Categoria: Antigos

  • SUV Boreal é aposta da Renault em segmento muito disputado

    SUV Boreal é aposta da Renault em segmento muito disputado

    Foi reservado ao Brasil a estreia do SUV médio-compacto Boreal, modelo que a Renault marca sua evolução no segmento com mais de 15 concorrentes entre eles Compass, Corolla Cross, Tiggo 7 e Taos. Na dianteira seu desenho elaborado destaca-se pela assinatura luminosa do emblema-logo, capô alto e módulos de LED. Laterais são marcadas por vincos, rodas de 19 pol. (só na versão de topo) e o desenho inusitado das colunas traseiras. Lanternas traseiras bem desenhadas não seguiram a moda de interligação luminosa. Pintura bitonal da carroceria é de série na versão mais cara e opcional nas duas outras.

    Renault Boreal

    As dimensões do Boreal: comprimento, 4.556 mm; entre-eixos, 2.702 mm; largura, 1.841 mm; altura, 1.652mm. Porta-malas tem 522 L (padrão VDA, o correto), maior do segmento. Motor é o conhecido turbo flex, 1,3 L, 163 cv (E)/156 cv (G), 27,5 kgf·m (E)/25,5 kgf·m (G). Câmbio sempre automatizado de seis marchas com dupla embreagem. Está prevista versão híbrida, porém a marca francesa ainda não estabeleceu data de lançamento.

    Interior apresenta bom grau de refinamento com destaque para revestimento dos bancos (o do motorista com massageador) e o console central elevado. Quadro de instrumentos e tela multimídia têm 10 pol. e pela primeira vez no Brasil está disponível o Google Automotive Services de série. Há quatro modos de condução: Comfort, Eco, Sport e Smart. A partir da versão intermediária já oferece freio de estacionamento eletromecânico com imobilização e liberação automáticas nas paradas.

    A Renault deu especial atenção aos sistemas ADAS de auxílio avançado ao motorista. O número destes importantes recursos de segurança aumenta conforme a versão: de entrada são 13, na intermediária, 19 e na de topo nada menos de 24 itens (inclui frenagem autônoma de emergência com detecção de pedestres e ciclistas).

    Os preços estão bem situados frente aos concorrentes. Começam em R$ 179.990 e chegam a R$ 214.990, mas haverá condições especiais com descontos no lançamento, em quatro de novembro.

     

    BYD anuncia primeiro híbrido plugável flex

    A oportunidade surgiu pela realização, de 10 a 21 de novembro próximos, em Belém (PA), da COP (Conferência das Partes, na sigla em inglês), um fórum da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas. A BYD enviará para o evento 30 unidades dos protótipos do SUV médio Song Pro Híbrido Plugável com o primeiro motor flex que a marca vem desenvolvendo no Brasil. Lançamento previsto para abril de 2026. Até o momento apenas a Toyota comercializa um híbrido pleno (não plugável) cujo motor pode funcionar com etanol ou gasolina puros ou misturados em qualquer proporção.

    O modelo chinês, na prática, teve seu peso institucional somado à segunda “inauguração” da nova fábrica da BYD, em Camaçari (BA), desta vez com presença do presidente da República. Na realidade a produção começa por juntar as primeiras peças importadas no regime SKD (sigla em inglês para unidades semidesmontadas). Numa segunda etapa passará ao regime de unidades desmontadas vindas da China e integração de alguns componentes produzidos no Brasil, prevista para 2026 (prensas, soldagens e pintura talvez em meados do ano). A conterrânea GWM, em Iracemápolis (SP), já tem armação, pintura e montagem desde agosto último.

    Nesta primeira fase, investiram-se R$ 5,5 bilhões, a capacidade de produção será de 150.000 unidades anuais que a empresa espera alcançar “em menos de três anos”. A área construída atual é de 270.000 m² e numa segunda etapa a capacidade será aumentada para produzir 300.000 unidades anuais. Em cinco anos espera vender 600.000 unidades/ano (nacionais e importadas) e assumir a liderança absoluta de vendas no Brasil.

    Até agora a BYD errou em suas projeções. Pretendia vender 120.000 unidades no ano passado, depois revisou para 100.000 e no fechamento de 2024 foram 77.000 (23% a menos).

    O Brasil tem uma fábrica fechada (CAOA Chery, em Jacareí-SP) e outra a ser desativada (Toyota, em Indaiatuba-SP) ainda sem data confirmada. Há uma subutilizada da JLR, em Itatiaia (RJ). E a fábrica da Stellantis, em Porto Real (RJ), também subutilizada, passará a produzir o Jeep Avenger já em 2026.

     

    Incertezas sobre elétricos também nos EUA

    Já abordei os problemas na Europa e específicos na Itália. Com o fim do crédito fiscal do governo americano para compra de carros elétricos, em 30 de setembro último, pairam dúvidas sobre como reagirá o mercado nos próximos anos. Análise do site Yahoo Finance, após ouvir várias fontes, aponta previsões otimistas demais feitas até o momento. Veículos elétricos (VEs) são cerca de US$ 9.000 (R$ 49.000) mais caros, em média, do que modelos a gasolina comparáveis. A diferença era quase toda coberta pelo subsídio federal agora cancelado.

    Há quatro anos, Ford, GM e Stellantis afirmaram em comunicado conjunto que aspiravam atingir até 2030 uma participação de mercado de VEs de 40% a 50%, incluindo híbridos plugáveis (meu comentário: estes não são exatamente elétricos, contudo somados como se fossem, uma “invenção” da China que distorce os números de produção e vendas de VEs).

    Jim Farley, CEO da Ford, afirmou agora: “Acredito que será uma indústria vibrante, porém muito menor do que pensávamos. Não me surpreenderia se as vendas de VEs caíssem para 5% do total da indústria já neste mês de outubro”. A consultoria J.D. Power projeta que VEs poderão alcançar até 20% das vendas em 2029. Já a Ernest & Young prevê atingir 50% em 2039, cinco anos depois do previsto anteriormente.

    Outra consultoria, iSeeCars, foi incisiva. VEs vão bem em estados de clima quente, como Califórnia e Flórida, e em uso urbano. Todavia, só se consolidarão quando os preços forem iguais aos carros de motores a combustão, puderem rodar 800 km com apenas uma carga e recarregarem em menos de 10 minutos. Algumas marcas enfrentam pressões financeiras motivadas por investimentos fracassados ​​em veículos elétricos e foram forçadas a adiar ou cancelar projetos.

    A agência de notícias Reuters relembrou um estudo conjunto de professores das universidades da Califórnia, Berkeley, Duke e Stanford: emplacamentos de VEs podem cair 27% sem o crédito fiscal federal. Alguns estados seguem a Califórnia e mantêm seus subsídios para sustentar a demanda. Até quando, ninguém sabe.

     

    Taos 2026 vem agora do México

    Para abrir espaço à nova Amarok (talvez até receba versão híbrida, a partir de 2027) na fábrica argentina de Gal. Pacheco, a VW traz agora do México (também isento de imposto de importação) o SUV médio-compacto Taos 2026. A frente segue a fórmula quase onipresente em todas as marcas de aumentar a área da grade em simbiose com o para-choque também novo. Lanternas traseiras são novas assim como a sua interligação iluminada e o emblema-logotipo agora também iluminado. Porta-malas de 498 L (padrão VDA) é o maior do seu segmento.

    Internamente a novidade bem-vinda é a volta de botões de comando para os raios do volante multifuncional. Materiais de acabamento melhoraram, há iluminação ambiente com 10 opções, um novo painel que destaca a tela multimídia flutuante de 10,1 pol., além de internet 4G e carregador de celular por indução. Mecanicamente sem novidades: mantido motor flex 1.4-L, 150 cv, 25,5 kgf·m e câmbio sempre automático epicíclico de oito marchas.

    Preço ainda não anunciado.

    Entretanto, a VW informou que o sedã médio-compacto Jetta GLI 2026, também mexicano, estará nas concessionárias a partir de 8 de novembro por R$ 269.990. Motor 2-L turbo entrega 231 cv e 35,7 kgf·m. Câmbio DSG, robotizado, sete marchas.


    Fotos: Divulgação Renault/BYD/Volkswagen



    Fonte: Auto Industria

  • Super Oferta: Jeep Commander Longitude 7 lugares a preço de SUV médio!

    Super Oferta: Jeep Commander Longitude 7 lugares a preço de SUV médio!

    O Jeep Commander, conhecido por ser o SUV de 7 lugares mais vendido do Brasil, acaba de se tornar uma opção ainda mais irresistível. A versão de entrada, Longitude 2026 (flex, 7 lugares), está sendo ofertada por um preço de tirar o fôlego: R$ 199.990.

    {“@context”:”https://schema.org”,”@type”:”VideoObject”,”name”:”JEEP RENEGADE 2025 CHEGA COM NOVIDADES: FICHA TÉCNICA, VERSÕES, PREÇOS, ITENS DE SÉRIE E DIFERENÇAS”,”description”:”O Jeep Renegade 2025 está pronto para as suas aventuras com uma motorização robusta, um design refinado e equipamentos de segurança e conforto que vão impressionar. Saiba tudo sobre as versões, preço, ficha técnica e itens de série desse SUV que ficou ainda mais moderno e potente. Confira as especificações completas e as novidades desse modelo incrível. Leia a matéria completa no site do Garagem 360: https://garagem360.com.br/jeep-renegade-2025-perfeito-para-suas-aventuras-confira-ficha-tecnica-preco-e-itens-de-serie/RESUMO DO VÍDEO: 00:00 – Introdução ao Jeep Renegade 202500:20 – Inscrição no Canal00:35 – Mudanças no Jeep Renegade 202500:51 – Itens de Série Externos01:44 – Itens de Série Internos02:19 – Motorização e Desempenho03:04 – Consumo de Combustível03:42 – Versões do Jeep Renegade 202504:51 – Versão Longitude e Sahara05:15 – Versão Trailhawk 4×405:42 – Versão Willys 4×406:30 – Preço do Jeep Renegade 202506:58 – Avaliação FinalEdição e Capa: Douglas Costa#JeepRenegade2025 #SUV2025 #FichaTécnicaRenegade”,”thumbnailUrl”:”https://s2.dmcdn.net/v/Y5fOE1d-Fr8AOLiFS/x120″,”uploadDate”:”2025-03-20T19:22:27-03:00″,”duration”:”PT536S”,”embedUrl”:”https://geo.dailymotion.com/player.html?video=x9ghx5a”}

    Super Oferta: Jeep Commander Longitude 7 lugares a preço de SUV médio!

    Com um desconto expressivo de R$ 21.000 sobre o preço de tabela (R$ 220.990), o Commander Longitude 2026 se posiciona de forma extremamente agressiva no mercado.

    O preço, que já foi visto em algumas promoções pontuais em anos anteriores, coloca o SUV grande da Jeep no mesmo patamar de SUVs médios e até abaixo de versões topo de linha do seu “irmão” Compass, tornando-o um dos melhores custo-benefício da categoria.

    A atratividade da oferta não se resume apenas ao preço à vista. A Jeep adicionou um pacote de benefícios que reforça o valor para o consumidor:

    1. Supervalorização do Usado na Troca: Este bônus é crucial para quem possui um veículo para dar como entrada, maximizando o poder de compra.

    2. 5 Anos de Garantia: A garantia estendida de fábrica é um grande diferencial, oferecendo tranquilidade e previsibilidade de custos de manutenção por um período prolongado.

    Jeep Commander Longitude 7 lugares a preço de SUV médio – Foto: Divulgação

    O Que R$ 199.990 leva para casa?

    O Commander Longitude, mesmo sendo a versão de entrada, não decepciona. Ele é o único SUV do segmento que oferece o pacote de 7 lugares com essa combinação de preço e motorização flex.

    Destaque da Ficha Técnica Jeep Commander Longitude 2026
    Motor 1.3 Turbo Flex T270 (185 cv / 27,5 kgfm)
    Câmbio Automático de 6 marchas
    Tração 4×2 (dianteira)
    Porta-Malas 661 litros (com 5 lugares) ou 233 litros (com 7 lugares)
    Consumo Médio (Estrada) Aprox. 11,8 km/l (gasolina) e 8,3 km/l (etanol)

    Além do motor turbo flex potente e relativamente econômico para o porte, o Longitude já vem bem equipado, incluindo recursos de segurança importantes como 6 airbags, painel digital e central multimídia Uconnect com conexão sem fio.

    Com esta oferta, o Commander Longitude se consolida como a porta de entrada mais vantajosa para quem busca espaço para 7 ocupantes com acabamento premium e os benefícios de garantia estendida.

    Um SUV premium de 7 lugares com R$ 21.000 de desconto e 5 anos de garantia? O Jeep Commander Longitude 2026 é a melhor oferta do segmento! Fale com a concessionária mais próxima e garanta o seu antes que a promoção acabe!

    Leia aqui: Jeep Commander 2026 chega mais potente, tecnológico e barato; veja o que mudou!



    Fonte: Garagem 360

  • Kicks Play ainda lidera vendas em comparação com nova geração do SUV

    A Nissan já colocou no showroom das concessionárias a nova geração do Kicks. O modelo ganhou um visual completamente distinto e mais equipamentos. 

    Enquanto a geração antiga parte dos R$ 118 mil, a novo Kicks tem o preço um pouco mais “salgado”. A configuração Sense é a mais em conta, por R$ R$ 166.990. 

    Apesar dos incrementos em tecnologia e visual, parece que isso não tem sido suficiente para converter em vendas. Segundo números divulgados pela consultoria K.Lume, o Kicks Play ainda domina nos emplacamentos. 

    Entre maio a setembro deste ano, período com vendas paralelas, a nova geração do Kicks vendeu menos que o Kicks Play, mesmo com uma versão a mais. 

    Total de vendas de maio a setembro de 2025: 

    • Kicks Play Active Plus – 5.957;
    • Kicks Play Sense – 5.229;
    • Kicks Play Advance – 6.229;
    • Kicks Sense – 1.148 (nova geração);
    • Kicks Advance AT – 2.508 (nova geração);
    • Kicks Exclusive AT – 1.443 (nova geração);
    • Kicks Platinum AT – 1.760 (nova geração).

    Neste período, a configuração de maior sucesso é a Play Advance (intermediária). O mesmo acontece com a nova geração, onde a versão intermediária Advance é a mais vendida. 

    O Kicks é um dos SUVs mais vendidos do Brasil. De forma geral, ele é o oitavo mais vendido do ano, com cerca de 40 mil emplacamentos. 

    Entenda diferenças entre veículos SUV, D-SUV, C-SUV, B-SUV



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Confirmado: novo SUV da Toyota será um Corolla cupê com motor híbrido flex

    Confirmado: novo SUV da Toyota será um Corolla cupê com motor híbrido flex

    O novo SUV da Toyota (que pode vir ao Brasil) acaba de ter seus primeiros segredos revelados. Segundo informações reveladas esta semana, a fabricante vai lançar um SUV com estilo cupê e motorização híbrida. Vem com o Garagem360 conferir mais detalhes sobre o novo modelo japonês!

    Como será o novo SUV da Toyota?

    A informação, divulgada inicialmente pelo site Autos Segredos, aponta que o projeto é conhecido como 913D. Ele será um SUV com estilo cupê, mais esportivo, construído sobre a mesma plataforma do Corolla e Corolla Cross. O lançamento, no entanto, deve acontecer apenas em 2028.

    Novo SUV da Toyota
    Projeção do novo SUV da Toyota. Foto: Reprodução / Autos Segredos

     

    A produção será concentrada na fábrica de Sorocaba (SP), que está sendo modernizada para receber novos modelos.

    Quais serão os motores do SUV cupê?

    Aqui está uma das grandes novidades. A princípio, o SUV cupê da Toyota será vendido apenas com motorização híbrida. As versões de entrada devem usar o conhecido conjunto 1.8 híbrido flex de 122 cv que já equipa o Corolla e o Corolla Cross.

    Já as versões mais caras vão estrear um aguardado sistema híbrido plug-in (PHEV) flex. Este motor 2.0, que está em testes no Brasil, deve entregar uma potência combinada de impressionantes 223 cv.

    O que esperar do futuro Corolla SUV?

    O modelo chegará para complementar a linha, se posicionando acima do Corolla Cross. Ele será uma resposta da Toyota aos SUVs chineses, que vêm ganhando mercado com a tecnologia híbrida plug-in. Veja o que já se sabe:

    • Plataforma: TNGA-C, a mesma do Corolla;

    • Design: estilo “Hammerhead”, com faróis em formato de ‘C’;

    • Motor 1: 1.8 Híbrido Flex com 122 cv;

    • Motor 2: 2.0 Híbrido Plug-in Flex com 223 cv;

    • Lançamento: previsto para o ano de 2028.

    E a picape anti-Toro? Chega antes?

    Contudo, antes do SUV cupê, a Toyota vai entrar na briga das picapes com a Fiat Toro. Prevista para 2026, a caminhonete também usará a plataforma do Corolla e terá um moderno sistema de tração 4×4 elétrico, chamado e-Four.

    Essa picape faz parte do grande investimento de R$ 11 bilhões que a marca anunciou para o Brasil, mostrando que a ofensiva de produtos será forte nos próximos anos.

    Com um SUV cupê híbrido plug-in e uma picape anti-Toro a caminho, a Toyota mostra que está se preparando para uma forte ofensiva no mercado brasileiro. A estratégia é clara: eletrificar a linha e ocupar novos segmentos.

    E você, gosta da ideia de um Corolla SUV cupê? Deixe sua opinião nos comentários!



    Fonte: Garagem 360

  • BYD inaugura fábrica na Bahia e apresenta SUV híbrido flex

    A BYD inaugurou oficialmente nesta quinta-feira (9) sua linha de montagem de veículos em Camaçari (BA), marcando um novo capítulo para a indústria automotiva brasileira. A marca chinesa assume fábrica aonde anteriormente funcionou a Ford, mas sem aproveitar nada do passado: são novas instalações voltadas para carros eletrificados. A marca também apresentou o Song Pro, o primeiro carro híbrido flex plug-in do mundo. O modelo é o carro número 14.000.000 da empresa.

    A inauguração da nova fábrica trouxe ao Brasil o fundador e CEO mundial da BYD, Wang Chuanfu, anunciou planos de ampliar a capacidade para até 600 mil unidades anuais.

    O evento contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do governador Jerônimo Rodrigues (PT), além de autoridades e executivos da empresa. A planta é a primeira unidade da marca fora da Ásia com capacidade de produção completa e deve se tornar o principal polo de eletrificação da montadora na América Latina.

    Na unidade da Bahia serão montados em regime SKD (semi-knocked down), modalidade em que kits parcialmente montados chegam da China para finalização e homologação local. A empresa informou que a planta já opera desde meados de julho e que a etapa seguinte prevê crescente nacionalização de peças e processos, com ampliação de capacidade prevista nas fases subsequentes. A ideia e futuramente avançar para o CKD (Completely Knocked Down), ou ainda produção local.

    A montagem em Camaçari já contempla o elétrico Dolphin Mini e duas plataformas híbridas plug-in: os modelos King (GL e GS) e o Song Pro (GL e GS). Foi apresentado, durante o evento, um Song Pro em edição especial COP30 equipado com o novo motor 1.5 flex integrado à arquitetura DM-i.


    CEO e fundador da BYD, Wang Chuanfu e o presidente Lula com o primeiro carro montado no Brasil
    CEO e fundador da BYD, Wang Chuanfu, e o presidente Lula com o primeiro carro montado no Brasil • Ricardo Stuckert/PR

    A fábrica emprega atualmente 1,5 mil colaboradores e possui capacidade inicial de 150 mil veículos por ano, podendo chegar a 300 mil na segunda fase. Durante o evento, o fundador da empresa, Wang Chuanfu, anunciou planos de expansão para duplicar essa capacidade para até 600 mil unidades anuais.

    Tecnologia desenvolvida para o Brasil

    O Song Pro traz a arquitetura DM-i (Dual Mode Intelligent), que privilegia a tração elétrica. Nesse sistema, o motor a combustão — um 1.5 flex — atua principalmente como gerador de energia para a bateria, mantendo a condução semelhante à de um veículo 100% elétrico. O conjunto foi desenvolvido em parceria por engenheiros brasileiros e chineses, com o objetivo de adaptar o projeto às características locais de combustível e às regras de emissões do país.

    Segundo Tyler Li, presidente da BYD Brasil, a adoção do etanol dentro da arquitetura híbrida representa um marco. “O etanol é um diferencial estratégico do Brasil na transição energética. Incorporá-lo à nossa tecnologia reforça o compromisso com a matriz renovável e amplia a eficiência ambiental”, afirmou.


    Fábrica da BYD na Bahia tem capacidade de montar 300 mil carros por ano
    Fábrica da BYD na Bahia tem capacidade de montar 300 mil carros por ano • Iracema Chequer/Divulgação

    Dolphin Mini e Song Pro serão primeiros carros nacionais da BYD



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Guerra dos SUVs: novo Kicks e Tracker contra T-Cross e Creta. Quem vence?

    Guerra dos SUVs: novo Kicks e Tracker contra T-Cross e Creta. Quem vence?

    A escolha entre Nissan Kicks, Chevrolet Tracker, VW T-Cross ou Hyundai Creta é difícil, né? Esses são os SUVs compactos mais vendidos, mas seus preços subiram bastante, deixando a decisão do consumidor ainda mais complexa. Acompanhe o Garagem360 e vejaqual o melhor!

    Briga entre Nissan Kicks, Chevrolet Tracker, VW T-Cross ou Hyundai Creta

    A princípio, cada um desses modelos tem uma proposta diferente para conquistar o motorista. Enquanto um foca no desempenho do motor, outro aposta no espaço interno ou em uma lista de equipamentos mais recheada.

    Nissan Kicks, Chevrolet Tracker, VW T-Cross ou Hyundai Creta
    Foto: Imagem gerada por IA

    Por isso, é fundamental analisar os detalhes para entender qual deles se encaixa melhor no seu perfil e na sua garagem. E claro, o Garagem360 trouxe um comparativo para facilitar a sua escolha. Confira!

    O que cada um oferece de melhor nesta disputa?

    A decisão de compra passa diretamente pelos diferenciais que cada SUV apresenta. Seja em conforto, economia ou tecnologia, eles possuem características bem distintas que podem ser decisivas para o consumidor.

    Bora conferir?

    Nissan Kicks: foco no espaço e acabamento

    O Kicks se destaca pelo excelente acabamento interno, com materiais de qualidade no painel e nas portas.

    Nissan Kicks, Chevrolet Tracker, VW T-Cross ou Hyundai Creta
    Foto: Divulgação / Nissan

    Além disso, ele oferece o maior porta-malas da categoria, com 470 litros. Ele se mostra a escolha ideal para quem precisa de muito espaço para a família e não abre mão de uma cabine bem construída.

    Hyundai Creta: destaque em equipamentos exclusivos

    Enquanto isso, o Creta aposta em itens que os rivais não oferecem, mesmo em versões intermediárias. Ele é o único com banco do motorista com ventilação e câmeras laterais que auxiliam em manobras.

    Nissan Kicks, Chevrolet Tracker, VW T-Cross ou Hyundai Creta
    Foto: Divulgação / Hyundai

    Seu design pode dividir opiniões, mas sua lista de tecnologias agrada quem busca mais conforto e mimos a bordo.

    VW T-Cross: campeão de economia

    Agora, para quem roda muito e se preocupa com o consumo, o T-Cross com motor 1.0 TSI é a melhor opção.

    Nissan Kicks, Chevrolet Tracker, VW T-Cross ou Hyundai Creta
    Divulgação / Volkswagen

    Ele apresenta os melhores números de consumo de combustível entre os quatro concorrentes. Sua dirigibilidade também agrada, com uma suspensão mais firme e respostas diretas ao volante.

    Chevrolet Tracker: aposta na potência do motor

    Por fim, o Tracker na versão Premier é o mais caro do grupo, mas também o mais potente. Seu motor 1.2 turbo garante um desempenho superior e respostas rápidas ao acelerador, sendo o mais ágil da turma.

    Nissan Kicks, Chevrolet Tracker, VW T-Cross ou Hyundai Creta
    Foto: Divulgação / Chevrolet
    • Ponto forte: desempenho do motor 1.2 turbo;

    • Ponto forte: suspensão bem calibrada para o conforto;

    • Ponto fraco: é o mais caro e menos equipado que os rivais diretos;

    • Ponto fraco: oferece o menor espaço no banco traseiro.

    Afinal, qual deles vale mais a pena comprar?

    A resposta final depende do que você mais valoriza em um carro. O Kicks vence em espaço e acabamento, enquanto o Creta ganha nos equipamentos exclusivos.

    Já o T-Cross é imbatível na economia de combustível, e o Tracker é a escolha certa para quem busca mais potência e desempenho.

    Ou seja, a disputa é acirrada e mostra que há um SUV ideal para cada tipo de motorista.

    E para você, qual desses quatro modelos é o grande vencedor? Conte para a gente aqui!



    Fonte: Garagem 360

  • Novo carro da Toyota é um SUV cupê do Corolla com motor inédito

    Novo carro da Toyota é um SUV cupê do Corolla com motor inédito

    O novo carro da Toyota promete agitar o mercado brasileiro nos próximos anos. A marca japonesa está desenvolvendo um inédito SUV com estilo cupê, que usará a consagrada e confiável base do sedã Corolla para conquistar os consumidores no país. Acompanhe o Garagem360 e veja mais detalhes!

    Como será o novo carro da Toyota com base no Corolla?

    A Toyota planeja expandir sua família de sucesso. Segundo informações do portal Autos Segredos, a marca vai usar a plataforma TNGA-C, a mesma do Corolla e do Corolla Cross, para criar um SUV com visual mais esportivo e teto inclinado. O lançamento está previsto para acontecer em 2028.

    Novo carro da Toyota
    Novo carro da Toyota será baseado no Corolla. Foto: Divulgação / Toyota



    Fonte: Garagem 360

  • Audi Q3: o que esperar do novo SUV que será fabricado no Brasil

    Uma das principais novidades da Audi para o próximo ano é o novo Q3. A marca das quatro argolas confirmou que a nova geração do Audi Q3 e sua variante Q3 Sportback será produzida no Brasil, na fábrica de São José dos Pinhais, no Paraná. O modelo compacto já foi revelado na Europa, ganhou novo design e mais tecnologia.

    Segundo a Audi, a fábrica paranaense passa por um processo de modernização para receber o novo SUV. As obras envolvem atualização de linhas produtivas, novos equipamentos e ajustes de infraestrutura para garantir o mesmo nível de refinamento aplicado nas plantas da Europa.

    Design e motorização

    A terceira geração do Audi Q3 traz um visual mais dinâmico e refinado. A dianteira exibe a nova grade Singleframe ampliada, com faróis Matrix LED e assinatura luminosa composta por 23 segmentos de LEDs.

    A iluminação digital não apenas aprimora a visibilidade, mas também integra funções de assistência ao condutor, ajustando automaticamente a intensidade conforme o tráfego. O design está alinhado aos recentes lançamentos da Audi, já disponíveis no Brasil, como Q6 e-tron, A6 e-etron e o novo A5.


    Audi Q3 na cor azul Malpelo: interior tem mais tecnologia
    Audi Q3 na cor azul Malpelo: interior tem mais tecnologia • Divulgação

    A lateral exibe uma linha de ombro contínua que conecta faróis e lanternas, criando um jogo de luz e sombra que valoriza o design. No caso do Q3 Sportback, a silhueta cupê é reforçada pelo teto 29 mm mais baixo, que confere aparência mais esportiva e aerodinâmica. Na traseira, as lanternas OLED digitais são acompanhadas por uma faixa de LED contínua e anéis iluminados — tecnologia inédita no segmento de SUVs compactos da Audi.

    Na Europa, a linha de motores inclui o 1.5 TFSI de 150 cv com sistema híbrido leve, além do 2.0 TDI (diesel) de mesma potência voltado a longas distâncias. A principal novidade, porém, está nos modelos híbridos plug-in (Q3 e-hybrid e Q3 Sportback e-hybrid), que entregam até 272 cv e contam com bateria de 25,7 kWh, permitindo rodar até 119 km no modo elétrico.


    Audi Q3 Sporback: detalhe para logo iluminada
    Audi Q3 Sporback: detalhe para logo iluminada • Divulgação

    Para o Brasil, contudo, a Audi deverá ser mais racional e vai apostar no 2.0 TFSI Turbo EA888 de nova geração. O motor é o mesmo disponível no Audi A5, mas no caso do novo Audi Q3 e Q3 Sportback deverá render em torno de 265 cv.

    Interior do novo Q3

    O interior do carro foi redesenhado para oferecer mais espaço e usabilidade. O console central tem novo módulo de comando, que integra alavancas multifuncionais — uma delas para seleção de marchas e outra para luzes e limpadores. A central multimídia MMI Touch traz comandos intuitivos, conectividade total com smartphones e exibição de informações em alta resolução.

    O porta-malas do Q3 comporta 488 litros, chegando a 1.386 litros com os bancos rebatidos. O assento traseiro é ajustável em comprimento e inclinação, e o SUV pode rebocar até 2.100 kg, ampliando sua versatilidade.

    Entre os sistemas de segurança e assistência, destacam-se o Adaptive Driving Assistant Plus, que combina controle de cruzeiro adaptativo, assistente de faixa e monitoramento lateral, e o novo Emergency Assistant, capaz de assumir o controle do veículo caso o motorista não responda aos alertas. Há ainda câmeras de visão 360º, reconhecimento de placas de trânsito e o sistema de estacionamento automático com memória de manobras.

    Atualmente o Q3 custa a partir de R$ 299.990 e pode chegar até R$ 359.990. Já o Q3 Sportback custa desde R$ 353.990 e pode chegar até R$ 379.990. Os valores certamente serão mais elevados na nova geração, mesmo com produção local.


    Audi Q3 chega em 2026 no Brasil
    Audi Q3 chega em 2026 no Brasil • Divulgação

    Q6 e-tron: SUV elétrico marca nova fase da Audi



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Toyota Yaris Cross ou VW T-Cross? Veja 5 vantagens do novo SUV japonês

    Toyota Yaris Cross ou VW T-Cross? Veja 5 vantagens do novo SUV japonês

    A dúvida entre Toyota Yaris Cross ou VW T-Cross já chegou por aí também? O aguardado lançamento da Toyota, adiado por problemas na produção, chega com a missão de desafiar um dos líderes da categoria. Quer saber qual deles leva a melhor? Acompanhe o Garagem360 e descubra!

    Toyota Yaris Cross ou VW T-Cross?

    Analisamos cinco quesitos importantes em que o novo Yaris Cross promete levar vantagem sobre o forte rival da Volkswagen.

    Toyota Yaris Cross ou VW T-Cross
    Foto: Reprodução



    Fonte: Garagem 360

  • Mesmo com tombo do T-Cross em setembro, VW sustenta participação em SUVs

    Mesmo com tombo do T-Cross em setembro, VW sustenta participação em SUVs

    Os licenciamentos de utilitários esportivos, maior segmento de automóveis do mercado brasileiro, trouxeram importantes alterações no último mês. As duas maiores têm produtos Volkswagen como protagonistas.

    Lançado há pouco mais de quatro meses, o Tera foi o SUV mais vendido em setembro. As 7,6 mil unidades representaram salto de mais de 80% frente ao resultado de agosto.

    Desde que foi apresentado oficialmente, no fim de maio, o modelo já acumula 17,8 mil licenciamento e aparece imediatamente à frente do Renault Kardian e Citroen Basalt, concorrentes diretos lançados há mais de um ano.

    O inegável sucesso do Tera, porém, em parte é motivo para a outra grande mudança no ranking do segmento e de alguma preocupação para a própria Volkswagen. O T-Cross, SUV mais vendido do País nos últimos dois anos, despencou em vendas, segundo a Fenabrave.

    Ainda que à frente ao longo de 2025, somou apenas 4,7 mil unidades negociadas no mês passado, pior número desde as 4 mil de fevereiro de 2024. Foi apenas o nono modelo mais vendido.

    O desempenho negativo é gritante frente a cenário anterior recente. Nos oito primeiros meses do ano, a média mensal de vendas superou 7,6 mil unidades e só em agosto haviam sido emplacadas 7,7 mil.

    Estaria o Tera “roubando” clientela do irmão maior T-Cross? Fonte da montadora ouvida por AutoIndústria assegura que não.

    O recuo do último mês, afirma, deveu-se a uma menor oferta do T-Cross devido a adequações na fábrica de São José dos Pinhais, PR, para incorporação de novo veículo na linha de montagem em breve.

    Mas quando se olha o mix das versões vendidas do Tera é possível identificar que o SUV de entrada está, sim, avançando em faixa de preço onde o T-Cross tem boa parcela de seus licenciamentos.

    A Volkswagen se disse mesmo surpresa com a demanda maior pela versão topo de linha, a Hight, que desde o início vem respondendo por 54% das vendas do modelo e mais da metade dos compradores dela optando pelo pacote Outfit Town Edition.

    LEIA MAIS

    → Já no Top 10, VW Tera é o SUV mais vendido em setembro

    → Stellantis confirma produção do Jeep Avenger em Porto Real

    De qualquer forma, a marca tem mais é que comemorar na soma comercial de seus utilitários esportivos. De janeiro setembro, considerando ainda os licenciamentos do Nivus e Taos, deteve 17,3% dos emplacamentos do segmento, mesma participação verificada após os oito primeiros meses do ano.

    Ou seja, a queda do T-Cross foi absolutamente compensada com pelo avanço do Tera.

    Jeep ameaçada

    A segunda marca que mais vende SUVs no Brasil é a ex-líder Jeep. Com Renegade, Compass e Commander tem 11,3% de participação. Mas começa a ser assediada bem de perto pela Fiat, marca-irmã de Stellantis.

    Impulsionados por suas versões híbridas, os dois únicos representantes da marca italiana, Pulse e Fastback, responderam 9,8% do total de 765 mil utilitários vendidos no mercado interno de janeiro a setembro.

    Renegade Sahara

    Importante comparar e ter em mente: há um ano, com as mesmas linhas de produtos, a VW detinha 16,3% do segmento, a Jeep, 13,3%, e a Fiat os mesmos 9,8%.

    Enquanto a Fiat assimilou a investida da concorrência com diversos lançamentos e sustentou sua fatia, a Volkswagen cresceu mais 1 ponto porcentual e a Jeep encolheu 2 pontos.

    Portanto, a chegada de um novo produto, como o Avenger, previsto para o ano que vem e com produção confirmada na semana passada para Porto Real, RJ, nunca foi tão necessária e estimada pelos concessionários Jeep desde que o Renegade saiu da linha de montagem em Pernambuco, há uma década.


     



    Fonte: Auto Industria