Autor: automoveis

  • GWM abre pré-venda do Ora 5 e SUV elétrico pode custar cerca de R$ 200 mil

    GWM abre pré-venda do Ora 5 e SUV elétrico pode custar cerca de R$ 200 mil

    A GWM abriu a pré-venda do Ora 5 no Brasil e colocou mais pressão no mercado de SUVs elétricos. O modelo já pode ser reservado com sinal de R$ 9 mil e terá o preço oficial revelado em 29 de junho.

    A expectativa é que o novo SUV elétrico fique na faixa de R$ 200 mil. Com isso, o Ora 5 deve mirar diretamente modelos como BYD Yuan Plus e Volvo EX30, além de chamar atenção pelo porte próximo ao de SUVs médios vendidos no país.

    GWM Ora 5 já pode ser reservado no Brasil

    A reserva do GWM Ora 5 começou em junho e pode ser feita pelos canais oficiais da marca, concessionárias autorizadas e plataformas parceiras. Para entrar na fila, o interessado precisa pagar R$ 9 mil.

    O valor final ainda não foi confirmado. No entanto, a estimativa de mercado coloca o SUV elétrico perto dos R$ 200 mil, acima do Ora 03 e abaixo de modelos elétricos mais caros.

    Essa estratégia posiciona o Ora 5 como uma nova opção para quem busca um SUV 100% elétrico com mais espaço, tecnologia e proposta familiar, sem entrar diretamente na faixa premium.

    Interior do GWM 05

    Imagem: Divulgação/GWM

    SUV elétrico tem porte próximo ao Corolla Cross

    Um dos pontos que mais chamam atenção no Ora 5 é o tamanho. O SUV tem 4,47 m de comprimento, 1,83 m de largura e 2,72 m de entre-eixos.

    Na prática, ele fica em uma faixa de porte semelhante à de SUVs médios, o que ajuda a explicar a comparação com modelos como o Toyota Corolla Cross. Em relação ao Ora 03, o novo modelo é maior e oferece mais espaço interno.

    As principais medidas são:

    • comprimento: 4,47 m;
    • largura: 1,83 m;
    • entre-eixos: 2,72 m;
    • carroceria: SUV elétrico;
    • proposta: uso familiar e urbano.

    Esse conjunto pode ser importante para a GWM, já que o mercado brasileiro tem forte preferência por SUVs.

Tecnologia é aposta para justificar preço perto dos R$ 200 mil

O Ora 5 também chega com uma lista forte de equipamentos. A GWM aposta em conectividade, assistentes de condução e recursos digitais para diferenciar o SUV elétrico.

Entre os itens divulgados estão central multimídia de 14,6 polegadas, painel digital de 10,25 polegadas, comandos de voz com inteligência artificial, internet embarcada e atualizações remotas.

O modelo também deve oferecer pacote ADAS 2+, teto solar panorâmico, bancos dianteiros com ajustes elétricos e tecnologia V2L, que permite usar a bateria do carro para alimentar equipamentos externos.

Outro ponto importante é o estepe adaptado ao mercado brasileiro, item que costuma pesar na decisão de compra de parte dos consumidores.

O que falta a GWM revelar sobre o Ora 5?

Apesar da abertura da pré-venda, a GWM ainda não confirmou todos os dados técnicos da versão brasileira. Potência, capacidade da bateria, autonomia oficial e tempo de recarga devem ser revelados junto ao preço.

Em outros mercados, o Ora 5 usa motor elétrico dianteiro de 204 cv e bateria de 58,3 kWh. A autonomia pode chegar a 520 km no ciclo chinês, mas o número brasileiro pelo Inmetro tende a ser menor.

Se vier mesmo perto dos R$ 200 mil, o GWM Ora 5 pode se tornar uma das apostas mais importantes da marca no Brasil. O SUV amplia a linha elétrica da empresa e entra em uma categoria cada vez mais disputada por BYD, Volvo e outras fabricantes.



Fonte: Garagem 360

  • SUV de luxo da Volkswagen decepciona em consumo e falta de versão flex

    SUV de luxo da Volkswagen decepciona em consumo e falta de versão flex

    O segmento de utilitários esportivos premium registra debates intensos neste início de junho de 2026.

    A chegada do Volkswagen Tiguan R-Line trouxe atualizações visuais e sofisticação para o catálogo da marca alemã, mas algumas escolhas de engenharia não estão agradando o bolso dos consumidores de alto padrão.

    O modelo de luxo, que tenta justificar seu preço elevado por meio do pacote tecnológico, virou alvo de discussões devido ao seu consumo de combustível e à ausência completa de uma motorização flex ou híbrida, focando estritamente no uso de gasolina premium.

    O desafio do consumo de combustível no tráfego urbano

    O Tiguan R-Line aposta no motor 2.0 TSI acoplado à transmissão automatizada de dupla embreagem DSG.

    Embora o conjunto entregue um rodar suave e dinâmico, os números de consumo de combustível em ciclos urbanos reais têm deixado potenciais compradores e frotistas em alerta.

    Os fatores que pesam na planilha de custos do veículo incluem:

    • Dependência da Gasolina: Sem a flexibilidade do etanol, o proprietário fica vulnerável às oscilações de preço do combustível fóssil nas bombas.

    • Eficiência Energética: Em comparação com a geração anterior e com SUVs modernos equipados com assistência elétrica, o modelo importado exige mais visitas aos postos de abastecimento.

    • Peso Potência: O porte avantajado e o sistema de tração integral permanente demandam mais energia nas arrancadas severas do trânsito das cidades.

    A falta de versão flex ou eletrificada diante dos concorrentes

    A decisão da Volkswagen de manter o SUV de luxo alimentado apenas por gasolina contrasta com a realidade do mercado automotivo nacional em 2026.

    O consumidor brasileiro dessa faixa de preço prioriza a inteligência financeira e a sustentabilidade, buscando veículos que ofereçam sistemas híbridos ou, no mínimo, a opção de combustíveis renováveis para proteger o patrimônio contra desvalorizações acentuadas.

    A ausência de uma motorização flex ou híbrida plug-in abre uma janela de oportunidade para os rivais diretos brilharem no varejo.

    Modelos eletrificados da concorrência oferecem autonomias combinadas muito superiores e custos por quilômetro rodado drasticamente menores.

    Para quem busca uma transação comercial protegida e liquidez garantida na revenda futura, colocar os gastos de combustível na ponta do lápis tornou-se um passo obrigatório antes de assinar o cheque na concessionária.



    Fonte: Garagem 360

  • Renault Boreal enfrenta críticas por preço elevado e suspensão simples

    Renault Boreal enfrenta críticas por preço elevado e suspensão simples

    O concorrido segmento de utilitários esportivos registra debates intensos neste início de junho de 2026.

    O lançamento do Renault Duster Boreal 2026 chegou às concessionárias com a missão de expandir a participação da marca francesa, mas vem enfrentando uma forte onda de contestação por parte de analistas e consumidores.

    Avaliado no patamar de R$ 130.000,00, o modelo é alvo de queixas centralizadas em seu posicionamento de tabela e na ausência de inovações técnicas urgentes, o que exige cautela e inteligência financeira por parte do comprador que planeja uma transação comercial protegida.

    O impacto do preço de R$ 130.000,00 e a pressão dos concorrentes

    O principal ponto de insatisfação do público reside na relação entre o custo de aquisição e a entrega de valor tecnológico.

    Ao fixar o preço do Duster Boreal na faixa de R$ 130.000,00, a Renault colocou o modelo em rota de colisão direta com SUVs compactos modernos e consolidados, que oferecem pacotes muito mais agressivos de conectividade, segurança ativa e eficiência energética pelo mesmo investimento financeiro.

    Essa desvantagem competitiva fica evidente frente aos principais rivais da categoria:

    • Chevrolet Tracker e Hyundai Creta: Apresentam arquiteturas eletrônicas mais sofisticadas, com assistências avançadas ao condutor e melhor percepção de refinamento interno.

    • Volkswagen T-Cross e Fiat Pulse: Destacam-se por oferecer conjuntos mecânicos mais eficientes e modernos, além de uma lista de equipamentos de série que atrai o consumidor corporativo e o comprador particular.

    Limitações mecânicas e as queixas sobre suspensão e desempenho

    A maior desvantagem técnica apontada no veículo repousa em seu conjunto dinâmico antiquado.

    Em um mercado que exige máxima suavidade de rodagem para proteger o bem-estar da família, a escolha da montadora por manter um sistema de suspensão simples e sem grandes evoluções compromete a experiência de condução.

    As críticas severas ao comportamento dinâmico do SUV concentram-se nos seguintes fatores:

    Ainda que o utilitário preserve qualidades históricas como a robustez construtiva da carroceria e o excelente espaço interno para bagagens, o pacote atualizado perde fôlego no quesito custo-benefício.

    Colocar essas limitações na ponta do lápis é indispensável em 2026 para evitar dores de cabeça com a desvalorização futura no mercado de seminovos.



    Fonte: Garagem 360

  • Durigan diz apoiar PEC da autonomia do BC, mas adverte cuidado com projeto

    O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou na noite de terça-feira (9), ser favorável ao fortalecimento do Banco Central com a aprovação da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 65, que garante autonomia orçamentária e financeira ao BC.

    Ele advertiu, no entanto, que “é preciso tomar cuidado, porque a pretexto de fortalecer o BC, uma série de outras regras podem ser incluídas e isso pode atrapalhar”.

    Conforme o Broadcast noticiou mais cedo na terça, a equipe econômica do governo Lula trabalha em uma alternativa à PEC. A ideia seria manter o BC como autarquia, mas com maior autonomia para gerir os próprios recursos.

    A PEC 65 é o primeiro item da pauta da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado desta quarta-feira, (10).

    O presidente do colegiado, senador Otto Alencar (PSD-BA), garantiu, em entrevista ao Broadcast, que a matéria será votada e não há possibilidade de retirar o texto da pauta.

    O relator senador Plínio Valério (PSDB-AM), descartou qualquer possibilidade de acolher uma mudança no texto.

    Apesar disso, Durigan disse que pretende falar novamente com Plínio Valério “para que a gente tenha espaço de arrumar o texto e não ter um texto ruim sendo votado no Senado”.



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Árbitro somali barrado da Copa nos EUA diz que decisão foi “destino”

    O árbitro somali Omar Abdulkadir Artan afirmou nesta quarta-feira (9) que a decisão dos Estados Unidos de impedir sua entrada no país para a Copa do Mundo foi uma questão de “destino” e pediu que seus compatriotas não perdessem a esperança.

    Artan, eleito árbitro africano do ano em 2025, estava prestes a fazer história como o primeiro somali a participar da arbitragem de uma Copa do Mundo. No entanto, ele foi impedido de entrar nos Estados Unidos no último fim de semana.

    Na terça-feira, o governo do presidente Donald Trump afirmou que a entrada do árbitro foi negada por supostas ligações com “membros suspeitos de organizações terroristas”.

    “O que aconteceu, aconteceu, e foi destino. Sou grato pelo apoio que a FIFA me deu”, disse Artan a jornalistas após retornar à capital da Somália, Mogadíscio.

    O árbitro também fez um apelo aos jovens do país.

    “A Somália é nossa, seja nos momentos bons ou ruins. Quero dizer aos nossos jovens para não perderem a esperança em nosso país. Agora estou no meu país, e não há outro lugar onde eu queira estar”, afirmou.

    As políticas mais rígidas de imigração adotadas pelos Estados Unidos nos últimos anos já eram motivo de preocupação antes do Mundial. Washington implementou uma ampla restrição de entrada para cidadãos de 12 países, incluindo a Somália.

    A FIFA informou que Artan não poderá participar da preparação nem atuar durante o torneio, que será realizado nos Estados Unidos, México e Canadá e começa nesta quinta-feira.

    Copa do Mundo: veja as seleções que participaram de finais do Mundial



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Revisões do Sonic custam R$ 3.588; veja quanto Pulse e Tera cobram

    Revisões do Sonic custam R$ 3.588; veja quanto Pulse e Tera cobram

    O planejamento financeiro na aquisição de um utilitário esportivo zero-quilômetro vai muito além do valor preenchido no momento da compra.

    Neste início de junho de 2026, a disputa no segmento de SUVs compactos na faixa de R$ 135.000,00 ganhou um novo capítulo com o desembarque do Chevrolet Sonic.

    Equipados com motorização 1.0 turbo e transmissão automática, o Sonic Premier, o Fiat Pulse e o Volkswagen Tera duelam intensamente pela preferência do consumidor.

    Para assegurar uma transação comercial protegida, avaliar a planilha de manutenção preventiva até os 50 mil quilômetros é uma etapa fundamental para o comprador consciente proteger o seu patrimônio.

    Enquanto o recém-lançado Chevrolet Sonic exibe preço oficial de tabela de R$ 134.990,00, trazendo condições promocionais de estreia fixadas em R$ 129.990,00, o Fiat Pulse e o Volkswagen Tera atuam em patamares financeiros muito semelhantes.

    A variação final de custo depende estritamente das campanhas regionais e dos bônus aplicados por cada rede de concessionárias.

    Na ponta do lápis

    O levantamento detalhado dos custos com as paradas obrigatórias de oficina aponta caminhos bem distintos para o bolso do proprietário.

    O equilíbrio entre o preço da nota fiscal e os gastos necessários para preservar a garantia de fábrica funciona como um excelente termômetro de liquidez para a revenda futura do bem.

    A distribuição dos valores de manutenção estipulados por cada montadora revela o seguinte cenário:

    • Chevrolet Sonic Premier: O plano de revisões programadas até os 50 mil quilômetros soma o valor tabelado de R$ 3.588,00, posicionando o modelo em um patamar intermediário de custos dentro da categoria.

    • Fiat Pulse: Apresenta alta competitividade financeira ao cobrar o valor de R$ 2.537,00 pelo somatório das três primeiras revisões na concessionária. A fabricante italiana não disponibiliza o custo fechado até a barreira dos 50 mil quilômetros em sua plataforma, mas a média parcial indica um perfil econômico.

    • Volkswagen Tera: Registra a planilha de manutenção mais onerosa do trio ao atingir a marca de 50 mil quilômetros rodados, exigindo do proprietário um desembolso consideravelmente superior em comparação direta com os donos de Sonic e Pulse.

    Diferenciais de desempenho e conectividade na categoria

    A escolha ideal do utilitário exige colocar as necessidades diárias de rodagem em primeiro plano. O Fiat Pulse destaca-se na liderança quando o foco do motorista reside em potência pura e menor consumo de combustível no perímetro urbano, entregando respostas ágeis no trânsito.

    Por sua vez, o Chevrolet Sonic Premier conquista pela calibração refinada de direção que remete ao comportamento dinâmico de um hatch, vindo equipado de série com um pacote robusto de sistemas eletrônicos de assistência ao condutor.

    O Volkswagen Tera sustenta o seu sucesso comercial apoiado na forte reputação institucional da marca alemã e na excelente liquidez de mercado.

    Contudo, o utilitário exige atenção extra na hora de fechar o negócio, pois o comprador precisa investir em pacotes adicionais de opcionais para equipar o veículo com itens de conforto que já vêm integrados de fábrica nos concorrentes, a exemplo do sistema de ar-condicionado automático digital.

    Colocar todos esses fatores na balança é o segredo de inteligência financeira para realizar uma compra consciente em 2026.



    Fonte: Garagem 360

  • Descubra como o Inter pode simplificar o seu dia a dia

    O Inter é uma instituição que oferece serviços financeiros centralizados e rotinas digitais em um único aplicativo. Além de eliminar a necessidade de múltiplos programas, permite criar contas gratuitamente, com cartão de crédito sem anuidade.

    Seu ecossistema digital inclui assistente de inteligência artificial e canais de atendimento completos.

    Melhorias no Super App facilitam dia a dia dos clientes

    Super App do Inter traz uma série de funcionalidades para os clientes da instituição financeira. É possível resolver várias pendências pelo aplicativo, evitando múltiplos acessos e interfaces.

    A experiência integrada oferece: 

    • Marketplace: um shopping com ofertas das maiores lojas do Brasil e cashback direto na conta. 
    • Super recarga: é possível fazer recarga de celular, de TV e de vale-transporte diretamente pelo aplicativo. 
    • Plano de celular: portabilidade de número e planos sem fidelidade, a partir de R$ 15, com gigas bônus e outras vantagens. 
    • Chip internacional: para quem vai viajar para o exterior, ativado na sua Conta Global. 

    Lançamento da Seven ajuda na gestão financeira

    O lançamento da Seven fortaleceu o processo de hiperpersonalização do Super App. A agente de IA realiza categorização e insights do orçamento, automação de ações, alertas inteligentes e apoio no planejamento financeiro.

    Funciona a partir de três etapas simples: o cliente delega uma tarefa, acompanha a execução e aprova o resultado antes de qualquer operação.

    Entre as principais funcionalidades estão:

    • transferências via Pix; 
    • compra de gift cards; 
    • parcelamento de compras no cartão de crédito global; 
    • reinvestimento de valores com resgate automático; 
    • análises de extrato e fatura; 
    • atendimento e resolução de dúvidas frequentes sobre produtos e serviços; 

     IA e hiperpersonalização melhoraram índices de eficiência operacional

    No primeiro trimestre de 2026 o Inter acumulou uma série de recordes nas suas métricas operacionais, resultado de diferentes estratégias da companhia, inclusive com melhorias no Super App.

    • 44 milhões de clientes; 
    • índice de eficiência operacional de 43,8%; 
    • expansão da carteira de crédito, que cresceu 33% entre um ano e outro, para R$ 50 bilhões; 
    • combinando cartões e Pix, o volume de pagamentos chegou a R$ 1,7 trilhão; 
    • lucro líquido de R$ 395 milhões. 



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Granos troca de controle e mira R$ 1 bilhão com aquisições e exportações

    Um tropeço no meio do caminho não permitiu que a Granos Alimentos, especializada em vegetais congelados, deixasse de ser interessante para investidores. E então, depois de dez anos sob comando do fundo Arlon, a gestora Cleam Capital conseguiu o controle da empresa. 

    A troca de comando ocorreu em momento de interesse de ambas as partes. O vendedor é uma gestora americana criada pela Continental Grain Company, que tinha ficado apenas com esse ativo no Brasil e pretendia fazer o desinvestimento. Já o comprador é a Cleam Capital, family office do empresário Wellington Guimarães, fundador da Show Tecnologia, empresa de rastreamento e gestão de frotas. 

    Guimarães ganhou projeção no mercado após expandir a Show Tecnologia e adquirir a Omnilink, empresa de rastreamento veicular que pertencia ao Pátria Investimentos. A compra da Granos marca uma diversificação dos investimentos da família para além do setor de tecnologia. 

    O valor na negociação não foi divulgado, mas a Granos é uma empresa de faturamento de R$ 300 milhões e que se consolidou no mercado de congelados, após apenas um erro na história: investir em plant-based em 2023, quando comprou a Gerônimo.   

    “Foi uma decisão ruim. Era uma moda e não se mostrou sustentável porque o consumidor entendeu que as fórmulas dos produtos não eram adequadas, apesar de as nossas proteínas vegetais serem clean label”, diz à CNN, Fernando Giansante, CEO da Granos desde 2018.  

    “Perdemos 50% do que investimentos”, resume.  

    Agora, com novo controle, a meta é crescer três vezes em cinco anos e chegar a um faturamento de R$ 1 bilhão 

    Para isso, está no projeto a aquisição de outras empresas, tanto de vegetais congelados, quanto de frutas, além do início das exportações.  

    A empresa chegou a realizar seu primeiro embarque para os Estados Unidos após obter certificações internacionais, mas os planos foram temporariamente afetados pelo aumento das tarifas de importação e pelas condições cambiais.” 

    Mercado de congelados

    A Granos é hoje a maior empresa de legumes congelados do país, com 40% do mercado, mas muito concentrada nas regiões Sul e Sudeste. O produto principal é o brócolis, mas a empresa também comercializa couve-flor, mix de legumes e ervilha. A batata fica de fora. 

    “O mercado de batata pré-frita é outro, com enormes players que têm distribuição diferente. Mas somos parceiros de alguns deles na produção com marca terceira”, explica Giansante. 

    “O mercado americano pode ser um importante alavanca de crescimento. O Equador, por exemplo, exporta mais de 60 mil toneladas de brócolis por ano para os Estados Unidos, enquanto toda a indústria brasileira de vegetais congelados produz menos do que isso”, afirma o executivo. 

    O faturamento da Granos é dividido um terço proveniente da terceirização (co-parker), um terço produção e venda com marca própria no varejo, e o restante vem do fornecimento de produtos ao food service. Entre os clientes de marca estão Bonduelle e Swift 

    Mais barato do que se pensa

    O consumo de vegetais congelados é ainda muito concentrado no Sudeste do país e Giansante vê oportunidades para expandir. “É um produto mais barato, mas o consumidor não está habituado a essa conta. Ninguém compra um quilo de brócolis em florete. Nesse volume, nosso produto é cerca de 40% más barato que o fresco.” 

    O executivo vê a expansão do mercado com vendas no atacarejo e expansão de marmitas saudáveis. “Com as canetas de emagrecimento e sem as pessoas terem tempo para cozinhar, os congelados são o futuro. São saudáveis, nutritivos e fáceis de preparar.” 

    No centro do sucesso da Grano, Giansante ressalta a parceria com 100 produtores rurais para garantir a sustentabilidade e o fornecimento do brócolis. Em 2025, R$ 24,3 milhões foram destinados à agricultura familiar em contratos futuros.  

    “Garantimos a compra de toda a produção, de acordo com parâmetros pré-definidos, disse o executivo. Os demais vegetais são comprados no mercado spot. 

    Conflito no Oriente Médio ameaça agricultores brasileiros



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • BYD Dolphin Mini cai -17,4%; montadora anuncia mais de R$ 17.777,77 de desconto para reagir

    BYD Dolphin Mini cai -17,4%; montadora anuncia mais de R$ 17.777,77 de desconto para reagir

    O BYD Dolphin Mini começou junho em ritmo mais lento, mesmo ainda aparecendo entre os carros mais vendidos do Brasil. O compacto elétrico soma 1.138 unidades emplacadas até o dia 7, com queda de 17,4% frente ao mesmo período de maio.

    Ainda assim, o modelo segue em posição relevante no ranking geral. O Dolphin Mini aparece em 7º lugar entre todos os veículos e em 6º entre os automóveis, à frente de nomes como BYD Song, Fiat Argo, Chevrolet Onix, GM Tracker e BYD Dolphin.

    Dolphin Mini cai, mas segue no grupo de cima

    A queda chama atenção porque o Dolphin Mini vinha funcionando como um dos principais símbolos da força da BYD no mercado brasileiro. Mesmo com preço acima dos compactos populares a combustão, o elétrico conseguiu entrar na briga direta com hatches tradicionais.

    Em junho, porém, o ritmo perdeu força. A retração de 17,4% coloca o modelo em alerta, especialmente em um mês no qual rivais como Hyundai Creta, Toyota Yaris Cross, Corolla Cross e Jeep Renegade aparecem com avanço no ranking parcial.

    O cenário mostra uma disputa cada vez mais apertada. O Dolphin Mini segue bem colocado, mas já não aparece apenas como surpresa positiva. Agora, precisa defender espaço contra carros mais baratos, SUVs compactos e até outros modelos eletrificados da própria BYD.

    Oferta da BYD tenta segurar reação em junho

    Para manter o Dolphin Mini competitivo, a BYD mantém condições comerciais para as versões GL e GS durante junho. A campanha combina preço sugerido, entrada reduzida em relação à versão superior e parcelas mais baixas no financiamento.

    Na prática, a diferença entre as duas configurações ajuda a sustentar a leitura de uma soma de vantagens acima de R$ 17.777,77, considerando preço, entrada e custo final a prazo.

    Versão Preço sugerido Entrada Parcelas Total a prazo
    Dolphin Mini GL R$ 109.990 R$ 76.993 60x de R$ 901,20 R$ 131.064,87
    Dolphin Mini GS R$ 119.990 R$ 83.993 60x de R$ 999 R$ 143.933

    A diferença de preço sugerido entre as versões é de R$ 10 mil. Já no total a prazo, a distância passa de R$ 12,8 mil, enquanto a entrada fica R$ 7 mil menor na configuração GL.

    Como essa conta pesa para o consumidor

    A redução não aparece como um corte único de tabela em uma só versão. O ponto central está na combinação de valores mais baixos em diferentes etapas da compra. Na comparação entre as ofertas, o consumidor encontra:

    BYD Dolphin Mini

    Imagem: Divulgação/BYD

    BYD tenta evitar perda de fôlego no mês

    A movimentação da BYD acontece em um momento sensível. O Dolphin Mini ainda está forte no ranking, mas a queda parcial indica que a disputa pelos primeiros lugares ficou mais difícil em junho.

    O carro continua tendo um trunfo importante: é um elétrico de entrada com grande visibilidade e forte apelo urbano. Porém, a reação dos rivais e a pressão por preço obrigam a marca a manter ofertas mais agressivas para preservar o ritmo.

    Com isso, junho vira um teste para o Dolphin Mini. O modelo ainda está no topo da briga, mas precisa transformar as condições comerciais em vendas para evitar que a queda de 17,4% ganhe mais peso no fechamento do mês.



    Fonte: Garagem 360

  • BYD reduz barreiras e Dolphin ganha descontão e parcelas de R$ 3.271,00

    BYD reduz barreiras e Dolphin ganha descontão e parcelas de R$ 3.271,00

    O BYD Dolphin voltou a chamar atenção em junho com uma condição que reduz a barreira para quem pensa em trocar o carro a combustão por um elétrico.

    Na campanha localizada em rede da marca, o BYD Dolphin Plus 2025 aparece por R$ 184.800, com taxa 0%, bônus de R$ 5 mil no usado e financiamento em 24 parcelas de R$ 3.271.

    A oferta coloca o hatch elétrico em uma faixa mais competitiva para quem busca um modelo acima do Dolphin Mini, mas ainda sem avançar para SUVs eletrificados mais caros.

    Dolphin Plus ganha força com bônus e taxa 0%

    A principal mudança na percepção de preço vem da combinação entre bônus e financiamento. Em vez de apostar apenas em desconto direto, a campanha usa três atrativos ao mesmo tempo:

    • preço anunciado de R$ 184.800;
    • taxa 0% no financiamento;
    • bônus de R$ 5 mil no usado;
    • 24 parcelas de R$ 3.271.

    Com isso, a BYD tenta deixar o Dolphin Plus mais próximo de consumidores que já consideravam entrar no segmento elétrico, mas ainda viam o preço inicial como obstáculo.

    A condição, porém, exige atenção. O valor da parcela não se refere ao Dolphin mais barato da linha, e sim ao Dolphin Plus, versão superior do hatch.

    BYD tenta acelerar a disputa entre elétricos

    O Dolphin Plus ocupa uma posição estratégica dentro da gama da marca. Ele fica acima do Dolphin convencional e do Dolphin Mini, entregando uma proposta mais completa em desempenho, equipamentos e autonomia para quem quer um elétrico com mais fôlego no uso diário.

    Na prática, a oferta ajuda a BYD a atacar dois públicos:

    A estratégia também mostra como as montadoras chinesas seguem pressionando o mercado nacional com condições agressivas.

    Em junho, a disputa deixou de ser apenas por preço de tabela. Financiamento, bônus no usado e taxas promocionais passaram a pesar mais na decisão de compra.

    Oferta do Dolphin pede atenção antes da compra

    Mesmo com taxa 0%, o comprador precisa olhar a simulação completa antes de fechar negócio.

    Condições como entrada, aprovação de crédito, validade da campanha, disponibilidade de estoque e avaliação do usado podem alterar o resultado final da negociação.

    Ainda assim, o pacote anunciado reforça o esforço da BYD para tornar o Dolphin Plus mais competitivo em um momento de disputa forte entre elétricos, híbridos e SUVs compactos.

    Para quem busca um hatch elétrico mais completo, a parcela de R$ 3.271 vira um chamariz importante. Para a concorrência, é mais um sinal de que a BYD segue disposta a mexer no preço percebido sem depender apenas de corte direto na tabela.



    Fonte: Garagem 360