A BYD lançou nesta quarta-feira, 28, o Dolphin Mini. O modelo importado da China e lá fora conhecido como Seagull é oferecido por R$ 115.800,00. A exemplo de seu irmão maior Dolphin, elétrico também movido a bateria e o mais vendido no País em 2023, o Dolphin Mini deve incomodar concorrentes da mesma faixa de preço ou até imediatamente superiores ainda que de segmento diversos e com motorização convencional.
Na verdade, já está causando desconforto desde que teve sua chegada confirmada e acompanhada da especulação de que custaria abaixo dos R$ 100 mil, o que não se confirmou.
A Renault, de qualquer maneira, não esperou para ver até onde iria a audácia comercial da concorrência e no início deste mês tratou de reduzir em R$ 23,5 mil o valor do Kwid E-Tech para R$ 99.990,00 — um modelo que chegou em meados de 2022 por R$ 150 mil e seguirá, mesmo com a chegada do Dolphin Mini, como o elétrico a bateria mais barato do País.
Apesar do valor inicial acima das expectativas e mesmo sem ter informado aos potenciais clientes até hoje, da noite do domingo, 25, até o início da tarde desta quarta-feira, a BYD havia contabilizado a reserva de 6,5 mil unidades do compacto pelo site de comércio eletrônico Mercado Livre, noqual os interessados deveria antecipar sinal de R$ 10 mil, valor que será devolvido integralmente em caso de desistência.
Mas para esses compradores e também para aqueles que reservarem o carro nas concessionárias até a quinta-feira, 29, a marca concederá bônus dos mesmos R$ 10 mil e ainda um carregador wallbox cujo preço estimado é de R$ 7 mil. Com os benefícios promocionais, portanto, esses consumidores desembolsarão R$ 98.800,00 pelo novo compacto.
O Dolphin Mini está disponível somente com um nível de acabamento e sempre na configuração para quatros ocupantes. A versão para cinco pessoas, inexistente na China, ainda é alvo de estudos por parte da BYD, segundo Henrique Antunes, diretor de Vendas e Marketing da montadora.
Se aprovada, não chegará será tão cedo, afirma: “É preciso acrescentar equipamentos, como cinto de segurança e apoio de cabeça e, depois disso, fazer toda a homologação. Isso demora”.
Trata-se mesmo de uma alternativa mais adequada para curtos deslocamentos e especialmente urbanos. Pesando 1.568 kg, o novo BYD tem 3,78 m de comprimento e 1,71 m de largura. A distância entre-eixos é de bons 2,50 m para a categoria e o porta-malas abriga 230 litros.
Pelo menos por enquanto, o modelo dispõe apenas do motor elétrico que desenvolve o equivalente a 75 cavalos. As baterias, do tipo Blade, são de 38 KWh e asseguram autonomia de até 280 Km, segundo avaliação do Inmetro. A velocidade máxima estimada é de 130 km/h e a aceleração de 0 100 km/h leva 14,9 segundos.
Merecem destaque como itens de série, dentre outros, controle de velocidade de cruzeiro, seis airbags, faróis e lanternas de LED, tela de multimídia de 10,1 polegadas giratória, direção elétrica com regulagem de altura e profundidade, quadro de instrumentos de 7 polegadas, carregamento por indução de celulares, freio a disco nas quatro rodas e freio de estacionamento eletrônico.
Alguns desses equipamentos não são oferecidos nem mesmo como opcionais em modelos nacionais dessa faixa de preço, o que deve aguçar ainda mais o interesse dos consumidores junto com o fato de ser um carro elétrico.
A BYD, cada vez mais popular no mercado brasileiro, acaba de quebrar um novo recorde no país com a venda de mais de 1.300 carros em 48 horas. Confira!
Foto: Divulgação
BYD novo quebra recorde
A BYD parece conhecer cada vez menos limites no mercado automotivo brasileiro. A montadora concluiu no último fim de semana 1.318 vendas num período de 48 horas.
A jornada de dois dias de vendas em grande volume fez parte da campanha comercial da marca ‘’48 horas eletrizantes’’ e aconteceu nas concessionárias distribuídas da BYD pelo país.
Com realização nos dias 23 e 24 de fevereiro, sexta e sábado, respectivamente, a oferta reuniu condições especiais para atrair mais clientes, o que parece ter funcionado.
Dentre os modelos mais vendidos da BYD na campanha de vendas especial, destaque para o Dolphin, que concretizou 622 unidades comercializadas.
Esse número representa aumento de 40% nas vendas do modelo na comparação com o último evento da montadora e destaca a notoriedade que o hatch elétrico vem alcançando no segmento.
Só o Dolphin foi responsável por quase metade das vendas da BYD durante as ‘’48 horas eletrizantes’’.
Para ser mais preciso, o modelo representou 47% das vendas nas 61 concessionárias da rede no Brasil.
BYD Dolphin (Foto: Nicole Santana/Garagem360)
O que significa a sigla BYD?
BYD signifca ”Build Your Dreams”. Em tradução para o português os dizeres representam ”Construa seus sonhos”.
Novo Dolphin Mini
O novo BYD Dolphin Mini já pode ser comprado no mercado brasileiro.
O modelo chega para ser um dos veículos elétricos mais baratos do segmento, com preço de R$ 115.800
Gervásio HenriqueJornalista com maior experiência profissional no setor automotivo. Atualmente redator do Grupo Gridmidia com foco no portal Garagem360.
Foi só a Mercedes-Benz lançar no Brasil a nova geração do Classe E, que a rival BMW se movimentou: a marca alemã lança no próximo mês a nova geração do BMW Série 5. A empresa já revelou quais são as versões do modelo que desembarcam no país em março, com bastante atraso, já que o lançamento havia sido prometido para outubro de 2023.
Ele chega em duas versões: a elétrica elétrica i5 M60 e a híbrida plug-in 550e. Fabricado na renomada fábrica do BMW Group em Dingolfing, na Alemanha, o Série 5 2024 destaca-se por sua dinâmica aprimorada, tecnologia avançada e a inclusão da inédita opção 100% elétrica. A versão mais recente do concorrente da rival Mercedes foi lançado no Brasil durante o Carnaval.
Nova geração
Pela primeira vez na historia, o sedã executivo ganha opção elétrica, que atende pelo nome i5, enquanto as versões a combustão têm o tradicional número como nome, no caso 530i e 550e, por exemplo. No Brasil, ele desembarca primeiro na opção topo de linha elétrica BMW i5 M60.
Novo Série 5 apresenta cockpit mais simplificado, com redução significativa de botões e controles / Divulgação
Trata-se de sedã executivo elétrico equipado com dois motores que combinam forças para gerar 601 cv de potência e um torque de até 820 Nm. Essa potência permite ao veículo acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 3,8 segundos. A autonomia é de 477 km no ciclo europeu.
O design renovado da geração 2024 destaca um aumento nas dimensões em relação ao modelo anterior. Com um comprimento total de 5,06 metros, largura de 1,90 metros e altura de 1,515 metros, o Série 5 cresceu significativamente. A distância entre eixos também foi ampliada em 2 cm, totalizando 2,995 metros.
A parte dianteira apresenta uma nova grade inspirada nas clássicas “narinas de tubarão” das gerações anteriores, enquanto os faróis de quatro elementos retornam com novas luzes diurnas verticais e indicadores de direção.
A frente exibe uma grade frontal verticalizada, contrastando com o capô longo, e uma linha de teto mais inclinada que se estende até a traseira. Rodas de 19 a 21 polegadas completam o visual, enquanto detalhes como a “curva Hofmeister” agora exibem o número 5.
Pela primeira vez na historia, Série 5 ganha versão elétrica / Divulgação
Internamente, o novo Série 5 apresenta um cockpit mais simplificado, destacando-se pela redução significativa de botões e controles em comparação com o modelo anterior.
A digitalização é evidente no sistema de exibição totalmente digital, composto por uma tela de informações de 12,3 polegadas e uma tela de controle de 14,9 polegadas.
Pela primeira vez, a BMW oferece o Série 5 com interior totalmente vegano de série, proporcionando uma opção mais sustentável aos consumidores.
Não tem como negar, se o segmento de SUVs é o que é hoje muito se dá por conta do sucesso do Jeep Renegade, principalmente anos atrás, mais precisamente, em 2021, quando o utilitário esportivo ganhou o título de carro mais vendido em sua categoria.
Mas será que hoje ele ainda vale o investimento?
Jeep Renegade Série S (Foto: Nicole Santana/Garagem360)
Jeep Reengade Série S é aposta certa em quem procura SUV compacto completo e “pau para toda obra”
Para ajudar a responder essa pergunta o Garagem360 rodou por alguns dias com a versão mais sofisticada do SUV a Série S, que divide o posto com a Trailhawk.
Quanto custa um Jeep Reengade em 2024?
O Jeep Renegade tem preço inicial de R$ 118.890. No entanto, a versão mais completa custa R$ 187.990.
Por ser um valor de alto investimento, a pergunta se vale o investimento acaba tendo um peso ainda maior.
Design carrega o DNA da marca (Foto: Nicole Santana/Garagem360)
O histórico de vendas do SUV
Para começar a falar do modelo nos dias atuais é preciso ir um pouco no passado, quando o modelo era o queridinho do momento.
De acordo com os dados da Fenabrave, em 2021, o Renegade foi o SUV mais vendido do mercado e o terceiro carro de passeio mais emplacado.
O bom resultado foi fruto das 73.913 vendas feitas naquele período.
Porém, os números também eram expressivos, 51.398 emplacamentos realizados naquele ano.
De forma mais recente, em 2023, além dos rivais já citados que ultrapassaram as vendas em 2022, no último ano, nomes como Nissan Kicks, Volkswagen Nivus e Honda HR-V também obtiveram resultados melhores.
Com um histórico de queda em vendas muitos passaram a se perguntar se o sucesso do Jeep Renegade foi apenas um “delírio coletivo”.
E de forma bem direta a resposta é um curto não.
Hoje o carro ainda é um modelo de importância no mercado brasileiro e de grande valor no portfólio da Jeep.
Por ser um SUV compacto é a porta de entrada para muitos que desejam um carro de maior conforto.
E entregando uma análise ainda mais opinativa, só fala mal quem não tem ou quem não o conheceu verdadeiramente.
Agora sem mais demora, vamos aos pontos:
Desing expressivo
Aos fãs da marca, o Jeep Renegade carrega o DNA da montadora norte-americana.
Seu perfil e visual quadrado são reconhecidos até por aqueles que não conhecem muito de carro.
Sobre a versão Série S, a configuração carrega um toque de sofisticação que pode agradar aqueles que gostam de mesclar o perfil aventureiro off-road com uma pegada mais urbana.
Nesse caso, destaque para as rodas de 19″ com acabamento diferenciado das demais versões.
Outro ponto de destaque são os detalhes perceptíveis aos mais atentos, como os easter eggs presentes no modelo, tanto por dentro, quanto por fora.
Interior segue o visual do exterior (Foto: Nicole Santana/Garagem360)
Um bom exemplo é o Jipinho no canto do para-brisa, nas etiquetas dos bancos e a data 1.941 impressa no apoio de braço do motorista, que representa o ano de início da marca.
Ainda sobre o interior, a versão mais cara os bancos recebem um acabamento em couro, com custura aparente para realçar a esportividade.
Tecnologia embarcada
Como já mencionado o carro tem a dose certa de perfil off-road com uma sofisticação urbana.
Essa mistura também é representada nos itens que compõem o modelo.
Destaque para:
Central multimídia de 8,4″ com pareamento via Android Auto e Apple CarPlay
Carregamento do ceular por indução
Comandos do sistema de áudio e bluetooth no volante
Computador de Bordo (distância, consumo médio, consumo instantâneo, autonomia, velocidade média e tempo de percurso)
Entrada USB para os ocupantes do banco traseiro
Faróis Full LED com assinatura em LED
Freio de estacionamento eletrônico
Iluminação do porta-malas
Controle de Estabilidade (ESC)
Controle de Tração
Controle eletrônico anti capotamento
Detector de fadiga do motorista
Direção elétrica
Encosto de cabeça traseiro central
Quadro de instrumentos de alta resolução TFT de 7″ personalizável
Sistema Start&Stop (desligamento/acionamento automático do motor)
Tomada 12V
Travas elétricas nas portas e porta malas (travamento automático a 20km/h, trava de tampa do combustível, indicador de portas abertas)
USB Tipo C
Volante com acabamento em couro
Sistema de áudio com 6 alto falantes , USB e Bluetooth
Outro fator que deve ser levado em consideração são os bons assisntes de condução e itens de segurança que deixam a vida do motorista muito mais fácil. Como por exemplo:
Freios a disco nas 4 rodas
Frenagem autônoma de emergência (car to car)
HSA (Hill Start Assist)
Isofix
Limitador de velocidade
Piloto automático
Reconhecimento de placas de trânsito
Repetidor lateral nos retrovisores
Sensor de estacionamento traseiro
Sistema de monitoramento de pressão dos pneus
Motorização eficiente
A versão é dotada do motor 1.3 turbo, a já conhecida T270, que renda 180/185 cv de potência e 27,5 kgf,m de torque, independente do combustível.
Ela atua em conjunto com a transmissão automática de 9 marchas.
Além disso, a configuração também conta com tração 4×4 com bloqueio eletrônico de diferencial, seletor de terreno com quatro configurações, modo 4×4 Low, controle eletrônico de descida Hill Descent Control e sete airbags (incluindo um para o joelho do motorista).
Esse conjunto faz dele uma boa opção para quem deseja usar o carro no dia a dia no ciclo urbano mas não abre mão de um off-road nos finais de semana.
Já em termos de desempenho o Jeep Reengade Série S tem velocidade máxima de 200 km/h (gasolina)/ 202 km/h (etanol). Já a aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 9,8 s (gasolina)/ 9,5 s (etanol).
Sobre o consumo, de acordo com os dados no Inmetro o carro faz no ciclo urbano: 9,1 km/l (gasolina)/ 6,3 km/l (etanol). Já na estrada sobe para 10,8 km/l (gasolina)/ 7,6 km/l (etanol).
Durante nosse período de teste usamos o modelo em diversos terrenos, cidade com congestiomanento, estrada com velocidades mais altas e até mesmo trechos de terra. A média de consumo foi de 8,5 km/l abastecido com gasolina.
Como é dirigir o Jeep Reengade?
Por mais que seja um SUV compacto o carro é capaz de entrega uma boa dose de conforto, principalmente para o motorista.
Independente da ser cidade ou estrada, ele também gera alta sensação de confiança. Ou seja, ele responde muito bem tanto em arrancadas, quanto em frenagens mais bruscas.
A transmissão automática de 9 marchas não é falha, nem mesmo na estrada.
A posição boa de dirigir torna tudo mais confortável, sendo possível encarar viagens mais longas sem muita fadiga.
Qual o tamanho do Jeep Reengade?
Comprimento: 4.268 mm
Largura da carroceria: 1.805 mm
Altura do veículo: 1.706 mm
Distância entre eixos: 2.570 mm
Bitola dianteira: 1.550 mm
Bitola traseira: 1.552 mm
Altura mínima do solo: 187 mm
Ângulo de entrada: 29,0°
Ângulo de saída: 32,0°
Ângulo de rampa: 21,0°
Volume do porta-malas: 385 litros
Tanque de combustível: 55 litros
Dimensões são de SUV compacto (Foto: Nicole Santana/Garagem360)
Conclusão
Caso ainda lhe reste dúvidas, o carro é sim uma boa opção de compra mesmo após ter caído nos últimos rankings de vendas.
A versão mais completa é uma boa opção para quem deseja um SUV com tração nas quatro rodas e capacidade de uso misto.
Sobre o preço, ele (assim como basicamente todos os veículos 0 km vendidos no Brasil atualmentne), segue a tendência de supervalorização.
Logo, por não ser um ponto exclusivo do SUV compacto, não pode ser considerado defeito.
Carro continua sendo sinônimo de boa compra (Foto: Nicole Santana/Garagem360)
A atualização do CRLV é indispensável para que os condutores possam circular com seus automóveis em dia com as leis locais.
Felizmente, os moradores de Minas Gerais já podem se preparar para o pagamento do Licenciamento MG 2025. Acompanhe!
Licenciamento MG 2025
O Licenciamento é o nome popular dado ao CRLV, o Certificado de Registro e Licenciamento Veicular. É esse documento que garante que o veículo está apto para circular livremente.
Dessa forma, o Departamento Estadual de Trânsito é responsável por divulgar todas as informações referentes à taxa fixa anual.
O que acontece com quem não para o CRLV?
Infração gravíssima
Multa de R$ 293,47
7 pontos na CNH
Possibilidade de retenção do automóvel
Valor do Licenciamento MG 2025
O valor referente ao Licenciamento de Minas Gerais para 2025 ainda não foi divulgado. Entretanto, é possível levar como base o de 2024.
Isso porque, normalmente, não há grandes alterações de um ano para o outro. Assim, em 2024 o valor foi de R$36,36 para todos os motoristas.
De acordo com a Sefaz, o prazo máximo foi até o dia 01/04/2024. A data deve ser similar para 20245.
Além de rodar com o CRLV desatualizado configurar uma infração gravíssima, ainda há a aplicação de uma taxa de juros referente aos dias de atraso:
Até o trigésimo dia de atraso – 0,15%;
Do trigésimo-primeiro ao sexagésimo dia – 9%;
Após o sexagésimo dia – 12%.
Foto: Freepik
Como pagar o CRLV MG 2025
Para realizar o pagamento do CRLV, primeiramente, é preciso estar em dia com o IPVA. Caso contrário, não será possível atualizar o documento.
Assim, será preciso gerar o Documento de Arrecadação Estadual (DAE) diretamente no site SEF-MG.
OBS: todos os dados, prazos e valores são referentes ao CRLV de 2024. Assim que a Sefaz divulgar as informações atualizadas, o Garagem360 as trará em primeira mão. Não perca!
Diante da percepção de crescimento da economia brasileira em 2024, a Volvo trabalha com uma perspectiva de alta de 10% a 15% no mercado de caminhão acima de 16 toneladas, faixa na qual atua. Caso se concretize, as vendas de pesados e semipesados deverá encerrar o período com volume de 90 mil a 94 mil unidades, ante as 82 mil acumuladas no ano passado.
De acordo com Wilson Lirmann, presidente do Grupo Volvo para a América Latina, algumas forças econômicas favorecem para o acerto da estimativa. As commodities seguem em alta, a queda no desemprego eleva a renda e, como consequência, aumenta o consumo e a baixa na inflação contribui para reduzir taxas de juros.
“Mas há pontos pedem atenção. Embora se espere uma safra grande, já se sabe que será menor. Os juros, apesar da tendência de queda, ainda continuam elevados. Também os custos têm aumentado desde a pandemia e há um cenário internacional incerto sob conflitos”, resumiu Lirmann em apresentação dos resultados da fabricante em 2023 na quarta-feira, 28.
O presidente da Volvo prefere não projetar o crescimento das vendas isoladas da fabricante. A ambição, por óbvio, é de ser maior que a média do mercado. O diretor executivo da Volvo Caminhões, Alcides Cavalcanti, no entanto, dá pistas de que o desempenho será robusto. “O termômetro, neste início de ano, mostra que a demanda está aquecendo, com o transportador de volta às compras. Já temos em carteira em torno de 5 mil unidades para entregar ao longo do ano”, revela.
Cavalcanti aponta que o ano passado foi desafiador para a Volvo, muito em virtude da mudança de legislação para o Proconve P8 (Euro 6). “Terminamos 2022 praticamente sem estoque de produtos da geração anterior. E praticamente 40% das vendas de pesados e semipesados em 2023 foram de veículos Euro 5. Ainda assim, foi um ano de avanços.”
No ano passado, a Volvo emplacou 19,6 mil caminhões, 18% menor em relação a 2022. O volume, porém, garantiu 23,9% de participação no mercado acima de 16 toneladas. A empresa também, pela quinta vez consecutiva, encerrou o período na liderança das vendas de pesados ao responder por 30% dos emplacamentos na categoria, com 15,7 mil unidades.
O mercado brasileiro tem oferecido mais opções para aqueles condutores que buscam conforto e praticidade na condução, sem comprometer muito o orçamento.
Por isso separamos os 7 carros mais baratos do Brasil com transmissão automática.
Argo Drive 1.3 CVT abre a lista dos carros mais baratos do Brasil com transmissão automática – Foto: Divulgação
Quais os carros mais baratos do Brasil com transmissão automática?
São Fiat Argo 1.3 CVT, Citroën C3 Live Pack, Toyota Yaris XL (sedan e hatch), Hyundai HB20 Comfort, entre outros. Veja um pouco de cada abaixo:
Fiat Argo 1.3 Drive CVT a partir de R$ 95.490
O Fiat Argo 1.3 Drive CVT é uma opção acessível de carro com câmbio automático (no caso o CVT). É equipado com o motor Firefly 1.3 de 107 cv, combinando desempenho e eficiência.
Ele ainda vem com central multimídia de 7”, rodas de aço 15”, airbags, ar-condicionado, banco do motorista e volante com regulagem de altura, controles de estabilidade e tração, entre outros.
Citroën C3 1.6 Live Pack Automático – a partir de R$ 95.990
O Citroën C3 1.6 Live Pack Automático apresenta-se como uma alternativa moderna e confortável, ideal para quem busca um carro compacto com transmissão automática.
Citroën C3 – Foto: Divulgação
O modelo é equipado com motor 1.6 16V de 120 cv, associado ao câmbio automático de seis marchas com opções de trocas sequenciais, além de ar-condicionado, controles de estabilidade e tração, vidros elétricos, central multimídia, etc.
Toyota Yaris Sedan XL CVT a partir de R$ 97.990
O Toyota Yaris Sedan XL CVT oferece um pacote completo de segurança e tecnologia, aliado aos motoristas de câmbio automático CVT de sete marchas simuladas.
Toyota Yaris sedan – Foto: Divulgação
Seu motor é o 1.5 aspirado, capaz de gerar 110 cv. É a versão mais básica do Yaris, portanto não espere muitos itens de série. Ainda assim, ele vai com sete airbags, central multimídia de 7’’, ar-condicionado, DLRs de LED, alertas de pré-colisão e troca de faixas, entre outros.
O HB20 custa quase R$ 100 mil só porque tem câmbio automático? Não, além disso, a versão Sense conta com motor 1.0 turbo de 120 cv, além de alguns itens que não estão presentes na versão de entrada do hatch, como as rodas de liga leve diamantadas.
Também conta com controle de estabilidade e tração, 4 airbags, ar-condicionado, central multimídia, entre outros.
Peugeot 208 1.0 turbo CVT Allure a partir de R$ 99.990
E por quase R$ 100 mil você leva para casa o único SUV da lista, o Peugeot 2008. O carro conta com 1.0 turbo de 130 cv.
Peugeot 2008 Allure – Foto: Divulgação
Não é só o mais potente da lista, como também o mais equipado. Além do câmbio automático, a versão Allure vai com 4 airbags, central multimídia de 10,3”vidros elétricos nas quatro portas, leds diurnos, piloto automático, sensores de estacionamento traseiros, câmera de ré, etc.
Volkswagen Polo Sense 1.0 TSI AT a partir de R$ 99.990
O Volkswagen Polo Sense 1.0 TSI AT é o último da lista, mas não o menos importante.
Também custa R$ 99.990, oferece um motor turbo de 116 cv e uma lista completa de equipamentos, combinados com a praticidade do câmbio automático.
Entre os itens de série estão o ar-condicionado (analógico), direção com assistência elétrica, central multimídia de 6,5”, rodas de aço 15”, chave presencial com partida por botão, saída de ar para segunda fileira, etc.
O BYD Dolphin Mini chega acompanhado no mercado, afinal, a chinesa tem um novoSUV elétrico “baratinho” para estrear no Brasil.
Entretanto, até o momento, sua data de lançamento ainda era um mistério, mas não mais. Acompanhe o Garagem360 e veja quando ele chega!
Foto: divulgação / BYD
Conheça o novo SUV elétrico da BYD para o Brasil
Nessa altura do campeonato, nem precisa dizer que a BYDé uma explosão de sucesso nos mercados do mundo inteiro, inclusive por aqui.
É por isso que a chinesa parece estar bastante empenhada no lançamento de novos modelos que chegam prontos para bater de frente com concorrentes diretos, principalmente quando o assunto é preço.
A BYD ainda não divulgou os preços oficiais do novo Yuan Up, entretanto, é possível que ele tenha um preço médio de R$ 180 mil.
Suas medidas são:
4.310 mm de comprimento
1.830 mm de largura
1.675 mm de altura
2.620 mm entre eixos
Foto: divulgação / BYD
Quando chega o novo Yuan Up da BYD?
O carro estreia no dia 5 de março lá na China, local de origem da montadora responsável por ele, conforme dados do CarNewsChina.
Isso significa que ele ainda pode levar um tempo para chegar ao Brasil, assim como em outros mercados, como acontece com a maioria dos modelos da chinesa.
Por outro lado, a expectativa é que isso não demore muito, afinal, por aqui, já tem muita gente que espera o SUV de braços abertos para levar uma das unidades disponíveis pra casa.
Afábrica da BYD em Camaçari, BA, cujas obras de adequação começam agora em março, entrará em operação somente no último trimestre deste ano. Mesmo assim, a aposta comercial da marca chinesa para 2024 no Brasil é para lá de audaciosa.
A meta de licenciamentos, revelou Henrique Antunes, diretor de Vendas e Marketing, durante o lançamento do Dolphin Mini, nesta quarta-feira, 28, é de cerca de 120 mil veículos, praticamente a totalidade de importados e equivalentes a 5% do mercado brasileiro do ano passado.
Em 2023, a BYD esbarrou nos 18 mil licenciamentos — 23 mil unidades negociadas no atacado, destaca Antunes — e já apareceu como a 13ª marca mais vendida de automóveis de passeio no mercado interno. O objetivo de 2024, portanto, representaria multiplicar pelo menos por seis esse desempenho, um gigantesco salto sobre uma base comparativa já considerável.
O resultado também colocaria a BYD na briga direta pela 7ª posição no ranking diante de marcas consagradas de automóveis- desconsiderando comerciais leves. No ano passado, por exemplo, a Renault precisou negociar 102,7 mil veículos para deter fatia de 6%. Honda, com 72 mil unidades, e Nissan, com 64 mil, ficaram próximas de 4%.
Peugeot e Citroën, marcas tradicionais e que contam com o poderio produtivo e comercial da Stellantis, venderam, cada uma, somente 30 mil veículos ou menos de 2% do total de 1,72 milhão de automóveis de passeio.
Confrontado com a observação de que a meta de vender 120 mil veículos em 2024 parece mais uma utopia, o diretor da BYD preferiu sorrir: “Foi o que muitos colegas disseram quando prevíamos as vendas de 2023 e que, no final, foram quase o dobro do que projetávamos”.
Para negociar uma frota tão significativa este ano contando apenas com produtos importados, a BYD pretende ampliar a atual linha oferecida na rede de concessionárias.
“Além do Dolphi Mini, faremos outros lançamentos em breve. E não temos limitação produtiva, o que pedirmos para a China, será enviado!”
(Henrique Antunes)
Antunes esgrime como capacidade da BYD de atendimento imediato à demanda as cerca de 10 mil unidades iniciais do Dolphin Mini agendadas para o Brasil. Cerca de 2 mil já estão concessionárias e as demais no porto de Vitória, ES, ou em navios a caminho.
Os primeiros consumidores receberão o compacto a partir do primeiro dia de março e a ideia e que todos os que compraram o carro em três dias de pré-venda, cerca de 6,5 mil até esta quarta-feira, estejam com eles na garagem em no máximo 60 dias.
A BYD espera importar pelo menos 25 mil unidades do Dolphin Mini em 2024 — “podemos pedir até mais para a fábrica”.
Será, de acordo com Antunes, o carro mais vendido da BYD, à frente do Dolphin, modelo que respondeu por 6,8 mil licenciamentos em 2023, 38% da marca, e foi o elétrico mais vendido do País, com larga folga.