Autor: automoveis

  • Localização para garantir competitividade

    Localização para garantir competitividade

    Os desafios não são poucos para as montadoras já instaladas no País com aumento da concorrência, em especial a chinesa, além de um ambiente global carregado de tensões. Para enfrentar as novas condições, que também se transformam de maneira acelerada,  a saída é garantir e promover a competitividade.

    Ao menos assim resumiu “A estratégia global das montadoras e as condições para o Brasil competir”, painel da Anfavea Visions 2026, na tarde de terça-feira, 9, do qual participaram Herlander Zola, presidente da Stellantis South America, Evandro Maggio, presidente da Toyota do Brasil, e Ariel Montenegro, presidente da Renault Geely Brasil.

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    No debate, localização da produção se destacou como um modelo já adotado pela agenda da indústria automotiva brasileira desde o nascimento e que, diante dos novos enfrentamentos, não deve ser abandonada.

    Para o líder da Toyota, ao longo dos anos se formou uma cadeia de valor robusta que precisa ser preservada. “Temos um ativo forte que nos dá oportunidade de tirar o melhor, como engenharia de qualidade, matriz energética limpa, biocombustíveis. É importante enriquecer a agenda e prestar atenção na velocidade para não ficar para trás.”

    O representante da Stellantis reforça ao entender que localização e engenharia são pilares para manter a relevância da indústria brasileira no cenário global, mas também pondera diante da avalanche de entrantes no mercado brasileiro.

    “Além de buscar a competitividade de maneira contínua, também é preciso ser flexível para se adaptar rapidamente. Difícil é competir com o custo chinês. Aço, por exemplo, custa 30% menos.”

    A transformação acelerada é justamente o ponto que Montenegro chama atenção. “A mudança se mostra marcada por novas marcas e escala. O que funcionou no passado, pode não funcionar agora, a equação não é simples. Localização, capacidade de adaptação e agilidade devem andar juntas. Mas também itens como logística e educação são fundamentais para garantir competitividade.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Nem Fiat Argo, nem Onix Plus: novo carro automático mais barato do Brasil custa R$ 103.190

    Nem Fiat Argo, nem Onix Plus: novo carro automático mais barato do Brasil custa R$ 103.190

    O mercado brasileiro acaba de ganhar um novo carro automático mais barato. O posto agora pertence ao Chevrolet Onix 1.0 Turbo Eco AT, lançado na linha 2027 com preço de tabela de R$ 103.190.

    A chegada da versão muda a disputa entre os automáticos de entrada e deixa para trás nomes conhecidos, como Fiat Argo e até o Onix Plus, que aparece logo depois na lista.

    Chevrolet Onix Eco vira o automático mais barato do Brasil

    O novo Onix Eco usa motor 1.0 turbo movido apenas a etanol, combinado ao câmbio automático de seis marchas. A configuração entrega 115,5 cv de potência e 16,8 kgfm de torque.

    Na prática, a Chevrolet criou uma versão mais barata ao abrir mão da tecnologia flex. Por isso, o carro não aceita gasolina, o que precisa entrar na conta de quem busca economia no preço de compra.

    Ainda assim, o conjunto chama atenção porque une motor turbo, câmbio automático e preço abaixo de rivais diretos. O modelo também acelera de 0 a 100 km/h em 10,5 segundos e pode fazer até 11,1 km/l na estrada com etanol.

    Farol do Chevrolet Onix

    Imagem: Reprodução/Chevrolet

    Ranking dos carros automáticos mais baratos do Brasil

    A nova lista dos automáticos mais acessíveis mostra uma mudança importante: o Fiat Argo perdeu espaço e ficou atrás das versões mais baratas do Onix.

    Posição Modelo Preço Configuração
    Chevrolet Onix 1.0 Turbo Eco AT R$ 103.190 1.0 turbo etanol, automático
    Chevrolet Onix Plus 1.0 Turbo Eco AT R$ 106.790 1.0 turbo etanol, automático
    Fiat Argo Drive 1.3 CVT R$ 108.990 1.3 flex, CVT
    Chevrolet Onix 1.0 Turbo AT R$ 109.290 1.0 turbo flex, automático
    Fiat Argo Trekking 1.3 CVT R$ 111.990 1.3 flex, CVT

    A diferença entre o novo líder e o Fiat Argo Drive 1.3 CVT é de R$ 5.800. Já contra o Argo Trekking 1.3 CVT, a vantagem sobe para R$ 8.800.

Preço menor tem uma condição importante

O ponto que pode dividir opiniões está no combustível. O Onix Eco custa menos, porém roda exclusivamente com etanol.

Para quem o Onix Eco faz mais sentido?

A versão tende a fazer mais sentido para quem:

Por outro lado, quem viaja bastante ou mora em locais onde o etanol é caro pode preferir uma versão flex tradicional, mesmo pagando mais.

Argo e Onix Plus ficam pressionados

A chegada do Onix Eco mexe principalmente com o Fiat Argo, que era uma das escolhas mais lembradas entre os automáticos acessíveis.

O Onix Plus também entra na disputa, mas em outra posição. Ele passa a ser uma alternativa para quem quer um sedã automático mais barato, enquanto o hatch assume o posto de menor preço geral.

Com isso, a Chevrolet ganha uma nova arma na briga dos carros automáticos de entrada. O preço de R$ 103.190 coloca o Onix Eco no centro da conversa, mesmo com a limitação de rodar apenas com etanol.



Fonte: Garagem 360

  • Virginia e Vini Jr. voltaram? Fãs reúnem pistas de suposta reaproximação

    O ex-casal Virginia e Vini Jr. são alvos de novos rumores de que estariam vivendo uma reaproximação. Fãs notaram alguns sinais nas redes sociais da empresária e do jogador que apontariam que eles teriam se reconciliado.

    Virginia está nos Estados Unidos para fazer a cobertura da Copa do Mundo de 2026, e já chegou ao país para os preparativos, enquanto o atleta também está por lá na Seleção Brasileira. Enquanto os dois estão no mesmo lugar, algumas coincidências foram apontadas pelos internautas.

    A principal teoria surgiu após o jogo da NBA no Madison Square Garden, em Nova York, que aconteceu na noite de segunda (8). O assessor pessoal do atacante, Felipe Silveira, compartilhou alguns registros em seu Instagram do lugar em que estava assistindo à partida em uma posição muito semelhante à mostrada por Virginia, o que fez usuários criarem a teoria de que talvez tenham acompanhado o jogo juntos ou próximos.

    Outro ponto que não passou despercebido pelo público foi que a influenciadora apagou o post de suas redes que anunciava o término com Vini Jr. Ela compartilhou um post em seu TikTok no dia do anuncio do rompimento, em 15 de maio, e recentemente apagou a publicação.

    Término

    A influenciadora Virginia anunciou o término com Vini. Jr. em 15 de maio, após sete meses de relacionamento. Ela não revelou o motivo por trás da decisão e pediu que seus seguidores respeitassem sua privacidade e a dos envolvidos no momento.

    “Ao longo da minha vida, aprendi a nunca negociar aquilo que, pra mim, é inegociável. Então, quando algo deixa de fazer sentido, eu prefiro ter maturidade para encerrar com carinho do que permanecer por permanecer. Torço muito pela felicidade e pelo sucesso do Vinicius, e tudo isso com muito carinho”, escreveu ela junto a uma foto do casal em preto e branco.


    Virginia (esq.) publicou uma foto assistindo ao jogo da NBA em uma posição parecida com a do assessor de Vini Jr. • Reprodução/ Instagram

    Teorías de volta de Virginia e Vini Jr. • Reprodução/Instagram

    Fim de Virginia e Vini Jr.: relembre namoro e polêmicas do casal

    *Publicada por Larissa Santos.



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • 6×1: Otto aguarda Alcolumbre, mas diz que não pautará PEC alternativa

    O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Otto Alencar (PSD-BA), afirmou nesta terça-feira (9) que não pautará no colegiado a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) do regime alternativo ao fim da escala trabalhista 6×1, apresentada por senadores da oposição. O texto cria um regime flexível com base nas horas trabalhadas.

    Segundo relatou à CNN Brasil, não faz sentido pautar a matéria neste momento, enquanto há outras propostas sobre o mesmo tema ainda sendo negociadas e o texto da oposição foi apresentado de “última hora”, em 28 de maio.

    Senadores da oposição e parte do empresariado têm pressionado o Senado a andar com essa proposta. No entanto, ainda não há perspectivas de datas sobre nenhuma das matérias relacionadas a mudanças na escala e na jornada trabalhista no país.

    Otto pretendia se reunir com Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) nesta terça, mas o encontro foi desmarcado pelo presidente do Senado. Alcolumbre, por sua vez, se reuniu com o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães, e outras lideranças na Residência Oficial do Senado. Não houve nenhum anúncio oficial.

    A PEC articulada pelo Planalto com o presidente da Câmara Hugo Motta (Republicanos-PB) foi aprovada em dois turnos com placares amplos e apoio maciço inclusive da oposição na Casa. Ela propõe uma escala 5×2, com jornada de trabalho de até 40 horas semanais e até 14 meses de prazo para ser implementada, a contar da data de sua promulgação.

    Agora, a proposta será analisada pelo Senado, mas ainda não chegou à CCJ – falta um despacho que acaba passando também por Alcolumbre.

    Apesar da preferência agora pelo texto aprovado na Câmara em detrimento do proposto pela oposição, Otto Alencar diz preferir outra PEC que também trata sobre o fim da escala 6×1, já foi aprovada na CCJ e está pronta para deliberação no plenário do Senado desde o final do ano passado. Se possível, essa PEC seria a primeira da lista a ser tocada.

    Otto vem cobrando Alcolumbre para que paute essa proposta. Contudo, não há perspectiva de andamento, até agora.

    Essa proposta em questão reduz progressivamente a jornada de trabalho de 44 horas semanais para 36 horas, com dois dias de descanso.



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Haval H6 ganha motorização flex para voos mais altos

    A linha 2027 do Haval H6 carrega novidade mais que aguardada por boa parte dos potenciais consumidores do SUV médio. A GWM apresentou nesta terça-feira, 9, e já oferece na rede de concessionárias e nos canais digitais, motorização flex para todas as versões.

    O utilitário esportivo campeão de vendas da marca é, assim, o primeiro plug-in híbrido de produção nacional, projeto que demandou mais de 400 mil quilômetros rodados, segundo a montadora.

    São quatro opções, com preços a partir R$ 199.900,00 para HEV One, R$ 225.000,00 para a HEV2, R$ 250.000,00 para a PHEV19, R$ 290.000,00 para a PHEV35 e R$ 326.000,00 para a topo de gama GT, única que não teve o aumento de R$ 1 mil promovidos nas demais.

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    O Haval H6 é produzido em Iracemápolis, SP, desde o ano passado. Para dispor de sistema flex, passou por várias adequações, reforça a montadora. O motor 1.5 turbo a combustão recebeu novas bombas de combustível de baixa e alta pressão compatíveis com etanol hidratado, bicos injetores com geometria específica para o combustível, assim como as velas de ignição.

    Foram adequadas também válvulas, juntas, vedações e demais peças que têm contato com o combustível. A GWM dotou o H6 ainde de sensor de etanol integrado ao sistema de gerenciamento eletrônico.

    Versões e preços

    HEV ONE: R$ 199.900,00
    HEV2: R$ 225.000,00
    PHEV19: R$ 250.000,00
    PHEV35: R$ 290.000,00
    GT: R$ 326.000,00

    A GWM já vendeu 16,2 mil unidades do Haval H6 de janeiro a maio de 2026. É o 12º utilitário esportivo mais licenciado no mercado interno, superando o Toyota Corolla Cross, concorrente direto e que acumulou 15,5 mil unidades entregues aos clientes finais.

    Em igual período do ano passado, o modelo havia somado 10,2 mil licenciamentos e aparecia na 14ª posição.

    Esse salto de ordem de 60% nas vendas, em um segmento que avançou 32% na mesma comparação, indica que o agora conforto de poder rodar com gasolina e etanol só deve reforçar a presença no H6 entre as primeiras opções do consumidores interessados em um SUV médio.

    E, por consequência, mais dificuldades para os concorrentes. Alguns até de segmentos e faixas de preços inferiores.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Dino impõe multa por falta de transparência em emendas ao setor de eventos

    O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou nesta terça-feira (9) a aplicação de multa a estados e municípios que receberam emendas parlamentares para realização de eventos entre 2020 e 2024 e não cumpriram com as exigências de transparência definidas pela Suprema Corte. De acordo com o ministro, a multa será de 1% sobre o valor da emenda recebida e aplicada diariamente até que a situação seja regularizada.

    A decisão foi tomada no âmbito das ações que tratam da transparência e da rastreabilidade das chamadas “emendas Pix“. Segundo o ministro, ainda há omissões na apresentação de planos de trabalho, relatórios de gestão e prestações de contas relacionadas a verbas destinadas ao setor de eventos.

    O foco da apuração está em recursos que beneficiaram empresas enquadradas no Perse (Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos), criado durante a pandemia da covid-19 para conceder incentivos fiscais ao setor.

    Dino afirmou que, após mais de um ano de cobranças por parte do STF, órgãos federais ainda não conseguiram reunir todas as informações necessárias porque estados e municípios deixaram de apresentar documentos obrigatórios. De acordo com o ministro, a falta de dados compromete a fiscalização da aplicação dos recursos públicos e dificulta o controle sobre possíveis irregularidades.

    Na decisão, o magistrado citou informações encaminhadas pela AGU (Advocacia-Geral da União) segundo as quais parte dos planos de trabalho ligados às emendas ainda está em fase de complementação. Também foram identificados casos em que documentos não traziam informações completas sobre fornecedores contratados.

    Para Dino, a situação revela “persistentes deficiências de transparência e rastreabilidade” na destinação de recursos para eventos. O ministro afirmou que o cenário é especialmente preocupante quando envolve empresas beneficiadas pelo Perse, programa que concedeu expressivas renúncias fiscais ao setor.

    “Tal situação evidencia persistentes deficiências de transparência e rastreabilidade na destinação de emendas parlamentares voltadas à promoção de eventos, comprometendo a verificação da adequada aplicação dos recursos públicos e a efetividade dos mecanismos de controle institucional, especialmente em hipóteses nas quais as verbas beneficiam empresas contempladas pelo Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos – Perse, regime que, em razão dos expressivos benefícios fiscais concedidos, exige elevado grau de integridade e controle na gestão das verbas públicas envolvidas”, escreveu Dino.

    A multa será aplicada aos entes federativos que permanecerem omissos na apresentação dos planos de trabalho, na complementação de documentos já cadastrados ou na entrega dos relatórios de gestão.

    Segundo a decisão, os valores arrecadados com essas multas serão destinados a uma conta específica da União voltada ao financiamento de ações de transparência, controle, auditoria e rastreamento de emendas.

     



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Novo Renault Boreal será híbrido e terá mais de 177 cv de potência; veja o que já sabemos

    Novo Renault Boreal será híbrido e terá mais de 177 cv de potência; veja o que já sabemos

    O Renault Boreal vai ganhar uma versão híbrida no Brasil e promete ampliar a disputa entre os SUVs médios eletrificados. A novidade foi confirmada pela direção da marca e deve chegar como uma resposta direta ao avanço de rivais que já apostam em algum nível de eletrificação.

    Atualmente, o Boreal vendido no país usa motor 1.3 TCe turbo flex, com 163 cv de potência e 270 Nm de torque. Com o novo conjunto híbrido, a expectativa é que o SUV passe dos 177 cv e fique perto da faixa dos 180 cv.

    Renault Boreal híbrido deve chegar com motor turbo flex e apoio elétrico

    A Renault ainda não divulgou todos os detalhes técnicos da versão híbrida do Boreal. Porém, a configuração esperada combina o conhecido motor 1.3 TCe turbo flex com um motor elétrico auxiliar.

    Esse conjunto deve elevar a potência em relação ao Boreal atual, que já utiliza câmbio automático de dupla embreagem de seis marchas. A diferença é que a versão eletrificada tende a entregar uma proposta mais forte para quem busca desempenho, tecnologia e consumo mais equilibrado.

    A arquitetura esperada para o modelo também pode incluir motor elétrico no eixo traseiro. Com isso, o Boreal híbrido teria condições de oferecer tração variável, alternando entre uso dianteiro, traseiro ou integral conforme a demanda.

    O que já sabemos sobre o novo Boreal híbrido

    A principal mudança está na eletrificação. Embora a Renault ainda não tenha fechado preço, versões e consumo, alguns pontos já ajudam a entender o tamanho da aposta.

    Item Informação esperada
    Modelo Renault Boreal híbrido
    Motor térmico 1.3 TCe turbo flex
    Potência atual 163 cv
    Potência esperada Acima de 177 cv
    Torque atual 270 Nm
    Câmbio atual Automático EDC de 6 marchas
    Chegada prevista Primeiro semestre de 2027
    Segmento SUV médio

    O Boreal atual já conta com porte de SUV médio, altura livre do solo de 213 mm e porta-malas de 586 litros. Esses números ajudam a explicar por que a Renault deve usar a versão híbrida para reposicionar o modelo contra concorrentes mais caros e eletrificados.

    Boreal mira rivais como Compass, Corolla Cross, Taos e Haval H6

    A chegada do Boreal híbrido coloca a Renault em uma briga mais quente. O segmento reúne nomes como Jeep Compass, Toyota Corolla Cross, Volkswagen Taos, Ford Territory, BYD Song Plus e GWM Haval H6.

    Nesse cenário, potência acima de 177 cv pode ser um argumento importante. Porém, o sucesso da versão híbrida também vai depender de preço, consumo, equipamentos e estratégia comercial.

    Hoje, o Boreal parte de R$ 179.990 na linha nacional e chega a R$ 214.990 nas versões mais completas. Caso a Renault consiga posicionar o híbrido com preço competitivo, o SUV pode ganhar força justamente em uma faixa dominada por modelos eletrificados.

    A marca ainda deve detalhar a novidade nos próximos meses. Até lá, o Boreal híbrido aparece como uma das apostas mais importantes da Renault para tentar crescer entre os SUVs médios no Brasil.



    Fonte: Garagem 360

  • Dos 50 automóveis mais vendidos no Brasil, 30 são SUVs

    Dos 50 automóveis mais vendidos no Brasil, 30 são SUVs

    As vendas de utilitários esportivos superaram 503,7 mil unidades no acumulado de janeiro a maio. Com crescimento de quase 32% frente a igual período do ano passado, o segmento responde por 57,7% dos licenciamentos de automóveis de passeio, que avançou bem menos, 21,4% nos cinco primeiro meses.

    Esse eloquente domínio não surpreende mais. Participações próximas ou acima dos 50% são verificadas há aguns anos e, tendo ainda em consideração a quantidade de lançamentos de produtos previstos para os próximos meses, os SUVs podem alcançar e até ultrapassar o patamar dos 60% ainda em 2026 ou mais tardar 2027.

    Tanto quanto o porcentual das vendas, o número de utilitário esportivos entre os líderes de mercado sublinha essa ascensão desenfreada na última década.

    Da restrita lista dos 50 automóveis de passeio mais licenciados de janeiro a maio de 2026, nada menos do que 30 são utilitários esportivos — alguns, é verdade, muito mais próximos de crossovers —  e três deles aparecem ente os dez primeiros.

    A comparação com dez anos antes deixa o quadro ainda mais cristalino. Em 2016, primeiro ano cheio do Jeep Renegade nacional — modelo que fez papel de gasolina jogada na então tímida fogueira dos SUVs —, a categoria contava com somente 12 veículos entre os 50 primeiros.

    O SUV mais bem colocado então era o Honda HR-V, que aparecia na 9ª posição, mas com somente um terço das vendas do líder Chevrolet Onix.

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    A participação do segmento estava restrita a menos de 18% do total de automóveis de passeio negociados, índice que deixava os SUVs apenas com a terceira maior fatia e apenas 1 ponto porcentual acima dos sedãs pequenos.

    À frente apareciam os chamados carros de entrada, com 20,6% dos licenciamentos, e os hatches pequenos, então o maior segmento, com 26,4% do total. Este ano, até maio, esses mesmos produtos responderam por, respectivamente, 6,2% e 24,8% das vendas.

    Há uma década, o ranking dos 50 modelos mais vendidos era formado, além da uma dúzia de utilitários esportivos, por 18 hatches, 16 sedãs, 3 monovolumes e uma station wagon. Este ano, aparecem somente 11 hatches, 7 sedãs e 2 monovolumes, fora as três dezenas de SUVs.

    No total do mercado, em 2016 cinco categorias tinham acima de 8% de participação nos licenciamentos de automóveis de passeio, número que encolheu para apenas duas agora, ou seja, os próprios SUVs e hatches pequenos, líderes e vice-líderes.

    Portfólio em expansão

    A grande oferta de utilitários esportivos facilita essa soberania nas vendas. Milad Kalume, diretor da consultoria especializada K.Lume, calcula que o atual portfólio congrega pelo menos duzentos modelos à disposição dos consumidores,  considerando inclusive produtos ultrassegmentados, que vendem poucas unidades ao ano.

    “Mas entendo que este número tende a aumentar um pouco mais, principalmente em decorrência do segmento de SUVs médios e ainda mais dos pequenos”, analisa Kalume.

    O consultor ilustra a tendência com  a dissecação dos números de licenciamentos de anos recentes. Se em 2024 os utilitários pequenos representaram 31,9% das vendas de automóveis, em 2026 já dominam 35,4% dos emplacamentos.

    A fatia dos médios também cresceu de modo acentuado. Na mesma comparação, passou de 13% para 18%, um salto e tanto, com forte colaboração, em particular, das marcas quer começaram a operar  mais recentemente no País, leia-se as chinesas.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Bradesco lança financiamento do Haval H6 HEV2; SUV tem parcelas acessíveis em junho

    Bradesco lança financiamento do Haval H6 HEV2; SUV tem parcelas acessíveis em junho

    O Haval H6 HEV2 entrou em junho com uma condição comercial que chama atenção entre os SUVs híbridos médios. O modelo aparece no site da GWM com financiamento em 24 parcelas de R$ 3.905,18, taxa nominal zero e preço à vista de R$ 224 mil na simulação.

    A oferta, no entanto, exige uma entrada alta. Para chegar à parcela divulgada, o comprador precisa desembolsar R$ 134.400 no início do contrato, o equivalente a 60% do valor do veículo.

    Haval H6 HEV2 aposta em taxa zero para atrair compradores

    A condição comercial do Haval H6 HEV2 2026/2026 aparece como uma tentativa da GWM de manter o SUV competitivo em junho. O modelo híbrido parte de uma faixa acima de R$ 220 mil, mas a campanha reduz o peso mensal do financiamento.

    Na simulação divulgada, o saldo restante pode ser pago em 24 vezes de R$ 3.905,18. A taxa informada é de 0,00% ao mês e 0,00% ao ano.

    Ainda assim, o custo total a prazo chega a R$ 228.124,42. Isso acontece porque há cobrança de encargos e despesas ligadas ao contrato, com CET a partir de 0,36% ao mês e 4,45% ao ano.

    Condição do Haval H6 HEV2 em junho

    Item Condição informada
    Modelo Haval H6 HEV2 2026/2026
    Preço à vista R$ 224.000
    Entrada R$ 134.400
    Parcelamento 24 vezes
    Valor da parcela R$ 3.905,18
    Taxa nominal 0,00% a.m. e 0,00% a.a.
    Total a prazo R$ 228.124,42
    CET a partir de 0,36% a.m.
    Validade até 30/06/2026 ou fim do estoque

    Bradesco aparece em condição da GWM, mas junho tem outro banco

    O nome do Bradesco Financiamentos S.A. aparece nas condições comerciais da GWM para o Haval H6 HEV2. O detalhe importante é que o bloco vinculado ao banco traz validade até 31 de maio de 2026.

    Para junho, a condição exibida pela marca aparece ligada à Safra Financeira S.A., com os mesmos principais números da simulação: entrada de R$ 134.400, 24 parcelas de R$ 3.905,18 e taxa nominal zero.

    Essa diferença é importante porque evita confusão para o consumidor. Na prática, a chamada mais segura para junho está no financiamento do Haval H6 HEV2 em si, e não em uma campanha nova atribuída ao Bradesco.

    Parcela chama atenção, mas entrada pesa na compra

    A campanha do Haval H6 HEV2 tem apelo comercial porque coloca um SUV híbrido de mais de R$ 220 mil em parcelas de R$ 3.905,18. Porém, o valor de entrada muda a leitura da oferta.

    Com R$ 134.400 exigidos no início, a condição mira um comprador com alto poder de pagamento imediato. Por isso, a parcela é mais atrativa para quem já tem boa parte do valor disponível, e não para quem pretende financiar a maior parte do carro.

    Mesmo assim, a oferta coloca o Haval H6 HEV2 em evidência no mês. Em um mercado cada vez mais pressionado por SUVs híbridos e elétricos, a GWM tenta transformar taxa zero e parcela reduzida em argumentos para segurar compradores em junho.



    Fonte: Garagem 360

  • Transição energética: CEO da VW Caminhões e Ônibus esclarece panorama

    No primeiro dia de painéis do Anfavea Visions 2026, em São Paulo, a infraestrutura e economia do setor automotivo nacional foram os grandes temas, mas o debate sobre o futuro do transporte de cargas e da logística de grande porte não fugiu da pauta.

    Roberto Cortes, presidente e CEO da Volkswagen Caminhões e Ônibus e eleito Presidente de Honra desta edição do fórum, trouxe sua análise sobre os desafios e as particularidades da matriz energética brasileira diante do cenário internacional.

    O executivo destacou que as decisões estruturais da indústria nacional ocorrem em meio a uma profunda reconfiguração de forças no mercado global, com uma pressão sem precedentes vinda do Oriente.

    “A Ásia ganha mercado e protagonismo em detrimento de outros setores, outros países e outras regiões do mundo”, diz o executivo.


    Roberto Cortes, Presidente da VW Caminhões e Ônibus • Redes Sociais

    O diferencial competitivo do campo brasileiro

    Para responder ao avanço e à competitividade externa, Cortes defendeu que o Brasil não deve simplesmente copiar estratégias adotadas na Europa ou na Ásia, mas sim apoiar-se em suas vantagens geográficas e econômicas nativas. Segundo o CEO, o setor automotivo e de autopeças local, precisa explorar o potencial agroenergético do país para estruturar um modelo sustentável de descarbonização que seja, ao mesmo tempo, viável do ponto de vista de custos.

    “É questão de alavancar o que o Brasil tem de oportunidade no campo. Nós temos que seguir várias rotas energéticas, a eletrificação é uma delas […] mas eu vejo que a grande vantagem do Brasil é a utilização de biocombustíveis, pela quantidade de biomassa que temos no nosso território.””]mas eu vejo que a grande vantagem do Brasil é a utilização de biocombustíveis, pela quantidade de biomassa que temos no nosso território.””]”É questão de alavancar o que o Brasil tem de oportunidade no campo. Nós temos que seguir várias rotas energéticas, a eletrificação é uma delas […] mas eu vejo que a grande vantagem do Brasil é a utilização de biocombustíveis, pela quantidade de biomassa que temos no nosso território.”


    Roberto Cortes, presidente e CEO da Volkswagen Caminhões e Ônibus

    O entendimento é de que a busca por uma solução única para todas as aplicações pode atrasar o processo de modernização das frotas comerciais, encarecendo o frete e reduzindo a eficiência operacional de setores vitais como o agronegócio e a distribuição urbana.

    A divisão técnica: ambiente urbano versus longa distância

    A aplicação prática das novas tecnologias de propulsão deve seguir critérios técnicos rigorosos de infraestrutura e autonomia, separando o transporte pesado em duas frentes distintas. Para Cortes, a infraestrutura atual define, por si só, onde cada motorização entrega o melhor retorno financeiro e ambiental para as empresas de transporte.

    Enquanto as grandes cidades oferecem o ecossistema ideal para a introdução imediata de frotas comerciais alimentadas por baterias, as grandes rodovias ainda dependem de fontes com maior densidade energética.

    “Nós vemos uma aplicação (dos elétricos) muito útil no ambiente urbano, que já tem muita infraestrutura; agora, na longa distância, a gente ainda vê um protagonismo do diesel. Quem sabe de um biodiesel 100%, ou o HVO, que é um biodiesel vegetal. (No ambiente) urbano, seja entrega de mercadorias ou transporte de pessoas, o elétrico se justifica e tem uma viabilidade econômica interessante.”

    “Nós vemos uma aplicação (dos elétricos) muito útil no ambiente urbano, que já tem muita infraestrutura, agora na longa distância, a gente ainda vê um protagonismo do diesel. Quem sabe de um biodiesel 100%, ou o HVO, que é um biodiesel vegetal. (No ambiente) urbano, seja entrega de mercadorias ou transporte de pessoas, o elétrico se justifica e tem uma viabilidade econômica interessante.”


    Roberto Cortes, presidente e CEO da Volkswagen Caminhões e Ônibus

    Com essa visão, o executivo reforça o tom de que o caminho do país rumo à neutralidade de carbono será misto, dependendo da maturidade logística de cada região, finalidade e do aproveitamento das soluções combustíveis alternativas já desenvolvidas em solo nacional.

    Saúde da bateria é o novo “km” do carro elétrico usado; entenda



    Fonte: CNN Brasil Auto