Autor: automoveis

  • Novo SUV híbrido de R$ 199 mil apavora Honda e Volkswagen

    Novo SUV híbrido de R$ 199 mil apavora Honda e Volkswagen

    O mercado de SUVs ganhou um novo ponto de pressão com a chegada do GWM Haval H6 HEV One 2027. A versão de entrada do utilitário híbrido foi anunciada por R$ 199.900 e entra em uma faixa de preço que incomoda rivais tradicionais.

    A estratégia da GWM chama atenção porque coloca um SUV médio híbrido muito perto de modelos compactos topo de linha. Com isso, nomes como Honda HR-V, Volkswagen T-Cross e até o Taos passam a enfrentar uma comparação mais difícil para o consumidor.

    Haval H6 HEV One chega por R$ 199.900

    O Haval H6 HEV One 2027 é a nova configuração de entrada da família H6 no Brasil. Mesmo sendo a versão mais acessível da linha, o modelo mantém conjunto híbrido pleno e números fortes para o segmento.

    O SUV combina motor 1.5 turbo a gasolina com motor elétrico. Juntos, eles entregam 243 cv de potência e 54 kgfm de torque.

    A proposta é diferente da de um híbrido plug-in. O H6 HEV One não precisa ser ligado na tomada, já que o sistema recarrega a bateria durante o uso, principalmente em frenagens e desacelerações.

    Além do preço, o porte também pesa na comparação. O modelo tem porta-malas de 560 litros, espaço interno de SUV médio e consumo declarado de 14,4 km/l na cidade e 11,8 km/l na estrada, segundo dados de homologação.

    Imagem: Divulgação/GWM

    SUV híbrido pressiona Honda HR-V e Volkswagen T-Cross

    O ponto mais sensível está na comparação de preços. O Honda HR-V Touring, versão topo de linha do SUV compacto da marca japonesa, aparece acima dos R$ 200 mil.

    Já o Volkswagen T-Cross Extreme 250 TSI fica praticamente colado no valor do Haval H6 One. A diferença é que o modelo da Volkswagen tem porte menor e não conta com sistema híbrido.

    Veja o comparativo:

    Modelo Preço aproximado Motorização Destaque
    GWM Haval H6 HEV One 2027 R$ 199.900 Híbrido, 243 cv SUV médio com sistema híbrido pleno
    Honda HR-V Touring A partir de R$ 214.000 1.5 turbo flex Custa mais que o Haval
    VW T-Cross Extreme 250 TSI R$ 196.990 1.4 turbo flex Preço próximo, mas sem sistema híbrido
    VW T-Cross Highline 250 TSI R$ 189.990 1.4 turbo flex Mais barato, porém menor e menos potente

    Na prática, a GWM tenta ocupar uma brecha importante. O H6 One entrega pacote de SUV médio, desempenho superior ao de muitos compactos e tecnologia híbrida por um valor que conversa diretamente com versões caras de HR-V e T-Cross.

    O que o Haval H6 One oferece na versão de entrada?

    Mesmo sendo tratado como opção mais simples da linha, o Haval H6 HEV One não chega exatamente básico. O SUV mantém itens importantes para conforto, segurança e conectividade.

    Entre os principais destaques estão:

GWM aumenta a pressão no mercado de SUVs

O novo Haval H6 HEV One reforça a ofensiva da GWM no Brasil. A marca já vinha ganhando espaço com versões eletrificadas mais caras, mas agora tenta ampliar o alcance com uma configuração abaixo dos R$ 200 mil.

Para Honda e Volkswagen, o desafio fica mais evidente. O HR-V tem força de marca e bom histórico no mercado, enquanto o T-Cross segue entre os SUVs mais vendidos do país.

Mesmo assim, o Haval H6 One coloca uma pergunta direta na mesa: vale pagar valor semelhante por um SUV compacto tradicional quando há um híbrido médio, mais potente e maior por R$ 199.900?

Essa é a pressão que pode tornar o novo SUV da GWM uma das opções mais observadas entre os eletrificados em 2027.



Fonte: Garagem 360

  • Fiat dispara na liderança e abre mais de 40 mil carros de vantagem sobre a VW

    Fiat dispara na liderança e abre mais de 40 mil carros de vantagem sobre a VW

    O mercado automotivo brasileiro registra um cenário de forte consolidação de liderança no encerramento dos dados do primeiro semestre de 2026.

    A Fiat apresentou um desempenho comercial esmagador no varejo nacional, ampliando de forma expressiva a sua distância perante a principal concorrente direta.

    De acordo com o balanço de emplacamentos oficial divulgado pela K-Lume, a montadora italiana assegurou a primeira colocação isolada do país, criando uma barreira competitiva que funciona como indicador de liquidez e valor de revenda.

    Desempenho histórico consolida a marca italiana no topo do varejo

    Ao longo do período avaliado, a Fiat alcançou o expressivo volume de 49.645 veículos licenciados nas concessionárias, o que garantiu uma participação de mercado (market share) de 18,9%.

    A Volkswagen garantiu a vice-liderança ao registrar 42.988 vendas, abocanhando uma fatia de 16,3% do setor.

    O grande trunfo comercial da marca italiana revela-se na análise do acumulado do ano (YTD):

    • Faturamento da Líder: No somatório dos meses de 2026, a Fiat já totaliza impressionantes 221.886 unidades faturadas.

    • Desempenho da Vice-líder: A Volkswagen acumula o montante de 178.963 emplacamentos no mesmo intervalo de tempo.

    • Vantagem Estratégica: Essa diferença matemática consolida uma dianteira de mais de 42.900 automóveis em favor da fabricante italiana, superando com folga a marca de 40 mil carros de vantagem comercial no país.

    Ranking dos modelos mais emplacados no cenário nacional

    A disputa entre os automóveis mais desejados do país reflete uma inteligente decisão de consumo por parte de motoristas particulares e frotistas corporativos, que priorizam modelos com alta procura no mercado de seminovos.

    A liderança absoluta continua sendo ditada pelo segmento de comerciais leves, embora os hatches e SUVs compactos apresentem movimentações acirradas.

    Os principais destaques do ranking de faturamento incluem:

    Essa sólida performance das marcas líderes serve como bússola para o consumidor focado em inteligência financeira, apontando quais automóveis oferecem maior solidez patrimonial e facilidade de negociação no cenário econômico atual.



    Fonte: Garagem 360

  • Tera cobra R$ 1.490 por itens que Sonic e Fiat Pulse já oferecem de série

    Tera cobra R$ 1.490 por itens que Sonic e Fiat Pulse já oferecem de série

    O Volkswagen Tera chegou como uma das principais apostas da marca para brigar entre os SUVs compactos.

    Mas, no comparativo contra Chevrolet Sonic e Fiat Pulse, um detalhe pode incomodar quem está olhando custo-benefício.

    O Tera cobra R$ 1.490 por um pacote opcional com itens que os rivais já entregam de série. A diferença está em equipamentos de conforto, como:

    • ar-condicionado digital automático;
    • carregador de celular por indução.

    Na prática, o consumidor que escolhe o Tera precisa pagar mais para ter recursos que já aparecem incluídos em Sonic e Pulse.

    Tera cobra pacote extra e perde força no custo-benefício

    O ponto de atenção está no Volkswagen Tera Comfort. A versão tem uma proposta interessante, com motor turbo, câmbio automático e pacote tecnológico competitivo.

    Mesmo assim, a Volkswagen deixou parte do conforto em um pacote opcional de R$ 1.490.

    Modelo Situação no comparativo
    Volkswagen Tera Comfort Cobra R$ 1.490 por ar digital e carregador por indução
    Chevrolet Sonic Oferece os itens de série
    Fiat Pulse Também oferece os itens de série

    Esse detalhe muda a conta para quem compara os três modelos. O Tera pode parecer competitivo no preço inicial, mas fica mais caro quando o comprador tenta igualar a lista de equipamentos.

    E isso pesa porque os itens envolvidos não são apenas detalhes visuais.

    O ar-condicionado digital automático aumenta a sensação de conforto dentro da cabine. Já o carregador por indução facilita o uso diário, principalmente para quem usa o celular no carro o tempo todo.

    Sonic e Pulse usam equipamentos para pressionar a Volkswagen

    Chevrolet Sonic e Fiat Pulse ganham força justamente por entregarem mais recursos de série nesse recorte.

    A vantagem dos rivais aparece em pontos simples, mas muito valorizados pelo consumidor. Entre os itens que ajudam Sonic e Pulse na comparação, estão:

    O Tera ainda tem bons argumentos.

    O SUV da Volkswagen aposta no visual de novidade, na força da marca e em um pacote moderno para disputar espaço no mercado.

    Porém, cobrar à parte por itens de conforto abre espaço para críticas. Em um segmento tão apertado, qualquer diferença de preço pode mudar a decisão de compra.

    VW Tera

    Imagem: Divulgação/Volkswagen

    Equipamentos podem decidir a compra

    A disputa entre Volkswagen Tera, Chevrolet Sonic e Fiat Pulse mostra que preço anunciado não conta tudo.

    O consumidor precisa olhar a lista de série, os opcionais e o valor final da configuração desejada.

    Nesse recorte, o Tera fica pressionado. O modelo tem força para brigar no mercado, mas cobra R$ 1.490 por equipamentos que os rivais já oferecem sem custo extra.

    Para quem busca um carro mais completo desde a versão avaliada, Sonic e Pulse aparecem em posição mais confortável.

    Já o Tera tenta compensar com marca, conjunto tecnológico e proposta de SUV novo. A diferença é que, no bolso do consumidor, o pacote opcional pode falar mais alto.



    Fonte: Garagem 360

  • VW derruba preço da Saveiro em R$ 29 mil para roubar clientes da Strada e Montana

    VW derruba preço da Saveiro em R$ 29 mil para roubar clientes da Strada e Montana

    O segmento de picapes comerciais e de lazer registra uma das movimentações mais agressivas deste início de junho de 2026.

    A Volkswagen ativou uma estratégia de forte impacto financeiro ao aplicar um abatimento expressivo de R$ 29.000,00 nas tabelas da Saveiro 2026.

    Essa ofensiva visa atrair diretamente os consumidores que planejavam investir na Fiat Strada ou na Chevrolet Montana, oferecendo uma excelente janela de oportunidade para frotistas e compradores particulares que priorizam a inteligência de consumo e querem garantir uma transação comercial protegida.

    Grandes descontos reposicionam a picape da Volkswagen

    O generoso corte nos preços praticados pela rede de concessionárias sinaliza um movimento estratégico focado em alta liquidez e giro rápido de estoque.

    Com essa readequação temporária de valores antes de uma futura renovação da linha, a montadora alemã blinda o patrimônio do comprador, permitindo a aquisição de um utilitário robusto por um custo inicial drasticamente reduzido.

    Os principais reflexos dessa ação promocional no mercado englobam:

    • Preço de Entrada Atraente: A redução de R$ 29.000,00 joga o valor final da picape para patamares altamente competitivos, criando um forte apelo frente às versões de entrada das concorrentes.

    • Foco em Vendas Diretas: A campanha oferece condições especiais muito vantajosas para microempresários (CNPJ), produtores rurais e frotistas que necessitam de um veículo resistente para o trabalho diário.

    • Giro de Pátio: A liquidação de estoque na rede autorizada abre espaço para o cronograma de novidades da marca, tornando o momento ideal para quem busca o máximo de economia.

    Vantagens operacionais contra Fiat Strada e Chevrolet Montana

    Ao colocar a Saveiro 2026 na ponta do lápis, o comprador se depara com um cenário favorável para proteger o orçamento familiar ou corporativo.

    Enquanto a Fiat Strada lidera os volumes de emplacamentos nacionais e a Chevrolet Montana atrai pelo maior porte e conforto de condução, o modelo da Volkswagen responde com reconhecida robustez mecânica, facilidade de reposição de peças nas oficinas e excelente valor de revenda no mercado de seminovos.

    O propulsor confiável e a calibração de suspensão da picape alemã garantem ótima capacidade de carga útil, suportando com facilidade os desafios do transporte de mercadorias no perímetro urbano e rodoviário.

    Consultar as condições específicas de financiamento e a disponibilidade de lotes promocionais em uma concessionária oficial é o passo fundamental para realizar uma escolha de consumo consciente e vantajosa neste mês.



    Fonte: Garagem 360

  • Medo da radiação ainda afasta pacientes de exames que podem salvar vidas

    O aumento do uso de exames de imagem na medicina moderna, indispensáveis para o rastreio e o diagnóstico de várias doenças e para o acompanhamento preciso de tratamentos, tem despertado em muitos pacientes receio de exposição à radiação. O medo é compreensível, principalmente quando consideramos que, para a maioria das pessoas, a radiação está associada a eventos catastróficos, como a explosão das bombas atômicas que destruíram Hiroshima e Nagasaki, o desastre da usina de Chernobyl e – bem mais perto de nós – a exposição ao Césio-137 proveniente de um aparelho de radioterapia abandonado, fato que, há quase 40 anos, marcou o país.

    Na medicina contemporânea, porém, exames de imagem e tratamentos guiados por radiação são parte da rotina. O SUS realiza anualmente mais de 100 milhões de exames de imagem que utilizam radiação ionizante, montante que, somado ao total de exames realizados na rede privada, chega a 168 milhões por ano, segundo mapeamento do Atlas da Radiologia no Brasil. O que nem todos conhecem é o grau de evolução tecnológica da área: hoje, equipamentos muito mais modernos conseguem produzir imagens mais precisas com doses muito menores de radiação do que as usadas no passado.

    No final do século XIX e início do século XX, quando a radiologia estava em seus primórdios, havia riscos reais, pois, sem conhecer os efeitos da radiação ionizante, cientistas e profissionais de saúde se expunham a altas doses sem nenhum tipo de proteção, sofrendo graves consequências, como queimaduras, amputações e até mortes por câncer. De lá para cá, as coisas mudaram radicalmente, tanto no quesito proteção de pacientes e de profissionais quanto na evolução dos próprios equipamentos, inclusive com uso de inteligência artificial.

    A tomografia computadorizada é o exame que mais expõe o paciente à radiação, mas, há várias décadas, os equipamentos, além de muito mais eficientes na captura das imagens, reduziram sobremaneira o tempo de exposição à radiação. Hoje temos aparelhos equipados com algoritmos que ajustam a dose de radiação com base na anatomia do paciente.

    Além da inovação tecnológica, os protocolos de proteção também evoluíram. Hoje nenhum exame com radiação pode ser feito sem que haja justificativa médica consistente, que comprove que o benefício do diagnóstico supera o risco da exposição, por mínima que seja. Vale o princípio ALARA (As Low As Reasonably Achievable), isto é, a dose deve ser “tão baixa quanto racionalmente exequível”.

    Assim, a dose de radiação é calculada de acordo com o peso e a altura do paciente, sendo drasticamente reduzida em caso de exames em crianças, cujas células se multiplicam mais rápido e são mais sensíveis, podendo sofrer danos mais severos. Os trabalhadores da saúde (técnicos e médicos) também estão protegidos, sendo garantido a eles um teto de radiação acumulada permitida por ano.

    Os pacientes podem e devem questionar os médicos quando lhes são pedidos exames. É importante saber se o exame é realmente necessário naquele momento, que benefícios pode trazer ao tratamento, que tipo de proteção será usado e, finalmente, se há opções sem radiação. Vale lembrar que ultrassonografia e ressonância magnética não usam radiação, não oferecendo nenhum risco. No caso de gestantes, caso seja realmente necessário fazer uma tomografia na região abdominal ou na pelve, o médico deve adotar protocolos de proteção máxima.

    É importante ter em mente que os exames são ferramentas absolutamente necessárias para orientar os tratamentos e jamais devem ser negligenciados por qualquer tipo de receio. Hoje os protocolos e os equipamentos oferecem segurança a todos os pacientes.

    *Texto escrito pelo radiologista Giovanni Cerri (CRM 28697), do Serviço de Diagnóstico por Imagem do Hospital Sírio-Libanês e head de Radiologia da Brazil Health

    IA prevê idade cerebral e risco de câncer com ressonância magnética



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Cessar-fogo no Oriente Médio é “mais como uma redução de combates”, diz ONU

    O secretário-geral das ONU (Organização das Nações Unidas), António Guterres, afirmou na madrugada desta quinta-feira (11) que o cessar-fogo no Oriente Médio é “mais como um fogo menor”.

    Em publicação no X, Guterres afirmou que o “Oriente Médio está sendo arrastado para uma crise ainda mais profunda e as consequências se estendem muito além da região. Esta semana trouxe uma ampliação dos ataques e uma deterioração ainda maior da situação, em que o cessar-fogo se parece mais com uma redução dos combates.”

    “Não devemos minimizar o risco de que essa redução dos combates se transforme em uma guerra em larga escala”, completou Guterres.

    Na sequência, o porta-voz da ONU se posicionou sobre os impactos provocados pelo bloqueio no Estreito de Ormuz, declarando que restrições na via marítima estão causando dificuldades e instabilidade em todo o mundo.

    “Mesmo no melhor cenário possível, os efeitos desses impactos serão sentidos por muitos meses — com os países em desenvolvimento suportando as consequências mais severas”, escreveu Guterres.

    Em outra publicação, o secretário-geral das ONU defendeu a paz na região e também se posicionou sobre os ataques de Israel contra Hezbollah no Líbano e a ocupação do governo israelense na Cisjordânia.

    “Apoio plenamente que o governo libanês detenha o monopólio das armas. O processo deve começar com um cessar-fogo abrangente, respeitado por todas as partes em todos os locais, aliviando o sofrimento das comunidades dos dois lados da Linha Azul”, afirmou Guterres.

    Relembre como começou a guerra no Irã

    No dia 28 de fevereiro, o presidente dos Estados Unidos Donald Trump anunciou um ataque “de grande escala” ao Irã, afirmando que o principal objetivo do país era “defender o povo americano, eliminando as ameaças iminentes do regime iraniano”.

    Segundo ele, essas ameaças incluíam o programa nuclear de Teerão – um ponto de atrito recorrente que também tem dificultado as negociações mais recentes para pôr fim aos combates.

    Os ataques conjuntos dos EUA e de Israel contra o Irã — que resultaram na morte do então líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei — causaram milhares de mortes em todo o país e danos a dezenas de museus, edifícios históricos e sítios culturais, segundo veículos de imprensa e autoridades iranianas.

    Em resposta, o Irã lançou uma série de ataques retaliatórios em todo o Oriente Médio e fechou efetivamente o Estreito de Ormuz, uma via navegável estratégica onde passa cerca de 20% do petróleo mundial.

    Semanas antes do início da guerra, o governo Trump realizou o maior acúmulo militar no Oriente Médio desde a invasão do Iraque em 2003, desencadeando alertas sobre a escalada da violência regional caso um conflito eclodisse.

    Ao mesmo tempo, enviados dos EUA mantinham conversas regulares com o Irã sobre um possível novo acordo nuclear. Mas essas negociações não foram capazes de evitar uma ação militar, com Trump acusando o Irã na época de rejeitar “todas as oportunidades de renunciar às suas ambições nucleares”.

    O início da guerra em fevereiro também ocorreu após protestos em massa contra o regime no Irã no mês anterior, alimentados pelo descontentamento econômico em meio ao aumento vertiginoso dos custos.

    Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Toyota Yaris Cross XR ganha desconto de mais de R$ 35 mil e pressiona T-Cross, WR-V e Kicks

    Toyota Yaris Cross XR ganha desconto de mais de R$ 35 mil e pressiona T-Cross, WR-V e Kicks

    Toyota Yaris Cross XR entrou em uma condição especial que muda o jogo entre os SUVs compactos.

    A versão de entrada do modelo aparece com desconto de mais de R$ 35 mil para taxistas, o que coloca o utilitário em uma faixa de preço muito mais agressiva.

    Na prática, o Yaris Cross XR passa a pressionar rivais como Volkswagen T-Cross, Honda WR-V e Nissan Kicks, principalmente entre motoristas profissionais que buscam SUV automático, econômico e com bom pacote de equipamentos.

    Toyota Yaris Cross XR tem desconto pesado para taxistas

    O Toyota Yaris Cross XR 2026 aparece em condição de venda direta para taxistas com preço reduzido de R$ 151.990 para R$ 112.391,75.

    Com isso, o desconto chega a R$ 39.598,25, valor que supera a marca de R$ 35 mil.

    A condição, porém, não vale para o público geral. Trata-se de uma oferta destinada a taxistas, com regras específicas de faturamento, documentação e disponibilidade.

    Mesmo assim, o valor chama atenção porque posiciona o SUV da Toyota abaixo de vários rivais compactos vendidos no mercado brasileiro.

    SUV da Toyota mira rivais fortes no Brasil

    Com o desconto, o Yaris Cross XR entra em uma disputa direta com modelos de grande apelo comercial.

    O Volkswagen T-Cross, por exemplo, segue como um dos SUVs mais vendidos do país e tem versões de entrada próximas da faixa dos R$ 120 mil.

    Já o Honda WR-V chegou ao mercado em uma faixa mais alta, com preço sugerido a partir de R$ 154 mil.

    O Nissan Kicks também joga em outro patamar de preço. A versão Sense 220T parte de R$ 168.690 no site oficial da marca.

    Veja o comparativo:

    Modelo Preço citado
    Toyota Yaris Cross XR para taxistas R$ 112.391,75
    Toyota Yaris Cross XR preço base R$ 151.990
    Honda WR-V a partir de R$ 154.000
    Nissan Kicks Sense 220T R$ 168.690

    Desconto pode aquecer disputa entre SUVs compactos

    A oferta do Yaris Cross XR reforça uma briga cada vez mais forte no segmento de SUVs compactos.

    Toyota, Volkswagen, Honda e Nissan disputam um público que busca carro alto, automático e com bom valor de revenda.

    Para taxistas, o desconto coloca o Yaris Cross em posição muito competitiva.

    No varejo tradicional, o preço segue mais alto. Ainda assim, a condição especial mostra que a Toyota está disposta a tornar o SUV mais atraente em nichos estratégicos.

    Com queda de quase R$ 40 mil, o Toyota Yaris Cross XR ganha força e passa a incomodar nomes já consolidados como T-Cross, WR-V e Kicks.



    Fonte: Garagem 360

  • Em edição limitada, T-Cross Rock in Rio vai custar R$ 142.990

    Em edição limitada, T-Cross Rock in Rio vai custar R$ 142.990

    A Volkswagen revelou nesta quarta-feira, 10, a edição especial Rock in Rio do T-Cross, seu SUV líder de vendas. A montadora ainda não definiu o número de unidades da série limitada, mas adiantou seu preço: R$ 142.990,00.

    Leonardo Tosello, diretor de Vendas da Volkswagen do Brasil, destacou a boa relação custo-benefício do carro oficial do Rock in Rio, que incorporou itens extras ao da versão TSI, na qual se baseia, sem acréscimo no valor de venda,

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    Segundo o executivo, a série especial reúne equipamentos e acabamento inspirados nas versões topo de linha do T-Cross.

    No exterior, destaque para a pintura em dois tons e quatro opções de cores, incluindo o Cinza Ascot, e rodas de 17” diamantadas escurecidas com pneus Seal Inside.

    Internamente, seis alto-falantes, acabamento escurecido e bancos com revestimento exclusivo com assinatura do festival, presente também no painel.

    “Light Bar em LED, assinatura luminosa da marca, completa o design frontal do T‐Cross Rock in Rio”, destaca Tosello, “Com ele, a Volkswagen reafirma seu compromisso com o território da música em sua sexta edição como patrocinadora oficial do festival”.


    Foto: Divulgação/VW



    Fonte: Auto Industria

  • “The Pitt” trará novo destino para protagonista; veja quem

    A terceira temporada de “The Pitt” trará uma grande mudança para um de seus protagonistas na próxima temporada da série, que deve chegar para o público no início do próximo ano.

    Em uma entrevista ao Bustle nesta semana, a atriz Shabana Azeez, que vive a interna Victoria Javadi, confirmou que sua personagem terá um rumo diferente na temporada.  “Posso dizer que não estou no pronto-socorro nesta temporada. Já fiz meu estágio lá, então estou fazendo meu estágio em psiquiatria“, revelou ao veículo. “É uma vibe muito diferente para mim. E estou com medo e nervosa. Mas é uma honra poder mostrar essa parte da medicina.”

     

    Pela resposta da atriz, ela confirma que a personagem seguirá na série, mas mostrando uma abordagem diferente, agora no estágio em psiquiatria do pronto-socorro. Como em todo hospital-escola, espera-se que os internos decidam seguir ou se manter como residentes enquanto aprendem o ofício. Ao final da 2ª temporada, a personagem estava considerando a possibilidade de largar a medicina pelo direito, devido ao peso de estar no pronto atendimento.

    Em uma conversa com Whitaker (Gerran Howell), ela reflete sobre a importância da saúde mental, tanto para pacientes como para os profissionais que os recebem, e o rapaz sugere que talvez ela devesse se dedicar ao segmento. Com a ideia em mente, ela questiona ao veterano Dr. Robby (Noah Wyle), o que ele acha da possibilidade, e recebe o conselho: “Acho que você pode fazer qualquer coisa a que se dedique”. É possível que a jovem siga o conselho e mostre uma nova faceta no 3º ano da série.

    “The Pitt” chamou atenção ao confirmar a saída de Supriya Ganesh, que vivia a personagem Dra. Samira Mohan nas primeiras temporadas. A saída oficialmente se deu estritamente pela narrativa, visto que um hospital-escola tem sempre a rotatividade de médicos estagiários e residentes no espaço, o que foi mostrado com a entrada de novos personagens ao longo da trama. “É algo inevitável que vai acontecer em todas as temporadas desta série, porque, como roteiristas, temos dificuldade em encontrar um intervalo de tempo ideal para manter a maior parte do elenco unido de forma realista”, afirmou Noah Wyle em uma entrevista à Variety.

    Ao que se sabe, a próxima temporada terá um salto temporal de quatro meses desde o fim do plantão do 2º ano, que aconteceu em um feriado de Dia do Trabalho. Agora, a série se passa no início de novembro, antes das festividades de fim de ano, trazendo as emergências de um clima frio.

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    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Lula anuncia avanço em acordo energético com México

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quarta-feira (10) que o Brasil deu um passo à frente para um possível acordo energético em conversa com a presidente do México, Claudia Sheinbaum.

    Em publicação na rede social X, Lula afirmou que o principal destaque das conversas foram as negociações na área da energia, com a menção a um possível acordo entre a Pemex, principal estatal mexicana voltada ao petróleo e gás natural, e a Petrobras.

    Os países também concordaram em aprofundar as conversas sobre o marco jurídico bilateral para o comércio. Além disso, Lula também citou avanços de cooperação na saúde, turismo, governança pública, ciência, tecnologia e inovação.

    Os presidentes também conversaram sobre as tensões entre os EUA e Cuba, reafirmando a posição favorável ao fim do conflito e manifestando preocupação com a situação humanitária na ilha caribenha.

    A ONU (Organização das Nações Unidas) também foi pauta na conversa, onde Lula e Sheinbaum reafirmaram o apoio à candidatura da ex-presidente do Chile, Michelle Bachelet, para o cargo de secretária-geral.



    Fonte: CNN Brasil Auto