A General Motors iniciou o mês de junho de 2026 celebrando os excelentes resultados comerciais do inédito Chevrolet Sonic.
Em poucas semanas desde o seu lançamento oficial no mercado brasileiro, o modelo superou a expressiva marca de 14 mil unidades vendidas, gerando um faturamento bruto estimado em R$ 2 bilhões para a fabricante.
Apesar do estrondoso sucesso inicial no varejo, a chegada do SUV compacto trouxe novamente para o centro dos debates automotivos a polêmica tecnologia da correia dentada banhada a óleo das linhas Onix e Tracker.
Para blindar o lançamento e proteger o patrimônio dos novos compradores, a engenharia da marca realizou modificações cruciais na estrutura do sistema.
Modificações químicas e robustez na nova correia do motor
Para afastar de vez os receios sobre o esfarelamento precoce da borracha e a consequente obstrução das galerias de lubrificação do motor, a Chevrolet promoveu uma reformulação profunda na composição de materiais do componente.
O motor 1.0 turbo de três cilindros com injeção direta, compartilhado com o Tracker, passa a adotar uma correia dentada atualizada com uma nova formulação química que inclui a adição de Teflon.
Essa barreira protetora aumenta substancialmente a robustez da peça contra o desgaste e eleva a resistência contra manutenções inadequadas, que historicamente ocorriam pelo uso de lubrificantes fora das especificações de fábrica.

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