Autor: automoveis

  • Carros e alta-costura: veja parcerias luxuosas entre montadoras e grifes

    Carros e alta-costura: veja parcerias luxuosas entre montadoras e grifes

    Os carros e a moda sempre estiveram lado a lado. Ao longo da história automotiva, a alta-costura têm se aproximado dos veículos com algumas colaborações. 

    Essas colaborações têm objetivos diversos. Em alguns casos, o foco é o lançamento de séries limitadas; em outros, o fortalecimento da imagem da marca junto a públicos que valorizam estilo e sofisticação.

    Confira abaixo parcerias entre montadoras e marcas de luxo: 

    • Buggati e Hermès

    A Bugatti se juntou com a Hermès em um projeto que resultou no Chiron para Manny Khoshbin, magnata imobiliário da Califórnia. A grife francesa foi responsável por personalizar um exemplar único do Bugatti Chiron, utilizando couro Hermès nos bancos, portas e até no porta-malas. 

    O carro tem detalhes e padronagens no aerofólio e interior que remete à grife de luxo. 


    Bugatti e Hermès já juntam forças em outra ocasião
    Bugatti e Hermès já juntam forças em outra ocasião • Divulgação
    • BMW e Kith

    A Kith e a BMW criaram uma versão de produção do BMW XM lançada em duas cores. Este modelo de edição limitada manterá o design original de fábrica de alto desempenho do BMW XM, enquanto apresenta atualizações projetadas pela Kith por toda parte. Apenas 47 unidades foram produzidas em todo o mundo.


    Apenas 47 edições foram produzidas em todo o mundo
    Apenas 47 edições foram produzidas em todo o mundo • Divulgação
    • Fiat e Armani 

    No ano passado, o Fiat 500e se uniu com a Armani para lançar uma edição especial do carro. Por dentro, o compacto elétrico tem madeira real, assentos de couro sintético e encostos de cabeça bordados. 

    Aos donos que o encomendaram, receberam carta de boas-vindas assinada por Olivier François e Giorgio Armani.


    Fiat 500e Giorgio Armani Collector's edition
    Fiat 500e Giorgio Armani Collector’s edition • Divulgação
    • Mini e Paul Smith

    A Mini e o estilista britânico Paul Smith firmaram parceria para criar versões do carro com acabamentos coloridos e visual descontraído. 

    O MINI Strip usa materiais ecologicamente corretos por dentro e por fora, incluindo painéis de metal que foram impressos em 3D a partir de materiais reciclados, um telhado panorâmico feito de perspex reciclado, tapetes feitos de borracha reciclada e detalhes internos feitos com cortiça reciclada. 

    Até mesmo o assento é feito com tecido de malha totalmente reciclável. Também foi incluído parafusos visíveis para mostrar como seria fácil desmontar e reciclar o carro inteiro.


    Embora possa não ser de cor verde, o MINI Strip certamente é verde em espírito
    Embora possa não ser de cor verde, o MINI Strip certamente é verde em espírito • Divulgação

     

    Relembre 5 carros diferentões que ficaram só no conceito



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Produção de chassi de ônibus cresce 7% no 1º semestre

    Produção de chassi de ônibus cresce 7% no 1º semestre

    Embora a produção de chassi de ônibus em junho tenha arrefecido 4,9% em junho (2.778 unidades) em relação a maio (2.920), o ritmo das atividades no chão de fábrica fechou os seis primeiros meses do ano 7,3% maior com 15.754 unidades ante as 14.668 produzidas um ano antes.

    Segundo Gustavo Bonini, vice-presidente da Anfavea, a queda mensal é pontual e relacionada a menor número de dias úteis. Isso porque o as demandas do mercado interno e as exportações continuam impulsionando o movimento nas linhas de montagem.

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    →Venda de ônibus recua 5% em maio, mas segue em crescimento sólido

    “Somente as entregas para o Programa Caminho da Escola aumentaram três vezes. Se no primeiro semestre de 2024 foram destinadas 600 unidades, nos últimos seis meses somaram 1.200”, revelou durante apresentação dos resultados do setor automotivo na segunda-feira, 7.

    As exportações, por sua vez, acumularam nos seis primeiros meses 3.262 unidades, volume 52,3% no confronto com o registrado há um ano, quando os embarques somavam 2.142 unidades.

    Por fim, os emplacamentos no primeiro semestre cresceram 31,3%, para 11.635 ônibus, enquanto de janeiro a junho do ano passado o mercado havia absorvido 8.860 unidades.


    Foto: Divulgação Mercedes-Benz



    Fonte: Auto Industria

  • Posso usar o novo saque rescisão do FGTS para comprar carro?

    Posso usar o novo saque rescisão do FGTS para comprar carro?

    Uma dúvida comum entre os trabalhadores que têm saldo no FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), especialmente após uma rescisão de contrato, é se esse valor pode ser utilizado para a aquisição de bens como um carro. O Saque-Rescisão do FGTS é um benefício que o trabalhador recebe ao ser demitido sem justa causa, e a resposta para essa pergunta é não diretamente, mas sim indiretamente.


    Entendendo o Saque-Rescisão do FGTS

    O Saque-Rescisão é a modalidade mais tradicional de acesso aos recursos do FGTS. Quando um trabalhador é demitido sem justa causa, ele tem direito a sacar o valor total de sua conta do FGTS, acrescido de 40% de multa rescisória paga pelo empregador (no caso de contratos iniciados antes de 2007, a multa é de 10% paga pela empresa, e a Caixa complementa os 40%).

    Os principais motivos para o saque do FGTS são:

    • Demissão sem justa causa;

    • Término do contrato por prazo determinado;

    • Aposentadoria;

    • Doenças graves (do próprio trabalhador, cônjuge ou filho);

    • Em caso de desastres naturais;

    • Financiamento de imóvel próprio (construção, compra ou amortização);

    • Idade igual ou superior a 70 anos;

    • Situação de vulnerabilidade social (Calamidade Pública);

    • Falecimento do trabalhador (herdeiros podem sacar).

    Leia aqui: Governo agiu rápido e criou o novo saque rescisão para CLTs

     

    Saque rescisão FGTS para compra do carro novo – Imagem gerada por I.A

    A Possibilidade Indireta: Dinheiro “Livre” na Conta

    A legislação que rege o FGTS, principalmente a Lei nº 8.036/90, estabelece usos específicos para o Fundo de Garantia. Historicamente, os recursos são primariamente destinados à moradia, seja para a compra de imóveis, construção ou amortização de financiamentos habitacionais. A finalidade social do FGTS é, em grande parte, garantir o direito à casa própria.

    Apesar da restrição legal, a boa notícia é que, ao receber o Saque-Rescisão do FGTS, o dinheiro entra na sua conta bancária como recurso disponível. Uma vez que o valor é sacado e está em sua posse, ele perde o vínculo com as regras do FGTS.

    Isso significa que, sim, você pode utilizar esse dinheiro para qualquer finalidade que desejar, incluindo:

    • Dar entrada em um financiamento de carro: O valor do Saque-Rescisão pode ser usado como um capital inicial significativo, diminuindo o valor financiado e, consequentemente, as parcelas e os juros do financiamento do veículo.

    • Comprar um carro à vista: Se o saldo do FGTS for suficiente, você pode usá-lo para adquirir um carro sem precisar de financiamento, evitando dívidas e juros.

    • Quitar dívidas: Muitas pessoas aproveitam esse recurso para quitar dívidas de alto juro, como cartão de crédito ou cheque especial, antes de pensar em novas aquisições.

    Planejamento é a chave – Foto: Freepik

    Planejamento é Chave

    Em suma, embora o FGTS não possa ser “sacado” especificamente para a compra de um carro, o Saque-Rescisão, uma vez liberado e em sua conta, torna-se um recurso financeiro disponível para ser utilizado da forma que melhor atender às suas necessidades.

    É fundamental, no entanto, que o trabalhador faça um planejamento financeiro cuidadoso ao receber esse valor. Avalie suas prioridades, a necessidade real do carro, se a compra à vista ou a entrada em um financiamento é a melhor opção, e se não há outras dívidas ou investimentos mais urgentes a serem feitos.

    Você já utilizou ou planeja utilizar o Saque-Rescisão do FGTS para alguma grande compra? Conte-nos sua experiência nos comentários!

    Leia também: Financiar carro novo em 2025 ainda vale a pena? Veja juros e valores atualizados



    Fonte: Garagem 360

  • Carro popular só se repete como farsa

    Carro popular só se repete como farsa

    Já esperando as pedradas pela citação: “A história se repete como farsa”, escreveu Karl Marx em O 18 de Brumário, ainda em meados do século 19. Pois o conceito é análogo à pretensa recriação do carro popular no Brasil, com isenção de IPI para os mais baratos, desde que 100% produzidos no País, mais recicláveis e econômicos no consumo e nas emissões de CO2.

    Aquele que está sendo chamado pelo governo e pela indústria de “carro sustentável” se enquadra nestes critérios para redução do imposto, segundo consta em uma minuta de portaria do MDIC – à qual a Agência AutoData teve acesso no fim de junho – que instituiria o chamado IPI Verde, que reduz taxação de carros ambientalmente mais sustentáveis e pune os menos, conforme ficou estipulado na lei que criou o Mover, Programa Mobilidade Verde e Inovação, no início de 2024.

    A iniciativa é defensável mas nada tem de popular, dificilmente promoverá a popularização do acesso ao carro zero-quilômetro, como ocorreu no fim dos anos 1990 e na primeira década deste século 21, quando toscos modelos 1.0 chegaram a representar de 60% a quase 70% das vendas no País.

    O IPI sobre estes carros partiu de 0,1% só no primeiro ano, em 1993, subiu depois a 8% e a 10% nos anos seguintes e ficou estabilizado em 7% desde 2004, com reduções que variaram de zero, 5%, 3% a 2% para driblar crises econômicas de 2008 a 2014. Mais recentemente, em 2022, houve novo corte para 5,27%, o nível atual, que cairia para zero para modelos dentro dos padrões determinados pelo governo na portaria.

    Alcance limitado

    As condições atuais de mercado de hoje são bastante diferentes dos anos de grandes vendas de carros populares: em primeiro lugar porque caiu muito o número de modelos 1.0 que poderiam ser taxados como populares, enquanto a diferença do IPI para outras opções mais potentes também caiu muito.

    Atualmente os modelos 1.0 representam 53% das vendas, mas algo como 30% deles são equipados com motores turboflex que, embora também gozem de IPI menor, custam todos acima de R$ 100 mil e não se encaixariam nos padrões para a zeragem do imposto, que atingiria somente as versões mais baratas.

    Questão não menos importante são preços e juros nas alturas. Os carros 1.0 mais baratos do mercado em nada se comparam aos toscos modelos vendidos dez anos atrás, uma das razões para que um carro de entrada, hoje, tenha preços de tabela que começam em R$ 80 mil e chegam perto de R$ 100 mil.

    Por exemplo, o Renault Kwid mais barato, versão Zen, está tabelado em R$ 80,7 mil, e neste preço está incluso sistema start-stop, freios com ABS, controle eletrônico de estabilidade e tração, monitor de pressão dos pneus, luzes de condução diurna, ar-condicionado e direção assistida elétrica.

    Nenhum destes itens fazia parte do cardápio de série de um carro popular nos anos 2000, porque ao contrário do que acontece hoje a legislação não obrigava, não havia incentivos do governo para adoção de alguns sistemas de segurança e redução de consumo, nem o consumidor exigia certos confortos. Todas estas três condições estão presentes atualmente, fazendo do carro popular do passado algo impossível de ser recriado.

    Não cabe no bolso

    Os juros no patamar atual não ajudam a suavizar os preços elevados em prestações que cabem no bolso do consumidor.

    Outro exemplo: em 2010, ano em que foram vendidos 2,8 milhões de automóveis, 49% deles 1.0, um Fiat Uno custava R$ 22,9 mil e, com 20% de entrada e taxa de 1,27% ao mês, podia ser pago em 36 parcelas mensais de R$ 638, valor que comprometia 25% das receitas de quem recebia cinco salários mínimos, ou R$ 2,5 mil.

    Fazendo o tempo correr quinze anos, para junho de 2025, é até difícil encontrar planos de financiamento com entrada de 20%, mas apenas para fazer a comparação de comprometimento da renda, tomando-se como exemplo o carro mais barato do País, o Renault Kwid Zen de R$ 80,7 mil, com o juro atual na casa de 2% ao mês as prestações sobem para incríveis 36 parcelas de R$ 2,5 mil, o que compromete um terço da renda de quem ganha cinco salários mínimos hoje, perto de R$ 7,6 mil.

    Neste exemplo o consumidor pagaria R$ 67 mil só de juros nos três anos do financiamento, mais que o dobro do valor financiado.

    Ou seja: preços e financiamentos não cabem mais no bolso dos consumidores a quem os carros mais baratos deveriam ser direcionados.

    A redução a zero do IPI dos carros mais baratos do mercado também não ajudaria muito, pois poderia reduzir o preço final em cerca de 5% – poderia porque não se sabe se os fabricantes seriam, de fato, obrigados a reduzir os preços ou embolsariam a diferença aumentando a margem de lucro.

    Outro fato esquecido é que muitos fabricantes, por terem atingido metas de eficiência energética e adoção de sistemas de segurança que foram prescritos pelos programas Inovar-Auto e Rota 2030, já ganharam direito a descontos de IPI, portanto já estariam recolhendo menos do que prescrevem as alíquotas atuais, mas nem por isto repassam tais ganhos aos preços.

    Sem nenhuma redução de IPI os fabricantes já dão descontos maiores por meio do faturamento direto ao cliente, seja ele pessoa física ou uma empresa. No site da Fiat o Mobi mais barato, versão Like, de R$ 81 mil sai por R$ 70 mil no Programa Acesse Fiat. O desconto de R$ 11 mil no preço com IPI atual a 5,27% é mais que o dobro da redução de R$ 4 mil que viria com o IPI zerado.

    Não é à toa que, no primeiro semestre deste ano, quase 94% das vendas somadas de Fiat Mobi e Renault Kwid foram feitas por faturamento direto da fábrica ao cliente final, para tornar o produto mais barato ao eliminar os impostos que seriam cobrados no faturamento à concessionária e depois ao consumidor.

    Além de empresas e grandes frotistas, como locadoras, pessoas físicas também estão comprando carros por faturamento direto, para pagar menos, por isto o canal conhecido como venda direta, no primeiro semestre, correspondeu à metade das vendas de veículos no País – o maior porcentual registrado nos últimos anos.

    A conclusão é que, caso o IPI seja de fato zerado para alguns carros, caberia ao governo obrigar os fabricantes a dar como contrapartida descontos maiores nos preços, acima da redução do imposto, pois as empresas já estão fazendo isto.

    Poucos modelos beneficiados

    Ao contrário do que ocorreu nas primeiras duas décadas dos anos 2000, desta vez não seriam muitos os modelos beneficiados pelo possível corte de imposto. Os seis modelos hatchback mais vendidos do mercado, que têm versões com motor 1.0 aspirados que poderiam ter o IPI zerado, juntos registraram 232,5 mil emplacamentos no primeiro semestre, o equivalente a 20,5% do total de 1,1 milhão de veículos leves emplacados no período.

    Pela ordem são eles: Volkswagen Polo Track, Fiat Argo, Hyundai HB20, Chevrolet Onix, Fiat Mobi e Renault Kwid. Isto mesmo: os dois carros mais baratos do mercado são atualmente os menos vendidos na lista dos seis mais. E fora estes dois estão contabilizadas todas as versões dos demais, incluindo algumas com motores turboflex, o que puxa os números para cima.

    As vendas diretas destes modelos são altas, somaram 161,2 mil unidades no primeiro semestre, ou 69,3% dos emplacamentos dos seis, porcentual bastante acima dos 50,3% do mercado total.

    Polo Track

    O porcentual de vendas diretas de cada um destes seis no semestre é liderado por Mobi e Kwid, com 93,8%, seguido por Argo com 74,4%, Polo com 63,1%, HB20 com 56,7% e Onix com 44,3%.

    Estes índices indicam que todos estes carros já estão sendo vendidos por preços abaixo da tabela e, portanto, os maiores beneficiários de uma possível redução do IPI seriam pessoas jurídicas, empresas e locadoras que compram esses veículos por faturamento direto já com descontos generosos.

    Algumas pessoas familiarizadas com as negociações em torno do IPI Verde esperavam que a portaria fosse publicada na semana passada. Não aconteceu. Desconfia-se que a legislação não é do interesse de todos os fabricantes nem da Fazenda, que encontra dificuldades em fechar as contas públicas.

    No cenário atual será difícil ao governo justificar qualquer corte de imposto sem a devida compensação, o que poderá onerar ainda mais carros de preços e tecnologia superiores. Seria um efeito colateral que tornaria produtos melhores ainda mais distantes da maioria da população, em benefício de alguns dos piores carros mais caros do mundo, que só podem ser chamados de populares para construir uma farsa histórica.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Fiat Scudo Cargo elétrico? Saiba tudo sobre o furgão BEV

    Fiat Scudo Cargo elétrico? Saiba tudo sobre o furgão BEV

    Stellantis Pro One, divisão de veículos comerciais do grupo Stellantis, deu um passo importante em sua estratégia de eletrificação na Europa com o início da produção do Cargo Box BEV. O modelo, que promete revolucionar o transporte de cargas urbanas com zero emissões, começou a ser fabricado na planta de Atessa, na Itália. As primeiras entregas estão previstas para o segundo semestre de 2025.


    Stellantis começa a produção de Fiat Scudo Cargo elétrico

    Baseado no chassi elétrico da linha Large Van da Stellantis, o Cargo Box BEV impressiona por sua capacidade e autonomia. O furgão elétrico oferece até 20,5 m³ de volume de carga e uma autonomia de até 323 quilômetros com uma única carga, o que o torna ideal para rotinas logísticas e serviços urbanos.

    A escolha da planta de Atessa para a produção do Cargo Box BEV não foi por acaso. Considerado o maior polo europeu dedicado exclusivamente a veículos comerciais leves, a fábrica possui uma área gigantesca de mais de 1.200.000 m² e uma linha de montagem de 15 quilômetros. De lá, saem mais de 2.500 versões distintas de veículos comerciais.

    Stellantis começa produção de Cargo BEV – Foto: Divulgação

    Anne Abboud, Head da Stellantis Pro One, ressaltou a importância da unidade: “o lançamento do Cargo Box BEV confirma o caminho de excelência desta planta, dedicada a atender proativamente e com agilidade as necessidades dos nossos clientes profissionais”.


    Carregamento Rápido 

    Pensando na rotina de trabalho, a Stellantis equipou o Cargo Box BEV com um carregador AC de 22 kW como item de série. Essa tecnologia permite reduzir o tempo de recarga pela metade em comparação com a geração anterior, possibilitando uma recarga completa em até 6 horas. Isso é crucial para a otimização da operação de frotas e serviços de entrega que dependem de agilidade.

    Cargo BEV – Foto: Divulgação

    Outro grande diferencial da operação em Atessa é o programa CustomFit. Essa iniciativa permite a personalização de veículos para clientes profissionais, como frotistas e fabricantes de motorhomes.

    Em 2024, a Stellantis registrou um crescimento de 25% nas conversões realizadas com parceiros certificados e dobrou a produção interna de unidades customizadas, resultando em um aumento de 35% nas vendas de veículos transformados na Europa.

    Arnaud Leclerc, Head Global do programa CustomFit, destacou a abrangência da rede: “a capacidade direta de produção nos nossos centros é ampliada por uma rede global de 550 parceiros autorizados, que interagem com a rede oficial de concessionários”. Ele ainda garantiu que todos os ajustes realizados contam com garantia de fábrica de dois anos.


    Você acha que a autonomia e o tempo de recarga são suficientes para a logística urbana? Responda nos comentários!

     

     



    Fonte: Garagem 360

  • Brasil já exportou 100 mil veículos a mais em 2025

    Brasil já exportou 100 mil veículos a mais em 2025

    As exportações estão “salvando” a produção basileira de veículos em 2025. Quem afirma é Ivo Calver, presidente da Anfavea, diante do levantamento da entidade que indica crescimento de 59,8% nos embarques acumulados no primeiro semestre.

    Transpuseram as fronteiras rumo a outros países nesse período 264,1 mil automóveis, comerciais leves, caminhôes e ônibus.

    Em números absolutos a evolução também chama a atenção: são quase 100 mil veículos a mais na comparação com os 165,3 mil veículos exportados nos seis primeiros meses do ano passado.

    Não há exceção, todos os segmentos de produtos estão acima de 2024. Automóveis e comerciais leves (247,4 mil), responsáveis pela maior fatia, cresceram 59,5%, marginalmente abaixo da média, e os ônibus (3,3 mil) avançaram 52% . Já a recuperação das vendas de caminhões no exterior é ainda mais expressiva: 91%, para 13,4 mil unidades.

    Calvet atribui o salto das exportações ao longo de 2025 ao consumo ascendente em vários mercados de destino e especialmente à Argentina, historicamente maior comprador dos veículos brasileiros no exterior.

    Com vendas internas em vigorosa recuperação  de quase 80% até junho — depois de anos de quedas —, a Argentina, sozinho, comprpu 157,3 mil veículos fabricados no Brasil, 60% dototal exportado.

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    →  Com 111 mil unidades, recorde no estoque de carros chineses

    → Produção de caminhões termina o 1º semestre em alta com ajuda das exportações

    No começo do ano, a Anfavea estimou crescimento de 7,4% das exportações frente a 2024, para 428 mil unidades, portanto média mensal ao redor de 35,6 mil veículos. E

    Até agora, embora ainda não tenha revisado os cálculos, a entidade errou de forma significativa para baixo. A cada mês do primeiro semestre saíram do País 44 mil unidades. O pior resultado, 28,7 mil veículos, foi em janeiro, mês tradicionalmente fraco, não muito distante da projetada média da Anfavea.

    Em junho, porém, foram registrados 50,7 mil embarques, apenas oitocentas unidades a menos do que em maio, até agora com o melhor resultado mensal do ano e também desde agosto de 2018.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Produção de veículos tem queda por dois meses seguidos

    Produção de veículos tem queda por dois meses seguidos

    Apesar de o acumulado do ano ainda indicar alta de 7,8%, a produção de veículos no Brasil desacelerou nos últimos dois meses. Foram fabricadas 200.764 unidades em junho, queda de 6,5% sobre as 214,7 mil de maio, que já tinham sido 5,4% inferiores às 228,2 mil de abril.

    No acumulado do semestre a produção chegou a 1.226.663 veículos, incluindo leves e pesados, o que representou o citado aumento de 7,8% sobre total de 1.137.881 do período de janeiro a junho do ano passado.

    Para o presidente executivo da Anfavea, Igor Calvet, essa desaceleração da produção emite um sinal de atenção no setor. Reflete, basicamente, a alta maior na demanda por produtos importados, de 15,6% no ano, em detrimento da relativa aos produtos nacionais, que cresceu apenas 2,6%.

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    Com 111 mil unidades, recorde no estoque de carros chineses

    Em paralelo à desaceleração do ritmo de produção, o setor enfrenta redução no nível de emprego. Ante quadro de 109,5 mil funcionários em março e abril, houve queda para 109,3 mil em maio e para 108,9 mil em junho.

    Segundo ele, o dia útil a menos em relação a maio não justifica as quedas de 6,5% na produção, 5,7% nos emplacamentos e de 2,7% nas exportações, “além de uma alarmente redução de mais de 600 empregos diretos nos últimos dois meses”.

    “Somo fabricantes nacionais e o nível de emprego é o que importa para o País”, destacou.

    Ainda sobre as importações, o executivo lembra que a venda de carros chineses foi a que mais cresceu no primeiro semestre e o elevado estoque feito localmente pelas montadoras daquele país indica que os números continuarão em ascensão neste início de segundo semestre.


    Foto: Divulgação/VW



    Fonte: Auto Industria

  • Produção de caminhões termina o 1º semestre em alta com ajuda das exportações

    Produção de caminhões termina o 1º semestre em alta com ajuda das exportações

    A produção de caminhões no País encerrou a primeira metade de 2025 ainda em crescimento de 3,1% com 66.317 unidades montadas ante as 64.319 registradas no mesmo período do ano passado.

    Somente em junho, no entanto, os 11.293 veículos do segmento representaram quedas de 8,4% em relação a maio (12.327 unidades) e de 7,7% no confronto com sexto mês de 2024 (12.236). “Há uma clara adequação das fábricas no ritmo da produção”, avaliou Gustavo Bonini, vice-presidente da Anfavea, durante apresentação do balanço do setor automotivo na segunda-feira, 7.

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    As exportações contribuíram de maneira relevante para o desempenho ter permanecido em território positivo ao fim dos seis primeiros meses. No período os embarques anotaram alta de 91%, para 13.444 unidades contra as 7.040 remessas registradas há um ano. O volume exportado participou com mais de 20% no total da produção de caminhões de janeiro a junho.

    Ao contrário da demanda externa, o mercado doméstico encolhe. Afetadas pela elevação das taxas de juros, que aumentam os custos do financiamento e dificultam o crédito, as vendas caíram por três meses consecutivos e chegam com declínio um de 3,5% no acumulado dos seis meses com 54.754 emplacamentos ante os 56.767 registrados há um ano.

    “A categoria de pesados, em especial, é a que puxa o resultado para baixo, porque também depende mais do financiamento. Se no fim do primeiro semestre de 2024 os pesados participavam com 52% nas vendas, agora reponde por 42%”, resumiu Bonini.


    Foto: Divulgação Volvo



    Fonte: Auto Industria

  • Fiat Strada é o veículo mais vendido no 1º semestre de 2025; veja ranking

    Fiat Strada é o veículo mais vendido no 1º semestre de 2025; veja ranking

    A Fiat Strada encerrou o primeiro semestre de 2025 como o veículo mais vendido do Brasil. Ao longo dos seis primeiros meses do ano, a picape compacta registrou 62.697 unidades.

    O resultado é melhor, inclusive, do que o ano de 2024. No mesmo período, a Strada tinha um total acumulado de 56.597 registros. Na passagem de 2024 para 2025, a compacta cresceu 10,7% nos emplacamentos. 

    Na vice-liderança, o Volkswagen Polo também apresentou bons resultados. O hatch da Volks já acumula 57.216 carros emplacados ao redor do Brasil. O resultado, contudo, é inferior ao primeiro semestre de 2024. Naquele período, o Polo já havia licenciado 57.862 unidades. 

    Além da Strada e do Polo, o Volkswagen T-Cross fecha o top 3 de emplacamentos, com 44.529 unidades para o primeiro semestre deste ano. Com isso, ele é o SUV mais vendido do Brasil – somando as vendas de varejo e frotistas.

    Ao contrário do Polo, o T-Cross cresceu 41,2% no total de emplacamentos para os seis primeiros meses de 2025, quando comparado ao mesmo período do ano passado. 


    Volkswagen T-Cross é o SUV mais vendido do Brasil
    Volkswagen T-Cross é o SUV mais vendido do Brasil • Divulgação/Volkswagen

    Entre modelos no top 10, Fiat Argo, Hyundai HB20 e Chevrolet Onix também figuram posições de liderança nos emplacamentos. Os dados de licenciamentos foram divulgados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). 

    Confira os 30 veículos mais vendidos no primeiro semestre de 2025:

    1. Fiat Strada – 62.697
    2. Volkswagen Polo – 57.216
    3. Volkswagen T-Cross – 44.529
    4. Fiat Argo – 44.466
    5. Hyundai HB20 – 36.873
    6. Chevrolet Onix – 34.389
    7. Fiat Mobi – 33.230
    8. Honda HR-V – 32.002
    9. Hyundai Creta – 31.177
    10. Toyota Corolla Cross – 30.090
    11. Volkswagen Saveiro – 29.147
    12. Jeep Compass – 27.531
    13. Chevrolet Tracker – 27.238
    14. Renault Kwid – 26.380
    15. Fiat Fastback – 25.160
    16. Fiat Toro – 23.332
    17. Nissan Kicks Play – 23.191
    18. Toyota Hilux – 23.151
    19. Volkswagen Nivus – 22.598
    20. Chevrolet Onix Plus – 21.559
    21. Jeep Renegade – 20.668
    22. Fiat Pulse – 20.264
    23. Toyota Corolla -18.396
    24. BYD Song – 17.486
    25. Volkswagen Virtus – 17.173
    26. Ford Ranger – 15.973
    27. Hyundai HB20S – 14.931
    28. Fiat Cronos – 14.551
    29. Caoa Chery Tiggo 7 – 14.183
    30. Chevrolet S10 – 13.781

    Toyota, Volvo e Ford são os carros com menor desvalorização; lista



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Aventura política de Elon Musk causa prejuízo de R$ 70 Bilhões nas ações da Tesla

    Aventura política de Elon Musk causa prejuízo de R$ 70 Bilhões nas ações da Tesla

    A incursão de Elon Musk no cenário político norte-americano está cobrando um preço salgado. Nesta segunda-feira (7), o bilionário viu sua fortuna encolher em US$ 13,5 bilhões (mais de R$ 70 bilhões) com a queda das ações da Tesla.

    O motivo? Os planos de Musk de lançar um novo partido político nos EUA reacenderam sérias preocupações entre os investidores sobre seu comprometimento e foco na gigante de veículos elétricos.<!–>–>

    Elon Musk causa prejuízo de R$ 70 Bilhões nas ações da Tesla

    Por volta das 11h, as ações da Tesla já registravam uma queda superior a 4%. Apesar do revés, Musk ainda se mantém como o homem mais rico do mundo, com um patrimônio estimado em US$ 391,7 bilhões (R$ 2,1 trilhões), segundo o ranking de bilionários em tempo real da revista Forbes.

    Ex-diretor do Departamento de Eficiência Governamental (DOGE), Elon Musk apresentou no último sábado (5) o “America Party”. A iniciativa é uma clara demonstração de seu descontentamento com o pacote de cortes de impostos e gastos do presidente Donald Trump, batizado de “One Big, Beautiful Bill”.

    Esse movimento representa uma nova escalada na já tensa disputa entre Musk e Trump. A troca de farpas entre os dois magnatas nas redes sociais no início de junho, por conta da lei tributária, chegou a um ponto em que o presidente dos EUA ameaçou cortar contratos e subsídios governamentais ligados a Musk.

    Elon Musk causa prejuízo bilionário à Tesla – Foto: Divulgação

     


    Investidores exaustos 

    A decisão de Musk de mergulhar de cabeça na política surge em um momento delicado para a Tesla, que registrou a segunda queda consecutiva nas entregas de veículos. Isso apenas agravou a desconfiança dos investidores. As ações da empresa já acumulam uma perda superior a 21% neste ano.

    Neil Wilson, estrategista da Saxo Markets, resumiu a preocupação dos investidores à agência Reuters: “Uma é a possibilidade de Trump retaliar afetando os subsídios, e a outra — mais importante — é um Musk distraído.”

    Em maio, Musk havia tentado tranquilizar o mercado, afirmando que reduziria seus gastos políticos e permaneceria como CEO da Tesla por mais cinco anos. No ano passado, ele gastou cerca de US$ 300 milhões apoiando Trump e outros republicanos.

    No entanto, a criação do “America Party” parece ter esgotado a paciência de muitos. O analista Dan Ives, da Wedbush, observou que vários investidores da Tesla estão demonstrando uma “sensação de exaustão” diante da insistência de Musk em se envolver com política.

    As ações da Tesla, que chegaram a ultrapassar os US$ 488 em dezembro (após a reeleição de Trump em novembro), já recuaram 35% desde então, fechando a semana passada cotadas a US$ 315,35. A “aventura” política de Elon Musk, ao que tudo indica, está custando caro à sua empresa e, consequentemente, à sua fortuna pessoal.

    O que você pensa sobre o envolvimento de Elon Musk na política e seu impacto na Tesla? Acredita que a distração política pode realmente prejudicar o futuro da empresa?
     
     



    Fonte: Garagem 360