Autor: automoveis

  • Déficit comercial das autopeças sobe 20%, para US$ 6,2 bilhões

    Déficit comercial das autopeças sobe 20%, para US$ 6,2 bilhões

    As exportações de autopeças brasileiras atingiram US$ 3,3 bilhões este ano, com alta de 4,6% sobre os US$ 3,18 milhões de janeiro a maio de 2024. Já as importações, no mesmo comparativo, saltaram 14,4%, de US$ 8,3 bilhões para US$ 9,5 bilhões, gerando déficit comercial da ordem de US$ 6,17 bilhões, valor 20,5% superior ao registrado no mesmo período de 2024 (US$ 5,13 bilhões).

    Os números constam no relatório da balança comercial divulgado pelo Sindipeças, que relata aumento do saldo negativo em maio por conta das exportações estáveis e das importações em alta no mês.

    As vendas externas somaram US$ 682,3 milhões, com elevação ínfima de 0,6% na comparação com o mesmo mês do ano passado, enquanto as importações, que tinham mostrado sinais de desaceleração em março e abril, recuperaram força, atingindo US$ 1,9 bilhão em maio, expansão de 15,5% no comparativo interanual. O déficit no mês ficou em US$ 1,3 bilhão.

    Importações versus exportações

    A China segue no topo do ranking dos países que mais vendem autopeças para o Brasil, com US$ 1,72 bilhão este ano, valor 18,1% maior do que o registrado nos primeiros cinco meses de 2041 (veja tabela abaixo). Os Estados Unidos vêm na sequência, com US$ 986,5 milhões, alta de 9,7%.

    Na avaliação do Sindipeças, o avanço expressivo das importações pode estar associado à recente valorização do real frente ao dólar, cuja trajetória tem sido de queda ao longo do ano. A expectativa dos produtores pode ser de que esse movimento  se sustente ao longo do ano, o que gera aceleração nas compras.

    “A desvalorização da moeda norte-americana está fortemente vinculada ao cenário internacional, marcado por incertezas sobre a condução do governo dos Estados Unidos”, avalia o Sindipeças. “A atuação instável de Donald Trump, com sucessivos conflitos diplomáticos e a imposição de tarifas, tem provocado a saída de investidores dos ativos em dólar, contribuindo para o enfraquecimento da moeda”.

    Com relação às exportações, o Brasil foi favorecido com a ampliação do acordo com a Argentina, que retomou a eliminação das tarifas sobre a importação de autopeças a fim de reduzir custos e fortalecer a competitividade da indústria brasileira.

    “Os reflexos foram observados no crescimento das vendas para a Argentina, cuja participação no total exportado subiu de 38% em abril para 41% em maio”, revela o sindicato da indústria de autopeças. O Brasil exportou para o país vizinho total de US$ 1,3 bilhão, elevação de 24,6% na receita.

    No caso das importações da Argentina para o Brasil, no entanto, o impacto da citada medida ainda não foi percebido: “A participação das autopeças argentinas nas importações brasileiras recuou de 3,9% para 3,6% entre abril e maio, apesar da alta de 1,9% na variação anual”, conclui o Sindipeças.


    IMPORTAÇÕES  AUTOPEÇAS ACUMULADO DO ANO (em US$)

    País                    jan-mai 2025                        jan-mai 202                  Var(%)        Part. (%)

    1. CHINA                1.723.100.412                          1.417.770.408             21,5               18,1
    2 EUA                        986.566.463                           898.953.8                  9,7                10,4
    3 JAPÃO                   879.425.098                            693.456.7                26,8                9,3
    4 ALEMANHA        850.127.714                             783.845.553               8,5                8,9
    5 MÉXICO               695.753.105                             590.069.45              17,9                 7,3
    6 ITÁLIA                  513.050.999                            425.129.                    20,7                 5,4


    País                         jan-mai 2025                        jan-mai 202               Var(%)    Part. (%)

    1 ARGENTINA       1.299.587.544                       1.043.052.511             24,6               39,0
    2 EUA                         528.244.282                          564.886.592            -6,5                15,9
    3 MÉXICO                 281.450.804                          389.836.464           -27,8              8,5
    4 ALEMANHA          181.751.536                            173.108.568                5,0              5,5
    5 CHILE                       94.575.745                             92.946.562               1,8               2,8
    6 COLÔMBIA             83.355.420                            88.893.389              -6,2              2,5


    Foto: Divulgação/Automec



    Fonte: Auto Industria

  • Moto com inteligência artificial? Modelo da Yamaha surpreende e ganha prêmio de design

    Moto com inteligência artificial? Modelo da Yamaha surpreende e ganha prêmio de design

    A Yamaha acaba de revelar uma inovação que vai além do conceito de motocicletas convencionais: a MOTOROiD2, uma moto com inteligência artificial que impressiona por sua tecnologia e design futurista.

     O conceito foi recentemente premiado com o Red Dot Award: Design Concept 2025, marcando a quinta conquista da marca nessa categoria. Se você é fã de motos e tecnologia, continue lendo para entender os detalhes dessa revolução!

    Acompanhe o Garagem360 e veja mais detalhes sobre a novidade!

    O que torna a Yamaha MOTOROiD2 única?

    A moto com Inteligência Artificial, como é conhecida, tem como foco a interação entre o piloto e a máquina, com um sistema de resposta bidirecional e comunicação não verbal.

    O conceito MOTOROiD2 não é apenas uma moto, é uma extensão sensorial do piloto. Um dos destaques é seu design semitransparente e orgânico, que chama a atenção por sua estrutura futurista.

    Com a ajuda da inteligência artificial, o conceito possui um sistema autônomo que permite à moto ajustar seu centro de gravidade. Isso a faz se inclinar e até levantar-se do suporte sozinha, se mantendo equilibrada.

    Além disso, o Active Mass Center Control System estabiliza a motocicleta através de eletrônica avançada, ajustando automaticamente a posição do veículo para que ele sempre se mantenha equilibrado, mesmo em condições adversas.

    Por que a inteligência artificial é a chave desse modelo?

    A inteligência artificial da Yamaha MOTOROiD2 não é apenas para balancear a moto, mas também para criar uma verdadeira conexão com o piloto.

    Usando um sistema de reconhecimento facial e de gestos, a moto consegue identificar seu dono e responder a comandos de movimento. Basta um gesto simples com a mão para a moto iniciar ou parar seus movimentos.

    Além disso, a MOTOROiD2 é equipada com sensores giroscópicos e de aceleração, que ajudam a moto a perceber seu ângulo de inclinação e sua velocidade em tempo real, permitindo ajustes instantâneos.

    Como a Yamaha MOTOROiD2 funciona em detalhes?

    • Bateria dinâmica: a bateria da moto se move para a direita ou para a esquerda, ajudando a manter o equilíbrio, funcionando como um contrapeso.

    • Estrutura autônoma: a estrutura do chassi permite que as porções superior e inferior da moto girem independentemente, garantindo maior estabilidade.

    Esse nível de tecnologia não é algo visto em modelos de produção massiva, mas certamente influencia a indústria de motos e pode se refletir em futuras inovações nos modelos mais acessíveis.

    Vale destacar ainda que o modelo foi premiado no Red Dot Award devido ao seu design inovador, que não só é funcional, mas também esteticamente revolucionário.

    A mistura de alta tecnologia com um visual futurista fez da MOTOROiD2 uma das motos mais admiradas do ano.

    Por fim, ainda que a MOTOROiD2 seja apenas um conceito, trata-se de um exemplo claro de como a tecnologia pode transformar até os veículos mais tradicionais, abrindo portas para novas formas de pilotagem e interação entre homem e máquina.

    Aproveite para conferir: Novo SUV de 7 lugares da Ford tem 406 cv de potência

    Yamaha MOTOROiD2 já nos dá uma visão do que pode ser o futuro das motocicletas. Será que veremos modelos semelhantes nas ruas? Ou o conceito ainda está muito à frente do tempo?
    Deixe sua opinião nos comentários abaixo e compartilhe o que você acha dessa revolução sobre duas rodas!



    Fonte: Garagem 360

  • Levar bagagem solta no carro é proibido? Entenda a lei e evite problemas

    Levar bagagem solta no carro é proibido? Entenda a lei e evite problemas

    Vai viajar e bateu aquela dúvida? será que levar bagagem solta no carro é proibido? Posso ser multado(a) por isso? Muitos motoristas acabam cometendo essa gafe sem perceber, podendo colocar em risco sua segurança e a dos passageiros. Acompanhe o Garagem360 e entenda por que é importante se atentar a essa lei.

    Levar bagagem solta no carro é proibido?

    De acordo com a Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), transportar objetos soltos dentro do veículo é uma infração de trânsito grave. Mesmo que seja apenas uma sacola de supermercado no banco ou um pacote no assoalho, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) proíbe essa prática.

    Levar bagagem solta no carro é proibido

    Foto: Freepik

    Nesse caso, a multa pela infração é de R$ 195,23, além de implicar a perda de cinco pontos na sua CNH. E não para por aí: o veículo ainda pode ser retido até que a situação seja regularizada.

    Por que transportar bagagens soltas pode ser tão perigoso?

    O motivo dessa proibição está diretamente relacionado à segurança. Durante uma frenagem brusca ou em caso de colisão, objetos soltos podem ser projetados com grande força, colocando em risco a vida dos ocupantes.

    Assim, para evitar esse tipo de acidente, a recomendação é sempre prender os itens de maneira segura, seja no porta-malas ou, quando não possível, fixando-os nos bancos.

    Quais são as regras para o transporte de bagagens no carro?

    Segundo o artigo 109 do CTB, existem critérios específicos para o transporte de carga dentro de veículos de passageiros. Confira:

    • Segurança em primeiro lugar – A carga não deve representar perigo para as pessoas no veículo nem danificar propriedades públicas ou privadas.
    • Visibilidade e estabilidade – A bagagem não pode obstruir a visão do motorista ou afetar a estabilidade do veículo.
    • Projeção da carga – A carga não pode ser projetada para fora do veículo, nem deve ultrapassar as dimensões permitidas.
    • Fixação correta – Todos os itens devem estar adequadamente ancorados para garantir que não se movam durante o trajeto.

    Além disso, objetos como mochilas, pastas e malas pequenas podem ser transportados na cabine, mas somente se não estiverem soltos. Se a bagagem estiver solta ou fora do lugar, a infração será constatada.

    Como transportar bagagens de forma segura e dentro da lei?

    Se você precisar transportar itens maiores, como compras ou malas, o correto é sempre usar o porta-malas. Quando não for possível, a recomendação é usar o chão do vão para as pernas ou fixar a carga com segurança nos bancos.

    Levar bagagem solta no carro é proibido

    Foto: Reprodução

    Isso evita que a carga se mova e cause acidentes, principalmente em situações de frenagem brusca. Além disso, se você transporta itens pequenos e pessoais, como mochilas ou sacolas, é importante garantir que eles não obstruam a visibilidade ou atrapalhem a dirigibilidade do veículo.

    Ou seja, a regra é clara: segurança sempre!

    Comente aqui embaixo: você já foi multado por levar bagagem solta no carro? Quais cuidados você toma para garantir que a carga esteja segura durante o transporte?



    Fonte: Garagem 360

  • CNH Social tem inscrições abertas até o dia 30 de junho

    CNH Social tem inscrições abertas até o dia 30 de junho

    As inscrições para o programa CNH Social do governo de Rondônia estão na reta final, com prazo limite até o próximo dia 30 de junho. Essa é a chance para cidadãos de baixa renda conquistarem a primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH) de forma totalmente gratuita. A alta procura tem gerado um grande volume de acessos ao site oficial do Detran-RO (detran.ro.gov.br), onde o cadastro deve ser feito.

    CNH Social de Rondônia tem inscrições abertas até o dia 30 de junho

    A iniciativa é um compromisso do governo estadual para promover a inclusão social e a qualificação profissional. Estão disponíveis 1.500 vagas nesta etapa, abrangendo as categorias A (moto), B (carro) e AB (carro e moto), além de vagas específicas para Pessoas com Deficiência (PcD).

    O governador de Rondônia, Marcos Rocha, enfatiza a importância do programa: “Garantir a inclusão social e oferecer oportunidades para os rondonienses que mais precisam é um compromisso do governo do estado. Estamos investindo para transformar vidas com ações concretas como essa.”


    Veja como participar do CNH Social em Rondônia – Foto: Reprodução

    Requisitos Essenciais para Participar

    Para se inscrever, os candidatos precisam atender a critérios específicos que visam beneficiar quem realmente necessita. Os principais são:

    • Ter renda familiar per capita de até meio salário mínimo ou renda familiar total de até dois salários mínimos.

    • Estar inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico).

    • Atender aos demais critérios estabelecidos no edital do programa.

    O diretor-geral do Detran-RO, Sandro Rocha, reforça a necessidade de leitura atenta do edital: “É fundamental que os candidatos leiam o edital com muita atenção, pois ele traz todas as informações sobre quem tem direito, os documentos necessários e as etapas do processo.

    Nosso objetivo é garantir que o benefício chegue a quem mais precisa, ampliando o acesso à cidadania e criando novas possibilidades de inserção no mercado de trabalho.” O edital completo está disponível no site do Detran-RO.


    Inscrição e Correção de Dados

    A inscrição é feita exclusivamente pelo site oficial detran.ro.gov.br até as 23h59 do dia 30 de junho. Após esse horário, o sistema será automaticamente fechado. O Detran-RO reforça que todo o processo é totalmente gratuito.

    Para quem já se inscreveu e identificou algum erro nos dados, o Detran-RO disponibiliza a opção de atualização cadastral. O setor de Tecnologia da Informação do órgão criou um Manual Portal CNH Social com o passo a passo para auxiliar os candidatos na correção das informações inconsistentes.

    Você se enquadra nos requisitos da CNH Social? Conte pra gente nos comentários se você já se inscreveu ou se pretende aproveitar a próxima etapa do programa!

    Leia também: Motoristas estão perdendo sua CNH e nós te contamos o motivo



    Fonte: Garagem 360

  • Nova Chevrolet Spin 2026; revelamos o consumo da minivan na cidade e na estrada

    Nova Chevrolet Spin 2026; revelamos o consumo da minivan na cidade e na estrada

    A Chevrolet Spin 2026 chega com atualizações importantes, mas será que ela ficou mais econômica? A minivan, que já é uma das únicas opções no mercado brasileiro para quem precisa de um carro de 7 lugares, ainda mantém o motor 1.8 aspirado, mas com melhorias na calibração. Acompanhe o Garagem360 e descubra o consumo da Spin 2026 na cidade e na estrada.

    Chevrolet Spin 2026 melhorou o consumo?

    Em termos de consumo, a minivan da Chevrolet foi recalibrada para ser mais econômica. Contudo, ainda precisamos analisar os números práticos.

    Chevrolet Spin 2026 consumo na cidade e estrada

    Foto: Divulgação / Chevrolet

    A Spin 2026 está mais eficiente, mas isso é suficiente para competir com os outros modelos do mercado? Vamos ver os dados de consumo na cidade e estrada para entender melhor.

    Consumo na cidade:

    • Gasolina: 10,5 km/l (versão 2025) e 10,5 km/l (versão 2026)
    • Etanol: 7,4 km/l (versão 2025) e 7,4 km/l (versão 2026)

    Consumo na estrada:

    • Gasolina: 13,4 km/l (versão 2025) e 13,7 km/l (versão 2026)
    • Etanol: 9,3 km/l (versão 2025) e 9,3 km/l (versão 2026)

    Apesar das melhorias anunciadas pela Chevrolet, o desempenho do Chevrolet Spin 2026 em termos de economia não impressiona tanto quanto os números indicam.

    Chevrolet Spin 2026 consumo na cidade e estrada

    Foto: Divulgação / Chevrolet

    Durante testes feitos, o consumo na cidade foi de 8,6 km/l e na estrada de 15 km/l com gasolina, o que mostra que a minivan superou as estimativas de consumo do Inmetro.

    O que mudou na Chevrolet Spin 2026?

    A Spin 2026 trouxe alguns avanços tecnológicos e de design. Embora o motor 1.8 flex aspirado de 111 cv e 17,7 kgfm de torque tenha permanecido o mesmo, a Chevrolet afirmou que fez ajustes no propulsor para aumentar a eficiência.

    Além disso, a minivan traz novidades que a tornam uma opção atraente para famílias ou até taxistas. Dá só uma olhada:

    • Painel de Instrumentos Digital de 8 polegadas
    • Central Multimídia de 11 polegadas
    • Melhoria no desempenho do motor 1.8 flex

    Essas mudanças não apenas melhoram a experiência de direção, mas também tornam a Spin uma opção mais moderna e conectada, mesmo com a manutenção do motor antigo.

    Chevrolet Spin 2026 consumo na cidade e estrada

    Foto: Divulgação / Chevrolet

    A questão é: será que as melhorias são suficientes para superar os concorrentes e garantir um bom consumo?

    Qual o preço do Chevrolet Spin 2026?

    Embora o consumo tenha sido um dos pontos discutidos, o preço da Spin 2026 também é um fator relevante. Veja as versões disponíveis e seus preços sugeridos:

    • Chevrolet Spin LT (Manual): R$ 132.990
    • Chevrolet Spin LT (Automática): R$ 139.390
    • Chevrolet Spin LTZ 7 lugares: R$ 144.590
    • Chevrolet Spin Premier: R$ 159.690

    O preço é competitivo para quem busca uma minivan com capacidade para 7 passageiros, mas a dúvida fica quanto à eficiência e custo-benefício em relação aos modelos concorrentes.

    O que você acha da Chevrolet Spin 2026? Deixe sua opinião nos comentários abaixo e compartilhe suas expectativas sobre o desempenho da minivan!



    Fonte: Garagem 360

  • Volkswagen revela Golf GTI Edition 50 mais potente da história; veja

    Volkswagen revela Golf GTI Edition 50 mais potente da história; veja

    A Volkswagen revelou na Europa o Golf GTI Edition 50, modelo especial que marca os 50 anos de história da versão esportiva mais famosa do Golf. Previsto para chegar ao mercado europeu no primeiro trimestre de 2026, o hatch se destaca não apenas por ser uma edição comemorativa, mas também por ser a versão mais potente já feita num GTI de fábrica.

    O hot hatch é equipado com o já conhecido motor 2.0 TSI, mas recalibrado para entregar 325 cv e torque máximo de 420 Nm. Em comparação, o GTI convencional oferece 265 cv, enquanto a variante Clubsport alcança 300 cv. Segundo a marca, faz 0 a 100 em 5,5s com máxima nos 270 km/h.

    A potência adicional é acompanhada de uma suspensão aprimorada, com novos ajustes nas molas, amortecedores e altura da carroceria, que ficou 15 mm mais baixa na configuração padrão e até 20 mm com o pacote opcional GTI Performance.

    E para destacar os atributos do novo modelo, a Volks tratou de prová-lo num dos maiores templos do automobilismo mundial. O novo Volkswagen Golf GTI Edition 50 bateu o recorde para o modelo em Nürburgring Nordschleife, na Alemanha. Pilotado por  Benjamin Leuchter, o carro marcou tempo de 7 minutos e 46 segundos, o melhor tempo já registrado por um Golf de produção no local.


    VW Golf GTI Clubsport e o VW Golf GTI 50 Edition
    VW Golf GTI Clubsport e o VW Golf GTI 50 Edition • Divulgação

    Nesta edição comemorativa, o carro ganha rodas forjadas de 19 polegadas que pesam apenas 8 kg cada — 3 kg a menos do que as rodas convencionais —, pneus semi-slick Bridgestone Potenza Race e um sistema de escape em titânio fornecido pela Akrapovič, que contribui para a redução de 11 kg no peso total do veículo.

    Externamente, o modelo se diferencia por detalhes como retrovisores e teto pintados de preto, saídas de escape com acabamento escurecido e logotipos GTI 50 na tampa traseira e nos retrovisores. Além disso, uma faixa lateral com degradê do preto para o clássico Tornado Red reforça o caráter esportivo do modelo.

    No interior, o Golf GTI Edition 50 traz  cintos de segurança vermelhos, bancos esportivos com o tradicional padrão xadrez e acabamento em veludo sintético. O volante esportivo multifuncional, revestido em couro e com o logotipo GTI 50, integra as aletas de troca de marcha do câmbio DSG de sete marchas.


    O primeiro Golf GTI e o novo GTI 50 Edition
    O primeiro Golf GTI e o novo GTI 50 Edition • Divulgação

    Cinco cores estarão disponíveis para o Golf GTI Edition 50: branco Pure, cinza Moonstone Grey, preto Grenadilla, além das exclusivas vermelho Dark Moss e vermelho Tornado — esta última, historicamente associada às versões mais esportivas da Volkswagen desde a década de 1980.

    As vendas do Golf GTI Edition 50  devem começar em 2026 na Europa, com preço inicial estimado em 55 mil euros, cerca de R$ 360 mil. Não há previsão para comercialização oficial no Brasil desta série especial. No entanto, a Volkswagen já confirmou para este ano o lançamento do Golf GTI convencional.

    Cinto de segurança: o perigo de usar errado e reclinar o banco



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Lecar, a marca brasileira em meio aos chineses da Eletrocar

    Lecar, a marca brasileira em meio aos chineses da Eletrocar

    Ainda sem a necessária licença ambiental para construir a anunciada fábrica de Sooretama, no Espírito Santo, o empresário brasileiro Flávio Figueiredo segue firme no projeto de produzir o híbrido-flex 459 a partir de agosto do ano que vem.

    Ele admite que será “uma correria total”, mas ainda considera a data anunciada factível, reforçando a tese de que “impossível não existe”, como disse em entrevista na Eletrocar na terça-feira, 24. E os planos são ousados: “Nascemos para ser uma marca global, já temos contato para abrir concessionária na Itália, Alemanha e Argentina”, garante.

    Pelo projeto inicial de produzir um carro elétrico no Brasil, Figueiredo chegou a assumir o apelido de “Elon Musk brasileiro”. Tudo começou, segundo ele próprio, quando engenheiros disseram a ele que seu sonho era impossível:

    “Comprei um Tesla e entreguei para eles desmontarem”, lembra o empresário, comentando que o projeto depois migrou para um híbrido-flex, assim como a fábrica que seria no ABC paulista acabou migrando para o Espirito Santo.

    Apesar de algumas mudanças de rumo, Figueiredo demonstra um entusiasmo até contagiante pelos seus planos. Além de participar da 1ª edição do Eletrocar, que acontece em paralelo à Eletroshow no Distrito Anhembi, ele já confirmou presença no Salão Internacional do Automóvel, programado para novembro no mesmo local.

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    Horse vai fornecer motor para carro híbrido flex da brasileira Lecar

    O estande da Lecar na Eletrocar fica em meio a 15 fabricantes chineses de veículos, incluindo motonetas e motos elétricas, carregadores e software de gerenciamento de recarga, entre outras. No segmento de veículos leves, a GWM, que inaugura no mês que vem fábrica no Brasil, e a Farizon, marca de comerciais elétricos da Geely que está estreando por aqui.

    Considerando a Eletrocar e a Eletroshow, é marcante a presença dos chineses, 1,5 mil do total de 5 mil. E é também a partir de contatos com os chineses que Figueiredo leva seus planos adiante.

    O projeto da fábrica teve consultoria de uma empresa do país asiático, de onde vieram os protótipos em exposição na feira. Também já está acertada a compra de componentes chineses, incluindo a bateria do sistema elétrico.

    No Brasil, a Lecar já conseguiu homologação do programa Mover, Mobilidade Verde e Inovação, e firmou parceria com as brasileiras Frasle, Suspenys e Nakata, todas do Grupo Randon, e também com a Weg e a Keko Acessórios, entre outras.

    Para levar adiante a produção do carro elétrico no Brasil, Figueiredo vendeu sua empresa, a Lecard, uma operadora de cartão alimentício que começou no Espírito Santo e posteriormente teve atuação nacional. A fábrica capixaba terá capacidade para 120 mil carros/ano, mas começa com 500 por mês, volume que anualizado fica na faixa de 6 mil.

    “Nós contratamos três estamparias externas aqui no Brasil para terceirizar esse serviço. Mas teremos soldagem, pintura e montagem final”, informa o empresário. Com relação à rede de concessionárias, a ideia é ter pequenas lojas de 150 m² e alguns services center (oficinas) para atender regiões.

    Segundo revela, já há 51 empresas interessadas em ter parceria para venda dos produtos Lecar. E outro plano ousado revelado na entrevista é chegar a 2 mil concessionárias em dois anos. A Volkswagen, vice-líder no mercado brasileiro, tem exatas 473.

    Enfim, é esperar para ver o desenrolar de tudo que vem sendo prometido e, principalmente, de quando sairá a licença ambiental sem a qual é impossível iniciar obras da tão sonhada fábrica brasileira de carro eletrificado.




    Fonte: Auto Industria

  • Carros elétricos são “modinha” passageira? Revelamos a verdade

    Carros elétricos são “modinha” passageira? Revelamos a verdade

    Nos últimos anos, os carros elétricos têm ganhado cada vez mais destaque no mercado automotivo mundial. Com o crescente número de modelos lançados e o aumento da conscientização ambiental, muitos se perguntam: será que os carros elétricos são uma tendência sustentável ou apenas uma moda passageira? A seguir, o Garagem vai te provar que os eletrificados não são mais uma “modinha”, e chegaram para ficar de vez!

    Os carros elétricos realmente chegaram para ficar?

    A ascensão dos carros elétricos não é apenas uma modinha passageira, mas sim uma resposta às crescentes preocupações ambientais e aos desafios energéticos do nosso tempo.

    Segundo dados da Agência Internacional de Energia (IEA), mais de 17 milhões de carros elétricos foram vendidos globalmente em 2024 – um aumento de 25% em relação ao ano anterior.

    Carros elétricos

    Foto: Imagem gerada por IA

    Esse crescimento robusto reflete a mudança gradual, mas sólida, no comportamento do consumidor e nas políticas governamentais.

    Principais fatores que impulsionam o mercado de carros elétricos

    A princípio, vários fatores estão contribuindo para o aumento na adoção de carros elétricos. Entre os mais relevantes, podemos destacar:

    Políticas públicas e incentivos governamentais

    Muitos governos ao redor do mundo estão criando incentivos fiscais, isenções de impostos e subsídios para estimular a compra de carros elétricos.

    Essas iniciativas tornam o veículo mais acessível ao consumidor e ajudam a acelerar a transição para fontes de energia mais limpas.

    Preocupação ambiental

    A crescente conscientização sobre as mudanças climáticas e a poluição do ar tem feito com que muitas pessoas busquem alternativas mais sustentáveis no transporte diário.

    Como os modelos elétricos não emitem poluentes durante o uso, eles se destacam como uma excelente opção em comparação aos tradicionais carros a combustão.

    Carros elétricos

    Foto: Imagem gerada por IA

    Avanços tecnológicos

    Similarmente, a evolução das baterias e a melhoria na infraestrutura de recarga têm sido fundamentais para tornar os carros elétricos mais acessíveis e práticos para o consumidor.

    A autonomia dos veículos também tem aumentado, fazendo com que eles se tornem uma opção viável até mesmo para viagens mais longas.

    Carros elétricos: desvantagens e desafios a serem superados

    Embora os carros elétricos ofereçam benefícios ambientais claros, ainda existem desafios que precisam ser enfrentados:

    • Impacto ambiental da produção de baterias: A extração de lítio e outros minerais para a produção de baterias pode gerar impactos ambientais significativos.
    • Fonte de energia para recarga: Para que os carros elétricos realmente tragam benefícios ambientais, é necessário que a eletricidade usada para recarregá-los venha de fontes renováveis. Se a energia for gerada a partir de combustíveis fósseis, a redução de emissões pode ser comprometida.
    • Infraestrutura de recarga: Embora a rede de pontos de recarga esteja em expansão, ainda há muitas regiões onde a infraestrutura não é suficiente para atender à demanda.
    Carros elétricos

    Foto: Freepik

    O veredito do Garagem é o seguinte: carros elétricos NÃO SÃO uma moda passageira. Com o apoio de políticas públicas, inovação tecnológica e uma crescente conscientização ambiental, esse tipo de veículo se torna cada vez mais uma alternativa viável e sustentável para o futuro.

    Porém, desafios ainda existem, mas os avanços estão sendo feitos para superá-los. O setor automotivo está em transformação, e os carros elétricos são uma das principais peças desse novo quebra-cabeça.

    Você acredita que os eletrificados são uma tendência sustentável ou apenas uma moda passageira? Compartilhe conosco nos comentários.



    Fonte: Garagem 360

  • GM contrata Gustavo Aguiar para comandar Marketing na América do Sul

    GM contrata Gustavo Aguiar para comandar Marketing na América do Sul

    Reportando-se diretamente a Santiago Chamorro, presidente da GM América do Sul, Gustavo Aguiar é o diretor de Marketing da montadora a partir de 14 de julho.

    Aguiar tem mais de duas décadas de experiência em marketing, inovação e liderança estratégica de vários segmentos e, afirma a empresa, terá a missão de acelerar a inovação e aumentar a conexão com os consumidores da região.

    O executiva vinha respondendo pelo marketing integrado da Nestlé Brasil, mas já teve  passagens por empresas como Tembici, 99 e Johnson & Johnson.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Stellantis realiza megaoperação no Porto de Suape

    Stellantis realiza megaoperação no Porto de Suape

    Em sua maior operação de exportação realizada em uma única remessa, a Stellantis embarcou 4.006 veículos produzidos no complexo pernambucano de Goiana com destino à Argentina.

    De acordo com a empresa, a megaoperação mobilizou dezenas de trabalhadores ao longo de 48 horas. O navio Dover Highway (K-Line), que recebeu os modelos Jeep, Fiat e Ram, é dedicado exclusivamente à operação da Stellantis.

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    A partir de Goiana, Stellantis amplia exportações em 38,8% no ano

    Betim, Goiana, Porto Real: festa na Stellantis brasileira com nomeação de Filosa.

    Esse novo embarque também representou recorde de exportação de automóveis na história do Porto de Suape, que figura entre os seis portos públicos mais movimentados do Brasil.

    “Esse recorde, somado ao desempenho histórico registrado em maio, confirma o fortalecimento das nossas operações na América do Sul e sinaliza uma retomada importante da demanda para a Argentina, um mercado estratégico para a Stellantis”, afirma Emanuele Cappellano, presidente da Stellantis para a América do Sul.

    Os modelos exportados foram o Jeep Renegade, que respondeu por 26% do volume total, Jeep Compass (25%), Fiat Toro (24%), a Ram Rampage (16%) e o Jeep Commander (9%).

    A fabricante informa que o recorde anterior da Stellantis foi registrado em maio de 2023, quando 3 mil veículos produzidos nos polos de Goiana (PE) e Betim (MG) foram exportados em uma única operação para o Porto de Vera Cruz, no México.


    Foto: Divulgação/Stellantis



    Fonte: Auto Industria