Autor: automoveis

  • Ambipar abastece frota corporativa com etanol de resíduos de alimentos

    Ambipar abastece frota corporativa com etanol de resíduos de alimentos

    A Ambipar, empresa de gestão ambiental, inicia abastecimento da frota corporativa de veículos leves com etanol produzido a partir de resíduos de alimentos. A ação faz parte do projeto Ambiálcool e evoluiu com a inauguração de um posto a combustível próprio na sede da companhia, em Nova Odessa (SP).

    A iniciativa começou em 2021, durante da pandemia da convid-19, com testes bem-sucedidos realizados com os resíduos de açúcar varridos no porto de Santos. Em uma etapa posterior, a empresa passou a produzir álcool das sobras do processo produtivo e do controle de qualidade de fabricantes de balas, chocolates, biscoitos e massas.

    Segundo a Ambipar, desde que os alimentos tenham teor de açúcar acima de 35% de Brix (mede a concentração de sólidos solúveis), cada tonelada é possível produzir de 200 a 350 litros de álcool concentrado.

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    →Addiante fecha com Ambipar locação de 1,6 mil veículos pesados

    Desde o início do projeto, a empresa já produziu pelo menos 500 mil litros de álcool, nas versões 46%, destinado à limpeza, e 70%, para higienização, além do etanol. Por mês, a Ambipar processa mais de 500 toneladas de resíduos da indústria de alimentos.

    “O Ambiálcool é inovador e feito a partir de fontes secundárias. O Brasil produz muito álcool a partir da cana-de-açúcar. Mas no caso estamos utilizando resíduos que geram impactos na sua destinação convencional, que passou por todos os testes de qualidade de órgãos de controle e fiscalização”, resume em nota Gabriel Estevam, engenheiro ambiental e diretor corporativo de pesquisa, desenvolvimento e inovação da Ambipar.

    “É um trabalho que valoriza resíduos que podem causar impactos ambientais e de custos, transformando-os em um produto nobre e de alto valor. E quanto mais amido e sacarose tiver o resíduo, mais álcool ele produz”, completa.

    O Ambiálcool chamou atenção internacional e foi reconhecido com o Green Product Awards 2025, em cerimônia em Berlim, na Alemanha. Único da América Latina a ser premiado na edição, o projeto venceu na categoria Audiência, categoria na qual concorreram mais 1,5 mil trabalhos de 45 países.


    Foto: Divulgação Ambipar



    Fonte: Auto Industria

  • 9 de julho é feriado? Veja os melhores destinos para aproveitar a folga

    9 de julho é feriado? Veja os melhores destinos para aproveitar a folga

    Para alegria dos paulistas, o mês de julho reserva uma folga exclusiva no calendário! Enquanto o restante do país não terá feriados nacionais, o Estado de São Paulo celebra no dia 9 de julho a Revolução Constitucionalista de 1932. A data, que cairá em uma quarta-feira em 2025, é um feriado estadual em homenagem ao movimento que marcou a história paulista contra o governo de Getúlio Vargas.

    Seja para relaxar, se aventurar ou explorar a cultura, essa pausa no meio da semana é a oportunidade perfeita para uma escapada de carro a destinos encantadores nos arredores da capital. Prepare o roteiro, abasteça o tanque e confira algumas sugestões para aproveitar o feriado!


    9 de julho é feriado? Veja os destinos proíximos a São Paulo

    Sim, em São Paulo e em outras cidades é ponto afacultativo. A capital paulista está estrategicamente localizada, com fácil acesso a diversas cidades que oferecem opções para todos os gostos:

    1. Campos do Jordão (Serra da Mantiqueira)

    • Para quem busca: Charme europeu, clima frio, gastronomia requintada e paisagens montanhosas.

    • O que fazer: Passeio de teleférico, visita ao Morro do Elefante, compras de malhas e chocolates, e degustação de fondues. É ideal para casais ou famílias que apreciam um ambiente sofisticado.

    • Tempo de viagem: Aproximadamente 2h30 a 3h de São Paulo.

    Campos do Jordão – Foto: Portal de Inverno

     

    2. São Roque (Roteiro do Vinho)

    • Para quem busca: Enoturismo, gastronomia rural e passeios em meio à natureza.

    • O que fazer: Visitar vinícolas, degustar vinhos e sucos de uva, almoçar em restaurantes com comida caipira e passear pelas fazendas. É um programa excelente para um dia de folga ou um bate e volta.

    • Tempo de viagem: Cerca de 1h de São Paulo.

    3. Holambra (Cidade das Flores)

    • Para quem busca: Cultura holandesa, campos de flores coloridos e arquitetura típica.

    • O que fazer: Visitar o Moinho dos Povos Unidos, passear pelos campos de flores (dependendo da época), conhecer as lojas de artesanato holandês e experimentar a culinária local.

    • Tempo de viagem: Aproximadamente 1h30 a 2h de São Paulo.

    Holambra – Imagem: Vamos por aí

    4. Guarujá / Santos / Bertioga (Litoral Paulista)

    • Para quem busca: Praias, sol (se o clima ajudar!), frutos do mar e brisa do mar.

    • O que fazer: Relaxar na areia, praticar esportes aquáticos, visitar aquários, passear de escuna ou simplesmente desfrutar dos calçadões e restaurantes. Ideal para quem quer um respiro da rotina urbana.

    • Tempo de viagem: Cerca de 1h30 a 2h de São Paulo (dependendo do trânsito).

    Santos – SP – Foto: Viagens e Caminhos

    5. Paranapiacaba (Vila Histórica)

    • Para quem busca: História, arquitetura inglesa, clima de serra e mistério.

    • O que fazer: Caminhar pelas ruas charmosas da vila, visitar o Museu Ferroviário, explorar a natureza exuberante da Mata Atlântica e sentir o clima bucólico. Perfeito para quem gosta de história e paisagens diferenciadas.

    • Tempo de viagem: Aproximadamente 1h30 de São Paulo.

    Independentemente da sua escolha, lembre-se de verificar as condições das estradas, planejar os gastos com combustível e pedágios, e fazer reservas com antecedência, especialmente se for se hospedar, já que feriados costumam lotar os destinos. Aproveite o feriado exclusivo para os paulistas e recarregue as energias!

    Leia também: Quadrilha trocava carros alugados por drogas em município de São Paulo



    Fonte: Garagem 360

  • Tem carro elétrico? Veja onde encontrar postos para recarregar sem dor de cabeça

    Tem carro elétrico? Veja onde encontrar postos para recarregar sem dor de cabeça

    Encontrar um posto para carregar carro elétrico virou prioridade para quem investiu em mobilidade elétrica e quer rodar tranquilo sem medo de ficar na mão. Com o crescimento do mercado de veículos elétricos no Brasil, surgiram cada vez mais eletropostos em locais estratégicos, como shoppings, rodovias e até estacionamentos públicos. Mas como descobrir onde estão esses pontos de recarga? Acompanhe o Garagem360 e descubra!

    Como encontrar posto para recarregar carro elétrico perto de você?

    Hoje em dia, já existem várias ferramentas que ajudam a localizar rapidamente o eletroposto mais próximo, com informações sobre conectores, preço e até disponibilidade em tempo real. Conheça as melhores opções:

    PlugShare

    Um dos apps mais populares do Brasil, o PlugShare exibe um mapa interativo com estações de recarga em todo o país.

    Encontrar postos para recarregar carro elétrico

    Foto: Reprodução / PlugShare

    A princípio, o usuário consegue filtrar o tipo de conector, a potência, ver fotos e até comentários de outros motoristas. Tudo para garantir que você não perca tempo procurando o ponto certo.

    Easy Volt App

    O Easy Volt App, criado pela EZVolt, também facilita muito a vida de quem precisa encontrar posto para carregar carro elétrico.

    Com ele, você confere a disponibilidade dos carregadores e até inicia a recarga diretamente no aplicativo, sem burocracia.

    BYD Recharge

    Em parceria com a Tupinambá Energia, a BYD lançou o BYD Recharge, que dá acesso a mais de 2.800 pontos de recarga no Brasil.

    Encontrar posto para recarregar carro elétrico

    Foto: Reprodução / BYD Recharge

    O app permite verificar a disponibilidade e detalhes técnicos de cada estação, além de funcionar em Android e iOS (BYD Recharge).

    Eletroposto Fácil

    Desenvolvido pela Copel, o Eletroposto Fácil é ótimo para quem roda pela rede pública. Você consegue reservar o conector, monitorar a recarga e ainda acompanhar um histórico de uso, tudo no app.

    Google Maps e Waze

    Nem sempre você precisa de um app exclusivo. O Google Maps e o Waze já permitem pesquisar por “Estações de Carregamento EV”, exibindo pontos de recarga próximos, com rotas otimizadas.

    Todos os eletropostos são iguais?

    Definitivamente não. A princípio, os eletropostos se diferenciam principalmente pelo tipo de carregador e pela potência:

    • Carregadores Lentos (AC): potências de 3,7 kW a 22 kW, levam de 4 a 12 horas para carga completa.
    • Semirrápidos (AC): entre 22 kW e 43 kW, recarregam em até 4 horas.
    • Rápidos (DC): de 50 kW a 350 kW, chegam a 80% de carga em 20 a 40 minutos.
    • Ultrarrápidos (DC): até 350 kW, recarregam em menos de 20 minutos.

    Além disso, podem ser públicos ou privados, pagos ou gratuitos. Antes de conectar, confirme o tipo de conector e compatibilidade com o seu veículo para evitar problemas.

    E você, já usou algum app para encontrar posto de recarga? Comente aqui embaixo!



    Fonte: Garagem 360

  • Motos usadas e legalizadas até R$ 5 mil: veja as melhores

    Motos usadas e legalizadas até R$ 5 mil: veja as melhores

    Com a busca por mobilidade eficiente e econômica cada vez maior, as motos usadas se tornam uma excelente alternativa, especialmente para quem tem um orçamento limitado. Mas a tarefa de encontrar uma opção legalizada e em bom estado, que caiba no bolso, pode parecer desafiadora. A boa notícia é que, com até R$ 5 mil, é possível sim encontrar modelos confiáveis para suas necessidades diárias ou para iniciar no mundo das duas rodas.

    O segredo está em pesquisar bem, analisar a documentação e, claro, inspecionar a moto. Modelos mais antigos de marcas renomadas costumam ser as melhores escolhas, pois oferecem durabilidade e peças de reposição mais acessíveis.


    Top 5 Motos Usadas e Legalizadas Até R$ 5 Mil:

    Considerando a robustez, disponibilidade de peças e o valor de revenda, separamos algumas das melhores opções que você pode encontrar nessa faixa de preço:

    1. Honda Biz 100/125 (modelos mais antigos):

      • Por que escolher: Ícone da economia e praticidade. A Biz é compacta, fácil de pilotar, tem baixo consumo de combustível e um porta-objetos sob o banco que faz toda a diferença no dia a dia. Modelos anteriores a 2010 são facilmente encontrados por menos de R$ 5 mil.

      • Pontos de atenção: Verifique o estado da transmissão (embreagem e corrente) e o histórico de uso, já que muitas foram utilizadas para trabalho.

        Honda Biz – Foto: Divulgação

         

    2. Honda Cg 125 Fan/ Titan (modelos mais antigos):

      • Por que escolher: A CG é, sem dúvida, a moto mais vendida e confiável do Brasil. Sua robustez e simplicidade mecânica a tornam quase indestrutível. Peças são encontradas em qualquer lugar e a manutenção é extremamente barata.

      • Pontos de atenção: Devido à popularidade, muitas CGs são usadas intensivamente e podem ter histórico de modificações ou acidentes.

        CG 125 – Foto: Divulgação

         

    3. Yamaha YBR 125 Factor (modelos mais antigos):

      • Por que escolher: Rival direta da CG, a YBR 125 é conhecida pela sua durabilidade e conforto. É uma excelente opção para quem busca uma moto robusta para o dia a dia e viagens curtas.

      • Pontos de atenção: Verifique o sistema elétrico e o estado do motor, especialmente se tiver alta quilometragem.

        Yamaha YBR 125 Factor – Foto: divulgação

         

    4. Honda Pop 100/110i (modelos mais antigos):

      • Por que escolher: Leve, econômica e de fácil pilotagem, a Pop é uma ótima opção para iniciantes e para quem busca uma moto minimalista para o uso urbano. Modelos mais antigos da Pop 100 são facilmente encontrados na faixa de R$ 5 mil.

      • Pontos de atenção: Por ser leve, é mais suscetível a danos em quedas. Observe a integridade das carenagens e do chassi.

        Honda Pop – Foto: Divulgação

         

    5. Suzuki Yes 125 (modelos mais antigos):

      • Por que escolher: Uma boa alternativa às Honda e Yamaha, a Suzuki Yes 125 oferece conforto, bom desempenho para a categoria e é conhecida pela sua confiabilidade. Apesar de não ser tão popular, as peças são encontradas e o custo-benefício é interessante.

      • Pontos de atenção: Pode ser um pouco mais difícil de encontrar em bom estado, e a oferta de peças genéricas é menor que a das líderes de mercado.

     

    O Que Considerar Antes de Comprar?

    Antes de fechar negócio, alguns pontos são cruciais para evitar dores de cabeça futuras:

    • Documentação em dia: Verifique se o CRLV (Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo) e o CRV (Certificado de Registro do Veículo) estão sem pendências (IPVA, licenciamento, multas). Consulte o histórico do veículo pelo Detran do seu estado.

    • Histórico de Sinistros: Cheque se a moto não tem histórico de roubo, furto ou colisões graves.

    • Estado Geral: Avalie a parte mecânica (motor, freios, suspensão), elétrica e a estética (carenagens, pneus). Se possível, leve um mecânico de confiança para inspecionar o veículo.

    • Quilometragem: Motos com alta quilometragem exigirão mais manutenção. No entanto, o estado de conservação é mais importante do que apenas o número no hodômetro.

    • Peças e Manutenção: Opte por modelos com boa oferta de peças de reposição no mercado e cuja manutenção seja simples e barata.

    Com paciência e uma boa pesquisa, você pode encontrar uma moto usada e legalizada até R$ 5 mil que atenderá suas expectativas. Lembre-se que um bom negócio depende da sua capacidade de avaliar o veículo e negociar com o vendedor.

    Leia também: 5 motos baratas e econômicas para driblar o trânsito da cidade

     



    Fonte: Garagem 360

  • Quais as alternativas à correia dentada banhada a óleo do Chevrolet Onix, Tracker e Montana?

    Quais as alternativas à correia dentada banhada a óleo do Chevrolet Onix, Tracker e Montana?

    A introdução da correia dentada banhada a óleo em motores modernos, como os 1.0 e 1.2 turbo ou aspirados da Chevrolet presentes em modelos como Onix, Tracker e Nova Montana (a partir de 2019/2020), gerou um debate acalorado entre mecânicos e proprietários.

    A promessa era de maior durabilidade, chegando a 240.000 km, e menor ruído. No entanto, relatos de problemas prematuros e custos de reparo elevados têm levado muitos a questionar a confiabilidade desse componente.

    O Que é a Correia Dentada Banhada a Óleo e Por Que a Polêmica?

    Tradicionalmente, a correia dentada, responsável por sincronizar o virabrequim e o comando de válvulas do motor, trabalhava a seco e tinha uma vida útil de 50.000 a 70.000 km. Já a versão “banhada a óleo” (ou Belt in Oil – BIO) é imersa no óleo do motor. A ideia é reduzir o atrito, o ruído e, teoricamente, aumentar sua durabilidade, além de contribuir para a eficiência do motor e a redução de emissões.

    A polêmica surge porque, apesar da promessa de longa vida útil, muitos proprietários têm enfrentado problemas com a correia esfarelando ou rompendo muito antes do esperado, por vezes com menos de 100.000 km. A Chevrolet atribui grande parte desses problemas ao uso de óleo inadequado ou à falta de manutenção rigorosa, que afeta a compatibilidade do material da correia com o lubrificante.

    Onix, Onix Plus, Montana e Tracker são equipados com correia dentada banhada a óleo – Foto: Divulgação

    Como noticiamos aqui, a montadora chegou a estender a garantia para 240.000 km, mas condicionada à realização de todas as revisões em concessionárias e ao uso do óleo específico (ACDelco Dexos 1GEN3).

    O custo de uma troca preventiva ou corretiva da correia banhada a óleo é significativamente mais alto do que o de uma correia seca, podendo chegar a valores entre R$ 3.000 e R$ 5.000, ou até mais em casos de danos ao motor. Isso levanta a questão: existem alternativas viáveis a essa tecnologia para quem busca mais tranquilidade e menor custo de manutenção?

    Leia também: GM apresenta solução definitiva para correia dentada banhada a óleo

    Correia dentada banhada a óleo – Foto: Reprodução

     

    A Corrente de Comando: A Principal Alternativa

    A principal alternativa à correia dentada, seja ela seca ou banhada a óleo, é a corrente de comando. Muitos fabricantes optam por essa solução em seus motores, especialmente aqueles projetados para alta durabilidade e uso severo.

    Vantagens da Corrente de Comando:

    • Durabilidade Superior: A corrente é metálica e, geralmente, projetada para durar a vida útil do motor, sem necessidade de troca periódica. Isso elimina a preocupação com a quebra e os consequentes danos graves ao motor.

    • Menor Manutenção: Por não ter uma vida útil definida para troca, a corrente de comando reduz os custos e a frequência das manutenções preventivas relacionadas ao sistema de sincronismo.

    • Robustez: Por ser de metal, a corrente é mais resistente à contaminação por combustível ou ao uso de óleos fora da especificação, que são os principais vilões das correias banhadas a óleo.

    Corrente de comando – Foto: Shutterstock 

    Desvantagens da Corrente de Comando:

    • Ruído: Em geral, motores com corrente de comando podem ser um pouco mais ruidosos que os com correia dentada, embora a evolução tecnológica tenha minimizado essa diferença.

    • Custo de Fabricação: O custo de fabricação de um motor com corrente pode ser ligeiramente maior para a montadora, o que impacta no preço final do veículo.

    • Possível Manutenção (Rara): Embora projetada para a vida toda, a corrente pode, em casos raros e de uso extremo, apresentar desgaste ou folga, exigindo manutenção que é mais complexa e cara do que a troca de uma correia.


    Existem Kits de Conversão para os Motores Chevrolet?

    A possibilidade de converter um motor com correia banhada a óleo para corrente de comando é um tema recorrente entre proprietários. Para alguns motores, como os 1.0 turbo de três cilindros da Ford (Fiesta) na Europa, existem kits de conversão disponíveis com peças originais. No entanto, para os motores Chevrolet CSS Prime (Onix, Tracker, Montana), não há relatos de kits de conversão disponíveis no mercado.

    A adaptação de um sistema tão crítico como o sincronismo do motor exigiria um projeto de engenharia complexo e o uso de peças que não são originais para aquela configuração, o que não é recomendado e pode comprometer seriamente a segurança e a durabilidade do motor.

    Leia também: Correia dentada melada no óleo: Internautas brincam com a correia dentada banhada a óleo do Chevrolet Onix



    Fonte: Garagem 360

  • O que aconteceu com a Ford Ranger Raptor voadora?

    O que aconteceu com a Ford Ranger Raptor voadora?

    Uma picape de quase R$ 500 mil voando a dezenas de metros e gerando uma onda de repercussão que saiu dos trilhos para ganhar o mundo digital. A Ford Ranger Raptor, conhecida por sua potência e robustez, protagonizou um evento inusitado que a catapultou ao estrelato das redes sociais: um salto que a fez “voar” por mais de 40 metros de distância e alcançar mais de 10 metros de altura, resultando em um pouso forçado e danos consideráveis.

    Mas, como esse momento icônico não foi devidamente registrado em vídeo, a lenda da “Raptor Voadora” ganhou ainda mais força.

    O Salto Que Virou Lenda

    Equipada com um motor V6 3.0 biturbo de 397 cv, a Ford Ranger Raptor é uma máquina impressionante. No entanto, sua capacidade de desempenho foi levada ao limite por seu primeiro proprietário em uma manobra arriscada.

    O salto espetacular, que teria ocorrido em uma duna, não foi filmado com a qualidade que um evento dessa magnitude merecia, deixando um rastro de mistério e a criação de um verdadeiro mito automotivo.

    O impacto do pouso foi brutal, deixando a picape com apenas 350 km rodados em estado lastimável. A lista de danos é extensa e impressionante:

    • torção do chassi
    • caçamba amassada
    • para-lamas desalinhados
    • cárter do motor quebrado
    • caixa de direção trincada
    • intercooler danificado rodas amassadas
    • todos os sete airbags deflagrados. 
    Ranger Raptor voadora – Foto: Reprodução

    O Resgatador de uma Lenda

    Pouco tempo após o incidente, a “Raptor Voadora” foi vendida para Alisson Sávio, que não se intimidou com os estragos. Pelo contrário, ele abraçou a história da picape e prometeu que ela voltaria a “voar”. Alisson não só se tornou o guardião da Raptor, como também impulsionou sua fama nas redes sociais.

    A picape ganhou um perfil exclusivo no Instagram, a @raptorvoadoraoficial, onde os fãs podem acompanhar de perto sua recuperação e suas aparições em eventos.

    Antes mesmo de ir para a oficina, a “Raptor Voadora” já era uma celebridade, marcando presença em eventos automotivos e até em uma festa junina, comprovando o carisma gerado por sua história.

    Alisson Sávio tem compartilhado os detalhes dos danos e os desafios da recuperação, destacando a complexidade de encontrar peças para um veículo com grande parte de seus componentes exclusivos, fabricados na Tailândia. A esperança é recuperar ao máximo as peças originais, minimizando os custos e mantendo a autenticidade da “Raptor Voadora”.

    Qual a sua opinião sobre a história da “Raptor Voadora”? Você acha que vale a pena o esforço para recuperar uma picape com tantos danos? 

    Leia também: Nova Ford Ranger tem detalhes revelados para brigar com Hilux

     



    Fonte: Garagem 360

  • Chevrolet apresenta o Corvette ZR1X; V8 biturbo produz 1.270 cv

    Chevrolet apresenta o Corvette ZR1X; V8 biturbo produz 1.270 cv

    A Chevrolet revelou o Corvette com tração traseira mais rápido do mundo. O novo ZR1X tem um motor V8 que gera 1.270 cv e 114,5 kgfm de torque. 

    Essa potência total é combinada com um motor elétrico compacto no eixo dianteiro, capaz de produzir cerca de 186 cv de potência.

    Ativando o Modo Stealth, para uma partida silenciosa, o recurso permite que uma condução apenas usando energia elétrica por até 8 km a uma velocidade de até 72 km/h.

    Com esse conjunto híbrido e a potência assustadora, o Corvette ZR1X atinge os 100 km/h em menos de 2 segundos. 

    E toda essa potência é disparada às rodas traseiras através de uma transmissão de dupla embreagem de 8 velocidades. 

    Números impressionantes

    Para conseguir parar esse hipercarro, a Chevrolet equipa o ZR1X com freios robustos desenvolvidos especificamente para o carro. O pacote de frenagem J59, padrão no ZR1X tem pinças dianteiras de 10 pistões e traseiras de 6 pistões. 

    Este é o sistema de freio de carro de produção mais resiliente da GM. E durante os testes, os Corvettes equipados com J59 chegaram a atingir 1,9G de desaceleração de 290 km/h para 190 km/h.

    O hipercarro ZR1X estará disponível em estilo de carroceria cupê ou conversível. Produzido em Bowling Green, no estado de Kentucky (EUA), o Corvette ZR1X começa a ser fabricado no final de 2025.


    O hipercarro ZR1X estará disponível em estilo de carroceria cupê ou conversível
    O hipercarro ZR1X estará disponível em estilo de carroceria cupê ou conversível • Divulgação

    A Chevrolet revelou que não tem planos de oferecer esse modelo no Brasil.



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Novo Cadillac Escalade de Viih Tube pode valer mais de R$ 2 milhões; veja

    Novo Cadillac Escalade de Viih Tube pode valer mais de R$ 2 milhões; veja

    A influencer Viih Tube apareceu nos stories do Instagramdesta sexta (27)  apresentando seu mais novo carro. A ex-BBB mostrou um Cadillac Escalade na cor preta e brincou sobre o tamanho do SUV. 

    “Aonde a gente vai, as pessoas que estão lá a passeio nem querem parar do lado do carro. Ficam com medo!”, disse Viih Tube. 

    Como é o Cadillac Escalade? 

    O SUV grandalhão que agora faz parte da garagem de Viih Tube pode custar mais de R$ 2 milhões, se comprado zero quilômetro.

    Modelo tem um motor V8 6.2L que rende cerca de 410 cv de potência e 63,5 kgfm de torque. O câmbio é automático de 10 velocidades. 

    O Escalade tem mais de 2,5 toneladas de peso e dimensões bem generosas. 

    • Distância entre eixos: 3,07 m
    • Comprimento: 5,38 m
    • Largura: 2,06 m
    • Altura: 1,95 m

    Os freios são a disco nas quatro rodas e contam com pneus de medida 275/50 R22. 

    No porta-malas há 722 litros para que a influencer consiga carregar todas as malas com tranquilidade. 

    O assunto, inclusive, repercutiu nas redes sociais, quando o marido de Viih Tube e também ex-BBB Eliezer, 35, brincou com o excesso de bagagem levado pela esposa, na viagem da família a Gramado, no Rio Grande do Sul.



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Mistura de etanol na gasolina deve economizar bilhões de reais por ano

    Mistura de etanol na gasolina deve economizar bilhões de reais por ano

    A mistura de etanol na gasolina é uma medida que promete transformar a economia brasileira. A partir de agosto de 2025, o governo federal anunciou que a mistura obrigatória de etanol na gasolina passará de 27% para 30%.

    Com essa mudança, o país espera economizar R$ 4 bilhões por ano, além de promover um impacto significativo na balança comercial e na segurança energética nacional.

    Acompanhe o Garagem360 e veja mais detalhes!

    Como a mistura de etanol na gasolina vai gerar economia?

    O aumento da quantidade de etanol na gasolina não é uma novidade. O Brasil já é um líder mundial na produção de etanol, e essa mudança reflete uma maior utilização de fontes renováveis para a produção de combustíveis.

    Mas o que muda, de fato, com a adoção do E30 (gasolina com 30% de etanol)?

    Redução nos custos:

    O governo estima que a medida vai gerar uma economia de até R$ 0,11 por litro de gasolina, o que representa um alívio significativo para os consumidores.

    As frotas de transporte também devem perceber a diferença. A economia por quilômetro rodado poderá ser de até R$ 0,02, o que é especialmente vantajoso para empresas que dependem de veículos para entregar produtos ou transportar passageiros.

    Economia de importações:

    Com a mudança, o Brasil reduzirá a demanda por gasolina A (gasolina sem etanol), o que representa uma economia de até 1,36 bilhão de litros por ano. Isso implica uma economia de mais de R$ 4 bilhões anuais, considerando o preço de paridade de importação de R$ 3,11 por litro.

    Brasil pode se tornar exportador de gasolina

    Com essa redução na necessidade de importar gasolina, o Brasil pode virar um exportador de combustível já em 2025. Isso contribui para fortalecer a indústria nacional e melhorar a balança comercial, além de reduzir a dependência externa, que impacta diretamente a economia do país.

    Além disso, o aumento no uso de etanol também traz vantagens ambientais. O etanol é um biocombustível, ou seja, sua utilização contribui para a redução das emissões de gases de efeito estufa, colaborando com a descarbonização da matriz de transporte do país.

    Os veículos vão aguentar a nova mistura de etanol na gasolina?

    Segundo as informações divulgadas, um ponto importante é que a frota brasileira está totalmente preparada para operar com a nova mistura de etanol na gasolina.

    Isto é, os testes realizados pela indústria automobilística e por órgãos como a ANP (Agência Nacional do Petróleo) e o Instituto Mauá de Tecnologia comprovaram que os carros flex, predominantes no Brasil, são totalmente compatíveis com o E30

    Vale a pena confiar na mudança?

    A medida é vista com otimismo por especialistas, como Márcio D’Agosto, professor da Coppe/UFRJ. Ele afirma que a mudança não traz riscos técnicos ou de compatibilidade, e reforça que o Brasil já tem experiência e infraestrutura suficientes para atender a essas novas exigências.

    Além disso, a expansão do uso de etanol vai fortalecer ainda mais a indústria de biocombustíveis no país.

    Aproveite para conferir: O brabo chegou! Chevrolet lança Corvette ZR1X, híbrido de 1.267 cv com aceleração impressionante

    Fonte

    O que você acha dessa nova medida do governo? Acha que ela vai realmente beneficiar os brasileiros? Comente abaixo e compartilhe sua opinião!



    Fonte: Garagem 360

  • Montadoras e fornecedores europeus se unem por software de código aberto

    Montadoras e fornecedores europeus se unem por software de código aberto

    A busca da indústria automotiva europeia por maior competitividade frente a outros polos produtivos, como China e Estados Unidos, acaba de ganhar novo e importante capítulo. Montadoras alemãs e grandes fornecedores estão se unindo para desenvolver softwares abertos.

    Com o suporte da VDA, Associação Alemã da Indústria Automotiva, onze empresas do setor automotivo assinaram, no início desta semana, memorando de entendimento para desenvolvimento de software de código aberto, compartilhando custos e benefícios.

    A  lista de empresas que assinaram o memorando reúne o Grupo Volkswagen, Mercedes-Benz, BMW, Bosch, Continental,  ZF e Valeo, dentre outras empresas.

    “Uma parte significativa do software veicular não é diretamente acessível ao usuário e, portanto, não é diferenciada. Isso permite que os módulos de software sejam desenvolvidos em conjunto em um ecossistema aberto e colaborativo, destaca a entidade.

    O desenvolvimento do software aberto ocorrerá em ambiente transparente  e independente da organização independente Eclipse Foundation. O cronograma da iniciativa prevê que o escopo de software para o desenvolvimento em série de uma plataforma para direção autônoma esteja disponível já em 2026.

    O software pode ser adaptado ou expandido e disponibilizado à indústria de forma personalizada, o que permite que fabricantes e fornecedores se concentrem em projetos diferenciados, mantendo os componentes principais unidos.

    Muitos dos componentes de software desenvolvidos, como middleware para comunicação, autenticação ou interfaces, são considerados “não diferenciadores” e, portanto, não têm influência direta na experiência do cliente.

    Um componente central do projeto é a chamada abordagem “código em primeiro lugar”: em vez de apenas criar especificações, o software executável é desenvolvido e fornecido diretamente. Isso não só deve reduzir o esforço de desenvolvimento, como também acelerar o lançamento no mercado.

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    “Juntos, estamos construindo um ecossistema de software poderoso e preparado para o futuro – aberto, transparente e seguro”, afirma Marcus Bollig, diretor executivo da VDA.

    “A colaboração no desenvolvimento de plataformas automotivas de código aberto é um fator crítico para a indústria automotiva. Nosso modelo de governança permite a colaboração aberta entre OEMs, fornecedores e players de tecnologia”, diz Mike Milinkovich, diretor executivo da Eclipse Foundation.

    A ideia dos parceiros é que mais tardar em 2030 os primeiros veículos já estejam se beneficiando dos recursos de código aberto, disponíveis para a indústria como pacotes.

    Eles também não pretendem limitar o número de empresas participantes no projeto, que, afirma a VDA, está aberto a outros parceiros, independentemente do porte ou origem.

    “Estamos impulsionando ativamente o futuro do software automotivo”, comemora Magnus Östberg, diretor de Software da Mercedes-Benz.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria