Autor: automoveis

  • Em Araquari, BMW Série 3 atinge produção de 45 mil unidades

    Em Araquari, BMW Série 3 atinge produção de 45 mil unidades

    A BMW está comemorando a produção em Araquari, SC, de 45 mil unidades do modelo Série 3, o sedã premium mais vendido no Brasil, com 340 emplacamentos no acumulado deste ano.

    Para celebrar esse marco, a fabricante lança uma nova cor para o modelo: Arctic Race Blue, que passa a integrar o portfólio de tonalidades da linha 2026.

    O Série 3 foi o primeiro veículo fabricado no complexo catarinense, cuja inauguração ocorreu em 2014, Com área total de 1,5 milhão de m², incluindo 112.893 m² de edifícios, o espaço conta com atividades de montagem, soldagem da carroceria, sistemas de pintura e logística. Lá são produzidos atualmente os modelos X1, X4 e o X5 híbrido plug-in.

    LEIA MAIS

    BMW Motorrad inicia pré-venda do scooter C 400 X

    “A fábrica possui uma linha de produção flexível e está pronta para atender à demanda por veículos eletrificados no mercado, contribuindo para o desenvolvimento sustentável e tecnológico do setor no Brasil”, destaca nota divulgada nesta segunda-feira, 23, pelo Grupo BMW.

    O BMW Série 3 é oferecido nas versões 320i GP, 320i Sport GP e 320i M Sport, todas equipadas com o potente motor BMW TwinPower Turbo 2.0 litros (1.998 cm³), quatro cilindros em linha, 184 cv e 300 Nm de torque. O câmbio é automático de oito marchas.


    Foto: Divulgação/BMW

     



    Fonte: Auto Industria

  • Correia dentada banhada a óleo é tão ruim assim? Veja os prós e os contras

    Correia dentada banhada a óleo é tão ruim assim? Veja os prós e os contras

     A indústria automotiva está sempre em busca de inovações que melhorem o desempenho, a eficiência e a durabilidade dos componentes. Uma dessas inovações é a correia dentada banhada a óleo, uma tecnologia que, embora não seja novidade, tem gerado muitas dúvidas e debates entre proprietários e mecânicos.

    Diferente das correias tradicionais, que operam a seco, essa versão trabalha imersa no óleo do motor, prometendo alguns benefícios, mas também exigindo cuidados específicos. Mas, afinal, a correia dentada banhada a óleo é ruim? A resposta não é um simples sim ou não. 

    Prós da Correia Dentada Banhada a Óleo

    A correia dentada banhada a óleo possui suas vantagens e desvantagens, e entender cada uma delas é crucial para quem tem ou pensa em adquirir um veículo com essa tecnologia.

    • Redução de Atrito e Ruído: Por trabalhar imersa no óleo, a correia tem o atrito drasticamente reduzido, o que minimiza o ruído gerado durante seu funcionamento. Isso contribui para um motor mais silencioso e um conforto maior ao dirigir.

    • Maior Durabilidade e Menor Manutenção (em teoria): O ambiente oleoso protege a correia do ressecamento e do desgaste por atrito direto, o que, em tese, a torna mais durável do que as correias secas. Fabricantes costumam estipular prazos de troca mais longos para essas correias, geralmente acima de 100.000 km ou 10 anos.

    • Otimização do Espaço: A imersão em óleo permite que a correia seja mais estreita e compacta, liberando espaço no motor para outros componentes ou para um design mais enxuto.

    • Redução de Emissões: O menor atrito e o funcionamento mais suave contribuem para uma leve melhora na eficiência do motor, o que pode resultar em uma pequena redução nas emissões de poluentes.

    Correia dentada banhada a óleo – Foto: divulgação

     

    Contras da Correia Dentada Banhada a Óleo

    • Sensibilidade ao Tipo de Óleo: Este é, talvez, o ponto mais crítico. A correia banhada a óleo é extremamente sensível ao tipo e à qualidade do lubrificante. O uso de um óleo fora das especificações do fabricante (viscosidade errada, falta de aditivos específicos, ou que não seja 100% sintético) pode acelerar a degradação da correia, causando seu inchamento, desintegração e, em casos graves, a quebra.

    • Contaminação do Óleo: Com o tempo, a degradação natural do material da correia pode liberar partículas no óleo do motor. Essas partículas, se não forem filtradas eficientemente, podem entupir pescadores de óleo, danificar bombas de óleo e até mesmo prejudicar outros componentes internos do motor.

    • Custo de Reparo Elevado: Em caso de falha, a substituição da correia banhada a óleo e a limpeza de todo o sistema de lubrificação para remover resíduos podem ser operações mais complexas e, consequentemente, mais caras do que a troca de uma correia a seco.

    • Risco de Falha Catastrófica: Assim como nas correias a seco, a quebra de uma correia dentada (bombeada ou não) pode causar sérios danos ao motor, como empenamento de válvulas e danos aos pistões, resultando em um reparo extremamente caro.

    Correia dentada banhada a óleo – Foto: divulgação

     

    A Importância da Manutenção Correta

    Para quem tem um veículo com correia dentada banhada a óleo, a palavra-chave é manutenção rigorosa. Seguir à risca as recomendações do fabricante sobre o tipo de óleo, o intervalo de troca e a qualidade do filtro de óleo é fundamental para garantir a longevidade da correia e a saúde do motor. Negligenciar esses pontos pode transformar o que seria uma tecnologia de ponta em uma dor de cabeça cara.

    Em resumo, a correia dentada banhada a óleo não é intrinsecamente “ruim”, mas exige um nível de atenção e cuidado que muitos proprietários talvez não estejam acostumados.

    É uma tecnologia que, quando bem mantida, oferece benefícios. No entanto, sua sensibilidade a lubrificantes inadequados e o potencial de danos em caso de falha exigem que o motorista esteja sempre atento às especificações do seu veículo.


    Você tem ou já teve um carro com correia dentada banhada a óleo? Conte sua experiência e compartilhe suas dúvidas nos comentários! 

    Leia também: Governo quer mais etanol na gasolina ainda este mês



    Fonte: Garagem 360

  • Volkswagen vai lançar Golf mais potente de toda sua história

    Volkswagen vai lançar Golf mais potente de toda sua história

    O Volkswagen Golf GTI Edition 50 chega com 325 cv e quebra recordes em Nürburgring! Conheça o Golf GTI mais potente de todos os tempos, seus detalhes exclusivos e a previsão de chegada ao Brasil.


    Volkswagen apresenta Golf GTI Edition 50 com 325 cv 

    Para celebrar os 50 anos do icônico Golf GTI em 2026, a Volkswagen acaba de revelar uma edição especial que promete agitar o mercado de hot hatches: o Golf GTI Edition 50. Este modelo não é apenas uma homenagem, mas se consagra como o Golf GTI mais potente de todos os tempos, entregando impressionantes 325 cv.

    Além disso, já estreou quebrando recordes, tornando-se o carro de produção da VW mais rápido no lendário circuito de Nürburgring Nordschleife. A boa notícia para os fãs brasileiros é que o novo VW Golf GTI chegará ao Brasil ainda este ano.

    Sob o capô, o Golf GTI Edition 50 eleva o patamar em relação aos modelos GTI e GTI Clubsport convencionais. Equipado com o aclamado motor 2.0 TSI EA888, esta edição especial entrega 325 cv de potência e 420 Nm de torque, sempre com tração dianteira.

    Volkswagen vai lançar o Golf mais potente de sua história – Foto: Divulgação

    Para se ter uma ideia, o GTI convencional conta com 265 cv, enquanto o GTi Clubsport oferece 300 cv, colocando o Edition 50 em um nível de performance muito próximo do Golf R (que tem 330 cv, mas com tração integral).

    A transmissão é a conhecida caixa DSG automatizada de dupla embreagem e sete marchas, garantindo trocas rápidas e eficientes. Com o piloto Benny Leuchter ao volante, o hot hatch cravou um tempo de 7:46.13 minutos na temida pista de Nürburgring, estabelecendo um novo recorde para um modelo de produção da Volkswagen no circuito.


    Performance e Design Exclusivos

    O novo Volkswagen Golf GTI Edition 50 não se limita apenas ao aumento de potência. Opcionalmente, ele oferece um pacote de performance que inclui um acerto de suspensão específico para pistas, deixando o carro 15 mm mais baixo do que o GTI convencional.

    Volkswagen vai lançar o Golf mais potente de sua história – Foto: Divulgação

    As rodas são de 19 polegadas forjadas, calçadas com pneus semi-slick Potenza Race da Bridgestone. A leveza das rodas e dos pneus contribui para uma redução de peso de 16,4 kg. Para os puristas, o sistema de escapamento Akrapovič de titânio não só melhora o ronco, mas também alivia o peso em mais 11 kg.

    O visual também foi cuidadosamente trabalhado para esta edição especial. O modelo incorpora detalhes na cor vermelha na grade frontal e nos faróis em LED, além de realces nas rodas de 19 polegadas.

    O bodykit é o mesmo da versão Clubsport, com entradas de ar e spoilers maiores que o GTI padrão. Elementos escurecidos no acabamento externo, como os logos VW e os retrovisores, adicionam um toque de exclusividade, complementados pelos logotipos especiais GTI 50 no spoiler traseiro e nos retrovisores.


    Interior Retrô e Lançamento Mundial

    No interior, o acabamento presta homenagem à história do modelo. Os bancos esportivos apresentam revestimento parcial em veludo e um icônico design em xadrez que mescla elementos de diferentes gerações do Golf GTI. Os cintos de segurança na cor vermelha e o logotipo GTI 50 no volante completam o visual exclusivo. Todas as unidades desta edição especial serão numeradas, garantindo sua exclusividade.

    Golf interior – Foto: Divulgação

    O novo Volkswagen Golf GTI Edition 50 terá sua produção iniciada no final deste ano, em Wolfsburg, Alemanha, com as primeiras entregas previstas para o primeiro trimestre de 2026. Os preços desta edição especial ainda não foram revelados.

    Antes disso, porém, os fãs brasileiros podem se preparar para a chegada do novo Golf GTI (versão convencional) ao país nos próximos meses. O hot hatch virá importado da Alemanha, equipado com 265 cv, e seus valores deverão ultrapassar os R$ 300 mil.


    O que você achou do Volkswagen Golf GTI Edition 50? Compartilhe suas expectativas para a chegada do novo Golf GTI ao Brasil nos comentários!

     



    Fonte: Garagem 360

  • Volvo aumenta capacidade logística do CD do Paraná

    Volvo aumenta capacidade logística do CD do Paraná

    A Volvo ampliou seu Centro de Distribuição de Peças localizado em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (PR), iniciativa prevista no programa de investimento de R$ 1,5 bilhão da marca no País para o período 2023/2025.

    O C3, como é denominado, é o terceiro maior da fabricante no mundo e atende com peças de caminhões, ônibus e máquinas 270 pontos no continente, do extremo Sul do Chile ao México na América do Norte.

    Com as mudanças, o armazém ganhou mais 10 mil m² de área construída, passando a ter 43 mil m², dos quais 35 mil m² somente para armazenamento. Com isso, também cresceu o número de posições de 60 mil para 65 mil. Segundo a conta da Volvo, são mais de 4,5 milhões de componentes acondicionados e 60 mil itens diferentes no inventário.

    LEIA MAIS

    →Volvo fornece caminhões B100 para operação da Bunge

    →Volvo FH 540 dispara nas vendas do 1º trimestre de 2025

    O local, dotado de 24 docas para carga e descarga, ganhou ainda um auditório para 147 pessoas que será utilizado para recepção de clientes e treinamentos.

    “Otimizamos nossa estrutura com investimentos que resultaram em melhor gestão de processos e capacidade de atender a uma maior demanda de forma ainda mais eficiente”, conta em nota Luiz Bohatch, vice-presidente de SML, a área global de logística de pós-venda da Volvo. “O layout também foi modificado. Ele ficou mais lógico nesta nova configuração, possibilitando maior eficiência operacional, aumento da produtividade e mais segurança dos funcionários.”

    Além do centro logístico no Brasil, a Volvo mantém uma rede de apoio com armazéns regionais na Argentina, Peru, Chile, Colômbia e México. Os outros dois centros mundiais de distribuição da Volvo estão situados na Europa e nos Estados Unidos.


    Foto: Divulgação Volvo



    Fonte: Auto Industria

  • VW comemora “efeito Tera”, que atraiu 51% de clientes de outras marcas

    VW comemora “efeito Tera”, que atraiu 51% de clientes de outras marcas

    Anotícia da venda recorde de 12 mil Tera em 50 minutos na noite do dia 5 de junho foi divulgada com alarde pela Volkswagen, que preparou o lançamento comercial ao longo de seis meses, envolvendo as 472 concessionárias da marca. Foi tudo cuidadosamente planejado, com o envio de quase 5 mil convites físicos para que os clientes participassem do Open Door.

    As lojas receberam 63 mil clientes, 13 mil a mais do que os 50 mil previstos. Os pedidos foram efetivados em menos de 1 hora, mas a entrega de 11 mil Tera levará de 30 a 60 dias e do restante até 90 dias. Ou seja, quem pensar em comprar o SUV compacto da Volkswagen hoje, só verá o veículo daqui três ou quatro meses.

    LEIA MAIS

    VW esgota lote promocional e Tera MPI passa a custar R$ 103.990

    Ambição é ser líder “em modelo ou até em marca”, diz CEO da VW sobre Tera

    Vendas de veículos crescem 5% na primeira quinzena de junho

    Mas o novo modelo gerou o que a própria Volkswagen chama de “efeito Tera”. Um aumento expressivo no movimento das concessionárias da marca, com maior demanda por produtos da marca, como Polo e Nivus, que têm entrega imediata.

    Com produção de 6 mil unidades/mês na fábrica de Taubaté, a montadora não revela se há intenção de ampliar esse volume e quando. “É uma questão estratégica”, diz o diretor de Vendas da Volkswagen do Brasil, Fernando Silva, lembrando que qualquer decisão nesse sentido leva de 90 a 120 dias para ser operacionalizada.

    Diante da oferta aquém da demanda, a montadora nem lançou ainda a campanha publicitária do novo modelo, o que normalmente ocorrre por ocasião do lançamento público. “Está tudo pronto. Mas como o retorno das ações de vendas, marketing e comunicação foram super eficientes vamos aguardar o momento certo para colocar a campanha noar”.

    Enfim, o que não falta de momento são motivos para comemorar, deixa claro o executivo, ao citar dois dados que claramente surpreenderam a fabricante. Do total de quase 14,8 mil unidades vendidas até agora — exatas 12.296 no Open Door e mais 2,5 mil até a semana passada —, 51% dos que compraram o Tera vieram de outras marcas. E 57% tinham até então um hatch.

    Nessa primeira leva de venda, 54% foram da versão topo de linha, a Hight, incluindo as unidades com o pacote Outfit Town Edition. A versão de entrada MPI, com câmbio manual, respondeu por apenas 9% e a TSI,por 13%. As demais são da configuração Confort.

    Em entrevista a um pequeno grupo de jornalistas nesta segunda-feira, 23, na fábrica de São Bernardo do Campo, o diretor de Vendas também fez questão de destacar a harmonia e a integração no trabalho de todas as equipes envolvidas no projeto Tera.

    O lançamento foi feito em etapas, com a primeira ação no Rock in Rio no ano passado, quando o modelo foi apresentado de forma camuflada. Por inteiro, ele foi mostrado no carnaval carioca e o lançamento oficial aconteceu na Oca, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, no dia 25 de maio.

    “Nós fizemos uma live com as concessionárias no dia 20 de maio, preparando um lançamento público que garantisse atendimento idêntico em toda a rede, com detalhes mínimos, como o coquetel autoral do Tera servido em todas as lojas no mesmo horário. Geramos 3 milhões de leads durante o Open Door, dos quais 1 milhão nos canais da montadora”, detalha Silva.

    Todo esse trabalho já se refletiu no balanço de vendas da primeira quinzena deste mês, quando a Volkswagen atingiu 19,5% de participação, índice bem próximo ao da líder Fiat.

    E os planos para o Tera seguem ousados: “Até o final do ano queremos que o nosso novo SUV esteja no Top 5 do ranking de modelos”, informou o diretor de Vendas, destacando desempenho positivo da marca este ano nas vendas de varejo, que na média do mercado caíram 3,9% até a última sexta-feira.


    Fotos: Divulgação/VW

     



    Fonte: Auto Industria

  • Fiat faz recall de Pulse, Fastback e Strada após falha no coletor de admissão; veja se seu carro está entre os modelos

    Fiat faz recall de Pulse, Fastback e Strada após falha no coletor de admissão; veja se seu carro está entre os modelos

    A Fiat anunciou um recall para modelos como Pulse, Fastback e Strada devido a um defeito no coletor de admissão. O problema afeta um total de 36.097 unidades fabricadas entre junho de 2024 e maio de 2025. Acompanhe o Garagem360 e veja como se proteger e agendar o reparo para o seu veículo!

    Quais modelos estão envolvidos no recall?

    A princípio, a falha reportada pela italiana pode causar obstrução no componente, resultando em riscos ambientais e, em casos extremos, não conformidade com as normas de emissões.

    O recall do Fiat Pulse, Fastback e Strada afeta diferentes números de unidades, dependendo do modelo. A Stellantis convocou os proprietários desses veículos para realizar os reparos necessários, que serão feitos gratuitamente nas concessionárias Fiat.

    Recall Fiat Pulse, Fastback e Strada

    Foto: Divulgação / Fiat

    Assim, se o seu carro estiver entre os números de chassi afetados, é importante agendar o serviço o quanto antes. Confira quais veículos estão envolvidos no recall:

    • Fiat Strada: 7.165 unidades, números de chassi de SYF87953 a T9903683.
    • Fiat Pulse: 8.650 unidades, números de chassi de SYS53526 a TYS98304.
    • Fiat Fastback: 20.282 unidades, números de chassi de SYB81871 a SYP44124.

    Se o seu veículo estiver na lista, a recomendação é procurar uma concessionária Fiat para realizar o reparo.

    O que é a falha no coletor de admissão?

    A falha no coletor de admissão pode resultar na obstrução do componente, causando a evaporação de gases, o que gera riscos ambientais.

    Além disso, esse problema pode afetar a conformidade do veículo com as normas de emissões no Brasil. O reparo consiste na verificação e substituição do corpo do coletor de admissão, e o tempo estimado para o serviço é de quatro horas, que deve ser agendado previamente com a concessionária.

    Recall Fiat Pulse, Fastback e Strada

    Foto: Divulgação / FIat

    Essa medida visa garantir que os carros afetados funcionem de acordo com os padrões ambientais exigidos, evitando prejuízos tanto para o proprietário quanto para o meio ambiente.

    Como agendar o reparo para o seu Fiat?

    Os proprietários dos veículos envolvidos podem agendar o reparo do recall em qualquer concessionária Fiat. Se você não pode aguardar até a data oficial do início do recall (30 de junho), a Stellantis autorizou que as concessionárias realizem o reparo antes da data, caso o veículo entre para outros serviços.

    Para os carros ainda não entregues, seja novos ou seminovos, o reparo deve ser feito antes da entrega ao cliente. Você pode agendar o serviço de reparo pelo:

    • Telefone: 0800 707 1000
    • Site oficial da Fiat: www.fiat.com.br
    • WhatsApp: (31) 2123-6000

    Enfim, esses canais estão disponíveis para fornecer mais informações sobre o recall e o agendamento do serviço.

    Se você possui um Fiat Pulse, Fastback ou Strada, já verificou se seu veículo está na lista de recall? Deixe sua opinião ou dúvida nos comentários abaixo e compartilhe com a gente!



    Fonte: Garagem 360

  • Golpe do falso mecânico: saiba como funciona e o que fazer para não cair

    Golpe do falso mecânico: saiba como funciona e o que fazer para não cair

    O golpe do falso mecânico tem se tornado cada vez mais comum em várias cidades do Brasil. O golpe, que costuma atingir motoristas desavisados, envolve criminosos se passando por mecânicos para aplicar fraudes financeiras. 

    Acompanhe o Garagem360 e saiba como identificar esse tipo de golpe e o que você pode fazer para se proteger!

    setMute=”true”

    O que é o golpe do falso mecânico?

    O golpe do falso mecânico é uma modalidade de estelionato em que criminosos se passam por profissionais da área automotiva, oferecendo “ajuda” para consertar pequenos problemas no veículo das vítimas.

    Eles alegam que o carro está com defeito e que precisam realizar um reparo simples. O que parece ser uma atitude amigável e até útil pode se transformar em um prejuízo considerável para o motorista.

    De forma mais clara, esse tipo de golpe pode ocorrer de diversas formas, mas a tática mais comum ocorre quando o golpista se aproxima da vítima, oferece serviços de mecânica.

    Após uma suposta “manutenção” rápida, pede para que o pagamento seja feito via cartão de crédito, geralmente com a desculpa de que o valor é baixo.

    Porém, o que não se sabe é que o criminoso pode estar usando um dispositivo para clonar os dados do cartão ou realizar transações indevidas.

    Como o golpe do falso mecânico funciona?

    Em muitos casos, os golpistas se aproximam de motoristas em locais movimentados, como ruas ou estacionamentos. Eles abordam a vítima dizendo que o veículo tem algum defeito e que podem fazer o conserto rapidamente.

    Após realizar o suposto reparo, o criminoso sugere que o pagamento seja feito com cartão de crédito, mas sem a necessidade de digitar a senha.

    Abaixo, confira como esse golpe costuma acontecer:

    • O golpista se aproxima do motorista, oferecendo ajuda com um “problema” no veículo.

    • Após um “reparo” simples, ele solicita o pagamento via cartão de crédito.

    • Em vez de digitar a senha, o criminoso usa uma máquina adulterada para realizar o pagamento.

    • O motorista, sem saber, acaba pagando valores muito mais altos ou tem os dados do cartão clonados.

    Fique atento: nunca entregue seu cartão a um estranho!

    O especialista em segurança da informação Vinicius Olivério alerta que frequentemente esses criminosos utilizam dispositivos adulterados e aplicativos maliciosos que permitem realizar transações sem a necessidade da senha do cartão, especialmente em cartões por aproximação.

    Como se proteger do golpe do falso mecânico?

    Agora que você sabe como funciona o golpe, é importante saber como se proteger e evitar cair nessas armadilhas. Aqui estão algumas dicas valiosas:

    • Desconfie de qualquer abordagem em que o mecânico se ofereça para realizar um reparo de última hora.

    • Nunca entregue seu cartão de crédito a ninguém. Se for necessário realizar um pagamento, sempre insira o cartão você mesmo na máquina.

    • Evite fazer pagamentos via aproximação, especialmente se não for você quem estiver inserindo o cartão.

    • Insista no pagamento em dinheiro caso o mecânico recuse o cartão ou demonstre resistência em aceitar outro meio de pagamento.

    • Verifique sempre o extrato bancário após qualquer transação e entre em contato com o banco imediatamente se perceber algo estranho.

    E se você cair no golpe?

    Se você perceber que foi vítima do golpe, não entre em pânico! O mais importante é agir rapidamente:

    1. Entre em contato com o banco e relate a transação não autorizada. Muitas instituições financeiras possuem canais de atendimento de emergência para esses casos.

    2. Registre um boletim de ocorrência na delegacia mais próxima, informando os detalhes do golpe.

    3. Informe a loja ou estabelecimento onde o pagamento foi feito. Isso pode ajudar a identificar o criminoso e bloquear futuras transações fraudulentas.

    Fonte

    Imagens: Câmera de segurança / Reprodução – A Cidade On

     

    Aproveite para conferir: Novo Onix ainda tem correia banhada a óleo? Te contamos o que muda no hatch

    Gostou das dicas? Compartilhe suas experiências e opiniões nos comentários abaixo! 



    Fonte: Garagem 360

  • Chassi Mercedes-Benz O 500 desembarcam na Ásia

    Chassi Mercedes-Benz O 500 desembarcam na Ásia

    A Mercedes-Benz do Brasil abre novos mercados de exportação com o desembarque de chassi rodoviário produzido em São Bernardo do Campo (SP) no Sudeste asiático. A Thaco, representante da marca no Vietnã, recebeu o modelo O 500 RS 1936 em CKD, que foi montado e encarroçado pela empresa para ser exportado para a Tailândia. Outra remessa será entregue até agosto para atender pedido para Taiwan.

    Cabe destacar que a operação de ônibus da marca no Brasi é centro mundial de competência da Daimler Buses para desenvolvimento de chassi, base de atendimento de ao menos 50 países ao redor do mundo.

    O modelo embarcado entregue atende legislação ambiental equivalente ao Euro 5. Tem motor OM 460 LA de 360 cv e 1.850 Nm de torque a 1.100 rpm. A transmissão é automatizada de 12 marchas da ZF com retarder integrado e montado com suspensão integral pneumática.


    Foto: Divulgação Mercedes-Benz



    Fonte: Auto Industria

  • Correia dentada melada no óleo/ Internautas brincam com a correia dentada banhada a óleo do Chevrolet Onix

    Correia dentada melada no óleo/ Internautas brincam com a correia dentada banhada a óleo do Chevrolet Onix

    Nos grupos de discussão sobre carros, fóruns e redes sociais, uma expressão em particular tem gerado risadas (e preocupações) entre proprietários e entusiastas do Chevrolet Onix: a “correia dentada melada no óleo”. A brincadeira faz referência direta à tecnologia da correia dentada banhada a óleo presente em alguns motores da marca, incluindo o popular hatch, e que virou alvo de memes e debates calorosos na internet.

    Mas o que exatamente é essa tecnologia e por que ela se tornou tão controversa a ponto de virar piada?

    A Tecnologia da Correia Banhada a Óleo

    Diferente das correias dentadas convencionais, que operam a seco, a versão “banhada a óleo” trabalha imersa no lubrificante do motor. O objetivo dos fabricantes, incluindo a Chevrolet em alguns de seus motores (como o 1.0 turbo e 1.0 aspirado do Onix), é trazer benefícios como:

    • Redução de atrito e ruído: O óleo atua como lubrificante, diminuindo o contato direto e o barulho.
    • Maior durabilidade: Em tese, o ambiente oleoso protegeria a correia do ressecamento e do desgaste, prolongando sua vida útil e os intervalos de troca.
    • Otimização de espaço: A imersão permite que a correia seja mais fina e compacta.

    Parece perfeito, certo? No entanto, a realidade em alguns casos gerou situações que abasteceram a criatividade dos internautas.

    Correia dentada banhada a óleo – Foto: Reprodução

     

    De Inovação a “Melada no Óleo”: A Polêmica e as Piadas

    Apesar dos benefícios propostos, a correia dentada banhada a óleo revelou-se extremamente sensível ao tipo e à qualidade do lubrificante. O uso de um óleo que não atenda às especificações exatas do fabricante (seja por viscosidade inadequada, falta de aditivos específicos ou mesmo o uso de óleo mineral/semissintético em vez do sintético exigido) pode ter consequências desastrosas.

    Quando o óleo não é o correto ou a manutenção é negligenciada, a correia pode começar a se deteriorar precocemente. Ela pode inchar, soltar pedaços de material e contaminar todo o sistema de lubrificação do motor. É essa desintegração, essa “melada” de material da correia misturado ao óleo, que deu origem às brincadeiras e ao termo popular.

    Os relatos de problemas, como o entupimento do pescador de óleo (a peça que puxa o lubrificante do cárter para o motor) e a consequente falta de lubrificação, levando a danos severos e reparos caríssimos no motor, viralizaram. A internet, sempre atenta, transformou esses casos em memes e piadas sobre a suposta fragilidade da “correia que dissolve no óleo”.

    Correia dentada banhada a óleo nova – Foto: Reprodução

    A Importância da Manutenção Correta

    Por trás da brincadeira, há uma lição séria: a manutenção rigorosa é fundamental. Para veículos equipados com correia dentada banhada a óleo, seguir à risca as recomendações da Chevrolet é mais do que um detalhe, é uma necessidade vital. Isso inclui:

    • Uso exclusivo do óleo recomendado: A especificação exata do lubrificante é crucial.
    • Trocas de óleo e filtro nos prazos corretos: A periodicidade é essencial para evitar a degradação do óleo e, por consequência, da correia.
    • Atenção aos sinais: Qualquer barulho estranho ou alteração no funcionamento do motor deve ser investigado imediatamente.

    Apesar das piadas, a tecnologia da correia dentada banhada a óleo não é, por si só, “ruim”. Ela é uma solução de engenharia que exige um nível de cuidado e precisão na manutenção que talvez não fosse tão comum em tecnologias anteriores. Para os proprietários de Onix, a mensagem é clara: o barato pode sair caro, e a atenção ao tipo de óleo é a chave para evitar que sua correia vire uma “melada” (e seu bolso também).


    Você tem um Chevrolet Onix com correia dentada banhada a óleo? Já teve alguma experiência (boa ou ruim) com essa tecnologia? Compartilhe sua história nos comentários e entre na conversa!

    Leia também: GM apresenta solução definitiva para correia dentada banhada a óleo



    Fonte: Garagem 360

  • Dupla embreagem banhada a óleo. O calcanhar de Aquiles do Novo Nissan Kicks

    Dupla embreagem banhada a óleo. O calcanhar de Aquiles do Novo Nissan Kicks

    A Nissan acaba de lançar a nova geração do Kicks 2026, prometendo revolucionar o segmento de SUVs compactos no Brasil. Com produção em Resende (RJ), o SUV chega às lojas em 3 de julho, com pré-venda já aberta a partir de R$ 164.990.

    O Novo Kicks 2026 é o primeiro carro da marca produzido no Brasil com a plataforma CMF-B High Spec, a mesma usada pelo Nissan Juke europeu. No entanto, a grande novidade e, para alguns, o potencial “calcanhar de Aquiles”, reside no seu conjunto mecânico.

    Novo Nissan Kicks chega com novidades mecânicas

    Sob o capô, o Novo Kicks apresenta um motor 1.0 turbo flex de três cilindros, com injeção direta e comando de válvulas variável. Ele entrega 125 cv de potência com etanol (120 cv com gasolina) a 5.000 rpm e um torque robusto de até 22,4 kgfm a 2.500 rpm (20,4 kgfm com gasolina).

    A grande aposta — e o ponto de atenção — é o câmbio automatizado de dupla embreagem (DCT) de seis marchas, banhado a óleo. Este é o mesmo conjunto mecânico já aplicado no Renault Kardian, marcando a estreia dessa transmissão em um modelo Nissan no mercado brasileiro. O sistema é operado por meio do seletor eletrônico de marchas por botões (e-Shifter), uma inovação para o segmento.

    As dimensões do Novo Kicks também cresceram, com 4.365 mm de comprimento e um entre-eixos de 2.655 mm, o maior da categoria, além de um porta-malas de 470 litros. O modelo oferece seis airbags desde a versão de entrada, controle de tração e estabilidade, e alerta de colisão com frenagem automática, evidenciando seu pacote tecnológico robusto.

    Nissan Kicks 2026 – Foto: Divulgação

    A Dupla Embreagem Banhada a Óleo: Prós e Contras

    Câmbios de dupla embreagem (DCTs) são conhecidos por sua rapidez e eficiência nas trocas de marcha, proporcionando uma experiência de condução mais esportiva e, muitas vezes, melhor consumo de combustível em comparação com automáticos tradicionais.

    A versão “banhada a óleo” (wet-clutch) é considerada superior às “secas”, pois o fluido de transmissão ajuda no resfriamento das embreagens, permitindo que o câmbio suporte mais torque e seja mais resistente ao superaquecimento, especialmente em condições de tráfego intenso.

    Nissan Kicks 2026 – Foto: Divulgação

    No entanto, a complexidade inerente a esse tipo de transmissão pode ser um ponto de preocupação para alguns consumidores:

    • Manutenção Especializada e Custo Elevado: A tecnologia DCT, por ser mais complexa, exige mão de obra especializada e, geralmente, peças mais caras em caso de reparo. A troca do fluido da transmissão, embora menos frequente que nas embreagens secas, é crucial e deve seguir rigorosamente as recomendações do fabricante (geralmente entre 60.000 e 100.000 km), com fluidos específicos e, por vezes, mais caros.
    • Sensibilidade a Certas Condições de Uso: Embora as embreagens banhadas a óleo lidem melhor com o calor, o tráfego pesado (anda-e-para), manobras lentas ou arrancadas em aclives acentuados ainda podem gerar desgaste excessivo se o motorista não estiver atento. O excesso de deslizamento das embreagens nessas situações pode levar a aquecimento e desgaste prematuro.

    • Potenciais “Engasgos” ou Trepidações: Em alguns sistemas de dupla embreagem, usuários relatam pequenas hesitações ou trepidações em velocidades muito baixas ou em manobras, embora a tecnologia wet-clutch seja projetada para minimizar esses comportamentos.
    • Contaminação do Óleo: Com o tempo e o desgaste normal, pequenas partículas das embreagens podem se soltar e contaminar o óleo da transmissão. Se a manutenção não for adequada, essa contaminação pode afetar outros componentes internos, como a unidade mecatrônica.
    Câmbio DCT – Foto: Divulgação

    A escolha da Nissan pelo câmbio DCT banhado a óleo visa oferecer desempenho e eficiência, alinhando o Novo Kicks a uma tendência global de motores turbo e transmissões sofisticadas. Contudo, para garantir a longevidade e a confiabilidade do sistema, será fundamental que os proprietários sigam rigorosamente o plano de manutenção recomendado pela Nissan, utilizando os fluidos corretos e realizando as revisões nos prazos indicados.

    Leia também: Novo Nissan Kicks 2026 em pré-venda: descubra preços, versões e tudo sobre o SUV mais aguardado!



    Fonte: Garagem 360