Autor: automoveis

  • Mais de 10 mil vendas em 45 dias: sedã elétrico da Nissan faz sucesso na China

    Mais de 10 mil vendas em 45 dias: sedã elétrico da Nissan faz sucesso na China

    A Nissan N7, o mais novo sedã elétrico da joint venture Dongfeng-Nissan, está conquistando o mercado chinês em tempo recorde. Lançado oficialmente em 28 de abril de 2025, o modelo já superou a marca de 10.000 unidades entregues em apenas 45 dias, um feito notável para o competitivo segmento de veículos elétricos na China.


    N7 – sedã elétrico da Nissan faz sucesso na China

    Nissan N7 é o primeiro produto NEV (New Energy Vehicle) da parceria Dongfeng-Nissan e demonstrou seu potencial de sucesso desde o início.

    Com um preço inicial bastante competitivo de 119.900 yuans (cerca de R$ 90.000), o sedã rapidamente atraiu a atenção dos consumidores. Apenas 18 dias após seu lançamento, o N7 já havia acumulado 10.000 pedidos. Em 16 de junho, esse número dobrou, superando a marca de 20.000 pedidos.

    As entregas oficiais do N7 começaram em 17 de maio. Em 30 de junho, a Nissan confirmou o marco da 10.000ª entrega, o que demonstra uma rápida conversão de pedidos em veículos nas mãos dos clientes.

    N7 – sedã elétrico da Nissan faz sucesso na China – Fto: Divulgação

     

    De acordo com o China EV DataTracker, 3.034 unidades do N7 foram vendidas em maio, e outras 645 unidades foram registradas em abril de 2025 – estas últimas, possivelmente, destinadas a test drives e exposição em concessionárias, já que as entregas ao público só começaram em maio.

    Apesar de o volume de junho (mais de 6.000 unidades) não ser “significativo para o vasto mercado chinês” quando comparado a um concorrente direto como o Xpeng Mona M03 (que vendeu 10.900 unidades em maio e tem preço inicial similar), o N7 parece estar se destacando frente a outros modelos, como o Mazda EZ-6 (Mazda 6e), que vendeu 1.821 unidades em maio.


    Design arrojado e bom desempenho 

    O sucesso do Nissan N7 não se deve apenas ao seu preço. O sedã elétrico ostenta uma carroceria elegante de 4,9 metros de comprimento, com dimensões de 4930/1895/1487 mm e uma distância entre eixos de 2.915 mm, proporcionando amplo espaço interno. Seu design aerodinâmico resulta em um impressionante coeficiente de arrasto de 0,208 Cd, o que contribui para sua eficiência energética.

    N7 – sedã elétrico da Nissan Foto: Divulgação

    Em termos de motorização, o N7 é equipado com um potente motor elétrico de 200 kW (equivalente a 268 cv), garantindo um desempenho ágil. A autonomia também é um ponto forte, com até 635 km no ciclo CLTC, o que o torna uma opção viável para viagens mais longas e para o uso diário sem a constante preocupação com recargas.

    O modelo adota a linguagem de design V-Motion da Nissan, com uma dianteira fechada e painéis interativos ISD, conferindo-lhe uma aparência moderna e distintiva.

    Nissan N7 – Foto: Divulgação

     


    Olhos no Japão? A Expansão Futura

    Houve rumores de que a Nissan estaria estudando a possibilidade de levar o N7 para o Japão. Embora essa informação ainda não tenha sido oficialmente confirmada pela montadora, uma eventual expansão internacional desse modelo certamente ajudaria a acelerar o desenvolvimento da estratégia de eletrificação da joint venture Dongfeng-Nissan.

    O sucesso inicial na China é um forte indicativo de que o Nissan N7 tem potencial para conquistar outros mercados globais.


    O que você achou do Nissan N7? Acredita que esse sedã elétrico faria sucesso em outros mercados além da China? Deixe sua opinião nos comentários!

    Leia também: Quanto custa o novo Nissan Kicks 2026? Vale a pena?



    Fonte: Garagem 360

  • Renault vai indenizar cliente por defeitos em Kwid Zero Km

    Renault vai indenizar cliente por defeitos em Kwid Zero Km

    O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) confirmou a condenação da Renault Brasil S.A. e de uma concessionária a indenizarem um consumidor por uma série de problemas em um veículo Renault Kwid zero quilômetro.

    Renault vai indenizar cliente por defeitos em Kwid Zero Km

    A decisão, que manteve a sentença da Comarca de Uberlândia, determina o pagamento de R$ 2.228,01 por danos materiais e R$ 10 mil por danos morais ao cliente.

    O caso envolve um consultor financeiro que adquiriu o Kwid em agosto de 2019 para uso profissional, exigindo deslocamentos constantes. No entanto, o carro apresentou falhas como folga no volante e ruídos na caixa de marcha, obrigando-o a levar o veículo à concessionária por cinco vezes para reparos. Em duas ocasiões, o proprietário teve que alugar outro carro para não interromper seu trabalho.

    Renault Kwid apresentou vários problemas – Foto: Divulgação

     

    A fabricante contestou a decisão inicial, argumentando que todos os problemas foram solucionados e que não haveria motivo para indenização. Contudo, o Tribunal rejeitou os argumentos. O juiz de primeira instância negou o pedido de rescisão contratual, mas reconheceu o direito do consumidor às indenizações.

    Perícia não foi levada em consideração

    Em segunda instância, o relator do caso, juiz convocado Clayton Rosa de Resende, ressaltou que, mesmo com o laudo pericial indicando que o veículo estava em condições de uso no momento da perícia, a sequência de defeitos em um carro novo frustra a expectativa do consumidor sobre a qualidade do produto.

     “A necessidade de consertos no carro novo, após poucos quilômetros rodados, não é o que se espera da qualidade do produto saído da fábrica”, afirmou o magistrado. Os desembargadores Marco Aurélio Ferenzini e Nicolau Lupianhes Neto acompanharam o voto. A decisão ainda cabe recurso.

    Até o momento, a Renault não se manifestou sobre o assunto.

    Você já teve problemas com um carro zero quilômetro? Acha justa a decisão do TJMG? Compartilhe sua experiência e opinião nos comentários!

    Leia também: Renault Convoca Recall Urgente por Falha no Eixo Traseiro do Kwid

    7 bons SUVs para comprar pelo mesmo preço de um Mobi ou Kwid 0 km

     



    Fonte: Garagem 360

  • Lembra no Nissan March? Nova geração é elétrica e tem visual hi-tech

    Lembra no Nissan March? Nova geração é elétrica e tem visual hi-tech

    A Nissan confirmou o retorno da sexta geração do Micra para 2025 na Europa, marcando uma redefinição completa do hatch compacto. O nome pode parecer estranho, mas trata-se do mesmo carro que foi vendido no Brasil sob o nome de March.

    O veículo abandonará os motores a combustão para se tornar um carro exclusivamente elétrico (EV). Além disso, aposta numa linguagem de design que se aproxima de um crossover bem tecnológico.

    Com um comprimento inferior a 4 metros, o novo March 2025 mantém dimensões compactas, adequadas para o ambiente urbano. A distância entre eixos de 2,54 metros e o posicionamento das rodas nas extremidades contribuem para um maior espaço interno. O porta-malas oferecerá uma capacidade de 326 litros.

    O design exterior, concebido pelo centro de design da Nissan em Londres, apresenta uma estética mais robusta, com arcos de roda escurecidos e a inclusão de rodas de 18 polegadas como padrão em todas as versões. Os faróis e lanternas em LED no formato arredondado têm sequência animada ao travar e destravar o veículo. Haverá 14 combinações de cores disponíveis, incluindo opções de teto em dois tons (preto ou cinza).

    O novo Nissan Micra será construído sobre a plataforma AmpR, uma arquitetura compartilhada com a Renault e dedicada a veículos elétricos. Por conta da crise que a marca japonesa enfrenta, pode ser o último carro feito em parceria. Para atender a diferentes perfis de uso, o Micra será oferecido com duas opções de bateria:

    • Uma versão de 40 kWh, que alimenta um motor elétrico de 122 cv e 225 Nm de torque. A autonomia estimada para esta configuração é de 308 km. O peso total do veículo é de 1.400 kg.
    • Uma versão de maior capacidade com 52 kWh, equipada com um motor de 150 cv e 245 Nm de torque. Esta variante promete uma autonomia de até 408 km e tem um peso de 1.524 kg.

    Novo Nissan Micra: modelo já foi vendido no Brasil na quarta geração
    Novo Nissan Micra: modelo já foi vendido no Brasil na quarta geração • Divulgação

    A inclusão de uma bomba de calor como item de série em ambas as versões, junto com um sistema de gerenciamento térmico da bateria (aquecimento e arrefecimento), visa otimizar a eficiência e preservar a autonomia em diferentes condições climáticas.

    Um dos focos técnicos do projeto é a capacidade de recarga. O novo Micra será compatível com carregadores rápidos de corrente contínua (DC), com potências de até 80 kW para a bateria de 40 kWh e até 100 kW para a de 52 kWh. Segundo a Nissan, em condições ideais, será possível recarregar a bateria de 15% a 80% em aproximadamente 30 minutos.


    Novo Nissan Micra: modelo já foi vendido no Brasil na quarta geração
    Novo Nissan Micra: modelo já foi vendido no Brasil na quarta geração • Divulgação

    Além disso, o veículo contará com a tecnologia Vehicle-to-Load (V2L) em todas as suas versões. Este sistema permite que a energia armazenada na bateria do carro seja utilizada para alimentar dispositivos externos, como equipamentos eletrônicos e ferramentas.

    Interior e segurança

    O interior se destaca  por duas telas de 10,1 polegadas: um painel de instrumentos digital configurável para o motorista e uma tela central para o sistema de infotenimento. Este sistema, denominado NissanConnect, terá os serviços do Google integrados, provendo navegação e outras aplicações de forma nativa. O motorista pode verificar o status da bateria, localizar o veículo e controlar remotamente funções como a climatização e o agendamento de recargas.


    Novo Nissan Micra: modelo já foi vendido no Brasil na quarta geração
    Novo Nissan Micra: modelo já foi vendido no Brasil na quarta geração • Divulgação

    O novo Micra estará disponível com o pacote Nissan ProPilot, que agrega um conjunto de tecnologias de assistência ao motorista, como controle de cruzeiro adaptativo e assistente de permanência em faixa.

    As vendas do novo Nissan Micra elétrico começarão na Europa ainda em 2025, marcando a estreia da sexta geração de um dos modelos mais populares da marca em mais de quatro décadas de história. Parte dela, na quarta geração, foi vendida no Brasil. Ainda não há previsão de que o March volte ao país.

    Por aqui teremos um novo B-SUV, fabricado em Resende (RJ) rival de Volkswagen Tera e Renault Kardian, dentre outros.


    Novo Nissan Micra: modelo já foi vendido no Brasil na quarta geração
    Novo Nissan Micra: modelo já foi vendido no Brasil na quarta geração • Divulgação



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Caiu o preço: confira 5 carros que ficaram mais baratos após o lançamento do Volkswagen Tera

    Caiu o preço: confira 5 carros que ficaram mais baratos após o lançamento do Volkswagen Tera

    Com a chegada do Volkswagen Tera, diversos concorrentes reajustaram seus preços, oferecendo carros mais baratos e descontos atrativos. Se você está de olho no SUV alemão, mas também considera outras opções, o Garagem te conta quais carros ficaram mais baratos agora e estão em disputa direta com o lançamento da Volks!

    Quais carros ficaram mais baratos após o lançamento do Volkswagen Tera?

    Com o impacto do Tera no mercado, vários modelos que antes eram mais caros começaram a receber descontos significativos, proporcionando alternativas interessantes para os consumidores.

    A seguir, veja as opções que estão mais baratas no mercado:

    Hyundai Creta

    Embora o Hyundai Creta não seja um concorrente direto do Tera, a sul-coreana fez uma jogada estratégica para concorrer.

    Carros mais baratos que Volkswagen Tera

    Foto: Divulgação / Hyundai

    A versão Comfort do Creta, com motor 1.0 turbo de 120 cv, teve um desconto considerável, sendo vendida por R$ 129.990, um valor que a coloca abaixo do Tera High, que custa R$ 139.990. Esse desconto de R$ 17.400 é um atrativo, especialmente considerando que o Creta oferece um SUV maior pela mesma faixa de preço.

    Fiat Pulse

    O Fiat Pulse também viu seus preços ajustados para competir com o Tera. A versão Drive com motor 1.3 aspirado foi relançada com preço promocional e motor de 107 cv, além de uma possível nova versão mais barata com o motor 1.0 do Argo.

    Carros mais baratos que Volkswagen Tera

    Foto: Divulgação / Fiat

    Isso reflete a resposta direta da Fiat ao lançamento do Tera, ajustando seus preços para se alinhar aos concorrentes. O Pulse começa em R$ 98.990, sendo uma ótima alternativa de SUV compacto na faixa de preço do Tera.

    Renault Duster

    O Renault Duster também entrou na briga, oferecendo um desconto agressivo para a versão Intense Plus, com motor 1.6 de 120 cv.

    Carros mais baratos que Volkswagen Tera

    Foto: Divulgação / Renault

    O preço caiu de R$ 137.390 para R$ 105.990, uma promoção irresistível para quem busca um SUV robusto e com bom desempenho. Apesar de não ser um concorrente direto do Tera, o Duster se posiciona como uma opção atraente na faixa de preço do Tera, oferecendo espaço e conforto.

    Volkswagen Polo

    A Volkswagen também reagiu ao lançamento do Tera, reduzindo o preço do Polo Track, uma versão mais acessível do hatch da marca. De R$ 95.790, o preço caiu para R$ 85.790, uma redução de R$ 10.000.

    Carros mais baratos que Volkswagen Tera

    Foto: Divulgação / Volkswagen

    Isso faz com que o Polo Track se torne uma opção ainda mais atrativa para quem busca um veículo compacto e econômico. A marca ajusta seus preços para competir diretamente com o Tera, aproveitando a canibalização dentro de sua própria linha.

    Renault Kardian

    Por fim, o Renault Kardian teve o preço da versão Evolution com motor 1.0 turbo de 125 cv reduzido de R$ 112.990 para R$ 104.990, um desconto interessante para quem busca um SUV compacto com motor turbo.

    Carros mais baratos que Volkswagen Tera

    Foto: Divulgação / Renault

    O Kardian agora se aproxima do preço do Tera aspirado, tornando-se uma alternativa competitiva para quem deseja mais potência e conforto por um valor mais acessível.

    Conta pra gente: qual dessas opções mais baratas que o Tera você escolheria?



    Fonte: Garagem 360

  • BYD King será o terceiro carro da marca chinesa produzido no Brasil

    BYD King será o terceiro carro da marca chinesa produzido no Brasil

    O BYD King, sedã médio da marca chinesa, será o terceiro carro produzido no Brasil pela fabricante, que já se prepara para a inauguração de sua unidade em Camaçari (BA). A produção local promete trazer ainda mais competitividade para o mercado automotivo brasileiro, e a expectativa é que o BYD King seja um dos modelos mais vendidos da marca no país. Acompanhe o Garagem360 e veja mais detalhes!

    Quando o BYD King começará a ser produzido no Brasil?

    A produção do BYD King deve começar no final de 2025 ou, mais provavelmente, em 2026, uma vez que a marca ainda está finalizando as obras da unidade de Camaçari.

    A princípio, o modelo será fabricado após a linha do Dolphin Mini e do Song Pro, que já foram confirmados para a produção local. A BYD pretende nacionalizar até 70% da produção na fábrica de Camaçari, incluindo a montagem de baterias, estamparia e pintura.

    BYD King

    Foto: Divulgação / BYD / Montagem

    Esse movimento busca reduzir os custos de produção e tornar os modelos mais competitivos no Brasil. Além disso, a produção local do King ajudará a abaratar os custos do modelo, especialmente considerando o aumento da alíquota de impostos sobre veículos híbridos e elétricos, programado para 1º de julho de 2025.

    Com isso, a fábrica de Camaçari terá uma importância estratégica, permitindo à BYD enfrentar a concorrência e consolidar sua posição no mercado brasileiro.

    Conheça o BYD King

    O BYD King é um sedã médio lançado no Brasil em 2024, competindo diretamente com modelos consagrados, como o Toyota Corolla.

    Equipado com um motor híbrido, que combina um motor a gasolina de 1.5 litro e um motor elétrico, o modelo tem uma potência combinada de 209 cv na versão GL e 235 cv na versão GS. Essa configuração entrega excelente desempenho e autonomia, com versões que vão de 32 km a 80 km de autonomia elétrica, dependendo da versão da bateria.

    A produção do BYD King no Brasil se dá em um momento de forte competição no mercado de sedãs médios e também de crescimento da popularidade dos veículos híbridos e elétricos no país.

    BYD King

    Foto: Divulgação / BYD

    Além de ser uma excelente opção para consumidores que buscam eficiência energética, o modelo também se destaca pelo seu design moderno e tecnologia avançada, características que atraem um público interessado em conectividade e segurança.

    O que esperar do BYD King no mercado brasileiro?

    O King já está se destacando como o segundo sedã médio mais vendido no Brasil, com 5,5 mil unidades emplacadas entre janeiro e maio de 2025.

    Apesar de estar atrás do Toyota Corolla, o modelo da BYD já mostra grande aceitação entre os consumidores, graças ao seu baixo consumo de combustível, desempenho e tecnologia.

    A chegada do modelo produzido no Brasil deve acelerar ainda mais as vendas e oferecer ao público brasileiro uma alternativa forte aos sedãs tradicionais.

    Além de ser uma opção com potência e desempenho para aqueles que buscam um sedã híbrido de qualidade, o BYD King ainda oferece bateria Blade, tecnologia que garante maior durabilidade e segurança.

    Por fim, a versão GL, que parte de R$ 179.990, e a versão GS, por R$ 191.990, prometem continuar a atrair consumidores que buscam um carro econômico, moderno e eficiente.

    Comente aqui embaixo: o que você, o que acha do BYD King e da produção nacional? Está ansioso para conhecer o modelo?



    Fonte: Garagem 360

  • Marcopolo recebe R$ 445,2 do BNDES milhões para exportações

    Marcopolo recebe R$ 445,2 do BNDES milhões para exportações

    Por meio da linha BNDES Exim Pré-Embarque, a Marcopolo recebeu da instituição R$ 445,2 milhões para financiar produção de ônibus e carrocerias para exportações a países da América do Sul e África. O banco reforça que o apoio é estratégico para garantir competividade da indústria brasileira, além de promover ingresso de divisas e modernização do parque fabril brasileiro.

    “Com essa estratégia, fortalecemos setores de alto valor agregado, que geram empregos de qualidade e renda”, resume em nota Aloízio Mercadante, presidente do BNDES.

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    De acordo com Pablo Freitas Motta, CFO da Marcopolo, a fabricante de Caxias do Sul (RS) cultiva relacionamento com o banco de fomento há mais de 30 anos. “Uma parceria que tem sido fundamental para impulsionar a nossa competitividade no mercado internacional, incentivando o aumento das exportações, a geração de empregos e o nosso desenvolvimento tecnológico no Brasil.”

    Segundo dados do BNDES a Marcopolo já contratou 248 operações correspondentes a mais de R$ 5 bilhões. Somente nos últimos dois anos, foram aprovadas cinco operações de financiamento à produção para exportação de ônibus e carrocerias no valor em torno de R$ 741 milhões.


    Foto: Divulgação Marcopolo



    Fonte: Auto Industria

  • Chevrolet Tracker PcD tem mais de R$ 40 mil de desconto

    Chevrolet Tracker PcD tem mais de R$ 40 mil de desconto

    A Chevrolet está oferecendo uma oportunidade imperdível para pessoas com deficiência (PcD) que desejam adquirir um Chevrolet Tracker.

     O modelo, conhecido por seu design moderno e tecnologia de ponta, está com descontos que podem ultrapassar os R$ 40 mil, com ofertas especiais até a chegada da linha 2026. Se você está pensando em trocar de carro, esta é a hora de aproveitar!

    Acompanhe o Garagem360 e veja mais detalhes!

     

    Chevrolet Tracker tem desconto PcD

    Em junho de 2025, a Chevrolet lançou condições excepcionais para a compra do Tracker por pessoas com deficiência. A montadora está oferecendo um bônus agressivo, com descontos de até R$ 43.229, permitindo uma economia significativa para os compradores PcD.

    Essa ação é parte de uma campanha para esvaziar os estoques da linha 2025 antes da chegada da nova linha 2026, que trará importantes novidades.

    Quais versões estão com desconto?

    A Chevrolet oferece cinco versões do Tracker para vendas diretas ao público PcD, sendo que algumas delas estão com descontos abaixo do teto de isenção de ICMS.

    Em detalhes, as versões mais acessíveis, como a LS 1.0T, são as mais vantajosas nesse sentido. Já as versões mais completas, como a Premier 1.2T, oferecem um excelente custo-benefício considerando os bônus de fábrica e isenção de IPI.

    • Tracker LS 1.0T AT:

      • Preço público: R$ 119.900

      • Preço PcD: R$ 105.860

      • Desconto: R$ 14.040

    • Tracker LT 1.0T AT:

      • Preço público: R$ 155.040

      • Preço PcD: R$ 122.978

      • Desconto: R$ 32.062

    • Tracker LTZ 1.0T AT:

      • Preço público: R$ 170.440

      • Preço PcD: R$ 135.173

      • Desconto: R$ 35.267

    • Tracker RS 1.2T AT:

      • Preço público: R$ 189.540

      • Preço PcD: R$ 146.539

      • Desconto: R$ 43.001

    • Tracker Premier 1.2T AT:

      • Preço público: R$ 190.540

      • Preço PcD: R$ 147.311

      • Desconto: R$ 43.229

    O que o Chevrolet Tracker oferece?

    Independente da versão escolhida, o Tracker 2025 chega com um motor 1.0 turbo de injeção direta nas versões LS, LT e LTZ, oferecendo até 121 cv com etanol e 117 cv com gasolina, com um torque de até 18,9 kgfm.

    Já nas versões RS e Premier, o motor 1.2 turbo traz até 141 cv com etanol e 139 cv com gasolina, com um torque ainda mais robusto, alcançando até 22,9 kgfm.

    Além disso, o Tracker oferece uma série de itens de série, como ar-condicionado manual, direção elétrica, controle de tração e estabilidade, além da central multimídia MyLink de 8 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, proporcionando uma experiência conectada e moderna para o motorista.

    Principais características das versões:

    • Versão LS: motor 1.0 turbo, câmbio automático de 6 marchas, direção elétrica, seis airbags, central multimídia de 8 polegadas.

    • Versões LT, LTZ e RS: motor 1.0 ou 1.2 turbo, mais torque, rodas de liga leve, faróis halógenos com projetor, e faróis DRL em LED.

    • Versão Premier: pacote de luxo, motor 1.2 turbo, banco do motorista com regulagem elétrica, rodas de liga leve aro 17 polegadas, sistema de som premium.

    Foto gerada por AI / Garagem360

    Aproveite para conferir: 9 de julho é feriado? Veja os melhores destinos para aproveitar a folga

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    Fonte: Garagem 360

  • Omoda & Jaecoo triplicará investimento em peças de reposição até o fim do ano

    Omoda & Jaecoo triplicará investimento em peças de reposição até o fim do ano

    Menos de três meses depois de iniciar as vendas de seus dois primeiros utilitários esportivos com garantia de sete anos, a Omoda & Jaecoo promove mais um movimento no sentido de realçar a mensagem de que chegou  no Brasil para ficar.

    A marca chinesa, que promete ter produção local mas ainda não revela onde nem a partir de quando, apresentou nesta segunda-feira, 30, seu centro de distribuição de peças localizado em Cajamar, SP.

    Inaugurado ainda antes da chegada oficial das primeiras unidades do elétrico Omoda E5 e do híbrido plug-in Jaecoo 7 às revendas, a estrutura de iniciais R$ 10 milhões em peças tem gestão da multinacional de logística DSV e ocupa área vizinha a de outras montadoras e importadoras de veículos.

    A operação começou com 600 m² e já a partir da próxima semana chegará a 1.500 m² — e R$ 30 milhões em peças — com a chegada de novos itens para o portfólio que já compreende 12 mil peças e componentes, considerando os dois modelos de carros hoje à venda.

    A área, entretando, duplicará até o fim do ano, até mesmo para abrigar itens para os Omoda 5 e 7, dois novos SUVs que chegarão ao mercado antes do fim de 2025.

    O CD crescerá de forma ainda mais acelerada nos próximos três anos, para 20 mil m² e capacidade de movimentar até R$ 100 milhões, antecipa Vitor Santos, diretor de Logística da O&J Brasil.

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    A O&J diz que trabalhará com índice de disponibilidade imediata de peças da ordem de 95% e 97%, superior até a de marcas há bem mais tempo no mercado brasileiro, frisa André Maranhão, diretor de Pós-Venda, que assegura que nos próximos meses o CD terá armazenado o equivalende a seis meses de fornecimento para a rede de concessionárias.

    Segundo Santos, Cajamar já é capaz de atender a rede de 50 concessionárias em 17 estados rapidamente. No caso de algumas localidades e itens, até mesmo no mesmo dia. Mas boa parcela também no dia seguinte à solicitação  da concessionária que eventualmente não tenha o item em seu estoque.

    Para peças de pouquíssima rotatividade e demanda, a O&J Brasil assegura ter sistema logístico acertado com a matriz e fornecedores chineses de entrega em até 5 dias via área.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Foi eu que mandei colocar: BMW pode voltar a produzir “Carros M” com câmbio manual

    Foi eu que mandei colocar: BMW pode voltar a produzir “Carros M” com câmbio manual

    Uma notícia animadora para os entusiastas de carros esportivos: a BMW M ainda não deu a última palavra sobre o futuro das transmissões manuais em seus modelos de alta performance. Apesar das tendências de eletrificação e automação, um executivo da divisão esportiva da BMW indicou que a marca “sempre tentará” oferecer o câmbio de seis velocidades em futuros lançamentos.


    O Futuro do Manual na BMW M: Uma Luta Contínua

    A declaração veio de Sylvia Neubauer, executiva da BMW M, em entrevista ao BMW Blog. Segundo ela, a marca “sempre será muito criativa” no planejamento de seus produtos e, “se os engenheiros [da BMW M] conseguirem fazer [novos produtos manuais] acontecerem, acho que sempre tentarão fazê-lo”.

    Essa fala reacende a esperança de que o prazer de dirigir com uma transmissão manual continue vivo na linha M, mesmo que o cenário automotivo global aponte para o fim dessa era.

    A BMW não tem uma data definida para encerrar a produção de seus câmbios manuais de seis velocidades.

     BMW pode voltar a produzir “Carros M” com câmbio manual – Foto: Divulgação

    Contradições e Expectativas: O Que Dizem os Executivos?

    As declarações de Neubauer, embora otimistas, seguem um padrão de comentários variados de outros executivos da BMW M nos últimos anos. Em 2022, Frank van Meel, outro líder da divisão, havia afirmado que a empresa planejava manter as transmissões manuais nas linhas M2, M3 e M4 até o final da década. No entanto, em 2023, um terceiro executivo sugeriu que o câmbio manual seria descontinuado na geração atual do M devido a restrições de fornecedores.

    Essa aparente inconsistência reflete a complexidade do desafio. Manter o câmbio manual não é apenas uma questão de vontade da engenharia, mas também de viabilidade econômica e de cadeia de suprimentos.


    Onde o Câmbio Manual Ainda Pode Brilhar?

    Se a BMW conseguir superar esses obstáculos e encontrar uma solução para manter as transmissões manuais, o próximo M3 com motor de combustão interna é visto como um forte candidato a receber o câmbio de seis velocidades. Este modelo movido a gasolina será vendido ao lado de um futuro equivalente elétrico do M3.

    Foto: Divulgação

    Nesse contexto, a transmissão manual daria ao M3 a combustão um recurso de destaque, diferenciando-o de uma alternativa elétrica que provavelmente será mais rápida e potente.

    Além disso, carros de produção limitada, como o BMW Skytop, também poderiam se beneficiar de uma transmissão manual para se tornarem ainda mais especiais. A história mostra que a BMW não tem construído muitos carros de produção limitada com câmbio manual desde o lançamento do icônico Z8 em 1998.

    Leia também: BMW vai abandonar a fibra de carbono em seus carros



    Fonte: Garagem 360

  • Michelin encerrará operações da fábrica de Guarulhos

    Michelin encerrará operações da fábrica de Guarulhos

    A Michelin anunciou que encerrará as operações produtivas da unidade de Guarulhos (SP) até fim de 2025. De acordo com a fabricante, a decisão se deve a inviabilidade econômica para a manutenção das atividades devido ao aumento da concorrência de produtos importados com preços inferiores aos custos de produção local.

    A unidade é responsável pela produção de câmaras de ar para motos e bicicletas, pneus industriais e componentes utilizados em outras fábricas. O encerramento afetará 350 pessoas. A empresa negocia com o sindicato da categoria um pacote de desligamento, que deve incluir compensação financeira e orientação profissional.

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    →Indústria de pneus recua 4,3% no primeiro quadrimestre

    A empresa destaca que segue com as outras operações industriais País. A multinacional francesa opera oito fábricas por aqui e emprega mais de 8 mil pessoas em toda cadeia de valor do setor, desde pesquisas à reciclagem de pneus.

    A indústria de pneus no País enfrenta um ambiente desafiador no momento. Balanço do quadrimestre, o mais recente consolidado pela Anip, registra recuo de 4,3% em relação ao mesmo período do ano passado com 15,99 milhões de pneus negociados para montadoras e mercado de reposição.


    Foto: Divulgação Michelin



    Fonte: Auto Industria