Autor: automoveis

  • Ford abre mão de mais de R$ 65 mil na Ranger para enfrentar Toyota Hilux e Chevrolet S10

    Ford abre mão de mais de R$ 65 mil na Ranger para enfrentar Toyota Hilux e Chevrolet S10

    O mercado de picapes médias vive um momento de forte agressividade comercial neste início de junho de 2026.

    Com o objetivo de impulsionar os emplacamentos e confrontar diretamente as consolidadas Toyota Hilux e Chevrolet S10, a Ford ativou uma das campanhas de bônus mais robustas do setor utilitário.

    A montadora norte-americana abriu mão de mais de R$ 65.000,00 em descontos diretos na nota fiscal de lotes selecionados da Ranger 2026, oferecendo uma oportunidade de alta inteligência financeira para frotistas, produtores rurais e compradores que buscam proteger o seu patrimônio.

    Condições promocionais e os preços reduzidos da Ranger 2026

    Os bônus de fábrica foram distribuídos de forma estratégica para reposicionar a picape importada da Argentina perante a concorrência nacional.

    As condições especiais abrangem diferentes perfis de uso, variando desde as opções voltadas ao trabalho pesado até as configurações mais equipadas para o lazer familiar.

    As principais oportunidades mapeadas na rede autorizada incluem os seguintes valores:

    • Ranger XL 2.0 Diesel 4×4 Cabine Dupla Manual: Versão altamente procurada para fins comerciais, tem seu preço oficial de tabela reduzido de R$ 272.600,00 para valores a partir de R$ 209.900,00 em lojas de estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná, gerando um abatimento imediato de mais de R$ 62.000,00.

    • Em negociações diretas com frotistas específicos, os bônus totais superam a barreira de R$ 65.000,00. 

    • Ranger XLT 3.0 V6 Diesel 4×4 Automática: Configuração mais sofisticada que entrega alto requinte interno, teve seu valor reduzido de R$ 315.900,00 para R$ 299.000,00 em concessionárias credenciadas, garantindo uma economia de quase R$ 17.000,00 na transação.<!–> –>

    • Garantia de Fábrica: A montadora ampara a linha com uma sólida garantia oficial de 5 anos, elevando a segurança institucional e o valor de revenda futuro no mercado de seminovos.

Eficiência mecânica e os números oficiais de consumo de combustível

Além do forte apelo financeiro no momento da compra na concessionária, a Ford Ranger 2026 destaca-se pela alta eficiência energética no dia a dia.

O modelo agrada quem coloca as despesas de rodagem na ponta do lápis, provando que um utilitário de grande porte pode entregar ótimas médias tanto no perímetro urbano quanto nas rodovias.

Os índices de consumo homologados revelam o equilíbrio do conjunto motriz:

Aproveitar esse feirão de bônus agressivos da Ford em 2026 consolida uma escolha consciente e estratégica.

Com a redução pesada nos preços praticados no varejo, o comprador consegue levar para casa um dos projetos mais modernos e tecnológicos da categoria pagando valores muito inferiores aos de tabela, assegurando uma transação comercial totalmente protegida.



Fonte: Garagem 360

  • Análise: Empresariado lamenta falta de ponderação sobre fim da escala 6×1

    A proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6×1 segue em tramitação no Senado e continua gerando debate intenso no Brasil.

    A âncora do Hora H, Thais Herédia, analisou o tema e destacou que a principal preocupação do empresariado é a ausência de racionalidade e ponderação na condução dessa discussão.

    A questão da produtividade e a realidade brasileira

    Uma das teses em debate é a de que a redução da jornada de trabalho poderia gerar ganhos de produtividade, com trabalhadores produzindo mais em melhores condições.

    Segundo Herédia, esse caminho é natural e já ocorreu em outras economias, mas com uma ressalva importante: “Isso aconteceu em economias que têm uma infraestrutura melhor”.

    No Brasil, mesmo trabalhando menos dias, o trabalhador ainda enfrentaria longas horas de deslocamento em razão do transporte público precário e conviveria com uma renda média baixa.

    Herédia também chamou atenção para o formato como a PEC está sendo encaminhada no Congresso Nacional.

    Para ela, “o Brasil está criando várias jabuticabas que não existem em outro lugar do mundo”.

    A análise considera que o país ainda compartilha características com economias em desenvolvimento, marcadas por um mercado de trabalho precarizado, alta informalidade, baixa produtividade e dificuldade de qualificação profissional ao longo da vida dos trabalhadores.

    Apesar das críticas ao ritmo e à forma da discussão, Herédia reconheceu que a mudança é inevitável e representa o futuro das relações de trabalho.

    “A classe empresarial lamenta a falta desse debate, da ponderação e do tempo correto para fazer, mesmo sabendo que é uma mudança inevitável”, afirmou.

    A âncora concluiu que o país precisa caminhar nessa direção, mas de forma estruturada: “temos que caminhar com as próprias pernas sem precisar ajoelhar logo ali na frente”.

    Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • EUA concluem mais uma rodada de ataques no Irã, diz Comando Central

    O CENTCOM (Comando Central dos EUA) afirmou que concluiu na noite desta quarta-feira (10) sua mais recente rodada de ataques contra o Irã.

    “As forças do CENTCOM lançaram ataques contra capacidades de vigilância militar iraniana, sistemas de comunicação e instalações de defesa aérea em todo o Irã. Fuzileiros Navais, Força Aérea e Marinha dos EUA dispararam munições de precisão contra alvos iranianos que representavam uma ameaça às forças americanas e a navios comerciais internacionais que transitavam pelas águas regionais”, publicou o CENTCOM em sua conta oficial na rede social X.

    No início da noite, os EUA iniciaram uma nova onda de ataques contra alvos iranianos pelo segundo dia consecutivo. O CENTCOM justificou os ataques como uma resposta à “agressão injustificada e contínua do Irã”.

    A informação foi divulgada pelo CENTCOM (Comando Central dos EUA), que classificou a ofensiva como uma resposta à “agressão injustificada e contínua do Irã”.

    “As forças do Comando Central dos EUA começaram a lançar ataques adicionais de autodefesa hoje, às 17h15 (horário do leste dos EUA), contra múltiplos alvos no Irã, sob ordens do Comandante-em-Chefe. Os ataques são uma resposta à agressão injustificada e contínua do Irã”.

    Após o anúncio, a mídia oficial do Irã informou que explosões foram ouvidas nos arredores de Minab e Sirik, próximas ao Estreito de Ormuz.

    A imprensa também relatou que os sistemas de defesa aérea em Asaluyeh foram ativados, mas acrescentou que nenhum ataque inimigo ocorreu até o momento em um importante centro energético que abriga refinarias e complexos petroquímicos.

    Asaluyeh é uma cidade portuária na província de Bushehr, no sul do Irã, situada na costa norte do Golfo Pérsico.

    Em resposta, o alto comando militar conjunto do Irã anunciou o fechamento do Estreito de Ormuz, impedindo o trânsito de navios incluindo petroleiros e navios comerciais, afirmando que qualquer embarcação que tentar passar será alvejada.

    Momentos após o anúncio, o Exército dos EUA afirmou que navios comerciais continuam transitando pela via navegável.

    Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • “Há um verdadeiro estigma”, diz ministra à CNN sobre endometriose

    O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) apresentou, na última terça-feira (9), um projeto de pesquisa e desenvolvimento de tecnologias voltado à endometriose, à dor pélvica e à saúde menstrual, temas que afetam milhões de mulheres no Brasil. Em entrevista exclusiva à CNN Brasil, a ministra Luciana Santos ressaltou que há “um verdadeiro estigma e preconceito” em relação às mulheres que sentem dor. 

    “Eu tenho uma filha que tem dores e cólicas menstruais, e há dias em que ela não consegue ir para o colégio. Mas ela fica morta de vergonha porque não acha que ninguém deve saber que é por causa da cólica. Então há muita subjetividade nisso, o que prejudica o desempenho escolar. Você imagina, então, no trabalho. É muito tratado de maneira preconceituosa, como se fosse mimimi, capricho, e a gente tem que criar uma cultura de enfrentamento disso”, afirmou a ministra sobre o estigma em torno da endometriose e das dores menstruais que afetam as mulheres. 

    Luciana Santos aponta que a naturalização da dor menstrual desde a primeira menstruação contribui para esse cenário. 

    Com investimento de R$ 60 milhões, a iniciativa, de acordo com o Ministério da Saúde, visa contemplar pesquisas sobre endometriose e dores pélvicas, condições que afetam milhões de brasileiras e impactam a qualidade de vida, a permanência na escola, a produtividade no trabalho e a saúde mental. 

    A ação é conduzida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), com foco no desenvolvimento de soluções aplicáveis ao Sistema Único de Saúde (SUS). O Instituto Alana também participa da iniciativa, por meio de investimentos, pesquisas e disponibilização de dados. 

    “Então, eu estou muito confiante. Acho que nós temos inteligência no Brasil e uma parceria que envolve a sociedade civil, a iniciativa privada, o SUS e as nossas cientistas e cientistas, numa perspectiva de cuidar da saúde da mulher”, ressaltou a ministra sobre as tecnologias que poderão ser desenvolvidas. 

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    Na chamada pública do CNPq, as propostas deverão se enquadrar em um dos cinco eixos temáticos: causa e prevenção, diagnóstico, tratamento, biorrepositório e impacto social. 

    As pesquisas deverão contribuir para reduzir lacunas de conhecimento sobre a endometriose, doença crônica ainda subdiagnosticada, com atraso médio de sete anos para o diagnóstico. A condição afeta cerca de 8 milhões de brasileiras em idade reprodutiva, das quais 2 milhões são adolescentes. 

    A ministra também destacou a importância de incorporar a perspectiva da saúde feminina às políticas de ciência, tecnologia e inovação e de como o Brasil pode avançar nas questões mais urgentes para as mulheres. 

    Eu, como a primeira mulher na história desse Ministério, penso que, se nós não tivermos esse recorte de gênero, essa visão para atender às expectativas e às condições das mulheres na ciência e tecnologia, quem o fará?


    Luciana Santos, ministra da Ciência, Tecnologia e Inovações do Brasil

    Dados apontam que quatro em cada dez alunas faltam às aulas mensalmente por causa de cólicas fortes ou moderadas, que atrapalham a rotina e exigem o uso de medicação. 

    Além dos prejuízos à saúde física e mental, as cólicas intensas também podem levar mulheres a perder até 10,8 horas de trabalho por semana. 

    Luciana finalizou afirmando que as pesquisas e os investimentos buscam alcançar avanços que possam levar a tratamentos cada vez mais eficazes para as dores relacionadas à saúde menstrual. 

    “Eu estou otimista especificamente com essa questão da saúde menstrual, da dor pélvica e da endometriose, porque ela tem um impacto muito grande na vida das mulheres. A gente precisa que elas tenham a possibilidade de um tratamento adequado e até da cura, que eu acredito que nós podemos alcançar”, disse.

     

    *Sob supervisão de Thiago Félix



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Relator de contas do governo Lula destaca preocupação com gestão fiscal

    O TCU (Tribunal de Contas da União) aprovou nesta quarta-feira (10), com ressalvas, as contas do presidente da República relativas ao exercício financeiro de 2025. O parecer do relator, ministro Benjamin Zymler, pela aprovação foi seguido por unanimidade.

    Em seu voto, o relator apontou pontos de preocupação na condução não só das contas públicas, mas na gestão fiscal do governo. Segundo o ministro, o resultado previdenciário manteve-se como um dos principais fatores de pressão estrutural nas contas públicas.

    “A mensagem final dessa análise, desse parecer prévio, é no sentido de que haja atenção do Congresso, do governo e da sociedade a alguns aspectos fundamentais que tornam a análise feita problemática ainda. A trajetória da dívida pública preocupa, a rigidez do gasto público no Brasil e a governança das renúncias de receitas tal qual colocado no nosso trabalho”, disse Zymler.

    A aprovação com ressalvas reconhece a conformidade geral das contas com os princípios constitucionais e legais, mas registra não conformidades ou distorções materialmente relevantes. Isso significa que as irregularidades apontadas não comprometem a fidedignidade global das informações, mas evidenciam fragilidades que demandam aprimoramento por parte do Executivo.

    A análise da Corte de Contas elenca oito “achados” relacionados a riscos, fragilidades e impactos nas contas públicas.

    Correios

    O TCU constatou falhas relevantes no procedimento de análise e aprovação de garantia da União aos Correios na aprovação de crédito de R$ 12 bilhões em dezembro de 2025, como parte do plano de reestruturação financeira da estatal.

    Na avaliação da Corte de Contas, houve ausência de exame crítico das premissas do Plano de Reestruturação (projeções de receitas, despesas e fluxos de caixa). Segundo o TCU, a validação de dados fornecidos pela própria empresa ocorreu sem verificação independente.

    Além disso, o tribunal considerou que a União, como acionista controladora, atuou tardiamente diante do agravamento da situação econômico-financeira da estatal.

    Esforço fiscal projeto insuficiente

    O governo cumpriu a meta fiscal de 2025, mas foi materialmente insuficiente para estabilizar a dívida pública. Para os auditores do TCU, é necessário um superávit de 1,94% do PIB por ano para estabilizar a dívida em 2029. Para este ano, a equipe econômica projeta um superávit de 0,25% do PIB.

    Cumprimento da meta fiscal

    O TCU considerou que o alcance da meta de 2025 não se traduziu, na prática, em resultado compatível com o fortalecimento do equilíbrio fiscal. Em seu parecer, o tribunal ressalta a exclusão de R$ 48,7 bilhões do cálculo da meta e uma alteração legal (Lei 15.246/2025) para assegurar o cumprimento da regra fiscal mirando o limite inferior, após a Corte de Contas registrar controvérsia sobre o tema.

    Para o TCU, a mudança legal evidenciou flexibilização do parâmetro operacional de ajuste fiscal no curso do exercício, fragilizando a previsibilidade das regras.

    Receitas e despesas fora do Orçamento

    A fiscalização identificou mecanismos institucionais que permitem a destinação de receitas sem o devido recolhimento à CUTN (Corte Única do Tesouro Nacional) e sem a inclusão nas leis orçamentárias anuais. Para isso, verificou-se a existência de duas estratégias: descaracterização das receitas como públicas e não recolhimento à Conta Única. Entre os arranjos identificados, está a remuneração da PPSA (empresa Petróleo Pré-Sal S.A.) sem trânsito pela CUTN.

    Gastos tributários

    A renúncia fiscal de 2025 foi estimada em R$ 544,4 bilhões. Segundo o TCU, 74% dos gastos não passaram por avaliação recente, apesar da avaliação periódica ser regra; e 42% dos benefícios criados em 2012 possuem prazo indeterminado ou superior a 5 anos, embora a regra seja vigência máxima de 5 anos.

    Alcance das metas do PPA 2024-2027

    O TCU aponta que apenas 50,1% dos objetivos do Plano Plurianual foram cumpridas. O órgão indica também que somente 45,1% das entregas atingiram as metas estabelecidas.

    Obras paradas

    A programação orçamentária da Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba) e dos ministérios das Cidades e do Desenvolvimento Regional incluiu novos projetos sem que os empreendimentos em andamento fossem concluídos. A norma exige que os projetos em andamento e conservação de patrimônio têm prioridade sobre novas inclusões.

    Regra de ouro pressionada

    As projeções para o período 2026-2029 evidenciam desequilíbrio estrutural e maior dependência de operações de crédito para financiamento de despesas decorrentes. O cumprimento de 2025 foi viabilizado por remanejamento de fontes e uso de superávit de exercícios anteriores (margem de R$ 79,2 bilhões).

    As ressalvas às contas públicas registram não conformidades ou distorções materialmente relevantes identificadas na auditoria. Para analisar as inconformidades, a nova metodologia da análise das contas dividiu o relatório em quatro capítulos temáticos:

    • Execução orçamentária e financeira;
    • Conformidade da gestão fiscal;
    • Resultado da atuação governamental;
    • Demonstrações contábeis (Balanço Geral da União).

    Os alertas nas Contas do Presidente sinalizam ao Poder Executivo Federal fatores de risco, deficiências ou situações que, embora não configurem irregularidade passível de ressalva, demandam atenção e adoção de providências. Diferencia-se da ressalva por não fundamentar modificação da opinião de auditoria.



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Fábrica da Toyota em Porto Feliz já foi totalmente demolida

    Fábrica da Toyota em Porto Feliz já foi totalmente demolida

    Com grande parte da sua estrutura comprometida por causa do vendaval que assolou a cidade de Porto Feliz, SP, em setembro passado, a fábrica de motores da Toyota acaba de ser totalmente demolida.

    Além do estrago ter sido grande, o que dificultaria o reaproveitamento de alguma parte do que sobrou, a montadora optou por fazer uma construção que resista a desastres climáticos como o registrado naquela ocasião. Por isso, a opção pelo aproveitamento apenas do chão da fábrica.

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    Segunda fábrica da Toyota em Sorocaba será inaugurada em novembro

    Após participar na terça-feira, 9, de painel do Anfavea Visions 2026, em São Paulo, quando falou de desafios e oportunidades do setor automotivo brasileiro hoje, o presidente da Toyota do Brasil, Evandro Maggio, atendeu alguns jornalistas, quando comentou sobre os planos para Porto Feliz e outras fábricas da empresa no País.

    No caso da unidade de motores, revelou o recente  término do processo de demolição total, explicando que a reconstrução agora contemplará etapas envolvendo três áreas: fundição, usinagem e montagem.

    A volta total das operações, antecipou o executivo, só vai ocorrer entre o final de 2027 e início de 2028, mas a ideia é ir retomando linhas, a começar pela fundição.

    Atualmente, a montagem dos motores do Yaris Cross é feita em galpão alugado em Porto Feliz, a partir da importação de peças e componentes da Indonésia e do Japão. Para esse  galpão, foram inicialmente transferidos todos os equipamentos e máquinas que puderam ser recuperados.

    As linhas do Corolla recebem motores prontos vindos de fábricas da Toyota em outros países.

    Na avaliação de Maggio, o principal neste processo todo foi que a empresa não demitiu nenhum funcionário de Porto Feliz. “Parte deles vai trabalhar na fábrica 2 em Sorocaba, que vamos inaugurar em novembro”, informou o executivo.

    O presidente da Toyota não quis comentar sobre o destino da fábrica de Indaiatuba, também no interior paulista, que já está em processo de desativação: “Só depois de todo o processo concluído é que vamos avaliar isso”.

    A produção do Corolla será concentrada em Sorocaba a partir de novembro e, segundo Maggio, foi feito estoque do modelo para garantir vendas até lá.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Nacionalizado, Atto 2 é o primeiro plug-in flex da BYD no mundo

    Nacionalizado, Atto 2 é o primeiro plug-in flex da BYD no mundo

    Mais um veículo da BYD montado em Camaçari, BA, o Atto 2 já pode ser encomendado para recebimento no terceiro trimestre deste ano.

    O SUV, batizado para o mercado brasileiro como Atto 2 DM-i Flex, é o primeiro híbrido plug-in flex da marca em todo o mundo e, entende a fabricante, iniciará um novo ciclo de expansão do portfólio de produtos e vendas no mercado brasileiro.

    O maior apelo para isso está justamente no sistema híbrido plug-in, até agora disponível para os  consumidores brasileiros em produtos de preços e porte superiores — o modelo tem de 4,33 metros de comprimento e 2,62 metros de entre-eixos.

    Com o Atto 2, a tecnologia entrará nas ponderações dos atuais compradores de SUVs compactos, eletrificados ou não, como Nissan Kicks, Toyota Yaris Cross, Honda HR-V, Hyundai Creta e Volkswagen T-Cross, dentre outros.

    Para isso, é oferecido, já a partir desta quarta-feira, 10, nas versões GL, com preço para venda direta a partir de R$ 149.990,00, e GS, com valor desde R$ 169.900,00.

    BYD ATTO2 FLEX

    Com o Atto 2, na verdade, a BYD apenas inicia o processo de hibridização flex que deve abarcar a maioria dos produtos que pretende oferecer no País nos próximos anos e com os quais objetiva  estar entre as marcas ponteiras até o fim desta década.

    O sistema DM-i prioriza a mobilidade elétrica nos deslocamentos, com o motor elétrico  respondendo pela movimentação do veículo na maioria das situações, enquanto o 1.5 a combustão flex é utilizado, preferencialmente, como gerador para a bateria — exceção, por exemplo, em demandas por alta velocidade ou mais potência.

    A versão GL tem potência combinada de 177 cv e bateria de 7,85 kWh, que assegura autonomia elétrica modesta, de apenas 45 km, segundo ciclo de testes europeu — a empresa promete divulgar os números do Inmetro somente mais para frente.

    A topo GS, com bateria de bem mais capacidade, 18,03 kWh, e potência somada de 197 cv, tem autonomia exclusivamente elétrica de 110 km e acelera de 0 a 100 km/h em 8,4 segundos, somente um décimo de segundo a menos do que a GL.

    O grande argumento a ser explorado pela BYD, entretanto, é a autonomia combinada de até 1.045 quilômetros da GS e 1.000 km da GL, quando abstecidas somente com gasolina, ou 770 km com etanol.

    BYD ATTO2 FLEX

    Marcas que, se confirmadas, ainda que aproximadamente, farão do Atto 2 um forte concorrente ao pódio da eficiência energética no segmento.

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    Com relação a recursos de segurança e conforto, o novo SUV dispõe de todos os itens oferecidos pela concorrência para produtos da categoria e faixa de preço, e mais alguns, no caso da versão GS, que conta com central multimídia rotativa de 12,8 polegadas — 10,1 polegadas na GL —, teto solar panorâmico e função V2L como destaques.

    Assim como na GL, dispõe também de seis airbags e frenagem automática de emergência, mas incorpora adicionalmente monitoramento de ponto cego, frenagem de tráfego cruzado traseiro, alerta de colisão traseira, auxílio de permanência em faixa e sistema de reconhecimento de placas.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Novo CFO na BMW América Latina

    Novo CFO na BMW América Latina

    A partir de 1º de setembro próximo, Bertino Blazquez será o novo CFO do Grupo BMW América Latina e se transferirá para a Cidade do México. Ele sucederá a Michael Rainer, que assumirá novos desafios no em Munique.

    O anúncio foi feito nesta quarta-feira, 10, por Maru Escobedo, presidente e CEO da empresa na região:

    “Em nome do Grupo BMW América Latina, gostaria de expressar minha gratidão a Michael Rainer por sua liderança e compromisso como CFO da região. Sob sua gestão, nossa organização continuou a entregar um crescimento sustentável. Ao mesmo tempo, é um grande prazer dar as boas-vindas a Bertino Blazquez”.

    Natural da Espanha, o novo CFO possui bacharelado em Administração e Economia pela Universidade de Salamanca.Ele iniciou sua carreira na BMW Espanha em 2004 como controller financeiro e, em 2012, assumiu o cargo de Head de Controladoria,

    Também ocupou a posição de CFO em Portugal de 2017 a 2019 e, na sequência, transferiu-se para a BMW América Latina como gerente de Controladoria Financeira até 2024, quando foi nomeado CFO no Oriente Médio.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • VW enxerga oportunidades, apesar da pressão dos importados

    VW enxerga oportunidades, apesar da pressão dos importados

    Ciro Possobom, presidente da Volkswagen do Brasil, reconhece um cenário desafiador no curto prazo, mas mantém otimismo com a transformação do setor. A indústria automotiva nacional enfrenta pressão de importados e novas marcas no mercado, especialmente chinesas, que chegam com tecnologias mais recentes e custos competitivos.

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    “A indústria está se transformando. Empresas estabelecidas aqui tomaram investimentos muito importantes desde 2023 e 2024, com centenas de bilhões de reais na região”, lembra Possobom, em conversa com jornalistas durante o Anfavea Visions, na quarta-feira, 10.

    “A adequação, porém, exige tempo. A entrada de novos players, alíquotas de importação reduzidas, modelos CKD/SKD e dólar mais baixo criaram uma grande entrada de carros que pressiona preços para baixo”.

    Desafio da adaptação

    Trocar linhas de produção e plataformas não ocorre da noite para o dia. “Não consigo pegar uma fábrica e trocar amanhã, tirar todas as linhas e colocar uma nova plataforma”, observa o executivo. “Isso não vale só para a Volkswagen. GM, Hyundai e Toyota enfrentam o mesmo desafio: se acomodar aos novos concorrentes mantendo competitividade. O desafio é fazer isso de maneira mais rápida.”

    O executivo aponta que a oportunidade está nova geração de veículos eletrificados que a Volkswagen lançará em breve. Chegará com altíssimo padrão e que não deve nada aos concorrentes”, garante Possobom, destacando que toda a indústria nacional segue o mesmo caminho de inovação.

    Risco na produção de fato

    O maior risco, porém, é real: a indústria pode optar por modelos CKD ou SKD, trazendo mais peças do exterior. “Quando há paridade fiscal e dólar baixo, o negócio funciona. Mas numa desvalorização cambial ou crise, isso dificulta muito”, reconhece Possobom. “Muitas empresas deixam de localizar componentes porque importar fica mais barato”

    A prática, no entanto, o executivo entende, é insustentável a longo prazo. “É preciso ter uma coisa que seja sólida no negócio, mais durável.”

    Importados ainda pressionam

    De acordo com Possobom, a recomposição do imposto de importação prevista será capaz reduzir o ritmo de entrada de veículos estrangeiros, mas o alívio não será imediato. “Têm que escoar 300 mil carros em estoque. O segundo semestre vai ser pesado”, prevê o líder da Volkswagen. “Mas cabe lembrar que a atual alíquota de 14% para os CKDs segue até janeiro.”

    Possobom apela para que as empresas respeitem as regras de transfer price e evitem subfaturamento. “Não pode haver briga para reduzir preço de forma artificial”, conclui, sinalizando que a sustentabilidade do setor depende de práticas comerciais éticas e de longo prazo.


    Foto: Divulgação Anfavea



    Fonte: Auto Industria

  • Raphinha não vê TV nem olha redes sociais e tenta blindar jovens da Seleção

    Embora tenha 29 anos, Raphinha é um dos mais experientes entre os 26 atletas da seleção brasileira que começam, no próximo sábado, contra o Marrocos, a disputa da Copa do Mundo na América do Norte. Seu trabalho também é, segundo o gaúcho de Porto Alegre, ajudar a blindar os mais novos das críticas.

    O astro do Barcelona diz que não assiste nem lê o que é dito sobre ele e os colegas de seleção na imprensa e nas redes sociais e espera que os jovens jogadores do grupo façam o mesmo.

    “Eu acompanho zero do que sai de notícias. Tenho um pessoal que cuida das redes sociais. Não assisto à televisão. Mas, não podemos ser hipócritas. Sabemos que os jovens são muito ligados em redes sociais. Não tem como fugir. Porque acaba que a notícia cai no colo deles”, disse ele.

    “A galera mais antiga, experiente, tenta fazer com que eles usem menos redes sociais. Até mesmo para não criar expectativa ou se frustrar pelo que é dito. Tentamos blindar o que vem de fora”, acrescentou.

    A avaliação do jogador do Barcelona é de que existe certa desconfiança e pouco otimismo em parte da torcida quanto à seleção na Copa por causa do jejum de 24 anos sem títulos mundiais do Brasil.

    “Foram tantos anos se frustrando, porque tivemos seleções que podiam ganhar e não ganharam. E as pessoas não querem se frustrar novamente. Mas no fundo, todos estão torcendo pela seleção e isso vai ser muito importante para nós”.

    O atacante respondeu com clareza e algum bom humor às 19 respostas dos jornalistas na coletiva desta quarta-feira, 10, no hotel onde estão hospedados os atletas em Basking Ridge, Nova Jersey.

    Falou que ele – e todos os outros 25 – têm de estar preparados para suportar pressão, reconheceu que já produziu mais pelo Barcelona do que pela seleção brasileira e afirmou estar pronto para jogar em qualquer uma das posições de ataque.

    “Temos que entender a grandeza de vestir a camisa da seleção”, assinalou o atacante, convocado 43 vezes pela seleção e autor de 11 gols em 39 jogos. Ele está na iminência de disputar a sua segunda Copa – a primeira foi no Catar, edição em que não foi titular nem um dos protagonistas.

    “Temos que saber a responsabilidade de cada um individualmente. Temos vários jogadores muito experientes. Até mesmo Vini, que não tem tanta idade, mas tem muita experiência no futebol e pode nos trazer o hexa. E eu me incluo nisso. Podemos resolver uma Copa. O fato de entendermos o nosso momento da carreira e o nosso peso, é importante para resolvermos os jogos.”

    Marquinhos cita dor das eliminações como combustível para 2026



    Fonte: CNN Brasil Auto