Autor: automoveis

  • IPVA para bicicletas? Tudo sobre a polêmica

    IPVA para bicicletas? Tudo sobre a polêmica

    Nos últimos dias, uma notícia que se espalhou rapidamente nas redes sociais gerou grande preocupação entre os ciclistas brasileiros: a possível cobrança de IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) sobre bicicletas.

    Muitos ficaram confusos e alarmados com a informação, que alegava que o Governo Federal estaria planejando tributar as bicicletas. Mas, afinal, isso é verdade? Vamos esclarecer toda a polêmica.

    O que é o IPVA e quem pode cobrar?

    O IPVA é um imposto estadual, conforme determinado pela Constituição Federal do Brasil. De acordo com o Artigo 155, inciso III, da Constituição, o imposto é de competência dos Estados e do Distrito Federal, sendo aplicado sobre a propriedade de veículos automotores.

    O que gerou confusão, no entanto, é que muitas pessoas associaram bicicletas a “veículos”, o que acabou criando um boato de que elas poderiam ser tributadas.

    A realidade é outra. Bicicletas, por definição, não são veículos automotores, pois não possuem motor. Portanto, o IPVA não pode incidir sobre elas, como é o caso de carros e motos.

    Bicicleta paga IPVA?

    Agora, a situação das bicicletas elétricas é um pouco mais complexa. As bicicletas elétricas possuem um motor auxiliar de propulsão, mas, segundo a Resolução 996/2023 do Contran, elas não se enquadram como veículos motorizados para efeitos de emplacamento ou cobrança de impostos.

    De acordo com as regras, as bicicletas elétricas são tratadas de forma semelhante às bicicletas comuns, desde que atendam a certos requisitos, como:

    • O motor não pode ultrapassar 1.000 W de potência.

    • O motor só pode funcionar quando o ciclista pedala.

    • A velocidade máxima não pode ser superior a 32 km/h.

    Além disso, essas bicicletas não precisam de emplacamento, nem de registro, o que reforça a ideia de que, por enquanto, não há possibilidade de cobrança de IPVA sobre elas.

    Por que o boato surgiu?

    O boato sobre a cobrança de IPVA em bicicletas ganhou força nas redes sociais devido a alguns vídeos e postagens em sites que divulgaram informações falsas.

    Esses rumores afirmavam que o Governo Federal estava planejando exigir o emplacamento das bicicletas, algo que não tem nenhum respaldo oficial.

    Secretaria de Comunicação Social (Secom) do Governo Federal desmentiu a informação, afirmando que não há nenhuma proposta em discussão para modificar as regras atuais.

    Em nota, a Secom também esclareceu que o IPVA é de competência estadual e que, mesmo que um estado quisesse criar uma tributação sobre as bicicletas, isso seria inviável, pois o imposto só se aplica a veículos automotores.

    E se houver mudanças no futuro?

    Para que o IPVA passasse a incidir sobre as bicicletas, seria necessário alterar a Constituição Federal. O Artigo 155, inciso III precisaria ser modificado para incluir as bicicletas na categoria de veículos sujeitos ao imposto.

    Da mesma forma, as bicicletas elétricas precisariam ser reclassificadas pelo Contran, que, atualmente, as considera como equipamentos de mobilidade individual.

    Portanto, qualquer mudança no enquadramento tributário das bicicletas exigiria uma revisão significativa das normas constitucionais e do Código de Trânsito Brasileiro, o que, até o momento, não está em discussão.

    Fontes:

    E você, o que achadessa polêmica?
    Deixe sua opinião nos comentários abaixo – estamos curiosos para saber o que você pensa!



    Fonte: Garagem 360

  • Mercado de veículos leves cresceu 4,9% no primeiro semestre

    Mercado de veículos leves cresceu 4,9% no primeiro semestre

    As vendas internas de automóveis e comerciais leves encerraram o primeiro semestre de 2025 com crescimento de 4,9% frente aos primeiros seis meses do ano passado. O número de licenciamentos superou 1,12 milhão contra 1,07 milhão um ano antes.

    Em junho foram negociados 201,7 mil veículos, oscilação negativa de somente 0,2% diante do resultado de igual mês de 2024, mas queda de 5,7% diante da frota negociada em maio.

    Segundo números preliminares da consultoria Bright, as vendas diretas seguem “salvando” o setor. A modalidade respondeu por 100,9 mil unidades em junho, precisos 50% do total negociado e 46,3% dos emplacamentos acumulados no primeiro semestre, contra 42,4% nos seis primeiros meses do ano passado.

    LEIA MAIS

    → Alta dos juros e do IOF preocupam Fenabrave

    Já as negociações no showroom, no varejo, recuaram 10%, para 100,9 mil. No ano, acumularam 606,8 mil licenciamentos, queda de 2,1% frente a 2024.

    Os veículos eletrificados seguem ladeira acima. No acumulado dos seis primeiros meses, foram negociadas 111,1 mil unidades,  41,9% a mais do que no mesmo período de 2024, elevando a participação anual de 7,3% para 9,8%.

     


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Tesla Model Y não é mais o carro mais vendido do mundo. SUV conhecido do brasileiro o desbancou

    Tesla Model Y não é mais o carro mais vendido do mundo. SUV conhecido do brasileiro o desbancou

    A hegemonia do Tesla Model Y como o carro mais vendido do mundo em 2023 chegou ao fim. Em uma reviravolta surpreendente, o Toyota RAV4 retomou a liderança global em 2024, consolidando-se novamente como o veículo mais comercializado.

    Em 2023, o Model Y havia feito história ao ser o primeiro elétrico a alcançar o topo, com 1.223.000 unidades vendidas, superando o RAV4 em quase 150 mil unidades. No entanto, os dados mais recentes indicam que o SUV da Toyota encerrou 2024 na frente, com 1.187.000 unidades.


    RAV4 desbanca Model Y e é o carro mais vendido do mundo

    A análise de Felipe Muñoz, especialista automotivo da JATO Dynamics, revela que a disputa foi extremamente apertada. A diferença entre o RAV4 e o Model Y foi de apenas 2.000 unidades, um feito notável para o carro elétrico da Tesla, especialmente considerando que sua produção desacelerou no meio do ano passado devido ao lançamento de um facelift.

    As vendas do Model Y caíram 3%, e essa breve pausa na fabricação provavelmente influenciou o resultado final.

    O retorno do RAV4 à liderança é ainda mais impressionante se considerarmos que a atual geração do modelo está em seu último ano de produção. Um aumento de 11% nas vendas para um modelo relativamente mais antigo, em um cenário de promessas de novas tecnologias e capacidades, é algo digno de nota.


    Domínio Toyota e o futuro do RAV4

    A pesquisa de Muñoz destaca não apenas a vitória do RAV4, mas também o domínio geral da Toyota no ranking dos carros mais vendidos. A montadora japonesa conseguiu emplacar cinco modelos entre as 10 primeiras posições globais.

     Além do RAV4 em primeiro lugar, o Corolla Cross (também conhecido como Frontlander em alguns mercados) ficou em terceiro, o clássico sedã Corolla em quinto, a robusta picape Hilux em sexto e o sedã Camry em oitavo.

    Toyota RAV4 – Foto: Divulgação

    Para o futuro, a Toyota já revelou o RAV4 2026, que promete manter o sucesso com um novo design mais quadrado e uma linha híbrida completa, capaz de entregar até 320 cavalos de potência. A estratégia da montadora de investir em uma gama diversificada de veículos eletrificados (híbridos e elétricos) parece estar colhendo frutos, garantindo sua relevância no cenário automotivo global.


    Qual sua opinião sobre o retorno do Toyota RAV4 à liderança de vendas? Você acredita que o Tesla Model Y pode recuperar o posto nos próximos anos? Deixe seu comentário abaixo! 

    Leia também: Novo Toyota RAV4 2026 tem interior revelado



    Fonte: Garagem 360

  • BYD montará três modelos em SKD no primeiro ano de Camaçari

    BYD montará três modelos em SKD no primeiro ano de Camaçari

    De Camaçari, BA

    Em evento que marcou o início de testes de protótipos feitos no complexo baiano de Camaçari, dirigentes da BYD anunciaram processo de homologação de 160 fornecedores locais, começando pela Continental Pneus, instalada no mesmo município.

    Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da montadora, adiantou o nome de outros parceiros, como Bosh, Basf e Usiminas. Também confirmou informação de Stella Li, vice-presidente global e presidente Américas, da abertura de processo seletivo para contratação de 3 mil funcionários até o fim deste ano, entre engenheiros, operadores e demais funções.

    Ocupando a área antes ocupada pela Ford, a planta da BYD é muito maior. “O prédio só da montagem final tem praticamente a mesma área da antiga Ford toda”, enfatizou Baldy, logo após a solenidade comandada por Stella Li e que contou com a presença do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, e autoridades do município localizado na região metropolitana de Salvador.

    “Será a maior fábrica de veículos elétricos da América do Sul. A Bahia vai ser o Vale do Silício da região, com milhares de engenheiro engajados”, disse Li que, além do Dolphi Mini, confirmou a montagem do SUV Song Pro e do sedã King, os três já vendidos aqui como importados.

    O primeiro Dolphin Mini montado na Bahia a partir de kit importado da China foi exibido pela BYD durante o evento. “Levamos apenas 15 meses entre iniciar as obras e entregar o primeiro veículo em caráter
    experimental da nossa linha de produção”, disse Li, indiretamente contestando críticas sobre a demora para o in´cio de operação dap lanta baiana.

    LEIA MAIS

    → BYD faz visita à fábrica, mas sem inauguração

    O sistema de montagem SKD, ou seja, carros importados desmontados que aqui recebem poucos elementos, vigorará pelos próximos 12 meses, informou a BYD.

    A partir do segundo semestre do ano que vem, planeja a empresa, Camaçari terá capacidade de produção de 150 mil automóveis por ano, com quadro de cerca de 4 mil funcionários — além das 3 mil vagas a serem preenchidas, 800 pessoas já foram contratadas.

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    Só prédio principal de Camaçari dedicado à produção de veículos elétricos, tem 156,8 mil m². Com investimentos anunciados de R$ 5,5 bilhões, o complexo ocupa 4,6 milhões de m², o equivalente a 645 campos de futebol.

    A montadora promete gerar 20 mil emprefos diretos e indiretos quando todas as instalações da segunda fase do projeto estiverem concluídas e a capacidade produtiva aumentada para 300 mil veículos anuais.” Incluindo estampagem, soldagem, pintura e aumento do conteúdo local”, reforça a fabricante.


    Fotos: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Moto elétrica Honda chega com até 120 km/h e pode ser a grande novidade no Brasil; saiba mais

    Moto elétrica Honda chega com até 120 km/h e pode ser a grande novidade no Brasil; saiba mais

    A Honda está prestes a lançar uma moto elétrica que promete revolucionar o mercado brasileiro. Com velocidade de até 120 km/h, ela traz inovação e sustentabilidade. Quer saber o que mais ela oferece? Acompanhe o Garagem360 e saiba mais detalhes sobre essa grande novidade!

    O que já se sabe sobre a nova moto elétrica da Honda?

    A Honda acaba de dar um passo importante com o lançamento da sua primeira moto elétrica na China: a E-VO. A princípio, a motocicleta foi desenvolvida em parceria com a empresa chinesa Wuyang e integra o plano de eletrificação da gigante japonesa.

    Nova moto elétrica Honda

    Foto: Divulgação / Honda

    Esse lançamento é uma grande novidade, especialmente considerando o crescente interesse por veículos elétricos em todo o mundo. A E-VO promete ser uma forte concorrente para modelos como a Yamaha Neo’s, que já é oferecida no Brasil.

    Com uma velocidade máxima de até 120 km/h e um design moderno e funcional, essa moto está despertando a curiosidade dos motociclistas. A questão é: será que ela pode chegar ao Brasil?

    Como é a Honda E-VO?

    A E-VO combina elementos de design clássico com um toque futurista, criando uma estética única. Primeiramente, a moto tem uma carenagem frontal que remete às motos de competição dos anos 60, enquanto a traseira adota formas que lembram as scramblers.

    Esse visual retrô, aliado à modernidade, promete agradar a uma ampla gama de motociclistas, desde os fãs de motos clássicas até os entusiastas de novas tecnologias.

    Nova moto elétrica Honda

    Foto: Divulgação / Honda

    Em termos de motorização, a Honda oferece duas versões da E-VO, com potência variando entre 15 cv na versão de entrada e 21 cv na versão topo de linha.

    A velocidade máxima de 120 km/h a coloca como uma excelente opção para quem busca desempenho aliado à sustentabilidade. Enfim, o câmbio é automático, como é padrão em veículos elétricos, e a tração é para a roda traseira, transmitida por uma correia.

    Autonomia e tempo de recarga

    A autonomia é um dos pontos fortes da moto elétrica Honda. Dependendo da versão, a E-VO oferece autonomia de até 170 km com três baterias, e 120 km na versão de entrada com duas baterias. Isso coloca a moto em uma faixa bastante competitiva, ideal para quem busca uma opção elétrica para o dia a dia e até para viagens mais curtas.

    Nova moto elétrica Honda

    Foto: Divulgação / Honda

    Quanto ao tempo de recarga, a versão com duas baterias leva cerca de 1h30 para recarregar de 20% a 80% da carga, enquanto a versão com três baterias leva 2h30. Esse tempo de recarga é bastante vantajoso, especialmente para quem usa a moto de forma recorrente.

    Outros equipamentos

    A E-VO não é apenas uma moto elétrica de alta performance, ela também traz uma série de recursos tecnológicos que tornam a experiência de pilotagem ainda mais interessante.

    Entre os destaques estão o painel digital TFT de 7 polegadas, que exibe informações como navegação, música e pressão dos pneus. O painel é personalizável, permitindo que o piloto crie atalhos para acessar rapidamente as funções mais utilizadas.

    Além disso, a E-VO conta com câmeras frontal e traseira com resolução 1080p, permitindo ao motociclista gravar seus trajetos ou criar conteúdo.

    A moto também vem equipada com controle de tração, monitoramento da pressão dos pneus e entradas USB para carregar dispositivos, como celular e GPS. Tudo isso contribui para uma experiência de condução mais prática e moderna.

    Nova moto elétrica Honda vai chegar ao Brasil?

    Atualmente, a Honda não comercializa motocicletas elétricas no Brasil, ao contrário de sua principal concorrente, a Yamaha, que já disponibiliza a scooter Neo’s por R$ 33.990. A grande pergunta que fica é: será que a Honda vai lançar a E-VO no Brasil?

    Embora não haja confirmação oficial, a Honda não descarta a possibilidade de estudar o mercado brasileiro. O interesse por motos elétricas está crescendo, e com a Yamaha já presente no Brasil, a entrada da Honda no segmento eletrificadas poderia ser uma jogada estratégica.

    No entanto, ainda é cedo para afirmar quando e se o modelo será comercializado no país.

    Você acredita que a moto elétrica Honda vai conquistar o mercado brasileiro? Deixe sua opinião abaixo!



    Fonte: Garagem 360

  • Fiat Mobi 0 km por menos de R$ 70 mil? Veja o que a versão mais básica oferece

    Fiat Mobi 0 km por menos de R$ 70 mil? Veja o que a versão mais básica oferece

    Comprar um carro zero no Brasil está cada vez mais desafiador, com a maioria dos modelos beirando os R$ 80 mil. No entanto, o Fiat Mobi, um dos compactos mais procurados, surge com uma luz no fim do túnel: é possível encontrá-lo por menos de R$ 70 mil. Mas atenção: essa oferta de R$ 69.975 (na modalidade “venda CPF/VD” no site da Fiat) esconde os detalhes da sua versão de entrada, a Like 2025.


    O que o Mobi Like 2025 oferece por esse preço?

    Apesar do preço atrativo, é importante saber o que você leva para casa. A versão Mobi Like 2025, embora difícil de ser encontrada nas concessionárias devido à alta procura, entrega uma proposta focada na simplicidade e funcionalidade urbana.

    No visual, espere o básico:

    • Faróis de neblina de série que funcionam como luz diurna de rodagem.

    • Repetidores de seta nos retrovisores, um toque que sugere mais equipamentos.

    • Acabamento em plástico preto fosco nos retrovisores e maçanetas, e rodas de aço de 14 polegadas com calotas.

    • Lanternas traseiras com luzes convencionais, limpador, desembaçador e abertura do porta-malas na chave.

    Fiat Mobi 0 km – Foto: Divulgação

     

    No interior, a simplicidade prevalece:

    • Chave comum (não canivete) para acesso e travamento.

    • Painel com dois mostradores analógicos e um pequeno computador de bordo digital.

    • Sem rádio ou central multimídia, apenas preparação para o sistema de som.

    • Retrovisores e vidros traseiros com acionamento manual.

    • Ar-condicionado manual e uma porta 12V.

    • Acabamento interno predominantemente em plástico e bancos com revestimento em tecido mesclado.

    Fiat Mobi interior – Foto: Divulgação

     

    Em segurança e dirigibilidade, o essencial está presente:

    • Freios ABS, controles eletrônicos de estabilidade e tração, e assistente de partida em rampa.

    • Monitor de pressão dos pneus, sinalização de frenagem de emergência, brake light e dois airbags (dianteiros).

    • Direção elétrica, que facilita muito as manobras em ambiente urbano.


    Motorização atualizada e dimensões urbanas

    A linha 2025 do Mobi recebeu uma importante atualização mecânica. Agora, ele é equipado com o motor 1.0 Firefly de três cilindros, mais eficiente que o antigo 1.0 Fire. Ele rende até 75 cv de potência e 10,7 kgfm de torque com etanol (71 cv e 10 kgfm com gasolina), acoplado a uma transmissão manual de cinco marchas.

    Com apenas 3,59 metros de comprimento, 1,66 m de largura e 2,30 m de entre-eixos, o Mobi é ideal para o uso urbano e para quem não precisa de muito espaço (o porta-malas tem apenas 200 litros).

    Leia também: Fiat Mobi 2025 é bom para motoristas de app?



    Fonte: Garagem 360

  • Tá chegando: 5 coisas sobre o Renault Boreal, rival do Compass, que serão divulgadas em breve

    Tá chegando: 5 coisas sobre o Renault Boreal, rival do Compass, que serão divulgadas em breve

    O Renault Boreal está prestes a ser lançado e promete disputar espaço com o Jeep Compass. Embora ainda faltem alguns detalhes, já é possível saber o que esperar do modelo. Vem com o Garagem360 e fique por dentro das 5 principais novidades que serão reveladas nos próximos dias.

    O que sabemos até agora sobre o Renault Boreal, rival do Jeep Compass?

    O Renault Boreal está ganhando os holofotes como um dos lançamentos mais aguardados de 2025 no mercado de SUVs. Pensado para enfrentar concorrentes de peso como o Jeep Compass e o Toyota Corolla Cross, o Boreal promete ser um carro revolucionário, repleto de novidades e características que atendem as necessidades do consumidor brasileiro.

    Renault Boreal

    Foto: Imagem gerada por IA

    Com data oficial para sua apresentação em São Paulo, no dia 10 de julho, o SUV francês vem chamando atenção antes mesmo de seu lançamento. Abaixo, o Garagem revela 5 detalhes importantes sobre o Boreal que já sabemos!

    Design externo e interno

    O design do Boreal já começa a despertar grande interesse. Embora o carro ainda esteja camuflado em alguns flagras feitos no Brasil, já é possível identificar algumas características que prometem marcar sua presença nas ruas.

    A frente do SUV, por exemplo, será composta por uma grade com filetes horizontais, com o logotipo da Renault em destaque no centro, trazendo um toque moderno e imponente.

    O estilo da dianteira se inspira em modelos como o Dacia Bigster vendido na Europa, mas adaptado para o gosto do mercado brasileiro. A traseira também não fica para trás, com elementos visuais marcantes, como as lanternas que seguirão um design único.

    Internamente, o Boreal promete um acabamento de qualidade, com materiais estilizados e ajustados ao gosto dos brasileiros, proporcionando mais sofisticação no ambiente.

    Opções de motorização

    A princípio, o Renault Boreal vai ser equipado com a plataforma RGMP, uma versão adaptada da arquitetura CMF-B que já foi usada no Kardian. Isso significa que o SUV estará bem preparado para entregar um bom desempenho.

    Quanto à motorização, o Boreal vai contar com o motor 1.3 TCe turbo flex já conhecido dos modelos Renault mais potentes, como o Duster.

    Renault Boreal

    Foto: Divulgação / Renault

    Embora tenha sido atualizado para atender às novas normas de emissões (Proconve L8), o motor ainda oferece boa potência: 163 cv no etanol e 156 cv na gasolina, com torque de 27,5 kgfm e 25,5 kgfm, respectivamente.

    O câmbio será automatizado de dupla embreagem EDC, de seis marchas, e a tração será dianteira. Para 2026, a versão híbrida leve (MHEV) está prevista para chegar, ampliando as opções de motorização do Boreal.

    Equipamentos do Renault Boreal

    O novo Boreal vai apostar em um pacote de equipamentos de segurança de última geração, com foco em conforto e tecnologia.

    O SUV terá um pacote ADAS (Advanced Driver Assistance Systems) mais completo do que o do Kardian, incluindo sistemas como frenagem autônoma de emergência, alerta de saída de faixa e controle de cruzeiro adaptativo (ACC).

    Mas não é só isso! O topo de linha contará com massagem no banco do motorista, algo que promete elevar a experiência a bordo.

    Outros sistemas de assistência ao motorista, como o lane keeping assist (assistente de permanência em faixa), também estarão presentes, garantindo mais comodidade e segurança durante a condução.

    Qual será o preço do Renault Boreal no Brasil?

    Se o que já sabemos se confirmar, o Renault Boreal deverá ser lançado com preços variando entre R$ 180 mil e R$ 200 mil, colocando-o em uma faixa de preço próxima ao Jeep Compass, que começa em R$ 189.990 e pode chegar até R$ 347.300 na versão híbrida plug-in.

    Para fins de comparação, o Toyota Corolla Cross começa em R$ 179.190, com sua versão mais cara, a XRX Hybrid, chegando a R$ 219.890.

    Renault Boreal

    Foto: Reprodução / Instagram (@placaverde)

    Isso coloca o Boreal como uma opção de SUV médio bem competitiva, com um custo-benefício atraente em relação aos seus rivais diretos.

    Quando o Renault Boreal será lançado?

    Embora o novo Boreal seja oficialmente apresentado no dia 10 de julho, sua produção só começará no terceiro trimestre de 2025 na fábrica de São José dos Pinhais (PR). A previsão é que o SUV chegue às lojas e comece a ser vendido no Brasil em torno de outubro deste ano.

    Inicialmente, o modelo será lançado no mercado brasileiro, mas a Renault já planeja expandir sua distribuição para outros países da América Latina e outras regiões do mundo, totalizando cerca de 70 países.

    Comenta aqui embaixo: será que o Boreal vai conseguir superar os concorrentes no Brasil?



    Fonte: Garagem 360

  • BYD faz visita à fábrica, mas sem inauguração

    BYD faz visita à fábrica, mas sem inauguração

    De Camaçari, BA

    Apesar de toda a expectativa gerada pela própria direção da empresa quanto à inauguração da fábrica de Camaçari, BA, neste fim do primeiro semestre, início do segundo, o evento que acontece nesta terça-feira, 1º de julho, não marcará o começo efetivo das operações da marca chinesa BYD no Brasil.

    Anunciado na semana passada, o encontro que terá a participação de Stella Li, presidente das Américas e VP Global da motnadora, tem por foco mostrar aos convidados como serão as instalações do complexo baiano, o estágio das obras e os primeiros protótipos do que lá será montado.

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    BYD anuncia para 26 de junho a inauguração da fábrica de Camaçari

    BYD remarca inauguração da fábrica de Camaçari para 1º de julho

    O convite enviado a jornalistas na quarta-feira passada, 25, realmente não especificava ser uma inauguração. O propósito era abrir as portas da fábrica para uma visita exclusiva. 

    Ocorre que em 24 de maio, por ocasião do lançamento do híbrido Song Pro em São Paulo, o próprio vice-presidente sênior da empresa, Alexandre Baldy, afirmara que a inauguração do complexo baiano não só tinha data definida como até mesmo o horário: 26 de junho, às 9 horas.

    O executivo foi além ao dizer que a inauguração se daria dentro do prazo estabelecido em acordo com o governo baiano assinado em 2023 e que previa como data-limite 20 de julho deste ano. Posteriormente, o dia revelado por Baldy foi descartado sob alegação de incompatibilidade de agenda de autoridades que prestigiaram o evento.

    Enfim, a emissão do convite para o dia  1º de julho acabou gerando a expectativa de que seria a tão esperada inauguração. As obras no local começaram em março do ano passado e inclusive envolveram problemas com empreiteiras acusadas de trabalho escravo pelo MPT, Ministério Público do Trabalho.

    Algumas etapas das obras chegaram a ser embargadas, prejudicando o cumprimento do cronograma inicial. A partir de unidades SKD vindas da China, o elétrico Dolphin Mini será o primeiro modelo a ser montado em Camaçari.


     



    Fonte: Auto Industria

  • Nova Saveiro pode ganhar visual do VW Tera

    Nova Saveiro pode ganhar visual do VW Tera

    A Volkswagen está preparando uma revolução no segmento de picapes leves no Brasil. A sucessora da Saveiro, provisoriamente chamada de Udara, promete chegar ao mercado em 2026 com um visual inspirado no SUV compacto Tera, recém-lançado pela marca. Produzida em São José dos Pinhais, no Paraná, a novidade vem para acirrar a briga com a líder Fiat Strada, apostando em design moderno, maior capacidade de carga e motores mais eficientes, como o 1.0 TSI.


    Nova Saveiro pode ganhar visual do VW Tera

    A atual geração da Saveiro, que está no mercado desde 2009 e já vendeu mais de 1,6 milhão de unidades desde 1982, é um dos modelos mais antigos da Volkswagen no Brasil. Para se adequar às novas regulamentações de emissões (oitava fase do Proconve) e encarar a forte concorrência, a montadora vai aposentar o motor 1.6 MSI e introduzir opções mais modernas.

    A estrela da nova picape será o motor 1.0 TSI, já conhecido em outros modelos da VW, com versões de 116 e 128 cavalos. Essa mudança trará uma série de benefícios:

    • Maior economia de combustível.

    • Resposta mais rápida nas acelerações.

    • Menor emissão de poluentes.

    • Torque elevado em baixas rotações, ideal para transporte de cargas.

    Nova Saveiro pode ganhar visual do VW Tera – Foto: Divulgação

    Além da transmissão manual de cinco velocidades, há especulações sobre a inclusão de um câmbio automático em versões mais equipadas, buscando um diferencial competitivo em relação à Fiat Strada.


    Udara: A picape que une força e sofisticação

    Com o codinome Udara, o projeto da Volkswagen é ambicioso: criar uma picape que combine praticidade e modernidade. A produção em São José dos Pinhais, onde o T-Cross já é fabricado, reforça o compromisso da empresa com o mercado brasileiro. A nova picape será construída sobre a plataforma MQB-A0, a mesma de T-Cross e Polo Track, mas com adaptações específicas para uso mais exigente.

    Uma das grandes novidades será a suspensão traseira com eixo rígido e feixe de molas, garantindo maior robustez e capacidade de carga, características essenciais para competir com a Fiat Strada, especialmente nos setores agrícola e de serviços urbanos.


    Design inspirado no Tera e cabine dupla com quatro portas

    A grande aposta visual da nova picape é a inspiração no Tera, o SUV compacto que trouxe linhas modernas e agressivas para a Volkswagen. 

    Picape com visual do Tera – Foto: Divulgação

    A nova picape deve incorporar elementos da estrutura superior do Tera, como portas, colunas A e B, painel e bancos, o que ajuda a otimizar custos de desenvolvimento. A grande novidade, porém, será a cabine dupla de quatro portas, atendendo à crescente demanda por picapes que unam uso profissional e conforto para a família.

    Com uma caçamba mais espaçosa e capacidade de carga ampliada (superando os 664 kg e 924 litros da Saveiro Robust atual), a Udara se posiciona como uma forte candidata a balançar o domínio da Fiat Strada no segmento. A Volkswagen planeja oferecer diferentes configurações, incluindo cabine simples e dupla, para atender a diversos perfis de consumidores.


    Qual a sua expectativa para a nova picape da Volkswagen? Você acha que ela tem potencial para desbancar a Fiat Strada? Compartilhe sua opinião nos comentários!



    Fonte: Garagem 360

  • CNN testa o novo Kicks 2026: motor turbo agrada, mas não surpreende

    CNN testa o novo Kicks 2026: motor turbo agrada, mas não surpreende

    A Nissan iniciou as vendas da nova geração do Kicks no Brasil. Produzido na fábrica de Resende (RJ), o SUV compacto recebeu atualizações de design, equipamentos e, principalmente, um novo conjunto mecânico, abandonando o antigo motor 1.6 aspirado para adotar um moderno propulsor 1.0 turbo de três cilindros. O investimento de R$ 2,8 bilhões destinado à planta fluminense contemplou, além da atualização da linha de montagem, a criação de 400 novos postos de trabalho.

    O novo Nissan Kicks 2026 estreia com motor 1.0 turbo flex, que entrega 125 cv com etanol e torque de 220 Nm. Esse propulsor é combinado a um câmbio automatizado DCT de seis marchas, com embreagem banhada a óleo. A transmissão utiliza dois conjuntos de discos, permitindo que, enquanto uma marcha está acionada, a próxima já esteja pré-engatada, o que resulta em trocas rápidas e suaves.

    A Nissan optou por uma solução que privilegia a durabilidade — o câmbio banhado a óleo oferece resistência superior à de transmissões de dupla embreagem a seco, sobretudo no uso urbano, onde as trocas em baixa velocidade são frequentes. Confira aqui mais detalhes sobre versões e preços do novo Kicks 2026.

    Desempenho e consumo

    O desempenho do novo Kicks é consistente. Segundo dados de fábrica, o SUV acelera de 0 a 100 km/h em 10,5 segundos. Os números de consumo, homologados pelo Inmetro, indicam 7,8 km/l na cidade e 9,9 km/l na estrada com etanol. Com gasolina, o desempenho melhora para 11,7 km/l no ciclo urbano e 14,3 km/l no rodoviário.

    Durante uma viagem em torno de 100 quilômetros, entre Mogi das Cruzes e Itatiba (SP), a reportagem da CNN experimentou a novidade japonesa, na versão Advance, sendo que o conjunto mecânico é o mesmo em todas as opções.

    O motor é eficiente e acelera bem, fazendo esquecer com sucesso o antigo 1.6 aspirado. No entanto, o peso do carro não permite um desempenho tão bom quanto visto no Renault Kardian, que utiliza o conjunto. Mas o novo Kicks está longe de ser “manco”, como alguém pode achar sem testá-lo.


    Nissan Kicks Advance 2026: SUV evoluiu em desempenho com motor 1.0T
    Nissan Kicks Advance 2026: SUV evoluiu em desempenho com motor 1.0T • Thiago Ventura/CNN

    Mais tecnologia de segurança

    Outro avanço relevante do Kicks 2026 está no pacote de segurança. Além de contar com seis airbags e estrutura reforçada, o modelo traz tecnologias de assistência à condução. Destaque para o controle de cruzeiro adaptativo (ACC), frenagem autônoma de emergência (AEB), alerta de colisão frontal, assistente de permanência em faixa e o sistema de condução semiautônoma ProPILOT, disponível nas versões mais completas.

    O SUV recebeu ainda nota máxima de cinco estrelas no Latin NCAP. Apesar da entidade ser alvo de críticas por algumas montadoras, não deixa de ser um bom trunfo para vendas

    Plataforma e dirigibilidade

    O modelo utiliza uma nova plataforma, a mesma do Nissan Juke europeu, proporcionando melhorias no isolamento acústico e na rigidez estrutural. Durante avaliação em rodovias e perímetro urbano, o comportamento dinâmico agradou, com direção precisa e respostas rápidas do motor turbo associado à caixa DCT.

    A Nissan também promoveu melhorias no isolamento sonoro e na aerodinâmica, com a adoção de assoalho plano e reforços internos que atenuam o ruído do motor três cilindros em acelerações mais fortes.


    Nissan Kicks Advance 2026: SUV evoluiu em desempenho com motor 1.0T
    Nissan Kicks Advance 2026: SUV evoluiu em desempenho com motor 1.0T • Thiago Ventura/CNN

    O novo Nissan Kicks 2026 chega reposicionado, oferecendo mais desempenho, segurança e tecnologia em relação à geração anterior. O motor turbo e o câmbio de dupla embreagem banhado a óleo são os principais avanços técnicos, enquanto o pacote de equipamentos de segurança e conectividade coloca o SUV em pé de igualdade com os principais rivais.

    A expectativa é que o novo conjunto mecânico e os sistemas semiautônomos fortaleçam a competitividade do modelo no segmento de SUVs compactos. Pena que o preço, que pode chegar até os R$ 199 mil, seja um pouco salgado. Por esse valor, existem outros SUVs com motores mais potentes.


    Interior do novo Nissan Kicks 2026
    Interior do novo Nissan Kicks 2026 • Rodrigo Barros/CNN

    Ficha Técnica — Nissan Kicks 2026 Advance

    Motor

    • Tipo: 1.0T, 12 válvulas, 3 cilindros, bicombustível
    • Cilindrada: 999 cm³
    • Potência: 125 cv @ 5.000 rpm (etanol) / 120 cv @ 5.000 rpm (gasolina)
    • Torque: 22,4 kgfm @ 2.500 rpm (etanol) / 20,4 kgfm @ 2.000 rpm (gasolina)
    • Taxa de compressão: 10,5:1
    • Sistema de injeção: Injeção direta multiponto
    • Tração: Dianteira

    Transmissão

    • Tipo: DCT — Dupla embreagem com 6 marchas e seletor E-Shifter

    Suspensão

    • Dianteira: Independente tipo MacPherson com barra estabilizadora
    • Traseira: Eixo de torção com barra estabilizadora

    Freios

    • Dianteiros: Discos ventilados com ABS e EBD
    • Traseiros: Discos sólidos com ABS e EBD

    Rodas e Pneus

    • Rodas: Liga leve 17”
    • Pneus: 215/60R17
    • Fornecedor: Bridgestone/Dunlop

    Dimensões

    • Comprimento: 4.365 mm
    • Largura (sem espelhos): 1.800 mm
    • Largura (com espelhos): 2.090 mm
    • Altura: 1.620 mm
    • Distância entre-eixos: 2.655 mm
    • Altura livre do solo: 200 mm

    Peso

    • Peso em ordem de marcha: 1.322 kg

    Capacidades

    • Porta-malas (sem Flexible Board): 470 litros
    • Porta-malas (com Flexible Board): 445 litros
    • Tanque de combustível: 48 litros

    Direção

    • Tipo: Elétrica com assistência variável (EPS)
    • Voltas do volante (batente a batente): 926,5° (2,6 voltas)

    Performance

    • Velocidade máxima: 185 km/h
    • Aceleração de 0 a 100 km/h: 12,4 segundos

    Consumo (Inmetro)

    • Cidade: 11,7 km/l (gasolina) | 8,3 km/l (etanol)
    • Estrada: 14,3 km/l (gasolina) | 9,9 km/l (etanol)

    Garantia

    • 3 anos, sem limite de quilometragem

    Acelerar o motor ao desligar ou ao ligar o carro? Nenhum dos dois; entenda



    Fonte: CNN Brasil Auto