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  • Nissan Kicks 2026: 4 grandes destaques do SUV compacto

    Nissan Kicks 2026: 4 grandes destaques do SUV compacto

    Nissan Kicks 2026 está chegando. Com o preço inicial confirmado a R$ 150 mil, a nova geração do SUV traz uma série de novidades que prometem reposicioná-lo no segmento mais competitivo do Brasil. 

    Veja quais os 4 maiores destaques do SUV compacto que ficou maior, mais bonito, moderno e potente. 

    Nissan Kicks 2026: 4 grandes destaques do SUV compacto

    1. Design renovado

    O principal destaque do Nissan Kicks 2026 é o design. O Kicks 2026 chega com um visual mais robusto para acompanhar as novas medidas. Na dianteira, a nova grade frontal mais imponente, faróis em LED e lanternas traseiras redesenhadas. 

    A versão topo de linha, a Platinum, ainda oferece teto solar panorâmico, rodas de até 19 polegadas e o sistema de som Bose. 

    2. Dimensões maiores

    A nova geração do Kicks ficou maior. O SUV agora mede 4,37 metros de comprimento (6 cm a mais que o atual), 2,66 m de entre-eixos (+4 cm), 1,80 m de largura (+4 cm) e 1,63 m de altura (+2 cm). 

    Nissan Kicks 2026: 4 grandes destaques do SUV compacto – Foto: Divulgação

    3. Mais tecnologia

    Por dentro, o console central elevado também abriga o freio de estacionamento eletrônico. Além disso, a Nissan apostou em menos plástico rígido e na sofisticação das duas telas de 12,3 polegadas: uma para o novo painel digital e a outra para a multimídia com conectividade com Apple CarPlay e Android Auto. 

    O novo software promete aperfeiçoar a interação do motorista com o veículo, com integração aprimorada de sistemas e uma interface mais moderna e eficiente.

    4. Motor 1.0 Turbo

    O Kicks 2026 adota o mesmo motor do Renault Kardian, o TCe, que ganhou em 2024 o prêmio da Quatro Rodas de “Melhor motor do ano”. 

    É o motor 1.0 turbo de três cilindros com injeção direta de combustível da Horse, que gera até 125 cv de potência com etanol e 120 cv com gasolina.

    Foto: Jady Peroni/Autoesporte

    Mas nem tudo são flores. A Nissan que é reconhecida pelo seu eficiente câmbio CVT o abandonou e agora o motor é associado à nova transmissão DCT de seis marchas e a dupla embreagem banhada a óleo.

    Em relação ao atual 1.6 aspirado, o novo propulsor perde um cilindro e ganha até 12 cavalos (atualmente gera até 113 cv). Parece pouco, mas a mudança é o suficiente para garantir respostas mais rápidas, uma maior aceleração e menor consumo de combustível. 

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    Leia também: Nissan Kicks 2026: tudo sobre um dos lançamentos mais esperados do ano

     



    Fonte: Garagem 360

  • Novo SUV da Fiat é nacional e tem espaço para a família todo (7 lugares)

    Novo SUV da Fiat é nacional e tem espaço para a família todo (7 lugares)

    A Fiat está preparando um SUV nacional com proposta familiar e capacidade para até 7 pessoas. O modelo, identificado como projeto F2U, terá porte próximo ao de um Jeep Compass, ocupando uma faixa de mercado superior ao Fastback e ao futuro SUV F1H. Logo abaixo, o Garagem360 traz mais detalhes sobre esse lançamento. Acompanhe!

    Como será o SUV de 7 lugares da Fiat?

    SUV de 7 lugares da Fiat – Foto: divulgação

    Com preço estimado em torno de R$ 150 mil, o F2U será o maior e mais caro SUV da marca no Brasil. O posicionamento será diferente do Fastback de segunda geração (projeto F2X), que continuará apostando em um apelo mais esportivo.

    Já o novo modelo da Fiat terá foco total em espaço interno e conforto para a família, sendo desenvolvido com esse objetivo desde a concepção.

    O nome do carro ainda não foi revelado, mas tudo indica que será exclusivo para o mercado brasileiro, sem repetir a alcunha “Giga Panda” usada durante o desenvolvimento na Europa.

    Quais são os SUVs de 7 lugares no Brasil? 

    O modelo da Fiat terá uma disputa acirrada no mercado brasileiro, uma vez que a indústria conta com ótimos veículos nesse segmento, como: Caoa Chery Tiggo 8, Citroën C3 Aircross e Jeep Commander.

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    Leia também: Honda HR-V é o SUV usado dos sonhos; saiba o porquê

     



    Fonte: Garagem 360

  • Novo SUV híbrido plug-in da BYD chega ao Brasil por R$ 249.990

    Novo SUV híbrido plug-in da BYD chega ao Brasil por R$ 249.990

    O BYD Song Plus 2026 chega ao Brasil com a missão de manter o ritmo acelerado de vendas que o consagrou ao longo do ano. O SUV híbrido plug-in agora estreia sua versão atualizada por R$ 249.990, enquanto a versão Premium sobe para R$ 299.800. A seguir, o Garagem360 conta mais detalhes sobre esse modelo. Acompanhe!

    Como é o BYD Song Plus 2026?

    A nova geração não se limita a um facelift. O modelo passa a contar com visual global renovado, refletido nos faróis Dragon Face 3.0, que apresentam linhas mais afiadas, reforçando a identidade da marca. As rodas de 19 polegadas também fazem parte da repaginação visual, conferindo um ar mais robusto e sofisticado ao SUV.

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    Interior do BYD Song Plus 2026

    BYD Song Plus 2026 – Foto: divulgação

    Mas o Song Plus 2026 vai além da estética. O sistema de som Infinity by Harman, com direito a subwoofer, eleva a experiência sonora a um novo patamar. No interior, o novo console central, batizado de “Heart of Ocean”, reforça o apelo moderno e tecnológico do modelo.

    Segundo Alexandre Baldy, Vice-Presidente Sênior da BYD no Brasil, o Song Plus 2026 representa uma resposta direta aos pedidos dos consumidores:

    “Mantivemos tudo o que fez dele um sucesso e adicionamos o que o consumidor brasileiro pediu”.

    O foco agora é provar que a tecnologia da marca segue evoluindo, sem perder tempo.

    BYD Song Plus 2026 – Foto: divulgação

     

    Destaques do BYD Song Plus 2026

    Cores disponíveis

    • Preto
    • Cinza-claro
    • Cinza-escuro
    • Branco

    Acabamento interno

    • Azul + Cinza Claro
    • Caramelo + Preto (novidade)

    Tecnologias e Recursos

    • Head-up display
    • BYD App com chave NFC/Bluetooth (funciona sem internet)
    • Tecnologia DM (Dual Mode) com foco em eficiência energética

    Autonomia Elétrica

    • Versão padrão: até 100 km (NEDC) ou 63 km (PBEV/Inmetro)
    • Versão Premium com bateria Blade de 26,6 kWh:
      • Até 135 km (NEDC)
      • Até 87 km (PBEV/Inmetro)

    Carregamento

    Na versão Premium, o carregamento rápido de 18 kWh DC garante a bateria completa em menos de 1h30.

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    Leia também: Honda HR-V é o SUV usado dos sonhos; saiba o porquê

     



    Fonte: Garagem 360

  • Já é hora de a Fenabrave desmembrar o segmento de SUVs

    Já é hora de a Fenabrave desmembrar o segmento de SUVs

    Com os SUVs dominando com folga os negócios no mercado automotivo brasileiro, o subsegmento de SUVs compactos concentra o maior número de modelos e ganhou novo e importante concorrente esta semana com o lançamento do Volkswagen Tera.

    “No ano passado, um em cada quatro carros vendidos no Brasil foi um SUV compacto. Com a chegada do Tera, esse número deve crescer pelo menos mais 5 pontos porcentuais”, publicou o CEO e presidente da Volkswagen no Brasil, Ciro Possobom, em sua página do linkedin.

    LEIA MAIS

    Ambição é ser líder “em modelo ou até em marca”, diz CEO da VW sobre Tera

    Fiat espera preço do VW Tera para divulgar o do Pulse, R$ 1 mil mais barato

    Ele já havia falado sobre o assunto no domingo, 25, em entrevista logo após o lançamento do modelo na Oca, na capital paulista, quando comentou que a participação dos SUVs compactos, com o Tera, passaria de 25% para 30%.

    São números que não constam do relatório de emplacamentos da Fenabrave, que ao contrário do que faz em todos os outros segmentos – hatches e sedãs incluídos -, não desmembra em pequenos, médios e grandes os SUVs.

    Na coletiva de lançamento, a montadora alemã colocou como os principais concorrentes do Tera o Fiat Pulse e o Renault Kardian, modelos que sequer aparecem no Top 10 dos SUVs mais vendidos este ano.

    Os líderes são o T-Cross, da própria Volkswagen, o Hyundai Creta e o Honda HR-V, também considerados compactos. E a marca alemã quer fazer do Tera não só o SUV mais vendido no Brasil como também o modelo líder no País, passando o Polo, da própria marca, e que hoje ocupa tal posição entre os automóveis.

    O que pesa, então, além do tamanho, quando a Volkswagen diz que o Tera visa tirar mercado do Pulse e do Kardian?

    O preço tem peso importante nesse contexto, tanto é que a Fiat esperou a montadora alemã divulgar a tabela do novo modelo – que contempla valores de R$ 99.990 a R$ 142.290 – para informar o custo do Pulse 2026, que na versão de entrada parte agora de R$ 98.990, R$ 9 mil a menos do que custava antes.

    Pela faixa de preços de todas as versões do Tera, fica claro que ele concorrerá com outros SUVs além dos citados pela montadora e também com hatches como o Polo. O T-Cross, por exemplo, parte de R$ 119.990 e supera R$ 180 mil na versão Extreme.

    O que  tornaria o novo SUV da marca alemã, então, líder de vendas no concorrido mercado brasileiro. Segundo Possobom, “ele é o SUV certo, na hora certa, para o público certo! E inaugura uma nova era na família de SUVs da marca, em um segmento chave para o crescimento da empresa no País”.

    No lançamento, o chefe de Design da Volkswagen na América do Sul, José Carlos Pavone não esconndia o orgulho com o resultado final do projeto Tera.

    “O que queríamos era trazer o sentimento de desejo no segmento de entrada. Basta olhar o Tera para ver que conseguimos. Ele é acessível e tem a cara do consumidor brasileiro, do consumidor da região. Ele é desejável”.


    VENDAS DE SUVs no primeiro quadrimestre 2025

    Modelo                                                   Volume       Participação

    1º VW/T CROSS                                          26.493             8,92%
    2º HYUNDAI/CRETA                               19.430              6,54%
    3º HONDA/HR-V                                       19.419               6,54%
    4º TOYOTA/COROLLA CROSS               19.242              6,48%
    5º GM/TRACKER                                        17.914              6,03%
    6º JEEP/COMPASS                                    17.298              5,83%
    7º NISSAN/KICKS                                      16.197               5,46%
    8º FIAT/FASTBACK                                   15.421               5,19%
    9º JEEP/RENEGADE                                 13.615              4,59%
    10º VW/NIVUS                                            13.278              4,47%
    11º FIAT/PULSE                                          13.090             4,41%
    12º BYD/SONG                                            11.784              3,97%
    13º CAOA CHERY/TIGGO                           8.383           2,82%
    14º GWM/HAVAL H6                                   7.744            2,61%
    15º RENAULT/KARDIAN                            7.589             2,56%


    Foto: Reprodução/AutoIndústria



    Fonte: Auto Industria

  • SUV compacto Tera demonstra acerto de projeto VW brasileiro

    SUV compacto Tera demonstra acerto de projeto VW brasileiro

    Desenvolvido por engenheiros brasileiros e o chefe de estilo José Carlos Pavone, em São Bernardo do Campo (SP), o Tera é um dos produtos de maior importância na história da VW, atrás apenas do Fusca e do Gol. Produzido em Taubaté (SP), tem como base o Polo com outras dimensões: comprimento, 4.151 mm; entre-eixos, 2.566; largura, 1.777 mm; altura, 1.504 mm; porta-malas, 350 L (padrão VDA). O novo SUV compacto tem o mesmo entre-eixos do Nivus, porém é 115 mm mais curto, 20 mm mais largo e 11 mm mais alto. Rivais diretos: Pulse e Kardian.

    Além do estilo atraente, o Tera tem um pacote de segurança ativa de ótimo nível com seis airbags, frenagem autônoma de emergência com proteção de pedestres, detecção de fadiga do motorista e monitoramento de pressão dos pneus. Nas versões mais caras, controle de cruzeiro adaptativo (ACC) é de série. No topo de linha, assistente ativo de mudança de faixa, câmera multifuncional e detector de ponto cego com assistente de saída de vaga.

    No interior, há itens só encontrados em veículos mais caros, como descansa-braço ligado ao encosto e regulável em altura no banco do motorista. Além da tela multimídia de 10,1 pol., duas entradas USB-C bem-posicionadas (mais duas para ocupantes do banco traseiro) e refrigeração para carregador do celular por indução, a VW introduziu o Otto, inédito sistema de inteligência artificial generativa todo desenvolvido no Brasil.

    Há dois motores disponíveis, ambos de três cilindros: 1 L, aspiração natural, 77 cv (G)/84 cv (E); 9,4 (G)/10,3 (E) kgf·m com câmbio manual de 5 marchas, na versão de entrada. O outro é 1 L, turbo, 109 (G)/116 cv (E) e 16,8 kgfm de torque, com caixa manual de 5 marchas ou automática de 6 marchas. Consumo homologado no Tera de menor preço: urbano, 9,1 km/l (E) e 13,2 km/l (G); estrada, 10,2 km/l (E) e 14,7 km/l (G).

    Versão turbo, consumo urbano de 9 km/l (E) e 12,9 km/l (G); estrada, 10,3 km/l (E) e 15 km/l (G). Com o tanque de 49 L, motor básico e câmbio manual o alcance em estradas chega a expressivos 735 km. O tempo de aceleração também é muito bom: 0 a 100 km/h, 10,1 s, na versão mais potente.

    No primeiro contato em viagem de São Paulo a Taubaté (SP), ida e volta, o Tera surpreendeu pelo baixo nível de ruído e vibração no habitáculo graças às exclusivas nervuras no teto e à solidez da construção. Os bancos dianteiros oferecem ótimo suporte lateral, além de espaço interno, em especial para pernas e cabeças no banco traseiro. Motor turbo e caixa de câmbio automática formam um conjunto que une desempenho e suavidade surpreendentes para um tricilindro. Comportamento em curvas sem sustos, direção e freios dentro do padrão VW reconhecido por décadas de eficiente engenharia local.

    Preços, a partir de 5 de junho, começam em R$ 99.990, porém apenas para as primeiras 999 unidades e depois, R$103.900. Chegam a R$ 139.990, além da série especial Outfit The Town a R$ 142.290, mais o pacote ADAS por R$ 2.839.

     

    Stellantis tem planos firmes para fábrica de Goiana

    Ao completar 10 anos da inauguração da unidade fabril de Goiana (PE), cidade de 85.000 habitantes a 65 km da capital Recife, a Stellantis não se limitou a anunciar a comemoração, ainda em 2025, de dois milhões de veículos produzidos: três modelos Jeep (Renegade, Compass e Commander), um Fiat (Toro) e um Ram (Rampage). Dos R$ 30 bilhões a serem investidos no Brasil até 2030, quase 45% (R$ 13 bilhões) vão para esta fábrica.

    A unidade pernambucana emprega diretamente 6.400 pessoas e 14.700 ao se incluírem fornecedores locais. Investimento direto foi de R$ 18 bilhões, em uma década, para uma capacidade instalada de 280.000 unidades por ano.

    Stellantis - 1,5 milhão de veículos em Goiana

    Emanuele Cappellano, presidente da Stellantis na América do Sul, confirmou seis novos modelos a serem produzidos lá, inclusive de uma nova marca, que não especificou. Ele não revelou se seria uma marca já existente no Brasil ou uma do exterior. Em tese, adiante se enquadraria até a Leapmotor (divisão internacional da chinesa em que a empresa detém 51% das ações) e cujo primeiro modelo importado estreia em setembro próximo. Entre as alternativas, pode ocorrer a volta de um produto Peugeot como o SUV médio 3008. O que está nos planos imediatos são versões micro-híbridas evoluídas, de 48 V, uma delas já em 2026, possivelmente o Renegade, seguido pela Toro (ou vice-versa).

    Planejamento quinquenal inclui 40 lançamentos, dos quais sete inteiramente novos, entre todas as marcas do grupo, incluindo os produzidos em Betim (MG) e Porto Real (RJ).

    Stellantis acaba de nomear o italiano Antonio Filosa como novo CEO. Ele comandou Fiat e Stellantis no Brasil, onde começou como gerente de compras em Betim (MG), em 2005. Ele é casado com uma brasileira e tem dois filhos brasileiros.

     

    Kona Hybrid demonstra avanço da Hyundai

    Modernidade é o que não falta nessa nova geração do SUV híbrido médio-compacto Kona. No estilo, chama atenção (só na versão de topo) a estreita barra iluminada por LED que vai do alto de um para-lama dianteiro a outro, em efeito chamativo, além de combinar com solução semelhante na traseira (luz vermelha, no caso). Lanternas traseiras não agradam tanto, todavia as rodas de 18 pol. sim. Cresceu em todas as dimensões (antes era um compacto): 4.350 mm de comprimento, 2.660 mm de entre-eixos, 1.825 mm de largura, 1.580 mm de altura e o porta-malas também: 407 L (mais 9%). Espaço interno, em especial para as pernas no banco traseiro, ficou melhor.

    Posição de dirigir muito boa, interessante alavanca no volante para seleção do câmbio automatizado de dupla embreagem (seis marchas) e duas telas integradas de 12,3 pol. para quadro de instrumentos e multimídia são pontos altos, além da firmeza do banco com regulagem elétrica de altura. Motorização híbrida não mudou: 1,6 L de aspiração natural e 105 cv, além do elétrico de 54,5 cv, entregam combinados 141 cv e 27 kgf·m. Aceleração de 0 a 100 km/h, em 11,2 s, é razoável, embora no trânsito urbano a hibridização ajude com respostas melhores ao acelerador. Consumo padrão Inmetro de 18,4 km/l (cidade) e 16 km/l (estrada)

    Em um primeiro contato entre São Paulo e Guararema (SP) mostrou firmeza nas curvas (suspensão traseira independente multibraço), freios bem dimensionados, direção precisa e sob certas condições apenas o motor elétrico atua, mas por pouco tempo, como também observei em trechos urbanos.

    Preços: R$ 214.990 a R$ 234.990.

     

    GAC estreia com quatro elétricos e um híbrido

    A chinesa de capital paraestatal Guangzhou Automobile Group Co. (tambem tem ações em bolsa de valores) apresentou planos grandiosos para o mercado brasileiro, além da importação. Presidente mundial da GAC, Feng Xingya, confirmou produção local de veículos elétricos, híbridos e até a combustão, além de um centro de pesquisas provavelmente para desenvolver motores flex. Alex Zhou, CEO da GAC Brasil, desconversou sobre acordo que já teria sido fechado com o grupo brasileiro HPE (Mitsubishi), em Catalão (GO), embora tenha confirmado nomeação de 33 concessionárias e contratado 50 espaços em shoppings centers. Até dezembro, pretende vender 8.000 carros e 29.000, em 2026.

    De início chegam os SUVs elétricos Aion Y, Aion V e Hyptec HT, o sedã médio elétrico Aion ES e o SUV híbrido GS4. Alcances homologados pelo Inmetro variam de 314 a 389 km, conforme o modelo, contudo o híbrido pode chegar a 705 km. Os tempos de recarga são informados de 30% (outras marcas a partir de 20%) a 80%, que não permitem uma comparação exata com os concorrentes quanto a tempo de carregamento.

    Entre os destaques tecnológicos estão bateria imune à combustão espontânea e o ecossistema que reúne direção assistida (Nível 2, hoje muito comum), cockpit inteligente e comandos por voz com I.A. O Aion V inclui compartimento térmico que refrigera e aquece bebidas e alimentos — inovação inédita no país.

    Os preços vão de R$ 169.990 a R$ 349.990.


    Fotos Divulgação VW/Stellantis/Hyundai/GAC



    Fonte: Auto Industria

  • 5 SUVs com a MENOR desvalorização de 2025

    5 SUVs com a MENOR desvalorização de 2025

    Comprar um SUV é o desejo de muitos brasileiros, mas a preocupação com a desvalorização é sempre um fator importante na decisão. Para ajudar a fazer um investimento inteligente, o braço de pesquisa da Mobiauto fez um levantamento detalhado sobre os SUVs com a menor desvalorização de 2025. 

    Quais os SUVs com menor desvalorização?

    O levantamento levou em conta a depreciação dos preços durante o primeiro ano de uso do veículo, entre abril de 2024 e abril de 2025. 

    Confira a lista:

    1. Chevrolet Tracker

    Nem mesmo a correia dentada banhada a óleo tirou o “brilho” do SUV de entrada da Chevrolet. Segundo o ranking da Mobiauto, o Tracker apresentou uma desvalorização de -0,73%, demonstrando sua força no mercado. 

    A alta demanda foi o principal fator para a manutenção do seu valor, assim como o melhor nível de acabamento e o nome Chevrolet. 

    Chevrolet Tracker – Foto: Divulgação

     

    2. Toyota SW4

    Um dos SUVs mais desejados do país também é um dos que apresentam a menor desvalorização média. O Toyota SW4 apresenta uma desvalorização de apenas -0,82% no período. 

    O SUV de 7 lugares se destaca pela robustez, capacidade off-road, espaço interno e principalmente sua durabilidade. 

    Toyota SW4 – Foto: Divulgação

    3. BMW X6

    Uma boa notícia para quem quer comprar um SUV de alto padrão. O BMW X6, com preço acima dos R$ 800 mil para um modelo zero km, apresenta uma desvalorização relativamente baixa, de -1,29%. 

    O SUV se destaca pela combinação de design arrojado, status da BMW e desempenho superior graças ao seu motor TwinPower Turbo de 6 cilindros de 381 cv.

    BMW X6 – Foto: Divulgação

    4. Land Rover Discovery Sport

    Outro SUV de alto padrão entre os cinco SUVs com menor desvalorização no ano. O Land Rover Discovery Sport demonstra a solidez da marca britânica no mercado de luxo com uma desvalorização de -1,68%. 

    O modelo combina elegância, capacidade off-road e versatilidade. A reputação da marca garante que o Discovery Sport tenha um bom valor de revenda. 

    Land Rover Discovery – Foto: Divulgação

     

    5. Jeep Compass 

    Completando o top 5, o Jeep Compass que se mantém uma das opções mais procuradas entre os SUVs médio. A popularidade do modelo, sua capacidade off-road e o pós-venda da Jeep garantem uma depreciação de -2,15%. 

    Veja o ranking dos 10 SUVs com menor desvalorização entre abril de 2024 e abril de 2025:

    1. Chevrolet Tracker (-0,73%)

    2. Toyota SW4 (-0,82%)

    3. BMW X6 (-1,29%)

    4. Land Rover Discovery Sport (-1,68%)

    5. Jeep Compass (-2,15%)

    6. Renault Duster (-2,26%)

    7. Ford Territory (-2,54%

    8. Volkswagen Taos (-2,86%)

    9. Audi Q3 Sportback (-3,24%)

    10. BMW X3 (-3,65%)

    Eai, qual deles você queria na sua garagem? Responda nos comentários!

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    Leia também: Top 10 SUVs mais econômicos de 2025

     

    Top 10 SUVs mais econômicos de 2025



    Fonte: Garagem 360

  • Top 10 SUVs mais econômicos de 2025

    Top 10 SUVs mais econômicos de 2025

    O levantamento mais recente do Inmetro revelou quais são os SUVs a combustão mais econômicos do Brasil em 2025.

    É importante destacar que a lista leva em consideração apenas veículos com preço inicial a partir de R$ 100 mil, sem qualquer tipo de eletrificação — ou seja, ficam de fora os modelos elétricos, híbridos convencionais, híbridos leves e plug-in.

    O critério usado foi o consumo energético em megajoules por quilômetro (MJ/km). Na prática: quanto menor esse número, mais eficiente é o carro. Além disso, foi selecionada apenas a versão mais econômica de cada modelo para compor o ranking. A seguir, o Garagem360 traz o ranking completo. Confira!

     

    🚗 Top SUVs Mais Econômicos do Brasil (2025)

    🔟 Nissan Kicks Play

    • ⚙️ Motor: 1.6 aspirado flex – 113 cv / 15,3 kgfm
    • Consumo: 11,3 km/l cidade | 13,7 km/l estrada (gasolina)
    • 🔋 Consumo energético: 1,77 MJ/km
    • 💰 Preço: R$ 117.990
    • 🚗 Versões: Sense, Advance e Active

    9️⃣ Chevrolet Tracker

    • ⚙️ Motor: 1.0 turbo flex – 121 cv / 18,9 kgfm
    • Consumo: 11,6 km/l cidade | 13,7 km/l estrada (gasolina)
    • 🔋 Consumo energético: 1,73 MJ/km
    • 💰 Preço: R$ 119.900
    • 🚗 Versões: LT, Midnight e LTZ

    8️⃣ Hyundai Creta Ultimate

    • ⚙️ Motor: 1.6 TGDi turbo gasolina – 193 cv / câmbio DCT 7 marchas
    • Consumo: 11,9 km/l cidade | 13,5 km/l estrada (gasolina)
    • 🔋 Consumo energético: 1,72 MJ/km
    • 💰 Preço: R$ 198.120
    • 🚗 Versão: Ultimate

    7️⃣ Peugeot 2008

    • ⚙️ Motor: 1.0 turbo flex – 130 cv / 20,4 kgfm
    • Consumo: 12 km/l cidade | 14,1 km/l estrada (gasolina)
    • 🔋 Consumo energético: 1,66 MJ/km
    • 💰 Preço: R$ 119.990
    • 🚗 Versões: Allure, Active e GT

    6️⃣ Volkswagen T-Cross

    • ⚙️ Motor: 1.0 TSI turbo flex – 128 cv / 20,4 kgfm
    • Consumo: 12,1 km/l cidade | 14,5 km/l estrada (gasolina)
    • 🔋 Consumo energético: 1,64 MJ/km
    • 💰 Preço: R$ 119.990
    • 🚗 Versões: Sense, TSI e Comfortline

    5️⃣ Honda HR-V

    • ⚙️ Motor: 1.5 aspirado flex – 126 cv / 15,8 kgfm
    • Consumo: 12,5 km/l cidade | 13,9 km/l estrada (gasolina)
    • 🔋 Consumo energético: 1,63 MJ/km
    • 💰 Preço: R$ 165.900
    • 🚗 Versões: EX e EXL

    4️⃣ Volkswagen Nivus

    • ⚙️ Motor: 1.0 turbo flex – 128 cv / 20,4 kgfm
    • Consumo: 12,4 km/l cidade | 14,8 km/l estrada (gasolina)
    • 🔋 Consumo energético: 1,61 MJ/km
    • 💰 Preço: R$ 119.990
    • 🚗 Versões: Sense, Comfortline e Highline

    3️⃣ Renault Kardian

    • ⚙️ Motor: 1.0 turbo flex TCe – 125 cv / 22,4 kgfm
    • Consumo: 12,4 km/l cidade | 13,8 km/l estrada (gasolina)
    • 🔋 Consumo energético: 1,61 MJ/km
    • 💰 Preço: R$ 112.690
    • 🚗 Versão: Evolution MT

    2️⃣ Fiat Pulse

    • ⚙️ Motor: 1.3 turbo flex – 107 cv / 13,7 kgfm
    • Consumo: 13 km/l cidade | 14,5 km/l estrada (gasolina)
    • 🔋 Consumo energético: 1,56 MJ/km
    • 💰 Preço: R$ 116.990
    • 🚗 Versão: Drive AT

    Leia também:

    Qual é o SUV mais econômico do Brasil em 2025?

    Foto: Divulgação/ Citroën

    O título de SUV mais econômico do país em 2025 vai para o Citroën Basalt, equipado com motor 1.0 aspirado flex, capaz de entregar até 75 cv de potência e 10,7 kgfm de torque.

    Na versão Feel 1.0 manual, o Basalt registra consumo energético de 1,56 MJ/km, o melhor da categoria segundo os dados oficiais do Inmetro.

    Consumo do Citroën Basalt

    • Etanol: 9,2 km/l na cidade e 10,1 km/l na estrada

    • Gasolina: 13,2 km/l na cidade e 14,3 km/l na estrada — o melhor índice entre os SUVs avaliados.

    Com preço inicial de R$ 100.490, o modelo alia custo acessível com ótima eficiência energética, se destacando especialmente para quem prioriza economia no dia a dia.

    E para você, qual é o melhor SUV do mercado? Comente e compartilhe a sua opinião com outros leitores do Garagem360

    Leia também: Honda HR-V é o SUV usado dos sonhos; saiba o porquê

     



    Fonte: Garagem 360

  • Fiat Toro e SUVs da Jeep ganham novo motor híbrido

    Fiat Toro e SUVs da Jeep ganham novo motor híbrido

    Stellantis acaba de confirmar que a Fiat Toro e alguns SUVs da Jeep ganharão um novo motor híbrido a partir de 2026. Ao que tudo indica, a atualização faz parte dos investimentos da fabricante na fábrica de Goiana (PE).

    Quer saber mais? Acompanhe o Garagem360 e veja todos os detalhes!

    Conheça os detalhes do novo motor híbrido da Stellantis

    A Stellantis prepara uma nova motorização híbrida leve para equipar a nova de linha modelos como Fiat Toro, Jeep Renegade e Jeep Commander.

    O sistema, chamado T270 Hybrid e-DCT, une o motor 1.3 GSE turbo flex de quatro cilindros ao suporte elétrico de 48 volts, com o objetivo de entregar mais desempenho e eficiência.

    Em detalhes, esse conjunto inclui um motor elétrico adicional com potência de 30 cv e torque de cerca de 8 kgfm. Diferente do sistema de 12V usado em modelos como Pulse e Fastback, o novo híbrido permite pequenas acelerações com tração exclusivamente elétrica.

    Outro diferencial é o câmbio automatizado de dupla embreagem com seis marchas, que substitui o tradicional câmbio automático epicíclico. A caixa garante trocas rápidas e suaves, o que otimiza o uso da energia elétrica e contribuindo para uma condução mais econômica.

    Vale destacar ainda que o sistema usa baterias de íons de lítio com capacidade de 0,9 kWh, instaladas sob o banco do motorista. Além disso, os modelos contarão com o modo “coasting”, que desativa o motor em certas condições para reduzir o consumo.

    Se informe ainda mais: BYD e7 é o novo sedã da BYD com mais autonomia que Dolphin e preço menor que Kwid

    Quando a Stellantis vai implementar a nova motorização híbrida?

    Segundo as informações divulgadas pela Stellantis, o início da produção da nova motorização híbrida foi confirmado para 2026. Os novos veículos sairão da linha de montagem da fábrica de Goiana (PE), que passou por um ciclo de investimentos no valor de R$ 13 bilhões.

    A unidade recebeu estrutura para integrar novas tecnologias e adaptar os modelos à eletrificação.

    Por fim, o plano da Stellantis contempla:

    • 6 lançamentos até o fim do ciclo atual

    • Entrada de uma nova marca na produção nacional

    • Preparação das plataformas para eletrificação gradual

    Aproveite para conferir: Nissan Magnite 2026 tem motor 1.0 e produção nacional; veja preços

    E aí, gostou da novidade? Comente abaixo e conte-nos a sua opinião!



    Fonte: Garagem 360

  • Land Rover desiste de SUVs na China e vai vender Jaecoo 7 como Freelander

    Land Rover desiste de SUVs na China e vai vender Jaecoo 7 como Freelander

    O mercado automotivo chinês não é uma brincadeira. Com opções acessíveis, modernas, robustas e potentes, não são todas as marcas que conseguem manter um bom volume de vendas. Uma delas é a Land Rover, que planeja um forte processo de modificação na China. 

    Em vez de produzir seus próprios SUVs, a marca britânica vai encerrar a fabricação de todos os seus veículos na China para dar lugar a uma nova família de modelos sob a marca Freelander, que serão, essencialmente, versões do Jaecoo 7 (SUV da Chery) como Freelander. Entenda!

    Land Rover desiste de SUVs na China e vai vender Jaecoo 7 como Freelander

    A decisão não chega a ser um choque total. A JRL tem enfrentado desafios significativos no mundo e não apenas na China. Após o fracasso da reformulação da marca Jaguar e um prejuízo de R$ 105 milhões no mercado chinês, a marca quer reforçar sua parceria com a Chery. 

    A marca chinesa já produz os veículos da JLR localmente com um nível de colaboração profundo. Agora, os próximos modelos da marca desenvolvidos na Ásia terão como base os modelos da Chery,  especificamente aqueles produzidos na plataforma T1X.

    Em outras palavras, os próximos SUVs da Jaguar serão basicamente Chery Tiggo (5X, 7 e 8), Jaecoo 7, Omoda 5 e Exeed com mudanças pontuais. 

    Jaecoo 7 que dará origem a nova geração do Land Rover – Foto; Divulgação

    A escolha do Jaecoo 7 para dar origem ao novo Freelander é estratégica, dada sua linguagem de design robusta que já guarda semelhanças com a estética da Land Rover. 

    Com a “ressurreição” do Freelander, a JLR busca criar uma nova linha de modelos focada em hibridização e uso predominantemente urbano. Essa abordagem faz sentido, já que os veículos da Chery, embora capazes, não são tradicionalmente conhecidos por sua vocação off-road extrema como os Land Rover mais tradicionais.

    Land Rover Freelander -Foto: Divulgação

    Atributos chineses, custo chinês

    O CFO da JLR, Richard Molineux, afirmou que essa nova geração terá “atributos chineses, custo chines e será perfeito para o mercado chinês”. 

    Além de abastecer o mercado local, a nova Freelander será exportada em uma nova linha de entrada para os modelos da marca, posicionando-se abaixo dos modelos Discovery.  

    Será que essa ideia vai dar certo? Responda nos comentários!

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    Leia também: Lançamento: Jaecoo 7 faz 1.200 km com um tanque e custa menos que Jeep Compass



    Fonte: Garagem 360

  • Em maré alta de juro SUV nada de braçadas

    Em maré alta de juro SUV nada de braçadas

    Até que demorou para o juro alto começar a sabotar o crescimento do mercado de veículos no País, mas segundo apontam os mais recentes números as vendas estão andando de lado, dão seus primeiros sinais de retração após um primeiro quadrimestre razoável. A queda, contudo, atinge especialmente os carros mais baratos, pois os SUVs seguem nadando de braçadas na maré alta dos juros.

    Com poucas opções que começam na faixa de R$ 100 mil a R$ 120 mil e muitos modelos que passam dos R$ 150 mil e chegam facilmente aos R$ 200 mil, os SUVs dominam o mercado brasileiro e seguem crescendo porque têm clientes que podem comprá-los, apesar do alto custo dos financiamentos.

    No primeiro quadrimestre deste ano as vendas de veículos leves cresceram apenas 3,4% em comparação com o mesmo período de 2024 – e se tirar os utilitários da conta e considerar apenas os automóveis o avanço é ainda mais tímido, de 2%.

    Quase toda a tímida expansão do mercado de veículos leves foi puxada por produtos importados, com alta de quase 19% nos primeiros quatro meses do ano, enquanto o desempenho dos modelos nacionais foi de 0%. Não por acaso a maior alta do período, de 28%, foi dos carros importados da China, elétricos e híbridos que em geral custam acima dos R$ 150 mil.

    Ou seja: tem mais gente competindo em um mercado que não sai do lugar e está sendo ocupado por produtos de valor relativo alto para os padrões de renda nacional, o que desfavorece o tão almejado aumento da motorização do País.

    Só dá SUV

    O movimento pendular do mercado para os produtos mais caros fica mais evidente quando se olha para o desempenho dos diversos segmentos. E aí só dá SUV – incluindo principalmente os inventivos modelos nacionais que mais se parecem com hatches compactos anabolizados, projetados para países subdesenvolvidos, caracterizados por sofisticação e capricho nos acabamentos muito abaixo do preço que cobram.

    No cenário em que só os mais abastados conseguem comprar um carro zero-quilômetro atualmente os SUVs, mesmo cobrando muito pelo que oferecem, ampliaram ainda mais seu domínio.

    Segundo dados do Renavam consolidados pela Fenabrave, de janeiro a abril foram emplacados no País 296,9 mil SUVs de todas as marcas e de todos os tamanhos, o que representou alta de 16,4% sobre igual intervalo de 2024, 13 pontos porcentuais acima da média do mercado e ampliando em 7 pontos, de 47% para 54%, a participação destes modelos nas vendas totais de automóveis no período.

    Com este resultado o segmento de SUVs foi o único que cresceu muito acima da média do mercado no primeiro quadrimestre. Dos vinte veículos mais vendidos do Brasil neste período nove são SUVs, número que sobe para doze quando se consideram somente os automóveis, sem colocar na conta os modelos comerciais leves, essencialmente as picapes.

    E não são os SUVs mais baratos os mais vendidos: o primeiro da lista – e quarto na classificação geral – é o Volkswagen T-Cross, que começa em R$ 120 mil [para PCDs] e chega a R$ 189 mil no topo da linha. O segundo SUV mais vendido do período foi o Hyundai Creta, seguido por Honda HR-V e Toyota Corolla Cross, todos na mesma faixa de valores e na lista dos dez veículos mais emplacados do País de janeiro a abril.

    Hatches e sedãs afundam

    As outras duas maiores categorias do mercado brasileiro, hatches e sedãs compactos, anotaram quedas nas vendas no acumulado de quatro meses de 16% e de 8%, respectivamente. Os hatchbacks estão na categoria que mais perdeu participação, 6,5 pontos, de 37% para 30,5%, e os sedãs compactos cederam 1 ponto, de 11% para 10%.

    O desempenho dos dois carros mais baratos do País nos meses iniciais de 2025 demonstra que o público preferencial deles perdeu o poder de comprá-los. No acumulado de janeiro a abril o Fiat Mobi foi apenas o sétimo veículo leve mais vendido do País, perdendo para opções mais caras e até para o muito mais caro VW T-Cross, enquanto o Renault Kwid ficou na décima-sexta posição no quadrimestre, atrás até da Fiat Toro.

    Picapes também avançam

    As picapes formam a outra única categoria cujas vendas também avançaram no período, mas bem menos do que os SUVs. Os emplacamentos de modelos pequenos, médios e grandes somados cresceram 5,8% de janeiro a abril na comparação com o mesmo período do ano passado.

     

    Picapes são veículos de uso misto comercial-particular que, muitas vezes e dependendo do modelo, ocupam o mesmo espaço de um SUV nos desejos dos consumidores e também trafegam na faixa de preços acima dos R$ 100 mil no caso de modelos compactos e picapes médias passam dos R$ 300 mil.

    Crédito caro e mais curto

    O custo do crédito favorece a imobilidade social do mercado nacional de veículos, pois os financiamentos com prestações que cabem no bolso sempre foram o principal fator de diluição de preços que impulsiona as vendas de carros novos, principalmente os mais baratos que passam a ser acessíveis à população de menor renda.

    Por isto a alta dos juros, elevados aos patamares mais elevados desde o início deste século, sabota as chances de crescimento na base do mercado.

    Dados do Banco Central já demonstram a retração do crédito. No primeiro trimestre deste ano – o dado mais recente disponível – as concessões de novos financiamentos para compra de veículos soma R$ 48 bilhões, valor 15,7% menor do que o registrado nos primeiros três meses de 2024.

    O juro médio cobrado para compra de veículos, em março passado, alcançou o recorde histórico de 28,6% ao ano, 1,1 ponto porcentual acima do verificado no primeiro trimestre do ano passado, acumulando alta de 3,2 pontos no decorrer de doze meses. Lembrando que esta é uma média, o que significa que há taxas menores e maiores no mercado.

    A inadimplência de 4,7%, medida em março, ainda seguia comportada, mas com tendência de alta, subiu 0,5 ponto em relação ao primeiro trimestre de 2024.

    Expectativas para baixo

    Apesar do cenário de crédito adverso as vendas totais de veículos cresceram 5% no acumulado de janeiro até o fim da primeira quinzena de maio, mas o desempenho parece efêmero, pois maio do ano passado foi severamente afetado pelas enchentes do Rio Grande do Sul, o que prejudicou não só os emplacamentos no Estado mas também a produção de fabricantes de todo o País por causa da falta de peças que vinham de fornecedores alagados e paralisados no Sul.

    As duas principais entidades representativas do setor, Anfavea e Fenabrave, ainda sustentam as projeções feitas no início de 2025, de crescimento moderado da vendas de veículos este ano na casa dos 5%. Contudo alguns fabricantes já admitem que estão revisando para baixo suas expectativas.

    No varejo muitos concessionárias relatam queda no fluxo de clientes nas lojas e maior resistência dos clientes em fechar negócios, enquanto no atacado as locadoras, segundo a Abla, devem reduzir as compras para cerca de 600 mil a 620 mil, número inferior aos 650 mil do ano passado.

    Mas uma previsão parece certa: se houver crescimento ele será, mais uma vez, somente no andar de cima do mercado.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria