa R$ 159.800.
A fase de pré-venda se estenderá por todo o mês de julho, com as primeiras entregas programadas para agosto. Em um movimento estratégico para expandir sua linha elétrica, a Chevrolet confirmou que, no último trimestre deste ano, lançará o Captiva EV, reforçando a ofensiva da marca no segmento de veículos eletrificados.
Chevrolet Spark EUV inicia pré-venda no Brasil por R$ 159.990 – Foto: Divulgação
Com um visual que lembra um hatch “bombado” devido às suas características de crossover, o Chevrolet Spark EUV possui proporções compactas: 4 metros de comprimento, 2,56 metros de entre-eixos, 1,76 metro de largura e 1,73 metro de altura.
Motorização
Em termos de motorização, o Spark EUV é equipado com um motor elétrico traseiro que entrega 102 cv de potência e 18,4 kgfm de torque.
Sua bateria de 41,9 kWh proporciona uma autonomia de mais de 400 km no ciclo chinês (WLTC). É importante notar que este número pode ser mais modesto quando o veículo for avaliado pelo Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV).
Com uma pegada jovial, o novo hatch elétrico da Chevrolet será oferecido em uma variedade de cores vibrantes, incluindo Azul Atlântico, Branco Cupiaçu, Amarelo Canário, Cinza Redentor, Preto Rio Negro e Azul Anil.
Spark EUV – Imagem gerada por IA
Interior
Embora a cabine não tenha sido totalmente exibida, sabe-se que o Spark EUV contará com uma grande central multimídia, painel de instrumentos digital e volante multifuncional de três raios, com a provável inclusão de um carregador de celular por indução. Detalhes completos sobre o pacote de equipamentos e especificações técnicas serão divulgados no lançamento oficial em meados de agosto.
O nome “Spark”, vale lembrar, faz referência a um antigo carro da GM, que correspondia ao Celta e foi vendido em diversos países da América Latina, trazendo um toque de nostalgia à novidade elétrica.
O que você achou dos preços e da autonomia do Chevrolet Spark EUV? Você considera a concorrência com o BYD Dolphin acirrada?
Representante de lojas independentes multimarcas, a Fenauto divulga balanço semestral do mercado de veículos usados, com total de 8.350.449 unidades comercializadas no primeiro semestre deste ano, um aumento de 13,7% em relação ao mesmo período de 2024, quando foram negociadas 7.343.752.
Por segmento, o que mais cresce é o de seminovos, com 1.687.709 negócios registrados em 2025, expansão de 32,8% sobre total de 1.270.707 de janeiro a junho do ano passado. O de “usados jovens”, com 4 a 8 anos de uso, evoluiu 4,4% no mesmo comparativo, atingindo 1.973.299 veículos este ano.
Os chamados “usados maduros’, de 9 a 12 anos, mantiveram estabilidade em torno de 1,7 milhão de unidades e os “velhinhos”, assim como os seminovos, registraram alta acima da média, de 20%, com volume próximo de 3 milhões de veículos.
Em junho, com um dia útil a menos do que maio, houve queda de 6,7% nos negócios com usados, com 1,48 milhão veículos comercializados, ante total de 1,54 milhão no mês anterior.
Segundo a Fenauto, a média diária de vendas teve resultado positivo, com alta de 3,1% no comparativo mensal. Foi a a segunda melhor desde 2019, com as trocas de propriedade chegando a 75,6 mil.
Enilson Sales, presidente da entidade, diz que a maior preocupação neste momento é com a restrição do crédito, agravada com o impacto em torno das incertezas com relação ao IOF. De qualquer forma, ele ainda acredita na manutenção de um bom nível de crescimento até o final do ano.
O balanço da Fenauto contempla automoveis e comercias leves, que somados superam 6 milhões de unidades vendidas no ano. Os pesados somaram 200,4 mil unidades e as motos, 1,88 milhão.
A BYD apresentou novidades para o Dolphin Mini que chega na linha 2026. Agora, o modelo perde a versão de quatro lugares (disponível ainda em estoque para linha 2025 e 2024) e passa a ser comercializado apenas com cinco lugares.
O preço também mudou e teve uma redução de praticamente R$ 3 mil (saiu de R$ 122.800 para R$ 119.990).
Para a linha 2026 do compacto elétrico, há adição de rodas com novo desenho. O tamanho, contudo, segue o mesmo.
Na tampa do porta-malas, o Dolphin Mini trocou o logo Build Your Dreams por BYD – simplificando a logomarca da montadora.
Se é para “fazer barulho”, mesmo com carros elétricos, podem chamar a BYD. Desde sua chegada ao Brasil, há cerca de três anos, não há uma semana, ou menos ainda, em que a marca chinesa não gere alguma notícia, seja para o bem ou para o mal.
Um dia depois de a Anfavea dizer que redução das alíquotas de importação para veículos desmontados, um pleito da marca, contribui para a desindustrialização e que não prevalecerá, a montadora trata de anunciar redução promocional dos preços de seus dois veículos mais vendidos.
Ambos ainda importados, mas confirmados como os primeiros modelos fabricados em Camaçari, BA, junto com o sedã King, Dolphin Mini e Song Pro GS estarão mais baratos pelo menos até o fim de julho, assim como o Dolphin GS, todos já linha 2026.
Com o argumento de que se trata de comemoração pela a abertura da planta baiana, que, entretanto, só montou até agora protótipos e não tem data de inauguração confirmada, a versão de 5 lugares do Dolphin Mini passa a custar R$ 119.990,00, R$ 2.810 a menos, enquanto o Song Pro GS sai por R$ 199.990, desconto de R$ 5 mil.
O Dolphin GS 2026, com mais recursos de conforto de série, como carregador de celular por indução e ajuste elétrico do banco do motorista, dentre outros, tem redução ainda mais expressiva: o valor promocional é de R$ 149.990, R$ 10 mil abaixo da tabela sugerida.
O Song Pro GS 2026 tem ainda a vantagem de dispor de pacote completo ADAS 2 de série e que inclui controle de velocidade adaptativo, assistente de permanência em faixa, frenagem automática de emergência e alerta de ponto cego.
A BYD vendeu 47,7 mil automóveis e comerciais leves no primeiro semestre, 46% a mais do que em igual período do ano passado. Já ameaça bem de perto a oitava marca do ranking, a Honda, que acumulou 50,7 mil licenciamentos.
O Song é o modelo mais vendido da marca, com 17,5 mil emplacamentos até junho, seguido do Dolphin Mini (13,2 mil) e do Dolphin (6,3 mil).
A linha 2026 do Volkswagen Nivus já está disponível nas concessionárias brasileiras, e os consumidores encontrarão uma novidade que impacta o bolso: novos preços para a maioria das versões, com reajustes que podem chegar a R$ 5 mil.
As opções Comfortline, Highline e GTS foram afetadas, enquanto a versão de entrada Sense manteve o mesmo valor de lançamento, consolidando-se como a porta de entrada para o SUV cupê da Volkswagen.
Volkswagen Nivus fica até R$ 5 mil mais caro nas concessionárias
O maior acréscimo de preço foi registrado na versão topo de linha, o Nivus GTS. Lançado oficialmente no Brasil em abril, o modelo passou de R$ 174.990 para R$ 179.990, um aumento de R$ 5 mil. Esse reajuste reforça a posição do GTS como a opção mais completa e esportiva da gama, sendo o primeiro SUV da marca a ostentar a icônica sigla GTS no país.
Volkswagen Nivus fica mais caro – Foto: Divulgação
Equipado com um motor 1.4 TSI de 150 cv de potência e 25,5 kgfm de torque, o Nivus GTS entrega um desempenho notável para o segmento, acelerando de zero a 100 km/h em 8,4 segundos. Seu visual também acompanha a proposta esportiva, com rodas exclusivas de 18 polegadas, detalhes em vermelho no interior e exterior, teto escurecido e iluminação full-LED.
No interior, o acabamento tem um toque esportivo, com bancos exclusivos com o logotipo GTS, painel digital com grafismos personalizados e a central multimídia VW Play Connect, que oferece internet embarcada e compatibilidade sem fio com Android Auto e Apple CarPlay. Modos de condução ajustáveis (Eco, Normal, Sport e Individual) completam a experiência.
As configurações intermediárias do Nivus também tiveram seus preços elevados. A versão Comfortline, equipada com motor 1.0 TSI de até 128 cv de potência, subiu R$ 2.800, passando de R$ 143.490 para R$ 146.290.
Volkswagen Nivus fica mais caro – Foto: Divulgação
Já a versão Highline, que compartilha o mesmo conjunto mecânico e oferece mais equipamentos, teve um reajuste de R$ 2.500, com o preço saltando de R$ 160.790 para R$ 163.290
É importante notar que essas versões intermediárias já haviam recebido pequenas atualizações na virada do modelo, como a chave com acabamento cromado e o carregador por indução com refrigeração, o que pode justificar parte do aumento.
Sense permanece com o mesmo preço
Apesar dos reajustes nas demais versões, o Volkswagen Nivus Sense mantém sua posição como a opção mais acessível da linha, custando os mesmos R$ 119.990.
Mesmo sendo a versão de entrada, o Nivus Sense oferece um pacote de equipamentos relativamente completo, incluindo painel digital de oito polegadas, central multimídia VW Play com tela de 10 polegadas, seis airbags, frenagem autônoma de emergência (AEB) e controle eletrônico de estabilidade (ESC) como itens de série.
Confira a tabela completa com os novos preços do Volkswagen Nivus 2026:
Versão
Preço anterior
Preço atual
Reajuste
Sense 1.0 TSI
R$ 119.990
R$ 119.990
—
Comfortline 1.0 TSI
R$ 143.490
R$ 146.290
R$ 2.800
Highline 1.0 TSI
R$ 160.790
R$ 163.290
R$ 2.500
GTS 1.4 TSI
R$ 174.990
R$ 179.990
R$ 5.000
Deixe sua Opinião: O que você acha dos novos preços do Volkswagen Nivus 2026? Acha que o aumento vai impactar as vendas do SUV cupê? Comente abaixo e participe da discussão!
Está programado para quinta-feira, 10, às 15h, no Palácio do Planalto, o lançamento pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva do programa carro sustentável, aquele que estabelece índices de IPI menor para modelos fabricados no País com baixa emissão de poluentes.
Executivos das montadoras e da Anfavea foram convidados para o evento que pode representar um novo marco no setor automotivo brasileiro.
Na segunda-feira, 7, durante apresentação do balanço das vendas e produção de junho e do semestre, o presidente executivo da Anfavea, Igor Cavet, comentou sobre a importância do programa que, segundo ele, está previsto no Mover, Mobilidade Verde e Inovação.
“Há uma previsão legal na MP do Mover do final de 2023 sobre o que chamamos de IPI Verde. É uma discussão que já acontece há algum tempo, ora esfria, ora aquece e mais recentemente voltou à pauta do governo federal”, comentou o executivo, sinalizando que algo poderia ocorrer em breve.
Ele disse, inclusive, que estaria em Brasília esta semana para tratar do assunto. Dentre os itens que vão influenciar na composição das alíquotas de IPI, representantes da indústria adiantaram a potência do motor, a pegada de carbono na fabricação e o tipo de combustível, se etanol ou energia elétrica.
No ano passado o governo chegou a lançar programa que na época definia incentivos para os chamados então carros populares, quando os modelos mais beneficiados foram o Fiat Mobi e o Renault Kwid, os dois mais acessíveis hoje do mercado brasileiro.
A Eaton nomeou o brasileiro Paulo Ruiz para ser o novo CEO da Eaton no lugar de Craig Arnold, que se aposentou. O executivo, de 49 anos, atua como presidente e diretor de operações da Setor Industrial desde julho de 2022, posição na qual é responsável pelos negócios de Aeroespacial, Veículos, Mobilidade Elétrica, Filtração e Golf Pride.
Anteriormente, Paulo Ruiz foi presidente da região das Américas da unidade de negócios de Soluções e Serviços de Energia e presidente do Grupo de Hidráulica da empresa.
Antes de ingressar na Eaton em 2019, Ruiz ocupou cargos estratégicos na Siemens em todo o mundo, também posições de operações, comerciais e de engenharia na Fiat.
O executivo possui mestrado em Administração de Empresas pela Fundação Dom Cabral e bacharelado em Engenharia Elétrica pela FEI. Também concluiu o programa de pós-MBA na Kellogg School of Management da Fundação Dom Cabral e o Programa de Desenvolvimento de Pós-Graduação da Isvor Fiat, em Turim, Itália.
Você sabia que, ao comprar um carro, a desvalorização é um dos principais fatores que deve ser considerado? Alguns modelos, infelizmente, perdem valor muito mais rápido do que outros, e quem não se atenta a esse detalhe pode acabar com um prejuízo considerável na hora da revenda. O Garagem360 vai mostrar os 10 carros que mais desvalorizaram em 2025; confira!
Quais são os carros que mais desvalorizam em 2025?
Para quem busca fazer um bom negócio, a desvalorização é um fator crucial. Em 2025, alguns carros estão se destacando pela rápida perda de valor.
Foto: Garagem360
Para ajudar você a tomar uma decisão mais informada, compilamos os 10 modelos que mais desvalorizam no Brasil neste ano. Confira:
JAC e-JS4 – R$ 254.900 (37,5% de desvalorização)
JAC E-JS7 – R$ 259.990 (32,6% de desvalorização)
Renault Kwid E-Tech – R$ 139.990 (25,9% de desvalorização)
Honda CR-V Advanced Hybrid – R$ 352.900 (22,4% de desvalorização)
Mini Countryman SE All4 – R$ 379.990 (20,5% de desvalorização)
Honda Accord Advanced Hybrid – R$ 332.400 (20,1% de desvalorização)
Jeep Commander Overland – R$ 335.990 (19% de desvalorização)
Nissan Frontier XE – R$ 315.690 (18,8% de desvalorização)
Esses modelos se destacam pela alta desvalorização, e quem busca uma boa relação custo-benefício deve ficar atento.
A seguir, vamos explicar um pouco mais sobre o que impacta essa queda no valor de revenda e os detalhes de cada um desses carros.
Por que alguns carros perdem tanto valor?
A princípio, a desvalorização de um carro pode ser causada por diversos fatores. Entre os mais comuns, estão:
Modelo e demanda no mercado: Se um carro não tem boa procura ou se a concorrência é forte, seu valor tende a cair mais rapidamente.
Manutenção e custo de peças: Carros com manutenção cara ou peças difíceis de encontrar desvalorizam mais rápido.
Tecnologia e inovação: Modelos que ficam desatualizados tecnologicamente em pouco tempo tendem a perder valor mais rápido.
Autonomia e desempenho: Especialmente no caso de carros híbridos e elétricos, a autonomia e a performance no uso diário são pontos importantes para o valor de revenda.
Esses fatores e outros influenciam a perda de valor dos veículos. No caso dos modelos listados, a combinação de fatores como inovações tecnológicas, custos de manutenção e até o mercado local ajudam a explicar sua queda acentuada no preço.
Como evitar a desvalorização ao escolher um carro?
Ao escolher um carro, sempre leve em consideração a tendência de desvalorização. Alguns modelos têm maior aceitação no mercado de usados, o que ajuda a manter seu valor por mais tempo.
Foto: Divulgação / Jeep
Para evitar dores de cabeça, tome alguns cuidados:
Pesquise sobre o histórico de desvalorização de outros carros similares.
Considere a demanda por peças e serviços da marca em sua região.
Avalie o custo de manutenção e seguro do modelo.
Embora esses aspectos não garantam uma retenção de valor total, podem ajudar a minimizar as perdas financeiras.
Se você está em dúvida sobre qual modelo comprar, fique atento à desvalorização! Evitar carros que perdem muito valor pode significar uma economia significativa no futuro.
Agora conte pra gente: você já teve/tem algum desses modelos da lista? Pretendia adquirir algum deles?
Não de hoje a General Motors e seus carros e picapes Chevrolet vêm perdendo fôlego no mercado brasileiro. Em 2024, a empresa vendeu 4% a menos do que em 2023, enquanto o mercado cresceu 14%.
Os quase 120 mil licenciamentos do primeiro semestre de 2025, quando as vendas internas totais cresceram 5%, representaram novo declínio da Chevrolet e ainda maior: 15% frente a igual período do ano passado, o maior entre as montadoras generalistas.
Diante de um quadro que promete ser ainda mais desafiador a partir de 2026, com novas várias marcas produzindo aqui ou importando para todos nos segmentos nos quais centra seus produtos e esforços, a GM resolveu colocar o “bloco na rua” de reforços que chegarão ao mercado nas próximas semanas e meses.
Nesta terça-feira, 8, a montadora apresentou cinco novidades para 2025 e com as quais imagina poder reverter a curva de baixa.
Duas, porém, de pequeno impacto nos números e fluxo de interessados nas revendas, quase que somente meras demonstrações de tecnologias e potencialidades da marca: os elétricos importados Captiva e Spark, na verdade ambos produtos fabricados por empresas parceiras na China.
O Spark entrará em pré-venda a partir desta semana por R$ 159.990, mas estará mesmo na rede de concessionárias não antes de agosto ou setembro. O Captiva tem previsão de chegar às revendas somente no fim do ano.
Mais importantes são mesmos os renovados Onix, Onix Plus e Tracker, nacionais que representaram 87% dos 95,6 mil carros de passeio que a marca vendeu de janeiro a junho.
A família Onix 2026, que começa a ser vendida nas próximas semanas, tem mudanças importantes após quase cinco anos da chegada da atual geração, um intervalo longo em um período que as concorrentes, sobretudo chinesas, trazem novidades revelevantes na estética ou lista de conteúdos a cada dois ou, no máximo, três anos.
A nova frente é, naturalmente, a de maior impacto e tem agora faróis em full LED nas versões superiores e para-choque redesenhado. Para a traseira, nada de absolutamente novo, apenas retoques. Diferente do interior, que ganhou um painel aque chamará a atenção, como redonominância das telas para quadro de instrumentos e central multimídia.
Assim como o 1.2 turbo para o Tracker — já nas concessionárias, também novo design dianteiro e soluções e acabamentos internos revistos —, as motorizações seguem as mesmas para os Onix, apenas com algumas alterações técnicas: a depender da versão, 1.0 aspirado (82 cv)e 1.0 turbo (116 cv).
Talvez a melhor notícia para os consumidores: os preços foram mantidos.